Este relato é baseado em fatos reais. Não pertence a mim, mas ao JC, que foi quem me detalhou cada uma das coisas que seguem. Ele me pediu para escrever em primeira pessoa e me colocar na pele dele, mudando o nome. Sei que vocês vão se surpreender com muitas das coisas que vão ler, mas faço o seguinte aviso: quanto mais inacreditável parecer o que lerem, é isso que não foi inventado. Tão fascinante assim é essa história. Vamos lá.
Isso que vou contar ninguém sabe. Ou podemos dizer que muito poucas pessoas sabem. Algumas acho que imaginam, como eu fiz durante muito tempo até comprovar, e outras, até hoje, acreditam na pessoa que ela aparenta ser.
Antes de mais nada, me apresento, meu nome é Juan, tenho quase quarenta anos e sou o co-protagonista dessa história de dupla vida. Ou poderíamos dizer de dupla cara, porque Natalia, assim se chama minha irmã, é a protagonista principal dessa história cheia de morbidez, luxúria e incesto.
Só vou esclarecer isso uma única vez. Agora a Natalia é maior de idade, mas alguns dos fatos que narro neste relato aconteceram quando ela ainda não tinha alcançado os 18 anos. É por isso que nada me impede de me animar a contar tudo agora. Então, se preparem porque tenho muito para contar.
Tudo começou na adolescência dela, quando os hormônios começam a ficar a todo vapor. Foi assim que a Naty, sem poder culpar ninguém, entrou numa espiral de desejo sexual que vivia de maneira doentia e quente na intimidade. Como já disse, para o resto da minha família e a sociedade, ela era outra pessoa: era uma jovem casta e inocente.
Em princípio, lhes conto que minha família sempre nos incutiu a religião e foi por isso que a imagem dela sempre esteve associada por muita gente à de uma garota virginal e pura. Devo reconhecer que ela tem uma cara de inocente tremenda, somada à altura (é baixinha) e ao cabelo castanho, fazia a Naty parecer uma menina da igreja. E na realidade ela era, durante todo o tempo que estava com essa gente (meus pais, seus... Amigas, a família de Deus), mas nos momentos de lazer ou de intimidade do casal, ela se transformava em outra. Claro que tudo isso eu descobri por acaso.
Todo mundo via ela como a Naty, a inocente, mas ela tinha, e ainda tem, um fogo interior que a consome e a faz desejar como uma ninfeta por baixo de um disfarce de inocente.
Embora agora me pareça meio embaçado, eu acho que tudo começou na pré-adolescência dela, quando ela começou a se tocar e a sentir as primeiras cócegas ao fazer isso.
Isso eu lembro muito bem, foi um dia na minha casa. Minha mãe tinha me mandado buscar umas coisas e eu passei pelo banheiro onde ela estava tomando banho e não ouvi o chuveiro, mas ao aguçar o ouvido pude escutar uns gemidos. Sabia que não devia fazer, mas me coloquei atrás da porta. Algo me fez suspeitar que minha irmãzinha não era tão criança quanto parecia. Certamente estava tomando um banho de imersão na banheira, se cobrindo totalmente de água. Olhei pelo buraco da fechadura. A água morna banhava seu corpo e com as mãos ela se roçava e sentia coisas que gostava. Mais tarde, ela deixou esvaziar e se ensaboou com cuidado e ao ver como a água ensaboada escorria por seus seios incipientes sentiu algo que gostou muito e continuou. Já tinha noção das partes do corpo que eram destinadas ao prazer, mas pela forma como fazia, tenho certeza que nunca tinha parado para se tocar. Naquele dia sim, fez e continuou ensaboando e descendo. Quando chegou na parte da sua buceta, seus dedos roçaram os lábios maiores afundando, notando sua umidade e que deslizavam com facilidade. Assim foi que lentamente começou a brincar com seus lábios vaginais lubrificados. Nessa brincadeira estava, quando seu dedo polegar roçou o clitóris e sentiu um estremecimento. Mmmmm, que prazer. Voltou a roçá-lo e sentiu a mesma coisa. E foi assim que descobriu a masturbação. Deu ao seu botãozinho com vontade novamente e Aghh, e de novo e ohhhhh ahhhh ahhhh e assim, depois de algumas sacudidas, acabou entre suspiros não tão silenciosos que pude ouvir atrás da porta. Eu poderia ter sido descoberto, com quase 40 anos, espiando minha irmãzinha casta, e isso teria sido uma tragédia para mim, mas por sorte não aconteceu assim e pude contemplar a cena por completo.
Minha família é composta por minha mãe, meu pai e a Naty, minha irmã. Meus pais têm mais de 60 anos os dois, e minha irmã, como já contei, tem agora mais de 18 anos. Eu calculo que ela deve ter sido fruto de um descuido dos meus pais, porque me custa acreditar que depois de 20 anos eles quisessem ter outra filha. O fato é que ela chegou e se tornou a princesinha mimada da casa.
Aqui vem uma parte muito importante dessa história: a relação com minha irmã.
Minha relação com a Natalia nunca foi boa, sempre foi distante. A diferença de idade, creio, foi um fator determinante, já que nunca, por mais que tentássemos, tivemos afinidade. A Natalia sempre me desprezou. Sempre me tratou com desdém e me dizia coisas muito doloridas, como que "eu nunca ia me casar" ou "que eu estava acima do peso e por isso ninguém me queria". Chegou a me dizer: "te dá vergonha que te vejam e por isso você não fica com ninguém" ou "por que você não sai, assim nunca vai conhecer ninguém". Minha vida era realmente um calvário, e eu me sentia muito mal cada vez que ela me dizia essas coisas tão cruéis.
Voltando às suas primeiras masturbações, a Naty começou a se masturbar com muita frequência: toda vez que tomava banho, algumas vezes antes de dormir, outras lendo contos eróticos na internet e também vendo vídeos pornô. Está claro que tudo isso ela fazia às escondidas da minha família, e eles nunca chegaram a descobrir. Eu sou o único que sabe da sua vida dupla. Muitas vezes eu fantasiava em ameaçá-la, mas ela me tinha dominado. Eu sabia que, diante de qualquer tentativa, meus pais acreditariam nela, na casta e pura Natalia.
Ela frequentava a igreja e se comportava como uma boa e alegre religiosa. Ajudava a preparar as celebrações na igreja, cantava as músicas com os jovens do grupo, rezava e ela cumpria fielmente todos os rituais. Vestia-se de forma séria e recatada sempre que ia à missa. Porém, na intimidade havia uma Natalia que ninguém conhecia e que eu, por acaso, descobri.
Desculpem se vou e volto no tempo, mas é difícil organizar tantas sensações juntas. Por exemplo, lembro de ter acompanhado em primeira pessoa as mudanças no corpo dela. Desde a infância, com o passar do tempo, seu corpo, que era uma tábua, começou a experimentar transformações. Primeiro foi a chegada dos pelos pubianos, depois seus quadris que alargaram um pouquinho com a bunda que ficou mais cheia e os dois botõezinhos que tinha por peitos, viraram montanhas coroadas por mamilos rosados e redondos. Era evidente que ela já não era uma menina e isso não passava despercebido pelos outros. Foi assim que na igreja ela conheceu seu primeiro namorado, que vamos chamar de Juan Pablo.
Tudo parecia normal com a Naty, seu namorado não entrava na nossa casa, ela se comportava como uma menina inocente em todos os aspectos, exceto quando se trancava para tomar banho.
Lembro daquela tarde em que meus pais, junto com a Naty, iam a uma celebração que acontecia depois da missa e da qual eu não quis ir, como sempre. Estava entediado e comecei a dar voltas pela casa e, sem saber como, me vi no quarto dela olhando tudo ao redor. Sabia que tinha muito tempo e foi assim que comecei a olhar todas as coisas dela sem me animar a mexer em nada. Tão submisso eu me sentia que o pânico se apoderou de mim, mesmo sabendo que ela demoraria horas para chegar.
Em um momento, me passou pela cabeça a ideia de entrar no PC dela e ver quais páginas ela acessava. A surpresa foi maior quando vi que na última semana ela tinha visitado páginas de contos eróticos e conteúdo sexual. Isso me levou a procurar em uma pasta se ela tinha fotos ou algo do tipo. Fiquei surpreso ao ver fotos dela com amigas, principalmente uma que eu gostava muito e se chamava Maria. O tempo passava e eu não percebia. Por sorte meus olhos viram que se aproximava a hora da Voltei. E bingo! Num instante, fui pegar um pendrive e copiei toda a pasta que se chamava "fotos".
No começo, minha curiosidade era só pra ver a amiga dela e algumas fotos íntimas de lugares que ela queria ir com o namorado, mas nunca imaginei que levaria um baita susto.
Essa noite lembro muito bem. Esperei todo mundo dormir e entrei na pasta. Comecei vendo fotos casuais com a amiga Maria, outras com o namorado e algumas com outras amigas e amigos que eu não conhecia. Na pasta "fotos", tinha uma subpasta chamada "x34rz" — nunca vou esquecer essa combinação de letras e números que não faz sentido nenhum. Na verdade, entrei pensando que estava lá por engano e era uma subpasta de arquivos do sistema, mas não.
A primeira foto que vi foi da minha irmãzinha inocente, com sua carinha de santa, mostrando os peitos e sorrindo pra câmera. Meu coração acelerou quando vi o rosto dela e os peitos, com os mamilos rosados lindos. Não consegui entender o que estava acontecendo. Desliguei o monitor e levantei da cadeira andando pelo meu quarto pra todo lado que nem um robô.
Depois de me acalmar, voltei pro meu lugar e liguei o monitor. Apareceu aquela imagem que eu já tinha visto. Mova o cursor pra direita, pra ver a próxima foto, e não pude acreditar no que meus olhos viam. Acho que, se tivessem tirado uma foto minha naquele momento, minha cara dizia tudo. Surpresa. Surpresa e confusão. Como podia ser que minha irmãzinha sagrada, imaculada e casta, estivesse naquela imagem? Juro que meu cérebro demorou pra acreditar no que meus olhos viam.
Na imagem seguinte apareceu minha irmã de quatro, com a saia levantada e sobre um sofá que não consegui reconhecer, com um fio-dental todo enfiado no meio da bunda, a cabeça apoiada numa almofada verde e o rosto sorridente olhando pra câmera. Não é pouco o detalhe do rosto sorridente dela, já que isso mostrava que não foi contra a vontade dela o que estava fazendo.
Parei pra pensar no namorado dela, imaginei que era ele quem tirava essas fotos. Mesmo me parecendo... Normal, algumas fotos picantes dentro da intimidade do casal, essas fotos picantes eram poucas e bem explícitas. Eu estava enganado, as seguintes sim eram explícitas e eu diria que pornô total.
Com medo e desespero, apertei o botão de próximo e apareceu de novo a Naty, outra vez de quatro com uma calcinha fio dental vermelha, dava pra ver o peito dela de lado, coroado por um mamilo lindo, tenho que reconhecer, e novamente olhando pra câmera sorridente. Ela estava ao lado de uma banheira de hidromassagem, então dava pra imaginar que estava num hotel.
Vocês não imaginam o que foi pra mim essa descoberta. Ao mesmo tempo, eu estava descobrindo que minha irmã adorava posar nua pro namorado e que eles transavam. Não digo que eu era tão ingênuo a ponto de achar que eles não faziam suas coisas, mas a imagem que eu tinha da minha irmãzinha era totalmente outra.
Próximo. Natalia aberta de quatro, completamente pelada. Uma manchinha na parte de baixo do glúteo, perto do ânus. Dava pra ver na foto, em primeiro plano, a buceta da minha irmãzinha. Desculpem insistir no adjetivo casta, mas até aquele momento essa era a imagem que eu tinha dela. O rosto, como sempre lindo e radiante, olhando pra câmera.
Próximo. Muito parecida com a anterior, mas muito mais explícita, já que ela abria as nádegas e expunha totalmente sua intimidade. Sua bucetinha rosa e seu ânus franzido. Ela usava uns saltos que eu nunca tinha visto nela. Era evidente que minha irmã, minha cruel irmã, levava uma vida dupla.
Ainda tinha mais. Próximo e apareceu o rosto dela com a franja castanha de lado e sorridente, mas com um pau que cobria parte do rosto. Aí meu coração deu um salto, ou digamos que deu outro salto.
Na foto seguinte era ela que segurava, o que parecia ser o mesmo pau, e abria a boca. Eu ainda não acreditava que era ela na foto. Aquela pessoa recatada no comportamento, impiedosa comigo, amorosa com os pais e bondosa na igreja, era uma verdadeira puta. na intimidade.
E, como se não bastasse, as fotos seguintes não foram menos: em uma, ela aparecia olhando para a câmera com um pau na boca; em outra, um close da sua buceta sendo penetrada por aquela rola. Um super close do seu cu, rosado e lindo.
Quando voltei à realidade, percebi que estava com o pau bem duro na mão. Não sei em que momento eu tinha tirado ele da calça e estava me masturbando.
Com as duas seguintes, eu gozei. Minha irmã de frente, com as pernas abertas e abrindo a buceta. Eu cliquei. Próxima. E apareceu o rosto dela com um dedo na boca e os peitos expostos. O primeiro jato saiu disparado e sujou minha camiseta e meu braço. Consegui pegar um lenço descartável para evitar uma catástrofe maior e continuei gozando nos lenços macios e quadrados com os quais cobria meu pau molhado.
Limpei tudo com uns lenços, enquanto uma única ideia girava na minha cabeça: todos esses anos de humilhação por parte da minha irmã iam mudar a partir de agora.
Foi difícil pegar no sono, embora a punheta acho que tenha me ajudado. Nos dias seguintes, eu teria que me dedicar a planejar a maneira de me vingar da minha irmã.
Também precisaria ser muito cuidadoso e tentar buscar informações extras. Seria difícil, mas eu ia conseguir. Pela primeira vez em muito tempo, eu tinha um projeto, um objetivo na cabeça, e ia dar a forma necessária para conseguir o que sempre quis: submeter e humilhar minha irmã.
O atordoamento com o qual fui para a cama foi tanto que só percebi que não tinha salvo as fotos em uma pasta segura. Fiz isso.
(continua…)
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comOu no Telegram @reybaco2005
Isso que vou contar ninguém sabe. Ou podemos dizer que muito poucas pessoas sabem. Algumas acho que imaginam, como eu fiz durante muito tempo até comprovar, e outras, até hoje, acreditam na pessoa que ela aparenta ser.
Antes de mais nada, me apresento, meu nome é Juan, tenho quase quarenta anos e sou o co-protagonista dessa história de dupla vida. Ou poderíamos dizer de dupla cara, porque Natalia, assim se chama minha irmã, é a protagonista principal dessa história cheia de morbidez, luxúria e incesto.
Só vou esclarecer isso uma única vez. Agora a Natalia é maior de idade, mas alguns dos fatos que narro neste relato aconteceram quando ela ainda não tinha alcançado os 18 anos. É por isso que nada me impede de me animar a contar tudo agora. Então, se preparem porque tenho muito para contar.
Tudo começou na adolescência dela, quando os hormônios começam a ficar a todo vapor. Foi assim que a Naty, sem poder culpar ninguém, entrou numa espiral de desejo sexual que vivia de maneira doentia e quente na intimidade. Como já disse, para o resto da minha família e a sociedade, ela era outra pessoa: era uma jovem casta e inocente.
Em princípio, lhes conto que minha família sempre nos incutiu a religião e foi por isso que a imagem dela sempre esteve associada por muita gente à de uma garota virginal e pura. Devo reconhecer que ela tem uma cara de inocente tremenda, somada à altura (é baixinha) e ao cabelo castanho, fazia a Naty parecer uma menina da igreja. E na realidade ela era, durante todo o tempo que estava com essa gente (meus pais, seus... Amigas, a família de Deus), mas nos momentos de lazer ou de intimidade do casal, ela se transformava em outra. Claro que tudo isso eu descobri por acaso.
Todo mundo via ela como a Naty, a inocente, mas ela tinha, e ainda tem, um fogo interior que a consome e a faz desejar como uma ninfeta por baixo de um disfarce de inocente.
Embora agora me pareça meio embaçado, eu acho que tudo começou na pré-adolescência dela, quando ela começou a se tocar e a sentir as primeiras cócegas ao fazer isso.
Isso eu lembro muito bem, foi um dia na minha casa. Minha mãe tinha me mandado buscar umas coisas e eu passei pelo banheiro onde ela estava tomando banho e não ouvi o chuveiro, mas ao aguçar o ouvido pude escutar uns gemidos. Sabia que não devia fazer, mas me coloquei atrás da porta. Algo me fez suspeitar que minha irmãzinha não era tão criança quanto parecia. Certamente estava tomando um banho de imersão na banheira, se cobrindo totalmente de água. Olhei pelo buraco da fechadura. A água morna banhava seu corpo e com as mãos ela se roçava e sentia coisas que gostava. Mais tarde, ela deixou esvaziar e se ensaboou com cuidado e ao ver como a água ensaboada escorria por seus seios incipientes sentiu algo que gostou muito e continuou. Já tinha noção das partes do corpo que eram destinadas ao prazer, mas pela forma como fazia, tenho certeza que nunca tinha parado para se tocar. Naquele dia sim, fez e continuou ensaboando e descendo. Quando chegou na parte da sua buceta, seus dedos roçaram os lábios maiores afundando, notando sua umidade e que deslizavam com facilidade. Assim foi que lentamente começou a brincar com seus lábios vaginais lubrificados. Nessa brincadeira estava, quando seu dedo polegar roçou o clitóris e sentiu um estremecimento. Mmmmm, que prazer. Voltou a roçá-lo e sentiu a mesma coisa. E foi assim que descobriu a masturbação. Deu ao seu botãozinho com vontade novamente e Aghh, e de novo e ohhhhh ahhhh ahhhh e assim, depois de algumas sacudidas, acabou entre suspiros não tão silenciosos que pude ouvir atrás da porta. Eu poderia ter sido descoberto, com quase 40 anos, espiando minha irmãzinha casta, e isso teria sido uma tragédia para mim, mas por sorte não aconteceu assim e pude contemplar a cena por completo.
Minha família é composta por minha mãe, meu pai e a Naty, minha irmã. Meus pais têm mais de 60 anos os dois, e minha irmã, como já contei, tem agora mais de 18 anos. Eu calculo que ela deve ter sido fruto de um descuido dos meus pais, porque me custa acreditar que depois de 20 anos eles quisessem ter outra filha. O fato é que ela chegou e se tornou a princesinha mimada da casa.
Aqui vem uma parte muito importante dessa história: a relação com minha irmã.
Minha relação com a Natalia nunca foi boa, sempre foi distante. A diferença de idade, creio, foi um fator determinante, já que nunca, por mais que tentássemos, tivemos afinidade. A Natalia sempre me desprezou. Sempre me tratou com desdém e me dizia coisas muito doloridas, como que "eu nunca ia me casar" ou "que eu estava acima do peso e por isso ninguém me queria". Chegou a me dizer: "te dá vergonha que te vejam e por isso você não fica com ninguém" ou "por que você não sai, assim nunca vai conhecer ninguém". Minha vida era realmente um calvário, e eu me sentia muito mal cada vez que ela me dizia essas coisas tão cruéis.
Voltando às suas primeiras masturbações, a Naty começou a se masturbar com muita frequência: toda vez que tomava banho, algumas vezes antes de dormir, outras lendo contos eróticos na internet e também vendo vídeos pornô. Está claro que tudo isso ela fazia às escondidas da minha família, e eles nunca chegaram a descobrir. Eu sou o único que sabe da sua vida dupla. Muitas vezes eu fantasiava em ameaçá-la, mas ela me tinha dominado. Eu sabia que, diante de qualquer tentativa, meus pais acreditariam nela, na casta e pura Natalia.
Ela frequentava a igreja e se comportava como uma boa e alegre religiosa. Ajudava a preparar as celebrações na igreja, cantava as músicas com os jovens do grupo, rezava e ela cumpria fielmente todos os rituais. Vestia-se de forma séria e recatada sempre que ia à missa. Porém, na intimidade havia uma Natalia que ninguém conhecia e que eu, por acaso, descobri.
Desculpem se vou e volto no tempo, mas é difícil organizar tantas sensações juntas. Por exemplo, lembro de ter acompanhado em primeira pessoa as mudanças no corpo dela. Desde a infância, com o passar do tempo, seu corpo, que era uma tábua, começou a experimentar transformações. Primeiro foi a chegada dos pelos pubianos, depois seus quadris que alargaram um pouquinho com a bunda que ficou mais cheia e os dois botõezinhos que tinha por peitos, viraram montanhas coroadas por mamilos rosados e redondos. Era evidente que ela já não era uma menina e isso não passava despercebido pelos outros. Foi assim que na igreja ela conheceu seu primeiro namorado, que vamos chamar de Juan Pablo.
Tudo parecia normal com a Naty, seu namorado não entrava na nossa casa, ela se comportava como uma menina inocente em todos os aspectos, exceto quando se trancava para tomar banho.
Lembro daquela tarde em que meus pais, junto com a Naty, iam a uma celebração que acontecia depois da missa e da qual eu não quis ir, como sempre. Estava entediado e comecei a dar voltas pela casa e, sem saber como, me vi no quarto dela olhando tudo ao redor. Sabia que tinha muito tempo e foi assim que comecei a olhar todas as coisas dela sem me animar a mexer em nada. Tão submisso eu me sentia que o pânico se apoderou de mim, mesmo sabendo que ela demoraria horas para chegar.
Em um momento, me passou pela cabeça a ideia de entrar no PC dela e ver quais páginas ela acessava. A surpresa foi maior quando vi que na última semana ela tinha visitado páginas de contos eróticos e conteúdo sexual. Isso me levou a procurar em uma pasta se ela tinha fotos ou algo do tipo. Fiquei surpreso ao ver fotos dela com amigas, principalmente uma que eu gostava muito e se chamava Maria. O tempo passava e eu não percebia. Por sorte meus olhos viram que se aproximava a hora da Voltei. E bingo! Num instante, fui pegar um pendrive e copiei toda a pasta que se chamava "fotos".
No começo, minha curiosidade era só pra ver a amiga dela e algumas fotos íntimas de lugares que ela queria ir com o namorado, mas nunca imaginei que levaria um baita susto.
Essa noite lembro muito bem. Esperei todo mundo dormir e entrei na pasta. Comecei vendo fotos casuais com a amiga Maria, outras com o namorado e algumas com outras amigas e amigos que eu não conhecia. Na pasta "fotos", tinha uma subpasta chamada "x34rz" — nunca vou esquecer essa combinação de letras e números que não faz sentido nenhum. Na verdade, entrei pensando que estava lá por engano e era uma subpasta de arquivos do sistema, mas não.
A primeira foto que vi foi da minha irmãzinha inocente, com sua carinha de santa, mostrando os peitos e sorrindo pra câmera. Meu coração acelerou quando vi o rosto dela e os peitos, com os mamilos rosados lindos. Não consegui entender o que estava acontecendo. Desliguei o monitor e levantei da cadeira andando pelo meu quarto pra todo lado que nem um robô.
Depois de me acalmar, voltei pro meu lugar e liguei o monitor. Apareceu aquela imagem que eu já tinha visto. Mova o cursor pra direita, pra ver a próxima foto, e não pude acreditar no que meus olhos viam. Acho que, se tivessem tirado uma foto minha naquele momento, minha cara dizia tudo. Surpresa. Surpresa e confusão. Como podia ser que minha irmãzinha sagrada, imaculada e casta, estivesse naquela imagem? Juro que meu cérebro demorou pra acreditar no que meus olhos viam.
Na imagem seguinte apareceu minha irmã de quatro, com a saia levantada e sobre um sofá que não consegui reconhecer, com um fio-dental todo enfiado no meio da bunda, a cabeça apoiada numa almofada verde e o rosto sorridente olhando pra câmera. Não é pouco o detalhe do rosto sorridente dela, já que isso mostrava que não foi contra a vontade dela o que estava fazendo.
Parei pra pensar no namorado dela, imaginei que era ele quem tirava essas fotos. Mesmo me parecendo... Normal, algumas fotos picantes dentro da intimidade do casal, essas fotos picantes eram poucas e bem explícitas. Eu estava enganado, as seguintes sim eram explícitas e eu diria que pornô total.
Com medo e desespero, apertei o botão de próximo e apareceu de novo a Naty, outra vez de quatro com uma calcinha fio dental vermelha, dava pra ver o peito dela de lado, coroado por um mamilo lindo, tenho que reconhecer, e novamente olhando pra câmera sorridente. Ela estava ao lado de uma banheira de hidromassagem, então dava pra imaginar que estava num hotel.
Vocês não imaginam o que foi pra mim essa descoberta. Ao mesmo tempo, eu estava descobrindo que minha irmã adorava posar nua pro namorado e que eles transavam. Não digo que eu era tão ingênuo a ponto de achar que eles não faziam suas coisas, mas a imagem que eu tinha da minha irmãzinha era totalmente outra.
Próximo. Natalia aberta de quatro, completamente pelada. Uma manchinha na parte de baixo do glúteo, perto do ânus. Dava pra ver na foto, em primeiro plano, a buceta da minha irmãzinha. Desculpem insistir no adjetivo casta, mas até aquele momento essa era a imagem que eu tinha dela. O rosto, como sempre lindo e radiante, olhando pra câmera.
Próximo. Muito parecida com a anterior, mas muito mais explícita, já que ela abria as nádegas e expunha totalmente sua intimidade. Sua bucetinha rosa e seu ânus franzido. Ela usava uns saltos que eu nunca tinha visto nela. Era evidente que minha irmã, minha cruel irmã, levava uma vida dupla.
Ainda tinha mais. Próximo e apareceu o rosto dela com a franja castanha de lado e sorridente, mas com um pau que cobria parte do rosto. Aí meu coração deu um salto, ou digamos que deu outro salto.
Na foto seguinte era ela que segurava, o que parecia ser o mesmo pau, e abria a boca. Eu ainda não acreditava que era ela na foto. Aquela pessoa recatada no comportamento, impiedosa comigo, amorosa com os pais e bondosa na igreja, era uma verdadeira puta. na intimidade.
E, como se não bastasse, as fotos seguintes não foram menos: em uma, ela aparecia olhando para a câmera com um pau na boca; em outra, um close da sua buceta sendo penetrada por aquela rola. Um super close do seu cu, rosado e lindo.
Quando voltei à realidade, percebi que estava com o pau bem duro na mão. Não sei em que momento eu tinha tirado ele da calça e estava me masturbando.
Com as duas seguintes, eu gozei. Minha irmã de frente, com as pernas abertas e abrindo a buceta. Eu cliquei. Próxima. E apareceu o rosto dela com um dedo na boca e os peitos expostos. O primeiro jato saiu disparado e sujou minha camiseta e meu braço. Consegui pegar um lenço descartável para evitar uma catástrofe maior e continuei gozando nos lenços macios e quadrados com os quais cobria meu pau molhado.
Limpei tudo com uns lenços, enquanto uma única ideia girava na minha cabeça: todos esses anos de humilhação por parte da minha irmã iam mudar a partir de agora.
Foi difícil pegar no sono, embora a punheta acho que tenha me ajudado. Nos dias seguintes, eu teria que me dedicar a planejar a maneira de me vingar da minha irmã.
Também precisaria ser muito cuidadoso e tentar buscar informações extras. Seria difícil, mas eu ia conseguir. Pela primeira vez em muito tempo, eu tinha um projeto, um objetivo na cabeça, e ia dar a forma necessária para conseguir o que sempre quis: submeter e humilhar minha irmã.
O atordoamento com o qual fui para a cama foi tanto que só percebi que não tinha salvo as fotos em uma pasta segura. Fiz isso.
(continua…)
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comOu no Telegram @reybaco2005
8 comentários - Doble vida
Te deseo una novela llena de éxitos una vez mas!
Vas a tener que superar a mi Sofi
Abrazo
ya vamos por el 12