Esta fanfic não é de minha autoria, créditos a quem pertencem.


Depois que Himawari entrou no quarto dela, Hinata conseguiu descansar um pouco no sofá, ainda incrédula com o que tinha acontecido, com o short todo molhado, que por sorte a filha não notou. Ainda sentindo o cheiro agridoce e delicioso de Boruto no rosto inteiro, Hinata não conseguia parar de pensar na imensa rola do filho, no esperma amargo e grosso do garoto que a tinha coberto há pouco, sem saber por que aquilo era tão gostoso pra ela, a mulher simplesmente se deixou dominar pela carne mais uma vez, enfiando os dedos o mais fundo que conseguia, e apalpando as próprias tetas, até que, ao lembrar de Boruto com aquele sorriso safado, arqueando a cintura e esfregando o pau nela, Hinata conseguiu sentir um pequeno orgasmo, que a sacudiu por completo, tendo que segurar os gemidos, e desabou quase no chão por uns minutos. Boruto, assim como a mãe, não conseguiu segurar a excitação ao chegar no quarto dele, pensando no que tinha acabado de fazer com a mãe, o garoto gozou quase sem se tocar ao lembrar da cara extasiada, excitada e drogada da mãe enquanto ele gozava na garganta dela. O loiro ficou sentado de costas contra a porta do quarto, enquanto o sono o dominava depois da melhor manhã da vida dele. O garoto conseguiu ouvir uma voz suave, mas aguda, chamando ele de longe, enquanto sentia batidinhas nas costas e um frio danado no corpo todo. — Boruto!... Boruto! Mamãe mandou descer pra comer, irmãozinho, cê tá aí? Boruto finalmente conseguiu acordar, pra ver o céu escuro pela janela, e ouvir a irmã batendo na porta atrás dele. Boruto se levantou meio tonto, sem perceber que Himawari tentava abrir a porta, meio preocupada, o loiro foi jogado na cama pela porta, mal conseguindo reagir quando levantou o olhar e viu a irmãzinha na frente dele, toda corada. — Boru... Boruto, cê tá bem? Irmãozinho, me responde — dizia Himawari enquanto empurrava a porta, meio preocupada. E enquanto de repente conseguiu abrir a porta sem muito esforço, mal conseguiu balbuciar palavra ao ver o irmão, jogado na beira da cama seminu com a toalha mal cobrindo uma das pernas, e o pau dele completamente exposto, a garota de repente se sentiu sufocada, e o rosto quente igual um fogão. Irmãozinho, você tá bem? Boru... foi só o que Himawari conseguiu dizer ao se deparar com aquela cena. Depois de alguns instantes de choque dos dois irmãos, Boruto se cobriu com um cobertor, e Himawari tapou os olhos enquanto se virava, fechando a porta atrás dela, e os dois tentando se desculpar quase gaguejando. Hima... Himawari... Desculpa, eu não queria, disse Boruto ainda mais nervoso do que de manhã. Não, não te... Não é sua culpa, irmãozinho, eu não sabia que você estava... ocupado, me desculpa... Me desculpa, Boru! Gritou Himawari antes de sair correndo com a cara mais fofa e corada que Boruto já tinha visto. Hinata viu a filha correndo agitada pra sala de jantar, com o rosto completamente vermelho, a garota sentou rapidamente colocando as mãos no rosto, e respirando fundo, Hinata não conseguiu evitar de interrogar a filha. Himawari?... Você tá bem? Perguntou Hinata meio intrigada, e meio preocupada, já que não tinha visto o filho desde o "incidente". Sim... Tô... ahhhhhh bem, mamãe, tô bem, respondeu Himawari respirando fundo, e balançando um pouco a cabeça. Mmmm mas e seu irmão?, ele tá bem?, perguntou Hinata ainda mais intrigada e nervosa sem entender nada. O rosto de Himawari ficou vermelho de novo, a garota enfiou o rosto entre os braços cruzados e respondeu pra mãe com uma voz baixa e tímida. Sssss... sim, mamãe... Bo... Boru tá bem, disse a menina enquanto se cobria o rosto. Hinata ficou ainda mais desconcertada com essa resposta, mas pensou que era melhor não encher mais o saco dela já que parecia muito estressada. Boruto desceu alguns minutos depois, já vestido e muito nervoso, a mãe dele estava Colocando os pratos na mesa, Hinata se virou pro loiro, e os olhares deles se encontraram por um segundo, os dois coraram e Hinata desviou o rosto rapidamente. Mas, mesmo que Boruto se sentisse meio sem graça, ver a bunda apertada e redonda da mãe, naquela saia bege, chamou mais a atenção dele. Enquanto isso, Himawari ainda estava com a cabeça entre os braços, quando de repente o rangido áspero da maçaneta prateada da porta da frente interrompeu a cena, chamando a atenção de todo mundo ao ver a porta se abrindo devagar, com Naruto atrás dela. Um Naruto meio abatido e visivelmente cansado entrou em casa, de cabeça baixa e curvado, fechou a porta atrás de si enquanto cumprimentava a família de costas. "Tô em casa", disse Naruto sorrindo e levantando o olhar, pra ver, meio sem graça, a cena estática da família, olhando pra ele com estranheza e curiosidade — um olhar que só usariam se vissem algum bicho muito estranho de feira. Às oito da noite, desde que virou Hokage, isso nunca tinha acontecido; nunca tinham visto Naruto chegar pra um jantar há anos, o que, claro, explicava a reação de todo mundo. Todos ainda sem reação e de boca aberta olhando pro Naruto, enquanto ele sorria sem jeito, completamente perdido na situação. "Haha... Hinata?... Gente?... Tem alguma coisa errada?" perguntou Naruto meio tímido. Hinata reagiu depois de alguns segundos, saindo do choque. "Haha... bem-vindo, Naruto. Crianças, cumprimentem seu pai..." disse Hinata olhando pros dois filhos, ainda parados. As crianças reagiram na hora que Hinata falou com elas, embora ainda incrédulas. "Oi..." responderam em uníssono os dois irmãos, ainda perplexos. Naruto andou até a mesa e sentou numa das pontas, perto da filha, vendo Boruto ainda parado na escada. Chamou ele pra sentar e comer. "Boruto, vem sentar na mesa, não mordo", disse Naruto sorrindo amigavelmente pro filho ainda incrédulo. "É... já vou", respondeu Boruto. caminhando até a mesa e sentando do lado oposto da irmã. Os dois irmãos se olharam nos olhos, e saíram do choque de ver o pai quase instantaneamente ao lembrar da cena de alguns minutos atrás, ficando vermelhos e desviando o olhar rapidamente um do outro, o que chamou a atenção de Naruto. "Tá tudo bem, filhos?", perguntou Naruto, meio estranhando o comportamento da família. "Sim... tá tudo bem", disse Himawari, olhando pro pai pra não ver o irmão. Hinata chegou com alguns rolos de sushi, uma tigela de arroz e alguns molhos numa bandeja, e enquanto colocava a comida na frente do marido, sentiu uma mão pequena mas firme na bunda dela. Boruto não conseguiu evitar agarrar a bunda da mãe ao ver ela quase na cara dele, com a calcinha marcada por aquela saia curta e apertada, depois que Hinata se inclinou pra colocar na mesa os diferentes molhos da bandeja. A mãe dele, servindo a comida pro Naruto, se inclinou levemente, realçando a silhueta da calcinha naquela bunda redonda, que Boruto não conseguiu evitar agarrar com força com a mão direita, e com Hinata segurando a reação pra não fazer Naruto desconfiar mais. Hinata tentou se segurar o máximo possível, enquanto o garoto começava a apertar as nádegas dela sem piedade. Hinata conseguiu conter as reações, fazendo Naruto não perceber nada, mas quando terminou de servir, sentiu a mãozinha do filho deslizar por baixo da saia dela, enquanto os dedos do garoto exploravam a bunda dela freneticamente, até chegar no ânus, o que fez a mulher vacilar, ela que até agora tinha se segurado quase perfeitamente. Um "HAAAAH" escapou da boca de Hinata enquanto ela colocava o último molho na mesa. Naruto viu a situação, completamente perplexo e intrigado, realmente não entendia nada desde que tinha chegado, então sem rodeios perguntou, meio irritado: "O que tá rolando aqui? Todos vocês tão agindo muito estranho... Você, Hinata, tá bem?", disse Naruto. olhando fixamente para sua esposa, ou será que estão tirando sarro de mim? Que porra é essa? Hinata entrou em pânico por um momento ao ver a expressão irritada do marido, pensando que talvez ele tivesse descoberto a situação, mas isso foi rapidamente descartado ao sentir Boruto cutucando cada vez mais fundo no cu dela, meio trêmula, e quase gemendo, Hinata conseguiu retomar a postura, apoiando uma mão na cabeça loira de Boruto, agarrou a cabeça dele com força e violência, mas de um jeito que não fosse visível para Naruto, e bem irritada apertou a cabeça do filho, na esperança de que ele parasse de masturbar a bunda dela. Naruto, é... HAAAH, é a primeira vez que você aparece em casa à noite desde, HAAAH, que virou Hokage, é normal a gente estranhar, e... HAAAAH ¡¿e é nossa culpa?! Hinata conseguiu terminar, com uma voz indignada e irritada entre gemidos, por causa da mão do filho. Boruto, ao contrário da intenção da mãe, não só não parou de apalpar a bunda dela, como ficou mais excitado com a reação violenta da mãe, enfiando a mão mais fundo e de forma abrupta no cu da pobre Hinata, provocando nela quase que imediatamente um orgasmo que fez a mãe gemer sem controle. Hinata deu uma porrada forte na mesa ao sentir os três dedinhos do filho enfiados na buceta dela, tremendo e de boca aberta gemeu abrupta e vorazmente. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, disse Hinata sem mais, batendo na mesa. Naruto, em choque, entristeceu o rosto por um momento, deprimido pela agressividade de Hinata e pela indiferença que sentiu do filho ao entrar, pensou na quantidade de vezes que não tinha estado no jantar com a família, sendo rapidamente dominado por uma culpa e tristeza bem profundas, torcendo o rosto numa expressão angustiada e deprimente. Eu sei, Hinata, vocês têm razão... No que eu tô pensando? Eu realmente... desculpa, família, sei que tenho sido meio negligente com vocês, e que tenho estado muito ausente, Desculpem, eu nunca quis ser um pai ruim, eu só... — disse Naruto com um tom triste e deprimente. Hinata quase não prestou atenção no marido, pelo menos até se recuperar, e ergueu o olhar para ver a expressão angustiada de Naruto. Talvez ela tivesse exagerado nas palavras, pensou Hinata com um sentimento agridoce coberto de alívio ao entender que Naruto não tinha entendido a situação, algo que ela ainda não conseguia explicar. A partir de hoje, eu prometo que as coisas vão mudar, prometo que a partir de hoje vou vir um pouco mais seguido comer com vocês, e que vou ser um pai mais atento, eu realmente prometo, crianças... — disse Naruto com os olhos marejados, segurando as lágrimas. Por sua vez, Boruto se virou ao ouvir o gemido da mãe; toda a atenção dele tinha se voltado para ela, e para o rosto contorcido dela tentando conter a excitação. Boruto sentiu uma satisfação prazerosa ao ver a mãe tremer violentamente sobre a mesa, na frente de Naruto. — É, fala o que quiser — respondeu Boruto com desdém, fazendo uma careta debochada. Hinata conseguiu reagir alguns segundos depois do discurso de Naruto, que ainda estava deprimido, ainda mais depois de ouvir o filho. Ao ver o marido completamente arrasado, Hinata se sentiu tão mal quanto nunca na vida; nunca tinha sentido tanta raiva de si mesma e tanta pena do pobre Naruto. — Não se preocupa, Naruto, a gente entende como é difícil ser Hokage. Você não foi um marido ruim, é só que a gente não tava acostumada a te ver aqui há muito tempo, mas a gente te ama, então não vai chorar, amor — disse Hinata se aproximando do marido e beijando a testa dele, com uma voz doce e carinhosa. Naruto não conseguiu segurar umas lágrimas ao sentir o abraço e o beijo da esposa, enquanto também notou que Himawari apertava com força o braço dele, ainda escondendo o rosto entre os braços. Boruto, por outro lado, se levantou repentina e violentamente da mesa, irritado e sem vontade de participar da cena melosa, e com Uma expressão de repulsa nos olhos dela. Hinata, vendo a reação mimada do filho, fulminou ele com o olhar, tentando fazê-lo parar, sem efeito algum. BORUTO! VEM CÁ AGORA MESMO!, disse Hinata vendo o garoto andando sem dar a mínima atenção. BORUTO, VEM CÁ NESTE INSTANTE E PEDE DESCULPAS PRO SEU PAI, OU VOCÊ VAI SE ARREPENDER! Disse Hinata batendo na mesa de raiva. Mesmo com os gritos e o olhar da mãe, quase enlouquecida de raiva, Boruto não se mexeu nem um pouco. BORUTO! Gritou Hinata de novo, meio desesperada. VAI TOMAR NO CU, MÃE, E ME DEIXA EM PAZ!, berrou o loiro enquanto subia as escadas, sem olhar pra trás. Menininho mimado, já vai ver, disse Hinata andando furiosa em direção às escadas, sentindo de repente a mão de Naruto no braço dela. Tá tudo bem, não é culpa dele, eu sou o pai e passei muito pouco tempo com ele, então deixa ele por enquanto, com certeza quando ele me ver mais vezes por aqui as coisas mudam, disse Naruto sorrindo largamente pra esposa. Hinata se acalmou com as palavras de Naruto, e a noite seguiu sem mais problemas. Depois que Himawari foi pra cama, Hinata finalmente pôde ficar a sós com Naruto, o que fez ela pensar que hoje teriam intimidade. E hoje você vai dormir aqui? perguntou Hinata enquanto arrumava a mesa, já intuindo a resposta ao ver o marido tirando uma pilha enorme de papéis sobre a mesma mesa. Bom, quase… ainda tenho muita papelada pra preencher, essa foi a condição que o Shikamaru me impôs pra me deixar vir jantar, disse Naruto sorrindo de orelha a orelha. Hinata sentiu de novo aquele incômodo aperto culpado no estômago ao ouvir isso depois da bronca que deu nele há pouco, sem contar todo o resto, então estendeu as mãos suaves pro rosto de Naruto, segurou as bochechas dele, deu um beijo na testa e desejou sorte no trabalho. Termina logo, amor, e descansa um pouco, disse Hinata gentilmente enquanto Naruto concordava. Hinata, depois de tomar um banho e refletir sobre tudo que Depois que aquele dia passou, ela foi dormir bem pensativa. Boruto ainda tava com a cabeça cheia de confusão: por um lado, não conseguia parar de pensar em como a manhã tinha sido gostosa, mas por outro, tava com sentimentos misturados ao ver Naruto chegar pra comer, pela primeira vez. Boruto ouviu a voz suave e tradicional da mãe chamando ele da cozinha, o loiro levantou atordoado como sempre, mas com uma baita fome depois de tudo que rolou na noite anterior. Boruto desceu as escadas devagar, com os olhos semiabertos, seguindo o cheiro de Takoyaki que vinha da sala. Hinata tinha passado a noite toda se recriminando de novo pelas ações dela. O sentimento de culpa não deixou ela dormir muito bem; ver Naruto se sacrificando pra ver a família, enquanto ela... fazia aquelas coisas tão pervertidas com o próprio filho, isso era imperdoável. Ela se sentia a pior mãe do mundo e, ao mesmo tempo, não sabia como parar de pensar no seu filho adorável, rebelde e excitante. Hinata não sabia como parar de se tocar, se esfregar e babar no travesseiro, pensando naquela imagem do Boruto tratando ela como uma puta. A culpa corroía ela tanto quanto a excitação, e foi assim pelo resto da noite. Depois dos orgasmos e da estagnação, após dormir umas horas, Hinata disse pra si mesma que isso nunca mais podia acontecer. Ela era uma mãe horrível por quase ter estuprado o filho e não podia pensar em fazer algo ainda pior. Então, com uma convicção firme, mas repetitiva, Hinata evitou o quarto do garoto, pensando que quanto menos contato tivesse com ele, menos problemas teria pra se segurar. Ou pelo menos foi o que ela pensou até ver o filho recém-acordado, numa camiseta simples, coçando a barriga lisa e definida, com uma grande ereção coberta só por aquela cueca preta, descendo a escada completamente relaxado e ainda bocejando. — Oi, mamãe. Ahhhh, o que tem de café da manhã? — disse Boruto com uma voz sonolenta e relaxada. — Hoje fiz um pouco de peixe com arroz e... Um par de salsichas, respondo Hinata quase hipnotizada com a imagem sensual do filho, que não durou muito ao lembrar da noite anterior. BORUTO! Nada de "oi, mamãe" disse Hinata imitando o garoto, não, ontem você foi um menino malcriado e mimado continuou a mãe retomando sua determinação, ontem à noite seu pai tentou te agradar, e você nem cumprimentou ele, como você é tão egoísta?, terminou a bronca Hinata com um tom indignado, e um pouco violento. Boruto continuou andando até a mesa entre bocejos e ignorando completamente a bronca da mãe, sentou esperando o café da manhã. Mamãe, tô com fome, por favor me traz o café respondeu Boruto com a mesma voz sonolenta e relaxada. Hinata rangeu os dentes e lançou um olhar sádico depois de ser ignorada pelo filho, bastardo metido, vou dar uma lição na sua bunda gostosa e idiota, pensou Hinata com um olhar sádico para Boruto. Tá bem, Boru, já vou te trazer o café, respondeu Hinata com um tom suave mas forçado, que Boruto não percebeu, ainda com sono. Uns cinco minutos depois, Hinata voltou com o peixe assado e uma tigela de arroz e com um sorriso de orelha a orelha a mulher colocou o prato na frente de Boruto. Peixe frito com um pouco de arroz, vamos, come rápido que esfria, Boru disse Hinata com um sorriso radiante. Boruto sentiu o cheiro delicioso do peixe, com muito apetite e muita ansiedade o garoto pegou o peixe com a mão, e deu uma mordida grande, e depois de alguns milissegundos, sentiu o inferno se soltar na boca dele. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, gritou o loiro cuspindo o peixe e engolindo às pressas o arroz da tigela, o que fez ele repetir o gemido enquanto corria pro banheiro e abria a torneira completamente, colocando o rosto debaixo da pia. Hinata não conseguiu evitar dar risada ao ver seu filho inocente desesperado atrás de algum líquido, depois de ter provado um peixe cheio de uma pimentinha vermelha pequena, que uns anos atrás começaram a cultivar nos arredores da vila. Enquanto Boruto ainda tentava salvar a boca na pia, Hinata se colocou na frente dele, com uma garrafa na mão e uma expressão debochada. "Isso é o que dá quando você trata mal sua mãe, Boru", disse Hinata entre risadas, olhando para o pobre loiro lutando contra a pimenta. Boruto olhou furioso para a mãe zombeteira, com o rosto inclinado sobre a pia. "Pru, Boru, para de me olhar assim e bebe um gole de porra", disse Hinata segurando o riso e estendendo a mão com a garrafa. Boruto pegou a garrafa rapidamente e virou de uma vez quase sem respirar. "Calma, Boru, você vai se engasgar, além disso, um copo basta, a porra é ótima pra tirar o gosto daquela pimenta", disse Hinata ao ver que ele tinha bebido tudo de um gole só. Boruto respirou fundo depois de beber toda a porra, desabando no chão e relaxando um pouco. "Que porra é essa, mãe?!" perguntou o garoto, completamente irritado e surpreso, depois de alguns minutos descansando. Hinata endureceu o olhar, lembrando do tratamento do filho na noite anterior e da tentativa fracassada de Naruto de se aproximar dele, com aquela atitude cruel em relação ao pai. "Isso quem deveria dizer sou eu, Boruto, você nunca me tratou como ontem à noite, aquilo foi humilhante", disse Hinata, visivelmente irritada, mas com olhos suaves e tristes, marejados, que atingiram o loiro. Boruto baixou a cabeça, deixando que a franja molhada pela água cobrisse seus olhos. O garoto sentiu uma leve dor no peito, que se espalhou rapidamente como um nervosismo deprimente por todo o corpo. "Você... você... nunca mais, nunca pode me tratar assim de novo, entendeu? Nunca mais! Eu te peço, Boru, nunca mais me trate assim de novo", continuou Hinata com um tom irritado, mas trêmulo. Nunca na vida como mãe ela teve que lidar com algo parecido, era a primeira vez que Boruto agia daquele jeito com ela. "Mãe, eu... eu... me perdoa, eu não queria te tratar mal, eu só... me perdoa, mãe, por favor, me perdoa", disse o garoto, com a cabeça Agachada e com os olhos cobertos pelo cabelo, completamente parado e um pouco curvado. Hinata viu as lágrimas escorrendo pelas bochechas macias e ternas dele, e com carinho e amor, na sequência, envolveu Boruto com os braços, apertando-o forte entre os peitos e os braços dela. "Se Boru te perdoou, eu te perdoo também, então não chora que você vai me fazer chorar também", disse Hinata com Boruto nos braços, esfregando o cabelo loiro e liso dele, ainda úmido. Boruto, ao sentir o corpo quente e tranquilizante da mãe o envolvendo completamente, por um momento esqueceu da situação, por um momento sentiu aquelas duas nuvens imensas e deliciosas pressionadas contra o rosto dele, por um momento esqueceu que era a Hinata quem estava na frente dele, erguendo as mãos até a bunda redonda da Hinata. Hinata não conseguiu fazer nada além de segurar a vontade de devorar o filho gostoso dela ao sentir o pau enorme do Boruto pressionando entre as pernas dela, e com aquelas mãozinhas pequenas mas firmes apertando a bunda dela, Hinata quase sucumbindo aos desejos, lembrou do Naruto de novo, da tristeza no rosto do marido ao ver a indiferença do filho, e da noite em claro que ele passou para estar ali, o que ajudou ela a controlar os impulsos e desejos mais baixos. "Boru, você também tem que dar uma chance pro seu pai, o Naruto tá se esforçando pra caramba por você, devia ser mais legal com ele", disse Hinata soltando o Boruto e abaixando as mãos dele da bunda dela. Boruto saiu do transe ao ouvir a palavra "Naruto", e perceber a mãe abaixando as mãos daquela bunda deliciosa e firme, sussurrou sem se mexer. "Então tudo isso é por causa daquele idiota", sussurrou Boruto ainda com a cabeça baixa. E ainda excitado, o garoto ergueu o olhar para a mãe, raivoso e violentamente, e também deu um pequeno empurrão afastando ela dele, com uma careta visível e nojenta que desconcertou a Hinata no começo. "Eu te odeio, mãe, te odeio você e aquele imbecil", disse Boruto antes de sair correndo de novo para o quarto dele. Quarto. Hinata não teve reação alguma, chocada com o ato repentino do filho, e ao mesmo tempo excitada, olhando fixamente para a bundinha redonda do filho se afastando rapidamente. Boruto bateu a porta do quarto com violência, para se enfiar rapidamente debaixo das cobertas, com uma estranha amargura que nunca tinha sentido antes, pensativo nas palavras de Hinata, o garoto dormiu em poucos minutos. Boruto sentiu novamente aquela mãozinha delicada e suave, no seu abdômen, passeando lenta e suavemente, e descendo aos poucos até chegar na sua pélvis, e sentir como seu pau estava sendo apertado, através da cueca, o que fez com que ele abrisse os olhos lentamente. Hinata estava na frente dele, sentada, ao lado da cama dele, bagunçando o cabelo dele. Boruto viu que ainda estava com as cobertas em cima, então descartou que sua mãe fosse a do sonho, pelo menos foi o que o ingênuo loiro pensou. Sua mãe estava sentada na altura do peito dele, radiante e linda, enquanto os raios de sol banhavam sua imagem, com o olhar meigo que sempre dedicava à sua família, e especialmente a Boruto. Hinata continuou bagunçando os cabelos de Boruto. — Mãe?... o que você tá fazendo? — perguntou o garoto atordoado. — Só te perturbando — disse Hinata, sorrindo maliciosamente. Hinata desceu a mão até a bochecha do garoto, enquanto dava um beijo na testa dele. — Mã... Mãe? Tá tudo bem? — perguntou Boruto, ainda desconcertado com a situação. — Sim, Boru, só... só queria falar com você, mais calmamente. Ontem aconteceram tantas coisas que a gente nem conseguiu conversar sobre isso — respondeu Hinata, ainda com a mão roçando suavemente as bochechas do filho. Boruto virou a cabeça, meio corado, para o outro lado da cama, sem dizer nada. — Haha, você é tão fofo, Boru — disse Hinata, esboçando um leve sorriso. — Não é verdade — respondeu Boruto, ainda ruborizado e sem olhar para a mãe. — Bom, Boru, eu só quero te dizer que o de ontem... O de ontem de manhã não foi sua culpa, e que o do apimentado também foi algo... Que idiota fui, então me perdoa pelas duas coisas, não sei por que deixo meus impulsos me controlarem, então me perdoa, Boru, por favor me perdoa por tudo, não quero que você me odeie, disse Hinata com um semblante triste, mas enternecedor. Boruto virou o rosto para Hinata, corado, mas seguro. Eu, eu não te odeio, mamãe, e você não precisa me pedir perdão por nada, ontem eu fui… Muito grosso, não devia ter sido, respondeu Boruto pegando a mão da mãe e acariciando com a sua. Os dois ficaram em silêncio, se olhando fixamente por alguns segundos, até que coraram e se soltaram ao mesmo tempo. De… De qualquer forma, Boru, ainda tem uma coisa que quero tratar com você, disse Hinata meio sem jeito e nervosa. Bem, mamãe, você não precisa falar, eu sei que o de ontem foi errado, mas… Mas…, Boruto respondeu com nervosismo e vergonha. O quê? Não, filho, o de ontem foi muito errado, e nunca mais vou fazer de novo, não vou mais te incomodar assim, te prometo, Boru, respondeu Hinata com um tom firme e autoritário. Sim, haha claro, mamãe, haha você tem razão, respondeu Boruto tentando disfarçar a intenção, entre risadinhas forçadas. Bem, Boru, como eu ia dizendo, tem outra coisa que quero te falar, mas… mas quero que me prometa que vai me ouvir, disse Hinata. Boruto mudou a expressão e se virou rapidamente para a parede. Não… respondeu firme e categoricamente o loiro de costas para a mãe. Por favor, Boru, ele não é tão ruim quanto você pensa, será que não lembra como você gostava dele quando era pequeno? Você passava o tempo todo grudado no Naruto, dá uma chance pra ele, eu te imploro, disse Hinata suplicando ao filho ainda de costas. Que não, repetiu o garoto de novo, tão categórico e seguro quanto antes. Nem por mim?, perguntou Hinata tentando convencê-lo. Não, nem por você, respondeu o loiro sem um pingo de dúvida. Ahhh, sabia que você ia dizer isso, mas tenho uma proposta, Boru, disse Hinata entre suspiros. Não, respondeu de imediato o garoto sem nem ouvir Hinata. Hinata pegou o Pego Boruto pelo braço e viro ele de frente pra ela, à força, com a mesma expressão sádica e carinhosa que fazia quando ficava brava. "Boruto, me escuta antes de decidir, tá bem?" Perguntou a mãe, com um tom suave mas agressivo. "Tá, mas vou dizer não", respondeu o garoto, encarando a mãe com altivez, sem se intimidar, quase com um olhar de desafio. Hinata ficou um pouco irritada, mas segurou o pequeno acesso de raiva pelo bem da família. "Beleza, Boru, vamos jogar dados", disse Hinata num tom sério e sóbrio. "Que, que?" Respondeu Boruto, sem entender nada do que a mãe tinha dito. Hinata sorriu de leve. "Isso mesmo, mais exatamente vamos apostar nos dados. Se você ganhar, te dou o que quiser: um videogame novo, ou te dou o dinheiro pra comprar." "Não, não quero nada novo", respondeu Boruto, seco. "Espera, Boru, até vou te ajudar a colar na escola se precisar, te ajudo com algum jutsu avançado que você quiser, faço o que você quiser", respondeu Hinata, meio desesperada. Boruto olhou pra mãe, incrédulo. Ela até ajudaria ele a colar? Palavras assim nunca tinham saído da boca dela. "Talvez eu possa me divertir apostando com a mamãe", pensou o loiro. "E... e se você ganhar?" Perguntou Boruto, baixando um pouco a agressividade. "Bom, se eu ganhar, você faz uma coisa que eu mandar, tipo tratar melhor seu pai", respondeu Hinata, meio animada depois de ver o interesse do filho. Boruto pensou por um momento enquanto Hinata se levantava da cama, tranquila, vendo que ele tinha mordido a isca. "Tá bom, mamãe, é um trato", respondeu Boruto depois de um minuto pensando. "Mas tem mais uma coisa, Boru", disse Hinata, sorrindo de leve. "Tá bom, não importa, o que é?" Respondeu o garoto, animado. "A gente vai jogar esse jogo com o Naruto e a Himawari depois do jantar", disse Hinata, com tom autoritário e debochado. "Isso é trapaça, mamãe, eu não quero jogar com o papai, não é justo", respondeu Boruto, claramente puto. "Pois sem isso não tem trato, Boru, você —Decide —disse Hinata, sorrindo ternamente para o filho. Boruto murmurou alguns xingamentos baixinho, aceitando segundos depois a condição da mãe. Hinata, safada e feliz por ter conseguido que Boruto e Naruto passassem um tempo juntos, saiu do quarto. Boruto desceu as escadas animado; por algum motivo, sentia aquela sensação excitante que teve dias antes com Hinata. Sorrindo e com um olhar safado, desceu as escadas correndo. —Oi, irmão, como você tá? Não saiu do quarto o dia inteiro — disse Himawari, cumprimentando o irmão animado. —É, Boru, sei que você tá de férias, mas precisa sair de vez em quando. Ficar trancado o dia todo faz mal — disse Hinata, colocando alguns pratos na mesa. —Haha, é, desculpa, só tava meio concentrado — disse Boruto, sentando ao lado de Himawari. —Seu pai deve estar chegando, então esperem ele pra comer — disse Hinata, colocando mais dois pratos na cabeceira da mesa, perto de Himawari. Cinco minutos depois, Naruto chegou, curvado e visivelmente cansado, mas sorrindo, como era característico dele. —Oi, família, cheguei — disse Naruto, com um tom alegre, mas forçado e fraco. —Oi, pai, você vai jantar com a gente hoje, né? — cumprimentou Himawari, bem animada. —Oi, Naruto, vem sentar e comer, você deve estar com fome — disse Hinata, mostrando o lugar ao lado da filha. Naruto foi até a mesa, com bastante fome e quase desmaiando ao sentar. —Haha, é, verdade, tô com fome mesmo. Oi, Boruto, curtiu seu dia de folga? — respondeu Naruto, tentando se conectar com o garoto. Hinata deu um olhar rápido e cortante para o filho, que soltou um longo suspiro antes de dar um seco "oi" para o pai. —Oi — disse Boruto, seco. Durante a refeição, Hinata explicou rapidamente as regras do jogo: jogariam com três dados cada um, e quem adivinhasse a quantidade de faces de um mesmo número que estivesse na mesa ganhava. Se duas pessoas adivinhassem um número... Diferente, o número mais alto ganhava, e quem ganhasse podia pedir qualquer desejo. Todo mundo concordou, embora a Himawari tenha sido a que mais teve dificuldade pra entender o jogo. Naruto saiu rapidinho atrás da filha, já que o cansaço não deixava ele pensar direito, mas ele realmente curtia ver a família dele sorrindo junta por um tempinho, até mesmo o próprio Boruto. "Hahaha, perdeu, pai! Agora só sobrou eu e a mamãe", exclamou o Boruto todo orgulhoso. "Haha, é sim, Boruto, você é muito bom nisso", respondeu Naruto sorrindo pro filho. "Verdade, né? Hahahaha", disse Boruto se acabando de rir, todo convencido. "Não é justo, eu não entendo as regras", resmungou Himawari, fazendo biquinho. "Bom, não canta vitória, Boru, que você ainda tem que vencer a mestra do jogo", disse Hinata enquanto sacudia os dados naquele copo com a mão esquerda. Boruto olhou seguro e debochado pra mãe, levantando o copo dele e colocando rapidamente na mesa de novo. "Hahaha, mamãe, você só passou na sorte, vai perder pro grande Boruto!", respondeu o loirinho se levantando em cima da cadeira. "Beleza, acho que tem quatro cincos", respondeu Hinata sem dar bola pro filho animado. "Hahaha, eu aposto que tem cinco seis", disse Boruto sentando entre risadas. Hinata suspirou e colocou a cabeça na mesa enquanto Boruto se acabava de rir pela vitória. "Ele é muito bom nisso mesmo", pensou Hinata, enquanto Himawari foi dormir irritada por não entender bem o jogo. "Bom, filho, o que você vai pedir?", perguntou Naruto já morrendo de vontade de terminar o trabalho que faltava e dormir um pouco. Boruto, já mais calmo, não fazia ideia do que pedir, então pensou por uns dois minutos. "Bom, Boru, se quiser, amanhã faço hambúrguer, que é o seu favorito", disse Hinata tentando evitar que o menino pedisse algo muito caro. "Ou talvez você queira que eu compre alguma coisa, algum videogame que você ainda não tem", disse Naruto sem muita ideia do que fazer. Boruto sorriu de orelha a orelha, levantou o olhar e esticou os braços bocejando. "Ohhhhhhhhhhhhhhhhhh, hoje... Só quero dormir, mmmmmmm já sei, hoje só quero dormir com a mamãe, exclamou Boruto, olhando sorridente e carinhosamente para Naruto, depois de bocejar um pouco. Hinata corou ao ouvir o pedido do filho, querendo negar tal coisa, mas sem ousar dizer algo que fizesse Naruto pensar mal. Haha, Boru, você já está grande pra isso, por que não pede outra coisa?, respondeu Hinata sorrindo sem jeito. Mas mamãe, eu quero dormir na sua cama, você disse que eu podia pedir o que quisesse, resmungou Boruto fazendo bico, com uma expressão irritada. Haha love, não vejo nada de errado em ele querer dormir na nossa cama, afinal, ela é bem grande e confortável, deixa ele dormir com você hoje, respondeu Naruto tentando ficar a favor do filho, sem ver problema nenhum em ele dormir com Hinata. Mas..... Ahhhhhhhhh, tá..... Tá bem..... Mas... mas e você, Naruto?, respondeu Hinata nervosamente e meio corada. Não se preocupa comigo, Hinata, eu durmo aqui na sala, ainda tenho muito trabalho pra fazer, respondeu Naruto tirando alguns papéis da maleta. Boruto levantou da cadeira e puxou a mãe pra irem logo dormir. Boruto, primeiro vai colocar o pijama, disse Hinata se levantando e andando até o quarto. Haha até amanhã, papai, disse Boruto subindo as escadas correndo. Boruto entrou no quarto dos pais depois de vestir uma bermuda e uma camiseta regata, a mãe já estava deitada, com os olhos fechados tentando dormir, o que não impediu Hinata de notar a grande ereção que saía daquela bermuda vermelha, mas ainda excitada, tentou continuar fingindo que estava dormindo profundamente. Então Boruto, sem fazer muito barulho, se meteu debaixo das cobertas e abraçou a mãe, enquanto colava o corpo todo nela, lentamente levou o braço esquerdo por baixo do braço da mãe, levando a mãozinha até as enormes tetas que tanto amava, enquanto colocava a boca no pescoço macio e cheiroso da mãe. Mamãe, sei que você não está dormindo. Uma pessoa dormindo não fica olhando pra minha pica por tanto tempo, sussurra o loiro apertando o peito da mãe, e fazendo ela soltar um gemidinho. HAAAAAH!, exclama Hinata. Boruto tentou passar a mão direita por baixo do outro braço da mãe, com um pouco de resistência, então ele subiu a mãozinha até o mamilo de Hinata e o pegou entre dois dedinhos, apertando com força, fazendo Hinata gemer. Não seja malvada, mamãe, e deixa eu receber meu prêmio, sussurra o garoto de novo. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, não…, a gente não devia fazer… HAAAAAAAAAAAAAAAH, isso, responde a mãe, entre gemidos, tentando não soltar um muito alto. Cala a boca e abre as pernas, mamãe, você prometeu, lembra?, disse Boruto colando ainda mais a pica no corpo de Hinata, e torcendo um pouquinho mais o mamilo esquerdo da mãe. Hinata gemeu de prazer, completamente excitada, e ao mesmo tempo apavorada com o que ia acontecer. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHA, HAAAAAAAAAAAAAAAH, espera, Boru, você não pode, isso não, a gente não pode chegar a HAAAAAAAAAAAAAAAH, gemeu Hinata. Já te falei pra calar a boca e abrir as pernas, mamãe, e fica tranquila, só vou colocar entre suas pernas, é só isso, eu prometo, respondeu o garoto abaixando o short, e tirando a pica imensa e nua junto das pernas da mãe. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, isso… HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. Hinata mal conseguiu balbuciar alguma coisa, ao sentir o pênis enorme do filho roçando suas pernas, entrando no meio delas, e abrindo caminho para enfiar violentamente, deixando toda resistência de lado. Hinata sentiu as mãozinhas do filho apertando seus peitos, seus mamilos sendo torcidos, cruelmente, enquanto ela mal conseguia segurar os gemidos. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, Boru, HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, Hinata tremeu ainda mais quando sentiu a mão esquerda do filho descer devagar, apalpando sua barriga, até chegar na sua buceta. curto, como os dedos do filho brincavam como crianças na buceta dela, tocando lugares de um jeito que ela nunca tinha sentido. Boruto, suavemente, começou a lamber o pescoço dela, o cheiro excitante da mãe só fazia ele querer devorá-la. Completamente excitado, mordeu a orelha da mãe, o que fez Hinata apertar as pernas com força, chegando ao orgasmo simultâneo e mútuo, gozando entre os lençóis. Boruto e Hinata dormiram profundamente depois disso.



Depois que Himawari entrou no quarto dela, Hinata conseguiu descansar um pouco no sofá, ainda incrédula com o que tinha acontecido, com o short todo molhado, que por sorte a filha não notou. Ainda sentindo o cheiro agridoce e delicioso de Boruto no rosto inteiro, Hinata não conseguia parar de pensar na imensa rola do filho, no esperma amargo e grosso do garoto que a tinha coberto há pouco, sem saber por que aquilo era tão gostoso pra ela, a mulher simplesmente se deixou dominar pela carne mais uma vez, enfiando os dedos o mais fundo que conseguia, e apalpando as próprias tetas, até que, ao lembrar de Boruto com aquele sorriso safado, arqueando a cintura e esfregando o pau nela, Hinata conseguiu sentir um pequeno orgasmo, que a sacudiu por completo, tendo que segurar os gemidos, e desabou quase no chão por uns minutos. Boruto, assim como a mãe, não conseguiu segurar a excitação ao chegar no quarto dele, pensando no que tinha acabado de fazer com a mãe, o garoto gozou quase sem se tocar ao lembrar da cara extasiada, excitada e drogada da mãe enquanto ele gozava na garganta dela. O loiro ficou sentado de costas contra a porta do quarto, enquanto o sono o dominava depois da melhor manhã da vida dele. O garoto conseguiu ouvir uma voz suave, mas aguda, chamando ele de longe, enquanto sentia batidinhas nas costas e um frio danado no corpo todo. — Boruto!... Boruto! Mamãe mandou descer pra comer, irmãozinho, cê tá aí? Boruto finalmente conseguiu acordar, pra ver o céu escuro pela janela, e ouvir a irmã batendo na porta atrás dele. Boruto se levantou meio tonto, sem perceber que Himawari tentava abrir a porta, meio preocupada, o loiro foi jogado na cama pela porta, mal conseguindo reagir quando levantou o olhar e viu a irmãzinha na frente dele, toda corada. — Boru... Boruto, cê tá bem? Irmãozinho, me responde — dizia Himawari enquanto empurrava a porta, meio preocupada. E enquanto de repente conseguiu abrir a porta sem muito esforço, mal conseguiu balbuciar palavra ao ver o irmão, jogado na beira da cama seminu com a toalha mal cobrindo uma das pernas, e o pau dele completamente exposto, a garota de repente se sentiu sufocada, e o rosto quente igual um fogão. Irmãozinho, você tá bem? Boru... foi só o que Himawari conseguiu dizer ao se deparar com aquela cena. Depois de alguns instantes de choque dos dois irmãos, Boruto se cobriu com um cobertor, e Himawari tapou os olhos enquanto se virava, fechando a porta atrás dela, e os dois tentando se desculpar quase gaguejando. Hima... Himawari... Desculpa, eu não queria, disse Boruto ainda mais nervoso do que de manhã. Não, não te... Não é sua culpa, irmãozinho, eu não sabia que você estava... ocupado, me desculpa... Me desculpa, Boru! Gritou Himawari antes de sair correndo com a cara mais fofa e corada que Boruto já tinha visto. Hinata viu a filha correndo agitada pra sala de jantar, com o rosto completamente vermelho, a garota sentou rapidamente colocando as mãos no rosto, e respirando fundo, Hinata não conseguiu evitar de interrogar a filha. Himawari?... Você tá bem? Perguntou Hinata meio intrigada, e meio preocupada, já que não tinha visto o filho desde o "incidente". Sim... Tô... ahhhhhh bem, mamãe, tô bem, respondeu Himawari respirando fundo, e balançando um pouco a cabeça. Mmmm mas e seu irmão?, ele tá bem?, perguntou Hinata ainda mais intrigada e nervosa sem entender nada. O rosto de Himawari ficou vermelho de novo, a garota enfiou o rosto entre os braços cruzados e respondeu pra mãe com uma voz baixa e tímida. Sssss... sim, mamãe... Bo... Boru tá bem, disse a menina enquanto se cobria o rosto. Hinata ficou ainda mais desconcertada com essa resposta, mas pensou que era melhor não encher mais o saco dela já que parecia muito estressada. Boruto desceu alguns minutos depois, já vestido e muito nervoso, a mãe dele estava Colocando os pratos na mesa, Hinata se virou pro loiro, e os olhares deles se encontraram por um segundo, os dois coraram e Hinata desviou o rosto rapidamente. Mas, mesmo que Boruto se sentisse meio sem graça, ver a bunda apertada e redonda da mãe, naquela saia bege, chamou mais a atenção dele. Enquanto isso, Himawari ainda estava com a cabeça entre os braços, quando de repente o rangido áspero da maçaneta prateada da porta da frente interrompeu a cena, chamando a atenção de todo mundo ao ver a porta se abrindo devagar, com Naruto atrás dela. Um Naruto meio abatido e visivelmente cansado entrou em casa, de cabeça baixa e curvado, fechou a porta atrás de si enquanto cumprimentava a família de costas. "Tô em casa", disse Naruto sorrindo e levantando o olhar, pra ver, meio sem graça, a cena estática da família, olhando pra ele com estranheza e curiosidade — um olhar que só usariam se vissem algum bicho muito estranho de feira. Às oito da noite, desde que virou Hokage, isso nunca tinha acontecido; nunca tinham visto Naruto chegar pra um jantar há anos, o que, claro, explicava a reação de todo mundo. Todos ainda sem reação e de boca aberta olhando pro Naruto, enquanto ele sorria sem jeito, completamente perdido na situação. "Haha... Hinata?... Gente?... Tem alguma coisa errada?" perguntou Naruto meio tímido. Hinata reagiu depois de alguns segundos, saindo do choque. "Haha... bem-vindo, Naruto. Crianças, cumprimentem seu pai..." disse Hinata olhando pros dois filhos, ainda parados. As crianças reagiram na hora que Hinata falou com elas, embora ainda incrédulas. "Oi..." responderam em uníssono os dois irmãos, ainda perplexos. Naruto andou até a mesa e sentou numa das pontas, perto da filha, vendo Boruto ainda parado na escada. Chamou ele pra sentar e comer. "Boruto, vem sentar na mesa, não mordo", disse Naruto sorrindo amigavelmente pro filho ainda incrédulo. "É... já vou", respondeu Boruto. caminhando até a mesa e sentando do lado oposto da irmã. Os dois irmãos se olharam nos olhos, e saíram do choque de ver o pai quase instantaneamente ao lembrar da cena de alguns minutos atrás, ficando vermelhos e desviando o olhar rapidamente um do outro, o que chamou a atenção de Naruto. "Tá tudo bem, filhos?", perguntou Naruto, meio estranhando o comportamento da família. "Sim... tá tudo bem", disse Himawari, olhando pro pai pra não ver o irmão. Hinata chegou com alguns rolos de sushi, uma tigela de arroz e alguns molhos numa bandeja, e enquanto colocava a comida na frente do marido, sentiu uma mão pequena mas firme na bunda dela. Boruto não conseguiu evitar agarrar a bunda da mãe ao ver ela quase na cara dele, com a calcinha marcada por aquela saia curta e apertada, depois que Hinata se inclinou pra colocar na mesa os diferentes molhos da bandeja. A mãe dele, servindo a comida pro Naruto, se inclinou levemente, realçando a silhueta da calcinha naquela bunda redonda, que Boruto não conseguiu evitar agarrar com força com a mão direita, e com Hinata segurando a reação pra não fazer Naruto desconfiar mais. Hinata tentou se segurar o máximo possível, enquanto o garoto começava a apertar as nádegas dela sem piedade. Hinata conseguiu conter as reações, fazendo Naruto não perceber nada, mas quando terminou de servir, sentiu a mãozinha do filho deslizar por baixo da saia dela, enquanto os dedos do garoto exploravam a bunda dela freneticamente, até chegar no ânus, o que fez a mulher vacilar, ela que até agora tinha se segurado quase perfeitamente. Um "HAAAAH" escapou da boca de Hinata enquanto ela colocava o último molho na mesa. Naruto viu a situação, completamente perplexo e intrigado, realmente não entendia nada desde que tinha chegado, então sem rodeios perguntou, meio irritado: "O que tá rolando aqui? Todos vocês tão agindo muito estranho... Você, Hinata, tá bem?", disse Naruto. olhando fixamente para sua esposa, ou será que estão tirando sarro de mim? Que porra é essa? Hinata entrou em pânico por um momento ao ver a expressão irritada do marido, pensando que talvez ele tivesse descoberto a situação, mas isso foi rapidamente descartado ao sentir Boruto cutucando cada vez mais fundo no cu dela, meio trêmula, e quase gemendo, Hinata conseguiu retomar a postura, apoiando uma mão na cabeça loira de Boruto, agarrou a cabeça dele com força e violência, mas de um jeito que não fosse visível para Naruto, e bem irritada apertou a cabeça do filho, na esperança de que ele parasse de masturbar a bunda dela. Naruto, é... HAAAH, é a primeira vez que você aparece em casa à noite desde, HAAAH, que virou Hokage, é normal a gente estranhar, e... HAAAAH ¡¿e é nossa culpa?! Hinata conseguiu terminar, com uma voz indignada e irritada entre gemidos, por causa da mão do filho. Boruto, ao contrário da intenção da mãe, não só não parou de apalpar a bunda dela, como ficou mais excitado com a reação violenta da mãe, enfiando a mão mais fundo e de forma abrupta no cu da pobre Hinata, provocando nela quase que imediatamente um orgasmo que fez a mãe gemer sem controle. Hinata deu uma porrada forte na mesa ao sentir os três dedinhos do filho enfiados na buceta dela, tremendo e de boca aberta gemeu abrupta e vorazmente. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, disse Hinata sem mais, batendo na mesa. Naruto, em choque, entristeceu o rosto por um momento, deprimido pela agressividade de Hinata e pela indiferença que sentiu do filho ao entrar, pensou na quantidade de vezes que não tinha estado no jantar com a família, sendo rapidamente dominado por uma culpa e tristeza bem profundas, torcendo o rosto numa expressão angustiada e deprimente. Eu sei, Hinata, vocês têm razão... No que eu tô pensando? Eu realmente... desculpa, família, sei que tenho sido meio negligente com vocês, e que tenho estado muito ausente, Desculpem, eu nunca quis ser um pai ruim, eu só... — disse Naruto com um tom triste e deprimente. Hinata quase não prestou atenção no marido, pelo menos até se recuperar, e ergueu o olhar para ver a expressão angustiada de Naruto. Talvez ela tivesse exagerado nas palavras, pensou Hinata com um sentimento agridoce coberto de alívio ao entender que Naruto não tinha entendido a situação, algo que ela ainda não conseguia explicar. A partir de hoje, eu prometo que as coisas vão mudar, prometo que a partir de hoje vou vir um pouco mais seguido comer com vocês, e que vou ser um pai mais atento, eu realmente prometo, crianças... — disse Naruto com os olhos marejados, segurando as lágrimas. Por sua vez, Boruto se virou ao ouvir o gemido da mãe; toda a atenção dele tinha se voltado para ela, e para o rosto contorcido dela tentando conter a excitação. Boruto sentiu uma satisfação prazerosa ao ver a mãe tremer violentamente sobre a mesa, na frente de Naruto. — É, fala o que quiser — respondeu Boruto com desdém, fazendo uma careta debochada. Hinata conseguiu reagir alguns segundos depois do discurso de Naruto, que ainda estava deprimido, ainda mais depois de ouvir o filho. Ao ver o marido completamente arrasado, Hinata se sentiu tão mal quanto nunca na vida; nunca tinha sentido tanta raiva de si mesma e tanta pena do pobre Naruto. — Não se preocupa, Naruto, a gente entende como é difícil ser Hokage. Você não foi um marido ruim, é só que a gente não tava acostumada a te ver aqui há muito tempo, mas a gente te ama, então não vai chorar, amor — disse Hinata se aproximando do marido e beijando a testa dele, com uma voz doce e carinhosa. Naruto não conseguiu segurar umas lágrimas ao sentir o abraço e o beijo da esposa, enquanto também notou que Himawari apertava com força o braço dele, ainda escondendo o rosto entre os braços. Boruto, por outro lado, se levantou repentina e violentamente da mesa, irritado e sem vontade de participar da cena melosa, e com Uma expressão de repulsa nos olhos dela. Hinata, vendo a reação mimada do filho, fulminou ele com o olhar, tentando fazê-lo parar, sem efeito algum. BORUTO! VEM CÁ AGORA MESMO!, disse Hinata vendo o garoto andando sem dar a mínima atenção. BORUTO, VEM CÁ NESTE INSTANTE E PEDE DESCULPAS PRO SEU PAI, OU VOCÊ VAI SE ARREPENDER! Disse Hinata batendo na mesa de raiva. Mesmo com os gritos e o olhar da mãe, quase enlouquecida de raiva, Boruto não se mexeu nem um pouco. BORUTO! Gritou Hinata de novo, meio desesperada. VAI TOMAR NO CU, MÃE, E ME DEIXA EM PAZ!, berrou o loiro enquanto subia as escadas, sem olhar pra trás. Menininho mimado, já vai ver, disse Hinata andando furiosa em direção às escadas, sentindo de repente a mão de Naruto no braço dela. Tá tudo bem, não é culpa dele, eu sou o pai e passei muito pouco tempo com ele, então deixa ele por enquanto, com certeza quando ele me ver mais vezes por aqui as coisas mudam, disse Naruto sorrindo largamente pra esposa. Hinata se acalmou com as palavras de Naruto, e a noite seguiu sem mais problemas. Depois que Himawari foi pra cama, Hinata finalmente pôde ficar a sós com Naruto, o que fez ela pensar que hoje teriam intimidade. E hoje você vai dormir aqui? perguntou Hinata enquanto arrumava a mesa, já intuindo a resposta ao ver o marido tirando uma pilha enorme de papéis sobre a mesma mesa. Bom, quase… ainda tenho muita papelada pra preencher, essa foi a condição que o Shikamaru me impôs pra me deixar vir jantar, disse Naruto sorrindo de orelha a orelha. Hinata sentiu de novo aquele incômodo aperto culpado no estômago ao ouvir isso depois da bronca que deu nele há pouco, sem contar todo o resto, então estendeu as mãos suaves pro rosto de Naruto, segurou as bochechas dele, deu um beijo na testa e desejou sorte no trabalho. Termina logo, amor, e descansa um pouco, disse Hinata gentilmente enquanto Naruto concordava. Hinata, depois de tomar um banho e refletir sobre tudo que Depois que aquele dia passou, ela foi dormir bem pensativa. Boruto ainda tava com a cabeça cheia de confusão: por um lado, não conseguia parar de pensar em como a manhã tinha sido gostosa, mas por outro, tava com sentimentos misturados ao ver Naruto chegar pra comer, pela primeira vez. Boruto ouviu a voz suave e tradicional da mãe chamando ele da cozinha, o loiro levantou atordoado como sempre, mas com uma baita fome depois de tudo que rolou na noite anterior. Boruto desceu as escadas devagar, com os olhos semiabertos, seguindo o cheiro de Takoyaki que vinha da sala. Hinata tinha passado a noite toda se recriminando de novo pelas ações dela. O sentimento de culpa não deixou ela dormir muito bem; ver Naruto se sacrificando pra ver a família, enquanto ela... fazia aquelas coisas tão pervertidas com o próprio filho, isso era imperdoável. Ela se sentia a pior mãe do mundo e, ao mesmo tempo, não sabia como parar de pensar no seu filho adorável, rebelde e excitante. Hinata não sabia como parar de se tocar, se esfregar e babar no travesseiro, pensando naquela imagem do Boruto tratando ela como uma puta. A culpa corroía ela tanto quanto a excitação, e foi assim pelo resto da noite. Depois dos orgasmos e da estagnação, após dormir umas horas, Hinata disse pra si mesma que isso nunca mais podia acontecer. Ela era uma mãe horrível por quase ter estuprado o filho e não podia pensar em fazer algo ainda pior. Então, com uma convicção firme, mas repetitiva, Hinata evitou o quarto do garoto, pensando que quanto menos contato tivesse com ele, menos problemas teria pra se segurar. Ou pelo menos foi o que ela pensou até ver o filho recém-acordado, numa camiseta simples, coçando a barriga lisa e definida, com uma grande ereção coberta só por aquela cueca preta, descendo a escada completamente relaxado e ainda bocejando. — Oi, mamãe. Ahhhh, o que tem de café da manhã? — disse Boruto com uma voz sonolenta e relaxada. — Hoje fiz um pouco de peixe com arroz e... Um par de salsichas, respondo Hinata quase hipnotizada com a imagem sensual do filho, que não durou muito ao lembrar da noite anterior. BORUTO! Nada de "oi, mamãe" disse Hinata imitando o garoto, não, ontem você foi um menino malcriado e mimado continuou a mãe retomando sua determinação, ontem à noite seu pai tentou te agradar, e você nem cumprimentou ele, como você é tão egoísta?, terminou a bronca Hinata com um tom indignado, e um pouco violento. Boruto continuou andando até a mesa entre bocejos e ignorando completamente a bronca da mãe, sentou esperando o café da manhã. Mamãe, tô com fome, por favor me traz o café respondeu Boruto com a mesma voz sonolenta e relaxada. Hinata rangeu os dentes e lançou um olhar sádico depois de ser ignorada pelo filho, bastardo metido, vou dar uma lição na sua bunda gostosa e idiota, pensou Hinata com um olhar sádico para Boruto. Tá bem, Boru, já vou te trazer o café, respondeu Hinata com um tom suave mas forçado, que Boruto não percebeu, ainda com sono. Uns cinco minutos depois, Hinata voltou com o peixe assado e uma tigela de arroz e com um sorriso de orelha a orelha a mulher colocou o prato na frente de Boruto. Peixe frito com um pouco de arroz, vamos, come rápido que esfria, Boru disse Hinata com um sorriso radiante. Boruto sentiu o cheiro delicioso do peixe, com muito apetite e muita ansiedade o garoto pegou o peixe com a mão, e deu uma mordida grande, e depois de alguns milissegundos, sentiu o inferno se soltar na boca dele. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, gritou o loiro cuspindo o peixe e engolindo às pressas o arroz da tigela, o que fez ele repetir o gemido enquanto corria pro banheiro e abria a torneira completamente, colocando o rosto debaixo da pia. Hinata não conseguiu evitar dar risada ao ver seu filho inocente desesperado atrás de algum líquido, depois de ter provado um peixe cheio de uma pimentinha vermelha pequena, que uns anos atrás começaram a cultivar nos arredores da vila. Enquanto Boruto ainda tentava salvar a boca na pia, Hinata se colocou na frente dele, com uma garrafa na mão e uma expressão debochada. "Isso é o que dá quando você trata mal sua mãe, Boru", disse Hinata entre risadas, olhando para o pobre loiro lutando contra a pimenta. Boruto olhou furioso para a mãe zombeteira, com o rosto inclinado sobre a pia. "Pru, Boru, para de me olhar assim e bebe um gole de porra", disse Hinata segurando o riso e estendendo a mão com a garrafa. Boruto pegou a garrafa rapidamente e virou de uma vez quase sem respirar. "Calma, Boru, você vai se engasgar, além disso, um copo basta, a porra é ótima pra tirar o gosto daquela pimenta", disse Hinata ao ver que ele tinha bebido tudo de um gole só. Boruto respirou fundo depois de beber toda a porra, desabando no chão e relaxando um pouco. "Que porra é essa, mãe?!" perguntou o garoto, completamente irritado e surpreso, depois de alguns minutos descansando. Hinata endureceu o olhar, lembrando do tratamento do filho na noite anterior e da tentativa fracassada de Naruto de se aproximar dele, com aquela atitude cruel em relação ao pai. "Isso quem deveria dizer sou eu, Boruto, você nunca me tratou como ontem à noite, aquilo foi humilhante", disse Hinata, visivelmente irritada, mas com olhos suaves e tristes, marejados, que atingiram o loiro. Boruto baixou a cabeça, deixando que a franja molhada pela água cobrisse seus olhos. O garoto sentiu uma leve dor no peito, que se espalhou rapidamente como um nervosismo deprimente por todo o corpo. "Você... você... nunca mais, nunca pode me tratar assim de novo, entendeu? Nunca mais! Eu te peço, Boru, nunca mais me trate assim de novo", continuou Hinata com um tom irritado, mas trêmulo. Nunca na vida como mãe ela teve que lidar com algo parecido, era a primeira vez que Boruto agia daquele jeito com ela. "Mãe, eu... eu... me perdoa, eu não queria te tratar mal, eu só... me perdoa, mãe, por favor, me perdoa", disse o garoto, com a cabeça Agachada e com os olhos cobertos pelo cabelo, completamente parado e um pouco curvado. Hinata viu as lágrimas escorrendo pelas bochechas macias e ternas dele, e com carinho e amor, na sequência, envolveu Boruto com os braços, apertando-o forte entre os peitos e os braços dela. "Se Boru te perdoou, eu te perdoo também, então não chora que você vai me fazer chorar também", disse Hinata com Boruto nos braços, esfregando o cabelo loiro e liso dele, ainda úmido. Boruto, ao sentir o corpo quente e tranquilizante da mãe o envolvendo completamente, por um momento esqueceu da situação, por um momento sentiu aquelas duas nuvens imensas e deliciosas pressionadas contra o rosto dele, por um momento esqueceu que era a Hinata quem estava na frente dele, erguendo as mãos até a bunda redonda da Hinata. Hinata não conseguiu fazer nada além de segurar a vontade de devorar o filho gostoso dela ao sentir o pau enorme do Boruto pressionando entre as pernas dela, e com aquelas mãozinhas pequenas mas firmes apertando a bunda dela, Hinata quase sucumbindo aos desejos, lembrou do Naruto de novo, da tristeza no rosto do marido ao ver a indiferença do filho, e da noite em claro que ele passou para estar ali, o que ajudou ela a controlar os impulsos e desejos mais baixos. "Boru, você também tem que dar uma chance pro seu pai, o Naruto tá se esforçando pra caramba por você, devia ser mais legal com ele", disse Hinata soltando o Boruto e abaixando as mãos dele da bunda dela. Boruto saiu do transe ao ouvir a palavra "Naruto", e perceber a mãe abaixando as mãos daquela bunda deliciosa e firme, sussurrou sem se mexer. "Então tudo isso é por causa daquele idiota", sussurrou Boruto ainda com a cabeça baixa. E ainda excitado, o garoto ergueu o olhar para a mãe, raivoso e violentamente, e também deu um pequeno empurrão afastando ela dele, com uma careta visível e nojenta que desconcertou a Hinata no começo. "Eu te odeio, mãe, te odeio você e aquele imbecil", disse Boruto antes de sair correndo de novo para o quarto dele. Quarto. Hinata não teve reação alguma, chocada com o ato repentino do filho, e ao mesmo tempo excitada, olhando fixamente para a bundinha redonda do filho se afastando rapidamente. Boruto bateu a porta do quarto com violência, para se enfiar rapidamente debaixo das cobertas, com uma estranha amargura que nunca tinha sentido antes, pensativo nas palavras de Hinata, o garoto dormiu em poucos minutos. Boruto sentiu novamente aquela mãozinha delicada e suave, no seu abdômen, passeando lenta e suavemente, e descendo aos poucos até chegar na sua pélvis, e sentir como seu pau estava sendo apertado, através da cueca, o que fez com que ele abrisse os olhos lentamente. Hinata estava na frente dele, sentada, ao lado da cama dele, bagunçando o cabelo dele. Boruto viu que ainda estava com as cobertas em cima, então descartou que sua mãe fosse a do sonho, pelo menos foi o que o ingênuo loiro pensou. Sua mãe estava sentada na altura do peito dele, radiante e linda, enquanto os raios de sol banhavam sua imagem, com o olhar meigo que sempre dedicava à sua família, e especialmente a Boruto. Hinata continuou bagunçando os cabelos de Boruto. — Mãe?... o que você tá fazendo? — perguntou o garoto atordoado. — Só te perturbando — disse Hinata, sorrindo maliciosamente. Hinata desceu a mão até a bochecha do garoto, enquanto dava um beijo na testa dele. — Mã... Mãe? Tá tudo bem? — perguntou Boruto, ainda desconcertado com a situação. — Sim, Boru, só... só queria falar com você, mais calmamente. Ontem aconteceram tantas coisas que a gente nem conseguiu conversar sobre isso — respondeu Hinata, ainda com a mão roçando suavemente as bochechas do filho. Boruto virou a cabeça, meio corado, para o outro lado da cama, sem dizer nada. — Haha, você é tão fofo, Boru — disse Hinata, esboçando um leve sorriso. — Não é verdade — respondeu Boruto, ainda ruborizado e sem olhar para a mãe. — Bom, Boru, eu só quero te dizer que o de ontem... O de ontem de manhã não foi sua culpa, e que o do apimentado também foi algo... Que idiota fui, então me perdoa pelas duas coisas, não sei por que deixo meus impulsos me controlarem, então me perdoa, Boru, por favor me perdoa por tudo, não quero que você me odeie, disse Hinata com um semblante triste, mas enternecedor. Boruto virou o rosto para Hinata, corado, mas seguro. Eu, eu não te odeio, mamãe, e você não precisa me pedir perdão por nada, ontem eu fui… Muito grosso, não devia ter sido, respondeu Boruto pegando a mão da mãe e acariciando com a sua. Os dois ficaram em silêncio, se olhando fixamente por alguns segundos, até que coraram e se soltaram ao mesmo tempo. De… De qualquer forma, Boru, ainda tem uma coisa que quero tratar com você, disse Hinata meio sem jeito e nervosa. Bem, mamãe, você não precisa falar, eu sei que o de ontem foi errado, mas… Mas…, Boruto respondeu com nervosismo e vergonha. O quê? Não, filho, o de ontem foi muito errado, e nunca mais vou fazer de novo, não vou mais te incomodar assim, te prometo, Boru, respondeu Hinata com um tom firme e autoritário. Sim, haha claro, mamãe, haha você tem razão, respondeu Boruto tentando disfarçar a intenção, entre risadinhas forçadas. Bem, Boru, como eu ia dizendo, tem outra coisa que quero te falar, mas… mas quero que me prometa que vai me ouvir, disse Hinata. Boruto mudou a expressão e se virou rapidamente para a parede. Não… respondeu firme e categoricamente o loiro de costas para a mãe. Por favor, Boru, ele não é tão ruim quanto você pensa, será que não lembra como você gostava dele quando era pequeno? Você passava o tempo todo grudado no Naruto, dá uma chance pra ele, eu te imploro, disse Hinata suplicando ao filho ainda de costas. Que não, repetiu o garoto de novo, tão categórico e seguro quanto antes. Nem por mim?, perguntou Hinata tentando convencê-lo. Não, nem por você, respondeu o loiro sem um pingo de dúvida. Ahhh, sabia que você ia dizer isso, mas tenho uma proposta, Boru, disse Hinata entre suspiros. Não, respondeu de imediato o garoto sem nem ouvir Hinata. Hinata pegou o Pego Boruto pelo braço e viro ele de frente pra ela, à força, com a mesma expressão sádica e carinhosa que fazia quando ficava brava. "Boruto, me escuta antes de decidir, tá bem?" Perguntou a mãe, com um tom suave mas agressivo. "Tá, mas vou dizer não", respondeu o garoto, encarando a mãe com altivez, sem se intimidar, quase com um olhar de desafio. Hinata ficou um pouco irritada, mas segurou o pequeno acesso de raiva pelo bem da família. "Beleza, Boru, vamos jogar dados", disse Hinata num tom sério e sóbrio. "Que, que?" Respondeu Boruto, sem entender nada do que a mãe tinha dito. Hinata sorriu de leve. "Isso mesmo, mais exatamente vamos apostar nos dados. Se você ganhar, te dou o que quiser: um videogame novo, ou te dou o dinheiro pra comprar." "Não, não quero nada novo", respondeu Boruto, seco. "Espera, Boru, até vou te ajudar a colar na escola se precisar, te ajudo com algum jutsu avançado que você quiser, faço o que você quiser", respondeu Hinata, meio desesperada. Boruto olhou pra mãe, incrédulo. Ela até ajudaria ele a colar? Palavras assim nunca tinham saído da boca dela. "Talvez eu possa me divertir apostando com a mamãe", pensou o loiro. "E... e se você ganhar?" Perguntou Boruto, baixando um pouco a agressividade. "Bom, se eu ganhar, você faz uma coisa que eu mandar, tipo tratar melhor seu pai", respondeu Hinata, meio animada depois de ver o interesse do filho. Boruto pensou por um momento enquanto Hinata se levantava da cama, tranquila, vendo que ele tinha mordido a isca. "Tá bom, mamãe, é um trato", respondeu Boruto depois de um minuto pensando. "Mas tem mais uma coisa, Boru", disse Hinata, sorrindo de leve. "Tá bom, não importa, o que é?" Respondeu o garoto, animado. "A gente vai jogar esse jogo com o Naruto e a Himawari depois do jantar", disse Hinata, com tom autoritário e debochado. "Isso é trapaça, mamãe, eu não quero jogar com o papai, não é justo", respondeu Boruto, claramente puto. "Pois sem isso não tem trato, Boru, você —Decide —disse Hinata, sorrindo ternamente para o filho. Boruto murmurou alguns xingamentos baixinho, aceitando segundos depois a condição da mãe. Hinata, safada e feliz por ter conseguido que Boruto e Naruto passassem um tempo juntos, saiu do quarto. Boruto desceu as escadas animado; por algum motivo, sentia aquela sensação excitante que teve dias antes com Hinata. Sorrindo e com um olhar safado, desceu as escadas correndo. —Oi, irmão, como você tá? Não saiu do quarto o dia inteiro — disse Himawari, cumprimentando o irmão animado. —É, Boru, sei que você tá de férias, mas precisa sair de vez em quando. Ficar trancado o dia todo faz mal — disse Hinata, colocando alguns pratos na mesa. —Haha, é, desculpa, só tava meio concentrado — disse Boruto, sentando ao lado de Himawari. —Seu pai deve estar chegando, então esperem ele pra comer — disse Hinata, colocando mais dois pratos na cabeceira da mesa, perto de Himawari. Cinco minutos depois, Naruto chegou, curvado e visivelmente cansado, mas sorrindo, como era característico dele. —Oi, família, cheguei — disse Naruto, com um tom alegre, mas forçado e fraco. —Oi, pai, você vai jantar com a gente hoje, né? — cumprimentou Himawari, bem animada. —Oi, Naruto, vem sentar e comer, você deve estar com fome — disse Hinata, mostrando o lugar ao lado da filha. Naruto foi até a mesa, com bastante fome e quase desmaiando ao sentar. —Haha, é, verdade, tô com fome mesmo. Oi, Boruto, curtiu seu dia de folga? — respondeu Naruto, tentando se conectar com o garoto. Hinata deu um olhar rápido e cortante para o filho, que soltou um longo suspiro antes de dar um seco "oi" para o pai. —Oi — disse Boruto, seco. Durante a refeição, Hinata explicou rapidamente as regras do jogo: jogariam com três dados cada um, e quem adivinhasse a quantidade de faces de um mesmo número que estivesse na mesa ganhava. Se duas pessoas adivinhassem um número... Diferente, o número mais alto ganhava, e quem ganhasse podia pedir qualquer desejo. Todo mundo concordou, embora a Himawari tenha sido a que mais teve dificuldade pra entender o jogo. Naruto saiu rapidinho atrás da filha, já que o cansaço não deixava ele pensar direito, mas ele realmente curtia ver a família dele sorrindo junta por um tempinho, até mesmo o próprio Boruto. "Hahaha, perdeu, pai! Agora só sobrou eu e a mamãe", exclamou o Boruto todo orgulhoso. "Haha, é sim, Boruto, você é muito bom nisso", respondeu Naruto sorrindo pro filho. "Verdade, né? Hahahaha", disse Boruto se acabando de rir, todo convencido. "Não é justo, eu não entendo as regras", resmungou Himawari, fazendo biquinho. "Bom, não canta vitória, Boru, que você ainda tem que vencer a mestra do jogo", disse Hinata enquanto sacudia os dados naquele copo com a mão esquerda. Boruto olhou seguro e debochado pra mãe, levantando o copo dele e colocando rapidamente na mesa de novo. "Hahaha, mamãe, você só passou na sorte, vai perder pro grande Boruto!", respondeu o loirinho se levantando em cima da cadeira. "Beleza, acho que tem quatro cincos", respondeu Hinata sem dar bola pro filho animado. "Hahaha, eu aposto que tem cinco seis", disse Boruto sentando entre risadas. Hinata suspirou e colocou a cabeça na mesa enquanto Boruto se acabava de rir pela vitória. "Ele é muito bom nisso mesmo", pensou Hinata, enquanto Himawari foi dormir irritada por não entender bem o jogo. "Bom, filho, o que você vai pedir?", perguntou Naruto já morrendo de vontade de terminar o trabalho que faltava e dormir um pouco. Boruto, já mais calmo, não fazia ideia do que pedir, então pensou por uns dois minutos. "Bom, Boru, se quiser, amanhã faço hambúrguer, que é o seu favorito", disse Hinata tentando evitar que o menino pedisse algo muito caro. "Ou talvez você queira que eu compre alguma coisa, algum videogame que você ainda não tem", disse Naruto sem muita ideia do que fazer. Boruto sorriu de orelha a orelha, levantou o olhar e esticou os braços bocejando. "Ohhhhhhhhhhhhhhhhhh, hoje... Só quero dormir, mmmmmmm já sei, hoje só quero dormir com a mamãe, exclamou Boruto, olhando sorridente e carinhosamente para Naruto, depois de bocejar um pouco. Hinata corou ao ouvir o pedido do filho, querendo negar tal coisa, mas sem ousar dizer algo que fizesse Naruto pensar mal. Haha, Boru, você já está grande pra isso, por que não pede outra coisa?, respondeu Hinata sorrindo sem jeito. Mas mamãe, eu quero dormir na sua cama, você disse que eu podia pedir o que quisesse, resmungou Boruto fazendo bico, com uma expressão irritada. Haha love, não vejo nada de errado em ele querer dormir na nossa cama, afinal, ela é bem grande e confortável, deixa ele dormir com você hoje, respondeu Naruto tentando ficar a favor do filho, sem ver problema nenhum em ele dormir com Hinata. Mas..... Ahhhhhhhhh, tá..... Tá bem..... Mas... mas e você, Naruto?, respondeu Hinata nervosamente e meio corada. Não se preocupa comigo, Hinata, eu durmo aqui na sala, ainda tenho muito trabalho pra fazer, respondeu Naruto tirando alguns papéis da maleta. Boruto levantou da cadeira e puxou a mãe pra irem logo dormir. Boruto, primeiro vai colocar o pijama, disse Hinata se levantando e andando até o quarto. Haha até amanhã, papai, disse Boruto subindo as escadas correndo. Boruto entrou no quarto dos pais depois de vestir uma bermuda e uma camiseta regata, a mãe já estava deitada, com os olhos fechados tentando dormir, o que não impediu Hinata de notar a grande ereção que saía daquela bermuda vermelha, mas ainda excitada, tentou continuar fingindo que estava dormindo profundamente. Então Boruto, sem fazer muito barulho, se meteu debaixo das cobertas e abraçou a mãe, enquanto colava o corpo todo nela, lentamente levou o braço esquerdo por baixo do braço da mãe, levando a mãozinha até as enormes tetas que tanto amava, enquanto colocava a boca no pescoço macio e cheiroso da mãe. Mamãe, sei que você não está dormindo. Uma pessoa dormindo não fica olhando pra minha pica por tanto tempo, sussurra o loiro apertando o peito da mãe, e fazendo ela soltar um gemidinho. HAAAAAH!, exclama Hinata. Boruto tentou passar a mão direita por baixo do outro braço da mãe, com um pouco de resistência, então ele subiu a mãozinha até o mamilo de Hinata e o pegou entre dois dedinhos, apertando com força, fazendo Hinata gemer. Não seja malvada, mamãe, e deixa eu receber meu prêmio, sussurra o garoto de novo. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, não…, a gente não devia fazer… HAAAAAAAAAAAAAAAH, isso, responde a mãe, entre gemidos, tentando não soltar um muito alto. Cala a boca e abre as pernas, mamãe, você prometeu, lembra?, disse Boruto colando ainda mais a pica no corpo de Hinata, e torcendo um pouquinho mais o mamilo esquerdo da mãe. Hinata gemeu de prazer, completamente excitada, e ao mesmo tempo apavorada com o que ia acontecer. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHA, HAAAAAAAAAAAAAAAH, espera, Boru, você não pode, isso não, a gente não pode chegar a HAAAAAAAAAAAAAAAH, gemeu Hinata. Já te falei pra calar a boca e abrir as pernas, mamãe, e fica tranquila, só vou colocar entre suas pernas, é só isso, eu prometo, respondeu o garoto abaixando o short, e tirando a pica imensa e nua junto das pernas da mãe. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, isso… HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. Hinata mal conseguiu balbuciar alguma coisa, ao sentir o pênis enorme do filho roçando suas pernas, entrando no meio delas, e abrindo caminho para enfiar violentamente, deixando toda resistência de lado. Hinata sentiu as mãozinhas do filho apertando seus peitos, seus mamilos sendo torcidos, cruelmente, enquanto ela mal conseguia segurar os gemidos. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, Boru, HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, Hinata tremeu ainda mais quando sentiu a mão esquerda do filho descer devagar, apalpando sua barriga, até chegar na sua buceta. curto, como os dedos do filho brincavam como crianças na buceta dela, tocando lugares de um jeito que ela nunca tinha sentido. Boruto, suavemente, começou a lamber o pescoço dela, o cheiro excitante da mãe só fazia ele querer devorá-la. Completamente excitado, mordeu a orelha da mãe, o que fez Hinata apertar as pernas com força, chegando ao orgasmo simultâneo e mútuo, gozando entre os lençóis. Boruto e Hinata dormiram profundamente depois disso.
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