Sua melhor amiga. Não sei o porquê, mas sei o como. XVIII Era terça-feira, na noite anterior a gente tinha transado como nas últimas vezes antes desses encontros. O tesão já tinha baixado. Acordamos perto das sete da manhã. Tomamos café da manhã em silêncio, como é tÃpico da rotina. — E então? — Comecei a conversa. — Então, o quê? — O que você vai fazer? — Falei, enquanto focava num biscoitinho cheio de doce. — Nada, amor. Sinto como se a excitação me dominasse e não gosto desses impulsos. — Disse ela, sentada com uma perna em cima da cadeira e ainda de pijama. — É. Acho que a mesma coisa aconteceu com nós dois. Talvez seja hora de parar. — Falei e comi. Pauli fez o mesmo, concordando. Depois de alguns minutos e vários mates no meio, ela se agarrou na própria perna como se tentando se conter e suspirou fundo. — Sabe o pior? — Falou, com raiva. — Me diz. — Desde que comecei a me libertar, só penso em transar e essa situação de puta, sei lá, me dá tesão. — Ela se agarrava na perna, depois na cabeça, nervosa. — Mas vamos dar um basta. Já deu. — Peguei a mão dela. Naquele momento sorri, aceitando que era parte do passado, aceitando que a contraparte, ou seja, o velho, já iria embora em um ou dois dias. E acima de tudo, assumindo que a Maca tinha me "deixado". — Entende que eu me vestia mais puta pra um velho? Deixei ele comer meu cu, Juan. Encheu meu cu de porra, pra caralho. — — Bom, já deu... — — Não, Juan! — Ela levantou a voz, quase na hora que eu falei isso. — Olha. — Pegou minha mão bruscamente, enfiou por baixo do pijama e da calcinha fio-dental. — Tô encharcada, Juan. Isso me dá um tesão danado. Eu sei que a gente tem que parar, mas não sei por que tô com vontade de ir na verdureira, ir no apartamento dele e deixar ele arrebentar meu cu e... — eu já tava perdido, com tesão e perdido. —... voltar pra casa te contar ou você ver e depois te falar como me senti, e isso me fode toda porque te deixa louco, e dormir abraçados e no outro dia sentir que vou casar como tudo Uma senhora...
— Isso é por causa do casamento?
Tentei sondar, mesmo estando perdido.
— Não, Juan. Ou sim, tô confusa. O que eu sei é que o velho me dá tesão. Os dedos grossos, o jeito meio "fuck you", que ele não é atraente mas também não é sem graça. Me dá tesão ser uma putinha e você me dominar e depois ele fazer o mesmo e...
— Bom, para... — Interrompi ela, — ... já deu. Vamos parar com isso. Vamos voltar a ser como éramos um tempo atrás e pronto.
— Como éramos? Eu uma chata que não mostrava tudo o que queria transar e provocar, e você um insatisfeito com uma gatinha que não te agradava sexualmente? Porque não me nega que a de agora te agrada mais que a de antes. — Ela apontava o dedo, me julgando, me culpando, e eu concordei. — E ainda, se for possÃvel, como é que a gente esquece isso? Já fizemos, já parece parte da gente.
— Não precisa ser assim.
— Mas é. — Ela segurou a cabeça, enquanto me negava um mate. — Você gosta disso?
— Tô na mesma. Confuso. Se eu negar, tô mentindo pra você, mas se afirmar, é mentir pra mim mesmo.
Isso aqui era tão real. Sentia aquela angústia constante no peito, era como aquela punheta com culpa que corrói a cabeça porque você sabe que não devia bater uma, mas era mais forte que você. Bom, isso era a mesma coisa, mas com sua mulher, sendo comida por outro.
— Sabe qual é o problema? Tenho medo de que hoje seja com o Lucio, e depois com outro, e outro, e outro, e eu acabar sendo um corno manso que todo mundo come a mulher.
— Não sei, love. Não sei como fechar essa porta.
Aquela porta que parecia aberta e eu nem sabia que existia. Mas claramente a chave não estava comigo.
— Podia ter ido transar com qualquer uma. Sei lá. Escolhi o velho.
— O que você me contou ontem, era verdade?
— Sim, Juan.
— Ok... — Respondi, meio puto porque no fundo sabia que tinha mais. Mas, quem era eu pra julgar ela?
Paula foi se trocar, eu enquanto isso avisei o escritório pra mandarem um médico em casa. Sabia que não chegaria antes de três horas. honestamente, não tava legal. Quando ela voltou, tava com uma leggings bem justa que marcava as pernas finas dela e a bunda redonda, e uma jaquetinha leve, esportiva. — Vai comprar? — Você já vai? — Não... falei que tava doente. — Por quê? — Pauli, sê honesta. Se eu for, cê vai dar pra ele? — Não. — Jura. — Juro. — Fez a cruz com os dedos e beijou. — Mas cê ficou porque quer isso. SaÃmos pra comprar umas nove da manhã. Parecia de propósito, mas o Lucio tava na porta da verdureira feito um soldado, esperando. Desde quando ele tava ali? E quanto tempo ia ficar se a gente não tivesse ido? A real é que podia passar o dia inteiro, sendo aposentado não tinha mais nada pra fazer. — Oi. — Cumprimentei o velho com um sorriso. — Como vai? — Ele respondeu e mostrou que já tinha comprado. Pauli cumprimentou ele com um gesto e um sorrisinho. Seu Lucio entrou. Quando eu tentei entrar, ele saiu. Ela tava nervosa. Entrou, saiu e balançou a cabeça. — Vamo, não tem nada hoje. — Falou e andou uns passos em direção ao nosso apê. Lucio ainda tava fora, conversando com o verdureiro. — O que foi? — Perguntei, procurando o olhar desvairado dela. — Mano, cê não viu? — O que ele fez? — Entrou e enfiou o dedo no meio da minha buceta. Ainda bem que o verdureiro não viu. — Vamo embora. — Comecei a andar pra casa porque senão ia ter que encher ele de porrada. — Para. — Ela segurou meu braço. — Deixa eu falar com ele. Agora quero saber se ele contou pra mais alguém. Imagina se fico parecendo uma puta. — Ai, Paula. É coisa que um velho fala, quem vai acreditar? Não sei se eu era muito mole ou ela muito convincente, mas mais uma vez tava carregando as sacolas do velho. Subimos, o Lucio passou, e a Paula me parou na entrada. — Ele quer conversar a sós. — Paula, não sou otário. A gente já falou disso. Já sabe como isso vai acabar. — Faz o seguinte, fica do lado de dentro e eu falo com ele. Volto, te conto e Decidimos. — Aceitei de má vontade. Fiquei ali, eles foram pra sala de jantar. Tentei me aproximar, mas ia fazer barulho. <> Pensei, já tava de pau duro. Passaram uns 3 ou 4 minutos, ela voltou e a cara já era outra. — Me disse que não falou com ninguém. — — Bom, vamos embora. — — Você consegue espiar? — — O quê?! — — Juan... — Ela me pegou pelo pescoço e chegou perto do meu. — Me fez chupar a rola mole e falei que se você não tivesse por perto, não ia rolar nada. — Peguei ela pela nuca e fiz ela se ajoelhar. Abri o zÃper e a calça. Ela me chupou e fiz ela engasgar. Levantei ela de uma vez. — Que goze e isso acaba aqui. Acaba isso ou a gente. — Sussurrei. Pauli ficou pálida. — Vamos pra casa. — Me disse, quase desesperada. — Se não fizer, o velho vai falar. Faz isso e acaba. Fico no corredor olhando. — Ela foi pra sala. Me aproximei devagar, segurando a calça e com o pau duro pra fora. Espiei a cabeça e o velho tava no sofá de lado, e Pauli ajoelhada chupando ele. Passava a lÃngua pelo tronco até quase as bolas e voltava, engolindo tudo. O velho segurava a cabeça dela, desesperado. — Você é tão puta. Nenhuma outra me deixou tão duro quanto você. — — É? — Ela incentivava entre as chupadas. — Sentiu falta de chupar meu pau ontem? — O filho da puta sabia que eu tava ali. Ela não respondia. — Te excita chupar rola escondido, né? — — agh... Sim... — Respondeu ela, entre engasgos. — Contou pro seu marido como antes de ontem, antes de ir embora, você implorou pra chupar meu pau? — Paula começou a chupar mais rápido. Fiquei indignado, confuso, excitado ou... perturbado, mas aquilo não era o que ela tinha me dito. O velho levantou ela, virou e abaixou a legging. — Colocou a que eu pedi... — Sorriu o velho ao ver uma fio dental bem pequena, de duas tiras. <> Pensei e tentei lembrar dos encontros que tivemos, e ela nunca tinha usado. O velho abriu a bunda dela. Pauli começou a chupar ele. Ela me olhava e amassava os próprios peitos, mordia os lábios, gemia. Eu me masturbava devagar. — Ahg... ahg... — Me olhava e segurava a cabeça do velho. — Toca meu clitóris, Dom Lúcio, toca ele... — Suplicava, entre gemidos. — Que puta que você é... — Ele se afastou e deu um tapa na bunda dela. Voltou a chupar e, dois minutos depois, fez sinais para o corredor, para mim. Ela se aproximou, de fio-dental, desfigurada. — Escuta, amor... é... ele vai me comer sem camisinha. Já foi. Já... já foi, tá? — Não perguntou, me avisou. Voltou pra onde estava. O velho passou gel na pica e Pauli passou gel no cu. Sentou devagar. — Cumpriu, puta... — Falou, ofegante. Pauli se jogou pra trás, na barriga do Lúcio, e se mexia rápido. Gemiam como nunca, como se eu não estivesse ali. Pauli segurava a cabeça dele e o velho a pegava pelos quadris pra ela se mexer mais rápido. — Você contou pro seu marido que adora minha pica? — Ahg... ahg... ahg... — Contou ou não? — Ahg... não... ahg... — começou a pular na pica do velho. Lúcio se jogou pra trás, já não conseguia falar de tão excitado. Eu me masturbava com mais força. Pauli se levantou e se ajoelhou no sofá, de quatro. O velho ficou atrás e começou a meter no ritmo dele. Dava uns tapas na bunda dela de vez em quando. Agarrou ela pelo cabelo, e isso deixava Pauli louca. Ela começou a gemer mais alto, gritava. — Seu marido sabe que você vestiu essa calcinha mais de uma vez pra vir entregar verduras? — Ele disse, e Pauli diminuiu o ritmo. — Sabe que você enfiava os dedos no cu na minha frente, quando deixava as coisas? — Ela quase parou. Eu parei de me masturbar. Ele puxou ela mais pra trás. — Ele sabe, puta?! — Virou a cabeça dela pra que ela me visse. Ela negou com a cabeça. — Você fazia isso? — Ele perguntou de novo. Ela pediu desculpas, em silêncio, só com os lábios. — Ele sabe o quão puta você é? — Não... agh... não... — O velho começou a tirar a pica quase toda e enfiava de novo. a meter. — Então era assim que você enfiava os dedos no cu quando gozava?
Ela começou a gemer igual uma louca. — Era assim? — ahg, sim! ah, ah, ah! mais forte, mais forte!
— Joga a bunda pra trás, puta, joga pra trás!
Pauli começou a empurrar, gemia e olhava pra ele. O velho começou a se agitar. Em menos de um minuto, o velho gozou. Sentou do lado da Pauli. — Tá bem?
— Me traz água, por favor... — ela disse pra ele, ofegante.
Paula correu pelo corredor, deu a água e se aproximou de mim, enquanto o velho relaxava. — Paula, que porra é essa? — perguntei, confuso.
— Juan, por favor. Não sei, me deixei levar.
— Fala logo, o que mais você fez.
— Já foi, Juan. O velho vai embora e a gente esquece tudo isso.
— Tem mais? — falei.
— Neném... — Lucio chamou e ela foi.
Eu devia ter ido embora naquela hora, mas fiquei.
— Bate uma pra mim, do jeito que você gosta. — ele disse, sentado, e ela de joelhos igual uma puta. — Assim, assim... — ele olhava ela batendo uma e ela sorria pra ele. —... vem, senta aqui em cima e olha pra ele... — ele indicou, perverso, como todo esse jogo de merda.
Ela pulou de novo no pau dele. — Vou comer esse cu sempre? ahg... ahg... ah... toda vez que eu vier? — ele começou a meter mais forte. — ahg... ahg...
— Vai, puta... Olha pra ele e fala o que você me disse. Fala tudo. Repete.
— Sim... ah, goza, Lucio. — ela não tratou ele por você.
— Fala...
— ahh! ah! Sim! ah... você vai comer meu cu quando quiser porque eu amo seu pau!
Ela começou a pular com mais força. — Pede minha porra igual no outro dia!
— Enche meu cu, senhor. Quero sua porra, o senhor me dá?
— Tudo no cu?
Pauli me olhou, compungida. — ah... e depois na boquinha...
Paula pulou mais duas vezes, começou a se tocar no clitóris e o velho começou a explodir. — Que puta que você é!
— ah, mais, bombeia mais um pouco que eu vou gozar.
Ela saiu pro banheiro, eu segui. — A gente vai.
— Vou chupar ele e a gente vai.
— Você é burra ou só uma puta qualquer?
— Juan! Ele disse que se eu não fizer o que ele quer, conta pra todo mundo. — Olhou, com os olhos meio lacrimejantes. — Vou matar ele. — — Para! — Ela me segurou. — Faço isso e a gente vaza. — — Era tudo verdade? — — Já foi, Juan. — Lucio se aproximou. A gente saiu pro corredor. Dava pra ouvir a água correndo e ela se limpando. Voltou pro sofá. Ela se ajoelhou e começou a chupar ele de novo. — Vem, vou te chupar também. — Ela falou e eu me aproximei. — Eu não sabia que ela era assim e peço desculpas, mas não consegui recusar. Olha essa carinha. — Tocou o rosto dela e ela sorriu, enquanto alternava entre o meu pau e o dele. Ficou um tempinho e eu gozei. — Durou pouco, hein. — Me humilhou e ela sorriu, engolindo o pau do velho inteiro. Levantei, arrumei minha roupa, passei pelo corredor. Abri a porta, não me mexi e fechei. — De novo te largou? — — Sim, seu Lucio... — Dava pra ouvir a voz da putinha. — Amanhã antes de eu ir, você vem sozinha e chupa bem meu pau, ouviu, putinha? — — Sim, seu Lucio... — — E vou foder bem seu cu e sua buceta? — Ouvi ela cuspir no pau dele e chupar como uma louca. — Tá vindo, tá vindo. — Ouvi o velho gozar entre gritos. Paula ria, chegou no corredor com a porra na boca. Me viu parado ali, chorando. Abri a porta e saÃ. Acho que ela falou comigo ou gritou. Cheguei correndo em casa. Arrumei a mochila com duas ou três coisas. Ouvi a porta e o choro dela. Ela se aproximou, eu empurrei. Continuou chorando e a gente se xingou no caminho do quarto até a porta. Fiquei andando o dia inteiro. Almocei num restaurante que eu amava. Fui no escritório falar com meu chefe e inventei um problema de famÃlia pra evitar mais confusão. Deu oito da noite. Peguei o ônibus, desci, andei quatro quarteirões. Toquei a campainha. — Alô? — — Sou eu. — — Juan? Que porra você tá fazendo aqui? — — Maca... acho que vou me separar. — Um instante depois, o porteiro abriu e eu entrei.
— Isso é por causa do casamento?
Tentei sondar, mesmo estando perdido.
— Não, Juan. Ou sim, tô confusa. O que eu sei é que o velho me dá tesão. Os dedos grossos, o jeito meio "fuck you", que ele não é atraente mas também não é sem graça. Me dá tesão ser uma putinha e você me dominar e depois ele fazer o mesmo e...
— Bom, para... — Interrompi ela, — ... já deu. Vamos parar com isso. Vamos voltar a ser como éramos um tempo atrás e pronto.
— Como éramos? Eu uma chata que não mostrava tudo o que queria transar e provocar, e você um insatisfeito com uma gatinha que não te agradava sexualmente? Porque não me nega que a de agora te agrada mais que a de antes. — Ela apontava o dedo, me julgando, me culpando, e eu concordei. — E ainda, se for possÃvel, como é que a gente esquece isso? Já fizemos, já parece parte da gente.
— Não precisa ser assim.
— Mas é. — Ela segurou a cabeça, enquanto me negava um mate. — Você gosta disso?
— Tô na mesma. Confuso. Se eu negar, tô mentindo pra você, mas se afirmar, é mentir pra mim mesmo.
Isso aqui era tão real. Sentia aquela angústia constante no peito, era como aquela punheta com culpa que corrói a cabeça porque você sabe que não devia bater uma, mas era mais forte que você. Bom, isso era a mesma coisa, mas com sua mulher, sendo comida por outro.
— Sabe qual é o problema? Tenho medo de que hoje seja com o Lucio, e depois com outro, e outro, e outro, e eu acabar sendo um corno manso que todo mundo come a mulher.
— Não sei, love. Não sei como fechar essa porta.
Aquela porta que parecia aberta e eu nem sabia que existia. Mas claramente a chave não estava comigo.
— Podia ter ido transar com qualquer uma. Sei lá. Escolhi o velho.
— O que você me contou ontem, era verdade?
— Sim, Juan.
— Ok... — Respondi, meio puto porque no fundo sabia que tinha mais. Mas, quem era eu pra julgar ela?
Paula foi se trocar, eu enquanto isso avisei o escritório pra mandarem um médico em casa. Sabia que não chegaria antes de três horas. honestamente, não tava legal. Quando ela voltou, tava com uma leggings bem justa que marcava as pernas finas dela e a bunda redonda, e uma jaquetinha leve, esportiva. — Vai comprar? — Você já vai? — Não... falei que tava doente. — Por quê? — Pauli, sê honesta. Se eu for, cê vai dar pra ele? — Não. — Jura. — Juro. — Fez a cruz com os dedos e beijou. — Mas cê ficou porque quer isso. SaÃmos pra comprar umas nove da manhã. Parecia de propósito, mas o Lucio tava na porta da verdureira feito um soldado, esperando. Desde quando ele tava ali? E quanto tempo ia ficar se a gente não tivesse ido? A real é que podia passar o dia inteiro, sendo aposentado não tinha mais nada pra fazer. — Oi. — Cumprimentei o velho com um sorriso. — Como vai? — Ele respondeu e mostrou que já tinha comprado. Pauli cumprimentou ele com um gesto e um sorrisinho. Seu Lucio entrou. Quando eu tentei entrar, ele saiu. Ela tava nervosa. Entrou, saiu e balançou a cabeça. — Vamo, não tem nada hoje. — Falou e andou uns passos em direção ao nosso apê. Lucio ainda tava fora, conversando com o verdureiro. — O que foi? — Perguntei, procurando o olhar desvairado dela. — Mano, cê não viu? — O que ele fez? — Entrou e enfiou o dedo no meio da minha buceta. Ainda bem que o verdureiro não viu. — Vamo embora. — Comecei a andar pra casa porque senão ia ter que encher ele de porrada. — Para. — Ela segurou meu braço. — Deixa eu falar com ele. Agora quero saber se ele contou pra mais alguém. Imagina se fico parecendo uma puta. — Ai, Paula. É coisa que um velho fala, quem vai acreditar? Não sei se eu era muito mole ou ela muito convincente, mas mais uma vez tava carregando as sacolas do velho. Subimos, o Lucio passou, e a Paula me parou na entrada. — Ele quer conversar a sós. — Paula, não sou otário. A gente já falou disso. Já sabe como isso vai acabar. — Faz o seguinte, fica do lado de dentro e eu falo com ele. Volto, te conto e Decidimos. — Aceitei de má vontade. Fiquei ali, eles foram pra sala de jantar. Tentei me aproximar, mas ia fazer barulho. <
Ela começou a gemer igual uma louca. — Era assim? — ahg, sim! ah, ah, ah! mais forte, mais forte!
— Joga a bunda pra trás, puta, joga pra trás!
Pauli começou a empurrar, gemia e olhava pra ele. O velho começou a se agitar. Em menos de um minuto, o velho gozou. Sentou do lado da Pauli. — Tá bem?
— Me traz água, por favor... — ela disse pra ele, ofegante.
Paula correu pelo corredor, deu a água e se aproximou de mim, enquanto o velho relaxava. — Paula, que porra é essa? — perguntei, confuso.
— Juan, por favor. Não sei, me deixei levar.
— Fala logo, o que mais você fez.
— Já foi, Juan. O velho vai embora e a gente esquece tudo isso.
— Tem mais? — falei.
— Neném... — Lucio chamou e ela foi.
Eu devia ter ido embora naquela hora, mas fiquei.
— Bate uma pra mim, do jeito que você gosta. — ele disse, sentado, e ela de joelhos igual uma puta. — Assim, assim... — ele olhava ela batendo uma e ela sorria pra ele. —... vem, senta aqui em cima e olha pra ele... — ele indicou, perverso, como todo esse jogo de merda.
Ela pulou de novo no pau dele. — Vou comer esse cu sempre? ahg... ahg... ah... toda vez que eu vier? — ele começou a meter mais forte. — ahg... ahg...
— Vai, puta... Olha pra ele e fala o que você me disse. Fala tudo. Repete.
— Sim... ah, goza, Lucio. — ela não tratou ele por você.
— Fala...
— ahh! ah! Sim! ah... você vai comer meu cu quando quiser porque eu amo seu pau!
Ela começou a pular com mais força. — Pede minha porra igual no outro dia!
— Enche meu cu, senhor. Quero sua porra, o senhor me dá?
— Tudo no cu?
Pauli me olhou, compungida. — ah... e depois na boquinha...
Paula pulou mais duas vezes, começou a se tocar no clitóris e o velho começou a explodir. — Que puta que você é!
— ah, mais, bombeia mais um pouco que eu vou gozar.
Ela saiu pro banheiro, eu segui. — A gente vai.
— Vou chupar ele e a gente vai.
— Você é burra ou só uma puta qualquer?
— Juan! Ele disse que se eu não fizer o que ele quer, conta pra todo mundo. — Olhou, com os olhos meio lacrimejantes. — Vou matar ele. — — Para! — Ela me segurou. — Faço isso e a gente vaza. — — Era tudo verdade? — — Já foi, Juan. — Lucio se aproximou. A gente saiu pro corredor. Dava pra ouvir a água correndo e ela se limpando. Voltou pro sofá. Ela se ajoelhou e começou a chupar ele de novo. — Vem, vou te chupar também. — Ela falou e eu me aproximei. — Eu não sabia que ela era assim e peço desculpas, mas não consegui recusar. Olha essa carinha. — Tocou o rosto dela e ela sorriu, enquanto alternava entre o meu pau e o dele. Ficou um tempinho e eu gozei. — Durou pouco, hein. — Me humilhou e ela sorriu, engolindo o pau do velho inteiro. Levantei, arrumei minha roupa, passei pelo corredor. Abri a porta, não me mexi e fechei. — De novo te largou? — — Sim, seu Lucio... — Dava pra ouvir a voz da putinha. — Amanhã antes de eu ir, você vem sozinha e chupa bem meu pau, ouviu, putinha? — — Sim, seu Lucio... — — E vou foder bem seu cu e sua buceta? — Ouvi ela cuspir no pau dele e chupar como uma louca. — Tá vindo, tá vindo. — Ouvi o velho gozar entre gritos. Paula ria, chegou no corredor com a porra na boca. Me viu parado ali, chorando. Abri a porta e saÃ. Acho que ela falou comigo ou gritou. Cheguei correndo em casa. Arrumei a mochila com duas ou três coisas. Ouvi a porta e o choro dela. Ela se aproximou, eu empurrei. Continuou chorando e a gente se xingou no caminho do quarto até a porta. Fiquei andando o dia inteiro. Almocei num restaurante que eu amava. Fui no escritório falar com meu chefe e inventei um problema de famÃlia pra evitar mais confusão. Deu oito da noite. Peguei o ônibus, desci, andei quatro quarteirões. Toquei a campainha. — Alô? — — Sou eu. — — Juan? Que porra você tá fazendo aqui? — — Maca... acho que vou me separar. — Um instante depois, o porteiro abriu e eu entrei.
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