PARTE 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5077414/Mi-amigo-Raul-se-coge-a-mi-esposa.html...
<> pensei, enquanto abria a porta pra ele.
– Javi, desculpa irmão, tentei ligar pra vocês, mas ninguém atendeu, não tive outra opção senão voltar.
– Relaxa, velho, beleza, procura elas direitinho, devem estar na sala, enquanto isso vou no banheiro –
Quando voltei do banheiro, me deparei com a seguinte cena na sala:
Brenda estava de joelhos, com a bunda empinada e a cabeça colada no chão, procurando as chaves do Raul debaixo de um sofá. Antes que notassem minha presença, consegui ouvir a seguinte conversa:
— Para de olhar pra minha bunda, Raul, procura também — disse Brenda com a cabeça ainda no chão.
— É o que eu tô tentando, anã! Não se ofende com o que vou falar, mas essa rabetão que você tem não me deixa concentrar, haha. — respondeu ele sem tirar os olhos da minha esposa.
— Cala a boca! Não quero que o Javi nos ouça e pense besteira — respondeu ela em voz baixa.
— E o que ele vai pensar, se é a verdade? Cê acha mesmo que ele não sabe que a esposa dele tem uma bunda que qualquer homem queria arrebentar? Eu me incluo nessa lista, aliás, haha.
— Ei! Não se passa, sou a esposa do seu amigo, você tá bêbado, melhor calar a boca — disse dessa vez com um tom meio irritado.
— Desculpa, desculpa, não quis te ofender, mas não tô falando porque tô bêbado, é a verdade… a trepada que eu te daria se me desse a chance… você não conseguiria sentar por uns dias, haha.
— hahaha Ah, sim, com certeza… típico de homem. Se gabam mais do que conseguem fazer. Agora vai procurar suas chaves pra vazar, vou fingir que não ouvi nada.
— Não tô me gabando, anã, você já sentiu quando encostou a bunda em mim dançando e, aliás, se um dia precisar de um banquinho, aqui tá minha cara, haha.
— Já cala a boca, sou a esposa do seu amigo, além do mais foi só uma dança, nem devia tá falando disso… Achei as chaves! — disse Brenda animada. — Mas não consigo pegar, tão lá no fundo.
Vi então o Raul se aproximar e empurrar a Brenda pra frente, segurando ela pela bunda, sem dar tempo dela reagir ou falar nada.
— Vou te ajudar, anã — disse, enquanto a empurrava.
Quando ele finalmente tirou as chaves, se levantou e virou pra olhar pra ele.
— Obrigada? — disse confusa.
— Fiz pra te ajudar.
— Ahã, me agarrar a bunda com certeza foi pra me ajudar.
— Você me deixou com vontade mais cedo, anã — disse ele. enquanto ele se aproximava dela
— Ganas de quê? Eu não fiz nada, só dançamos — respondeu nervosa enquanto ele já estava na frente dela.
Ele pegou ela pela cintura e colou no corpo dele.
— Me solta, o Javi pode nos ver — disse ela. Vi o Raul apertar uma bunda dela.
— Por que você não dança pra mim de novo? — falou enquanto aproximava a boca da dela.
Quando estava prestes a beijá-la, fiz barulho e na hora eles se separaram. Ver eles assim me excitou pra caralho, mas não sabia o que fazer. Então decidi que queria ver até onde eles seriam capazes de ir.
— Amor, já achamos as chaves, o Raul já vai embora — disse a Brenda, visivelmente nervosa.
— Tão rápido? Fica mais um pouco pra tomar alguma coisa — falei.
Brenda me lançou um olhar fulminante, mas ignorei.
— Só me dá uns minutos, vou comprar mais cerveja no mercado porque acabou haha — falei.
Sem que eles percebessem, deixei meu celular bem perto da sala (no modo espião) e coloquei meus fones pra escutar tudo que rolava.
Brenda me alcançou na porta, antes de eu sair.
— Javier! O que você tá fazendo?! Manda seu amigo embora, quero transar, tô com muito tesão, por favor — disse ela implorando.
— Amor, só mais alguns minutos, o coitado veio até aqui de volta pra pegar as chaves, vou te recompensar, juro.
Enfiei minha mão por baixo do vestido dela e senti que ela tava molhada, aproveitei pra masturbar ela um pouco e deixar ainda mais excitada.
— Quanto tempo você vai demorar? — perguntou entre gemidos.
— Volto em 20 minutos — falei, e depois dei um beijo nela que quase comi a língua dela, e fui embora.
Fiquei com um tesão do caralho, e ela também. Caminhei um pouco e, quando vi que ela fechou a porta de casa, coloquei os fones e voltei correndo pra espiar pela janela.
No começo ninguém falava nada, só estavam sentados cada um num sofá diferente, até pensei que meus fones tinham parado de funcionar.
— Anã, me desculpa pelo que rolou antes, acho que passei do ponto —
— Já foi, não tem problema. Você tem razão, quem não ia querer me arrebentar o Cu? hahaha, mas para de me chamar de baixinha-
-hahaha, vamos fazer um trato: eu paro de te chamar assim e você dança pra mim de novo.
-mmm, se não tem outro jeito, tá bom, já que não me resta escolha- Ela disse resignada.
Raul colocou a música e parei de escutar as conversas deles por causa do volume alto.
Então só pude ver como meu amigo se levantou do lugar, assim como minha esposa, e ela começou a rebolando a buceta (dançando), no ritmo de uma música de reggaeton.
Ficaram assim por alguns segundos, até que Raul pegou o vestido de Brenda pelas bordas e foi levantando devagar.
Minha esposa, em vez de impedir, ficava mais excitada, se apertando mais contra ele. Não demorou muito para Brenda ficar com a bunda toda exposta para Raul, só uma calcinha fio-dental cobrindo. Então ele sussurrou algo no ouvido dela, e vi Brenda se virar e começarem a se beijar de boca aberta, com paixão.
Enquanto ela o abraçava, ele apertava as nádegas nuas dela. Depois de alguns minutos assim, Brenda desabotoou a calça dele e se ajoelhou. Da janela, pude ver a cara de surpresa dela quando uma piroca imponente e gigantesca saltou, batendo no rosto dela. Sem tirar os olhos dela, ele começou a se masturbar com as duas mãos, e depois ela levou aquele pedaço enorme de carne para a boca. Embora tivesse dificuldade para enfiar tudo, conseguiu colocar metade. Então meu amigo segurou a cabeça dela e empurrou mais fundo, fazendo ela engasgar e começar a tossir.
Pelo volume da música, não dava pra ouvir o que falavam pra ela, mas eu via aquele maldito Raúl caindo na gargalhada enquanto minha esposa, ainda de joelhos, continuava tossindo.
Depois que se recuperou, como se fosse algum tipo de droga viciante, voltou a chupar a pica do Raul, mas dessa vez com muito mais vontade, tanta que conseguiu enfiar mais da metade na boca. Durante aquela mamada deliciosa que tava dando, não perdeu a chance de chupar as bolas dele também, lambendo e metendo na boca, enquanto com uma mão masturbava ele e com a outra se apoiava.
Era a cena mais excitante que eu já tinha visto na vida, tava com o pau durasso, e não conseguia parar de olhar.
Raul colocou ela de pé e ajeitou no sofá, deixando ela de quatro. Brenda, como uma boneca sem vontade própria, só obedecia. Com ela de quatro na beira do sofá, Raul se ajoelhou e afastou a calcinha fina da Brenda pra começar a chupar a buceta dela e morder as nádegas. Não julgo ele, a bunda da minha esposa é uma verdadeira delícia, e ela adora quando eu chupo ela.
Meu amigo, como um animal faminto devorava a Brenda, que não podia fazer nada além de afundar a cabeça no sofá da nossa sala.
Já tinham se passado 15 minutos, e Brenda sabia disso. Ela deu um tapa no Raul com uma das mãos, e ele se levantou na hora para começar a penetrar ela. O pau inteiro dele se enterrou na minha esposa, que não parava de gemer por causa da sessão tão intensa de sexo que estava tendo. As estocadas foram ficando cada vez mais violentas, ele se agarrava nas cadeiras da minha esposa como se estivesse possuído. Enquanto isso, eu da janela via o rabão enorme da Brenda quicando com o corpo do Raul.
Depois de alguns minutos, minha esposa parou ele e olhou o relógio. Já tinham se passado 30 minutos desde que eu tinha ido embora. Raul não queria parar, nem eu queria que ele parasse, mas ela disse alguma coisa e ele acabou aceitando.
Vendo que não ia rolar mais nada, decidi fingir que estava voltando. Esperei mais alguns minutos, caminhando e processando tudo que tinha visto, até que finalmente entrei em casa, fazendo barulho suficiente pra eles perceberem minha presença.
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AVISOS
Valeu pelos pontos no relato anterior. Se quiserem que a história continue, deixem seus pontos.
Deixo meu Twitter caso queiram me seguir, por lá vou dar avisos sobre futuras publicações.https://twitter.com/FeCor987?t=lEgD4Z8p1X-MXfLr5gjpnw&s=09A segunda e última parte de "Aposta com meu sogrão" já tá disponível no meu Patreon, se quiserem ler.
Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5085615/Apuesta-con-mi-suegro.htmlParte 2:https://www.patreon.com/posts/apuesta-con-mi-84876626?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_link
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– Javi, desculpa irmão, tentei ligar pra vocês, mas ninguém atendeu, não tive outra opção senão voltar.
– Relaxa, velho, beleza, procura elas direitinho, devem estar na sala, enquanto isso vou no banheiro –
Quando voltei do banheiro, me deparei com a seguinte cena na sala:
Brenda estava de joelhos, com a bunda empinada e a cabeça colada no chão, procurando as chaves do Raul debaixo de um sofá. Antes que notassem minha presença, consegui ouvir a seguinte conversa:— Para de olhar pra minha bunda, Raul, procura também — disse Brenda com a cabeça ainda no chão.
— É o que eu tô tentando, anã! Não se ofende com o que vou falar, mas essa rabetão que você tem não me deixa concentrar, haha. — respondeu ele sem tirar os olhos da minha esposa.
— Cala a boca! Não quero que o Javi nos ouça e pense besteira — respondeu ela em voz baixa.
— E o que ele vai pensar, se é a verdade? Cê acha mesmo que ele não sabe que a esposa dele tem uma bunda que qualquer homem queria arrebentar? Eu me incluo nessa lista, aliás, haha.
— Ei! Não se passa, sou a esposa do seu amigo, você tá bêbado, melhor calar a boca — disse dessa vez com um tom meio irritado.
— Desculpa, desculpa, não quis te ofender, mas não tô falando porque tô bêbado, é a verdade… a trepada que eu te daria se me desse a chance… você não conseguiria sentar por uns dias, haha.
— hahaha Ah, sim, com certeza… típico de homem. Se gabam mais do que conseguem fazer. Agora vai procurar suas chaves pra vazar, vou fingir que não ouvi nada.
— Não tô me gabando, anã, você já sentiu quando encostou a bunda em mim dançando e, aliás, se um dia precisar de um banquinho, aqui tá minha cara, haha.
— Já cala a boca, sou a esposa do seu amigo, além do mais foi só uma dança, nem devia tá falando disso… Achei as chaves! — disse Brenda animada. — Mas não consigo pegar, tão lá no fundo.
Vi então o Raul se aproximar e empurrar a Brenda pra frente, segurando ela pela bunda, sem dar tempo dela reagir ou falar nada.
— Vou te ajudar, anã — disse, enquanto a empurrava.
Quando ele finalmente tirou as chaves, se levantou e virou pra olhar pra ele.
— Obrigada? — disse confusa.
— Fiz pra te ajudar.
— Ahã, me agarrar a bunda com certeza foi pra me ajudar.
— Você me deixou com vontade mais cedo, anã — disse ele. enquanto ele se aproximava dela
— Ganas de quê? Eu não fiz nada, só dançamos — respondeu nervosa enquanto ele já estava na frente dela.
Ele pegou ela pela cintura e colou no corpo dele.
— Me solta, o Javi pode nos ver — disse ela. Vi o Raul apertar uma bunda dela.
— Por que você não dança pra mim de novo? — falou enquanto aproximava a boca da dela.
Quando estava prestes a beijá-la, fiz barulho e na hora eles se separaram. Ver eles assim me excitou pra caralho, mas não sabia o que fazer. Então decidi que queria ver até onde eles seriam capazes de ir.
— Amor, já achamos as chaves, o Raul já vai embora — disse a Brenda, visivelmente nervosa.
— Tão rápido? Fica mais um pouco pra tomar alguma coisa — falei.
Brenda me lançou um olhar fulminante, mas ignorei.
— Só me dá uns minutos, vou comprar mais cerveja no mercado porque acabou haha — falei.
Sem que eles percebessem, deixei meu celular bem perto da sala (no modo espião) e coloquei meus fones pra escutar tudo que rolava.
Brenda me alcançou na porta, antes de eu sair.
— Javier! O que você tá fazendo?! Manda seu amigo embora, quero transar, tô com muito tesão, por favor — disse ela implorando.
— Amor, só mais alguns minutos, o coitado veio até aqui de volta pra pegar as chaves, vou te recompensar, juro.
Enfiei minha mão por baixo do vestido dela e senti que ela tava molhada, aproveitei pra masturbar ela um pouco e deixar ainda mais excitada.
— Quanto tempo você vai demorar? — perguntou entre gemidos.
— Volto em 20 minutos — falei, e depois dei um beijo nela que quase comi a língua dela, e fui embora.
Fiquei com um tesão do caralho, e ela também. Caminhei um pouco e, quando vi que ela fechou a porta de casa, coloquei os fones e voltei correndo pra espiar pela janela.
No começo ninguém falava nada, só estavam sentados cada um num sofá diferente, até pensei que meus fones tinham parado de funcionar.
— Anã, me desculpa pelo que rolou antes, acho que passei do ponto —
— Já foi, não tem problema. Você tem razão, quem não ia querer me arrebentar o Cu? hahaha, mas para de me chamar de baixinha-
-hahaha, vamos fazer um trato: eu paro de te chamar assim e você dança pra mim de novo.
-mmm, se não tem outro jeito, tá bom, já que não me resta escolha- Ela disse resignada.
Raul colocou a música e parei de escutar as conversas deles por causa do volume alto.
Então só pude ver como meu amigo se levantou do lugar, assim como minha esposa, e ela começou a rebolando a buceta (dançando), no ritmo de uma música de reggaeton.
Ficaram assim por alguns segundos, até que Raul pegou o vestido de Brenda pelas bordas e foi levantando devagar. Minha esposa, em vez de impedir, ficava mais excitada, se apertando mais contra ele. Não demorou muito para Brenda ficar com a bunda toda exposta para Raul, só uma calcinha fio-dental cobrindo. Então ele sussurrou algo no ouvido dela, e vi Brenda se virar e começarem a se beijar de boca aberta, com paixão.
Enquanto ela o abraçava, ele apertava as nádegas nuas dela. Depois de alguns minutos assim, Brenda desabotoou a calça dele e se ajoelhou. Da janela, pude ver a cara de surpresa dela quando uma piroca imponente e gigantesca saltou, batendo no rosto dela. Sem tirar os olhos dela, ele começou a se masturbar com as duas mãos, e depois ela levou aquele pedaço enorme de carne para a boca. Embora tivesse dificuldade para enfiar tudo, conseguiu colocar metade. Então meu amigo segurou a cabeça dela e empurrou mais fundo, fazendo ela engasgar e começar a tossir.
Pelo volume da música, não dava pra ouvir o que falavam pra ela, mas eu via aquele maldito Raúl caindo na gargalhada enquanto minha esposa, ainda de joelhos, continuava tossindo. Depois que se recuperou, como se fosse algum tipo de droga viciante, voltou a chupar a pica do Raul, mas dessa vez com muito mais vontade, tanta que conseguiu enfiar mais da metade na boca. Durante aquela mamada deliciosa que tava dando, não perdeu a chance de chupar as bolas dele também, lambendo e metendo na boca, enquanto com uma mão masturbava ele e com a outra se apoiava.
Era a cena mais excitante que eu já tinha visto na vida, tava com o pau durasso, e não conseguia parar de olhar.
Raul colocou ela de pé e ajeitou no sofá, deixando ela de quatro. Brenda, como uma boneca sem vontade própria, só obedecia. Com ela de quatro na beira do sofá, Raul se ajoelhou e afastou a calcinha fina da Brenda pra começar a chupar a buceta dela e morder as nádegas. Não julgo ele, a bunda da minha esposa é uma verdadeira delícia, e ela adora quando eu chupo ela.
Meu amigo, como um animal faminto devorava a Brenda, que não podia fazer nada além de afundar a cabeça no sofá da nossa sala. Já tinham se passado 15 minutos, e Brenda sabia disso. Ela deu um tapa no Raul com uma das mãos, e ele se levantou na hora para começar a penetrar ela. O pau inteiro dele se enterrou na minha esposa, que não parava de gemer por causa da sessão tão intensa de sexo que estava tendo. As estocadas foram ficando cada vez mais violentas, ele se agarrava nas cadeiras da minha esposa como se estivesse possuído. Enquanto isso, eu da janela via o rabão enorme da Brenda quicando com o corpo do Raul.
Depois de alguns minutos, minha esposa parou ele e olhou o relógio. Já tinham se passado 30 minutos desde que eu tinha ido embora. Raul não queria parar, nem eu queria que ele parasse, mas ela disse alguma coisa e ele acabou aceitando.Vendo que não ia rolar mais nada, decidi fingir que estava voltando. Esperei mais alguns minutos, caminhando e processando tudo que tinha visto, até que finalmente entrei em casa, fazendo barulho suficiente pra eles perceberem minha presença.
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AVISOS
Valeu pelos pontos no relato anterior. Se quiserem que a história continue, deixem seus pontos.
Deixo meu Twitter caso queiram me seguir, por lá vou dar avisos sobre futuras publicações.https://twitter.com/FeCor987?t=lEgD4Z8p1X-MXfLr5gjpnw&s=09A segunda e última parte de "Aposta com meu sogrão" já tá disponível no meu Patreon, se quiserem ler.
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