Caso você tenha acabado de chegar, é assim que essa história começahttp://www.poringa.net/posts/relatos/5079398/Alicia-Carlos-y-alguno-mas.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5080764/Alicia-Carlos-y-alguno-mas-2-parte.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/5083469/Alicia-Carlos-y-alguno-mas-4-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/5084846/Alicia-Carlos-y-alguno-mas-Final-1-parte.html
Guillermo faz um sinal para Horácio, que vai para o outro lado da mesa segurar os pulsos dela, e depois olha para Alejandro, fazendo um gesto com a mão, como quem diz: é sua, vai em frente.
Alejandro ficou atrás dela, se ajeitou e colocou a cabeça da pica no cu de Alicia.
— Nãooooo, pelo cu nãooooo.
Guillermo pergunta:
— Você prometeu ser nossa putinha, é ou não é?
— Sim, sim, quero ser a putinha de vocês.
— Então vai fazer o que a gente quiser.
— Sim, sim.
— Entendeu, ou quer ir embora com o corno que não sabe te foder?
— Não, não, quero que vocês me fodam.
— Beleza, então agora o que você vai fazer?
— Entregar meu cu pra vocês.
— Alejandro, é toda sua, vai fundo.
— Mas devagar, por favor, faz tempo que não me fazem isso.
Alejandro começou com calma, colocou a glande no buraco e foi empurrando aos poucos.
— Aaahhhh, espera, esperaaaaa, dói, dói.
— Putinha, vou te ajudar, disse Guillermo, e abriu as bandas do cu dela.
Ela sentia aquela pica abrindo o cu dela, lágrimas começaram a cair dos olhos.
— Devagar, por favor, mas não tira.
Carlos não entendia nada, ele nunca quis brincar com o cu dela, achava sujo, e ela disse que fazia tempo que não faziam isso, uuuffff.
Alejandro conseguiu enfiar a pica toda e começou a bombar, devagar, e ela trocou as palavras por gemidos, de tão gostoso que era ter ele todo dentro do cu dela.
— Tá gostando, putinha, do jeito que tô metendo?
— Siiiiim, que delíciaaaa, nunca fizeram tão gostosoooo, continua, continuaaaaa.
Ele começou a bombar mais forte, mais bruto, e ela só pedia mais, mais, não para.
Alejandro não aguentou e gozou dentro do cu dela.
— Aaaaaaahhhh, que gostoso, gozou dentro de mim, adoro issooooo.
Carla não estava surpresa, sabia quando tinham arrombado o cu dela pela primeira vez, e continuava do lado de Carlos, mas acariciando as picas dos acompanhantes, um deles tinha os dedos dentro da buceta dela e o outro no rabo. Guillermo fez um sinal pro Horacio não soltar ela, ele não soltou.
Alicia respirava ofegante, se recuperando do que tinha sentido, tentou se levantar,
Guillermo diz pra ela:
— Não, você não pode fazer isso, até a gente mandar.
E foi se acomodando atrás dela, e começou a meter na buceta dela que tava escorrendo…
— Aaaaahhh que gostosoooo, tão grande que parece, que lindoooo, ela disse.
Ele bombou mais um pouco, e tirou de repente.
Ela falou:
— Nããão, não tira de mimmmmm
— Você quer ele todo dentro, sua puta?
— Siim, todo, todo dentro.
Carlos ouvia e via tudo que a Alicia fazia, e não entendia nada, não era a mulher com quem ele viveu todos aqueles anos, era outra.
— Então, puta, como você pediu, todo dentro.
— Sim, sim, por favor, todo, todo esse pau gordo e quente, tudoooo
Guillermo colocou na buceta dela e tirou de novo escorrendo.
Mirou no cu dela e colocou a cabeça na entrada.
— Nããão, você pelo cu não, vai me partir
— Você pediu pra ter ele todo dentro, e eu decido por onde você vai aguentar agora.
— Mas o seu é muito grandeeee
Guillermo não falou mais, enfiou a cabeça e com as mãos abriu totalmente as bandas daquele cu, e foi entrando devagar, até chegar na metade do pau dele, e parou.
Ela agora gemia e lágrimas caíam pela dor que sentia no cu, não era o pau do Alejandro nem o do Esteban, era outra sensação diferente, muito diferente.
Guillermo perguntou:
— Viu, puta, só a metade entrou, quer que eu continue?
Ela só balançou a cabeça, não conseguia falar, só gemer.
Ele bombou devagar, e tirou um pouco, e de uma só vez, meteu tudo, sem piedade.
— Aaaaaagggghhhhh, foi o que se ouviu da Alicia.
Guillermo deixou bem enfiado, mas sem se mexer, pra ela se acostumar a ter ele todo dentro, como ela tinha pedido.
Carlos tentou se soltar, mas tavam segurando ele firme.
— Viu, corno, é assim que se arromba o cu de uma puta. —Como é a sua mulher? —disse Guillermo.
Carla olhava para Alicia e pensava: esse realmente fodeu ela, hehehe, bem feito, vagabunda. Depois quero que ele faça o mesmo comigo.
Ela viu Carlos com uma ereção enorme e deu uma ajudinha, masturbou ele pra aliviar. Não precisou esperar muito: Carlos gozou com uma intensidade foda, foi demais pra ele.
Guillermo começou a meter em Alicia devagar, ela foi gemendo cada vez mais forte, se acabando de prazer, e ele perguntou:
—Cê gosta, vagabunda? Meu pau inteiro no teu cu...
—Siiiiim, continua, nunca fizeram isso comigoooooo
Ele foi aumentando o ritmo das metidas até dizer:
—Agora vou encher teu cu de porra, bem cheio, vagabunda
—Siiiiim, quero tudo dentro do meu cuuuuuuuu
O prazer que os dois sentiram foi absurdo, mas ela, sentindo o pau pulsando dentro do cu e deixando toda a porra lá dentro, teve um orgasmo tão intenso que nunca tinha conseguido com ninguém antes.
Quem assistia ao espetáculo elogiou os dois. As mulheres acariciavam ela como se estivessem consolando: "Você foi muito bem", diziam.
Carla foi a última. Sentou no banco, acariciou a nuca dela e disse:
—Putinha, hein? Esse realmente arrombou teu cu, não foi?
—Foi, mas o que eu senti foi foda, é lindo como ele fez comigo.
Carlos, que estava do lado, só escutava. Já tinham soltado ele, e ele não conseguia falar nada.
Demorou um tempão pra ele se recuperar. Carla acompanhou Alicia até o chuveiro.
Enquanto se afastavam, Carlos disse:
—Te espero no carro.
Quando voltaram pra casa e nos dias seguintes, ficaram quase em silêncio total, só com o cumprimento diário.
Carlos pensava em tudo que tinha vivido: a humilhação que sofreu tanto dela quanto de todo mundo que participou. Mas o que ela disse acabou com ele. Se sentir um corno, como chamaram ele, foi muito pesado.
Alicia conversava todo dia com Clara, contando tudo que tinham vivido. Esteban foi visitar ela. durante a semana, e o Guillermo estava preparando algo para o fim de semana, e contava pra ela enquanto trocavam mensagens.
O Carlos chegou um dia do trabalho e disse:
— Alicia, o que a gente viveu outro dia no sítio foi muito forte, e o que você me falou me deixou muito mal. A gente não vai voltar pro sítio.
Ela ouviu, e aquela decisão a deixou mal, por causa do que o Guillermo estava preparando pra ela.
No outro dia, o Carlos se encontrou com o irmão dele pra preparar uma reunião de família. Pela relação que os irmãos tinham, ele acabou falando pro Carlos:
— Mano, senta aqui, olha, a minha esposa conversou com uma vizinha que mora na frente da sua casa e ela disse que a Alicia, de noite, recebe outro vizinho e fica um tempão lá dentro. Achei que você devia saber…
— Nããão, isso é pesado demais, vou falar com a Alicia.
Chegou em casa muito puto e encarou a Alicia:
— Agora vai me dizer que enquanto eu trabalho, você tá dando pra outro na nossa cama?
No começo ela não soube como reagir, mas se decidiu:
— É isso mesmo, você não sabe foder, e eu preciso de uma satisfação que você não me dá. E você já viu outro dia, o Esteban chupa minha buceta, isso você não curte, e ele goza várias vezes quando vem, enquanto você com uma gozada já dorme.
— Mas Alicia, você tá me fazendo de corno na frente de todo mundo…
— Se você aprendesse a comer, isso não tava acontecendo. E agora, o que você vai fazer? A gente separa ou continua junto? Isso sim, se eu ficar, o Esteban vai continuar vindo me comer, e se você ver, aguenta. E pro sítio eu vou continuar indo, e se você vai ou não, tanto faz.
O Carlos não esperava isso da Alicia. Tudo parecia muito difícil, mas ele realmente queria ter ela e ficar com ela.
No outro dia, ele deu a resposta:
— Tá bom, a gente continua junto. Quero ficar com você, preciso de você, e mesmo que doa, eu gostei de te ver quando te comeram no sítio.
— Beleza, as condições você já sabe. A partir de hoje mesmo.
— Sim, sim, a partir de hoje…
E foi assim que, quando ele entrava de manhã depois do trabalho, se deparava com o Esteban acariciando a Alicia, ou se beijando, como despedida, e cumprimentavam ele:
—Fala, corno, prepara uns mates…
Carlos tomava mate com eles e seguia seu dia normal.
Voltaram pro sítio, onde Carla e Alicia já estavam dando conta de várias picas juntas, e eram as que mais curtiam, com Carlos sempre disposto a servi-las.
Às vezes as reuniões não rolavam no sítio, mas sim na casa deles, começavam ao meio-dia de sábado e terminavam quase 48 horas depois, então Carlos tinha muito trabalho e muito espetáculo…
Assim termina essa história de Alicia e Carlos, vamos ver se eles me contam mais alguma coisa.
Muito obrigado por acompanharem e pelos pontos que deixam.
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Guillermo faz um sinal para Horácio, que vai para o outro lado da mesa segurar os pulsos dela, e depois olha para Alejandro, fazendo um gesto com a mão, como quem diz: é sua, vai em frente.
Alejandro ficou atrás dela, se ajeitou e colocou a cabeça da pica no cu de Alicia.
— Nãooooo, pelo cu nãooooo.
Guillermo pergunta:
— Você prometeu ser nossa putinha, é ou não é?
— Sim, sim, quero ser a putinha de vocês.
— Então vai fazer o que a gente quiser.
— Sim, sim.
— Entendeu, ou quer ir embora com o corno que não sabe te foder?
— Não, não, quero que vocês me fodam.
— Beleza, então agora o que você vai fazer?
— Entregar meu cu pra vocês.
— Alejandro, é toda sua, vai fundo.
— Mas devagar, por favor, faz tempo que não me fazem isso.
Alejandro começou com calma, colocou a glande no buraco e foi empurrando aos poucos.
— Aaahhhh, espera, esperaaaaa, dói, dói.
— Putinha, vou te ajudar, disse Guillermo, e abriu as bandas do cu dela.
Ela sentia aquela pica abrindo o cu dela, lágrimas começaram a cair dos olhos.
— Devagar, por favor, mas não tira.
Carlos não entendia nada, ele nunca quis brincar com o cu dela, achava sujo, e ela disse que fazia tempo que não faziam isso, uuuffff.
Alejandro conseguiu enfiar a pica toda e começou a bombar, devagar, e ela trocou as palavras por gemidos, de tão gostoso que era ter ele todo dentro do cu dela.
— Tá gostando, putinha, do jeito que tô metendo?
— Siiiiim, que delíciaaaa, nunca fizeram tão gostosoooo, continua, continuaaaaa.
Ele começou a bombar mais forte, mais bruto, e ela só pedia mais, mais, não para.
Alejandro não aguentou e gozou dentro do cu dela.
— Aaaaaaahhhh, que gostoso, gozou dentro de mim, adoro issooooo.
Carla não estava surpresa, sabia quando tinham arrombado o cu dela pela primeira vez, e continuava do lado de Carlos, mas acariciando as picas dos acompanhantes, um deles tinha os dedos dentro da buceta dela e o outro no rabo. Guillermo fez um sinal pro Horacio não soltar ela, ele não soltou.
Alicia respirava ofegante, se recuperando do que tinha sentido, tentou se levantar,
Guillermo diz pra ela:
— Não, você não pode fazer isso, até a gente mandar.
E foi se acomodando atrás dela, e começou a meter na buceta dela que tava escorrendo…
— Aaaaahhh que gostosoooo, tão grande que parece, que lindoooo, ela disse.
Ele bombou mais um pouco, e tirou de repente.
Ela falou:
— Nããão, não tira de mimmmmm
— Você quer ele todo dentro, sua puta?
— Siim, todo, todo dentro.
Carlos ouvia e via tudo que a Alicia fazia, e não entendia nada, não era a mulher com quem ele viveu todos aqueles anos, era outra.
— Então, puta, como você pediu, todo dentro.
— Sim, sim, por favor, todo, todo esse pau gordo e quente, tudoooo
Guillermo colocou na buceta dela e tirou de novo escorrendo.
Mirou no cu dela e colocou a cabeça na entrada.
— Nããão, você pelo cu não, vai me partir
— Você pediu pra ter ele todo dentro, e eu decido por onde você vai aguentar agora.
— Mas o seu é muito grandeeee
Guillermo não falou mais, enfiou a cabeça e com as mãos abriu totalmente as bandas daquele cu, e foi entrando devagar, até chegar na metade do pau dele, e parou.
Ela agora gemia e lágrimas caíam pela dor que sentia no cu, não era o pau do Alejandro nem o do Esteban, era outra sensação diferente, muito diferente.
Guillermo perguntou:
— Viu, puta, só a metade entrou, quer que eu continue?
Ela só balançou a cabeça, não conseguia falar, só gemer.
Ele bombou devagar, e tirou um pouco, e de uma só vez, meteu tudo, sem piedade.
— Aaaaaagggghhhhh, foi o que se ouviu da Alicia.
Guillermo deixou bem enfiado, mas sem se mexer, pra ela se acostumar a ter ele todo dentro, como ela tinha pedido.
Carlos tentou se soltar, mas tavam segurando ele firme.
— Viu, corno, é assim que se arromba o cu de uma puta. —Como é a sua mulher? —disse Guillermo.
Carla olhava para Alicia e pensava: esse realmente fodeu ela, hehehe, bem feito, vagabunda. Depois quero que ele faça o mesmo comigo.
Ela viu Carlos com uma ereção enorme e deu uma ajudinha, masturbou ele pra aliviar. Não precisou esperar muito: Carlos gozou com uma intensidade foda, foi demais pra ele.
Guillermo começou a meter em Alicia devagar, ela foi gemendo cada vez mais forte, se acabando de prazer, e ele perguntou:
—Cê gosta, vagabunda? Meu pau inteiro no teu cu...
—Siiiiim, continua, nunca fizeram isso comigoooooo
Ele foi aumentando o ritmo das metidas até dizer:
—Agora vou encher teu cu de porra, bem cheio, vagabunda
—Siiiiim, quero tudo dentro do meu cuuuuuuuu
O prazer que os dois sentiram foi absurdo, mas ela, sentindo o pau pulsando dentro do cu e deixando toda a porra lá dentro, teve um orgasmo tão intenso que nunca tinha conseguido com ninguém antes.
Quem assistia ao espetáculo elogiou os dois. As mulheres acariciavam ela como se estivessem consolando: "Você foi muito bem", diziam.
Carla foi a última. Sentou no banco, acariciou a nuca dela e disse:
—Putinha, hein? Esse realmente arrombou teu cu, não foi?
—Foi, mas o que eu senti foi foda, é lindo como ele fez comigo.
Carlos, que estava do lado, só escutava. Já tinham soltado ele, e ele não conseguia falar nada.
Demorou um tempão pra ele se recuperar. Carla acompanhou Alicia até o chuveiro.
Enquanto se afastavam, Carlos disse:
—Te espero no carro.
Quando voltaram pra casa e nos dias seguintes, ficaram quase em silêncio total, só com o cumprimento diário.
Carlos pensava em tudo que tinha vivido: a humilhação que sofreu tanto dela quanto de todo mundo que participou. Mas o que ela disse acabou com ele. Se sentir um corno, como chamaram ele, foi muito pesado.
Alicia conversava todo dia com Clara, contando tudo que tinham vivido. Esteban foi visitar ela. durante a semana, e o Guillermo estava preparando algo para o fim de semana, e contava pra ela enquanto trocavam mensagens.
O Carlos chegou um dia do trabalho e disse:
— Alicia, o que a gente viveu outro dia no sítio foi muito forte, e o que você me falou me deixou muito mal. A gente não vai voltar pro sítio.
Ela ouviu, e aquela decisão a deixou mal, por causa do que o Guillermo estava preparando pra ela.
No outro dia, o Carlos se encontrou com o irmão dele pra preparar uma reunião de família. Pela relação que os irmãos tinham, ele acabou falando pro Carlos:
— Mano, senta aqui, olha, a minha esposa conversou com uma vizinha que mora na frente da sua casa e ela disse que a Alicia, de noite, recebe outro vizinho e fica um tempão lá dentro. Achei que você devia saber…
— Nããão, isso é pesado demais, vou falar com a Alicia.
Chegou em casa muito puto e encarou a Alicia:
— Agora vai me dizer que enquanto eu trabalho, você tá dando pra outro na nossa cama?
No começo ela não soube como reagir, mas se decidiu:
— É isso mesmo, você não sabe foder, e eu preciso de uma satisfação que você não me dá. E você já viu outro dia, o Esteban chupa minha buceta, isso você não curte, e ele goza várias vezes quando vem, enquanto você com uma gozada já dorme.
— Mas Alicia, você tá me fazendo de corno na frente de todo mundo…
— Se você aprendesse a comer, isso não tava acontecendo. E agora, o que você vai fazer? A gente separa ou continua junto? Isso sim, se eu ficar, o Esteban vai continuar vindo me comer, e se você ver, aguenta. E pro sítio eu vou continuar indo, e se você vai ou não, tanto faz.
O Carlos não esperava isso da Alicia. Tudo parecia muito difícil, mas ele realmente queria ter ela e ficar com ela.
No outro dia, ele deu a resposta:
— Tá bom, a gente continua junto. Quero ficar com você, preciso de você, e mesmo que doa, eu gostei de te ver quando te comeram no sítio.
— Beleza, as condições você já sabe. A partir de hoje mesmo.
— Sim, sim, a partir de hoje…
E foi assim que, quando ele entrava de manhã depois do trabalho, se deparava com o Esteban acariciando a Alicia, ou se beijando, como despedida, e cumprimentavam ele:
—Fala, corno, prepara uns mates…
Carlos tomava mate com eles e seguia seu dia normal.
Voltaram pro sítio, onde Carla e Alicia já estavam dando conta de várias picas juntas, e eram as que mais curtiam, com Carlos sempre disposto a servi-las.
Às vezes as reuniões não rolavam no sítio, mas sim na casa deles, começavam ao meio-dia de sábado e terminavam quase 48 horas depois, então Carlos tinha muito trabalho e muito espetáculo…
Assim termina essa história de Alicia e Carlos, vamos ver se eles me contam mais alguma coisa.
Muito obrigado por acompanharem e pelos pontos que deixam.
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