Sejam bem-vindos ao meu primeiro post, onde vou reunir algumas pequenas histórias da minha vida sexual. Não esperem uma saga no melhor estilo Tolkien, porque a verdade é que dá pra considerar que tive poucas parceiras sexuais. Mas queria começar com aquela que nem em um milhão de vidas imaginei que aconteceria.
Dá pra dizer que tudo começou em Tilcara, numa viagem que fizemos com quem na época era minha namorada (com certeza também vou postar algumas histórias vividas com ela). Nessa viagem conhecemos a Daniela, uma loira de 39 anos na época, que também tinha comprado o pacote mais caro. Conversa vai, conversa vem... Acabou que éramos praticamente do mesmo bairro e ela era dona de uma padaria bem conhecida por essas bandas. Falamos muito sobre como a prefeitura estava ficando uma merda e que cada dia tem mais roubos aos comerciantes, coisa da qual a Daniela infelizmente não escapou.
Na última noite criamos um grupo no WhatsApp pra manter contato com ela e outras três pessoas que também fizeram a viagem com a gente.
Uns dois ou três meses depois, recebo uma mensagem da minha namorada na época, dizendo que a Daniela tinha perguntado se eu estava trabalhando e se eu me ofenderia se ela me oferecesse um emprego como atendente, já que na padaria só trabalhavam mulheres, exceto pelo Nico, um moleque de 17 anos que ia poucas horas de manhã em alguns dias da semana.
A verdade é que eu nem de longe me ofenderia – precisava mudar de trabalho urgentemente porque tava trabalhando como segurança numa cooperativa (conselho: nunca se metam a trabalhar numa cooperativa de segurança). As jornadas eram longas e o pagamento, assim como os folgas, eram poucos. Aceitei sem hesitar, fui direto pro local ainda vestido com o uniforme pra não deixar a oportunidade escapar. Acabou que eu trabalharia menos horas, mais perto de casa e com um salário melhor.
Durante a conversa, a Daniela me explicou como era o trabalho, que me queria principalmente pra ficar na a caixa e, como eu era a pessoa mais velha ali (25 anos na época), eu assumiria o papel de responsável até que Camila voltasse da Espanha. E é aqui que entra a outra protagonista da história. Camila era a responsável pela padaria, mas por ter cidadania croata, aproveitava o inverno na Argentina e migrava com o marido para trabalhar em balneários e hotéis, assim economizavam em euros e progrediam aqui.
Os meses passaram, eu fiquei amigo do Nico, que é irmão da Camila, até formar uma boa relação de amizade, nada demais. A gente se juntava pra jogar Play, falar sobre o campeonato em andamento, etc. Em uma dessas conversas, ele me comentou que a irmã voltaria no dia seguinte, que as férias na Espanha tinham acabado e o trabalho estava bem fraco no setor.
"Finalmente", pensei. Não queria reclamar do trabalho, mas levar a administração e as rédeas de um ramo do qual eu não sabia nada era mentalmente exaustivo, mesmo eu preferindo mil vezes ao meu trabalho anterior.
Na manhã do dia seguinte, Daniela me puxou de lado e me deu as novidades sobre meu trabalho. Ela me disse que não queria que eu parasse de trabalhar ali porque, desde que eu estava lá, não aconteceram grandes problemas com roubos, além de uma situação meio estranha que não deu em nada. Mas que as rédeas seriam da Camila, como era antes.
Eu, feliz da vida: menos trabalho, mesmo salário. (E maconha. Eles cultivam no quintal da Daniela, que fica atrás do local, mas só pra uso interno, haha.)
Os dias passaram e chegou uma manhã como qualquer outra, e eu vi uma loira linda, cintura de vespa, olhos verdes, uma bunda dura como pedra e uns peitos não grandes, mas bem empinados e mais apetitosos que qualquer doce da loja.
Ela se apresentou pra mim, comentou que o irmão tinha falado de mim, que esperava que a gente pudesse se dar bem no trabalho e mencionou de passagem que o marido dela trabalhava com ela ali antes. Isso último eu entendi como ela querendo marcar território: TENHO MARIDO. Por uma questão profissional: nunca joguei nenhuma indireta, comentário nem nada do tipo para nenhuma das minhas colegas, primeiro porque todas sabiam que eu tinha namorada (na época a Daniela e minha ex tinham ficado muito amigas apesar da diferença de idade) e segundo porque não queria ter nenhum problema no trabalho. Não se caga onde se come, quantos problemas a humanidade teria evitado só seguindo esse conselho. Além disso, sou meio fraco na abordagem. E essa gatinha estava totalmente fora da minha liga, ela era o Real Madrid e eu o Sacachispas. As imagens são só para ilustrar, de jeito nenhum eu posto fotos dela, mas a Greco é mais ou menos parecida. Só que a Camila não tem tantos peitos assim.
As semanas passaram e conheci o marido dela, um cara da minha idade mas com quase dois metros, se não mais, e as costas dele eram o dobro das minhas, todo sarado e com cara de que se eu me desrespeitasse com a Camila iam ter que me procurar aos pedaços. O que é estranho eu dizer, sou de um caráter meio fodido e pra arrumar briga eu sou mandado sem muita enrolação, mas também não sou burro. Entre tantos dias e conversas acabamos ficando amigos com a Camila e, em menor escala, com o Matías, o marido dela. Mesmo a Camila me deixando com tesão, preferia que as coisas ficassem como estavam, tava tudo bem, pra que foder tudo? Em algumas oportunidades ela me contou sobre a vida dela, que o Matías foi o primeiro namorado dela lá pelos 16 anos, ela traiu ele com um moleque do bairro, se separaram, se reencontraram lá pelos 22 e no outro ano já estavam casados. Mas eles tinham se casado só pra ele conseguir a cidadania europeia e poderem ir juntos trabalhar na Espanha. Segundo ela, ela nunca traiu ele, mesmo tendo tido oportunidade lá na Espanha com gente muito endinheirada que queria pegar ela a qualquer custo. Mais pra frente no tempo, passaram uns dois anos e eu já tinha saído da padaria, tudo em bons termos com a Daniela. Pra resumir um pouco, me separei e meu pai faleceu tudo na mesma semana (a pior semana da minha vida) eu estava totalmente destruído emocionalmente e como se fosse um milagre consegui um trampo, de novo como segurança, 8h diárias de segunda a sexta e um pagamento excelente. Quem é da área já sabe que um horário de 8h de segunda a sexta como segurança é muito, mas muito difícil de encontrar. Tinha deixado tudo pra trás, minha ex, a Daniela, o Nico e a Camila... embora não tão pra trás assim porque continuávamos no mesmo bairro e a gente se seguia no Instagram. Comecei primeiro botando minha vida em ordem, comprei uma motinha pra me locomover, adotei uma vadia pra ter companhia e me manter ocupado fora do trabalho e deixei as mulheres de lado por um tempo, realmente saí machucado do meu último relacionamento. Um sábado de manhã entro no Instagram pra zuar enquanto tomava uns mates com pizza de sexta à noite, prazeres dos deuses se é que existem, e vejo um circulinho verde no stories da Camila. A primeira coisa que pensei ao ver aquilo foi: tá se drogando e quer fazer post. Entrei curioso pra ver a vida que sentia falta, porque no meu novo trabalho de vez em quando fazem exame de drogas e eu já não podia fumar maconha. E levei o susto da minha vida, não esperava ver uma raba daquelas pelada na frente do espelho. Aquelas nádegas que mais de uma vez imaginei, estavam diante dos meus olhos, atrás de uma tela, mas diante dos meus olhos no final das contas.
Passaram duas opções pela minha cabeça e em nenhuma eu saía ganhando. A primeira, a mais provável, ela se confundiu e me botou nos melhores amigos sem querer e a segunda que o marido postou o story pra ver quem mandava mensagem ou coração. Eu, por via das dúvidas, fiz de sonso igual cachorro que derruba a panela e não fiz nada, deixei pra lá. Mas ao mesmo tempo entrei pra ver os destaques dela pra ver se conseguia ver mais fotos dos melhores amigos e felizmente era isso mesmo. Não eram mais de 10 fotos destacadas pra MA, mas todas valiam a pena. Cobrindo os peitos com o braço ou mostrando aquela bunda maravilhosa de calcinha fio-dental, uma de biquíni numa praia de sei lá onde. Fui vendo uma por uma, com muito cuidado pra não escapar um like nem apertar nenhum emoji que me entregasse.
Passaram os dias e volto a ver outro circulinho verde, entro curioso como da primeira vez e lá estava ela, foto de leggings depois da academia com uma seção pra respostas e a pergunta "o que faz hoje?" Apesar de não querer totalmente, a sorte estava lançada, ela viu que eu vi os stories dela e o marido não ia ficar de tóxico uma semana inteira, então respondi bem sutil "hoje não, mas na sexta a gente se encontra pra tomar alguma coisa". Deixei assim, não teve resposta e eu tinha que trampar. Deixei o celular na mochila e fui fazer minhas coisas. Tipo 17:30, já fora do trabalho e esperando para comprar num quiosque, pego o celular e vejo a mensagem "Onde a gente se encontra?". Continuei me fazendo de desentendido e respondi na hora: -te diria que em casa, mas a vagabunda tá aqui e ela é muito chata com gente que não conhece. Fala pro Nico e pra Taty (uma mina da padaria) e a gente se junta pra comer alguma coisa. Se você banca a casa e se o Matias fizer a boa com o churrasco, eu pago a carne. A resposta veio em poucos minutos e a conversa foi mais ou menos assim:
Camila - Nico tá trancado o fim de semana todo, tem que estudar pra facul e a Tatiana parece que tá de coleira, agora que tá namorando. Mas vem você e a gente come alguma coisa nós três.
Eu - que merda isso da Tati, mas fazer o quê, não se mete em problema dos outros.
Camila - e não. Você tá pegando alguém, voltou a falar com xxxxx?
Eu - não, nem fodendo. Só por sorte ou por desgraça. Tô muito focado em mim e nas minhas coisas pra melhorar.
Camila - fico feliz, você é um cara legal e merece que tudo dê certo na sua vida. Bom, então combinamos pra sexta em casa.
Eu - haha valeu, digo o mesmo pra vocês. Beleza, sexta eu apareço lá pelas 8.
A conversa terminou aí, sem mais. Até então tudo que eu sabia era que a gente ia se encontrar pra comer um churrasquinho, tomar alguma coisa e dar umas risadas. Chega sexta-feira, finalmente... além de que essa noite eu tinha uns planos maneiras, mesmo que não tivesse, adoro descansar meus dois dias seguidos. Principalmente porque às sextas eu entro e saio mais cedo (também às quartas e segundas, um dado aleatório que tô dando)
Assim que saio leio uma mensagem da Cami, perguntando se eu ia hoje. Respondi na hora que sim, que ia passar em casa pra tirar uma soneca, tomar um banho e lá pelas 20 eu tava por lá.
Na hora ela me responde, se eu podia passar lá pelas 4 pra dar uma mão com uma bancada que eles compraram, que o Matias não voltava até as 21 e que ela não queria que tudo ficasse uma bagunça quando ele chegasse.
Claro, não ia negar dar uma força pra uma amiga, e a gente podia ter uma conversa mais nossa sem o marido presente. Cheguei em casa, tomei um banho rápido e me troquei pra ir direto pra casa da Camila. Quando cheguei, ela saiu de uma legging rosa choque bem colada no corpo, que dava a sensação de que ela tinha mais bunda do que realmente tinha, como se ela precisasse, a gostosa. Em cima, usava um top esportivo preto... a imagem me deixou louco, meu pau ia ficar duro, ela ia perceber e eu ia passar vergonha. Assim que ela abriu a porta, nos cumprimentamos com um beijo no rosto e ela me fez entrar. Ela estava tomando uns mates, então nos sentamos no pátio dela pra terminar o termo antes de mexer na bancada. Conversamos sobre coisas sem importância: o novo namorado da Daniela, a faculdade do Nico, meu novo trabalho, os planos dela pra próxima viagem pra Espanha, etc. Quando terminamos, fomos direto mover a bancada pra levar até um cômodo onde ela ficaria até os pedreiros irem instalar. Enquanto eu tentava ajustar a posição pra ficar mais fácil carregarmos (ela estava encostada na parede), ela disse:
Camila — Deixa eu abrir espaço no quartinho. No outro dia que choveu, a gente montou o varalzinho com um aquecedor lá pra roupa secar e eu nunca guardei as roupas...
Eu — É muito? Senão, foda-se, a gente dá uma mão nisso primeiro pra depois não ter muito trabalho pra colocar isso aí.
Camila — Não, o varal é pequeno. Eu não juntei por preguiça. São umas camisetas do Mati e umas calcinhas minhas... você já conhece algumas, haha.
Com essa última frase, eu fiquei gelado, mas não ia ficar calado. Afinal, a gente estava zoando... né?
Eu — E umas eu vi, haha, mas todas as fotos eram logo depois da academia. Vai ser a primeira vez que vou ver elas limpas, hahaha.
Camila — Viu que você é um cuzão? Nem uma curtida, nada.
Eu — Pô, Camí, tudo bem, você é linda e tal... mas eu não quero arrumar confusão com o Matías. Se eu mandasse alguma coisa, podia dar merda.
Camila — Não acontece nada, além do mais, o Matías nem pega no meu celular.
Eu — Não acontece nada? E o que aconteceria se eu te desse uma curtida, te mandasse uma chama ou te... respondia um story? Camila - sei lá, você nunca me mandou nada pra eu saber. Eu - ah, olha só kkk, bom, da próxima vez eu respondo. Tenta que seja com um fio-dental que não tenha aparecido antes kkk Camila - capaz que hoje eu posto um com esse que é novo. Em seguida, ela puxa a legging até onde começava aquela bunda divina. Não podia acreditar, mesmo já sabendo que a Camí tava pedindo guerra, não pensei que ela ia jogar a primeira granada ali mesmo. Aquele bumbum lindo que primeiro eu só sonhava, depois me foi concedido por imagens, agora estava na minha frente, pedindo pra ser apalpado, lambido, comido. Não aguentei a vontade e mesmo que pudesse segurar, não ia fazer isso. Fui direto pra aquela carne sem pensar nas consequências, sem pensar em nada, e a dona me sorriu com uma mistura de malícia e luxúria. Tinha algumas horas pra realizar um sonho que achei que nunca ia acontecer e, sem nem imaginar, ia se tornar realidade. Bom, desculpa fazer tão longo e com tantos detalhes, mas quero deixar bem clara toda a história. Entre hoje e amanhã vou postar a segunda parte, que é a que calculo que interesse mais. Muito obrigado por ter tirado um tempo pra ler.
Dá pra dizer que tudo começou em Tilcara, numa viagem que fizemos com quem na época era minha namorada (com certeza também vou postar algumas histórias vividas com ela). Nessa viagem conhecemos a Daniela, uma loira de 39 anos na época, que também tinha comprado o pacote mais caro. Conversa vai, conversa vem... Acabou que éramos praticamente do mesmo bairro e ela era dona de uma padaria bem conhecida por essas bandas. Falamos muito sobre como a prefeitura estava ficando uma merda e que cada dia tem mais roubos aos comerciantes, coisa da qual a Daniela infelizmente não escapou.
Na última noite criamos um grupo no WhatsApp pra manter contato com ela e outras três pessoas que também fizeram a viagem com a gente.
Uns dois ou três meses depois, recebo uma mensagem da minha namorada na época, dizendo que a Daniela tinha perguntado se eu estava trabalhando e se eu me ofenderia se ela me oferecesse um emprego como atendente, já que na padaria só trabalhavam mulheres, exceto pelo Nico, um moleque de 17 anos que ia poucas horas de manhã em alguns dias da semana.
A verdade é que eu nem de longe me ofenderia – precisava mudar de trabalho urgentemente porque tava trabalhando como segurança numa cooperativa (conselho: nunca se metam a trabalhar numa cooperativa de segurança). As jornadas eram longas e o pagamento, assim como os folgas, eram poucos. Aceitei sem hesitar, fui direto pro local ainda vestido com o uniforme pra não deixar a oportunidade escapar. Acabou que eu trabalharia menos horas, mais perto de casa e com um salário melhor.
Durante a conversa, a Daniela me explicou como era o trabalho, que me queria principalmente pra ficar na a caixa e, como eu era a pessoa mais velha ali (25 anos na época), eu assumiria o papel de responsável até que Camila voltasse da Espanha. E é aqui que entra a outra protagonista da história. Camila era a responsável pela padaria, mas por ter cidadania croata, aproveitava o inverno na Argentina e migrava com o marido para trabalhar em balneários e hotéis, assim economizavam em euros e progrediam aqui.
Os meses passaram, eu fiquei amigo do Nico, que é irmão da Camila, até formar uma boa relação de amizade, nada demais. A gente se juntava pra jogar Play, falar sobre o campeonato em andamento, etc. Em uma dessas conversas, ele me comentou que a irmã voltaria no dia seguinte, que as férias na Espanha tinham acabado e o trabalho estava bem fraco no setor.
"Finalmente", pensei. Não queria reclamar do trabalho, mas levar a administração e as rédeas de um ramo do qual eu não sabia nada era mentalmente exaustivo, mesmo eu preferindo mil vezes ao meu trabalho anterior.
Na manhã do dia seguinte, Daniela me puxou de lado e me deu as novidades sobre meu trabalho. Ela me disse que não queria que eu parasse de trabalhar ali porque, desde que eu estava lá, não aconteceram grandes problemas com roubos, além de uma situação meio estranha que não deu em nada. Mas que as rédeas seriam da Camila, como era antes.
Eu, feliz da vida: menos trabalho, mesmo salário. (E maconha. Eles cultivam no quintal da Daniela, que fica atrás do local, mas só pra uso interno, haha.)
Os dias passaram e chegou uma manhã como qualquer outra, e eu vi uma loira linda, cintura de vespa, olhos verdes, uma bunda dura como pedra e uns peitos não grandes, mas bem empinados e mais apetitosos que qualquer doce da loja.
Ela se apresentou pra mim, comentou que o irmão tinha falado de mim, que esperava que a gente pudesse se dar bem no trabalho e mencionou de passagem que o marido dela trabalhava com ela ali antes. Isso último eu entendi como ela querendo marcar território: TENHO MARIDO. Por uma questão profissional: nunca joguei nenhuma indireta, comentário nem nada do tipo para nenhuma das minhas colegas, primeiro porque todas sabiam que eu tinha namorada (na época a Daniela e minha ex tinham ficado muito amigas apesar da diferença de idade) e segundo porque não queria ter nenhum problema no trabalho. Não se caga onde se come, quantos problemas a humanidade teria evitado só seguindo esse conselho. Além disso, sou meio fraco na abordagem. E essa gatinha estava totalmente fora da minha liga, ela era o Real Madrid e eu o Sacachispas. As imagens são só para ilustrar, de jeito nenhum eu posto fotos dela, mas a Greco é mais ou menos parecida. Só que a Camila não tem tantos peitos assim.

As semanas passaram e conheci o marido dela, um cara da minha idade mas com quase dois metros, se não mais, e as costas dele eram o dobro das minhas, todo sarado e com cara de que se eu me desrespeitasse com a Camila iam ter que me procurar aos pedaços. O que é estranho eu dizer, sou de um caráter meio fodido e pra arrumar briga eu sou mandado sem muita enrolação, mas também não sou burro. Entre tantos dias e conversas acabamos ficando amigos com a Camila e, em menor escala, com o Matías, o marido dela. Mesmo a Camila me deixando com tesão, preferia que as coisas ficassem como estavam, tava tudo bem, pra que foder tudo? Em algumas oportunidades ela me contou sobre a vida dela, que o Matías foi o primeiro namorado dela lá pelos 16 anos, ela traiu ele com um moleque do bairro, se separaram, se reencontraram lá pelos 22 e no outro ano já estavam casados. Mas eles tinham se casado só pra ele conseguir a cidadania europeia e poderem ir juntos trabalhar na Espanha. Segundo ela, ela nunca traiu ele, mesmo tendo tido oportunidade lá na Espanha com gente muito endinheirada que queria pegar ela a qualquer custo. Mais pra frente no tempo, passaram uns dois anos e eu já tinha saído da padaria, tudo em bons termos com a Daniela. Pra resumir um pouco, me separei e meu pai faleceu tudo na mesma semana (a pior semana da minha vida) eu estava totalmente destruído emocionalmente e como se fosse um milagre consegui um trampo, de novo como segurança, 8h diárias de segunda a sexta e um pagamento excelente. Quem é da área já sabe que um horário de 8h de segunda a sexta como segurança é muito, mas muito difícil de encontrar. Tinha deixado tudo pra trás, minha ex, a Daniela, o Nico e a Camila... embora não tão pra trás assim porque continuávamos no mesmo bairro e a gente se seguia no Instagram. Comecei primeiro botando minha vida em ordem, comprei uma motinha pra me locomover, adotei uma vadia pra ter companhia e me manter ocupado fora do trabalho e deixei as mulheres de lado por um tempo, realmente saí machucado do meu último relacionamento. Um sábado de manhã entro no Instagram pra zuar enquanto tomava uns mates com pizza de sexta à noite, prazeres dos deuses se é que existem, e vejo um circulinho verde no stories da Camila. A primeira coisa que pensei ao ver aquilo foi: tá se drogando e quer fazer post. Entrei curioso pra ver a vida que sentia falta, porque no meu novo trabalho de vez em quando fazem exame de drogas e eu já não podia fumar maconha. E levei o susto da minha vida, não esperava ver uma raba daquelas pelada na frente do espelho. Aquelas nádegas que mais de uma vez imaginei, estavam diante dos meus olhos, atrás de uma tela, mas diante dos meus olhos no final das contas. Passaram duas opções pela minha cabeça e em nenhuma eu saía ganhando. A primeira, a mais provável, ela se confundiu e me botou nos melhores amigos sem querer e a segunda que o marido postou o story pra ver quem mandava mensagem ou coração. Eu, por via das dúvidas, fiz de sonso igual cachorro que derruba a panela e não fiz nada, deixei pra lá. Mas ao mesmo tempo entrei pra ver os destaques dela pra ver se conseguia ver mais fotos dos melhores amigos e felizmente era isso mesmo. Não eram mais de 10 fotos destacadas pra MA, mas todas valiam a pena. Cobrindo os peitos com o braço ou mostrando aquela bunda maravilhosa de calcinha fio-dental, uma de biquíni numa praia de sei lá onde. Fui vendo uma por uma, com muito cuidado pra não escapar um like nem apertar nenhum emoji que me entregasse.
Passaram os dias e volto a ver outro circulinho verde, entro curioso como da primeira vez e lá estava ela, foto de leggings depois da academia com uma seção pra respostas e a pergunta "o que faz hoje?" Apesar de não querer totalmente, a sorte estava lançada, ela viu que eu vi os stories dela e o marido não ia ficar de tóxico uma semana inteira, então respondi bem sutil "hoje não, mas na sexta a gente se encontra pra tomar alguma coisa". Deixei assim, não teve resposta e eu tinha que trampar. Deixei o celular na mochila e fui fazer minhas coisas. Tipo 17:30, já fora do trabalho e esperando para comprar num quiosque, pego o celular e vejo a mensagem "Onde a gente se encontra?". Continuei me fazendo de desentendido e respondi na hora: -te diria que em casa, mas a vagabunda tá aqui e ela é muito chata com gente que não conhece. Fala pro Nico e pra Taty (uma mina da padaria) e a gente se junta pra comer alguma coisa. Se você banca a casa e se o Matias fizer a boa com o churrasco, eu pago a carne. A resposta veio em poucos minutos e a conversa foi mais ou menos assim:
Camila - Nico tá trancado o fim de semana todo, tem que estudar pra facul e a Tatiana parece que tá de coleira, agora que tá namorando. Mas vem você e a gente come alguma coisa nós três.
Eu - que merda isso da Tati, mas fazer o quê, não se mete em problema dos outros.
Camila - e não. Você tá pegando alguém, voltou a falar com xxxxx?
Eu - não, nem fodendo. Só por sorte ou por desgraça. Tô muito focado em mim e nas minhas coisas pra melhorar.
Camila - fico feliz, você é um cara legal e merece que tudo dê certo na sua vida. Bom, então combinamos pra sexta em casa.
Eu - haha valeu, digo o mesmo pra vocês. Beleza, sexta eu apareço lá pelas 8.
A conversa terminou aí, sem mais. Até então tudo que eu sabia era que a gente ia se encontrar pra comer um churrasquinho, tomar alguma coisa e dar umas risadas. Chega sexta-feira, finalmente... além de que essa noite eu tinha uns planos maneiras, mesmo que não tivesse, adoro descansar meus dois dias seguidos. Principalmente porque às sextas eu entro e saio mais cedo (também às quartas e segundas, um dado aleatório que tô dando)
Assim que saio leio uma mensagem da Cami, perguntando se eu ia hoje. Respondi na hora que sim, que ia passar em casa pra tirar uma soneca, tomar um banho e lá pelas 20 eu tava por lá.
Na hora ela me responde, se eu podia passar lá pelas 4 pra dar uma mão com uma bancada que eles compraram, que o Matias não voltava até as 21 e que ela não queria que tudo ficasse uma bagunça quando ele chegasse.
Claro, não ia negar dar uma força pra uma amiga, e a gente podia ter uma conversa mais nossa sem o marido presente. Cheguei em casa, tomei um banho rápido e me troquei pra ir direto pra casa da Camila. Quando cheguei, ela saiu de uma legging rosa choque bem colada no corpo, que dava a sensação de que ela tinha mais bunda do que realmente tinha, como se ela precisasse, a gostosa. Em cima, usava um top esportivo preto... a imagem me deixou louco, meu pau ia ficar duro, ela ia perceber e eu ia passar vergonha. Assim que ela abriu a porta, nos cumprimentamos com um beijo no rosto e ela me fez entrar. Ela estava tomando uns mates, então nos sentamos no pátio dela pra terminar o termo antes de mexer na bancada. Conversamos sobre coisas sem importância: o novo namorado da Daniela, a faculdade do Nico, meu novo trabalho, os planos dela pra próxima viagem pra Espanha, etc. Quando terminamos, fomos direto mover a bancada pra levar até um cômodo onde ela ficaria até os pedreiros irem instalar. Enquanto eu tentava ajustar a posição pra ficar mais fácil carregarmos (ela estava encostada na parede), ela disse:
Camila — Deixa eu abrir espaço no quartinho. No outro dia que choveu, a gente montou o varalzinho com um aquecedor lá pra roupa secar e eu nunca guardei as roupas...
Eu — É muito? Senão, foda-se, a gente dá uma mão nisso primeiro pra depois não ter muito trabalho pra colocar isso aí.
Camila — Não, o varal é pequeno. Eu não juntei por preguiça. São umas camisetas do Mati e umas calcinhas minhas... você já conhece algumas, haha.
Com essa última frase, eu fiquei gelado, mas não ia ficar calado. Afinal, a gente estava zoando... né?
Eu — E umas eu vi, haha, mas todas as fotos eram logo depois da academia. Vai ser a primeira vez que vou ver elas limpas, hahaha.
Camila — Viu que você é um cuzão? Nem uma curtida, nada.
Eu — Pô, Camí, tudo bem, você é linda e tal... mas eu não quero arrumar confusão com o Matías. Se eu mandasse alguma coisa, podia dar merda.
Camila — Não acontece nada, além do mais, o Matías nem pega no meu celular.
Eu — Não acontece nada? E o que aconteceria se eu te desse uma curtida, te mandasse uma chama ou te... respondia um story? Camila - sei lá, você nunca me mandou nada pra eu saber. Eu - ah, olha só kkk, bom, da próxima vez eu respondo. Tenta que seja com um fio-dental que não tenha aparecido antes kkk Camila - capaz que hoje eu posto um com esse que é novo. Em seguida, ela puxa a legging até onde começava aquela bunda divina. Não podia acreditar, mesmo já sabendo que a Camí tava pedindo guerra, não pensei que ela ia jogar a primeira granada ali mesmo. Aquele bumbum lindo que primeiro eu só sonhava, depois me foi concedido por imagens, agora estava na minha frente, pedindo pra ser apalpado, lambido, comido. Não aguentei a vontade e mesmo que pudesse segurar, não ia fazer isso. Fui direto pra aquela carne sem pensar nas consequências, sem pensar em nada, e a dona me sorriu com uma mistura de malícia e luxúria. Tinha algumas horas pra realizar um sonho que achei que nunca ia acontecer e, sem nem imaginar, ia se tornar realidade. Bom, desculpa fazer tão longo e com tantos detalhes, mas quero deixar bem clara toda a história. Entre hoje e amanhã vou postar a segunda parte, que é a que calculo que interesse mais. Muito obrigado por ter tirado um tempo pra ler.
3 comentários - Camila adora ser infiel (parte 1)