E aí, vou contar pra vocês da vez que tive um encontro com uma gostosa bombada da academia.
Ela, Carla, 42 anos, ruiva com franjinha, 1,60 de altura, bunda linda e peitos pequenos mas redondinhos, corpo malhado e umas pernas que enlouquecem qualquer um.
Eu sempre via ela desde que comecei na academia há 2 meses, mas nunca trocamos nem uma palavrinha sequer.
Sempre que ela entrava na academia roubava todos os olhares, com aquele top rosa que deixava os abdomens à mostra e aquela legging cinza que valorizava a melhor bunda da região.
Sempre fantasiei em pegá-la no meio do exercício, numa colchoneta toda suadinha, e meter nela.
Claro, o desejo de qualquer um daquela academia.
Um dia, fazendo um exercício, já na hora de ir embora, ela se aproxima e pede pra revezar o aparelho. Aceito na hora, já que eu estava saindo mesmo, e falo:
C — Ah, já vai embora? Então fica pra mim.
Eu — É, tô indo, já tá tarde e tenho umas coisas pra fazer em casa.
C — Beleza. E aí, sempre te vejo aqui, tá mandando ver hein, e começou faz pouco tempo.
Eu — Venho bastante porque tenho várias horas livres em casa e pra não ficar largado.
C — Te entendo, eu adoro vir. E me fala, tem namorada?
Eu — Tinha, já terminei depois de 2 anos, não tava mais dando certo.
C — Ah, que merda. Eu me divorciei faz pouco, um problema a menos.
Eu — Esquece, melhor ficar assim e curtir ao máximo. Bom, vou indo.
Eu ia embora só dando tchau mesmo, afinal a gente tinha se conhecido agora, mas ela se levantou e me deu um beijo molhado na bochecha e um tapinha.
C — Te espero amanhã pra treinar, hein.
Eu — Pode deixar, é um encontro hahaha.
E fiquei com o pau latejando pensando que dava pra comer ela, mas tinha que planejar como. Ela era uma veterana, será que tinha chance mesmo? Essa pergunta não me deixava dormir.
Chegou o outro dia, nos encontramos lá fora, nos cumprimentamos e fomos direto aquecer.
C — Topa fazer minha rotina? É de boa.
Eu — Claro, me guia aí.
Ela se jogou na colchoneta de bruços, deixando à mostra… Vi aquele rabo todo parado e duro que ela tinha e fiquei maluco, ela virou pra falar comigo e acho que me viu ou já sabia que eu tava com o olho grudado na bunda dela.
Depois fui deitar no colchonete e notei que ela devolveu o olhar, me encarando no volume. Eu tentava me controlar pra não pegar ela ali mesmo.
Já tínhamos feito uma hora intensa de treino e paramos pra descansar, os dois suados. Fui ao vestiário buscar a garrafa de água que tinha esquecido por causa dos nervos, e quando voltei passei no banheiro e ela tava vindo também.
C - Desculpa, vai lavar o rosto ou mijar?
Eu não sabia o que dizer, se convidava ela pra entrar ou o quê.
Eu - Vou lavar o rosto um pouco.
C - Pode ser, te incomoda se eu entrar e lavar também?
Eu - Pode entrar, de boa.
Já os dois no banheiro apertados, suados e com cheiro de suor, abro a água e começo a lavar o rosto e noto que ela fica me encarando.
Eu - Que foi? Vai lavar?
C - Do jeito que você me olha, hein.
Eu - Do que você tá falando, haha.
C - Vai lá, garoto, acha que eu não percebo?
Eu - Haha, pode ser, mas é normal se você é uma mulherão.
C - É isso que você acha?
Eu - Sim, por que não?
E logo depois começamos a nos beijar super rápido, os dois suados e excitados num quartinho 2x2. Paramos de nos beijar e pensei que a tesão ia ficar por ali, e na saída íamos direto pra um hotel terminar o que começou. E quando levanto a cabeça vejo ela tirando o top e deixando os peitos ao ar livre, uns peitinhos lindos, pequenos que cabem na mão mas durinhos e redondos. Nem pensei duas vezes, comecei a chupar eles na hora enquanto ela mexia na minha calça procurando pelo pau.
Ela se agachou e eu já tava duro, ela começou a chupar com língua um tempinho até que tirou a legging e empinou a bunda de frente pra pia. Com as duas mãos abri a buceta dela e comecei a chupar tudo, até o cuzinho, e por dentro fiquei pensando que não tinha camisinha, me quis matar. Continuei chupando até que ela virou, me pegou pelo pescoço e pediu. por favor que enfiasse tudo, e eu digo que não tenho camisinha, ela me diz que não tem problema, que ela tinha as trompas ligadas e não tinha nada.
Nem pensei duas vezes, virei ela, fiz ela levantar a bunda e enfiei pelo cu, bem apertado ela estava enquanto eu apalpava toda a bunda dela, claro, não podíamos fazer muito barulho, porque tinha bastante gente rondando os corredores, então fui metendo devagar até que a tesão me venceu e comecei a meter forte e ela começou a se contorcer e eu ao mesmo tempo.
Nós gozamos ao mesmo tempo, de tanta tesão que estávamos, tirei e admirei como a porra escorria toda pelas pernas dela e ela botou os dedos e tomou, se limpou e nos beijamos um pouco, até que ela me disse para ficar dentro que ela ia sair para ver se não tinha ninguém.
Assim fomos até o outro dia, já começamos a nos tocar mais nos exercícios e continuamos transando sem parar.
Espero que tenham gostado.
Obrigado.
Ela, Carla, 42 anos, ruiva com franjinha, 1,60 de altura, bunda linda e peitos pequenos mas redondinhos, corpo malhado e umas pernas que enlouquecem qualquer um.
Eu sempre via ela desde que comecei na academia há 2 meses, mas nunca trocamos nem uma palavrinha sequer.
Sempre que ela entrava na academia roubava todos os olhares, com aquele top rosa que deixava os abdomens à mostra e aquela legging cinza que valorizava a melhor bunda da região.
Sempre fantasiei em pegá-la no meio do exercício, numa colchoneta toda suadinha, e meter nela.
Claro, o desejo de qualquer um daquela academia.
Um dia, fazendo um exercício, já na hora de ir embora, ela se aproxima e pede pra revezar o aparelho. Aceito na hora, já que eu estava saindo mesmo, e falo:
C — Ah, já vai embora? Então fica pra mim.
Eu — É, tô indo, já tá tarde e tenho umas coisas pra fazer em casa.
C — Beleza. E aí, sempre te vejo aqui, tá mandando ver hein, e começou faz pouco tempo.
Eu — Venho bastante porque tenho várias horas livres em casa e pra não ficar largado.
C — Te entendo, eu adoro vir. E me fala, tem namorada?
Eu — Tinha, já terminei depois de 2 anos, não tava mais dando certo.
C — Ah, que merda. Eu me divorciei faz pouco, um problema a menos.
Eu — Esquece, melhor ficar assim e curtir ao máximo. Bom, vou indo.
Eu ia embora só dando tchau mesmo, afinal a gente tinha se conhecido agora, mas ela se levantou e me deu um beijo molhado na bochecha e um tapinha.
C — Te espero amanhã pra treinar, hein.
Eu — Pode deixar, é um encontro hahaha.
E fiquei com o pau latejando pensando que dava pra comer ela, mas tinha que planejar como. Ela era uma veterana, será que tinha chance mesmo? Essa pergunta não me deixava dormir.
Chegou o outro dia, nos encontramos lá fora, nos cumprimentamos e fomos direto aquecer.
C — Topa fazer minha rotina? É de boa.
Eu — Claro, me guia aí.
Ela se jogou na colchoneta de bruços, deixando à mostra… Vi aquele rabo todo parado e duro que ela tinha e fiquei maluco, ela virou pra falar comigo e acho que me viu ou já sabia que eu tava com o olho grudado na bunda dela.
Depois fui deitar no colchonete e notei que ela devolveu o olhar, me encarando no volume. Eu tentava me controlar pra não pegar ela ali mesmo.
Já tínhamos feito uma hora intensa de treino e paramos pra descansar, os dois suados. Fui ao vestiário buscar a garrafa de água que tinha esquecido por causa dos nervos, e quando voltei passei no banheiro e ela tava vindo também.
C - Desculpa, vai lavar o rosto ou mijar?
Eu não sabia o que dizer, se convidava ela pra entrar ou o quê.
Eu - Vou lavar o rosto um pouco.
C - Pode ser, te incomoda se eu entrar e lavar também?
Eu - Pode entrar, de boa.
Já os dois no banheiro apertados, suados e com cheiro de suor, abro a água e começo a lavar o rosto e noto que ela fica me encarando.
Eu - Que foi? Vai lavar?
C - Do jeito que você me olha, hein.
Eu - Do que você tá falando, haha.
C - Vai lá, garoto, acha que eu não percebo?
Eu - Haha, pode ser, mas é normal se você é uma mulherão.
C - É isso que você acha?
Eu - Sim, por que não?
E logo depois começamos a nos beijar super rápido, os dois suados e excitados num quartinho 2x2. Paramos de nos beijar e pensei que a tesão ia ficar por ali, e na saída íamos direto pra um hotel terminar o que começou. E quando levanto a cabeça vejo ela tirando o top e deixando os peitos ao ar livre, uns peitinhos lindos, pequenos que cabem na mão mas durinhos e redondos. Nem pensei duas vezes, comecei a chupar eles na hora enquanto ela mexia na minha calça procurando pelo pau.
Ela se agachou e eu já tava duro, ela começou a chupar com língua um tempinho até que tirou a legging e empinou a bunda de frente pra pia. Com as duas mãos abri a buceta dela e comecei a chupar tudo, até o cuzinho, e por dentro fiquei pensando que não tinha camisinha, me quis matar. Continuei chupando até que ela virou, me pegou pelo pescoço e pediu. por favor que enfiasse tudo, e eu digo que não tenho camisinha, ela me diz que não tem problema, que ela tinha as trompas ligadas e não tinha nada.
Nem pensei duas vezes, virei ela, fiz ela levantar a bunda e enfiei pelo cu, bem apertado ela estava enquanto eu apalpava toda a bunda dela, claro, não podíamos fazer muito barulho, porque tinha bastante gente rondando os corredores, então fui metendo devagar até que a tesão me venceu e comecei a meter forte e ela começou a se contorcer e eu ao mesmo tempo.
Nós gozamos ao mesmo tempo, de tanta tesão que estávamos, tirei e admirei como a porra escorria toda pelas pernas dela e ela botou os dedos e tomou, se limpou e nos beijamos um pouco, até que ela me disse para ficar dentro que ela ia sair para ver se não tinha ninguém.
Assim fomos até o outro dia, já começamos a nos tocar mais nos exercícios e continuamos transando sem parar.
Espero que tenham gostado.
Obrigado.
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