Verão Quente

E aí, galera! Vou deixar aqui o primeiro relato que escrevo. Adoro ler os contos aqui no P! e há tempos queria escrever um. É a minha primeira vez escrevendo, então espero que vocês curtam.

Era pleno verão de 2016, fazia um calor bem intenso, mas ao mesmo tempo gostoso. Eu tinha 21 anos e estava passando por um período de transição.
Em apenas um ano, tinha deixado de ser um cara magrelo, difícil de olhar, para virar um jovem bem bonito.
Os traços infantis estavam sumindo e os anos de academia estavam dando resultado. Ajudou também ter dado um último estirão, que me deixou com 1,80m.

Graças a essa espécie de metamorfose, comecei a chamar a atenção das mulheres. Naquela época, encontrei a autoestima e a confiança que nunca tinha tido. Essa confiança fez meu celular vibrar direto, porque eu sempre tinha uns 3 ou 4 chats ativos com mulheres que tinham me interessado.

A que mais me interessava naquele momento era uma mina de 19 anos, que, para manter o anonimato, vou chamar de Luz.

Luz tinha 19 anos, uma personalidade intensa e era muito gente boa. Fisicamente, era um caminhão, gostosa no melhor sentido, tinha umas pernas fortes, uma bunda enorme e espetacular, e uns peitos absurdos. De rosto também era muito bonita, tinha cara de santinha, mas pra sair se maquiava igual uma diva. O rosto maquiado combinava muito mais com a personalidade dela do que o rosto natural.

Talvez pela minha inexperiência, me apressei em convidar ela pra fazer alguma coisa, só nós dois, num fim de semana. Parece que fui direto demais, e ela, talvez pra não parecer "fácil", rebateu meu convite propondo um encontro em dobro.

O que acontece é que ela era muito amiga da namorada do meu melhor amigo. Comentei rapidinho a ideia com meu amigo, vamos chamá-lo de Adrián, e ele topou sem problema.

Adrián tinha a minha idade e era meu oposto total. Desde que o conheço, ele sempre foi popular com as mulheres. Vinha de uma família com grana, tinha um corpo muito bom, com tanquinho... Ele era marcado e cuidadoso com as roupas. Realmente manejava muito bem a imagem que projetava, e isso trazia excelentes resultados. O melhor exemplo desses resultados era a namorada dele, Lore, uma baixinha absolutamente linda. O rosto dela era angelical, realmente uma gostosa, e ainda tinha um corpinho, fruto de praticar hóquei a vida toda.

Chegou o sábado e, como combinamos, Adrián passou me buscar no carro pouco depois do jantar e fomos buscar a namorada dele.

Quando chegamos na casa da namorada, ele avisou dando duas buzinadas curtas. Poucos segundos depois, sai a namorada. A distância entre a porta de entrada da casa e o carro devia ser uns 6 metros, mas se você me perguntasse na hora, eu diria que eram 60, porque eu via ela se aproximando do carro em câmera lenta, igual em Baywatch.

Era uma noite quente, e ela tinha se vestido pro clima. Tinha um short de jeans claro bem curto, que deixava ver as pernas, que eram um espetáculo. Em cima, um top de biquíni com uma camiseta de verão bem pequena que não escondia nada dos peitos dela. Disfarcei como um campeão o quanto isso me deixou excitado.

Ela se dava muito bem comigo, já tínhamos conversado em algumas reuniões que o Adrián levava ela. Como tinha uma boa vibe, ela se aproxima da janela do passageiro pra me cumprimentar.

Foi muito forte ver aquela gostosa se aproximando de mim, com aqueles olhos de um marrom claro cativante e aquele sorriso largo com covinhas. E como se quisesse me matar de um infarto, me dá um beijo na bochecha que me fez ferver o sangue. Retribuo o cumprimento e rapidamente ofereço meu lugar, pra que ela vá junto com o Adrián. Desço e subo no banco de trás.

Fomos ouvindo música e tomando um fernet até a casa da Luz. Devemos ter demorado meia hora pra chegar, e avisamos da nossa chegada com a buzina e a música do carro.

Passaram uns minutos antes da Luz sair, e atrás dela vejo uma cabeça enfeitada de Rolos. Estraguei minha noite, pensei, com certeza ela trouxe uma amiga pra não rolar nada, vou voltar pra casa de pau duro, ha.

Quando se aproximaram do carro, reconheci a amiga, Nicole. Conhecia ela do bairro da minha mãe, moravam no mesmo quarteirão há anos, mas nunca tínhamos conversado nem eu sabia nada sobre ela. A única coisa que sabia era que ela era muito gostosa, super atlética, de corpo magro e bem definido. Não tinha uma bunda muito grande, mas era muito bonita, e eu já tinha visto ela inúmeras vezes, quase diria que tinha estudado. Incontáveis vezes a vi passar de bicicleta, usando umas leggings bem justas, porque ela fazia ciclismo e até competia.

Luz se encosta na janela do passageiro, que Lore tinha aberto, e cumprimenta a gente. Aí ela explica que tinham jantado com Nicole, e o plano era que, depois do jantar, um cara que ela tava saindo ia buscar a Nicole, mas ele cancelou em cima da hora.
-Quer que a gente leve ela até em casa? -Disse Adrián.
-Sim, mas ainda não.
-Por quê?
-É que Nicole combinou de deixar o apartamento livre pra colega de quarto, elas moram num quitinete e dividem o espaço -Explicou-. Até as 4 ela não pode voltar, pode vir com a gente?

Adrián me deu uma olhada disfarçada de cumplicidade pelo retrovisor, e disse pra elas que não tinha problema, que subissem.

Luz me cumprimentou efusivamente, não era normal nela, dava pra ver que ela também tava chateada que nossos planos tinham sido interrompidos assim. A boa vibe que ela passou me deu confiança e a gente começou a zoar e brincar desde o primeiro minuto.
Nicole também me cumprimentou, e ficou me olhando um pouco
-Eei, eu te conheço, te vejo sempre no bairro.
-Siiim, minha mãe mora em frente à ferragem, sempre te vejo passando.

Conversamos mais um pouco entre nós três, eu sentado no meio, cercado por elas, e em poucos minutos a vibe no banco de trás tava muito boa, tinha muitas risadas, e muita química.
Depois de uma hora, me concentrei na Luz, meu objetivo, que fazia Há alguns minutos eu já estava começando a me soltar. Quando alguma piada minha a fazia rir, ela apoiava a mão no meu braço rapidinho enquanto ria, ou me dava cotoveladas amigáveis. Quando percebi, a mão dela já estava apoiada no meu brazo. Eu, nem lento nem preguiçoso, respondi colocando minha mão no joelho dela, os dois fingindo distração, só trocamos um olhar cúmplice rápido.

De repente, Nicole reclamou que estava desconfortável, porque éramos 3 pessoas, já há um bom tempo apertados num carro meio pequeno. Adrián ajustou o banco dele um pouco mais pra frente, mas não foi suficiente.
— Posso me encostar um pouco no seu ombro? — ela me perguntou.
— Ehm... — hesitei.
— Sim, pode se encostar à vontade — Luz interrompeu, pra minha surpresa.

Nicole se encostou no meu ombro, mas não de um jeito carinhoso, mais como se estivesse apoiada num poste. Olhei pra Luz e ela sorriu e se encostou no meu outro ombro. Que situação maravilhosa, eu estava que nem cachorro com dois rabos.
— Nossa, como vocês estão aí atrás, hein — disse Lore.
As meninas riram, mas não se seguraram, e eu menos ainda.
— Assim a gente vem mais confortável — disse Luz, enquanto se encostava ainda mais em mim.
— Pra mim foi ótimo terem cancelado no final, isso é melhor — comentou Nicole.
— Eu não poderia estar melhor, olha só isso — falei, enquanto passava meu braço por cima das duas. — A gente se dá bem.
— É? Muito bem? — disse Lore, jogando lenha na fogueira.
— É, olha — disse Luz, e colocou a mão na minha bochecha.

Eu fui pra cima sem hesitar e a beijei. Foi um beijo bem tranquilo, nossos lábios se encaixaram suavemente por uns 3 segundos e nos afastamos. Lore comemorou o beijo rindo, muito feliz com o que tinha provocado.

Pra mim não tinha sido o suficiente, parei de sorrir e olhei nos olhos de Luz, depois pra boca dela, e de novo nos olhos. Nos envolvemos em outro beijo, dessa vez mais quente e mais sério. Não conseguíamos parar.

Parece que já tinha passado um... tempo considerável, porque as risadas se dissiparam, e já estavam todos prestando atenção na gente.
-Bueeeno, acho que vou ficar entediada agora que sou a única solteira haha- Disse Nicole.
Luz me soltou, e se ajoelhou no banco, esticando para alcançar a amiga, e agarrou a camisa dela.
-Cala a boca, boluda, vem cá- Ela disse, e puxou a camisa dela trazendo-a na minha direção.
Nossas bocas fechadas se encontraram, nos dando um beijo bem tímido. Adrián e Lore se olharam com caras de surpresa enorme.
-Naaah, que foi isso?? Se vão fazer, façam direito, poxa- Lore nos disse, atiçando o fogo.

Dava pra ver que Lore estava curtindo muito seu papel de espectadora, como se estivesse vendo um espetáculo no teatro, e que espetáculo a gente deu com Nicole.

Continuamos nos beijando um tempo, e a essa altura meu pau estava duro que nem pedra, e Luz percebeu. Não me surpreendi em sentir a mão dela na minha virilha, me acariciando por cima do jeans. Não foi nada disfarçado, já que até o Adrián viu. Talvez ela quis preservar a privacidade, ou evitar as áreas mais movimentadas, e propôs ir para um lugar mais tranquilo.
Ele parou num drugstore e desceu com a Luz para comprar mais coca Booty, pra continuar tomando lá onde a gente ia e não ter que voltar.

Eu fiquei com a Lore e a Nicole no carro, conversando e preparando mais fernet. Passei o copo com gelo pra Lore, que levava a bebida entre os pés. Enquanto ela preparava, eu comecei a beijar a Nicole de novo. Nicole só agora estava relaxando, dava pra ver que ela era muito mais tímida que as amigas.
Aproveitei que ela estava se soltando e agarrei um peito dela, ela suspirou e se grudou ainda mais em mim. Já dava pra notar a tesão dela, afinal, ela tinha planejado não voltar pra casa até as 4 da manhã.

De repente senti uma mão subindo pela minha coxa, mas não podia ser a Nicole, que tinha a mão na minha nuca.
Quase explodiu meu pau, a Lore, a namorada do meu amigo, estava me tocando o pau. Ela apertou algumas vezes, tentando estimar o tamanho e saciar a curiosidade. Ela soltou rápido, e segundos depois os outros chegaram com a bebida. Nicol não percebeu nada, e seguimos viagem.

Todos nos acalmamos um pouco, e fomos conversando pela estrada. Nos afastamos vários quilômetros até chegar a um parque velho que a prefeitura tinha abandonado há anos, onde a gente só ia pra foder ou usar drogas nos fins de semana. Naquele dia tivemos a sorte de encontrar o lugar vazio.

Estacionamos e continuamos no que estávamos. Foi algo instantâneo, a tensão já estava insuportável, e assim que Adriana desligou o motor ficamos no escuro. Ver as luzes desaparecerem foi como o tiro de largada de uma corrida. Assim que ficamos no escuro, Luz se jogou em cima de mim, e Lore em cima de Adrián. Enquanto beijava a Luz, ela começou a acariciar meu pau de novo, enquanto minhas mãos estavam ocupadas. Uma na bunda da Luz, uma na da Nicole.

Quando meus olhos se acostumaram com a escuridão, pude ver que nossa motorista e a namorada dela estavam com o tronco nu. Olhei rápido pra aquelas tetas e comecei a acelerar as coisas.

Viro pra onde estava a Nicol e tiro a camisa dela, revelando suas tetas, bem pequenas mas muito lindas, e começo a lamber seus mamilos. Ela se contorce e agarra minha nuca, me puxando mais pra seus peitos, gemendo que nem uma louca. Quando me viro pra fazer o mesmo com a Luz, ela já tinha se adiantado e já estava com as tetas de fora. Me poupou trabalho. Começo a fazer o mesmo por uns minutos, enquanto com minha mão esquerda beliscava de leve um mamilo da Nicol, que voltou a gemer.

Quando me endireito pra tirar minha camiseta, vejo, ajudado só pela luz da lua, a Lore já fazendo um boquete no Adrián. Com um gesto mostro o que está acontecendo pras minhas acompanhantes e começamos a assistir em silêncio. Me recosto pra trás, e começamos a observar atentamente aquela cena entre os 3. Nosso silêncio foi muito barulhento, e alertou os protagonistas.

— O que tão olhando? Não deviam estar ocupados? — Ela disse usando a rola do Adrián como microfone, e Ela continuou com o dela como se nada tivesse acontecido.

Luz não perdeu um segundo e desabotoou meu cinto, olhando para mim e depois para Nicol. O tesão que estávamos não dava mais para segurar, não podíamos perder tempo. Ela baixou minha calça e a cueca num movimento só. Meu pau saltou para cima e bateu no meu abdômen fazendo um barulho sólido.

Luz, surpresa, inspirou enquanto seus olhos se arregalavam.
— Olha só essa coisa, boluda! — Ela disse para Lore, mas para minha decepção, ela estava muito ocupada e nem se virou para olhar.

Nicol só observava, com uma mão nas minhas costas e a outra no rosto, tapando a boca. Eu não queria pressioná-la, porque ela estava tímida, mas já tinha visto que essa timidez vai e vem. Além disso, sabia que ela estava com muito tesão e não queria voltar para casa sem transar.

Luz começou a me masturbar devagar, percorrendo meu pau com paixão e cuidado. Eu me concentrei nela enquanto Nicol tentava dominar os nervos. Beijava seu pescoço e acariciava a parte interna de sua perna por cima da calça, subindo devagar. Mal cheguei na sua buceta, ela se endireitou, abriu a porta do carro para ganhar espaço e se ajoelhou. Engoliu metade do meu pau de uma vez. Fez com que eu me contorcesse de tão bom que estava, e continuou chupando num ritmo bem rápido.

Lore levantou a cabeça de entre as pernas de Adrián e abriu sua porta. Desceu do carro por um segundo para tirar o short e ficar só com uma calcinha de renda preta. Quando volta para o carro, ela e Adrián ficam olhando o que estava acontecendo no banco de trás.

Eu digo para Luz tirar a calça e ela nem hesita, mas antes de descer, pega a mão de Nicol e coloca sobre meu pau. Nicol me olha enquanto tomava coragem.
— Posso? — Ela diz, como se fosse possível eu dizer não.
— Sim, começa devagarzinho — Eu disse enquanto acariciava seu cabelo.

Sua boca era mais macia e quente que a de Luz, embora não chupasse tão bem, me deixava muito excitado. Ela começou a aumentar o ritmo enquanto... Ela tapava o rosto com a mão. Tinha muita gente e isso a deixava nervosa. Não vou mentir, eu também ficava inquieto com o olhar de três pares de olhos atentos a como ela estava me chupando, mas tenho que admitir que isso me excitava demais.

Adrián desceu do carro e apareceu, já totalmente nu, ao lado da Lore, que voltou a pegar no pau dele sentada no banco, enquanto ele ficou em pé ao lado do carro.

Quando me virei para ver direito, percebi que a Luz não só tinha tirado a calça, mas estava completamente nua. Olhei para ela demoradamente, de cima a baixo.
- Gostou? - ela disse, levantando um pouco o quadril e mostrando como a sua região íntima estava depilada em formato de coração.
- Óbvio, adorei, mas por que não se junta a nós? Já sinto falta da sua boca - respondi.

Ela apenas sorriu e se ajoelhou no banco, ficando de quatro. Aproveitei para começar a tocá-la. A pele dela arrepiou quando meus dedos chegaram à sua buceta quente, já bem molhada.
Eu a masturbava devagar enquanto ela beijava e lambia minhas bolas, acompanhando a Nicol, que já estava me chupando como uma profissional.

Continuamos assim por alguns minutos até que a Luz começou a gemer cada vez mais alto. Ela levantou a cabeça, apoiando-a no meu peito. Eu segurei sua cabeça com meu braço esquerdo, enquanto acelerava o ritmo com minha mão direita. Nicol se levantou e a Lore espiou para ver.

Os gemidos se transformaram em gritos, enquanto ela gozava, babando no meu peito e apertando o pulso da amiga. Quando paramos e ela relaxou, comecei a ouvir os gemidos da Lore.

Nós três nos sentamos para descansar e ver como a Lore, que estava de quatro, olhava nos nossos olhos enquanto o Adrián a fodia com força. Aproveitei o intervalo para terminar de tirar minha calça e tirar a roupa da Nicol. Nós três nos sentamos, totalmente nus, para assistir.

Os peitos da Lore balançavam no ritmo das enfiadas do Adrián, me hipnotizando com o movimento.
A única coisa que conseguiu me tirar do transe foi ouvir um gemido de Nicol, a mais tímida, se masturbando enquanto via a amiga sendo penetrada. Ao perceber isso, comecei a ajudá-la com minha mão esquerda enquanto continuava assistindo a cena. Ficamos assim por alguns minutos até que Luz interrompeu.

- Ufff, não aguento mais - disse quase gritando, e cruzou uma perna por cima de mim.

Ela mesma pegou meu pau e o direcionou para sua buceta, fechou os olhos e foi enfiando devagar. Ela estava tão molhada que não tive nenhum problema para entrar. Que gostosa. Ela começou a cavalgar com vontade.

Eu olhei para Nicol e a fiz ficar de joelhos com a cabeça virada para o banco traseiro, e continuei tocando-a. Comecei a acelerar o ritmo da minha mão enquanto deixava Luz pular em cima de mim. A respiração da ciclista se acelerava, e ela começou a soltar uns gemidos tímidos que me deixaram muito excitado. Continuamos assim por alguns minutos, até que dava para ver que ela estava no limite.

Adrián começou a sacudir Lore quase com violência, que estava prestes a gozar, e gritava cada vez mais alto. A respiração, gemidos e gemidos de todos se somavam e tornavam o momento muito intenso. Todos estávamos prestes a gozar e a intensidade só aumentava.

A voz de Nicol começou a falhar, e ao ouvir isso, Luz deu duas palmadas fortes nela. Nicol não aguentou mais e explodiu em um grito enquanto se contorcia e tremia.

Luz jogou a cabeça para trás enquanto esfregava os quadris contra mim, como querendo se fundir comigo.

Lore baixou a cabeça enquanto Adrián se recostou sobre ela, rosnando e arranhando suas costas.

Por fim, eu perdi todo o controle e jorrei dentro de Luz, que não se importou nem um pouco.

Ficamos os cinco largados nos assentos, cobertos de suor e outros fluidos. Cinco grandes sorrisos de cinco pessoas relaxadas e cansadas. O cheiro de sexo dentro daquele carro era muito intenso e prazeroso.

Levamos alguns minutos para nos recompor e nos vestir novamente.

Voltamos em silêncio, mas não era um... silêncios desconfortáveis, era um silêncio tranquilo que era cortado por um comentário de vez em quando, provocando risadas no grupo.

Deixamos as gatas na casa de cada uma, deixando no ar a ideia de repetir tudo.

Ao deixá-las, o Adrián me fez limpar o banco de trás a fundo hahaha.

0 comentários - Verão Quente