Desvirgando a mi prima

Bom, tudo começou há vários anos atrás, eu tinha 18 na época e morava com meus pais, que viviam saindo porque estavam ocupados com o trabalho quase o tempo todo, então me deixavam sozinho em casa muitas vezes. Como podem ver, eu tinha uma família relativamente bem de vida e não tinha muitas tarefas em casa, já que sempre tinha uma empregada de plantão pra fazer os serviços. Mas voltando ao assunto, vou contar sobre minha prima. Sempre tive uma boa relação com minha prima Stefany, por parte da irmã da minha mãe. Desde pequenos somos muito unidos, brincávamos juntos quase o tempo todo. Depois de alguns anos, nos distanciamos porque minha tia foi morar no exterior com minha prima por dois anos, até que um dia minha mãe disse que elas voltaram e que viriam nos visitar. Eu estava animado porque não via minha prima há dois anos e morria de vontade de vê-la, já que sempre fantasiei com ela e queria saber como ela estava agora. E chegou o dia. Minha mãe me mandou descer do meu quarto pra cumprimentar, e quando desci, vi minha prima sentada no sofá da sala. Ela estava radiante e gostosa. Minha prima, assim como eu, tem a mesma idade que a minha, só que é alguns meses mais velha. Também tem a pele meio branca como eu, mas não tanto. Tem uns olhos castanhos e redondos bem marcantes, lábios finos, um nariz empinado e um rosto meio redondo. O cabelo dela era liso e de um marrom bem escuro que só aparece na luz. Ela sempre teve um corpo fino e desenvolvido, mas quando a vi, meus olhos pularam ao ver como ela tinha mudado. Ela é meio alta pra uma garota, mas mais baixa que eu uns 15 centímetros. É esbelta, com um par de peitos redondos e firmes (era óbvio que eles seriam assim, apesar da pele branca, porque éramos mestiços). Ela estava usando uma blusa azul-clara decotada, então dava pra ver os peitos dela, e eu ficava excitado só de olhar. Quando ela me reconheceu, sorriu com aquele sorriso lindo no rosto bonito que já descrevi. Ficamos os quatro conversando, falando sobre o que fizemos nesses dois anos. Já faz um ano desde que nós dois terminamos a escola no ano passado. Depois da conversa, minha mãe pediu pra gente ir pra parte de trás da casa, que dava pro mar, num espaço pequeno com um jardim, pra tomar uns drinks. Foi aí que aproveitei pra olhar as pernas da minha prima. Pra minha sorte, ela tava usando uma calça preta apertada que deixava ver as pernas bem torneadas, e vi que ela tinha uma bunda empinada, não muito grande, mas o suficiente pra chamar atenção. Além disso, ela tava com umas sandálias de salto que deixavam ver os pés lindos e macios dela. Foi quando minha mãe avisou que ela e minha tia iam sair e não voltariam até de noite, e que eu ficaria sozinho com minha prima. Só de pensar nisso, já fiquei de pau duro — ficar a sós com ela, tão gostosa que tava, me esquentava só de imaginar. E foi isso: elas saíram e me deixaram sozinho com minha prima, dizendo pra gente conversar pra passar o tempo. E foi o que começamos a fazer, claro que eu tinha outras intenções.

Quando ficamos sozinhos, ela falou com uma voz safada: "Priminho! Como você tá?" Eu fiquei meio vermelho e um pouco nervoso, disse que tava bem e perguntei como foi a estadia dela no exterior. Ela respondeu: "Foi legal, me diverti bastante, mas..." (com uma voz meio tímida) "na verdade, senti muita sua falta." Nessa hora, fiquei vermelho de novo, mas sem demonstrar, e falei: "Sério? Eu fiz falta pra você, priminha?" (num tom safado, tentando paquerar). Foi aí que vi ela dar um sorriso e rir, meio corada, e ela respondeu: "Verdade, sim, senti sua falta, priminho. Você é muito legal." Peguei uns drinks, liguei a TV, e começamos a conversar sobre coisas pessoais, escola e tal por um tempo, rindo e contando experiências, até que ela perguntou: "E aí, priminho, você tá num relacionamento sério com alguma garota?" (Ela falou rindo). Eu disse: "Não, tava num relacionamento, mas terminamos por questões entre a gente." (Com ela, eu...) perdi a virgindade). Ela, ao ouvir, me disse: "Ah... que pena que ela não soube te valorizar, primo" (passando a mão no meu ombro). Isso, como vocês já sabem, me agradou bastante, e eu respondi: "Na verdade não foi isso, terminamos por outros motivos." Ela entendeu, e eu continuei perguntando: "E você? Já ficou com alguém no exterior?" Ela me olhou, rindo, e disse: "Não fiquei com ninguém, não porque não me atraíssem, mas porque quando você é estrangeira, todos os caras se interessam mais por pura curiosidade, e eu não gosto que seja assim. E, bom, não consegui ficar com ninguém mesmo querendo. A verdade é que só pensava em você, priminho, sentia muito a sua falta" (ela disse isso colocando a mão na minha e aproximando o rosto, sorrindo, do meu). Eu fiquei gaguejando por um instante, excitado, e respondi com uma voz meio nervosa, mas confiante: "Eu também pensei em você, priminha." Ela respondeu: "Aww, sabe o quê? Você sempre me atraiu, e eu sei que também te atraio." Então ela se aproximou devagar do meu ouvido e sussurrou, enquanto eu ficava arrepiado: "Vamos ficar sozinhos até a noite. Por que não fazemos enquanto ninguém está vendo?" Me surpreendi e perguntei: "Tem certeza, priminha?" E ela disse: "Siim!" Naquele momento, nós dois nos aproximamos e começamos a nos beijar no sofá. Nos beijávamos de forma delicada e lenta, eu finalmente podia sentir o gostinho dos lábios dela, mordiscava eles devagar enquanto minhas mãos acariciavam a cintura dela. Comecei a mover minha boca para o pescoço dela, beijando mais profundamente para fazê-la deitar no sofá. Passei a língua por todo o pescoço dela, aproveitando, até subir de novo para a boca dela e dar beijos mais intensos e gostosos, que me excitavam cada vez mais. Minhas mãos faziam a parte delas, acariciando o corpo dela, o peito firme que eu sentia duro. Ficamos assim um bom tempo, trocando beijos de língua, nos acariciando, e eu sentia ela esquentar mais e mais, até que ela parou e se afastou de mim. Levantou toda excitada e descabelada, e alegre me disse: com a voz provocante dela: "Nossa! priminho, não sabia que você beijava tão bem uma garota, mas sabe de uma coisa?" Eu respondi: "O quê?" Ela disse: "Tô meio desconfortável porque tô muito excitada por sua causa, priminho." Ela levantou as pernas e tirou as sandálias, ficando descalça (algo que pessoalmente me excitava). Depois tirou a blusa, ficando só de sutiã, se levantou e tirou a calça na minha frente, me deixando ver aquele par de bundas empinadas e as pernas lindas dela. Aí ela disse: "Acho que vou pra um lugar mais fresco, tipo seu quarto. Se quiser, pode subir daqui a pouco." Ela foi pro meu quarto enquanto eu via aquele corpo gostoso dela subindo as escadas. Quando ela subiu, peguei as coisas dela e fui pro meu quarto ver como ela tava. Subi já esperando uma surpresa no meu quarto e, quando entrei, vi ela sentada de joelhos na minha cama, perto do travesseiro, ainda de lingerie. Quando cheguei, ela disse com voz suave: "Posso te contar um segredo?" E eu falei: "Claro, sou seu primo, pode me contar qualquer coisa." Ela respondeu: "Bom, nunca fiquei com ninguém." Fiquei surpreso ao ouvir isso, porque sempre achei que minha prima não era virgem, e foi exatamente o que eu disse. Ela falou: "É que sempre quis que minha primeira vez fosse com alguém como você. Nunca confiei em outros caras, então... você topa me tirar a virgindade?" Fiquei perplexo por um tempo e respondi: "Claro que sim! Como você quiser." Foi quando ela tirou o sutiã e me deixou ver aqueles peitos brancos e redondos, bem definidos, com os quais eu tanto fantasiava. Ainda de joelhos na minha cama, ela disse rindo: "Tá esperando o quê aí? Se realmente quer, vem aqui chupar eles." Não pensei duas vezes e me aproximei dela, completamente excitado, pra dar um beijo de língua bem forte. Logo depois, fui brincar com os peitos dela, lambia e chupava com minha língua, era uma sensação muito gostosa. Eu literalmente comia eles, enfiava os peitos dela na minha boca, saboreando os mamilos que sentia durinhos, e mordia um peito de cada vez. enquanto as devorava, ela dizia: "Ah... priminho, você faz isso muito gostoso" (com tom excitado). Depois me separei delas e voltei a beijar apaixonadamente minha prima. Naquele momento, deitei ela de barriga para cima na minha cama e fui até as pernas dela, beijando a região das coxas perto da buceta dela e, em seguida, tirei a calcinha dela suavemente. Foi quando vi que ela tinha a buceta depilada. Tirei a camiseta que estava usando e abaixei a calça para penetrá-la. Minha prima viu meu pau duro e depilado e disse: "Não sabia que você tinha ele tão grande, primo. E então, o que está esperando para me penetrar?" Ao ouvir isso, não aguentei mais. Peguei-a pelas pernas e meti meu pau na buceta dela, que estava apertada, mas consegui enfiar enquanto ela soltava gritos de dor e prazer, me fazendo entender que era a primeira vez dela com um cara. Metia e tirava meu pau da buceta dela rapidamente, e ela soltava gemidos muito altos que me excitavam ainda mais. Não conseguia parar; sentia meu pau dentro da buceta dela muito rápido enquanto a via aproveitar. Depois, desviei o olhar para o lado e vi o pé direito lindo dela. Peguei-o, senti que era muito macio e comecei a chupar o dedão dela. Nisso, ela soltou um gemido, mostrando que gostava, e continuei chupando o pé dela enquanto a penetrava. Depois de um tempo, larguei o pé dela e, consequentemente, aquela posição, sem parar de penetrá-la. Aproximei-me dela, fazendo a posição do missionário, e voltamos a nos beijar enquanto sentia ela cruzar as pernas nas minhas costas. Desci até os peitos dela e comecei a devorá-los de novo, lambendo e mordiscando os mamilos duros dela. Naquele momento, ela disse (excitada): "Ah, sim... não para, priminho." Continuei sentindo os peitos dela na minha boca na mesma posição até que ela soltou um gemido forte e respirou fundo. Eu me levantei e me afastei dela, vendo-a meio cansada, deitada na minha cama com as pernas levantadas. Ela me olhou sorrindo e disse: "Então era isso que você queria fazer comigo, priminho." Ao que respondi: "Foi isso que você me pediu para fazer." E ela respondeu, bem provocante: "Sim, mas ainda não acabou. Ela se ajoelhou e foi de quatro até a ponta da minha cama, mostrando a bucetinha nua dela, olhando pra parede, e disse: "Vem pra trás de mim, rápido." Obediente, fiquei atrás dela, vendo ela na posição de quatro, me deixando ver toda a bucetinha dela. Ela começou a rebolando a bunda pra cima e pra baixo enquanto levantava e abaixava as pernas, era uma delícia. Aí, naquela hora, ela me perguntou: "Primo, o que você tá com vontade de fazer comigo me vendo assim?" Eu respondi: "Tô com vontade de te penetrar, prima." Ela riu e disse: "Pois se segura! Primeiro quero que você coma minha bucetinha." Sem reclamar, fui direto pra bunda dela e comecei a lamber a buceta dela, enfiando a cara no cuzinho dela. Lambia a buceta depilada dela, mordiscava o clitóris dela com cuidado e sentia os sucos vaginais na minha boca. Continuei fazendo isso, enfiando a língua até o fundo da buceta dela. A xota dela tava muito excitada, porque ela dizia: "Hummm... Que gostoso você faz!" Deixei a buceta dela depois de um bom tempo e resolvi subir pra bunda dela. Os dois lados da bunda dela, levantados e firmes, eu devorava com beijos e mordidas. Depois fui pro cuzinho dela pra dar o que chamam de beijo negro (coisa que eu fazia pela primeira vez). Passava a língua no buraquinho dela enquanto ela gemia de prazer. Continuei dando beijos e ela disse: "Espera um pouco!" (Pegou minha mão esquerda e lambeu meus dedos indicador e médio) "Quero que você meta eles no meu cu." Obedeci e enfiei um por um enquanto ela soltava gemidos de prazer, um mais forte que o outro. Já satisfeita, ela disse: "Beleza, agora pode meter de novo." Fiquei de joelhos na minha cama e enfiei meu pau na buceta dela de novo, na posição de quatro. Segurei a cintura dela e, mais uma vez, meu pau fez o trabalho na buceta dela. Olhava excitado como a bunda dela quicava contra minha pélvis, enquanto minha prima gemia ainda mais. Quando esquentei de novo, encostei meu corpo nas costas dela, acariciei os peitos duros que ela tinha e sussurrei no ouvido dela: "Era isso que você queria?" E excitada, ela respondeu: "Siiim." Ela virou a cabeça e nos beijamos um pouco enquanto eu continuava montando nela e segurando os peitos dela, até que ela soltou outro gemido alto e nos separamos de novo. Me joguei na cama com a cabeça no travesseiro, ela se levantou, se virou pra mim sorrindo, sentou de joelhos do lado direito das minhas pernas e disse: "Bom, agora é minha vez de te dar prazer." Aí, com a mão dela, segurou meu pau duro e começou a me masturbar do jeito clássico, pra cima e pra baixo. Eu via que ela tava meio nervosa e inexperiente, então falei: "Não se preocupa se você não sabe como mastigar um cara, já que é sua primeira vez com alguém, eu te ensino como." "Sério?", ela respondeu. E eu disse sim. E comecei a dar ordens: "Primeiro, junta saliva na boca e cuspi na palma da sua mão" (e ela começou a juntar saliva na boca). "Beleza, agora cuspi na mão e esfrega meu pau fazendo círculos" (na hora ela fez e passou a mão no meu pau). Eu sentia a mão delicada dela deslizando pela minha cabeça, fazendo cócegas, excitando e deixando ele reto, sentia a mão passando por todo o meu pau, que tava completamente molhado. Depois falei: "Agora faz um V com a mão e esfrega meu pau de cima pra baixo" (ela obedeceu e começou a esfregar devagar). Eu tava adorando, a mão delicada dela fazia maravilhas. Ela perguntou: "Tô indo bem?" Com minha cara de prazer, ela percebeu que tava mandando bem. Quando a saliva acabou, ela repetiu o processo, mas dessa vez começou a me masturbar com força, me deixando a mil, e deu pra ver na minha cara. Ela disse: "Ah, é... Tá gostando, priminho?" Foi quando eu não aguentei mais e joguei porra na cara dela, deixei ela toda melada, também espirrou nos peitos e na barriga dela. Ver aquela imagem da minha prima molhada de porra me deixou ainda mais excitado. Ela começou a rir e parou de me masturbar, me olhou, se aproximou colocando as pernas pra fora da cama e ficou do meu lado, sentada meio inclinada, e do nada me deu um beijo de língua. Eu nem tinha percebido que ela tava com minha porra na boca, mas não liguei muito por causa da Calor sendo a primeira vez que experimento e ela me disse: "Vou te dar uma surpresa se você limpar meu corpo com sua boca." Obedeci e beijei seus peitos cheios do meu gozo, deixando-os limpos como ela queria. Quando fiz isso, ela se virou na posição em que estava, passou uma das pernas na minha frente e colocou a bundinha dela na minha cara, se deitou sobre mim e eu sabia o que viria. Então ela disse: "É hora de te dar sua surpresa por me obedecer." Primeiro, passava a língua no meu pau uma e outra vez, e de repente começou a chupar minha rola de um jeito inexperiente e meigo, já que era a primeira vez dela — não reclamava, lambia devagar, sugava aos poucos até pegar o jeito e me fazer sentir incrível. As lambidas ficavam cada vez mais intensas, e ela enfiava mais do meu pau na boca, tentando meter tudo, e de vez em quando engasgava com meu gozo. Depois de um bom tempo de prazer, começou a chupar minhas bolas, chupava uma por uma, sentia ela sugando, e eu comecei a lamber a bucetinha dela pela segunda vez, enfiava minha língua na boceta dela mais confortável e sentia os fluidos deliciosos, mordia e chupava o clitóris dela enquanto ela continuava chupando meu pau de cima pra baixo — estávamos fazendo um 69 muito gostoso. Cada vez ela chupava melhor meu pau, muito mais gostoso e macio, sentia a língua dela, e eu devorava a vagina dela e sentia os fluidos. Aí parei um pouco pra respirar, saboreando os sucos dela na boca, sentindo a língua dela ainda no meu pau, deitei a cabeça olhando pro lado esquerdo e vi de novo o pé lindo dela. Como tava muito excitado, peguei o tornozelo dela, puxei pra perto e comecei a chupar os dedos do pé dela suavemente enquanto ela devorava meu pau. Ficamos assim, aproveitando um ao outro. Larguei o pé dela, e ela largou meu pau e sentou na minha cara. Coloquei as mãos nas nádegas dela e comecei a meter minha língua na vagina dela, mas agora conseguia enfiar mais fundo na boceta dela e mordiscava como sempre, sentindo os fluidos dela, que me viciei. Ouvi os gemidos dela dizendo: Sim, priminho, você sabe mesmo como me comer. Eu mexia na bunda dela com as minhas mãos e comecei a dar tapas enquanto ela soltava gritos de prazer, e ela dizia: "Você é um guloso." Ela se levantou e sentou na minha frente, no meu colo. "Você é um depravado", ela me disse. "Eu? Por quê?", respondi. "Porque o que você gosta de fazer comigo: você mordia minha buceta, chupava meus pés, dava tapas e enfiava o dedo no meu cu." Ela respondeu, e eu falei: "Mas essa última você pediu." E ela respondeu: "Sim, mas as outras não. Me excitava você fazer essas coisas, por isso você é um doente, primo. Agora quero que você goze comigo." (Ela se virou de frente para a parede, deixando eu ver suas costas, e se sentou no meu pau.) Ela começou a mexer a bunda, tentando se encaixar direitinho, e disse: "Vamos, quero gozar, estou excitada." E começamos a transar. Eu sentia a bunda dela quicando na minha pélvis, adorava ver como as nádegas dela pulavam, isso me excitava ainda mais. Ela só soltava gemidos. Tentei me concentrar para gozar, me apoiando naquela imagem. Minha prima continuava no ato, sentada em cima de mim, e estava dando certo. Já sentia que ia gozar, e falei: "Já falta pouco." Ela virou de imediato e se colocou de novo no meu pau, agora eu podia vê-la de frente. O corpo todo dela estava vermelho, por causa da pele dela, dava pra notar mais. Ver o corpo dela excitado e os peitos quicando me deixava muito tesudo, e eu não aguentava mais. Até que falei: "Vou gozar." E ela quicava mais rápido e mais forte, e nisso eu gozei dentro dela. Ela deu um grito de prazer muito forte, e para minha surpresa, vi um líquido saindo da buceta dela que espirrou no meu rosto e no meu corpo. Estávamos exaustos. Ela se soltou do meu pau, cansada, com o corpo ainda vermelho, começou a rir e se aninhou do meu lado direito. Começamos a nos acariciar e nos beijar devagar por um tempo, tentando descansar do cansaço que estávamos. Ficamos na minha cama, nos beijando e nos tocando, porque não aguentávamos mais. E de repente, olhei que horas eram e, para minha surpresa, eram 7h50. PM, faltavam só 10 minutos pras 8 da noite, comentei com a Stefany e ela disse: "Acho que já devíamos tomar banho e descer antes que eles cheguem." Eu respondi (rindo): "Quer que a gente tome banho junto?" E ela respondeu na risada: "Não, um tem que ficar de fora caso eles cheguem." Então falei: "Tá bom, eu tomo banho primeiro, mais rápido, e depois deixo o banheiro só pra você." Ela aceitou e fui tomar um banho rápido. Quando saí do banheiro, já trocado, ela ainda estava nua, mas mais calma, e disse: "Sua mãe ligou, falou que vão voltar às 10:00 PM." Então a gente tinha mais tempo a sós, e eu falei: "Beleza, vou pra sala fazer uns drinks, te espero lá." Ela respondeu: "Ok, vou tomar uma ducha, não fica me espiando" (falou entre risadas). Ela foi tomar banho e eu desci pra sala, liguei a TV pra me distrair antes dela chegar. Foi quando ela desceu as escadas: tava radiante, com a mesma roupa que descrevi no começo, ainda com o cabelo molhado, o que fazia ele brilhar ainda mais. Peguei as bebidas e a gente voltou a conversar enquanto via um filme, trocando carícias um no outro, mas não passava de beijos e lambidas em certas partes do corpo até minha mãe e minha tia chegarem. Já era hora de nos despedir. Minha tia disse que precisavam ir pra casa delas, que era perto, e que outro dia voltariam pra passar um tempo. Fiquei feliz, e minha prima disse que tinha esquecido as coisas dela no banheiro de cima. Minha mãe mandou eu ser cavalheiro e ajudar ela a procurar. Subimos e, já no banheiro, sozinhos, ela me puxou pela camisa e me deu um beijo gostoso de língua, e disse: "Isso é pra você pensar em mim até eu voltar." Descemos, nos despedimos, e fui descansar no meu quarto pensando em como foi gostoso o tempo que passei com minha prima...

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