Mais uma vez, continuam os encontros com o neguinho vendedor de biscoitos. Ainda com as imagens rondando minha cabeça, chegou a quinta-feira seguinte, na qual aquele trio que eu nunca imaginei que pudesse ser formado por minha mãe, a amiga dela e o garoto negro se encontrariam novamente. Sem querer, ou pensando melhor, teria sido ele quem provocou a curiosidade delas? Isso eu não saberia, mas no fundo, o que importava diante dos fatos observados e que destruíram meu coração para sempre? Da mesma forma que da última vez, esperei no parque até ver o rapaz aparecer em direção à minha casa. Segui-o a uma distância prudente e, da esquina, esperei que ele entrasse, o que não demorou a acontecer. Alguns minutos depois, me aproximei e abri a porta da minha casa com muito cuidado para não fazer barulho, e observei pelas cortinas em direção à sala. Vazia, não havia dúvidas de que mais uma vez estavam no quarto dos meus pais. Sem demora, fui pelo corredor e de lá já ouvia as vozes dos três. Acelerei o passo até o pátio e me deslizei até a abertura das cortinas, e assim tudo ficou à minha vista. Para minha surpresa, ainda estavam vestidos, embora deitados na cama e, enquanto conversavam, trocavam múltiplas carícias.
— E então, aceitam o que eu peço? — perguntou o rapaz às senhoras.
— Claro que eu aceito — respondeu a mãe do Fernando, virando-se para olhar minha mãe.
— Bom, eu também — disse minha mãe, antecipando em seu rosto o que estava por vir.
Eu não tinha ideia de qual era a proposta que o garoto tinha feito a elas, mas intuía que não seria do meu agrado. E os três procederam a se despir com a naturalidade das vezes anteriores e de se saberem amantes. Quem poderia imaginar que duas senhoras poderiam cair aos pés de um rapaz, a quem facilmente dobram a idade, mas que, com sua ousadia e sua grotesca desproporção genital, as fez cair naquele novo mundo, até então desconhecido, da infidelidade? Mais uma vez, seus corpos se mostravam a mim tal como vieram ao mundo, o da minha mãe... e a senhora Júlia, tão branca, madura mas muito bem conservada, e a do rapaz, negra como a noite. Imediatamente ele se deitou na cama, deixando à vista sua anatomia descomunal, que já começava a crescer por completo. Nem tímida nem preguiçosa, a mãe do Fernando se deitou perto da virilha do negro, enquanto sua mão deslizava de cima a baixo na pele de ébano que deixava à mostra uma glande roxa e gigantesca. Depois foi minha mãe quem se deitou do outro lado do rapaz e assim, em uníssono, as duas senhoras davam uma punheta para aquele maldito que se divertia como um porco no chiqueiro. A língua da minha mãe saboreava os contornos dos ovos inchados, como se nunca mais fosse prová-los na vida, e sua amiga subia e descia a cabeça ajudada pela mão do negro, que permitia que a senhora engolisse uma boa porção do seu pau. Como boas amigas, trocavam de lugar e assim aproveitavam cada pedaço de carne, para diversão do rapaz que sussurrava ao céu: "Deus, Deus, que senhoras gostosas" e eu, por minha parte, desejava que Deus parasse aquilo que acontecia na cama dos meus pais, mas ele nunca ouviu minhas súplicas. O imenso e deforme pedaço de pau negro era devorado, saboreado, mordiscado e lambido com uma veemência inaudita pela minha progenitora e pela progenitora do Fernando. De um momento para outro, minha mãe se mexeu, oferecendo dessa maneira algo para comer ao condenado filho da puta do rapaz, que não precisaram dizer nada para ele saber muito bem o que devia fazer e assim, sem mais, afundava sua boca e sua língua nas partes mais íntimas da minha madrinha. Com o conhecido prazer dela e desgosto e dor meus. Sem poder evitá-lo, o sessenta e nove entre eles estava formado. Minha mãe aumentou suas lambidas, pois agora era a dona momentânea daquele ferro e daqueles ovos que não escapavam à libido galopante dela. E dos quais parecia desfrutar demais, pois os enfiava na boca, desgastando-os com muito desejo. A sensação de ver sua... um corpo branco se esfregando naquele corpo negro era algo que partia meu coração e me enojava ao extremo, como minha mãe se entregava aos desejos e deixava aquele garoto aproveitar, chupando sua buceta à vontade. Os primeiros gemidos da minha mãe começaram a sair de sua garganta, que mesmo assim não parava no serviço, o pau se perdia entre seus lábios e a boceta de sua mãe fazia o mesmo, introduzindo um dedo nela, o que a fazia gritar de prazer. Alguns minutos depois os dois corpos se separaram, dando lugar à senhora Julia, cujos olhos denotavam uma angústia ou uma espera agonizante para aproveitar seu amante. De um salto, a mulher se posicionou, enfiando desesperadamente quase metade do membro viril do garoto em sua garganta, que, para acompanhar, afundou sua língua entre as dobras rosadas enquanto os pelos pubianos loiros de sua parceira sexual faziam cócegas em seu nariz. Como já mencionei antes, a química sexual entre a mãe do Fernando e o garoto era algo surpreendente, pareciam feitos um para o outro, tanto no desperdício de energia sexual quanto no ímpeto de se proporcionar prazer. Esses dois pareciam morrer em cada centímetro da pele do outro ou talvez, renascer. Não havia dúvidas, a senhora Julia havia encontrado no neguinho vendedor alguém com quem podia dar vazão a todas as suas fantasias e não havia ninguém neste mundo que pudesse evitar. Os segundos se tornaram minutos nos quais eles continuavam imersos em si mesmos, de vez em quando eu via o garoto enfiar os dedos na buceta molhada dela e depois tirá-los e saborear os fluidos da senhora. - Bom, já é hora, noivo. - disse o negro com o rosto cheio de entusiasmo e fascinação pelo que estava por vir. As duas senhoras, sem protestar, procederam a se colocar de quatro, como as vadias vis que eram, o negro de merda se posicionou atrás delas, diante disso minha mãe lhe entregou o frasco de vaselina, coisa que O cara agradeceu com uma palmada forte na bunda direita dela, que soltou um grito de surpresa. Essa era a promessa que tinham feito a ele: as duas iam deixar serem penetradas analmente de novo. Depois o rapaz, depois de untar o dedo indicador, passou ele pelo ânus da dona Julia, que divertida balançava a bunda minúscula demonstrando o prazer que sentia. Em seguida, foi acariciando a bunda da minha mãe, que não ficou atrás em fazer aquele filho da puta saber o quanto gostava dessa exploração prévia. Diante da figura das duas mulheres dispostas e entregues a serem empaladas, o garoto foi se masturbando enquanto decidia qual ânus desfrutar primeiro. Seus olhos iam de uma bunda à outra, tentando se decidir de uma vez, até que levou um dedo à boca e formou um pouco de saliva que lançou para o teto. Ao cair mais perto do lado da minha mãe, isso a indicava como a primeira a ser possuída por seu pau, que ele não parava de puxar para deixá-lo alcançar seu tamanho colossal. Lentamente, foi esfregando a cabeça roxa na entrada da minha progenitora, e pelo olhar e expressão de dor eu soube que ela tinha sentido a diferença de tamanhos.
- Sentiu, dona Olga? - perguntou o desgraçado, sabendo da resposta da minha mãe.
- Sim, aiii... tá doendo... aiii, com cuidado, por favor, Maurício - gemeu ela, agarrando-se ao travesseiro.
- É que a senhora tem muito apertado, dona Olga - respondeu ele sorrindo e apertando os dentes a cada empurrão que dava, eufórico. Ele a segurava pelos quadris sem permitir que fugisse, gozando com o sofrimento da minha mãe ao sentir seu corpo sendo atravessado por aquela massa deforme de carne.
- Não empurra mais, por favor, ai... só até aí, aiii... chega - gritou ela, arqueando as costas. Quase mais da metade do pau dele estava enfiada nos intestinos da minha mãe. Com suavidade, começou os movimentos de entrar e sair, que aumentavam de velocidade a cada vez, algo sentido por inteiro por sua companheira. ou seja, minha mãe, que não parava de gritar como um carneiro degolado diante da dor intensa que sentia. E acho que ouvir os gritos lastimáveis dela só aumentava o ímpeto do garoto, que se agarrava com as mãos aos quadris de sua vítima anal enquanto se movia num vai e vem desenfrenado, pelo gozo sublime do sexo. Os dois corpos se agitavam frenéticos, um dando e o outro recebendo, mas no fim das contas, unidos. Essa imagem estava diante dos meus olhos, mas minha mente não reagia de jeito nenhum, era como se fossem dois desconocidos — mas não eram, pois quem estava sendo sodomizada era a autora dos meus dias, que se deixava possuir com fúria e luxúria desvairada. Uns segundos depois, percebi que uma dor na minha alma se espalhava por todo o meu corpo. Minha mãe tinha virado a puta de um preto de merda. De repente, pela tesão dos dois, o moleque montou em cima dela, cobrindo-a completamente, sem parar a investida — os esfíncteres da minha pobre mãe aguentavam como podiam o tremendo pauzão enfiado na bunda dela. Os gritos dela ficaram mais intensos, até me pareceu que ela quase chorava, mas não sei se de dor ou de prazer. O que não fazia diferença nenhuma para a tristeza que a cena me causava. O garoto movia os quadris de um jeito quase incontrolável, fazendo caretas que deformavam o rosto, tudo pelo prazer intenso que o cuzinho apertado da minha mãe lhe dava. — Que grande, Deus, que grande! — ela gemeu, com o rosto meio enterrado e mordendo o travesseiro, como se estivesse possuída pela doce embriaguez do sexo. Vários minutos depois, dolorosos e tormentosos para mim, como filho, o desgraçado de merda se afastou dela, ficou sentado e olhou de trás o quão aberto devia estar o cu da minha mãe. E eu não estava errado, pelo que ouvi. — Uffff, senhora, me fez suar com uma vontade… e esse cu, pois é, bem aberto agora, senhora — disse ele, se abanando. Cara e bufando pelo trabalho realizado. - Você me arrebentou o cu, Maurício, devo estar bem aberta - respondeu minha mãe, virando para olhar para ele. Mas gostei que você me deu como ninguém nunca me deu antes. - Não há de quê, senhora, já sabe que estou aqui para o que a senhora precisar - disse ele rindo, sabendo que aquela mulher casada se oferecia como qualquer puta barata. Naquele instante, sem que dissessem nada, a mãe do Fernando se colocou de quatro, movendo insinuante sua bunda muito apetitosa e que, com aquele charme, até algumas semanas atrás desconhecido para mim ou melhor, não apreciado, fez com que o negro se aproximasse, posicionando-se atrás dela. Ele ficou observando aquela cena, como se duvidasse mais uma vez que tudo não fosse um sonho, e que na verdade aquela mulher se oferecia em total liberdade para receber seu pênis imenso. Pouco a pouco seu membro foi crescendo até se tornar aquela massa negra e deformada de dimensões incríveis, mas que seduzia sem dúvidas aquele par de senhoras, que de senhoras já não tinham nada. Foi assim que ele abriu as nádegas da senhora Júlia e esfregou com sua glande roxa e gigantesca, que quase parecia uma maçã, e a acomodou na entrada anal, e suavemente foi deixando que com o mínimo de esforço ganhasse espaço nos intestinos dela. Nossa, a senhora, sim, a cada sessão ela confirmava para mim a boa mulher que era, toda uma mulher feita para o sexo. Se você soubesse, amigo, se você soubesse do que sua mamãe é capaz. Não demorou para terminar de incrustar a glande e agora a tarefa seria muito mais fácil, embora eu, ao ver as dimensões daquele ferro, só pudesse imaginar o que as duas deviam estar sofrendo. A senhora Júlia levantou seu bumbum minúsculo, oferecendo uma vista espetacular, digna da melhor cena pornográfica, o garoto soube imediatamente o que aquilo significava, a senhora desejava sentir toda aquela pica deformada em seu interior. Enquanto ele ia embestindo suavemente, suas mãos acariciavam as deliciosas nádegas daquela mulher, daquela deusa loira e madura, que só emitia uns suspiros e gemidos quase imperceptíveis. - Continuo, senhora? - perguntou o sortudo negro de merda. - Sim, meu garanhão, ayyy... você continua sim, não pare por nada. - sussurrou a mulher totalmente entregue. Te quero dentro de mim. - Como a senhora ordenar! - respondeu satisfeito com a resposta de sua puta. Aumentando a força de seus movimentos, o garoto forçava com sua cock descomunal que certamente esmagava todos os órgãos internos da mulher, que tinha o rosto perdido entre seus braços e o cabelo dourado como o sol, despenteado e suado. O negro se acomodou melhor, e o que se seguiu após a investida que ele deu foi o grito mais brutal que já ouvi na minha vida. A puta, fodendo com o negro de merda, pela sua cara de satisfação e de prazer, tinha acabado de encher o ânus da pobre mãe do Fernando. - Uhmmm, senhora Julia, que puta boa você é para me aguentar por completo. - disse o rapaz acariciando as nádegas de sua companheira. A amiga da minha mãe não respondeu nada, ficou muda como se ter aquele enorme ferro dentro dela tivesse tapado seus pulmões. Segundos depois, o garoto começava a percorrer o canal anal dela com sua cock deforme, que saía brilhando pelo lubrificante. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes até se tornarem quase incontáveis para mim, seu membro entrava e saía com uma velocidade insólita e que aumentava com o passar dos minutos. E o que poderia dizer da senhora Julia, pois ela só deixava que ele fizesse o que lhe viesse à vontade e, nossa, como ele fez. O negro maldito continuou sodomizando a mãe do Fernando e aproveitando os espasmos que de vez em quando sacudiam o belo corpo da senhora. E não minto ao dizer que sentia certa inveja daquele garoto, pois ele tinha a sorte de desfrutar do corpo delicioso dela, e o tinha feito se deleitando com todos os seus orifícios. Muito mais animado que outras vezes, o rapaz acabou por cobri-la, coisa que ela agradeceu virando e encontrando seus lábios, e assim, estavam os dois como um par de animais no cio que desfrutam viciosamente do sexo. A mãe do Fernando arqueava o corpo permitindo que seu amante, ou como elas diziam, seu garanhão, a penetrasse com maior facilidade. Mais uma vez eu percebia sua perícia sexual ou o bom entendimento que tinham entre eles. — Que delicioso cuzinho rosado de mulher branca — gemeu o garoto sem parar a montada. Está tão apertadinho. O filho da puta ficava louco com a suave opressão que seus intestinos exerciam em seu pau. E ela, em seu próprio mundo, quase como ausente, desfrutando ou sofrendo o suplício ao qual estava sendo submetida. Sim, muito metido dentro dessa linda mulher. Os chifres do pai do Fernando deviam chegar até o segundo andar de sua casa. O calor inundava o quarto, minha mãe só conseguia observar aquele par de monstros sexuais dando rédea solta à sua luxúria. Os gemidos e gritos de sua amiga ficavam mais intensos, assim como os bufidos de boi do garoto. Era iminente que a qualquer momento terminariam. E assim, com movimentos fortes de ambos, os gritos do orgasmo se misturavam naquela estranha combinação de preto e branco. A senhora Julia deve ter sentido a porra quente inundando seus intestinos, mas pela cara de gozo que mostrava, era isso que ela estava esperando e pelo que aguentou tanta dor. Depois de tirar o pau, quão longo, grosso e negro ele era, que apesar da flacidez não deixava de mostrar um tamanho surpreendente, ele se deitou ao lado da senhora, e minha mãe ficou de joelhos, alucinada com a resistência de sua amiga. E no entanto, grande surpresa levei ao ver que minha adorada mamãezinha se aproximou da virilha do garoto e, mexendo em seu ferro, começou a brincar e chupar seus ovos deformados com o mesmo prazer das vezes passadas. Quase desenfreado era o ataque dela àquele pedaço de berinjela de carne, as lambidas se sucediam sem cessar, umas às outras, incansáveis para saborear seu gosto. O que mais eu poderia fazer que não devesse ter feito pela primeira vez? Bom, nada, apenas deixar aquelas senhoras se saciarem de sexo, sexo selvagem e molhado interracial. Mais uma vez o merdinha do garoto estava ficando excitado e isso era mais do que óbvio pelo aumento do tamanho do seu pau. E mesmo com minha mãe saboreando seus testículos, ele aproximou sua glande roxa e desejosa dos lábios de uma mulher madura, ou seja, minha mãe nesse caso. Com habilidade, ela conseguiu engolir cerca de metade daquele pedaço de carne, para meu espanto e nojo, não havia quem a detivesse e por isso mesmo eu já não me animava a tentar uma possível intervenção, pois algo dentro de mim dizia que no final eu sairia mal. Não queria saber que se eu aparecesse naqueles momentos e a obrigasse a não continuar enganando meu pai, era mais do que certo que ela não daria a mínima e continuaria se entregando ao negro. Ela seguiu com o boquete eterno, pois dava para ver que ela curtia muito o que estava fazendo, e o negro morrendo de prazer com minha mãe brincando com seu pau. E uma vez que ele estava ereto, ele ordenou que minha mãe se sentasse nele, o que ela fez sem hesitar com a ordem, e sim obedecendo como uma boa puta ao seu dono. Com muito cuidado, minha mãe se agachou e, segurando o ferro do garoto, o guiou até sua entrada anal, que ela posicionou lentamente até sentir que estava bem colocada. Entre os dois, permitiram que a penetração se completasse aos poucos, com expressões de dor marcadas às vezes no rosto da minha mãe e de prazer no do maldito negro. Com um último sentar, conseguiram que todo o comprimento e a solidez monstruosa daquele membro de ébano ficasse inserido, deixando apenas seus ovos do lado de fora para o deleite dos dois. E assim, mais uma vez, eles voltavam a curtir o sexo como nunca antes eu tinha visto minha mamãezinha e seu amante muito mais jovem que ela e sua amiga. Ajudada pelas mãos do garoto, que seguravam firmemente seus quadris, minha progenitora pulava desejosa de aproveitar cada segundo daquela deformidade que abria ao máximo seu esfíncter. Os gritos dela eram de uma mistura perturbadora de dor e prazer diante da montada que dava no garoto, que por sua vez deixava transparecer o imenso deleite que percorria seu corpo ao se divertir com o ânus da minha mãe. - Ai ai ai ai aiiiiii… que animal você é, garoto, você está me matando… - gritou minha mãe sem parar de rebolar. - Mas você gosta muito, putinha, por que não para? - respondeu o garoto sabendo o quanto sua companheira estava curtindo. - Sim, você é muito gostoso, meu neguinho. - gemeu a putinha. - Mais que o do seu marido? - perguntou tentador o filho da puta. - Simmmmmmm. - gritou descontrolada e fora de si. O negro apenas riu satisfeito, deixando para trás a cada dia as façanhas sexuais que meus pais tiveram; minha progenitora era dele. Alguns momentos depois, o garoto explodiu em gritos e seus ovos estouraram da mesma forma ao liberar seu líquido seminal nas entranhas da minha mãe. Ela ficou imóvel, sorrindo ao se sentir cheia, e se jogou para frente abraçando o garoto; entre beijos e risadas, se recuperavam de um novo coito. Enquanto isso, a senhora Julia se aproximou felinamente até ficar ao lado do garoto, que se deixou beijar por ela. Os dedos curiosos do negro começaram a invadir a buceta da mulher, que a abriu mais para um melhor trabalho de seu amante. Em um jogo perigoso, eles mergulhavam, dando vazão a todo seu êxtase sexual inesgotável pelo que via. A mãe de Fernando se aproximou do membro do garoto, que já começava a crescer, e ela foi lambendo com gula o tronco de ébano, que se enchia de veias grossas, dando-lhe um aspecto monstruoso, mas que, no entanto, a mulher não parava de saborear. Uma vez que a ferramenta do negro estava ereta, a senhora se agachou, assim como minha mãe havia feito antes, e com paciência e cuidado deslizou a glande até posicioná-la em sua abertura anal, tudo sob o olhar complacente de seu jovem amante, que sorria lascivamente e feliz por ter aquela senhora tão linda à sua disposição. - Já está no lugar, senhora. - disse o garoto. segurando-a pelos quadris. - Sim, devagar por favor, devagar meu garoto. - respondeu a puta mãe do meu amigo, enquanto suas entranhas iam recebendo o pau descomunal. Em câmera lenta, a rola nojenta foi ganhando espaço nos intestinos da senhora Julia, que parecia enlouquecer com aquilo dentro dela. Ainda sem estar totalmente encravada por completo, a mulher foi subindo e descendo, ajudada pelo filho da puta. Mais parecia que estivessem fazendo exercícios, mas não, a verdade não era essa, e sim que aquele maldito filho de uma puta sodomizava à vontade a bela mãe do Fernando. Com cada vai e vem de seus corpos, o pênis negro avantajado se introduzia mais até conseguir a soldagem completa para satisfação de ambos. Os gemidos e gritos que escapavam da garganta da amiga da minha mãe eram angustiantes em alguns momentos e, em outros, de uma embriaguez sexual. Era imperdível para qualquer pessoa essa cena que se desenrolava na cama dos meus pais, como antes, mais parecia uma cena de um filme pornográfico do que a vida real, o momento em que a senhora Julia continuava a coroar o marido com enormes corpos, tanto quanto a rola que se apoderava de seu cu. Enquanto a senhora Julia se mantinha ocupada com a bunda a ponto de estourar, minha mãe beijava o condenado negro de merda para depois subir em seu rosto e deixar à vista seu ânus, que o garoto recebeu com gosto e comeu com desenfreado, e assim, o garoto se despachava com suas duas amantes. Diante dos meus olhos, se desenvolvia o ato sexual mais impactante de toda a minha vida, que, para dor e fúria minha, tinha entre um dos participantes a minha própria mãe, que já de própria tinha muito pouco... quase nada. De um salto, minha mãe se colocou diante de sua amiga, e esta saiu, por sua vez, do lugar, deixando para trás uma rola imensa e lubrificada que ainda se mostrava desejosa e viciosa por sentir o suave calor e abrigo de um cu. Minha mãe sentou-se sobre aquela deformidade e, de uma só vez, ele se... Ele enfiou completamente, não sem arrancar um grito espetacular de dentro dela. Com sabedoria, minha mãe montava o garoto numa cavalgada anal diabólica e desafiante; alguns instantes depois, a mãe de Fernando voltava a sentar como antes, mas demonstrando toda sua perícia nas artes sexuais. Não havia dúvidas: as duas senhoras eram umas putas completas e especialistas que só desejavam saciar seu apetite carnal com aquele garoto que as seduziu sem muito esforço com seu pau descomunal. Alguns momentos depois, o garoto gozou numa ejaculação monumental — embora quem deve ter sentido assim fosse a pobre senhora Júlia, mas pelos gritos e grunhidos do maldito negro, assim deve ter sido. A mulher se movia suavemente, ainda sem se soltar da união, aproveitando ao máximo a foda, para depois se deixar cair de lado, libertando o pênis do garoto que saiu com certa dificuldade devido ao seu comprimento e ao aperto do buraco anal. Ofegante e ainda agitado pela tarefa cumprida, o maldito negro abraçou minha mãe e sua amiga, que passaram uma perna cada uma sobre o corpo do garoto, e adormeceram satisfeitos pelo coito. Eu fiquei olhando os corpos dos três quase como se fossem espectros luxuriosos que descansavam apenas para continuar. E assim foi, pois antes de eu ir embora e não ver mais, eles iniciaram seus jogos sexuais. E sempre analmente, exatamente como haviam prometido.
— E então, aceitam o que eu peço? — perguntou o rapaz às senhoras.
— Claro que eu aceito — respondeu a mãe do Fernando, virando-se para olhar minha mãe.
— Bom, eu também — disse minha mãe, antecipando em seu rosto o que estava por vir.
Eu não tinha ideia de qual era a proposta que o garoto tinha feito a elas, mas intuía que não seria do meu agrado. E os três procederam a se despir com a naturalidade das vezes anteriores e de se saberem amantes. Quem poderia imaginar que duas senhoras poderiam cair aos pés de um rapaz, a quem facilmente dobram a idade, mas que, com sua ousadia e sua grotesca desproporção genital, as fez cair naquele novo mundo, até então desconhecido, da infidelidade? Mais uma vez, seus corpos se mostravam a mim tal como vieram ao mundo, o da minha mãe... e a senhora Júlia, tão branca, madura mas muito bem conservada, e a do rapaz, negra como a noite. Imediatamente ele se deitou na cama, deixando à vista sua anatomia descomunal, que já começava a crescer por completo. Nem tímida nem preguiçosa, a mãe do Fernando se deitou perto da virilha do negro, enquanto sua mão deslizava de cima a baixo na pele de ébano que deixava à mostra uma glande roxa e gigantesca. Depois foi minha mãe quem se deitou do outro lado do rapaz e assim, em uníssono, as duas senhoras davam uma punheta para aquele maldito que se divertia como um porco no chiqueiro. A língua da minha mãe saboreava os contornos dos ovos inchados, como se nunca mais fosse prová-los na vida, e sua amiga subia e descia a cabeça ajudada pela mão do negro, que permitia que a senhora engolisse uma boa porção do seu pau. Como boas amigas, trocavam de lugar e assim aproveitavam cada pedaço de carne, para diversão do rapaz que sussurrava ao céu: "Deus, Deus, que senhoras gostosas" e eu, por minha parte, desejava que Deus parasse aquilo que acontecia na cama dos meus pais, mas ele nunca ouviu minhas súplicas. O imenso e deforme pedaço de pau negro era devorado, saboreado, mordiscado e lambido com uma veemência inaudita pela minha progenitora e pela progenitora do Fernando. De um momento para outro, minha mãe se mexeu, oferecendo dessa maneira algo para comer ao condenado filho da puta do rapaz, que não precisaram dizer nada para ele saber muito bem o que devia fazer e assim, sem mais, afundava sua boca e sua língua nas partes mais íntimas da minha madrinha. Com o conhecido prazer dela e desgosto e dor meus. Sem poder evitá-lo, o sessenta e nove entre eles estava formado. Minha mãe aumentou suas lambidas, pois agora era a dona momentânea daquele ferro e daqueles ovos que não escapavam à libido galopante dela. E dos quais parecia desfrutar demais, pois os enfiava na boca, desgastando-os com muito desejo. A sensação de ver sua... um corpo branco se esfregando naquele corpo negro era algo que partia meu coração e me enojava ao extremo, como minha mãe se entregava aos desejos e deixava aquele garoto aproveitar, chupando sua buceta à vontade. Os primeiros gemidos da minha mãe começaram a sair de sua garganta, que mesmo assim não parava no serviço, o pau se perdia entre seus lábios e a boceta de sua mãe fazia o mesmo, introduzindo um dedo nela, o que a fazia gritar de prazer. Alguns minutos depois os dois corpos se separaram, dando lugar à senhora Julia, cujos olhos denotavam uma angústia ou uma espera agonizante para aproveitar seu amante. De um salto, a mulher se posicionou, enfiando desesperadamente quase metade do membro viril do garoto em sua garganta, que, para acompanhar, afundou sua língua entre as dobras rosadas enquanto os pelos pubianos loiros de sua parceira sexual faziam cócegas em seu nariz. Como já mencionei antes, a química sexual entre a mãe do Fernando e o garoto era algo surpreendente, pareciam feitos um para o outro, tanto no desperdício de energia sexual quanto no ímpeto de se proporcionar prazer. Esses dois pareciam morrer em cada centímetro da pele do outro ou talvez, renascer. Não havia dúvidas, a senhora Julia havia encontrado no neguinho vendedor alguém com quem podia dar vazão a todas as suas fantasias e não havia ninguém neste mundo que pudesse evitar. Os segundos se tornaram minutos nos quais eles continuavam imersos em si mesmos, de vez em quando eu via o garoto enfiar os dedos na buceta molhada dela e depois tirá-los e saborear os fluidos da senhora. - Bom, já é hora, noivo. - disse o negro com o rosto cheio de entusiasmo e fascinação pelo que estava por vir. As duas senhoras, sem protestar, procederam a se colocar de quatro, como as vadias vis que eram, o negro de merda se posicionou atrás delas, diante disso minha mãe lhe entregou o frasco de vaselina, coisa que O cara agradeceu com uma palmada forte na bunda direita dela, que soltou um grito de surpresa. Essa era a promessa que tinham feito a ele: as duas iam deixar serem penetradas analmente de novo. Depois o rapaz, depois de untar o dedo indicador, passou ele pelo ânus da dona Julia, que divertida balançava a bunda minúscula demonstrando o prazer que sentia. Em seguida, foi acariciando a bunda da minha mãe, que não ficou atrás em fazer aquele filho da puta saber o quanto gostava dessa exploração prévia. Diante da figura das duas mulheres dispostas e entregues a serem empaladas, o garoto foi se masturbando enquanto decidia qual ânus desfrutar primeiro. Seus olhos iam de uma bunda à outra, tentando se decidir de uma vez, até que levou um dedo à boca e formou um pouco de saliva que lançou para o teto. Ao cair mais perto do lado da minha mãe, isso a indicava como a primeira a ser possuída por seu pau, que ele não parava de puxar para deixá-lo alcançar seu tamanho colossal. Lentamente, foi esfregando a cabeça roxa na entrada da minha progenitora, e pelo olhar e expressão de dor eu soube que ela tinha sentido a diferença de tamanhos.
- Sentiu, dona Olga? - perguntou o desgraçado, sabendo da resposta da minha mãe.
- Sim, aiii... tá doendo... aiii, com cuidado, por favor, Maurício - gemeu ela, agarrando-se ao travesseiro.
- É que a senhora tem muito apertado, dona Olga - respondeu ele sorrindo e apertando os dentes a cada empurrão que dava, eufórico. Ele a segurava pelos quadris sem permitir que fugisse, gozando com o sofrimento da minha mãe ao sentir seu corpo sendo atravessado por aquela massa deforme de carne.
- Não empurra mais, por favor, ai... só até aí, aiii... chega - gritou ela, arqueando as costas. Quase mais da metade do pau dele estava enfiada nos intestinos da minha mãe. Com suavidade, começou os movimentos de entrar e sair, que aumentavam de velocidade a cada vez, algo sentido por inteiro por sua companheira. ou seja, minha mãe, que não parava de gritar como um carneiro degolado diante da dor intensa que sentia. E acho que ouvir os gritos lastimáveis dela só aumentava o ímpeto do garoto, que se agarrava com as mãos aos quadris de sua vítima anal enquanto se movia num vai e vem desenfrenado, pelo gozo sublime do sexo. Os dois corpos se agitavam frenéticos, um dando e o outro recebendo, mas no fim das contas, unidos. Essa imagem estava diante dos meus olhos, mas minha mente não reagia de jeito nenhum, era como se fossem dois desconocidos — mas não eram, pois quem estava sendo sodomizada era a autora dos meus dias, que se deixava possuir com fúria e luxúria desvairada. Uns segundos depois, percebi que uma dor na minha alma se espalhava por todo o meu corpo. Minha mãe tinha virado a puta de um preto de merda. De repente, pela tesão dos dois, o moleque montou em cima dela, cobrindo-a completamente, sem parar a investida — os esfíncteres da minha pobre mãe aguentavam como podiam o tremendo pauzão enfiado na bunda dela. Os gritos dela ficaram mais intensos, até me pareceu que ela quase chorava, mas não sei se de dor ou de prazer. O que não fazia diferença nenhuma para a tristeza que a cena me causava. O garoto movia os quadris de um jeito quase incontrolável, fazendo caretas que deformavam o rosto, tudo pelo prazer intenso que o cuzinho apertado da minha mãe lhe dava. — Que grande, Deus, que grande! — ela gemeu, com o rosto meio enterrado e mordendo o travesseiro, como se estivesse possuída pela doce embriaguez do sexo. Vários minutos depois, dolorosos e tormentosos para mim, como filho, o desgraçado de merda se afastou dela, ficou sentado e olhou de trás o quão aberto devia estar o cu da minha mãe. E eu não estava errado, pelo que ouvi. — Uffff, senhora, me fez suar com uma vontade… e esse cu, pois é, bem aberto agora, senhora — disse ele, se abanando. Cara e bufando pelo trabalho realizado. - Você me arrebentou o cu, Maurício, devo estar bem aberta - respondeu minha mãe, virando para olhar para ele. Mas gostei que você me deu como ninguém nunca me deu antes. - Não há de quê, senhora, já sabe que estou aqui para o que a senhora precisar - disse ele rindo, sabendo que aquela mulher casada se oferecia como qualquer puta barata. Naquele instante, sem que dissessem nada, a mãe do Fernando se colocou de quatro, movendo insinuante sua bunda muito apetitosa e que, com aquele charme, até algumas semanas atrás desconhecido para mim ou melhor, não apreciado, fez com que o negro se aproximasse, posicionando-se atrás dela. Ele ficou observando aquela cena, como se duvidasse mais uma vez que tudo não fosse um sonho, e que na verdade aquela mulher se oferecia em total liberdade para receber seu pênis imenso. Pouco a pouco seu membro foi crescendo até se tornar aquela massa negra e deformada de dimensões incríveis, mas que seduzia sem dúvidas aquele par de senhoras, que de senhoras já não tinham nada. Foi assim que ele abriu as nádegas da senhora Júlia e esfregou com sua glande roxa e gigantesca, que quase parecia uma maçã, e a acomodou na entrada anal, e suavemente foi deixando que com o mínimo de esforço ganhasse espaço nos intestinos dela. Nossa, a senhora, sim, a cada sessão ela confirmava para mim a boa mulher que era, toda uma mulher feita para o sexo. Se você soubesse, amigo, se você soubesse do que sua mamãe é capaz. Não demorou para terminar de incrustar a glande e agora a tarefa seria muito mais fácil, embora eu, ao ver as dimensões daquele ferro, só pudesse imaginar o que as duas deviam estar sofrendo. A senhora Júlia levantou seu bumbum minúsculo, oferecendo uma vista espetacular, digna da melhor cena pornográfica, o garoto soube imediatamente o que aquilo significava, a senhora desejava sentir toda aquela pica deformada em seu interior. Enquanto ele ia embestindo suavemente, suas mãos acariciavam as deliciosas nádegas daquela mulher, daquela deusa loira e madura, que só emitia uns suspiros e gemidos quase imperceptíveis. - Continuo, senhora? - perguntou o sortudo negro de merda. - Sim, meu garanhão, ayyy... você continua sim, não pare por nada. - sussurrou a mulher totalmente entregue. Te quero dentro de mim. - Como a senhora ordenar! - respondeu satisfeito com a resposta de sua puta. Aumentando a força de seus movimentos, o garoto forçava com sua cock descomunal que certamente esmagava todos os órgãos internos da mulher, que tinha o rosto perdido entre seus braços e o cabelo dourado como o sol, despenteado e suado. O negro se acomodou melhor, e o que se seguiu após a investida que ele deu foi o grito mais brutal que já ouvi na minha vida. A puta, fodendo com o negro de merda, pela sua cara de satisfação e de prazer, tinha acabado de encher o ânus da pobre mãe do Fernando. - Uhmmm, senhora Julia, que puta boa você é para me aguentar por completo. - disse o rapaz acariciando as nádegas de sua companheira. A amiga da minha mãe não respondeu nada, ficou muda como se ter aquele enorme ferro dentro dela tivesse tapado seus pulmões. Segundos depois, o garoto começava a percorrer o canal anal dela com sua cock deforme, que saía brilhando pelo lubrificante. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes até se tornarem quase incontáveis para mim, seu membro entrava e saía com uma velocidade insólita e que aumentava com o passar dos minutos. E o que poderia dizer da senhora Julia, pois ela só deixava que ele fizesse o que lhe viesse à vontade e, nossa, como ele fez. O negro maldito continuou sodomizando a mãe do Fernando e aproveitando os espasmos que de vez em quando sacudiam o belo corpo da senhora. E não minto ao dizer que sentia certa inveja daquele garoto, pois ele tinha a sorte de desfrutar do corpo delicioso dela, e o tinha feito se deleitando com todos os seus orifícios. Muito mais animado que outras vezes, o rapaz acabou por cobri-la, coisa que ela agradeceu virando e encontrando seus lábios, e assim, estavam os dois como um par de animais no cio que desfrutam viciosamente do sexo. A mãe do Fernando arqueava o corpo permitindo que seu amante, ou como elas diziam, seu garanhão, a penetrasse com maior facilidade. Mais uma vez eu percebia sua perícia sexual ou o bom entendimento que tinham entre eles. — Que delicioso cuzinho rosado de mulher branca — gemeu o garoto sem parar a montada. Está tão apertadinho. O filho da puta ficava louco com a suave opressão que seus intestinos exerciam em seu pau. E ela, em seu próprio mundo, quase como ausente, desfrutando ou sofrendo o suplício ao qual estava sendo submetida. Sim, muito metido dentro dessa linda mulher. Os chifres do pai do Fernando deviam chegar até o segundo andar de sua casa. O calor inundava o quarto, minha mãe só conseguia observar aquele par de monstros sexuais dando rédea solta à sua luxúria. Os gemidos e gritos de sua amiga ficavam mais intensos, assim como os bufidos de boi do garoto. Era iminente que a qualquer momento terminariam. E assim, com movimentos fortes de ambos, os gritos do orgasmo se misturavam naquela estranha combinação de preto e branco. A senhora Julia deve ter sentido a porra quente inundando seus intestinos, mas pela cara de gozo que mostrava, era isso que ela estava esperando e pelo que aguentou tanta dor. Depois de tirar o pau, quão longo, grosso e negro ele era, que apesar da flacidez não deixava de mostrar um tamanho surpreendente, ele se deitou ao lado da senhora, e minha mãe ficou de joelhos, alucinada com a resistência de sua amiga. E no entanto, grande surpresa levei ao ver que minha adorada mamãezinha se aproximou da virilha do garoto e, mexendo em seu ferro, começou a brincar e chupar seus ovos deformados com o mesmo prazer das vezes passadas. Quase desenfreado era o ataque dela àquele pedaço de berinjela de carne, as lambidas se sucediam sem cessar, umas às outras, incansáveis para saborear seu gosto. O que mais eu poderia fazer que não devesse ter feito pela primeira vez? Bom, nada, apenas deixar aquelas senhoras se saciarem de sexo, sexo selvagem e molhado interracial. Mais uma vez o merdinha do garoto estava ficando excitado e isso era mais do que óbvio pelo aumento do tamanho do seu pau. E mesmo com minha mãe saboreando seus testículos, ele aproximou sua glande roxa e desejosa dos lábios de uma mulher madura, ou seja, minha mãe nesse caso. Com habilidade, ela conseguiu engolir cerca de metade daquele pedaço de carne, para meu espanto e nojo, não havia quem a detivesse e por isso mesmo eu já não me animava a tentar uma possível intervenção, pois algo dentro de mim dizia que no final eu sairia mal. Não queria saber que se eu aparecesse naqueles momentos e a obrigasse a não continuar enganando meu pai, era mais do que certo que ela não daria a mínima e continuaria se entregando ao negro. Ela seguiu com o boquete eterno, pois dava para ver que ela curtia muito o que estava fazendo, e o negro morrendo de prazer com minha mãe brincando com seu pau. E uma vez que ele estava ereto, ele ordenou que minha mãe se sentasse nele, o que ela fez sem hesitar com a ordem, e sim obedecendo como uma boa puta ao seu dono. Com muito cuidado, minha mãe se agachou e, segurando o ferro do garoto, o guiou até sua entrada anal, que ela posicionou lentamente até sentir que estava bem colocada. Entre os dois, permitiram que a penetração se completasse aos poucos, com expressões de dor marcadas às vezes no rosto da minha mãe e de prazer no do maldito negro. Com um último sentar, conseguiram que todo o comprimento e a solidez monstruosa daquele membro de ébano ficasse inserido, deixando apenas seus ovos do lado de fora para o deleite dos dois. E assim, mais uma vez, eles voltavam a curtir o sexo como nunca antes eu tinha visto minha mamãezinha e seu amante muito mais jovem que ela e sua amiga. Ajudada pelas mãos do garoto, que seguravam firmemente seus quadris, minha progenitora pulava desejosa de aproveitar cada segundo daquela deformidade que abria ao máximo seu esfíncter. Os gritos dela eram de uma mistura perturbadora de dor e prazer diante da montada que dava no garoto, que por sua vez deixava transparecer o imenso deleite que percorria seu corpo ao se divertir com o ânus da minha mãe. - Ai ai ai ai aiiiiii… que animal você é, garoto, você está me matando… - gritou minha mãe sem parar de rebolar. - Mas você gosta muito, putinha, por que não para? - respondeu o garoto sabendo o quanto sua companheira estava curtindo. - Sim, você é muito gostoso, meu neguinho. - gemeu a putinha. - Mais que o do seu marido? - perguntou tentador o filho da puta. - Simmmmmmm. - gritou descontrolada e fora de si. O negro apenas riu satisfeito, deixando para trás a cada dia as façanhas sexuais que meus pais tiveram; minha progenitora era dele. Alguns momentos depois, o garoto explodiu em gritos e seus ovos estouraram da mesma forma ao liberar seu líquido seminal nas entranhas da minha mãe. Ela ficou imóvel, sorrindo ao se sentir cheia, e se jogou para frente abraçando o garoto; entre beijos e risadas, se recuperavam de um novo coito. Enquanto isso, a senhora Julia se aproximou felinamente até ficar ao lado do garoto, que se deixou beijar por ela. Os dedos curiosos do negro começaram a invadir a buceta da mulher, que a abriu mais para um melhor trabalho de seu amante. Em um jogo perigoso, eles mergulhavam, dando vazão a todo seu êxtase sexual inesgotável pelo que via. A mãe de Fernando se aproximou do membro do garoto, que já começava a crescer, e ela foi lambendo com gula o tronco de ébano, que se enchia de veias grossas, dando-lhe um aspecto monstruoso, mas que, no entanto, a mulher não parava de saborear. Uma vez que a ferramenta do negro estava ereta, a senhora se agachou, assim como minha mãe havia feito antes, e com paciência e cuidado deslizou a glande até posicioná-la em sua abertura anal, tudo sob o olhar complacente de seu jovem amante, que sorria lascivamente e feliz por ter aquela senhora tão linda à sua disposição. - Já está no lugar, senhora. - disse o garoto. segurando-a pelos quadris. - Sim, devagar por favor, devagar meu garoto. - respondeu a puta mãe do meu amigo, enquanto suas entranhas iam recebendo o pau descomunal. Em câmera lenta, a rola nojenta foi ganhando espaço nos intestinos da senhora Julia, que parecia enlouquecer com aquilo dentro dela. Ainda sem estar totalmente encravada por completo, a mulher foi subindo e descendo, ajudada pelo filho da puta. Mais parecia que estivessem fazendo exercícios, mas não, a verdade não era essa, e sim que aquele maldito filho de uma puta sodomizava à vontade a bela mãe do Fernando. Com cada vai e vem de seus corpos, o pênis negro avantajado se introduzia mais até conseguir a soldagem completa para satisfação de ambos. Os gemidos e gritos que escapavam da garganta da amiga da minha mãe eram angustiantes em alguns momentos e, em outros, de uma embriaguez sexual. Era imperdível para qualquer pessoa essa cena que se desenrolava na cama dos meus pais, como antes, mais parecia uma cena de um filme pornográfico do que a vida real, o momento em que a senhora Julia continuava a coroar o marido com enormes corpos, tanto quanto a rola que se apoderava de seu cu. Enquanto a senhora Julia se mantinha ocupada com a bunda a ponto de estourar, minha mãe beijava o condenado negro de merda para depois subir em seu rosto e deixar à vista seu ânus, que o garoto recebeu com gosto e comeu com desenfreado, e assim, o garoto se despachava com suas duas amantes. Diante dos meus olhos, se desenvolvia o ato sexual mais impactante de toda a minha vida, que, para dor e fúria minha, tinha entre um dos participantes a minha própria mãe, que já de própria tinha muito pouco... quase nada. De um salto, minha mãe se colocou diante de sua amiga, e esta saiu, por sua vez, do lugar, deixando para trás uma rola imensa e lubrificada que ainda se mostrava desejosa e viciosa por sentir o suave calor e abrigo de um cu. Minha mãe sentou-se sobre aquela deformidade e, de uma só vez, ele se... Ele enfiou completamente, não sem arrancar um grito espetacular de dentro dela. Com sabedoria, minha mãe montava o garoto numa cavalgada anal diabólica e desafiante; alguns instantes depois, a mãe de Fernando voltava a sentar como antes, mas demonstrando toda sua perícia nas artes sexuais. Não havia dúvidas: as duas senhoras eram umas putas completas e especialistas que só desejavam saciar seu apetite carnal com aquele garoto que as seduziu sem muito esforço com seu pau descomunal. Alguns momentos depois, o garoto gozou numa ejaculação monumental — embora quem deve ter sentido assim fosse a pobre senhora Júlia, mas pelos gritos e grunhidos do maldito negro, assim deve ter sido. A mulher se movia suavemente, ainda sem se soltar da união, aproveitando ao máximo a foda, para depois se deixar cair de lado, libertando o pênis do garoto que saiu com certa dificuldade devido ao seu comprimento e ao aperto do buraco anal. Ofegante e ainda agitado pela tarefa cumprida, o maldito negro abraçou minha mãe e sua amiga, que passaram uma perna cada uma sobre o corpo do garoto, e adormeceram satisfeitos pelo coito. Eu fiquei olhando os corpos dos três quase como se fossem espectros luxuriosos que descansavam apenas para continuar. E assim foi, pois antes de eu ir embora e não ver mais, eles iniciaram seus jogos sexuais. E sempre analmente, exatamente como haviam prometido.
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