Com 19 anos fui ver o índio com 2 homens casados (ver versão estendida)Olá, leitores, meu nome é Agus… A história que vou contar aconteceu comigo em 2008. Eu tava no terceiro ano do ensino médio no Euskal Echea de Lavallol (colégio de freiras) e tinha dezenove anos. (Agora tenho 34 anos e meu parceiro tem 52.) Sou muito simpática e tagarela.
Antonella, minha melhor amiga, tinha terminado com o namorado na mesma época que eu, e a gente tava na bad. Éramos amigas desde o primário. Resumindo, crescemos juntas.
Um dia, na casa dela… a gente se preparando pra sair pra night… eu tinha acabado de sair do banho, tava praticamente pelada… Antonella tava lá embaixo com a mãe. De repente, entra o irmão mais velho, Gonzalo…
(Gonzalo, em 2008, tinha uns 33/34 anos, era casado… Já fazia anos que ele não morava na casa, por isso a gente usava o quarto dele… que tinha banheiro, o quarto da Anto não tinha.)
Praticamente, se não fosse pela minha calcinha fio dental preta, eu tava completamente pelada… O que cê tá fazendo, doido…… Sai daqui … Gonzalo… Que que cê tem, garota!!! É o meu quarto… até parece que nunca vi uns peitos na vida. Uns peitinhos… (ela era mó magrela) Chupa aqui, gonza. Sai fora daqui. (Eu conhecia ele desde sempre, a gente se zoava pra caralho) Caralho! Agus, quando eu te levava pra escola, tu não tinha essa boquinha não… Vaza daqui… já não sou mais uma menininha, e você não faz ideia do que eu faço com essa boquinha. Anda, vovó, vaza. Murmuro pro vô e ele caiu na risada. Eu tava escondendo as tetas de costas pra ele, mas dava pra ver minha raba no espelho do outro lado, e o olhar que o Gonza me deu.
Sabe o que te falta, mocinha! ...esse vôzinho aqui pode te fazer ver todas as constelações juntas. Primeiro, se prepara que tu não aguenta nem um round (ele tava certo, haja, melhor não nos adiantarmos muito).
Até queria, mas vai ter que ficar só na vontade. Tchau, vô!
Na mesma hora, com uma mão apertando minhas tetas, empurrei ele pra fora e fechei a porta. Vale Agus, tenho que pegar um par de tênis pro trampo. Aguenta que eu me troco e você pega elas depois…
(ainda lembro quando o Gonza morava em casa, ele trazia a Laura (a esposa dele agora), com a Anto a gente dormia no quarto do lado, quando dava pra dormir!
Lembro das putarias que ele fazia com a Laura. A gente morria de rir, éramos umas meninas, não entendíamos nada…
Lembro que o cara era um tarado e boca suja… alguns sábados ele voltava super bêbado com a Laura de alguma festa, comia ela por duas horas seguidas ou mais. Lembro dessas noites, dava pra ouvir o barulho das bolas batendo e como ele dava tapas na bunda da namorada/esposa Laura… e os orgasmos que ele fazia ela ter, CINCO! na mesma noite…
– Você gosta, putinha, gosta da minha pica.
– Me dá mais forte que eu vou gozar. Arrebenta minha buceta! Que pica gostosa você tem! Frases que ficaram na minha memória. A Antonella, irmã dela, é testemunha de que eles exageravam demais. O Gonza era uma besta na cama e, pelo que a Laura dizia, tinha uma pica duríssima. (Sempre quis ser comida assim, mas naquela época nada). Bom, vamos continuar a história.
O ponto é que o Gonzalo já não morava mais lá…
Naquele dia, o Gonza ficou pra comer pizza com cerveja,
Já de noite. Várias cervejas no meio (sim, na casa do Gonza deixavam a gente tomar cerveja no jantar, na minha nem fodendo).
O Gonza comentou que tava com vontade de ir ver o Indio Solari em San Luis…
Que o cara tava velho, que ele seguia desde os Redondos, etc., etc.… Eu nem fodendo curto. Sou mais Babasónicos, Calamaro, Miranda… mas a Anto era super fã de tudo que o irmão ouvia…
No jantar, a Anto implorou pro irmão levar ela… O Gonza ia sozinho na Berlingo, mas lá ele encontrava os amigos porque ele trabalhava. Saía sexta-feira tipo 15h pra chegar sábado de madrugada e domingo ficava lá pra comer um churrasco de noite antes do show do Indio. Segunda-feira ele voltava…
– Se sua mãe deixar, não tenho problema – disse o Gonza. – Lugar tenho na Berlingo. E vou e volto sozinho.
A mãe da Anto falou que não, sozinha nem fodendo, ela fica Bem perigoso, e além disso, todos são drogados, esses que vão ver o Indio…
Aí a parada virou uma discussão, todo mundo se xingando. Anto xingou a mãe. Começou a chorar. Gonza falou pra Anto que ela era uma putinha de merda… e eu no meio disso tudo! Quer que a terra me engula!!!!!!
Todo mundo chorando! Gonza ameaçando ir embora… E de repente, pra cortar a tensão, eu levantei a voz e gritei!
Eu vou com ela!
Silêncio total,
Anto para de chorar e me abraça.
Valeu, amiga…
Anto dá um pulo de alegria.
A gente vai ver o Indio em San Luis! A gente se abraça, e vem o Gonza, nos abraçamos os três e começamos a gritar Indio, Indio, Indio…
A mãe da Anto parou de chorar e deu um sorrisinho…
Tava decidido: dia 27 de setembro a gente ia os três pra San Luis…
Gonza ficou de cuidar dos ingressos e depois a gente acertava (fiquei quieta, não tinha nem trampo nem um puto). (Ia ter que inventar alguma história em casa pra voltar segunda à noite… alguma coisa ia surgir).
Os meses passaram voando até chegar setembro.
No inverno eu tinha engordado um pouco, era magrela demais (tinha ficado frustrada quando o Gonzalo desprezou meu corpo)… meus peitos cresceram bastante e eu peguei uma raba terrível. Ia pra aula de spinning com a Marta (ela era minha ídola. Tinha um corpão, uma raba do caralho, todo mundo no clube comia ela com os olhos). Ela me passou uma dieta pra tonificar. No spinning, eu era a melhor aluna dela. Lavallol é um bairro pequeno, do lado da academia tinha um boteco onde o Gonza e os amigos dele ficavam. Às vezes a Marta me chamava pra tomar alguma coisa nas mesinhas do boteco… O Gonza e os amigos não paravam de falar um monte de putaria pra Marta… Tipo: “Meu Deus, Marta, que raba do caralho você tem… pelo amor de Deus, essa burra pede carne… a mulher mais puta de Lavallol…” E a Marta também entrava lá dentro pra pedir qualquer besteira e passava rebolando a bunda, deixava eles todos de pau duro, todo mundo se coçando… O Gonza era o mais sem noção… suspirava e gritava: “Essa raba me deixa loucooo, essa raba, meu Deus!!!”
A Marta morria de rir. Riso, mas todo mundo queria comer ela… eu comentei que no dia 27 ia ver o Indio com minha melhor amiga e com o Gonzalo…. A Marta me olhou e falou… olha girl, que o Gonza é um putão danado e além de ser irmão da sua melhor amiga, é homem e bem gostoso, ainda mais você que nesses meses treinando comigo tá virando uma puta sem vergonha, qualquer homem ia adorar arrebentar sua rabeta…. fala Marta, não mente…. ah é? você acha que se tiver chance o Gonzalo não vai arrombar sua buceta de pica?
-Não sei! falei toda vermelha
Me faz um favor! disse a Marta, Você não vai me comprar um Beldent?.
-beleza, falei.
E vai devagar… mostra como você malhou essa rabeta! vão te comer com o olhar, amiga!
Levantei e fui devagar, fua cumprimentar o Gonzalo, dei um beijo na bochecha dele, ele é mais alto então tive que ficar na ponta do pé e os amigos do Gonzalo soltavam hufff, ai deus… empinei a bundinha ainda mais (eu tinha uma rabeta enorme naquele ano). Comprei os chicletes e voltei, a questão é que nem lembro todas as sacanagens que me falaram…(adoro provocar os caras, minha buceta molhava na hora)
Bom, pra não fugir da história principal.
Nunca imaginei que o Gonzola era tão sem vergonha com as novinhas. Ele era casado com a Laura há anos, inclusive fui no casamento deles.
Comecei a suspeitar que a Laura era corna pra caralho…
A questão é que no dia 22 de setembro a Anto não foi pra escola porque tava se sentindo muito mal, no dia 23 também não, no dia 24 foi no médico e diagnosticaram caxumba. Ela ficou de repouso por quinze dias…
Ia perder o show do Indio!
Eu tinha mentido em casa que ia com a mãe da Anto pra Cañuelas passar uns dias num chalé.
Tava doida, queria ir… não tava nem aí pra nada.
Por telefone a Anto me falou pra ir mesmo assim.
Depois me conta tudo, Agus…… o lugar é muito foda, entre montanhas. O pessoal é muito gente boa e meu irmão gastou uma grana preta nos ingressos.
No dia 26 não conseguia dormir pensando que ia viajar pra San Luis Com o Gonzalo, mais de treze horas na caminhonete e o cara já queria se arriscar! Mentalmente, a ideia me excitava…
No dia 27 de manhã, recebo uma mensagem do Gonzalo.
"Agus, passo às 15 na casa da minha mãe pra te buscar… leva cobertores e roupa de frio…. Nos vemos pontual. Beijos."
Odeio quando me dão ordens!
Arrumei a bolsa de qualquer jeito!
No dia 27, me despedi do Anto pela porta e fiquei na sala esperando o Gonzalo…
Vou me descrever rapidinho… olhos castanhos claros, pele branca, bem branca. Magra, pernas longas, lindas e fortes. Cabelo preto liso, franja longa e fininha… tenho uns peitos duros e grandes. E uma bunda empinada, bem durinha graças às aulas de spinning. Uma garota bem putinha.
Tenho um corpo bem sexual, uso óculos (meu ex dizia que adorava quando eu chupava o pau dele de óculos). Pernas longas, quase uma modelo… com 19 anos, tava no ponto. Em 2008, tinha terminado fazia 7 meses com meu namorado e não transava há pelo menos 7 meses, o corpo já tava cobrando. Nos últimos meses, provavelmente pela empolgação da viagem ou porque não comia ninguém há séculos, tava muito excitada. Literalmente… tava muito puta… tinha sonhos eróticos toda noite, e muitas vezes com o Gonzalo.
Vesti uma legging preta bem apertada (que bunda eu tinha pelado), uma camiseta branca dos Stones. Naquele dia, fazia muito calor. Por último, os óculos grandes com armação vermelha que tanto excitavam meu ex.
Quando me olhei no espelho, me senti muito gostosa, meu cabelo lindo, bem preto, minha franja lisa, branca como a neve… pintei os lábios de vermelho forte, bem carnudos.
Legging preta, camiseta branca sem sutiã (não gostava de usar, tinha os peitos empinados e duros). Uma deusa, resumindo.
Tava com uma ansiedade do caralho…
16h15, super atrasado, o Gonzalo chega. Buzina: "Vai, sobe, vai, rápido…"
Me enrosco com a bolsa, caio, o Gonzalo desce rápido pra me ajudar… Me levanta como se fosse uma pluma, fico toda vermelha (fiquei um pouco excitada). Ainda me diz: "Rasgou sua legging."
"Onde? Não! Boludo? Nem fodendo.
—É, boba, naquela bunda minúscula… me viro bem na hora que termina minha rabeta. Aquela xereca gostosa, resumindo, dava pra ver um pouco.
—Bunda, rabo, burra, Gonza. Trabalho muito pra ninguém chamar de bundinha pequena... falei meio irritada.
—Me desculpa, Agus. Não quis te ofender. Você tem um rabão.
—Valeu, mas não acredito em você, falei.
Enfim, não tava nem aí. Vamos ver o Índio.
Já dentro da Berlingo, jogo a bolsa pra trás e sento na frente.
Eu grito desesperada: “Pra San Luis!” “Vamo, Índio!”
“Éééssssa!” grita o Gonza, que tava super feliz. E o Gonza tava fortão.
Gonza me fala que a gente tinha que passar buscar o amigo dele, Juan. Ele tinha comprado o ingresso do Anto… eu baixei os óculos e olhei pra ele com raiva, fazendo biquinho com os lábios.
—Dá logo, sua burra. Os ingressos tão caros pra caralho e ainda por cima ele traz baseado. (Nunca perguntei quanto devia do ingresso, juro, nunca perguntei.) Com cara de otária, falei: “Tá bom.” E esqueci do assunto.
O gordo Juan, um personagem!!!
Vinha com duas mochilas e vários cobertores…
Gonza me fala: “Desce. Ajuda ele…”
Eu, toda otária, me abaixei de quatro, levantando bem a bunda, arrumei as mochilas do gordo. Ele tava com os olhos saltados pra fora. Claro, tava dando um showzão. Mostrei toda a rabeta. Ainda por cima, tava com uma xereca gostosa.
O gordo não parava de falar… e de me elogiar: “Que amiga linda você tem, Gonza, quantos anos ela tem? Que corpo que a jovem tem…” Eu, super simpática: “Tenho 19, e você?” Haha “Eu, 38. Sou casado, tenho 2 filhos.” Blá blá blá.
—Eu sou solteira… faz mais de sete meses.
—Que desperdício, falou o gordo…
—Desperdício por quê? me fazendo de sonsa.
—Porque você tem um corpo do caralho. É uma pena que nenhum homem possa aproveitar. Você é uma gostosa.
—Valeu, Juan! Nem é tudo isso… além do mais, os moleques da minha idade só querem fumar maconha. Eu preciso de um homem de verdade.
—Olha só! Alguém com experiência. Que saiba o que faz… esses dias podem ser seus dias de sorte. Deus te ouça, Juan... falei com cara de puta. Deus te ouça! Já tava na área do campo, o gordo acendeu um baseado. Os Redondos tocavam no som. Eu, Agus: "Você é muito fã do Indio, né?" Eu expliquei que era mais dos Babasónicos, do Calamaro. Bom, mas tu é da pá virada... kkkk A parada é que o tempo ficou uma merda… eu no meio dos dois. A fumaça do baseado que eles tavam fumando até me esquentava. Sou muito branca, fiquei com a cara toda vermelha. Já no meio do campo, os vidros começaram a embaçar, não dava pra ver nada. O aquecedor não funcionava… Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Agus. "Embaixo do banco", o Gonza me fala. "Tem um pano, pega ele e passa no vidro pra eu enxergar melhor. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Como eu tava no meio, me virei do jeito que deu. Jogando minha rabeta pro lado do Juan… que tava chapadão… não tava alcançando, então abaixei um pé e coloquei o joelho na poltrona… deixando um espetáculo inesquecível pro Juan. Minha buceta bem empinada. Só de me ver naquela posição… o Juan pirou. Eu, uma vista maravilhosa. Inacreditável! Estica o braço e pega a flanela… —vai lá, passa ela pra cá… Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não reclamei de nada. E acordei com a caminhonete em movimento. Hora de limpar a umidade dos vidros. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. … dá pra imaginar dois homens casados mais uma gostosa de 19 anos. nessa situação! Tava indo fácil uns 130 km/h, meus peitos pulavam e pulavam sem parar, o Juan não tirava os olhos deles. Com uma mão ele roçava nas minhas pernas e com a outra se esfregava no volume... (não vou mentir, tava me excitando, fazia meses que não transava e a buceta tava latejando). Os dois eram mó legais, piada vai, piada vem. O Juan se excedia pra caralho… O Gonza me contou que era amiga da irmã e que me levava pra escola antes… Se você me preparou o lanche... Quando eu era pequena, não é, gonza? Eu disse. Assim? Gonza. Você preparava a gozada pro Agus? — disse Juan. Sisi… várias vezes… A gente se descansa todinho, A gente parou numa YPF no meio do nada, na frente da estrada, pra ir no banheiro. Eu aproveitei e troquei de roupa, botei um short jeans azul. ¡engole-me terra! desde o verão passado não usava eles, e tinha tonificado a bunda. Ficaram super apertados, me faziam uma bunda terrível, bem apertada, quando entrei no 24. Onde estavam os caras, o povo olhava. como se eu fosse uma porn star. tava com metade da bunda pra fora, péssima ideia não ter experimentado os shorts antes. Os caras estavam sentados tomando um café. Gritaram pra mim "vem, agus". Toma algo quentinho, não sabia onde me enfiar, todo mundo olhou pra minha bunda. Além disso, Juan goza. Pedi com gozo, você gosta com gozo? Óbvio, gordão. Gorda, me deixa duro! Ela já chega falando mal de mim! Me fiz de surda… Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Terminamos o café, o gordo chapado era um puta cagão de risada, nem disfarçava o tesão e, se tivesse chance, me passava a mão onde desse. Os caras foram pra caminhonete, eu fiquei pra apagar o que a gente consumiu. Tá caindo um temporal da porra. Uma chuva torrencial. Queria morrer!!! Me dei um toque pra não me molhar demais, até atravessar a rua, abro rápido a porta e me jogo de cabeça na caminhonete. Aí acabei espalhada nas pernas do gordo. com a buceta bem empinada em cima do João (fiquei parecendo uma puta de merda) Ele fica sério e me diz: "Olha, gata, eu não sou viado, não. Então da próxima vez que você colocar essa buceta gostosa perto de mim, eu vou morder." Eu só consegui me recompor e sentar... Gonzase morria de rir. Agus, não dá bola pra esse gordo não, que a mulher dele é uma baleia e ele vê uma gostosa que nem você, já fica com a cabeça cheia de porra. Nem pagando ele teria chance de ver uma bunda tão linda como a sua. ¡¡¡¡Chan! Responde, mulher, não esquece do Gonzalo… já não sou mais uma menininha. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Com a minha cara mais de bocó, eu grito. São Luís! Levanto as mãos e grito!! Wooo huu!!! Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Quando me dei conta, não podia ser pior... a camiseta toda molhada, meus dois melões transparentes e meus bicos bem durinhos à vista desses dois velhos tarados. Tá meio molhadinha, agus... me diz o Juan com um baseado na mão, Eu fiquei toda vermelha e me cobri como pude. Cala a boca, velho tarado… Dá pra ver que você também tá com frio. Haha, os dois se mijavam de rir… O Gonzalo me dizia,,,pra eu dar uma franelada… não sei se ele tava falando com duplo sentido ou o que.. (mas esses dois velhos tarados tavam me excitando um pouco) Agus, me chupa um pouquinho por favor… Sissi, como a senhora quiser, eu respondia. Deixei cair meus peitos todos molhados. Minha camiseta tava super transparente… parecia uma coelhinha no meio de 2 lobos. Limpei todos os vidros embaçados. Assim tá bom, vó, tô me cagando de rir! Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já era de noite, tava chovendo torrencialmente, paramos no acostamento da estrada num ponto de caminhões… fomos pra trás, no porta-malas da Berlingo, comer alguma coisa.
“Passa pra trás”, o Gonza me fala.
Eu, toda otária, pergunto: “Por onde?”
“Por aqui, pelos bancos”, o Juan responde.
Eu fui na maior confiança. Adivinhem!
Fiquei entalada! Sim, fiquei bem presa, com a bunda apontando pros caras no meio da Berlingo!
Fiquei encalhada, seus idiotas!!! Me ajudem!
A risada dos caras!!!
“Ajudamos ela?”, “Que ela peça direito?”… o Juan fala.
“Fala sério, mano…”
“Gente, me tira daqui, por favor…” falei com voz de mocinha.
Até que sinto umas mãos fortes na minha cintura e o filho da puta do Juan mete a mão direto na minha bunda, amassou bem amassada.
Senti uma eletricidade na minha buceta, escapou um gemidinho.
Sim, o filho da puta. Me levantou bem pela buceta…
O Gonza me levantou pela cintura como se eu fosse um travesseiro. O filho da puta. Me levantou me tocando bem na buceta…
Não vou mentir, mas aquelas mãos fortes me excitaram um pouco. E meus peitos tavam durinhos… e minha buceta começou a molhar…
Ouvi ele falando bem baixinho, mas eu não sou burra…
“Que vontade de comer essa mina, ela tá desesperada, quer pica. Dá pra ver que essa raba pede uma boa sentada… cala a boca, gordo punheteiro, corta essa.”
O Juan tirou uns sanduíches, uma coca e um fernet… das mochilas.
Eu tava com muita sede, tomei bastante fernet. Quando ele me passou o baseado, falei que não. Vontade eu tinha, mas o Gonza não fumava e só tomava coca.
“Viu, você se liga e não é do rolê. Depois de comer, eu fumo”, falei.
Então comemos uns sanduíches, tomamos uns fernets. Ficamos contando piadas, histórias… passou uma hora e era só nós. Tava super feliz. Tava chovendo pra caralho e fazia frio. Sem dúvida, o Juan queria me comer!
“Agora vamos cumprir a promessa”, o Juan fala. E me passa um baseado enorme.
“Toma, Agus. Eu cultivo há anos… Deixa você doida. Dá um barato muito bom.”
“Agu, agu, agu!” os dois gritavam.
Fiquei toda doida!!! E super desinibida! Tavam tocando Babasónicos, que eu adorava, e eu peguei a maionese como se fosse um microfone e comecei a cantar. Ah, sim, tô olhando pra sua namorada, ela me esquenta, e daí? Como aperta a bunda a amiguinha da sua irmã! Me sujei a mão toda de maionese. Com a maior cara de puta, faço um fuck you pra eles e devagar chupo meu dedo como se fosse uma rola. Os caras ficaram sérios, não acreditavam no que tavam vendo. Limpei a maionese com a linguinha como se fosse uma pica boa. O gordo tava se tocando no volume e também vi que a rola do Gonzalo tava endurecendo. Chega, Agus, pensei… você tá muito puta! Vamos nessa, galera, falta mil pra San Luis. Retomamos a viagem. Tava chapadassa. E muito feliz… Aí a gente vinha cantando, Juan de vez em quando passava a mão em mim. Paramos pra abastecer. Fui no banheiro e troquei a camiseta (botei uma que dizia fuck me. Os bicos dos peitos explodiam naquela camiseta, pareciam duas campainhas.) …mas fiquei com o short que mostrava metade da bunda… parecia uma acompanhante de primeira. O cara do posto praticamente me comeu com o olhar. Deu instruções pros caras: chegando na placa que diz 50 km pra San Luis, virar na rota interprovincial porque tinha enchente no caminho que íamos pegar… Seguimos viagem… vínhamos felizes cantando Babasónicos, Juan preparou um fernet, gozava, dirigia mas não bebia, eu tava exagerada, tomei fernet e dei mais uns tragos no baseado… umas 2 da manhã vimos a placa de San Luis e eu abracei o gordo com tudo. Ele passou a mão na minha bunda inteira, e eu apertei todos os peitos dele no peito. Viramos na rota interprovincial, tava tudo escuro. Não se via nada, caminhões passavam em alta velocidade, deu muito medo como a Berlingo balançava e pra piorar, de repente começou a cair granizo forte. Acabou toda a diversão e todo mundo se assustou. A rota tá muito perigosa, vamos ter que parar um bom tempo, ele falou pela primeira vez com Voz séria. Disse Gonzalo.
Só mato e escuridão era o pouco que dava pra ver…
Juan tava bem bebado. Gritava: ¡Para! ¡Para! ¡Para! …..
— Si, Gonza, para, por favor, tô com medo — falei.
No meio do mato tinha uma entrada tipo porteira. Juan desceu correndo, abriu e entramos até debaixo de um salgueiro gigante, tinha um abrigo bem seguro.
Gonza desligou a caminhonete pra economizar.
Completamente no escuro, só iluminavam os relâmpagos.
Bem assustada, Juan me abraçou e disse que eles cuidavam de mim, que eu não tivesse medo… Eu relaxei.
A gente se posicionou de novo na parte de trás da Berlingo, cabíamos bem os três.
— Não se vê porra nenhuma — falei.
— Duas bucetas é melhor que uma — disse Juan, todo doido.
Me fiz de surda… Gonza acendeu uma lanterninha de emergência e, obsecado, apontou pra mim. (Só iluminava meu corpo.) …
— Passa teu cobertor, Agus.
— Não trouxe, não pensei que ia fazer tanto frio.
— Me empresta um moletom, Gonza.
— Toma, pega esse vermelho…
— Não olhem, galera! — Me virei de costas e, empinando bem a raba, tirei a regatinha e, antes de vestir o moletom, me virei cobrindo os peitos e falei pro Gonza: — Nossa, esse moletom é gigante.
— Veste logo ou fica pelada. É o que tem!
Fiz biquinho com minha boquinha (com a carinha mais de chupar pinto que vocês podem imaginar) e vesti o moletom. Ficou gigante, os peitos balançavam soltos… Fiquei super pornô. Tirei os tênis e, pra completar, subi o shortinho bem pra cima, deixei as nádegas escaparem. Fiquei com a bunda toda pra fora e o short enfiado no rabo.
Me coloquei no meio dos caras e falei com voz de menininha:
— Vocês se importam se eu ficar mais confortável? — deixando à mostra toda minha bunda branquinha e minúscula. (Sim, enfiei literalmente o short na buceta. Tava com a raba toda pra fora. Um espetáculo.)
(Imaginem isso… meias brancas com um shortinho jeans bem apertado e um moletom vermelho gigante sem sutiã.)
Tava muito pornô. Colocando tudo. Em cima, Gonza pendurou a luz de emergência num ganchinho do teto que só iluminava eu... dava pra ver só minha carinha e meu corpo, que já tava me traindo.
Bom, dividimos as cobertas.
AGUS, vem pra cá no meio... disse o Juan... aqui você vai ficar bem quentinha...
E foi assim que fiquei. No meio dos dois homens casados que quase tinham o dobro da minha idade... com várias jarras de fernet e uma excitação do caralho que me traía feio (sete meses sem uma boa pica me penetrar, imaginem, eu era uma chaleira fervendo). Sete meses sem transar!!!!
Juan me abraçava, acariciava minha barriguinha e me incentivava a descer um pouco também. Já sem vergonha nenhuma.
De um segundo pro outro, tudo mudou de repente.
Gonzalo passou a ter o controle.
— Gente, quero relaxar um pouco! Dirigi oito horas e aconteceu de tudo... agora quero fumar um baseado — falou, enquanto tirava uma garrafa de vodka Smirnoff da mochila.
Vamos nos divertir um pouco... bora jogar alguma coisa.
— Siiiiim!!!!!! — gritei eufórica!!! — Vamos jogar!!! Quero me divertir! — falei, quicando minhas tetinhas.
— Vamos jogar verdade ou desafio! (Já tava entregue demais!). (Tava com uma excitação que nem conseguia pensar, só tinha uma ideia na cabeça).
(Obrigada por chegar até aqui, prometo que a segunda parte começa com tudo e é bem pesada. Aceito sugestões e críticas pra segunda e última parte. Beijos x 1000.)
Continua...
Antonella, minha melhor amiga, tinha terminado com o namorado na mesma época que eu, e a gente tava na bad. Éramos amigas desde o primário. Resumindo, crescemos juntas.
Um dia, na casa dela… a gente se preparando pra sair pra night… eu tinha acabado de sair do banho, tava praticamente pelada… Antonella tava lá embaixo com a mãe. De repente, entra o irmão mais velho, Gonzalo…
(Gonzalo, em 2008, tinha uns 33/34 anos, era casado… Já fazia anos que ele não morava na casa, por isso a gente usava o quarto dele… que tinha banheiro, o quarto da Anto não tinha.)
Praticamente, se não fosse pela minha calcinha fio dental preta, eu tava completamente pelada… O que cê tá fazendo, doido…… Sai daqui … Gonzalo… Que que cê tem, garota!!! É o meu quarto… até parece que nunca vi uns peitos na vida. Uns peitinhos… (ela era mó magrela) Chupa aqui, gonza. Sai fora daqui. (Eu conhecia ele desde sempre, a gente se zoava pra caralho) Caralho! Agus, quando eu te levava pra escola, tu não tinha essa boquinha não… Vaza daqui… já não sou mais uma menininha, e você não faz ideia do que eu faço com essa boquinha. Anda, vovó, vaza. Murmuro pro vô e ele caiu na risada. Eu tava escondendo as tetas de costas pra ele, mas dava pra ver minha raba no espelho do outro lado, e o olhar que o Gonza me deu.
Sabe o que te falta, mocinha! ...esse vôzinho aqui pode te fazer ver todas as constelações juntas. Primeiro, se prepara que tu não aguenta nem um round (ele tava certo, haja, melhor não nos adiantarmos muito).
Até queria, mas vai ter que ficar só na vontade. Tchau, vô!
Na mesma hora, com uma mão apertando minhas tetas, empurrei ele pra fora e fechei a porta. Vale Agus, tenho que pegar um par de tênis pro trampo. Aguenta que eu me troco e você pega elas depois…
(ainda lembro quando o Gonza morava em casa, ele trazia a Laura (a esposa dele agora), com a Anto a gente dormia no quarto do lado, quando dava pra dormir!
Lembro das putarias que ele fazia com a Laura. A gente morria de rir, éramos umas meninas, não entendíamos nada…
Lembro que o cara era um tarado e boca suja… alguns sábados ele voltava super bêbado com a Laura de alguma festa, comia ela por duas horas seguidas ou mais. Lembro dessas noites, dava pra ouvir o barulho das bolas batendo e como ele dava tapas na bunda da namorada/esposa Laura… e os orgasmos que ele fazia ela ter, CINCO! na mesma noite…
– Você gosta, putinha, gosta da minha pica.
– Me dá mais forte que eu vou gozar. Arrebenta minha buceta! Que pica gostosa você tem! Frases que ficaram na minha memória. A Antonella, irmã dela, é testemunha de que eles exageravam demais. O Gonza era uma besta na cama e, pelo que a Laura dizia, tinha uma pica duríssima. (Sempre quis ser comida assim, mas naquela época nada). Bom, vamos continuar a história.
O ponto é que o Gonzalo já não morava mais lá…
Naquele dia, o Gonza ficou pra comer pizza com cerveja,
Já de noite. Várias cervejas no meio (sim, na casa do Gonza deixavam a gente tomar cerveja no jantar, na minha nem fodendo).
O Gonza comentou que tava com vontade de ir ver o Indio Solari em San Luis…
Que o cara tava velho, que ele seguia desde os Redondos, etc., etc.… Eu nem fodendo curto. Sou mais Babasónicos, Calamaro, Miranda… mas a Anto era super fã de tudo que o irmão ouvia…
No jantar, a Anto implorou pro irmão levar ela… O Gonza ia sozinho na Berlingo, mas lá ele encontrava os amigos porque ele trabalhava. Saía sexta-feira tipo 15h pra chegar sábado de madrugada e domingo ficava lá pra comer um churrasco de noite antes do show do Indio. Segunda-feira ele voltava…
– Se sua mãe deixar, não tenho problema – disse o Gonza. – Lugar tenho na Berlingo. E vou e volto sozinho.
A mãe da Anto falou que não, sozinha nem fodendo, ela fica Bem perigoso, e além disso, todos são drogados, esses que vão ver o Indio…
Aí a parada virou uma discussão, todo mundo se xingando. Anto xingou a mãe. Começou a chorar. Gonza falou pra Anto que ela era uma putinha de merda… e eu no meio disso tudo! Quer que a terra me engula!!!!!!
Todo mundo chorando! Gonza ameaçando ir embora… E de repente, pra cortar a tensão, eu levantei a voz e gritei!
Eu vou com ela!
Silêncio total,
Anto para de chorar e me abraça.
Valeu, amiga…
Anto dá um pulo de alegria.
A gente vai ver o Indio em San Luis! A gente se abraça, e vem o Gonza, nos abraçamos os três e começamos a gritar Indio, Indio, Indio…
A mãe da Anto parou de chorar e deu um sorrisinho…
Tava decidido: dia 27 de setembro a gente ia os três pra San Luis…
Gonza ficou de cuidar dos ingressos e depois a gente acertava (fiquei quieta, não tinha nem trampo nem um puto). (Ia ter que inventar alguma história em casa pra voltar segunda à noite… alguma coisa ia surgir).
Os meses passaram voando até chegar setembro.
No inverno eu tinha engordado um pouco, era magrela demais (tinha ficado frustrada quando o Gonzalo desprezou meu corpo)… meus peitos cresceram bastante e eu peguei uma raba terrível. Ia pra aula de spinning com a Marta (ela era minha ídola. Tinha um corpão, uma raba do caralho, todo mundo no clube comia ela com os olhos). Ela me passou uma dieta pra tonificar. No spinning, eu era a melhor aluna dela. Lavallol é um bairro pequeno, do lado da academia tinha um boteco onde o Gonza e os amigos dele ficavam. Às vezes a Marta me chamava pra tomar alguma coisa nas mesinhas do boteco… O Gonza e os amigos não paravam de falar um monte de putaria pra Marta… Tipo: “Meu Deus, Marta, que raba do caralho você tem… pelo amor de Deus, essa burra pede carne… a mulher mais puta de Lavallol…” E a Marta também entrava lá dentro pra pedir qualquer besteira e passava rebolando a bunda, deixava eles todos de pau duro, todo mundo se coçando… O Gonza era o mais sem noção… suspirava e gritava: “Essa raba me deixa loucooo, essa raba, meu Deus!!!”
A Marta morria de rir. Riso, mas todo mundo queria comer ela… eu comentei que no dia 27 ia ver o Indio com minha melhor amiga e com o Gonzalo…. A Marta me olhou e falou… olha girl, que o Gonza é um putão danado e além de ser irmão da sua melhor amiga, é homem e bem gostoso, ainda mais você que nesses meses treinando comigo tá virando uma puta sem vergonha, qualquer homem ia adorar arrebentar sua rabeta…. fala Marta, não mente…. ah é? você acha que se tiver chance o Gonzalo não vai arrombar sua buceta de pica?
-Não sei! falei toda vermelha
Me faz um favor! disse a Marta, Você não vai me comprar um Beldent?.
-beleza, falei.
E vai devagar… mostra como você malhou essa rabeta! vão te comer com o olhar, amiga!
Levantei e fui devagar, fua cumprimentar o Gonzalo, dei um beijo na bochecha dele, ele é mais alto então tive que ficar na ponta do pé e os amigos do Gonzalo soltavam hufff, ai deus… empinei a bundinha ainda mais (eu tinha uma rabeta enorme naquele ano). Comprei os chicletes e voltei, a questão é que nem lembro todas as sacanagens que me falaram…(adoro provocar os caras, minha buceta molhava na hora)
Bom, pra não fugir da história principal.
Nunca imaginei que o Gonzola era tão sem vergonha com as novinhas. Ele era casado com a Laura há anos, inclusive fui no casamento deles.
Comecei a suspeitar que a Laura era corna pra caralho…
A questão é que no dia 22 de setembro a Anto não foi pra escola porque tava se sentindo muito mal, no dia 23 também não, no dia 24 foi no médico e diagnosticaram caxumba. Ela ficou de repouso por quinze dias…
Ia perder o show do Indio!
Eu tinha mentido em casa que ia com a mãe da Anto pra Cañuelas passar uns dias num chalé.
Tava doida, queria ir… não tava nem aí pra nada.
Por telefone a Anto me falou pra ir mesmo assim.
Depois me conta tudo, Agus…… o lugar é muito foda, entre montanhas. O pessoal é muito gente boa e meu irmão gastou uma grana preta nos ingressos.
No dia 26 não conseguia dormir pensando que ia viajar pra San Luis Com o Gonzalo, mais de treze horas na caminhonete e o cara já queria se arriscar! Mentalmente, a ideia me excitava…
No dia 27 de manhã, recebo uma mensagem do Gonzalo.
"Agus, passo às 15 na casa da minha mãe pra te buscar… leva cobertores e roupa de frio…. Nos vemos pontual. Beijos."
Odeio quando me dão ordens!
Arrumei a bolsa de qualquer jeito!
No dia 27, me despedi do Anto pela porta e fiquei na sala esperando o Gonzalo…
Vou me descrever rapidinho… olhos castanhos claros, pele branca, bem branca. Magra, pernas longas, lindas e fortes. Cabelo preto liso, franja longa e fininha… tenho uns peitos duros e grandes. E uma bunda empinada, bem durinha graças às aulas de spinning. Uma garota bem putinha.
Tenho um corpo bem sexual, uso óculos (meu ex dizia que adorava quando eu chupava o pau dele de óculos). Pernas longas, quase uma modelo… com 19 anos, tava no ponto. Em 2008, tinha terminado fazia 7 meses com meu namorado e não transava há pelo menos 7 meses, o corpo já tava cobrando. Nos últimos meses, provavelmente pela empolgação da viagem ou porque não comia ninguém há séculos, tava muito excitada. Literalmente… tava muito puta… tinha sonhos eróticos toda noite, e muitas vezes com o Gonzalo.
Vesti uma legging preta bem apertada (que bunda eu tinha pelado), uma camiseta branca dos Stones. Naquele dia, fazia muito calor. Por último, os óculos grandes com armação vermelha que tanto excitavam meu ex.
Quando me olhei no espelho, me senti muito gostosa, meu cabelo lindo, bem preto, minha franja lisa, branca como a neve… pintei os lábios de vermelho forte, bem carnudos.
Legging preta, camiseta branca sem sutiã (não gostava de usar, tinha os peitos empinados e duros). Uma deusa, resumindo.
Tava com uma ansiedade do caralho…
16h15, super atrasado, o Gonzalo chega. Buzina: "Vai, sobe, vai, rápido…"
Me enrosco com a bolsa, caio, o Gonzalo desce rápido pra me ajudar… Me levanta como se fosse uma pluma, fico toda vermelha (fiquei um pouco excitada). Ainda me diz: "Rasgou sua legging."
"Onde? Não! Boludo? Nem fodendo.
—É, boba, naquela bunda minúscula… me viro bem na hora que termina minha rabeta. Aquela xereca gostosa, resumindo, dava pra ver um pouco.
—Bunda, rabo, burra, Gonza. Trabalho muito pra ninguém chamar de bundinha pequena... falei meio irritada.
—Me desculpa, Agus. Não quis te ofender. Você tem um rabão.
—Valeu, mas não acredito em você, falei.
Enfim, não tava nem aí. Vamos ver o Índio.
Já dentro da Berlingo, jogo a bolsa pra trás e sento na frente.
Eu grito desesperada: “Pra San Luis!” “Vamo, Índio!”
“Éééssssa!” grita o Gonza, que tava super feliz. E o Gonza tava fortão.
Gonza me fala que a gente tinha que passar buscar o amigo dele, Juan. Ele tinha comprado o ingresso do Anto… eu baixei os óculos e olhei pra ele com raiva, fazendo biquinho com os lábios.
—Dá logo, sua burra. Os ingressos tão caros pra caralho e ainda por cima ele traz baseado. (Nunca perguntei quanto devia do ingresso, juro, nunca perguntei.) Com cara de otária, falei: “Tá bom.” E esqueci do assunto.
O gordo Juan, um personagem!!!
Vinha com duas mochilas e vários cobertores…
Gonza me fala: “Desce. Ajuda ele…”
Eu, toda otária, me abaixei de quatro, levantando bem a bunda, arrumei as mochilas do gordo. Ele tava com os olhos saltados pra fora. Claro, tava dando um showzão. Mostrei toda a rabeta. Ainda por cima, tava com uma xereca gostosa.
O gordo não parava de falar… e de me elogiar: “Que amiga linda você tem, Gonza, quantos anos ela tem? Que corpo que a jovem tem…” Eu, super simpática: “Tenho 19, e você?” Haha “Eu, 38. Sou casado, tenho 2 filhos.” Blá blá blá.
—Eu sou solteira… faz mais de sete meses.
—Que desperdício, falou o gordo…
—Desperdício por quê? me fazendo de sonsa.
—Porque você tem um corpo do caralho. É uma pena que nenhum homem possa aproveitar. Você é uma gostosa.
—Valeu, Juan! Nem é tudo isso… além do mais, os moleques da minha idade só querem fumar maconha. Eu preciso de um homem de verdade.
—Olha só! Alguém com experiência. Que saiba o que faz… esses dias podem ser seus dias de sorte. Deus te ouça, Juan... falei com cara de puta. Deus te ouça! Já tava na área do campo, o gordo acendeu um baseado. Os Redondos tocavam no som. Eu, Agus: "Você é muito fã do Indio, né?" Eu expliquei que era mais dos Babasónicos, do Calamaro. Bom, mas tu é da pá virada... kkkk A parada é que o tempo ficou uma merda… eu no meio dos dois. A fumaça do baseado que eles tavam fumando até me esquentava. Sou muito branca, fiquei com a cara toda vermelha. Já no meio do campo, os vidros começaram a embaçar, não dava pra ver nada. O aquecedor não funcionava… Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Agus. "Embaixo do banco", o Gonza me fala. "Tem um pano, pega ele e passa no vidro pra eu enxergar melhor. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Como eu tava no meio, me virei do jeito que deu. Jogando minha rabeta pro lado do Juan… que tava chapadão… não tava alcançando, então abaixei um pé e coloquei o joelho na poltrona… deixando um espetáculo inesquecível pro Juan. Minha buceta bem empinada. Só de me ver naquela posição… o Juan pirou. Eu, uma vista maravilhosa. Inacreditável! Estica o braço e pega a flanela… —vai lá, passa ela pra cá… Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não reclamei de nada. E acordei com a caminhonete em movimento. Hora de limpar a umidade dos vidros. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. … dá pra imaginar dois homens casados mais uma gostosa de 19 anos. nessa situação! Tava indo fácil uns 130 km/h, meus peitos pulavam e pulavam sem parar, o Juan não tirava os olhos deles. Com uma mão ele roçava nas minhas pernas e com a outra se esfregava no volume... (não vou mentir, tava me excitando, fazia meses que não transava e a buceta tava latejando). Os dois eram mó legais, piada vai, piada vem. O Juan se excedia pra caralho… O Gonza me contou que era amiga da irmã e que me levava pra escola antes… Se você me preparou o lanche... Quando eu era pequena, não é, gonza? Eu disse. Assim? Gonza. Você preparava a gozada pro Agus? — disse Juan. Sisi… várias vezes… A gente se descansa todinho, A gente parou numa YPF no meio do nada, na frente da estrada, pra ir no banheiro. Eu aproveitei e troquei de roupa, botei um short jeans azul. ¡engole-me terra! desde o verão passado não usava eles, e tinha tonificado a bunda. Ficaram super apertados, me faziam uma bunda terrível, bem apertada, quando entrei no 24. Onde estavam os caras, o povo olhava. como se eu fosse uma porn star. tava com metade da bunda pra fora, péssima ideia não ter experimentado os shorts antes. Os caras estavam sentados tomando um café. Gritaram pra mim "vem, agus". Toma algo quentinho, não sabia onde me enfiar, todo mundo olhou pra minha bunda. Além disso, Juan goza. Pedi com gozo, você gosta com gozo? Óbvio, gordão. Gorda, me deixa duro! Ela já chega falando mal de mim! Me fiz de surda… Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Terminamos o café, o gordo chapado era um puta cagão de risada, nem disfarçava o tesão e, se tivesse chance, me passava a mão onde desse. Os caras foram pra caminhonete, eu fiquei pra apagar o que a gente consumiu. Tá caindo um temporal da porra. Uma chuva torrencial. Queria morrer!!! Me dei um toque pra não me molhar demais, até atravessar a rua, abro rápido a porta e me jogo de cabeça na caminhonete. Aí acabei espalhada nas pernas do gordo. com a buceta bem empinada em cima do João (fiquei parecendo uma puta de merda) Ele fica sério e me diz: "Olha, gata, eu não sou viado, não. Então da próxima vez que você colocar essa buceta gostosa perto de mim, eu vou morder." Eu só consegui me recompor e sentar... Gonzase morria de rir. Agus, não dá bola pra esse gordo não, que a mulher dele é uma baleia e ele vê uma gostosa que nem você, já fica com a cabeça cheia de porra. Nem pagando ele teria chance de ver uma bunda tão linda como a sua. ¡¡¡¡Chan! Responde, mulher, não esquece do Gonzalo… já não sou mais uma menininha. Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Com a minha cara mais de bocó, eu grito. São Luís! Levanto as mãos e grito!! Wooo huu!!! Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Quando me dei conta, não podia ser pior... a camiseta toda molhada, meus dois melões transparentes e meus bicos bem durinhos à vista desses dois velhos tarados. Tá meio molhadinha, agus... me diz o Juan com um baseado na mão, Eu fiquei toda vermelha e me cobri como pude. Cala a boca, velho tarado… Dá pra ver que você também tá com frio. Haha, os dois se mijavam de rir… O Gonzalo me dizia,,,pra eu dar uma franelada… não sei se ele tava falando com duplo sentido ou o que.. (mas esses dois velhos tarados tavam me excitando um pouco) Agus, me chupa um pouquinho por favor… Sissi, como a senhora quiser, eu respondia. Deixei cair meus peitos todos molhados. Minha camiseta tava super transparente… parecia uma coelhinha no meio de 2 lobos. Limpei todos os vidros embaçados. Assim tá bom, vó, tô me cagando de rir! Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já era de noite, tava chovendo torrencialmente, paramos no acostamento da estrada num ponto de caminhões… fomos pra trás, no porta-malas da Berlingo, comer alguma coisa.
“Passa pra trás”, o Gonza me fala.
Eu, toda otária, pergunto: “Por onde?”
“Por aqui, pelos bancos”, o Juan responde.
Eu fui na maior confiança. Adivinhem!
Fiquei entalada! Sim, fiquei bem presa, com a bunda apontando pros caras no meio da Berlingo!
Fiquei encalhada, seus idiotas!!! Me ajudem!
A risada dos caras!!!
“Ajudamos ela?”, “Que ela peça direito?”… o Juan fala.
“Fala sério, mano…”
“Gente, me tira daqui, por favor…” falei com voz de mocinha.
Até que sinto umas mãos fortes na minha cintura e o filho da puta do Juan mete a mão direto na minha bunda, amassou bem amassada.
Senti uma eletricidade na minha buceta, escapou um gemidinho.
Sim, o filho da puta. Me levantou bem pela buceta…
O Gonza me levantou pela cintura como se eu fosse um travesseiro. O filho da puta. Me levantou me tocando bem na buceta…
Não vou mentir, mas aquelas mãos fortes me excitaram um pouco. E meus peitos tavam durinhos… e minha buceta começou a molhar…
Ouvi ele falando bem baixinho, mas eu não sou burra…
“Que vontade de comer essa mina, ela tá desesperada, quer pica. Dá pra ver que essa raba pede uma boa sentada… cala a boca, gordo punheteiro, corta essa.”
O Juan tirou uns sanduíches, uma coca e um fernet… das mochilas.
Eu tava com muita sede, tomei bastante fernet. Quando ele me passou o baseado, falei que não. Vontade eu tinha, mas o Gonza não fumava e só tomava coca.
“Viu, você se liga e não é do rolê. Depois de comer, eu fumo”, falei.
Então comemos uns sanduíches, tomamos uns fernets. Ficamos contando piadas, histórias… passou uma hora e era só nós. Tava super feliz. Tava chovendo pra caralho e fazia frio. Sem dúvida, o Juan queria me comer!
“Agora vamos cumprir a promessa”, o Juan fala. E me passa um baseado enorme.
“Toma, Agus. Eu cultivo há anos… Deixa você doida. Dá um barato muito bom.”
“Agu, agu, agu!” os dois gritavam.
Fiquei toda doida!!! E super desinibida! Tavam tocando Babasónicos, que eu adorava, e eu peguei a maionese como se fosse um microfone e comecei a cantar. Ah, sim, tô olhando pra sua namorada, ela me esquenta, e daí? Como aperta a bunda a amiguinha da sua irmã! Me sujei a mão toda de maionese. Com a maior cara de puta, faço um fuck you pra eles e devagar chupo meu dedo como se fosse uma rola. Os caras ficaram sérios, não acreditavam no que tavam vendo. Limpei a maionese com a linguinha como se fosse uma pica boa. O gordo tava se tocando no volume e também vi que a rola do Gonzalo tava endurecendo. Chega, Agus, pensei… você tá muito puta! Vamos nessa, galera, falta mil pra San Luis. Retomamos a viagem. Tava chapadassa. E muito feliz… Aí a gente vinha cantando, Juan de vez em quando passava a mão em mim. Paramos pra abastecer. Fui no banheiro e troquei a camiseta (botei uma que dizia fuck me. Os bicos dos peitos explodiam naquela camiseta, pareciam duas campainhas.) …mas fiquei com o short que mostrava metade da bunda… parecia uma acompanhante de primeira. O cara do posto praticamente me comeu com o olhar. Deu instruções pros caras: chegando na placa que diz 50 km pra San Luis, virar na rota interprovincial porque tinha enchente no caminho que íamos pegar… Seguimos viagem… vínhamos felizes cantando Babasónicos, Juan preparou um fernet, gozava, dirigia mas não bebia, eu tava exagerada, tomei fernet e dei mais uns tragos no baseado… umas 2 da manhã vimos a placa de San Luis e eu abracei o gordo com tudo. Ele passou a mão na minha bunda inteira, e eu apertei todos os peitos dele no peito. Viramos na rota interprovincial, tava tudo escuro. Não se via nada, caminhões passavam em alta velocidade, deu muito medo como a Berlingo balançava e pra piorar, de repente começou a cair granizo forte. Acabou toda a diversão e todo mundo se assustou. A rota tá muito perigosa, vamos ter que parar um bom tempo, ele falou pela primeira vez com Voz séria. Disse Gonzalo.
Só mato e escuridão era o pouco que dava pra ver…
Juan tava bem bebado. Gritava: ¡Para! ¡Para! ¡Para! …..
— Si, Gonza, para, por favor, tô com medo — falei.
No meio do mato tinha uma entrada tipo porteira. Juan desceu correndo, abriu e entramos até debaixo de um salgueiro gigante, tinha um abrigo bem seguro.
Gonza desligou a caminhonete pra economizar.
Completamente no escuro, só iluminavam os relâmpagos.
Bem assustada, Juan me abraçou e disse que eles cuidavam de mim, que eu não tivesse medo… Eu relaxei.
A gente se posicionou de novo na parte de trás da Berlingo, cabíamos bem os três.
— Não se vê porra nenhuma — falei.
— Duas bucetas é melhor que uma — disse Juan, todo doido.
Me fiz de surda… Gonza acendeu uma lanterninha de emergência e, obsecado, apontou pra mim. (Só iluminava meu corpo.) …
— Passa teu cobertor, Agus.
— Não trouxe, não pensei que ia fazer tanto frio.
— Me empresta um moletom, Gonza.
— Toma, pega esse vermelho…
— Não olhem, galera! — Me virei de costas e, empinando bem a raba, tirei a regatinha e, antes de vestir o moletom, me virei cobrindo os peitos e falei pro Gonza: — Nossa, esse moletom é gigante.
— Veste logo ou fica pelada. É o que tem!
Fiz biquinho com minha boquinha (com a carinha mais de chupar pinto que vocês podem imaginar) e vesti o moletom. Ficou gigante, os peitos balançavam soltos… Fiquei super pornô. Tirei os tênis e, pra completar, subi o shortinho bem pra cima, deixei as nádegas escaparem. Fiquei com a bunda toda pra fora e o short enfiado no rabo.
Me coloquei no meio dos caras e falei com voz de menininha:
— Vocês se importam se eu ficar mais confortável? — deixando à mostra toda minha bunda branquinha e minúscula. (Sim, enfiei literalmente o short na buceta. Tava com a raba toda pra fora. Um espetáculo.)
(Imaginem isso… meias brancas com um shortinho jeans bem apertado e um moletom vermelho gigante sem sutiã.)
Tava muito pornô. Colocando tudo. Em cima, Gonza pendurou a luz de emergência num ganchinho do teto que só iluminava eu... dava pra ver só minha carinha e meu corpo, que já tava me traindo.
Bom, dividimos as cobertas.
AGUS, vem pra cá no meio... disse o Juan... aqui você vai ficar bem quentinha...
E foi assim que fiquei. No meio dos dois homens casados que quase tinham o dobro da minha idade... com várias jarras de fernet e uma excitação do caralho que me traía feio (sete meses sem uma boa pica me penetrar, imaginem, eu era uma chaleira fervendo). Sete meses sem transar!!!!
Juan me abraçava, acariciava minha barriguinha e me incentivava a descer um pouco também. Já sem vergonha nenhuma.
De um segundo pro outro, tudo mudou de repente.
Gonzalo passou a ter o controle.
— Gente, quero relaxar um pouco! Dirigi oito horas e aconteceu de tudo... agora quero fumar um baseado — falou, enquanto tirava uma garrafa de vodka Smirnoff da mochila.
Vamos nos divertir um pouco... bora jogar alguma coisa.
— Siiiiim!!!!!! — gritei eufórica!!! — Vamos jogar!!! Quero me divertir! — falei, quicando minhas tetinhas.
— Vamos jogar verdade ou desafio! (Já tava entregue demais!). (Tava com uma excitação que nem conseguia pensar, só tinha uma ideia na cabeça).
(Obrigada por chegar até aqui, prometo que a segunda parte começa com tudo e é bem pesada. Aceito sugestões e críticas pra segunda e última parte. Beijos x 1000.)
Continua...
17 comentários - Aos 19, fui ver o índio com 2 homens casados (v.ext)