seguimos com essa história quente e verdadeira
Espero que vocês curtam muito.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Naquele domingo jantamos quentes pra caralho, não conseguia tirar da cabeça a imagem da minha mulher dando um boquete no negão naquele galpão imundo, tava louco de tesão mas já não sentia mais raiva, só um tesão do caralho, saber que ela era tão puta me deixava de pau duro, deitamos e conversamos um pouco mais sobre meu tio, comi ela do jeito que ela gostava e foi só naquele fim de semana que eu tinha descoberto, na segunda acordamos tarde, tomamos um banho juntos e continuamos conversando, de tarde eu tinha que ir pra oficina.
Gaby, o que você vai fazer? Vai falar com seu pai?
Nem louco, vou na oficina cobrar o que me devem, depois procuro trampo, mas naquela porra eu não volto.
Gaby, por que você não volta? Do que você tem medo? De que seus colegas me comam de novo?
Não, de jeito nenhum, já sei que se não forem eles, vão ser outros, o que não quero é que me humilhem no trampo.
Gaby, ninguém vai te humilhar, amor. Pelo contrário, você vai ser o mais bem tratado, vão te dar todos os gostos e não vão querer parar de fazer isso pra comer sua esposa. Você é burro, céu? Se zoarem você, perdem a putinha, amor.
A verdade é que tu tem razão, mas eu não falo com meu pai, se quiser, fala tu.
Gaby, amorrr, você sabe que se eu falar com ele, ele vai me deixar de cama, não aguento essa pica, meu céu, vou me trocar e ir ver ele.
Para, para, tu tá desesperada. Primeiro deixa eu ir lá receber o que é meu, depois vocês me chamam de novo. Agora me conta essa história do depósito.
Gaby, vou te contar, mas já vou avisando que não vamos transar, no máximo te faço uma punheta, quero ir bem leve do teu velho.
E bem gostosa também
Gaby, então, teu tio eu comi três vezes, mas tua tia começou a desconfiar, então tivemos que parar. E teu tio não conseguiu mais pagar os materiais, na verdade ele não quis, já que não podia me pagar com uma foda. Aí no mês seguinte eu tive que ir pagar eles, e na segunda vez as coisas tinham subido de preço. Então conversei com o dono, pedi um crédito pessoal. Ele me dava, mas com juros. No fim, a gente acertou que eu pagaria dando. O velho me propôs, me comeu gostoso no escritório. Por sorte ele tinha um pau um pouco menor que o teu, e depois me levou no banheiro pra eu me lavar. Eu tava fazendo isso quando entrou o encarregado. Ele só puxou o pau dele e falou que se eu quisesse os materiais na hora, tinha que chupar ele. Eu já tinha engolido a porra do velho e, bom, chupei ele ali no banheiro. E o filho da puta acabou arrombando meu cu, me jogou no chão, me colocou de quatro e meteu. Uff, você não sabe como foi. Assim foram todos os meses que eu ia pagar. Eu já sabia que ia voltar com o cu bem arrombado, mas valeu a pena, querido. Assim conseguimos terminar a casa. Mas aí a coisa complicou quando um dia cheguei na obra pra receber as coisas do banheiro. Lá eu vi como os três pedreiros trabalhavam. A casa já tava quase pronta, tava ficando muito linda. Enquanto eles trabalhavam, chegou o caminhão do depósito. Eram dois caras que, quando me viram, já vieram pra cima. Os pedreiros estavam do lado trabalhando, e o caminhoneiro foi bem direto.
Caminhoneiro, olha essa putinha, tenho dois jogos aqui em cima: o comum que você comprou transando com o dono e o gerente, mas também tenho outro que vale o triplo. Me fala qual você quer que eu desça.
Na hora eu falei o mais caro e ele me respondeu
Caminhoneiro, então a gente te come os dois.
Tirei o pau dele pra fora e ele me mostrou, fiquei chocada, juro, e falei pra ele
Gaby, tem neném? Primeiro quero ver se vale a pena, meu amor.
O ajudante e os pedreiros desceram as caixas e, sinceramente, era um jogo de banheiro lindo, cê viu o jogo de banheiro que a gente tem? Abriram as caixas e arrumaram tudo no chão.
Caminhoneiro, dale vagabunda, decide logo que a gente tem serviço.
Ele me disse isso com a pica na mão, amor, você não sabe como era, já estava molhadinha, me ajoelhei e engoli essa pica, chupei ela e tentei ser muito boa com ele, logo em seguida o ajudante dele colocou a pica na minha cara e lá estava eu chupando a pica dos dois, enquanto os pedreiros olhavam como eu mamava. Eles me jogaram nos papelões e o caminhoneiro começou a me comer enquanto me chamava de puta que eu sou e de corno que você é, por mais que não acredite, quanto mais me insultavam, mais eu ficava com tesão, e quanto mais te chamavam de corno, mais excitada eu ficava, eu dava razão a eles, dizia que você era o maior corno, que ele me comia muito melhor que você, aí o caminhoneiro encheu minha buceta de porra, se levantou e disse pro ajudante.
Caminhoneiro, vai, cara, come logo essa puta que a gente vai chegar atrasado na casa do Fernandez.
O cara pegou minha calcinha, limpou minha buceta com ela e me meteu. Ele tinha um pau maior e me fazia sentir pra caralho, mas me comia em silêncio e mordia meus peitos. Que foda boa que ele me deu. Por sorte, nenhum dos dois me fodeu o cuzinho. Quando ele gozou, na real eu já tinha gozado também, diferente do que rolou com o caminhoneiro. Ele se levantou, me deixou largada ali, subiu a calça e os dois foram embora.
Foda-se eu, você se mostrou uma puta da porra.
Gaby sim, e por isso temos um banheiro de luxo, amor.
E os pedreiros, o que fizeram? Como você se livrou deles? Não me diga que também comeu eles.
Gaby, sem amor, eu não comi eles não, eles me comeram, meu anjo. Eu tava lá, jogada sobre os papelões, pelada e cheia de porra. Eles tinham visto como os do elenco tinham me comido, e eu não tive tempo pra nada. Quando me toquei, já tinha os três pelados em cima de mim. O que eu podia fazer? Chupei os três paus. Um eu já conhecia. O mais gordo deitou e me colocou em cima dele.
Gaby, calma, calma, deixa eu me ajeitar melhor.
Sentei em cima dele e enfiei na minha buceta, e comecei a cavalgar. O mais velho já colocou a pica na minha boca, e eu, cavalgando, comecei a chupar ela. O gordo não parava de gemer e falar que delícia que é minha buceta. Mas daí a pouco, o cara que eu tinha chupado a pica no galpão abriu meu cu, deu um tapa no gordo e ele ficou quieto. Ele passou saliva no meu buraquinho e eu gritei: "QUE QUE CÊ TÁ FAZENDO? AS DUAS PICA NÃO, NÃO!" Foi em vão. Ele falou: "cala a boca, puta de merda", e enfiou até o fundo. Juro, ele me matou. O velho fez eu engolir a pica dele de novo, abafando meu grito enorme. Eles demoraram um pouco, mas conseguiram me comer os dois. Doía pra caralho, mas depois de um tempo comecei a gozar igual uma louca e gozei como nunca. O que tava no meu cu encheu ele, se levantou, e como se estivessem sincronizados, o velho meteu a dele. Amor, você não sabe o que foi aquilo. Tô te contando e já tô me molhando toda, meu céu. No final, os três terminaram me comendo de todos os lados. Me deixaram exausta, mas exausta de verdade, amor. O bom foi que os três me prometeram que iam terminar naquele mesmo mês, mesmo que tivessem que trabalhar de noite. Me trouxeram uma toalha e eu me lavei como deu. A verdade é que eu tava cheia de porra por todo lado. Mas, depois disso, quando a gente foi ver como terminavam a casa, nenhum deles falou absolutamente nada pra você. Pelo contrário, te trataram super bem, não foi? Então, isso vai acontecer com seus colegas da oficina, amor.
E por que eles vão vir te comer agora? O que a gente vai ganhar?
Gaby, muita grana, muita grana mesmo, e que você seja o mais querido da oficina.
Olha, você disse que só transava com outros por minha causa, e agora tudo mudou, vai transar só por dinheiro ou é que você já gosta muito de sentar em outras picas?
Gaby, meu céu, a verdade é que sim, eu adoro dar pra pica do burro, do cavalo e do corno morto. São enormes e, assim que enfiam, já me fazem gozar, mesmo doendo pra caralho, mas você sabe, não tem prazer sem um pouco de dor, meu céu. Além disso, você tem seus benefícios: na oficina, vai ser o rei de todos. E, claro, você sabe que sou sua, não deles. Não sou nem do seu velho, que vou ver daqui a pouco, e você não pode negar que isso te excita pra cacete. Você gozou três vezes enquanto eu contava tudo. Então, melhor você tomar um banho e ir receber. Eu vou me arrumar um pouquinho e vou embora do seu pai. Se ele não me matar de pica hoje à noite, a gente trepa. Se não, bom, amanhã, quando você voltar do trabalho, a gente resolve.
Espero que vocês curtam muito.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
Naquele domingo jantamos quentes pra caralho, não conseguia tirar da cabeça a imagem da minha mulher dando um boquete no negão naquele galpão imundo, tava louco de tesão mas já não sentia mais raiva, só um tesão do caralho, saber que ela era tão puta me deixava de pau duro, deitamos e conversamos um pouco mais sobre meu tio, comi ela do jeito que ela gostava e foi só naquele fim de semana que eu tinha descoberto, na segunda acordamos tarde, tomamos um banho juntos e continuamos conversando, de tarde eu tinha que ir pra oficina.
Gaby, o que você vai fazer? Vai falar com seu pai?
Nem louco, vou na oficina cobrar o que me devem, depois procuro trampo, mas naquela porra eu não volto.
Gaby, por que você não volta? Do que você tem medo? De que seus colegas me comam de novo?
Não, de jeito nenhum, já sei que se não forem eles, vão ser outros, o que não quero é que me humilhem no trampo.
Gaby, ninguém vai te humilhar, amor. Pelo contrário, você vai ser o mais bem tratado, vão te dar todos os gostos e não vão querer parar de fazer isso pra comer sua esposa. Você é burro, céu? Se zoarem você, perdem a putinha, amor.
A verdade é que tu tem razão, mas eu não falo com meu pai, se quiser, fala tu.
Gaby, amorrr, você sabe que se eu falar com ele, ele vai me deixar de cama, não aguento essa pica, meu céu, vou me trocar e ir ver ele.
Para, para, tu tá desesperada. Primeiro deixa eu ir lá receber o que é meu, depois vocês me chamam de novo. Agora me conta essa história do depósito.
Gaby, vou te contar, mas já vou avisando que não vamos transar, no máximo te faço uma punheta, quero ir bem leve do teu velho.
E bem gostosa também
Gaby, então, teu tio eu comi três vezes, mas tua tia começou a desconfiar, então tivemos que parar. E teu tio não conseguiu mais pagar os materiais, na verdade ele não quis, já que não podia me pagar com uma foda. Aí no mês seguinte eu tive que ir pagar eles, e na segunda vez as coisas tinham subido de preço. Então conversei com o dono, pedi um crédito pessoal. Ele me dava, mas com juros. No fim, a gente acertou que eu pagaria dando. O velho me propôs, me comeu gostoso no escritório. Por sorte ele tinha um pau um pouco menor que o teu, e depois me levou no banheiro pra eu me lavar. Eu tava fazendo isso quando entrou o encarregado. Ele só puxou o pau dele e falou que se eu quisesse os materiais na hora, tinha que chupar ele. Eu já tinha engolido a porra do velho e, bom, chupei ele ali no banheiro. E o filho da puta acabou arrombando meu cu, me jogou no chão, me colocou de quatro e meteu. Uff, você não sabe como foi. Assim foram todos os meses que eu ia pagar. Eu já sabia que ia voltar com o cu bem arrombado, mas valeu a pena, querido. Assim conseguimos terminar a casa. Mas aí a coisa complicou quando um dia cheguei na obra pra receber as coisas do banheiro. Lá eu vi como os três pedreiros trabalhavam. A casa já tava quase pronta, tava ficando muito linda. Enquanto eles trabalhavam, chegou o caminhão do depósito. Eram dois caras que, quando me viram, já vieram pra cima. Os pedreiros estavam do lado trabalhando, e o caminhoneiro foi bem direto.
Caminhoneiro, olha essa putinha, tenho dois jogos aqui em cima: o comum que você comprou transando com o dono e o gerente, mas também tenho outro que vale o triplo. Me fala qual você quer que eu desça.
Na hora eu falei o mais caro e ele me respondeu
Caminhoneiro, então a gente te come os dois.
Tirei o pau dele pra fora e ele me mostrou, fiquei chocada, juro, e falei pra ele
Gaby, tem neném? Primeiro quero ver se vale a pena, meu amor.
O ajudante e os pedreiros desceram as caixas e, sinceramente, era um jogo de banheiro lindo, cê viu o jogo de banheiro que a gente tem? Abriram as caixas e arrumaram tudo no chão.
Caminhoneiro, dale vagabunda, decide logo que a gente tem serviço.
Ele me disse isso com a pica na mão, amor, você não sabe como era, já estava molhadinha, me ajoelhei e engoli essa pica, chupei ela e tentei ser muito boa com ele, logo em seguida o ajudante dele colocou a pica na minha cara e lá estava eu chupando a pica dos dois, enquanto os pedreiros olhavam como eu mamava. Eles me jogaram nos papelões e o caminhoneiro começou a me comer enquanto me chamava de puta que eu sou e de corno que você é, por mais que não acredite, quanto mais me insultavam, mais eu ficava com tesão, e quanto mais te chamavam de corno, mais excitada eu ficava, eu dava razão a eles, dizia que você era o maior corno, que ele me comia muito melhor que você, aí o caminhoneiro encheu minha buceta de porra, se levantou e disse pro ajudante.
Caminhoneiro, vai, cara, come logo essa puta que a gente vai chegar atrasado na casa do Fernandez.
O cara pegou minha calcinha, limpou minha buceta com ela e me meteu. Ele tinha um pau maior e me fazia sentir pra caralho, mas me comia em silêncio e mordia meus peitos. Que foda boa que ele me deu. Por sorte, nenhum dos dois me fodeu o cuzinho. Quando ele gozou, na real eu já tinha gozado também, diferente do que rolou com o caminhoneiro. Ele se levantou, me deixou largada ali, subiu a calça e os dois foram embora.
Foda-se eu, você se mostrou uma puta da porra.
Gaby sim, e por isso temos um banheiro de luxo, amor.
E os pedreiros, o que fizeram? Como você se livrou deles? Não me diga que também comeu eles.
Gaby, sem amor, eu não comi eles não, eles me comeram, meu anjo. Eu tava lá, jogada sobre os papelões, pelada e cheia de porra. Eles tinham visto como os do elenco tinham me comido, e eu não tive tempo pra nada. Quando me toquei, já tinha os três pelados em cima de mim. O que eu podia fazer? Chupei os três paus. Um eu já conhecia. O mais gordo deitou e me colocou em cima dele.
Gaby, calma, calma, deixa eu me ajeitar melhor.
Sentei em cima dele e enfiei na minha buceta, e comecei a cavalgar. O mais velho já colocou a pica na minha boca, e eu, cavalgando, comecei a chupar ela. O gordo não parava de gemer e falar que delícia que é minha buceta. Mas daí a pouco, o cara que eu tinha chupado a pica no galpão abriu meu cu, deu um tapa no gordo e ele ficou quieto. Ele passou saliva no meu buraquinho e eu gritei: "QUE QUE CÊ TÁ FAZENDO? AS DUAS PICA NÃO, NÃO!" Foi em vão. Ele falou: "cala a boca, puta de merda", e enfiou até o fundo. Juro, ele me matou. O velho fez eu engolir a pica dele de novo, abafando meu grito enorme. Eles demoraram um pouco, mas conseguiram me comer os dois. Doía pra caralho, mas depois de um tempo comecei a gozar igual uma louca e gozei como nunca. O que tava no meu cu encheu ele, se levantou, e como se estivessem sincronizados, o velho meteu a dele. Amor, você não sabe o que foi aquilo. Tô te contando e já tô me molhando toda, meu céu. No final, os três terminaram me comendo de todos os lados. Me deixaram exausta, mas exausta de verdade, amor. O bom foi que os três me prometeram que iam terminar naquele mesmo mês, mesmo que tivessem que trabalhar de noite. Me trouxeram uma toalha e eu me lavei como deu. A verdade é que eu tava cheia de porra por todo lado. Mas, depois disso, quando a gente foi ver como terminavam a casa, nenhum deles falou absolutamente nada pra você. Pelo contrário, te trataram super bem, não foi? Então, isso vai acontecer com seus colegas da oficina, amor.
E por que eles vão vir te comer agora? O que a gente vai ganhar?
Gaby, muita grana, muita grana mesmo, e que você seja o mais querido da oficina.
Olha, você disse que só transava com outros por minha causa, e agora tudo mudou, vai transar só por dinheiro ou é que você já gosta muito de sentar em outras picas?
Gaby, meu céu, a verdade é que sim, eu adoro dar pra pica do burro, do cavalo e do corno morto. São enormes e, assim que enfiam, já me fazem gozar, mesmo doendo pra caralho, mas você sabe, não tem prazer sem um pouco de dor, meu céu. Além disso, você tem seus benefícios: na oficina, vai ser o rei de todos. E, claro, você sabe que sou sua, não deles. Não sou nem do seu velho, que vou ver daqui a pouco, e você não pode negar que isso te excita pra cacete. Você gozou três vezes enquanto eu contava tudo. Então, melhor você tomar um banho e ir receber. Eu vou me arrumar um pouquinho e vou embora do seu pai. Se ele não me matar de pica hoje à noite, a gente trepa. Se não, bom, amanhã, quando você voltar do trabalho, a gente resolve.
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