Volviendo loca a mi suegra

Uma das maiores razões de eu estar "namorando" essa pirralha de 18 anos chamada Cecília, minha "namorada" atual, é a boa condição financeira da família dela. O pai é um advogado importante da minha cidade, um dos respeitados, com muita experiência e todo esse blá-blá-blá... porque, se eu parar pra pensar, ela não tem nada de especial. Uma menina mimada, chorona, malcriada, com uns 1,55m de altura, magrela que nem um palito, sem nenhum atributo físico (nem mental). Faz um tempo que a gente já tava mal, exatamente tivemos uma crise, digamos assim, e eu quase perdi tudo que tinha conquistado (entre eles, empréstimos importantes, cada saída ou quando precisava, me davam uma grana se eu pedia, casas de campo). Que merda de vida boa. Como eu já contei em um dos meus relatos "Enfiestando a Nancy, uma das tantas amigas da minha namorada", eles moram numa casa perto da estrada, sem muitos vizinhos por perto. Um chalé da porra, dois andares, piscina, etc. Com essa garota, a gente não se via há um mês por causa do rompimento, e minha vida deu uma volta de 360 graus: sem piscina, sem casa de campo (aliás, eu usava a casa de campo quando queria). Um dia, fui completamente bêbado, era entre 23h e meia-noite. Fui andando até a casa, fiquei com umas bolhas terríveis nos pés. Bati na porta e quem me atende é a mãe, Norma, muito educadamente. Norma é uma senhora de 40 anos, com o cabelo tingido de loiro, liso e comprido até a cintura, pele branca, olhos castanhos claros. Deve pesar uns 75 kg e ter uns 1,65m de altura. Uma coroa gordinha com seus encantos, principalmente aquelas boobies grandes que balançam, mas muito desejáveis pra dar umas mamadas gostosas e esvaziar uma bela punheta no meio delas (sempre tive tesão na minha sogra). Nesse dia em particular, ela tava usando uma calça social preta, com um vestido longo turquesa bem decotado, deixando ver aquele par de melões pesados balançando, e uns saltos altos brancos com a ponta vermelha. Eu: "Oi, oi, como vai... sogrinha querida, jepp. digo (enquanto apoio uma mão na parede, com o olhar completamente perdido)
Sogra: Willy! mas pelo amor, como você vai estar nesse estado tão deplorável, passa, olha, você tem sorte que meu marido não está, senão ele te mata! ai, Deus. Ela me faz sentar num dos vários sofás de couro da casa, e me prepara um café amargo pra passar a bebedeira que eu tava. Ela me traz o café numa bandeja de vidro, e na hora que eu levanto pra pegar, com a putaria que eu tava, derruba tudo na minha calça.
Sogra: Mas merda, você é um inconsequente mesmo, Willy, olha, Deus, como você molhou a calça inteira, ai, Deus, que desastre, não, meu precioso carpete de urso (pensava comigo, velha, vai tomar no cu, não viu que eu queimei os ovos!)
Eu: Desculpa, Norma, não foi minha intenção estragar seu carpete, foi sem querer, jep jep (soluço de bêbado)
Sogra: vai, vai pro banheiro e tira essa calça, que eu te dou uma do meu marido, vai ficar parecendo um palhaço, mas é o que tem... pensando bem, com a cachaça que você tá, melhor eu te levar! você vai me fazer ficar grisalha, menino.
Fomos direto pro banheiro (a verdade é que entre o líquido do café que queimava meus ovos, a bebedeira e tudo, eu já tava vendo em 3D). Ela me deixou dentro do banheiro, fechou a porta e esperou lá fora. Tentando tirar a calça, ela prendeu no tênis e, tentando não cair, acabei me jogando contra a porta. Minha sogra, ao ouvir o barulho, perguntou:
Sogra: Willy, Willy, o que aconteceu? você tá bem? que barulho foi esse? Ela tentou abrir a porta, viu que não conseguia, empurrou com mais força, movendo a porta e minha cabeça tudo junto pra frente. Aí estava eu, caído no chão do banheiro da minha sogra, com a calça arriada até o tênis, todo desastrado, e minha sogra entrou e me viu.
Eu: Não tem nada, sogra, é que eu escorreguei, jep. Eu não ouvia uma palavra da Norma e, num instante de consciência, abri os olhos pra ver o que tava rolando, vi que ela não conseguia tirar os olhos do meu volume na cueca. pergunta fechando a porta do banheiro. Sogra: não tá te doendo nada, cê tá bem, querido? Engole a saliva e leva a mão na minha perna. Atrevido, pego a mão dela e coloco no meu volume, apertando a mão dela contra ele, fazendo ela sentir meu membro vigoroso na mão dela. Sogra: Mas o que que cê tá fazendo, Willy? Moleque bêbado, te falei pra me soltar. Diz enquanto, com força, consegue tirar a mão do meu volume, se afastando. Rapidamente me levanto, ficando de pé com as calças no chão e de cueca avantajada, meu rosto tinha mudado, meus olhos estavam cheios de luxúria e desejo por aquela coroa que estava no banheiro, aquela coroa que era minha sogra. Eu: Faz tempo que tô te desejando, Sogra, esse par de melões é a causa de intermináveis punhetas dedicadas a você. Jep jep. Sogra: Já tá falando qualquer besteira, isso é efeito do álcool no teu corpo, falar bobagem assim. Larga a brincadeira e vamos, que vou pegar tua calça já já e cê vai pra tua casa. Me atiro nela sem controle nenhum, com minhas mãos como se fossem garras, arranco o decote do vestido dela, rasgando tudo, deixando ela de sutiã. Eu: Vai ser na boa ou vai ser na ruim, sogrinha, mas essa noite vou comer esses melões e fazer você gozar como nunca na sua vida. Dava pra ver a cara de terror na minha sogra, tapando os peitos com as mãos, indignada com o que eu tinha feito. Depois, sem deixar ela falar, baixo a cueca, deixando meu pau duro, grosso e cheio de veias à vista da minha sogra. Encurralando ela contra os azulejos do banheiro, comecei a apalpar os peitos dela, a bunda, use a palavra: buceta por cima da calça, completamente possuído pelo desejo, pelo tesão. Sogra: Não, me solta, me solta, Willy! Sou tua sogra, porra! Tem respeito! Ignorando as palavras dela, lutando com força entre empurrões e agarramentos, consegui arrancar o sutiã dela com força, os peitos caíram pra baixo como dois tanques pesados, ansiosos pela minha boca que os chupasse. Sem perder tempo, fui direto pro meu manjar, agarrando os dois peitos dela com as duas mãos, levantando eles. com força, comecei a dar lambidas selvagens nos peitos dela, fazendo eles brilharem, enchendo eles de baba. Eu passava de um peito pro outro, ela me empurrava, me batia, me xingava, mas a excitação já tava aparecendo nos bicos dos peitos dela, endurecendo, ficando durões e empinados como pedra em segundos. Sogra: Aiii aiii meninooo meninooo solta pelo amorrr ufff uff Eu: Que tetas gostosas que você tem, sogrinha! São deliciosas, sempre quis mamar elas como um bebê faminto! Comecei a puxar a calça dela descontroladamente, desafivelando bruscamente o cinto, baixando a calça dela feito louco, fazendo cair no chão, deixando ver a calcinha de velha, mas dava pra ver os líquidos na pussy dela. Sem parar de morder, lamber e cuspir nos peitos, levei uma das minhas mãos rapidamente pra calcinha dela, puxando ela desesperadamente pra baixo, pra enfiar 2 dedos bem rápido dentro da pussy molhada dela. Sogra: Aaaaaaaahhhhhhh uuuufff era isso que você queria, genro, olha como me deixou! Molhada, tô cheia de vontade, meninooo! Larguei os peitos dela por um momento, me abaixei e empurrei ela contra a porta do banheiro, ela de pé, abri bem as pernas dela e me coloquei entre elas pra chupar a pussy dela, enfiando minha cabeça entre as pernas dela pra sugar feito louco os sucos que saíam descontrolados da pussy dela, ela já sem forças, apertava minha cabeça contra a pussy dela, enquanto gritava sem parar... Sogra: Moleque de merda, vai, porra, come a minha pussy! Isso isso aaaa aahhh vai que eu encho tua cara dos meus suuuuucooosss aaaahhhhhhh!! Eu: Enche a minha bocaaa vamos aagggg enfiei a cara contra a pussy dela furiosamente, ela começou a mexer a pussy dela feito louca contra minha boca e logo depois me banhou a cara e a boca com os sucos quentes dela, que eu fui engolindo como um bebê mama na mãe dele! Comecei a dar as últimas lambidas na pussy quente da minha sogra. Querida, limpando bem limpinha a pussy dela em convulsão. Pra depois eu falar: "Agora vou te fazer provar o pedaço duro de carne que você tanto olhava que nem uma porca no meu boxer." Sem dar chance, fiz ela ajoelhar no chão do banheiro, completamente nua, com a pussy dela feita um mar de fluidos e os peitos banhados na minha saliva. Comecei a esfregar loucamente minha piroca grossa no rosto dela, dando porradas de pau na cara dela.

Sogra: "Ufff, menino, não faz essa pobre velha sofrer tanto, me dá logo esse tronco que você tanto se gaba, mete, mete, quero ele até os ovos!"

Segurando ela pelos cabelos, levantei a cara dela pra cima e falei: "Quem sou eu, sua velha safada? Vamos, fala, foxy gostosa." Com os olhos virados pra cima, minha sogra disse:

Sogra: "Sou sua sogra, a foxy gostosa que faria qualquer coisa pra você meter essa pica agora!"

Eu: "Tô te levando pro céu e sem compensação, sua maldita puta." Arrastei ela pelos cabelos, levando pro quarto dela. No caminho, ela foi molhando o chão todo com os fluidos e a baba dela. Já no quarto, falei: "Agora mesmo, coloca um cheque do tamanho da minha pica e assina."

Sogra: "Maldito canalha, uf uff, chantagista," disse indignada, humilhada. (Mas no final, ela fez.) Colocando o cheque do tamanho da minha pica venosa e grossa (ela não conseguia parar de acariciar e morder os lábios, tocar nos meus ovos). Assim que vi o cheque, peguei, guardei, levantei a puta da minha sogra e levei pro quarto da filha dela, ou seja, minha namorada. Coloquei ela de quatro, bem aberta, com o buraco da pussy dela inflamado de tesão, bem aberto. Enterrei sem piedade minha pica grande dura até as bolas de uma porrada só, fazendo ela gritar de prazer e dor, a putinha da minha sogra.

Sogra: "Aiiiiii, pelo amorrrrrrrrrr, aaaaaaaaaah, que picaaaaaaa, arrebenta minha bucetaaaa, minha vidaaaaaa!!!!"

Comecei com o vai e vem violento, fazendo meus ovos grossos baterem descontrolados várias vezes nas nádegas do cu dela, enquanto puxava furiosamente os cabelos dela. pelos e nalgueava brutalmente as nádegas do cu com os 5 dedos juntos da minha mão aberta. Sogra: aaaaaaaaaaaahhh siiiisiiii me trataaa como uma puta !!! issooo aaahh deus deusss me acabaoo me acabo tô gozandooo os fluidosss filho da puta!! Muito tarado de tesão também depois de tanta investida selvagem eu tava gozando o cum brutal e violento! Sem piedade comecei a jorrar na pussy muitos jatos grossos do meu cum fazendo transbordar a buceta de porra, enquanto sentia o orgasmo duro intenso e muito longo da veterana da minha sogra desmaiando na cama. Sogra: aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh deeeusss deeeusss uf uff- Deixei ela largada na cama com o cu pra cima, com a cabeça contra o travesseiro da cama da minha namorada, na cama onde ela dorme toda noite, e me troquei rápido, peguei o cheque. E me abaixando, falei no ouvido da minha sogra. Foi um prazer fazer negócios com você, Sogra.

1 comentários - Volviendo loca a mi suegra

Esta bueno el relato pero como detalle te comento que si tu vida dio un giro de 360° volviste al punto de partida jajajajajajajajajajajajajajajaa