Essas anedotas com nossa querida amiga se espalham ao longo de uns dois anos, e são só algumas de muitas.
I AVENTUREIRA, GULOSA E GAUCHINHA
Meio roqueira, boquinha pintada e argola no nariz. Assim é a Sofi. Daquelas gostosas boas que se consolam com pau e que, mesmo sem trampar, a gente sabe que bem que poderia porque não se daria mal. A filosofia dela por osmose: tudo-pelo-amor-à-arte.
II EM CÓRDOBA
Ela ficou encantada uma vez quando me viu sem camisa. Me apontou com o olhar e jogou umas flores pras amigas. Tava em Córdoba na viagem de formatura e nos cruzamos naqueles lugares comuns com piscina no pé dos morros. Na mesma noite já tava em algum dos nossos quartos fodendo na hora. Naquela época tinha a buceta bem apertadinha, macia e quente.
III SOFI
Pra quem pergunta como ela é: 1,69m e dentes branquinhos. Caderuda, morena, cabelo liso passando dos ombros e um pouco cheinha (não muito). Rabão bonito, olhos castanhos e cara de puta. O melhor dela: a boca, a língua e os peitos. Aventureira, gulosa e gauchinha, dá pra imaginar...
IV AS BASES DO MENAGE
Naquela época, já terminado o ensino médio, a gente costumava misturar os círculos de amigos nos rolês. Uma vez a Sofi tava indo pra casa dela comigo e o Adrián, e do nada surgiu a conversa se ela faria um menage com a gente. Eu e meu amigo nos olhávamos cúmplices e na confiança, e a gente ficou de cara que ela sorrindo disse que sim. A puta ia na frente.
V O BOQUETE NUM AMIGO
Uma noite ela mamou outro amigo no banheiro. A gente descobriu porque o barulho da cabeçada chegava até onde a gente tava (sempre chega uma hora que ela chupa assim, num ritmo mais acelerado, deixando o pau entrar e sair da boca por conta própria).
VI JOGUINHOS EM CASA
Tinha passado um tempo sem nos ver. Vale dizer que não sempre que nos via a gente transava. Às vezes era sair pra dar uma volta, tomar uns mates, se reunir entre amigos ou sair. Nessa ocasião, era tomar um mate numa quarta à tarde (dia que não íamos pra faculdade). Tava no meu quarto até que a gente caiu em alguma daquelas fotos de Córdoba. - Quer um chiclete? - Uhum, dá (ela sempre rápida). Passei o que tava na minha boca e ela começou a suspirar. Meio ofegante, ela pergunta: - Lembra como você chupava minha boquinha em Córdoba? - Assim?, falei. E a gente começou a se beijar e chupar a boca um do outro. A língua dela era um demônio, tanto pra chupar pau quanto pra apertar. Eu passava minhas mãos das pernas dela até os peitos, e apertava o pescoço também. Sentia os biquinhos durinhos por cima da regata que ela tava usando naquela tarde, e fazia círculos na legging dela. - Duvido você se atrever? Eu gosto (ela falou com os lábios na minha língua). Eu chupava um peito dela e segurava o outro. Quando ela gozava, vibrava e caía, mas se tava com tesão, já tava pronta de novo. E bom, como já conheço as manhas dessa putinha, enfiei os dedos. Usei a palavra: pussy mojadísima e pernas molhadas, tudo enquanto a gente não parava de se beijar. Satisfeita, Sofi gozou de novo. Antes, ela tinha passado a mão no meu pau. O depois conto outra hora. VII TRANSA NUM CARREFOUR Pra quem não sabe, a língua da Sofi é pontuda. Ela me liga uma tarde que eu tava com a Mayra (azar, e outra amiga que vou falar outro dia) dizendo que tava vindo pra casa. Tinha brigado com o namorado e "pra tentar se sentir melhor", tinha transado com outro no banheiro de um Carrefour. Naquela época, Sofi apostava no amor mas sem deixar os instintos de puta de lado. Não era a primeira vez que ela tava com dois caras no mesmo dia, o curioso é que ela tava disposta a pegar três! Passou em casa, me viu com minha amiga, cumprimentou e seguiu o caminho. Dessa vez um pouco puta, um pouco triste. VIII EU NÃO TROCO ELA POR NADA QUANDO ELA COMEÇA A MONTAR Uma das últimas vezes era cinco amigos. Ela agora já com franja: uma potranca na hora e uma gostosa depois. Cada um na sua e já com ela a gente tava se insinuando. Isso é música, álcool e um pouco de 420 numa noite de sábado de primavera. A gente tava de pé num corredor e eu tava passando a mão na pussy dela, até que chamei ela pro quarto. Ela sozinha botou o peito, tirou a camiseta e me chupou. Ela soltava aquela língua molhada e pontuda, e dava tapas na própria boca e nas bochechas. Depois nos peitos. Lindas boobs, tipo 95 ou 100 de tamanho: auréolas médias, marrom clarinho e com mamilos redondos meio pequenos. Ela se entrega em cada puxada de borracha, e por isso é difícil dizer não pra próxima vez. Gozei na boca dela, e depois em cima: montar. Gemidinhos curtos, e depois gemidos de puta safada: aqueles que são puro ar e no ritmo que ela mexe a pussy. Ela goza, e eu boto um dedinho na boca dela enquanto continua. IX FRASE DE CABEÇA Às vezes a gente tá falando que a poluição do planeta é um problema e ela solta o clássico: - me dá um beijo? Assim termina de quatro. O legal da Sofi é que ela gosta de ser protagonista no sexo. Então quando você tá comendo ela, ao mesmo tempo ela tá mexendo a bunda no ritmo dela. X APOSTANDO NO love Essas histórias com minha amiga vão dos nossos 18 até os 26 atuais, claro que tem muito mais histórias. Postaria uma foto da Sofi mas ia nos expor demais. Agora ela tá namorando e há uns meses a gente não se vê, mas conhecendo ela é questão de tempo pra putaria começar a coçar de novo. A gente se fala no whatsapp de vez em quando e, a não ser que ela esteja experimentando outros métodos, ela tá tentando de novo "apostar no love": um love de uns quantos centímetros.
I AVENTUREIRA, GULOSA E GAUCHINHA
Meio roqueira, boquinha pintada e argola no nariz. Assim é a Sofi. Daquelas gostosas boas que se consolam com pau e que, mesmo sem trampar, a gente sabe que bem que poderia porque não se daria mal. A filosofia dela por osmose: tudo-pelo-amor-à-arte.
II EM CÓRDOBA
Ela ficou encantada uma vez quando me viu sem camisa. Me apontou com o olhar e jogou umas flores pras amigas. Tava em Córdoba na viagem de formatura e nos cruzamos naqueles lugares comuns com piscina no pé dos morros. Na mesma noite já tava em algum dos nossos quartos fodendo na hora. Naquela época tinha a buceta bem apertadinha, macia e quente.
III SOFI
Pra quem pergunta como ela é: 1,69m e dentes branquinhos. Caderuda, morena, cabelo liso passando dos ombros e um pouco cheinha (não muito). Rabão bonito, olhos castanhos e cara de puta. O melhor dela: a boca, a língua e os peitos. Aventureira, gulosa e gauchinha, dá pra imaginar...
IV AS BASES DO MENAGE
Naquela época, já terminado o ensino médio, a gente costumava misturar os círculos de amigos nos rolês. Uma vez a Sofi tava indo pra casa dela comigo e o Adrián, e do nada surgiu a conversa se ela faria um menage com a gente. Eu e meu amigo nos olhávamos cúmplices e na confiança, e a gente ficou de cara que ela sorrindo disse que sim. A puta ia na frente.
V O BOQUETE NUM AMIGO
Uma noite ela mamou outro amigo no banheiro. A gente descobriu porque o barulho da cabeçada chegava até onde a gente tava (sempre chega uma hora que ela chupa assim, num ritmo mais acelerado, deixando o pau entrar e sair da boca por conta própria).
VI JOGUINHOS EM CASA
Tinha passado um tempo sem nos ver. Vale dizer que não sempre que nos via a gente transava. Às vezes era sair pra dar uma volta, tomar uns mates, se reunir entre amigos ou sair. Nessa ocasião, era tomar um mate numa quarta à tarde (dia que não íamos pra faculdade). Tava no meu quarto até que a gente caiu em alguma daquelas fotos de Córdoba. - Quer um chiclete? - Uhum, dá (ela sempre rápida). Passei o que tava na minha boca e ela começou a suspirar. Meio ofegante, ela pergunta: - Lembra como você chupava minha boquinha em Córdoba? - Assim?, falei. E a gente começou a se beijar e chupar a boca um do outro. A língua dela era um demônio, tanto pra chupar pau quanto pra apertar. Eu passava minhas mãos das pernas dela até os peitos, e apertava o pescoço também. Sentia os biquinhos durinhos por cima da regata que ela tava usando naquela tarde, e fazia círculos na legging dela. - Duvido você se atrever? Eu gosto (ela falou com os lábios na minha língua). Eu chupava um peito dela e segurava o outro. Quando ela gozava, vibrava e caía, mas se tava com tesão, já tava pronta de novo. E bom, como já conheço as manhas dessa putinha, enfiei os dedos. Usei a palavra: pussy mojadísima e pernas molhadas, tudo enquanto a gente não parava de se beijar. Satisfeita, Sofi gozou de novo. Antes, ela tinha passado a mão no meu pau. O depois conto outra hora. VII TRANSA NUM CARREFOUR Pra quem não sabe, a língua da Sofi é pontuda. Ela me liga uma tarde que eu tava com a Mayra (azar, e outra amiga que vou falar outro dia) dizendo que tava vindo pra casa. Tinha brigado com o namorado e "pra tentar se sentir melhor", tinha transado com outro no banheiro de um Carrefour. Naquela época, Sofi apostava no amor mas sem deixar os instintos de puta de lado. Não era a primeira vez que ela tava com dois caras no mesmo dia, o curioso é que ela tava disposta a pegar três! Passou em casa, me viu com minha amiga, cumprimentou e seguiu o caminho. Dessa vez um pouco puta, um pouco triste. VIII EU NÃO TROCO ELA POR NADA QUANDO ELA COMEÇA A MONTAR Uma das últimas vezes era cinco amigos. Ela agora já com franja: uma potranca na hora e uma gostosa depois. Cada um na sua e já com ela a gente tava se insinuando. Isso é música, álcool e um pouco de 420 numa noite de sábado de primavera. A gente tava de pé num corredor e eu tava passando a mão na pussy dela, até que chamei ela pro quarto. Ela sozinha botou o peito, tirou a camiseta e me chupou. Ela soltava aquela língua molhada e pontuda, e dava tapas na própria boca e nas bochechas. Depois nos peitos. Lindas boobs, tipo 95 ou 100 de tamanho: auréolas médias, marrom clarinho e com mamilos redondos meio pequenos. Ela se entrega em cada puxada de borracha, e por isso é difícil dizer não pra próxima vez. Gozei na boca dela, e depois em cima: montar. Gemidinhos curtos, e depois gemidos de puta safada: aqueles que são puro ar e no ritmo que ela mexe a pussy. Ela goza, e eu boto um dedinho na boca dela enquanto continua. IX FRASE DE CABEÇA Às vezes a gente tá falando que a poluição do planeta é um problema e ela solta o clássico: - me dá um beijo? Assim termina de quatro. O legal da Sofi é que ela gosta de ser protagonista no sexo. Então quando você tá comendo ela, ao mesmo tempo ela tá mexendo a bunda no ritmo dela. X APOSTANDO NO love Essas histórias com minha amiga vão dos nossos 18 até os 26 atuais, claro que tem muito mais histórias. Postaria uma foto da Sofi mas ia nos expor demais. Agora ela tá namorando e há uns meses a gente não se vê, mas conhecendo ela é questão de tempo pra putaria começar a coçar de novo. A gente se fala no whatsapp de vez em quando e, a não ser que ela esteja experimentando outros métodos, ela tá tentando de novo "apostar no love": um love de uns quantos centímetros.
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