una trans me rompio el culo otra vez

aqui vai a terceira parte dessa história safada, mas muito real


pra quem não leu, também deixo os links








 http://www.poringa.net/posts/relatos/5123111/Una-trans-me-rompio-el-culo.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/5125377/Una-trans-me-rompio-el-culo-las-consecuencias.html




Muito obrigado pelas suas putarias.
Ajudam pra caralho.
valeu pelos comentários de vocês
e espero que vocês curtam








Chegou o sábado, já fazia mais de uma semana que eu não transava com minha esposa. Com certeza ela desconfiava que alguma coisa tava rolando, porque normalmente a gente não passava dois dias sem transar. Isso tava deixando ela desconfiada, não da minha sexualidade, mas sim se tinha outra na minha vida, já que ela tava bem tóxica esses dias. Por outro lado, o papo com a Gi tava muito intenso, a ansiedade me consumia, eu não via a hora de encontrar com ela. Só de pensar nela eu já ficava todo arrepiado, perdia a cabeça. Finalmente chegou a noite, e junto com ela, meu amigo Luís. Ele nos convidou pra jantar, e fomos. Tudo parecia normal, e num momento do jantar fui ao banheiro pra dar um tempo pra eles ficarem a sós. Demorei um bocado, e quando voltei, notei que tinha uma química forte entre os dois. Bebemos demais e decidimos continuar em casa. Coloquei uma música bem suave e, depois de um longo tempo, o Luís me disse:


Luis, cê tem os papéis do seguro? Tá ficando tarde pra vocês e, como te falei outro dia, já sabe que preciso deles na segunda-feira bem cedo.


Pô, que mancada, deixei eles no escritório. Posso te entregar amanhã, beleza?


Luis, amanhã eu já vou embora, tenho que estar em Chascomus pra entregar eles na segunda de manhã cedo, por isso insisti tanto pra você ter eles prontos hoje.
Esposa, vai pegar eles agora e traz pra cá, não pode ser tão irresponsável. O que tá rolando com você ultimamente?


Nada disso tinha sido planejado, só fui na onda do Luís. Levantei na hora, dei tchau pra eles e vazei.


Me desculpa, juro que passou batido, tá uma puta bagunça no escritório. Vocês continuem curtindo a noite, vou tentar voltar antes de você ir embora.


Luis, eu espero por você, não tenho pressa, claro, se não for incomodar.


Esposa, sem problema, pode ficar pra dormir aqui por mim.


Saí de lá direto pra encontrar a Gi, fui na casa dela, ela tinha me falado pra ir lá, naquele sábado ela não ia sair. Cheguei e, quando entrei, ela tava me esperando feita uma deusa, uma camisola preta transparente que deixava ver as tetonas dela e a calcinha fio dental rosa. Me abraçou e recebeu meu presente, um par de xampus e um monte de cerveja. Mandou eu colocar na geladeira e me levou pro quarto dela. Eu já tava com o pau duro. A gente se deu um beijo de língua e ela falou com a voz de puta dominadora.


Ei, o que você tá fazendo ainda vestido? Vai logo, tô com muita vontade de te comer, sua putinha pervertida.


Mal terminei de falar e ela já tava pelada, me puxou pra cama e começou a chupar minha pica.


Gi, você gosta assim, gosta que eu faça isso em você, amorzinho? A gente se deu um beijo de língua e ela falou com a voz de puta dominadora.


Ei, o que você tá fazendo ainda vestido? Vai logo, tô com muita vontade de te comer, sua putinha pervertida.


Mal terminei de falar e ela já tava pelada, me puxou pra cama e começou a chupar minha pica.


Gostou assim, gostou que eu faça isso em você, meu amorzinho? Isso com certeza sua mulher não faz igual a mim, não é mesmo?


Você é a melhor, uma deusa, ahhh ahhh a melhoooor


Chupa minha porra, minhas bolas e o buraco do meu cu me fazendo explodir de prazer, até gozei com isso. Depois ele enfiou o pauzão na minha boca, nem precisei pedir nada, chupei ele como tinha aprendido. É tão grande que se eu engolisse tudo, me afogava, maior até que a do Luisito.


Ei, bebê, que gostosa que você tá, meu céu. Quer que eu meta em você, amorzinho?


Sim, por favor, eu te imploro, enfia tudo em mim, arrebenta minha buceta


Você pediu isso, bebê. Lembra, promíscua, agora você é minha.


Me deito na cama de bruços com minha bunda pequena levantada, abri minhas nádegas e, pra ser sincero, tava muito ansioso pra sentir aquela pica enorme entrando no meu cu, que não parava de pulsar implorando pra ser penetrado. Quando senti a cabeça da pica dela encostando no meu buraquinho, gritei quase aos berros pedindo pra ela me arrebentar inteiro, e foi o que ela fez: meteu de uma só vez, até o fundo. A dor foi intensa, mas extremamente prazerosa. Sem perceber, ela já tava me comendo igual um animal, do jeito dela, sem parar de me humilhar a cada estocada, o que me deixava ainda mais excitado. Eu ardia com cada desprezo dela, tava convencido de que era tudo o que ela dizia que eu era. Depois de um tempo, ela gozou enchendo meu cu de porra. Quando ela tirou a pica, senti o vazio na minha bunda, o ar entrando livre. Por um momento, imaginei o quanto devia estar aberto, e adorei que fosse assim. Ela mandou eu chupar de novo, e dessa vez até mijou na minha boca. Isso me irritou pra caralho, mas não podia deixar ela brava. Ela se levantou e disse:


Gi, agora me traz um shampoo.


Levei como pude, tentando manter a compostura, sentia a bunda bem dolorida e aquela sensação de ir andando enquanto escorria porra pelas minhas pernas. Trouxe dois copos e a garrafa, servi pra ela, que me fez ajoelhar e chupar a pica dela de novo, era óbvio que queria me manter excitado.


Vai, chupa ela gostosa, chupa, capricha bem se quiser ter ela de volta dentro de você, quer ela dentro de novo, não quer, neném? Então chupa direitinho, vai, deixa ela bem dura que se você fizer bonito eu arrebento sua buceta de novo.


De novo eu tava pegando fogo, meu cu não parava de pulsar e me dava um tesão danado ser tratado como uma putinha que se arrastava por uma pica. Ela me comeu de novo, pensei que ia ser mais suave, com um pouco de carinho, mas foi tudo ao contrário, quase com desprezo e nojo ela fazia, mas sentir os peitos dela batendo nas minhas costas enquanto me arrebentava o rabo valia a pena. Eu já tinha gozado três vezes enquanto era dominado por aquela pica, era diferente de gozar transando com minha esposa, nem parecido com quando eu batia uma. Minha porra saía sozinha, como explodindo quando ela me comia. Num momento pensei que iam ser jatos violentos de leite que eu ia soltar, mas depois percebi que só saíam umas gotinhas miseráveis e mesmo assim me faziam gozar daquele jeito. De novo meu cu se encheu de porra, limpei a pica dela de novo e ela me deu um copo de shampoo como prêmio por ter me comportado tão bem e obedecido ela.


Gi, beleza, agora troca de roupa e vai pra sua casa, tô cansada. Não esquece de deixar a grana pra mim, eu tenho que viver, pussy, isso você já sabe, não é mesmo?


Posso me limpar um pouco antes de ir?


Vem cá, sua putinha, vai no banheiro e lava essa bunda. Se sua mulher vir assim, vai descobrir que você tem o cu mais arrombado que o dela.

2 comentários - una trans me rompio el culo otra vez

Muy buen relato, me dejaste super caliente!!!! + 10
http://www.poringa.net/posts/relatos/5128519/Volviendo-a-casa-despues-de-gi.html