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Capítulo 63.
Revelações.
Embora minha mãe tenha proibido qualquer tipo de relação sexual entre nós (exceto as que servem pra juntar material do OnlyFans), posso dizer que começamos o dia com uma boa notícia.
Bom, pra mim o dia começou às duas e meia da tarde, quando levantei. O bom é que a Alicia já não enche o saco por eu ter horário de vampiro, porque todo mundo tá mais ou menos na mesma. Ela fica até altas horas da madrugada vendo séries e filmes na Netflix.
A boa notícia eu recebi quando fui buscar uma xícara de café com porra. Pilar me deu na mesma hora que dizia:
—A vovó voltou pra casa dela.
—Nossa! Sério mesmo? — Olhei pras minhas outras irmãs, todas ali tomando café da manhã, lanchando ou almoçando (dependendo do horário que cada uma tinha começado o dia). A Brenda também tava lá, como se fosse mais uma da família.
—É, vai ser o melhor —a resposta veio da minha mãe, que acabava de entrar na cozinha—. Agora a Cristela tá falando com a Ayelén. Elas também vão embora.
—Tá mandando elas embora? —Perguntei enquanto dava um gole no café com porra. Fiquei meio triste que todas as minhas irmãs estivessem vestidas, mal dava pra ver alguma coisa pelo decote da Pilar.
—Não mandei ninguém embora —Alicia sentou entre Gisela e Tefi e pediu uma xícara de café puro—. Faz parte do acordo. A Fernanda não quer ficar sozinha e aqui somos muitos. Foi a própria Cristela quem sugeriu a ideia de ir morar com ela por uns meses. Pelo menos até encontrarem outra coisa. Aliás, Nahuel… pode me dizer por que temos que ver teu pau pendurado enquanto tomamos um café?
—Uai… —olhei pra baixo, tava vestindo uma camiseta branca velha e mais nada, meu pau pendurado do jeito que minha mãe descreveu—. Nem percebi, desculpa.
—Você não precisa pedir desculpas —interveio Gisela—. Uma coisa é a gente não fazer mais nada sexual entre a gente; mas andar pelado pela casa é algo que não vai mudar.
—Mmm… não sei —disse minha mãe—. Pode gerar umas tentações.
—E vai ter que aguentar elas —sentenciou Gisela. Me deu a impressão de que minha irmã mais velha estava começando a se candidatar como “a voz do povo” dentro de casa—. É uma idiotice a gente não poder ficar sem roupa nem dez minutos depois de tudo que fizemos juntos.
—Tá bom, como vocês quiserem —disse Alice, entendendo que não venceria essa discussão. Provavelmente tinha perdido o poder de ganhar qualquer discussão com a Gisela.
—Além disso… tenho algo em mente —comentou Gisela—. Vocês lembram do concurso de boquetes? —A tensão tomou conta do ambiente, ninguém queria lembrar daquele momento, foi exatamente no dia em que começou a guerra entre Gisela e Alicia—. Peço desculpas por ter estragado tudo. Não consegui evitar.
—Já foi, já passou —disse Tefi—. A gente entendeu por que você ficou tão puta.
—Bom, a raiva já passou… mais ou menos. E fiquei curioso pra saber quem é a melhor chupando buceta. Não vou contar pra você, maninho, porque sei que você tem tudo a perder nessa.
—Ei, mas eu posso aprender —garanti—. Quero aprender.
—Se vocês toparem, eu gostaria de fazer um pequeno concurso de chupada de buceta —disse Gisela, com um sorrisão—. A Brenda pode ser a jurada, ela é a mais neutra de todas.
—Eu adoraria —disse Brenda, com um sorrisão.
—Ei, será que vocês esqueceram qual foi o nosso acordo? —Alicia interveio—. Nada de sexo. Isso acabou.
—Podia levar como uma despedida —disse Macarena—. Mãe, entendo que você queira dar um fim de uma vez; mas depois de tudo que aconteceu, isso vai ser um pouco difícil. Psicologicamente, a gente precisa dar um fechamento pra todas essas… aventuras, e essa é a oportunidade perfeita. Além disso… se ninguém brigar, tenho certeza de que podemos nos divertir pra caralho. Até podia servir pra fazer as pazes com a Ayelén.
— A Ayelén também vai participar? — Perguntou a Pilar.
—Só se não der problema —disse Gisela, com calma e autoridade—. Assim que fizer um comentário fora de lugar, eu ponho ela pra fora na base do chute.
— Acho que não precisa disso — disse Cristela, que acabava de entrar na sala de jantar. A Ayelén não vai participar. Ela não quer sair do quarto. Não quer falar com ninguém. Diz que precisa de tempo pra pensar sobre a vida dela… e que odeia todo mundo.
—Não me surpreende nem um pouquinho —falei—. Essa mina nunca quis fazer parte dessa família. Sinto muito, tia; a gente fez tudo que podia, mas tem um limite. Não estamos a fim de fazer as pazes com ela.
—Tá bom, eu entendo. Me deixa triste, mas eu entendo… e valeu, Macarena, por pelo menos ter oferecido.
—Fiz isso por você, tia. Se fosse por mim, já tinha quebrado a cara daquela garota mal-educada. O único motivo pelo qual não a expulso na porrada é porque ela é sua filha.
—Eu sei. Obrigado a todos por aturarem ela, sinceramente não sei por que ela é tão… arpia. Juro que não criei ela assim.
—Depois da quarentena, ela vai seguir com a vida dela —disse Gisela—. Não se ofende, tia; mas a Ayelén é nossa prima. Quer dizer, se fosse um problema com uma das minhas irmãs, eu faria de tudo pra resolver. Não daria pra passar a vida sem falar com uma das minhas irmãs… ou com meu irmão. Mas eu consigo viver sem falar com minha prima. Tô me explicando?
Cristela balançou a cabeça, tava chorando. Pra ela devia ser muito doloroso ver a filha sendo deixada de lado pela família. Mas ela entende os motivos direitinho, por isso não insistiu.
—Melhor organizarmos aquele concurso que a Gisela falou —comentou enquanto enxugava as lágrimas—. Vai me fazer bem me divertir um pouco… e se der pra apostar, eu aposto na Alicia. Aquela puta tem um talento especial pra chupar bucetas.
—Isso a gente vai ver —disse Gisela—. Eu também confio no meu talento.
—----------
Pensei que minha mãe ia dar mais resistência pra esse novo concurso de "chupar buceta"; mas ela ficou tão animada quanto minhas outras irmãs. Parece que entendeu que a gente precisa de uma espécie de despedida. Até a Tefi tá empolgada. Já falaram pra ela que não é obrigada a chupar nenhuma buceta se não quiser… mas pode ser jurada, igual a Brenda. Acho que ela vai aprontar alguma surpresa.
Quanto a mim, só posso participar como competidor, aqui não atendo os requisitos pra ser juiz. E pelo talento que todas as outras têm, acho que nem atendo os requisitos pra competir. Raramente fiquei tão nervoso, porque tenho medo de que percebam demais que sou um desastre no oral.
Diário de Quarentena:
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Não se martirize, cadete Nahuel. Observe e aprenda com o inimigo… e se puder, peça conselhos pra ele. Não tem covardia nenhuma em admitir que você não tem todas as respostas. Só os covardes é que dizem saber tudo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
—Beleza, como é que a gente vai fazer isso? —Perguntou Pilar.
Já estávamos todos reunidos na sala, completamente pelados. O processo de tirar a roupa foi tão natural que quase nem percebi quando aconteceu.
—A gente tem uma vantagem enorme —disse Gisela—. Como a maioria aqui é mulher, pode ter várias opiniões diferentes. Mas é importante que a gente seja sincera, senão isso tudo não vai fazer sentido nenhum. Então… vocês prometem dizer a verdade, só a verdade e mais nada? —Todas responderam que sim, quase em coro—. Mesmo que isso faça vocês perderem o concurso? —Dessa vez demoraram um pouco mais pra responder, mas mesmo assim concordaram—. Beleza, quando vocês quiserem a gente pode começar…
—Espera aí... antes quero falar uma coisa importante. —Todos os olhares se fixaram em Pilar, o rosto dela ficou sério—. Mãe, posso te fazer uma pergunta bem constrangedora? Depois do que você contou outro dia, fiquei com uma dúvida.
—Ah… não sei… —A Alicia pareceu assustada—. Não podia ter me perguntado naquele mesmo dia? Agora não sei se quero falar sobre isso.
—Só agora tem que ser? —Perguntou Macarena—. A gente ia começar o concurso…
—Eu sei, eu sei. É que é uma coisa que ficou na minha cabeça a noite inteira… e não sai da minha mente desde aquele dia. Não aguento mais. E acho que quando eu falar do que se trata, todo mundo vai querer saber a resposta. Porque é algo que me afeta, afeta minhas irmãs e o Nahuel. Por isso acho melhor a gente conversar enquanto todo mundo está aqui.
A palidez na pele da Alicia ficou mais do que evidente, é como se de repente ela tivesse dado de cara com um dos fantasmas do passado dela.
—Ah… acho que já sei do que se trata —minha mãe cobriu a boca com uma mão—. Sabia que alguém ia perguntar sobre isso mais cedo ou mais tarde.
—Seja o que for —comentou Macarena—, é algo importante. E se é assim, devíamos conversar sobre isso o quanto antes.
—Sim, penso o mesmo —disse Tefi—. Quero saber qual é a dúvida da Pilar.
Todos nós concordamos que não deveríamos adiar esse assunto mais do que o necessário. Minhas mãos tremeram, não sei o que está atormentando a Pilar; mas pressinto que vai ser algo realmente importante.
—Tá bom —disse Alice, respirando fundo—. Preciso encarar meu passado e falar a verdade pra vocês. É o acordo que a gente fez. Mesmo que seja difícil pra caralho… pode fazer a pergunta e vou dar meu jeito de responder.
Pilar encarou ela bem nos olhos e atirou à queima-roupa:
—Quem é o nosso pai?
Os ovos subiram pra minha garganta. Esse é um assunto tabu na nossa família: nunca falamos do pai. Faz anos que a regra implícita é fingir que esse cara não existe.
—Tá falando de como ela conheceu ele? — Perguntou a Tefi.
Não, tô falando de quem é o nosso verdadeiro pai. Porque não acho que seja o que a gente conhece.
—Do que você tá falando, Tefi? —Dessa vez a pergunta veio da Gisela—. Quem vai ser nosso pai se não for o Gastão?
Faz anos que não escuto esse nome… e é como se estivessem falando de um completo estranho. O cara que eu conheço como meu pai nos abandonou há muito tempo e nunca fomos atrás dele. Minhas lembranças sobre ele são muito vagas, e minhas irmãs mais velhas não gostam de tocar no assunto. Nenhuma parece ter boas recordações do Gastão. Talvez pra muita gente seja doloroso não ter um pai, ou saber que um dia você teve, mas ele te largou. Mas, pra mim, isso nunca foi tão traumático, porque fui criado numa família grande, sendo "o homem da casa". Nunca senti que faltava alguém no meu círculo familiar. Talvez eu tenha sentido falta dele nos primeiros anos, não lembro… mas sei que hoje não sinto mais falta. É quase como se ele nunca tivesse existido.
Uma vez a Macarena disse: “O Gastón não passou de um doador de esperma. Na real, ele nunca foi nosso pai, nunca nos amou, sempre esteve ausente. Não lembro de uma única vez que ele tenha passado mais de uma semana seguida em casa.”
— É verdade — disse Alice. — Gastão não é pai de nenhum de vocês.
Essas palavras foram como um balde de água fria pra todas as minhas irmãs… e pra mim também. Por mais que aquele homem não significasse nada pra mim, eu já tinha criado a ideia de que pelo menos era meu pai biológico. De repente, uma sensação estranha me invadiu… como se o chão tivesse sumido, me deixando flutuando à deriva. Passou pela minha cabeça um pensamento incômodo: “Se eu não sei quem é meu pai, é como se me faltasse um ponto de apoio, como se os alicerces da minha vida já não estivessem mais ali.”
—Que porra é essa? —Perguntou Tefi com os olhos vidrados—. Cê tá falando sério, mãe?
—Eu sabia —disse Pilar. Apesar de ser tão alegre e divertida, agora tinha um semblante sério e um olhar penetrante—. Quando você nos contou que esteve com tantos homens por volta dos vinte anos, comecei a fazer as contas e imaginei que talvez a gente possa ter pais diferentes.
—Como assim, diferentes? —Gisela a fulminou com o olhar—. Tá insinuando que somos meio-irmãos?
—Faz sentido —disse Macarena—. Olha, não somos tão parecidas entre nós, Tefi e Pilar são loiras, nós duas temos cabelo preto. O Nahuel tá num meio-termo, tem cabelo castanho. Além disso… Pilar, Gisela e eu temos olhos cinzentos, Tefi e Nahuel não.
Na minha casa teve muitos silêncios constrangedores, mas nunca um igual a esse. Por sorte não durou tanto, porque senão teria reinado o caos.
—Vamos devagar, vamos por partes —disse Alicia—. Porque eu sei que isso é um assunto de vital importância e pode marcar vocês pra vida toda. A primeira coisa que tenho que dizer é que Gastón nunca significou nada pra mim. Nem sequer gostava muito dele… fiquei com ele só porque minha mãe insistiu. Gastón era um cara normal, sem graça, com uma boa situação financeira. Um solteirão dez anos mais velho que eu. Ficou atrás de mim por meses, ficava louco por mim… e não fazia ideia de que eu tava dando pra todo mundo no bairro. Nunca soube, embora… talvez tenha desconfiado, porque tinha boatos de que eu era… bom, vocês sabem… uma puta.
—Ele te fazia perguntas sobre isso? — quis saber Macarena.
—Não muitas, embora me lembre de uma vez que ele me pressionou por uns boatos que rolavam, de que eu tinha chupado a pica de vários caras do bairro. Ele ficou tão obcecado com esse assunto que me encheu o saco e eu falei: “Sim, chupei a pica deles, e daí?”. Ele quase morreu de desgosto. Mas depois, quando me acalmei, contei que isso aconteceu antes de a gente começar a ficar junto, que foi uma loucura que fiz por ser uma garota rebelde e que eu não sou assim.
— Ela acreditou? — Perguntou Pilar.
—Sim, porque ele era muito ingênuo. Acho que preferia se agarrar a essas mentiras do que encarar a verdade. Não o culpo, eu fiz a mesma coisa por muitos anos. Também tive que contar, pra esclarecer um pouco a onda de boatos, que todos aqueles caras que chupei a pica também me comeram… várias vezes. Embora… eu tenha dito que foi um de cada vez, em ocasiões separadas.
—Nunca contou pra ele sobre o sexo em grupo? — Disse a Tefi. Por algum motivo estranho, ela parecia mais calma. Quase como se saber disso desse a ela esperança de ter um pai melhor do que o cara que nos abandonou. E sabem de uma coisa? Eu também me agarro a essa esperança.
—Vão pensar que sou uma pessoa ruim… mas quando eu ficava puta com ele, contava umas paradas da minha vida sexual, porque sabia que aquilo doía nele.
—Não acho que você seja uma pessoa ruim — disse Cristela —. Gastón sempre foi um baita babaca, nunca soube te tratar direito. Pra ele, você era tipo um troféu que ele podia exibir. Adorava mostrar pros amigos como a esposa dele era gostosa. Lembra como ele te fazia se vestir? Sempre com decote, calça apertada, minissaia… ele adorava que ficassem te olhando toda… mas que ninguém te tocasse.
—Sim, lembro… e o tiro saiu pela culatra —disse Alice, com um sorriso maroto—. Porque vários dos amiguinhos dele acabaram me dando uma trepada daquelas… e ele nunca ficou sabendo.
—Você cobrava deles? —Perguntei.
Não, eu fazia de graça... era tipo uma vingança contra o Gastón. A Cristela tem razão, pra aquele cara eu era só um objeto que ele achava que era dono.
—Então acho bem que você tenha dado uma galhada nele com os amigos dele —disse Macarena—. E quero saber o que você confessou pra ele naquelas vezes que ficou puta com ele.
—Uai… deixa eu ver… —Alicia pareceu mais animada, percebeu que tanto as filhas dela quanto eu estávamos buscando uma espécie de vingança contra o Gastón, e que ela ter feito ele sofrer um pouco compensava, de certa forma, os transtornos que ele pôde nos causar ao sair de casa—. Contei pra ele que aqueles amantes que tive antes de conhecê-lo gozavam na minha boca… todos eles, e falei que foram dez no total. Podia ter dito que eram mais, mas achei que se o número chegasse muito perto da realidade, ele ia ter um infarto na hora. Pensa que, pra ele, eu era a mulher mais santa do bairro, uma menina de “família boa”. Saber que eu tive tantos amantes corroía ele por dentro. Ele não conseguia aceitar que meu corpo tivesse sido “usado” por outros caras. Além disso, eu não engolia a porra deles, dizia que já tinha aprendido a me comportar como uma dama e que nunca mais faria algo tão degradante quanto deixar um homem depositar o sêmen dele dentro da minha boca.
>Isso me deixava muito mal. Ficava me perguntando como eu tinha sido capaz de fazer uma coisa dessas… e com tantos caras. Como não me fiz respeitar. E eu disse a ela que naquela época eu não tinha consciência de que estava fazendo algo errado, que achava normal engolir o esperma dos meus amantes depois de dar uma boa chupada de pau. Cheguei até a dizer que curtia ainda mais quando a descarga era generosa, porque achava que se saísse muito gozo, então eu tinha feito bem o meu trabalho. E olha, isso eu pensava de verdade. Pra mim, o maior elogio que um homem podia me fazer era encher minha cara de porra.
Parece que a história esquentou muito a Pilar, porque ela baixou a cabeça e engoliu uma boa parte da minha pica de uma só vez. Eu nem tinha percebido que tava duro. A chupada foi tão intensa que senti uma descarga de adrenalina na boca do estômago. Apertei mais a cabeça dela contra minha pica, forçando ela a engolir mais.
Alicia sorriu ao ver essa reação da filha, e isso pareceu dar mais coragem pra ela continuar contando como torturava o ex-marido.
—Uma das grandes dúvidas do Gastón era se eu já tinha praticado sexo anal. Isso o deixava obcecado, ele me perguntava toda vez que podia e eu sempre respondia com evasivas. Como você pode imaginar, eu tinha proibido ele de meter no meu cu. Apesar de eu discutir muito com ele, e de poder ter contado só pra irritá-lo, guardei isso pra uma ocasião especial. Foi durante um dos meus aniversários. A gente tinha reserva pra jantar num restaurante bom, esperei ele a tarde inteira e o desgraçado chegou de madrugada, meio bêbado, e nem lembrou que era meu aniversário.
>No dia seguinte, comentei, meio que sem querer, que um dos meus ex-amantes era obcecado pela minha bunda e que uma vez ele me disse: “Vou te dar um presente bem gostoso pro seu aniversário”. E enfiou no meu cu. Gastón ficou pálido quando ouviu isso. Me perguntou como é que aquilo podia ser um presente pra mim, parecia mais um presente pro cara. Falei que considerei um bom presente porque a experiência foi muito boa.
Vi a Gisela fazer um sinal com a mão pra Brenda, foi simples, só apontou pra própria buceta. Brenda entendeu na hora e se ajoelhou na frente da minha irmã mais velha, que tava sentada com os dois pés no sofá, bem aberta. A amiga dela começou a chupar a buceta dela na mesma hora. Macarena percebeu que aquela era uma oportunidade que ela também podia aproveitar, então sentou em cima da Gisela, com as pernas igualmente abertas, assim a Brenda tinha que se virar pra chupar primeiro uma e depois a outra.
A Tefi não quis ficar de fora da diversão, então mandou pra Cristela:
—Tia… não quer se divertir um pouco com a sua sobrinha favorita? —Se dependesse dela, seria a favorita em tudo: prima, sobrinha, filha, irmã… o que fosse.
— Sério? Posso mesmo? — A pergunta foi direcionada pra irmã dela, como se a Alicia tivesse que dar a permissão.
—Agora mesmo não posso impedir — disse minha mãe.
—Mas isso não conta pro concurso de chupadas de buceta —disse Gisela.
—É verdade —interveio Macarena—. O concurso ainda não começou oficialmente.
—Agora o concurso é o que menos me importa —disse Pilar—, só quero ouvir o que a mamãe tem pra dizer… e ela merece fazer isso nas condições certas. Por sorte a Gisela trouxe um lubrificante…
—Achei que a gente podia precisar disso pra alguma coisa.
—E é assim… —Pilar pegou o pote de lubrificante e cobriu meu pau com aquele gel transparente—. Vem cá, mãe, você vai enfiar tudo isso no teu cu.
—Ah… poxa, a gente disse que ia parar com isso.
—Combinamos que primeiro teríamos uma boa despedida —lembrou Pilar—, e isso é parte dela. E todas nós sabemos que você tá morrendo de vontade de ter uma boa rola no cu.
—Bom, isso eu não vou negar… — disse Alicia, com um sorrisão.
—Então vira.
Pulei de pé assim que vi minha mãe se aproximando. Não sei quanto tempo essas aventuras sexuais vão durar, mas vou aproveitar cada uma que aparecer. Pelo que ela tá contando, eu também tô morrendo de vontade de enfiar nela.
Alicia se colocou na minha frente e eu segurei seus pulsos, ela se inclinou pra frente e a Pilar cuidou pra que meu pau encaixasse bem na bunda dela. Foi entrando devagar, a gente tirou uns minutos pra esse aquecimento maravilhoso. Enquanto isso, o resto das mulheres presentes estavam se dando carinho do melhor jeito possível. Vi a Macarena inclinando a cabeça pra trás pra beijar a Gisela. Pareciam amantes e fiquei me perguntando quantas vezes elas devem ter transado desde que a quarentena começou. Algo me diz que a Macarena passou mais tempo na cama com a Gisela do que com qualquer outra pessoa da casa… até mais do que com a tia Cristela.
—Se você vai meter em mim, Nahuel… me dá com força. Hoje tô com vontade de sentir, só de lembrar como me comiam pelo cu nos meus bons tempos já me deixa com muito tesão.
Comecei a empurrar com força e Pilar, ao ver que a pica já estava entrando, se jogou pra chupar a pussy.
—Uai… assim… assim… isso sim que tá muito bom.
—Mamãe —disse Tefi—. Você contou pro Gastão sobre suas experiências lésbicas?
—Sim, e talvez tenha sido um erro fazer isso. Contei pra ele um dia em que ele fez um comentário meio homofóbico sobre uma mulher do bairro que, segundo ele, parecia “sapatão”. Quase sem pensar, falei: “E daí? Não tem nada de mais. Eu já transei com uma mulher e não é esse bicho de sete cabeças”. Só pra deixar claro, naquela época eu ainda não sentia tanta repulsa por sexo… isso veio um pouco depois.
—Ela ficou incomodada em saber que você experimentou usar a palavra: buceta? — Perguntou Macarena.
—Sim, pra caralho. Como sempre, fez um escândalo. Me chamou de puta várias vezes e até me chamou de sapatão. Eu jurei pra ele que foi só uma experiência que curti viver, mas que não tava atrás de prazer com outra mulher. E digo que não foi boa ideia confessar, porque com o passar dos meses o babaca começou a encher o saco com a ideia de fazer um menage com outra mulher. Ele achava que, se eu tinha transado com uma, então estaria disposta a realizar essa fantasia dele.
—Ai, não… me diz que você não fez isso — disse Gisela.
—Calma, nunca dei esse gosto pra ele. Ai… assim… vai devagar, já tá entrando direitinho.
Movi meu quadril ritmicamente. Meu pau já se movia com facilidade entrando e saindo. A Pilar tava me dando umas boas lambidas nas bolas que me ajudavam pra caralho a manter o membro bem duro.
—E qual foi a pior coisa que você chegou a confessar pra ele? — Perguntou a Tefi.
—Sem dúvida… ah… ah… mmm… que gostoso… —junto com a Pilar, a gente tava fazendo um esforço danado pra dar prazer pra ele, e isso já tava aparecendo no jeito dele falar e respirar—. Sem dúvida, o pior foi quando contei que já tinha experimentado dupla penetração. Enquanto ele rodava pra todo lado, que nem um tigre enjaulado, e arrancava os próprios cabelos, eu fui contando que primeiro chupei bem os dois caras ao mesmo tempo. Depois me levaram pra cama, montei em um e o outro aproveitou pra meter no meu cu. E o mais gostoso é que tudo que eu narrei aconteceu de verdade… mais de uma vez. Então os detalhes que eu dei foram bem precisos. Enfatizei muito o quanto foi sexualmente avassalador receber duas rolas ao mesmo tempo e levar sem pena. Gozei tanto que nem liguei de me chamarem de puta. Falei pro Gastão: “Naquela noite sim, fui bem puta”. Vocês não têm ideia de como ele ficou… se recusou a transar comigo por meses… e pra mim foi até melhor. Eu não tinha o menor interesse em dar pra aquele cara. O único motivo de a gente morar junto era porque eu precisava de alguém que servisse de “figura paterna” ou “marido exemplar” pros outros.
—Esse sempre foi seu problema, irmã —disse Cristela, que parou de chupar a buceta da Tefi por alguns segundos—. Você se importa mais com o que os outros falam do que com sua própria felicidade.
—Eu sei, e isso vai me atormentar pelo resto da vida. Sei que o Gastón contribuiu pra caralho pra eu acabar odiando sexo, porque além da minha mãe, ele também me fez sentir uma puta vagabunda. Uma pessoa que valia menos que as outras, só porque curtia muito dar. Por isso mesmo… ai… sim, continua… me come forte… ai… ui… por isso mesmo parei de ter aventuras sexuais, e só me guardei pra aqueles encontros que me rendiam grana. Como nossa situação financeira nunca foi muito estável, tive que fazer isso muitas vezes… escondido, claro. Com o tempo, mudei o alvo pra só mulheres, porque percebi que elas costumam ser mais discretas. A gente morre de vergonha de admitir que paga por sexo… ainda mais pra outra mulher. Fiquei muito boa em identificar lésbicas reprimidas e me aproximava delas.
—O Gastón já te pegou na cama com outra pessoa? —Perguntou Macarena—. Ia me dar um tesão danado saber que isso aconteceu.
—Sim… ele me pegou transando com o Aníbal, no quartinho dos fundos da oficina. O Aníbal tava me dando uma foda daquelas… uf, mais ou menos como a que o Nahuel tá me dando agora.
Essas palavras me incentivaram a meter mais forte.
—Ai, meu deus… —disse Tefi, e soltou uma risadinha—. Imagino que foi naquele dia que ele foi embora, pra nunca mais voltar.
—Não, não… porque mesmo com a situação impossível de disfarçar, consegui sair por cima… até dei um jeito de fazer tudo parecer culpa dele.
—Caralho… você é o fim da picada, mãe —disse Macarena, com um sorriso macabro—. O que você falou pra ele?
—Que tinha ficado devendo muita grana depois do último conserto que o Aníbal fez no carro dele… coisa que era verdade e eu sabia. Falei que quando passei pela porta da oficina, o Aníbal, puto da vida com a dívida, ameaçou chamar a polícia… e eu não tive outra escolha a não ser me oferecer como pagamento.
—Uai, que puta mentirosa —Tefi tava se divertindo pra caralho—. Bem que você gostava de ser "moeda de troca" pro Aníbal.
—Óbvio, eu ficava louca pela pica daquele cara. E vocês não têm ideia do tesão que me deu saber que o Gastão podia ver como estavam arrombando minha buceta. Mentalmente eu falei: “olha, corno… isso é algo que você nunca vai poder ter. Isso é por todas as vezes que você me humilhou”. O mais gostoso de tudo foi que o Aníbal não parou nem por um segundo e disse que esse era só o primeiro pagamento, que depois faria outro, porque a dívida era muito alta. O Gastão ficou tão envergonhado que não disse nada, ficou olhando a sequência inteira, até o final. Ele viu eu engolir toda a porra do Aníbal. E ainda naquela mesma noite, já em casa, eu me fiz de ofendida. Falei: “Arrombaram minha buceta por sua culpa, você devia pagar o que deve. Não sabe o quanto foi humilhante pra mim”. Ele ficou tão mal que até me pediu desculpas.
—Então o cara te viu botando chifre nele e ainda pediu desculpa? — Perguntou Macarena, outra que tava se divertindo pra caralho, e como não estaria, com as lambidas intensas que a Brenda tava dando nela.
—Sim, e não foi só isso, porque depois chegou…
—O segundo pagamento —comentou Tefi.
—Exato. E foi muito mais intenso que o primeiro. Esperamos o Gastón chegar do trabalho pra fazer, queria que ele visse tudo. Aníbal chegou com um dos funcionários dele e eu, depois de reclamar um pouco da "situação humilhante", comecei a chupar a pica dos dois. Dois pedaços de pica muito maiores que a do Gastón. Ele perguntou por que eu tinha que fazer com os dois, e Aníbal calou ele com uma resposta bem certeira: "Porque ele me ajudou a arrumar teu carro e também tem que cobrar". Isso talvez fosse verdade... ou não, tanto faz. O importante é que eu tinha a desculpa perfeita pra chupar a pica dos dois e o Gastón testemunhar tudo.
>Depois me despiraram, me apalparam, chuparam meus peitos, usaram a palavra: buceta… tudo. Encheram meus buracos com dedos… tudo na frente do sofrimento do Gastón, que não conseguia desviar o olhar. Fomos levados pro quarto e lá os caras começaram a falar que iam furar meus dois buracos ao mesmo tempo. Pra manter um pouco meu papel de atriz, protestei e falei que nem louca ia deixar eles fazerem aquilo… e que já tinha sido humilhante demais pra mim dar o cu pro Aníbal da última vez. Eles acrescentaram que se eu recusasse, a dívida toda continuaria de pé. Gastón não teve outra escolha senão me implorar pra fazer… mesmo que pra ele fosse um sofrimento enorme.
>Foi aí que eu falei: “Vou pedir pra vocês arrebentarem minha buceta bem gostoso, me encherem toda de porra e me fazerem gritar igual a maior puta vagabunda… pra você aprender a pagar suas dívidas sem ter que vender sua esposa”.
—Deus, como você pode ser cruel quando quer — comentou a Tefi.
—Eu odiava ele, me sentia sua prisioneira. Pra mim foi uma vitória enorme poder fazer isso com Aníbal e o amigo dele. E como vocês já devem imaginar, me destruíram na cama… meteram com tudo, furaram meu cu e eu gritei tanto quanto prometi, até pedi mais. Supliquei pra eles me darem forte e jurei que amava as pirocas grossas e cheias de veia deles, muito melhores que o pau medíocre do meu marido. Naquele dia eu perdi o controle e a trepada inteira durou até bem tarde da noite. Foi… foda. Gastão ficou olhando tudo enquanto se embebedava com uísque barato. Quando finalmente foram embora e me deixaram toda leitosa e suada, ele disse: “Nunca imaginei que você pudesse ser tão puta”. E eu completei: “Talvez eu seja mais puta do que você pensa. Talvez todos os boatos sobre mim sejam verdade”.
—Uai… se não foi embora depois disso, é um baita otário — garantiu a Macarena.
—Ficou fora por um tempo… mmmm vai, Nahuel, um pouquinho mais forte… ah… e você também, Pilar, não para… continua, tô adorando o que você tá fazendo. —Ela levou uns segundos pra gemer de prazer, depois continuou a história—. Infelizmente depois ele voltou. Mas já quase não transava mais comigo, me tratava como se eu fosse uma mulher impura. Uma mulher que já tinha sido "usada".
—E quando ele foi embora de vez? — quis saber Gisela.
—Quando confessei pra ele, num acesso de raiva, que ele não era pai de nenhum de vocês. Aí ele entendeu que não tinha mais nada que o ligasse a mim, e preferiu se afastar, derrotado. Foi difícil ter que dar conta de tudo sozinha; mas também foi um puta alívio tirar ele da minha vida pra sempre.
Quando ela terminou a história, consegui me concentrar mais em enfiar no cu dela. Agarrei firme nos ombros dela e meti com toda a força que pude. Ela pediu mais e agarrou a cabeça da Pilar, pra indicar que queria mais daquelas lambidas intensas na buceta.
—Me avisa quando você estiver perto de gozar —ela me disse.
Continuamos trepando sem parar por mais uns minutos até que comecei a sentir o orgasmo chegando… e era um forte. Dei duas batidinhas no ombro dele, como sinal.
Assim que eu tirei a pica, a Alicia se ajoelhou e abriu a boca. Comecei a jorrar gozo pra caralho e fiz aquela homenagem que ela tanto adora: enchi a cara dela de porra, e ainda meti uma boa quantidade direto na boca dela. A Pilar ficou esfregando os peitos dela e, quando eu tava terminando de gozar, as duas chuparam minha pica juntas, pegando os últimos restos de leite. E não pararam por aí: a Pilar passou a língua na cara da Alicia pra pegar uma recompensa extra. Elas encerraram a cena com um beijo na boca cheio de tesão.
Esse foi o sinal que marcou o fim desse… aquecimento? A Alicia sentou de novo no lugar dela, e a Pilar fez o mesmo. As outras entenderam que, por enquanto, deviam suspender as brincadeirinhas lésbicas. Todas sentaram de novo pra prestar atenção no resto da conversa. Eu fiz o mesmo, enquanto meu pau voltava devagar pro estado de descanso.
—E, falando nisso, mãe… você ainda não respondeu quem é nosso pai. —O semblante de Pilar ficou sério de novo—. Embora, com todas as putarias que você aprontou, não me surpreenderia se você nem soubesse.
—Sei muito bem quem é o pai de cada um de vocês —disse Alice. Seu sorriso tinha sumido, embora ainda mantivesse certa solenidade. — Eu sempre usei pílula anticoncepcional… exceto quando quis engravidar. Nenhuma das minhas gestações foi um erro. Todas foram devidamente planejadas, até o Nahuel, que foi o último.
—Quem é que planeja ter cinco filhos? —Perguntou Macarena—. Eu nem quero ter um.
—Bom, eu sempre gostei da ideia de ter muitos filhos — garantiu Alicia. — E acho que sempre quis ter um filho homem, por isso continuei tentando.
—Eu teria desistido depois de três mulheres seguidas — disse Tefi.
—Você devia agradecer que eu continuei tentando, senão você não teria nascido. E fico muito feliz de ter você como filha. Mesmo que eu tenha tido que tentar mais uma vez até conseguir o filho homem que eu tava procurando.
—Viu? —falei pra Tefi—. Você foi um experimento fracassado. Sempre soube disso.
Todas as minhas irmãs caíram na risada, até a própria Tefi, que completou: “Essa você vai me pagar, cara. Mais vale dormir com um olho aberto”. Como sempre, se não tenho um problema, eu invento um.
—Então, quem ou quantos te deixaram grávida? —Perguntou Gisela—. Você foi selecionando candidatos durante os anos?
—Não, não… todos são filhos do mesmo homem. E essa história que a Macarena falou, das diferenças físicas, é uma bobagem. Muitos irmãos são diferentes, porque puxam pro pai e pra mãe. Eu sou meio loira, e o cara que foi pai de vocês tinha cabelo preto e olhos cinzentos. Umas saíram pra ele… outras pra mim. Acho que o Nahuel é um meio-termo entre os dois. Embora ele pareça bastante com o avô Enrique, o pai da minha mãe. Enfim, que são todos irmãos de verdade, cem por cento.
—Uf… isso… é um alívio —disse Pilar—. Gosto de saber que pelo menos continuamos sendo tão irmãos como sempre.
—Sim, pra mim também —disse Gisela—. E quem foi o sortudo candidato de olhos cinzentos?
— E quem mais vai ser? — Disse Alicia, dando de ombros —. Aníbal. Se eu tivesse sido uma mulher sensata, teria casado com ele, mesmo que tivesse vinte anos a mais que eu. Esse homem sim sabe tratar uma mulher. Teria sido mais feliz. Aliás, ele nunca soube que vocês eram filhos dele, preferi manter isso sempre em segredo. Nunca contei pra ninguém. Pensei que levaria esse segredo pro túmulo, embora seja um baita alívio poder contar finalmente. Queria muito que vocês tivessem conhecido o Aníbal pessoalmente… mas ele faleceu há uns anos, de uma doença no coração.
—Ai… não acredito… não pode ser, não pode ser —disse Cristela com o rosto bem pálido, tapando a boca com uma mão—. Não pode ser…
—Mas Cristela, não entendo o que te surpreende tanto, se você já sabia. Foi você mesma quem me contou sobre a morte do Aníbal.
—Não é por isso…
—Então, qual é a parada?
Todas as caras se fixaram nela, ela parecia mortalmente assustada.
—É que… o pai da Ayelén também é Aníbal.
Preferia uma semana de choque elétrico nas bolas do que ouvir essa notícia.
Aqui estão todos os meus links:
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![Preso no Paraíso das Gostosas[63]Gostosa se exibe na câmer Preso no Paraíso das Gostosas[63]Gostosa se exibe na câmer](http://s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 63.
Revelações.
Embora minha mãe tenha proibido qualquer tipo de relação sexual entre nós (exceto as que servem pra juntar material do OnlyFans), posso dizer que começamos o dia com uma boa notícia.
Bom, pra mim o dia começou às duas e meia da tarde, quando levantei. O bom é que a Alicia já não enche o saco por eu ter horário de vampiro, porque todo mundo tá mais ou menos na mesma. Ela fica até altas horas da madrugada vendo séries e filmes na Netflix.
A boa notícia eu recebi quando fui buscar uma xícara de café com porra. Pilar me deu na mesma hora que dizia:
—A vovó voltou pra casa dela.
—Nossa! Sério mesmo? — Olhei pras minhas outras irmãs, todas ali tomando café da manhã, lanchando ou almoçando (dependendo do horário que cada uma tinha começado o dia). A Brenda também tava lá, como se fosse mais uma da família.
—É, vai ser o melhor —a resposta veio da minha mãe, que acabava de entrar na cozinha—. Agora a Cristela tá falando com a Ayelén. Elas também vão embora.
—Tá mandando elas embora? —Perguntei enquanto dava um gole no café com porra. Fiquei meio triste que todas as minhas irmãs estivessem vestidas, mal dava pra ver alguma coisa pelo decote da Pilar.
—Não mandei ninguém embora —Alicia sentou entre Gisela e Tefi e pediu uma xícara de café puro—. Faz parte do acordo. A Fernanda não quer ficar sozinha e aqui somos muitos. Foi a própria Cristela quem sugeriu a ideia de ir morar com ela por uns meses. Pelo menos até encontrarem outra coisa. Aliás, Nahuel… pode me dizer por que temos que ver teu pau pendurado enquanto tomamos um café?
—Uai… —olhei pra baixo, tava vestindo uma camiseta branca velha e mais nada, meu pau pendurado do jeito que minha mãe descreveu—. Nem percebi, desculpa.
—Você não precisa pedir desculpas —interveio Gisela—. Uma coisa é a gente não fazer mais nada sexual entre a gente; mas andar pelado pela casa é algo que não vai mudar.
—Mmm… não sei —disse minha mãe—. Pode gerar umas tentações.
—E vai ter que aguentar elas —sentenciou Gisela. Me deu a impressão de que minha irmã mais velha estava começando a se candidatar como “a voz do povo” dentro de casa—. É uma idiotice a gente não poder ficar sem roupa nem dez minutos depois de tudo que fizemos juntos.
—Tá bom, como vocês quiserem —disse Alice, entendendo que não venceria essa discussão. Provavelmente tinha perdido o poder de ganhar qualquer discussão com a Gisela.
—Além disso… tenho algo em mente —comentou Gisela—. Vocês lembram do concurso de boquetes? —A tensão tomou conta do ambiente, ninguém queria lembrar daquele momento, foi exatamente no dia em que começou a guerra entre Gisela e Alicia—. Peço desculpas por ter estragado tudo. Não consegui evitar.
—Já foi, já passou —disse Tefi—. A gente entendeu por que você ficou tão puta.
—Bom, a raiva já passou… mais ou menos. E fiquei curioso pra saber quem é a melhor chupando buceta. Não vou contar pra você, maninho, porque sei que você tem tudo a perder nessa.
—Ei, mas eu posso aprender —garanti—. Quero aprender.
—Se vocês toparem, eu gostaria de fazer um pequeno concurso de chupada de buceta —disse Gisela, com um sorrisão—. A Brenda pode ser a jurada, ela é a mais neutra de todas.
—Eu adoraria —disse Brenda, com um sorrisão.
—Ei, será que vocês esqueceram qual foi o nosso acordo? —Alicia interveio—. Nada de sexo. Isso acabou.
—Podia levar como uma despedida —disse Macarena—. Mãe, entendo que você queira dar um fim de uma vez; mas depois de tudo que aconteceu, isso vai ser um pouco difícil. Psicologicamente, a gente precisa dar um fechamento pra todas essas… aventuras, e essa é a oportunidade perfeita. Além disso… se ninguém brigar, tenho certeza de que podemos nos divertir pra caralho. Até podia servir pra fazer as pazes com a Ayelén.
— A Ayelén também vai participar? — Perguntou a Pilar.
—Só se não der problema —disse Gisela, com calma e autoridade—. Assim que fizer um comentário fora de lugar, eu ponho ela pra fora na base do chute.
— Acho que não precisa disso — disse Cristela, que acabava de entrar na sala de jantar. A Ayelén não vai participar. Ela não quer sair do quarto. Não quer falar com ninguém. Diz que precisa de tempo pra pensar sobre a vida dela… e que odeia todo mundo.
—Não me surpreende nem um pouquinho —falei—. Essa mina nunca quis fazer parte dessa família. Sinto muito, tia; a gente fez tudo que podia, mas tem um limite. Não estamos a fim de fazer as pazes com ela.
—Tá bom, eu entendo. Me deixa triste, mas eu entendo… e valeu, Macarena, por pelo menos ter oferecido.
—Fiz isso por você, tia. Se fosse por mim, já tinha quebrado a cara daquela garota mal-educada. O único motivo pelo qual não a expulso na porrada é porque ela é sua filha.
—Eu sei. Obrigado a todos por aturarem ela, sinceramente não sei por que ela é tão… arpia. Juro que não criei ela assim.
—Depois da quarentena, ela vai seguir com a vida dela —disse Gisela—. Não se ofende, tia; mas a Ayelén é nossa prima. Quer dizer, se fosse um problema com uma das minhas irmãs, eu faria de tudo pra resolver. Não daria pra passar a vida sem falar com uma das minhas irmãs… ou com meu irmão. Mas eu consigo viver sem falar com minha prima. Tô me explicando?
Cristela balançou a cabeça, tava chorando. Pra ela devia ser muito doloroso ver a filha sendo deixada de lado pela família. Mas ela entende os motivos direitinho, por isso não insistiu.
—Melhor organizarmos aquele concurso que a Gisela falou —comentou enquanto enxugava as lágrimas—. Vai me fazer bem me divertir um pouco… e se der pra apostar, eu aposto na Alicia. Aquela puta tem um talento especial pra chupar bucetas.
—Isso a gente vai ver —disse Gisela—. Eu também confio no meu talento.
—----------
Pensei que minha mãe ia dar mais resistência pra esse novo concurso de "chupar buceta"; mas ela ficou tão animada quanto minhas outras irmãs. Parece que entendeu que a gente precisa de uma espécie de despedida. Até a Tefi tá empolgada. Já falaram pra ela que não é obrigada a chupar nenhuma buceta se não quiser… mas pode ser jurada, igual a Brenda. Acho que ela vai aprontar alguma surpresa.
Quanto a mim, só posso participar como competidor, aqui não atendo os requisitos pra ser juiz. E pelo talento que todas as outras têm, acho que nem atendo os requisitos pra competir. Raramente fiquei tão nervoso, porque tenho medo de que percebam demais que sou um desastre no oral.
Diário de Quarentena:
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Não se martirize, cadete Nahuel. Observe e aprenda com o inimigo… e se puder, peça conselhos pra ele. Não tem covardia nenhuma em admitir que você não tem todas as respostas. Só os covardes é que dizem saber tudo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
—Beleza, como é que a gente vai fazer isso? —Perguntou Pilar.
Já estávamos todos reunidos na sala, completamente pelados. O processo de tirar a roupa foi tão natural que quase nem percebi quando aconteceu.
—A gente tem uma vantagem enorme —disse Gisela—. Como a maioria aqui é mulher, pode ter várias opiniões diferentes. Mas é importante que a gente seja sincera, senão isso tudo não vai fazer sentido nenhum. Então… vocês prometem dizer a verdade, só a verdade e mais nada? —Todas responderam que sim, quase em coro—. Mesmo que isso faça vocês perderem o concurso? —Dessa vez demoraram um pouco mais pra responder, mas mesmo assim concordaram—. Beleza, quando vocês quiserem a gente pode começar…
—Espera aí... antes quero falar uma coisa importante. —Todos os olhares se fixaram em Pilar, o rosto dela ficou sério—. Mãe, posso te fazer uma pergunta bem constrangedora? Depois do que você contou outro dia, fiquei com uma dúvida.
—Ah… não sei… —A Alicia pareceu assustada—. Não podia ter me perguntado naquele mesmo dia? Agora não sei se quero falar sobre isso.
—Só agora tem que ser? —Perguntou Macarena—. A gente ia começar o concurso…
—Eu sei, eu sei. É que é uma coisa que ficou na minha cabeça a noite inteira… e não sai da minha mente desde aquele dia. Não aguento mais. E acho que quando eu falar do que se trata, todo mundo vai querer saber a resposta. Porque é algo que me afeta, afeta minhas irmãs e o Nahuel. Por isso acho melhor a gente conversar enquanto todo mundo está aqui.
A palidez na pele da Alicia ficou mais do que evidente, é como se de repente ela tivesse dado de cara com um dos fantasmas do passado dela.
—Ah… acho que já sei do que se trata —minha mãe cobriu a boca com uma mão—. Sabia que alguém ia perguntar sobre isso mais cedo ou mais tarde.
—Seja o que for —comentou Macarena—, é algo importante. E se é assim, devíamos conversar sobre isso o quanto antes.
—Sim, penso o mesmo —disse Tefi—. Quero saber qual é a dúvida da Pilar.
Todos nós concordamos que não deveríamos adiar esse assunto mais do que o necessário. Minhas mãos tremeram, não sei o que está atormentando a Pilar; mas pressinto que vai ser algo realmente importante.
—Tá bom —disse Alice, respirando fundo—. Preciso encarar meu passado e falar a verdade pra vocês. É o acordo que a gente fez. Mesmo que seja difícil pra caralho… pode fazer a pergunta e vou dar meu jeito de responder.
Pilar encarou ela bem nos olhos e atirou à queima-roupa:
—Quem é o nosso pai?
Os ovos subiram pra minha garganta. Esse é um assunto tabu na nossa família: nunca falamos do pai. Faz anos que a regra implícita é fingir que esse cara não existe.
—Tá falando de como ela conheceu ele? — Perguntou a Tefi.
Não, tô falando de quem é o nosso verdadeiro pai. Porque não acho que seja o que a gente conhece.
—Do que você tá falando, Tefi? —Dessa vez a pergunta veio da Gisela—. Quem vai ser nosso pai se não for o Gastão?
Faz anos que não escuto esse nome… e é como se estivessem falando de um completo estranho. O cara que eu conheço como meu pai nos abandonou há muito tempo e nunca fomos atrás dele. Minhas lembranças sobre ele são muito vagas, e minhas irmãs mais velhas não gostam de tocar no assunto. Nenhuma parece ter boas recordações do Gastão. Talvez pra muita gente seja doloroso não ter um pai, ou saber que um dia você teve, mas ele te largou. Mas, pra mim, isso nunca foi tão traumático, porque fui criado numa família grande, sendo "o homem da casa". Nunca senti que faltava alguém no meu círculo familiar. Talvez eu tenha sentido falta dele nos primeiros anos, não lembro… mas sei que hoje não sinto mais falta. É quase como se ele nunca tivesse existido.
Uma vez a Macarena disse: “O Gastón não passou de um doador de esperma. Na real, ele nunca foi nosso pai, nunca nos amou, sempre esteve ausente. Não lembro de uma única vez que ele tenha passado mais de uma semana seguida em casa.”
— É verdade — disse Alice. — Gastão não é pai de nenhum de vocês.
Essas palavras foram como um balde de água fria pra todas as minhas irmãs… e pra mim também. Por mais que aquele homem não significasse nada pra mim, eu já tinha criado a ideia de que pelo menos era meu pai biológico. De repente, uma sensação estranha me invadiu… como se o chão tivesse sumido, me deixando flutuando à deriva. Passou pela minha cabeça um pensamento incômodo: “Se eu não sei quem é meu pai, é como se me faltasse um ponto de apoio, como se os alicerces da minha vida já não estivessem mais ali.”
—Que porra é essa? —Perguntou Tefi com os olhos vidrados—. Cê tá falando sério, mãe?
—Eu sabia —disse Pilar. Apesar de ser tão alegre e divertida, agora tinha um semblante sério e um olhar penetrante—. Quando você nos contou que esteve com tantos homens por volta dos vinte anos, comecei a fazer as contas e imaginei que talvez a gente possa ter pais diferentes.
—Como assim, diferentes? —Gisela a fulminou com o olhar—. Tá insinuando que somos meio-irmãos?
—Faz sentido —disse Macarena—. Olha, não somos tão parecidas entre nós, Tefi e Pilar são loiras, nós duas temos cabelo preto. O Nahuel tá num meio-termo, tem cabelo castanho. Além disso… Pilar, Gisela e eu temos olhos cinzentos, Tefi e Nahuel não.
Na minha casa teve muitos silêncios constrangedores, mas nunca um igual a esse. Por sorte não durou tanto, porque senão teria reinado o caos.
—Vamos devagar, vamos por partes —disse Alicia—. Porque eu sei que isso é um assunto de vital importância e pode marcar vocês pra vida toda. A primeira coisa que tenho que dizer é que Gastón nunca significou nada pra mim. Nem sequer gostava muito dele… fiquei com ele só porque minha mãe insistiu. Gastón era um cara normal, sem graça, com uma boa situação financeira. Um solteirão dez anos mais velho que eu. Ficou atrás de mim por meses, ficava louco por mim… e não fazia ideia de que eu tava dando pra todo mundo no bairro. Nunca soube, embora… talvez tenha desconfiado, porque tinha boatos de que eu era… bom, vocês sabem… uma puta.
—Ele te fazia perguntas sobre isso? — quis saber Macarena.
—Não muitas, embora me lembre de uma vez que ele me pressionou por uns boatos que rolavam, de que eu tinha chupado a pica de vários caras do bairro. Ele ficou tão obcecado com esse assunto que me encheu o saco e eu falei: “Sim, chupei a pica deles, e daí?”. Ele quase morreu de desgosto. Mas depois, quando me acalmei, contei que isso aconteceu antes de a gente começar a ficar junto, que foi uma loucura que fiz por ser uma garota rebelde e que eu não sou assim.
— Ela acreditou? — Perguntou Pilar.
—Sim, porque ele era muito ingênuo. Acho que preferia se agarrar a essas mentiras do que encarar a verdade. Não o culpo, eu fiz a mesma coisa por muitos anos. Também tive que contar, pra esclarecer um pouco a onda de boatos, que todos aqueles caras que chupei a pica também me comeram… várias vezes. Embora… eu tenha dito que foi um de cada vez, em ocasiões separadas.
—Nunca contou pra ele sobre o sexo em grupo? — Disse a Tefi. Por algum motivo estranho, ela parecia mais calma. Quase como se saber disso desse a ela esperança de ter um pai melhor do que o cara que nos abandonou. E sabem de uma coisa? Eu também me agarro a essa esperança.
—Vão pensar que sou uma pessoa ruim… mas quando eu ficava puta com ele, contava umas paradas da minha vida sexual, porque sabia que aquilo doía nele.
—Não acho que você seja uma pessoa ruim — disse Cristela —. Gastón sempre foi um baita babaca, nunca soube te tratar direito. Pra ele, você era tipo um troféu que ele podia exibir. Adorava mostrar pros amigos como a esposa dele era gostosa. Lembra como ele te fazia se vestir? Sempre com decote, calça apertada, minissaia… ele adorava que ficassem te olhando toda… mas que ninguém te tocasse.
—Sim, lembro… e o tiro saiu pela culatra —disse Alice, com um sorriso maroto—. Porque vários dos amiguinhos dele acabaram me dando uma trepada daquelas… e ele nunca ficou sabendo.
—Você cobrava deles? —Perguntei.
Não, eu fazia de graça... era tipo uma vingança contra o Gastón. A Cristela tem razão, pra aquele cara eu era só um objeto que ele achava que era dono.
—Então acho bem que você tenha dado uma galhada nele com os amigos dele —disse Macarena—. E quero saber o que você confessou pra ele naquelas vezes que ficou puta com ele.
—Uai… deixa eu ver… —Alicia pareceu mais animada, percebeu que tanto as filhas dela quanto eu estávamos buscando uma espécie de vingança contra o Gastón, e que ela ter feito ele sofrer um pouco compensava, de certa forma, os transtornos que ele pôde nos causar ao sair de casa—. Contei pra ele que aqueles amantes que tive antes de conhecê-lo gozavam na minha boca… todos eles, e falei que foram dez no total. Podia ter dito que eram mais, mas achei que se o número chegasse muito perto da realidade, ele ia ter um infarto na hora. Pensa que, pra ele, eu era a mulher mais santa do bairro, uma menina de “família boa”. Saber que eu tive tantos amantes corroía ele por dentro. Ele não conseguia aceitar que meu corpo tivesse sido “usado” por outros caras. Além disso, eu não engolia a porra deles, dizia que já tinha aprendido a me comportar como uma dama e que nunca mais faria algo tão degradante quanto deixar um homem depositar o sêmen dele dentro da minha boca.
>Isso me deixava muito mal. Ficava me perguntando como eu tinha sido capaz de fazer uma coisa dessas… e com tantos caras. Como não me fiz respeitar. E eu disse a ela que naquela época eu não tinha consciência de que estava fazendo algo errado, que achava normal engolir o esperma dos meus amantes depois de dar uma boa chupada de pau. Cheguei até a dizer que curtia ainda mais quando a descarga era generosa, porque achava que se saísse muito gozo, então eu tinha feito bem o meu trabalho. E olha, isso eu pensava de verdade. Pra mim, o maior elogio que um homem podia me fazer era encher minha cara de porra.
Parece que a história esquentou muito a Pilar, porque ela baixou a cabeça e engoliu uma boa parte da minha pica de uma só vez. Eu nem tinha percebido que tava duro. A chupada foi tão intensa que senti uma descarga de adrenalina na boca do estômago. Apertei mais a cabeça dela contra minha pica, forçando ela a engolir mais.
Alicia sorriu ao ver essa reação da filha, e isso pareceu dar mais coragem pra ela continuar contando como torturava o ex-marido.
—Uma das grandes dúvidas do Gastón era se eu já tinha praticado sexo anal. Isso o deixava obcecado, ele me perguntava toda vez que podia e eu sempre respondia com evasivas. Como você pode imaginar, eu tinha proibido ele de meter no meu cu. Apesar de eu discutir muito com ele, e de poder ter contado só pra irritá-lo, guardei isso pra uma ocasião especial. Foi durante um dos meus aniversários. A gente tinha reserva pra jantar num restaurante bom, esperei ele a tarde inteira e o desgraçado chegou de madrugada, meio bêbado, e nem lembrou que era meu aniversário.
>No dia seguinte, comentei, meio que sem querer, que um dos meus ex-amantes era obcecado pela minha bunda e que uma vez ele me disse: “Vou te dar um presente bem gostoso pro seu aniversário”. E enfiou no meu cu. Gastón ficou pálido quando ouviu isso. Me perguntou como é que aquilo podia ser um presente pra mim, parecia mais um presente pro cara. Falei que considerei um bom presente porque a experiência foi muito boa.
Vi a Gisela fazer um sinal com a mão pra Brenda, foi simples, só apontou pra própria buceta. Brenda entendeu na hora e se ajoelhou na frente da minha irmã mais velha, que tava sentada com os dois pés no sofá, bem aberta. A amiga dela começou a chupar a buceta dela na mesma hora. Macarena percebeu que aquela era uma oportunidade que ela também podia aproveitar, então sentou em cima da Gisela, com as pernas igualmente abertas, assim a Brenda tinha que se virar pra chupar primeiro uma e depois a outra.
A Tefi não quis ficar de fora da diversão, então mandou pra Cristela:
—Tia… não quer se divertir um pouco com a sua sobrinha favorita? —Se dependesse dela, seria a favorita em tudo: prima, sobrinha, filha, irmã… o que fosse.
— Sério? Posso mesmo? — A pergunta foi direcionada pra irmã dela, como se a Alicia tivesse que dar a permissão.
—Agora mesmo não posso impedir — disse minha mãe.
—Mas isso não conta pro concurso de chupadas de buceta —disse Gisela.
—É verdade —interveio Macarena—. O concurso ainda não começou oficialmente.
—Agora o concurso é o que menos me importa —disse Pilar—, só quero ouvir o que a mamãe tem pra dizer… e ela merece fazer isso nas condições certas. Por sorte a Gisela trouxe um lubrificante…
—Achei que a gente podia precisar disso pra alguma coisa.
—E é assim… —Pilar pegou o pote de lubrificante e cobriu meu pau com aquele gel transparente—. Vem cá, mãe, você vai enfiar tudo isso no teu cu.
—Ah… poxa, a gente disse que ia parar com isso.
—Combinamos que primeiro teríamos uma boa despedida —lembrou Pilar—, e isso é parte dela. E todas nós sabemos que você tá morrendo de vontade de ter uma boa rola no cu.
—Bom, isso eu não vou negar… — disse Alicia, com um sorrisão.
—Então vira.
Pulei de pé assim que vi minha mãe se aproximando. Não sei quanto tempo essas aventuras sexuais vão durar, mas vou aproveitar cada uma que aparecer. Pelo que ela tá contando, eu também tô morrendo de vontade de enfiar nela.
Alicia se colocou na minha frente e eu segurei seus pulsos, ela se inclinou pra frente e a Pilar cuidou pra que meu pau encaixasse bem na bunda dela. Foi entrando devagar, a gente tirou uns minutos pra esse aquecimento maravilhoso. Enquanto isso, o resto das mulheres presentes estavam se dando carinho do melhor jeito possível. Vi a Macarena inclinando a cabeça pra trás pra beijar a Gisela. Pareciam amantes e fiquei me perguntando quantas vezes elas devem ter transado desde que a quarentena começou. Algo me diz que a Macarena passou mais tempo na cama com a Gisela do que com qualquer outra pessoa da casa… até mais do que com a tia Cristela.
—Se você vai meter em mim, Nahuel… me dá com força. Hoje tô com vontade de sentir, só de lembrar como me comiam pelo cu nos meus bons tempos já me deixa com muito tesão.
Comecei a empurrar com força e Pilar, ao ver que a pica já estava entrando, se jogou pra chupar a pussy.
—Uai… assim… assim… isso sim que tá muito bom.
—Mamãe —disse Tefi—. Você contou pro Gastão sobre suas experiências lésbicas?
—Sim, e talvez tenha sido um erro fazer isso. Contei pra ele um dia em que ele fez um comentário meio homofóbico sobre uma mulher do bairro que, segundo ele, parecia “sapatão”. Quase sem pensar, falei: “E daí? Não tem nada de mais. Eu já transei com uma mulher e não é esse bicho de sete cabeças”. Só pra deixar claro, naquela época eu ainda não sentia tanta repulsa por sexo… isso veio um pouco depois.
—Ela ficou incomodada em saber que você experimentou usar a palavra: buceta? — Perguntou Macarena.
—Sim, pra caralho. Como sempre, fez um escândalo. Me chamou de puta várias vezes e até me chamou de sapatão. Eu jurei pra ele que foi só uma experiência que curti viver, mas que não tava atrás de prazer com outra mulher. E digo que não foi boa ideia confessar, porque com o passar dos meses o babaca começou a encher o saco com a ideia de fazer um menage com outra mulher. Ele achava que, se eu tinha transado com uma, então estaria disposta a realizar essa fantasia dele.
—Ai, não… me diz que você não fez isso — disse Gisela.
—Calma, nunca dei esse gosto pra ele. Ai… assim… vai devagar, já tá entrando direitinho.
Movi meu quadril ritmicamente. Meu pau já se movia com facilidade entrando e saindo. A Pilar tava me dando umas boas lambidas nas bolas que me ajudavam pra caralho a manter o membro bem duro.
—E qual foi a pior coisa que você chegou a confessar pra ele? — Perguntou a Tefi.
—Sem dúvida… ah… ah… mmm… que gostoso… —junto com a Pilar, a gente tava fazendo um esforço danado pra dar prazer pra ele, e isso já tava aparecendo no jeito dele falar e respirar—. Sem dúvida, o pior foi quando contei que já tinha experimentado dupla penetração. Enquanto ele rodava pra todo lado, que nem um tigre enjaulado, e arrancava os próprios cabelos, eu fui contando que primeiro chupei bem os dois caras ao mesmo tempo. Depois me levaram pra cama, montei em um e o outro aproveitou pra meter no meu cu. E o mais gostoso é que tudo que eu narrei aconteceu de verdade… mais de uma vez. Então os detalhes que eu dei foram bem precisos. Enfatizei muito o quanto foi sexualmente avassalador receber duas rolas ao mesmo tempo e levar sem pena. Gozei tanto que nem liguei de me chamarem de puta. Falei pro Gastão: “Naquela noite sim, fui bem puta”. Vocês não têm ideia de como ele ficou… se recusou a transar comigo por meses… e pra mim foi até melhor. Eu não tinha o menor interesse em dar pra aquele cara. O único motivo de a gente morar junto era porque eu precisava de alguém que servisse de “figura paterna” ou “marido exemplar” pros outros.
—Esse sempre foi seu problema, irmã —disse Cristela, que parou de chupar a buceta da Tefi por alguns segundos—. Você se importa mais com o que os outros falam do que com sua própria felicidade.
—Eu sei, e isso vai me atormentar pelo resto da vida. Sei que o Gastón contribuiu pra caralho pra eu acabar odiando sexo, porque além da minha mãe, ele também me fez sentir uma puta vagabunda. Uma pessoa que valia menos que as outras, só porque curtia muito dar. Por isso mesmo… ai… sim, continua… me come forte… ai… ui… por isso mesmo parei de ter aventuras sexuais, e só me guardei pra aqueles encontros que me rendiam grana. Como nossa situação financeira nunca foi muito estável, tive que fazer isso muitas vezes… escondido, claro. Com o tempo, mudei o alvo pra só mulheres, porque percebi que elas costumam ser mais discretas. A gente morre de vergonha de admitir que paga por sexo… ainda mais pra outra mulher. Fiquei muito boa em identificar lésbicas reprimidas e me aproximava delas.
—O Gastón já te pegou na cama com outra pessoa? —Perguntou Macarena—. Ia me dar um tesão danado saber que isso aconteceu.
—Sim… ele me pegou transando com o Aníbal, no quartinho dos fundos da oficina. O Aníbal tava me dando uma foda daquelas… uf, mais ou menos como a que o Nahuel tá me dando agora.
Essas palavras me incentivaram a meter mais forte.
—Ai, meu deus… —disse Tefi, e soltou uma risadinha—. Imagino que foi naquele dia que ele foi embora, pra nunca mais voltar.
—Não, não… porque mesmo com a situação impossível de disfarçar, consegui sair por cima… até dei um jeito de fazer tudo parecer culpa dele.
—Caralho… você é o fim da picada, mãe —disse Macarena, com um sorriso macabro—. O que você falou pra ele?
—Que tinha ficado devendo muita grana depois do último conserto que o Aníbal fez no carro dele… coisa que era verdade e eu sabia. Falei que quando passei pela porta da oficina, o Aníbal, puto da vida com a dívida, ameaçou chamar a polícia… e eu não tive outra escolha a não ser me oferecer como pagamento.
—Uai, que puta mentirosa —Tefi tava se divertindo pra caralho—. Bem que você gostava de ser "moeda de troca" pro Aníbal.
—Óbvio, eu ficava louca pela pica daquele cara. E vocês não têm ideia do tesão que me deu saber que o Gastão podia ver como estavam arrombando minha buceta. Mentalmente eu falei: “olha, corno… isso é algo que você nunca vai poder ter. Isso é por todas as vezes que você me humilhou”. O mais gostoso de tudo foi que o Aníbal não parou nem por um segundo e disse que esse era só o primeiro pagamento, que depois faria outro, porque a dívida era muito alta. O Gastão ficou tão envergonhado que não disse nada, ficou olhando a sequência inteira, até o final. Ele viu eu engolir toda a porra do Aníbal. E ainda naquela mesma noite, já em casa, eu me fiz de ofendida. Falei: “Arrombaram minha buceta por sua culpa, você devia pagar o que deve. Não sabe o quanto foi humilhante pra mim”. Ele ficou tão mal que até me pediu desculpas.
—Então o cara te viu botando chifre nele e ainda pediu desculpa? — Perguntou Macarena, outra que tava se divertindo pra caralho, e como não estaria, com as lambidas intensas que a Brenda tava dando nela.
—Sim, e não foi só isso, porque depois chegou…
—O segundo pagamento —comentou Tefi.
—Exato. E foi muito mais intenso que o primeiro. Esperamos o Gastón chegar do trabalho pra fazer, queria que ele visse tudo. Aníbal chegou com um dos funcionários dele e eu, depois de reclamar um pouco da "situação humilhante", comecei a chupar a pica dos dois. Dois pedaços de pica muito maiores que a do Gastón. Ele perguntou por que eu tinha que fazer com os dois, e Aníbal calou ele com uma resposta bem certeira: "Porque ele me ajudou a arrumar teu carro e também tem que cobrar". Isso talvez fosse verdade... ou não, tanto faz. O importante é que eu tinha a desculpa perfeita pra chupar a pica dos dois e o Gastón testemunhar tudo.
>Depois me despiraram, me apalparam, chuparam meus peitos, usaram a palavra: buceta… tudo. Encheram meus buracos com dedos… tudo na frente do sofrimento do Gastón, que não conseguia desviar o olhar. Fomos levados pro quarto e lá os caras começaram a falar que iam furar meus dois buracos ao mesmo tempo. Pra manter um pouco meu papel de atriz, protestei e falei que nem louca ia deixar eles fazerem aquilo… e que já tinha sido humilhante demais pra mim dar o cu pro Aníbal da última vez. Eles acrescentaram que se eu recusasse, a dívida toda continuaria de pé. Gastón não teve outra escolha senão me implorar pra fazer… mesmo que pra ele fosse um sofrimento enorme.
>Foi aí que eu falei: “Vou pedir pra vocês arrebentarem minha buceta bem gostoso, me encherem toda de porra e me fazerem gritar igual a maior puta vagabunda… pra você aprender a pagar suas dívidas sem ter que vender sua esposa”.
—Deus, como você pode ser cruel quando quer — comentou a Tefi.
—Eu odiava ele, me sentia sua prisioneira. Pra mim foi uma vitória enorme poder fazer isso com Aníbal e o amigo dele. E como vocês já devem imaginar, me destruíram na cama… meteram com tudo, furaram meu cu e eu gritei tanto quanto prometi, até pedi mais. Supliquei pra eles me darem forte e jurei que amava as pirocas grossas e cheias de veia deles, muito melhores que o pau medíocre do meu marido. Naquele dia eu perdi o controle e a trepada inteira durou até bem tarde da noite. Foi… foda. Gastão ficou olhando tudo enquanto se embebedava com uísque barato. Quando finalmente foram embora e me deixaram toda leitosa e suada, ele disse: “Nunca imaginei que você pudesse ser tão puta”. E eu completei: “Talvez eu seja mais puta do que você pensa. Talvez todos os boatos sobre mim sejam verdade”.
—Uai… se não foi embora depois disso, é um baita otário — garantiu a Macarena.
—Ficou fora por um tempo… mmmm vai, Nahuel, um pouquinho mais forte… ah… e você também, Pilar, não para… continua, tô adorando o que você tá fazendo. —Ela levou uns segundos pra gemer de prazer, depois continuou a história—. Infelizmente depois ele voltou. Mas já quase não transava mais comigo, me tratava como se eu fosse uma mulher impura. Uma mulher que já tinha sido "usada".
—E quando ele foi embora de vez? — quis saber Gisela.
—Quando confessei pra ele, num acesso de raiva, que ele não era pai de nenhum de vocês. Aí ele entendeu que não tinha mais nada que o ligasse a mim, e preferiu se afastar, derrotado. Foi difícil ter que dar conta de tudo sozinha; mas também foi um puta alívio tirar ele da minha vida pra sempre.
Quando ela terminou a história, consegui me concentrar mais em enfiar no cu dela. Agarrei firme nos ombros dela e meti com toda a força que pude. Ela pediu mais e agarrou a cabeça da Pilar, pra indicar que queria mais daquelas lambidas intensas na buceta.
—Me avisa quando você estiver perto de gozar —ela me disse.
Continuamos trepando sem parar por mais uns minutos até que comecei a sentir o orgasmo chegando… e era um forte. Dei duas batidinhas no ombro dele, como sinal.
Assim que eu tirei a pica, a Alicia se ajoelhou e abriu a boca. Comecei a jorrar gozo pra caralho e fiz aquela homenagem que ela tanto adora: enchi a cara dela de porra, e ainda meti uma boa quantidade direto na boca dela. A Pilar ficou esfregando os peitos dela e, quando eu tava terminando de gozar, as duas chuparam minha pica juntas, pegando os últimos restos de leite. E não pararam por aí: a Pilar passou a língua na cara da Alicia pra pegar uma recompensa extra. Elas encerraram a cena com um beijo na boca cheio de tesão.
Esse foi o sinal que marcou o fim desse… aquecimento? A Alicia sentou de novo no lugar dela, e a Pilar fez o mesmo. As outras entenderam que, por enquanto, deviam suspender as brincadeirinhas lésbicas. Todas sentaram de novo pra prestar atenção no resto da conversa. Eu fiz o mesmo, enquanto meu pau voltava devagar pro estado de descanso.
—E, falando nisso, mãe… você ainda não respondeu quem é nosso pai. —O semblante de Pilar ficou sério de novo—. Embora, com todas as putarias que você aprontou, não me surpreenderia se você nem soubesse.
—Sei muito bem quem é o pai de cada um de vocês —disse Alice. Seu sorriso tinha sumido, embora ainda mantivesse certa solenidade. — Eu sempre usei pílula anticoncepcional… exceto quando quis engravidar. Nenhuma das minhas gestações foi um erro. Todas foram devidamente planejadas, até o Nahuel, que foi o último.
—Quem é que planeja ter cinco filhos? —Perguntou Macarena—. Eu nem quero ter um.
—Bom, eu sempre gostei da ideia de ter muitos filhos — garantiu Alicia. — E acho que sempre quis ter um filho homem, por isso continuei tentando.
—Eu teria desistido depois de três mulheres seguidas — disse Tefi.
—Você devia agradecer que eu continuei tentando, senão você não teria nascido. E fico muito feliz de ter você como filha. Mesmo que eu tenha tido que tentar mais uma vez até conseguir o filho homem que eu tava procurando.
—Viu? —falei pra Tefi—. Você foi um experimento fracassado. Sempre soube disso.
Todas as minhas irmãs caíram na risada, até a própria Tefi, que completou: “Essa você vai me pagar, cara. Mais vale dormir com um olho aberto”. Como sempre, se não tenho um problema, eu invento um.
—Então, quem ou quantos te deixaram grávida? —Perguntou Gisela—. Você foi selecionando candidatos durante os anos?
—Não, não… todos são filhos do mesmo homem. E essa história que a Macarena falou, das diferenças físicas, é uma bobagem. Muitos irmãos são diferentes, porque puxam pro pai e pra mãe. Eu sou meio loira, e o cara que foi pai de vocês tinha cabelo preto e olhos cinzentos. Umas saíram pra ele… outras pra mim. Acho que o Nahuel é um meio-termo entre os dois. Embora ele pareça bastante com o avô Enrique, o pai da minha mãe. Enfim, que são todos irmãos de verdade, cem por cento.
—Uf… isso… é um alívio —disse Pilar—. Gosto de saber que pelo menos continuamos sendo tão irmãos como sempre.
—Sim, pra mim também —disse Gisela—. E quem foi o sortudo candidato de olhos cinzentos?
— E quem mais vai ser? — Disse Alicia, dando de ombros —. Aníbal. Se eu tivesse sido uma mulher sensata, teria casado com ele, mesmo que tivesse vinte anos a mais que eu. Esse homem sim sabe tratar uma mulher. Teria sido mais feliz. Aliás, ele nunca soube que vocês eram filhos dele, preferi manter isso sempre em segredo. Nunca contei pra ninguém. Pensei que levaria esse segredo pro túmulo, embora seja um baita alívio poder contar finalmente. Queria muito que vocês tivessem conhecido o Aníbal pessoalmente… mas ele faleceu há uns anos, de uma doença no coração.
—Ai… não acredito… não pode ser, não pode ser —disse Cristela com o rosto bem pálido, tapando a boca com uma mão—. Não pode ser…
—Mas Cristela, não entendo o que te surpreende tanto, se você já sabia. Foi você mesma quem me contou sobre a morte do Aníbal.
—Não é por isso…
—Então, qual é a parada?
Todas as caras se fixaram nela, ela parecia mortalmente assustada.
—É que… o pai da Ayelén também é Aníbal.
Preferia uma semana de choque elétrico nas bolas do que ouvir essa notícia.
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