Era mais um dia de semana, terminei de trampar e fui pro cinema pornô de Liniers. Um puteiro escuro e sujo escondido numa galeria. Entro, desço as escadas com os olhares dos caras que estavam lá na escuridão me seguindo, sento nas poltronas pra ver qual era e aparece um cara parado do meu lado com o pau duro, então comecei a bater uma pra ele. Ele tinha um pauzão, então comecei a chupar, era grosso e comprido, me fazia engasgar um pouco, mas me dava um tesão danado chupar até o fundo e sentir as bolas batendo no meu queixo. Depois de um tempão mamando até a garganta, o cara goza, eu levanto e vou pro andar de cima, onde tudo é escuro e sempre rola uma foda. Eu abaixo tudo por baixo da bunda e encosto no corrimão pra ver o filme e bater uma, sempre deixando o rabo bem à mostra pra tentar algum que passasse por trás. De repente, passam e me tocam a bunda, me roçam, e vejo que começa a juntar uma galera perto da escada, que ali pega uma luz e é a primeira coisa que se vê quando alguém sobe. Decido abaixar tudo de novo e deixar meu rabo exposto e à vista pra quem subisse a escada me ver. Inevitavelmente subiam e se aproximavam tudo tarado. Um chega por trás, dou uma camisinha pra ele e ele começa a me comer de pé naquela luz, e eu, curvado, olhava de lado como os curiosos iam me cercando, então comecei a chupar o pau de um que ficou na minha frente batendo uma. Enquanto o outro me segurava a bunda e metia forte por trás, os caras dos dois lados estavam batendo uma, curtindo a cena, então comecei a bater uma pra eles dois e chupava um pouquinho cada um. Depois começaram a se revezar, e entre meu cu, minha boca e minhas mãos já eram quatro picas que estavam me empanturrando enquanto outros olheiros me seguiam de perto. Depois de um tempo levando pica, vários gozam, mas um que ficou com tesão se aproxima e me coloca de quatro num banco, contra a parede, com o rabo bem aberto. O cara começou a me foder duro e sem parar, a piroca dele tava toda dura, reta e firme. Ele metia com força, fundo, e descansava bem lá dentro, depois tirava devagar e voltava com tudo, forte e até o fundo, enquanto abria minhas pernas com as dele pra eu não conseguir escapar. O tempo foi passando, e outros curiosos vieram bater punheta e nos olhar, e o cara começou a meter rápido e fundo com força, isso me deixou com muito tesão, então eu levantei e me encostei na parede, me tocando toda enquanto ele continuava me comendo forte e me segurando pelo pescoço por trás. Já fazia uns 20 minutos que ele tava me moendo, e eu tava ofegante, com o cu arrombado, completamente entregue pra aquele masturbador, até que finalmente ele começou a gozar em mim. Bati uma no banheiro e voltei pra casa bem satisfeita com toda essa experiência linda que vivi, entre o clima pesado daquele lugar e os trabalhadores loucos pra esvaziar os ovos.
1 comentários - Suruba no cinema de Liniers