Sou da Cidade do México, trabalho na zona sul. Um dia tive que ir ao centro entregar uns documentos, quando vi uma mulher de uns 40 anos, magra, peitos pequenos, pernas longas, morena. Ela me pediu uma moeda, dizendo que dava muita vergonha, mas era para comer, que estava há dias na cidade, deportada dos Estados Unidos e não tinha nada. Disse que era de Caracas, Venezuela, e que se eu tivesse sotaque daquela região não a conheceria. Como também estava com fome, convidei-a para comer uns tacos por ali perto. Nesse curto tempo, ela me contou que se chamava Alejandra, que lá estava limpando casas e que ia muito bem, mas pegou uma batida da imigração e a mandaram de volta para o México. Que tentaria entrar nos Estados Unidos de novo. Tinha dois filhos já grandes e um marido que ainda estava nos EUA, que nem podia mandar dinheiro porque os gastos eram muitos – enviar dinheiro para as famílias no país dela, o aluguel – então ela tinha que se virar para voltar, porque com a situação, não queria ser um peso para a família. Aí eu disse que, se ela quisesse, tinha uma casa nos arredores da cidade, que não era muito, mas ela poderia ficar confortável num quarto que não uso, enquanto se ajeitava um pouco. Ela agradeceu muito, mas disse para não levar a mal, que não confiava em ninguém. Eu falei para ela dar uma chance, que lá tinha água quente, comida, uma cama e um teto, se ela quisesse. Relutante, ela aceitou... No caminho para casa, passamos numa praça perto de onde moro. Disse que, se ela quisesse, fazia um empréstimo para ela comprar umas roupas, já que não trazia nada e não dava para andar pelada em casa. Ela agradeceu muito e disse que me pagaria assim que pudesse...
Dias se passaram sem nenhuma novidade, quase não conversamos e ela chegava praticamente só para dormir. Minha casa, porém, estava impecável como nunca. Ela não demonstrava nenhuma atitude que me fizesse pensar em outra coisa além de amizade, então continuei respeitando o espaço dela. Uma noite, ao chegar do trabalho, ouvi ruídos como murmúrios vindo do quarto dela. Me aproximei sem fazer barulho e não entendia o que ela dizia, mas ouvi algo como um cachorro bebendo água. Aquele som só podia significar uma coisa: ela estava se masturbando. Morria de vontade de ver o que estava acontecendo. Isso me deixou muito excitado. Pensar numa mulher madura, magra, fogosa e estrangeira sob o mesmo teto que eu me deixou mais criativo do que o normal. Então fui ao meu quarto buscar uma câmera espiã que transmitia vídeo e áudio por Wi-Fi. Sem pensar muito, bati na porta com a desculpa de procurar uns documentos importantes do trabalho que não encontrava em lugar nenhum. Ela me disse para entrar, que já estava quase dormindo e só estava se despedindo do marido. Estava coberta com o edredom, não dava para ver nada, mas o ambiente cheirava a mulher no cio. A safada tinha cara de paisagem e disfarçava muito bem... Conversamos pouco, pois entrei e, enquanto ela se distraía, posicionei a câmera em frente à cama dela. Desejei boa noite e saí. Não sei se ela viu meu pau, mas eu estava com ele bem duro. Enfim, conectei na câmera e a mágica aconteceu.
A safada estava em videochamada com o marido dizendo que precisava sentir o pau dele, que a buceta dela estava muito quente
Ela estava muito gostosa e ouvia todas as sacanagens que eu falava para o marido dela, tipo dizer que eu fiquei bem excitado só de ver ela se masturbar.
Eu queria ter ela e fazer dela minha putinha, mas não sabia como. Decidi que ia comer ela. Pouco depois, ela acabou de se masturbar e desligou. Foi pro banheiro, que fica bem em frente à porta do meu quarto. Deixei a porta do meu quarto aberta, fingindo que não sabia que ela estava lá, e me masturbei na frente dela com a TV ligada, passando um filme pornô no mudo... Ouvi ela voltando pro quarto dela com cuidado e via tudo que ela fazia na cama. Era uma gostosa muito fogosa...
Eu esperava que ela tomasse a iniciativa e viesse pra minha cama me montar, mas não rolou... Dormi e fui trabalhar normalmente no dia seguinte, voltei mais cedo pra ver se conseguia alguma coisa, mas ela normal como se nada tivesse acontecido. Aí me tranquei no meu quarto e fiquei espiando pra ver se ela fazia alguma coisa. Mais tarde, já de noite, ela começou com a punheta diária dela.
Quando levantei para ir ao banheiro, apliquei de novo a tática de me masturbar com a porta aberta, mas dessa vez passei creme para ela ver como brilhava, procurei algum vídeo com uma mulher que se parecesse com ela e nada... Simplesmente não entrou na brincadeira. No dia seguinte, a mesma coisa... Cheguei do trabalho, ela estava super normal, me contou que arrumou um emprego de faxina numa casa, mas que pagavam muito pouco, mas era melhor que nada. Então, como amanhã seria seu primeiro dia, iria dormir cedo, claro que com o pau bem duro fiquei espiando ela em cores vivas.
Era uma gostosa insaciável que se levantou para ir ao banheiro e ficou um tempão me observando enquanto eu batia uma. Quando acabei, ela voltou pro quarto.
A safada fez um squirt que deu pra ouvir, aproveitei na hora pra ir tocar na porta dela e perguntar se estava tudo bem... Esperava que ela me deixasse entrar e eu pudesse comer ela, antes mesmo dela responder já estava girando a maçaneta e tava trancada, ela disse que sim com a voz toda cortada e ofegante, me disse que tava dormindo e que não tinha ouvido nada. Falei que se precisasse de qualquer coisa eu tava no meu quarto e ela só disse obrigada... Foi mais difícil do que imaginei. No dia seguinte era sábado e os dois tínhamos folga, então aproveitando que podia dormir até tarde fiquei com a porta aberta dormindo pelado, pra quando ela fosse ao banho me ver. Agora sim ela ia se animar...
Acordei e nada, fui até o quarto dela e ela estava trocando uma lâmpada. Ela pediu desculpas por ter me acordado, mas disse que ia arrumar e que a lâmpada que ela tinha, como se fosse alheia, dava uma boa luz. Quando ela se distraiu, tirei foto dos pés dela, que estavam com umas pantufas bem sexy. Ela me perguntou se eu gostava, que a nova chefe dela tinha dado umas roupas e sapatos de presente. Eu disse que estavam ótimos nela, que só de olhar já me deu uma... ...reação no coração. Ela, muito safadinha, sorriu e não disse mais nada... Tive que sair e deixá-la sozinha a tarde toda depois do café da manhã. Quando cheguei, já era noite, ela não estava na sala, então, sem fazer barulho, subi e a porta dela estava entreaberta...
Meu pau ficou duro na hora e eu comecei a acariciar ele. Ia tirar ele pra fora pra me masturbar vendo a buceta suculenta dela e o corpo magrinho, quando ela virou e, sem nenhuma vergonha, me pediu desculpas pelo jeito que estava vestida, mas tinha colocado toda a roupa dela pra lavar – e era pouca – e pensou que eu chegaria mais tarde. Aja normal e falei que pra mim estava tudo bem, que eu também gostava de andar com pouca roupa em casa. Ela sorriu, a gente se despediu e eu fui pro meu quarto dormir. Comecei a espiar ela, estava muito excitado.
Vi que ela tinha adormecido, então com a imagem dela eu já estava com o rifle bem duro. Fui ao banheiro e vi uma das suas calcinhas. Enrolei meu pau com ela e gozei em cima dela. Voltei a deixar onde tinha encontrado quando ouvi uns passos e a porta da Alejandra. Fiquei branco e fui ver o que estava acontecendo no quarto dela pela câmera espiã...
Dias se passaram sem nenhuma novidade, quase não conversamos e ela chegava praticamente só para dormir. Minha casa, porém, estava impecável como nunca. Ela não demonstrava nenhuma atitude que me fizesse pensar em outra coisa além de amizade, então continuei respeitando o espaço dela. Uma noite, ao chegar do trabalho, ouvi ruídos como murmúrios vindo do quarto dela. Me aproximei sem fazer barulho e não entendia o que ela dizia, mas ouvi algo como um cachorro bebendo água. Aquele som só podia significar uma coisa: ela estava se masturbando. Morria de vontade de ver o que estava acontecendo. Isso me deixou muito excitado. Pensar numa mulher madura, magra, fogosa e estrangeira sob o mesmo teto que eu me deixou mais criativo do que o normal. Então fui ao meu quarto buscar uma câmera espiã que transmitia vídeo e áudio por Wi-Fi. Sem pensar muito, bati na porta com a desculpa de procurar uns documentos importantes do trabalho que não encontrava em lugar nenhum. Ela me disse para entrar, que já estava quase dormindo e só estava se despedindo do marido. Estava coberta com o edredom, não dava para ver nada, mas o ambiente cheirava a mulher no cio. A safada tinha cara de paisagem e disfarçava muito bem... Conversamos pouco, pois entrei e, enquanto ela se distraía, posicionei a câmera em frente à cama dela. Desejei boa noite e saí. Não sei se ela viu meu pau, mas eu estava com ele bem duro. Enfim, conectei na câmera e a mágica aconteceu.
A safada estava em videochamada com o marido dizendo que precisava sentir o pau dele, que a buceta dela estava muito quente
Ela estava muito gostosa e ouvia todas as sacanagens que eu falava para o marido dela, tipo dizer que eu fiquei bem excitado só de ver ela se masturbar.
Eu queria ter ela e fazer dela minha putinha, mas não sabia como. Decidi que ia comer ela. Pouco depois, ela acabou de se masturbar e desligou. Foi pro banheiro, que fica bem em frente à porta do meu quarto. Deixei a porta do meu quarto aberta, fingindo que não sabia que ela estava lá, e me masturbei na frente dela com a TV ligada, passando um filme pornô no mudo... Ouvi ela voltando pro quarto dela com cuidado e via tudo que ela fazia na cama. Era uma gostosa muito fogosa...
Eu esperava que ela tomasse a iniciativa e viesse pra minha cama me montar, mas não rolou... Dormi e fui trabalhar normalmente no dia seguinte, voltei mais cedo pra ver se conseguia alguma coisa, mas ela normal como se nada tivesse acontecido. Aí me tranquei no meu quarto e fiquei espiando pra ver se ela fazia alguma coisa. Mais tarde, já de noite, ela começou com a punheta diária dela.
Quando levantei para ir ao banheiro, apliquei de novo a tática de me masturbar com a porta aberta, mas dessa vez passei creme para ela ver como brilhava, procurei algum vídeo com uma mulher que se parecesse com ela e nada... Simplesmente não entrou na brincadeira. No dia seguinte, a mesma coisa... Cheguei do trabalho, ela estava super normal, me contou que arrumou um emprego de faxina numa casa, mas que pagavam muito pouco, mas era melhor que nada. Então, como amanhã seria seu primeiro dia, iria dormir cedo, claro que com o pau bem duro fiquei espiando ela em cores vivas.
Era uma gostosa insaciável que se levantou para ir ao banheiro e ficou um tempão me observando enquanto eu batia uma. Quando acabei, ela voltou pro quarto.
A safada fez um squirt que deu pra ouvir, aproveitei na hora pra ir tocar na porta dela e perguntar se estava tudo bem... Esperava que ela me deixasse entrar e eu pudesse comer ela, antes mesmo dela responder já estava girando a maçaneta e tava trancada, ela disse que sim com a voz toda cortada e ofegante, me disse que tava dormindo e que não tinha ouvido nada. Falei que se precisasse de qualquer coisa eu tava no meu quarto e ela só disse obrigada... Foi mais difícil do que imaginei. No dia seguinte era sábado e os dois tínhamos folga, então aproveitando que podia dormir até tarde fiquei com a porta aberta dormindo pelado, pra quando ela fosse ao banho me ver. Agora sim ela ia se animar...
Acordei e nada, fui até o quarto dela e ela estava trocando uma lâmpada. Ela pediu desculpas por ter me acordado, mas disse que ia arrumar e que a lâmpada que ela tinha, como se fosse alheia, dava uma boa luz. Quando ela se distraiu, tirei foto dos pés dela, que estavam com umas pantufas bem sexy. Ela me perguntou se eu gostava, que a nova chefe dela tinha dado umas roupas e sapatos de presente. Eu disse que estavam ótimos nela, que só de olhar já me deu uma... ...reação no coração. Ela, muito safadinha, sorriu e não disse mais nada... Tive que sair e deixá-la sozinha a tarde toda depois do café da manhã. Quando cheguei, já era noite, ela não estava na sala, então, sem fazer barulho, subi e a porta dela estava entreaberta...
Meu pau ficou duro na hora e eu comecei a acariciar ele. Ia tirar ele pra fora pra me masturbar vendo a buceta suculenta dela e o corpo magrinho, quando ela virou e, sem nenhuma vergonha, me pediu desculpas pelo jeito que estava vestida, mas tinha colocado toda a roupa dela pra lavar – e era pouca – e pensou que eu chegaria mais tarde. Aja normal e falei que pra mim estava tudo bem, que eu também gostava de andar com pouca roupa em casa. Ela sorriu, a gente se despediu e eu fui pro meu quarto dormir. Comecei a espiar ela, estava muito excitado.
Vi que ela tinha adormecido, então com a imagem dela eu já estava com o rifle bem duro. Fui ao banheiro e vi uma das suas calcinhas. Enrolei meu pau com ela e gozei em cima dela. Voltei a deixar onde tinha encontrado quando ouvi uns passos e a porta da Alejandra. Fiquei branco e fui ver o que estava acontecendo no quarto dela pela câmera espiã...
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