Por - Burberryx
Saudações a todos. No relato anterior, contei como testemunhei a primeira infidelidade da minha mãe Marta, e estou aqui para contar o que aconteceu em seguida.
Acordei como se tivesse uma ressaca de quinze doses, e não exatamente de champanhe. Quando abri os olhos, ainda não acreditava no que tinha acontecido. Apenas algumas horas atrás, lá embaixo na cozinha, com boa parte da minha família, incluindo meu pai, minha mãe tinha se tornado de bom grado a sobremesa antecipada do Lucas, um babaca convencido que eu esperava nunca mais ter que ver. Claro que ela também tinha recebido sobremesa de sobra. Que porra tinha acontecido lá embaixo ontem à noite? Olhei o relógio. Eram 12:30 passadas. Nessa hora, meus pais já estariam acordados e prontos para encher meu saco sobre dormir demais, que eu era um vagabundo, que outros garotos da minha idade acordavam cedo para fazer algo produtivo, etc… Me espreguicei e, meio zumbi, me arrastei como pude até o banheiro do meu andar. Minha casa é um chalé de 3 andares mais porão-garagem. No primeiro andar ficam principalmente a cozinha e a sala. O segundo andar é o dos quartos: o meu, o dos meus pais e mais três para visitas. No andar de cima temos um sótão tipo depósito e um quarto amplo com banheiro sem mobília, onde costumo subir com meus amigos para fumar. Tomei meu tempo para me higienizar e desci para tomar café da manhã sem saber muito bem como reagiria ao ver minha mãe. De repente, lembrei da camisinha cheia de porra que o Lucas tinha deixado em cima da mesa do café da manhã, e meu estômago embrulhou. Ia dar meia-volta quando ouvi o bom dia do meu pai. Tarde demais. Ele já tinha me ouvido.
—Oi, bom dia, pai — falei.
—Dormiu bem? Porque sua mãe ainda está na cama — informou meu pai enquanto descascava uma maçã — Não lembro dela ter bebido tanto ontem, mas pelo visto está com uma ressaca das bravas.
—É — respondi sem saber muito bem o que dizer. Beber não sei, mas se você visse tudo que ela comeu ontem..." – Bom, vou subir para tomar um banho. – Não toma café, filho? – Acabei de acordar, não estou com fome – "e não penso em tomar café naquela mesa até que a empregada venha e limpe", pensei. Entrei no meu quarto para pegar roupas limpas e fui em direção ao banheiro, mas quando cheguei já estava ocupado. Estava prestes a ir ao banheiro de cima quando a porta se abriu e apareceu minha mãe com uma cara sonolenta, mas cheia de felicidade. Por cima, ela usava um top como pijama que mostrava um pouco da cintura e marcava demais os seus peitos. Até agora eu não tinha reparado nisso de um ponto de vista sexual, já que era minha mãe, mas ao ver seus seios não conseguia evitar de voltar a ver as mãos do Lucas agarrando-os e apertando-os. O que me sacudiu o resto do sono que ainda tinha ao acordar foi perceber que a peça que complementava o top no conjunto do pijama não era nada além da mesma calcinha que ela tinha usado ontem. Ainda dava para distinguir no tecido uma grande mancha de uma tonalidade preta diferente do resto, que correspondia à porra do filho da puta do Lucas. E a muito puta tinha dormido com a calcinha manchada de porra a noite toda! – Bom dia, querido – disse, me dando um beijo na bochecha. – B... bom dia, mãe – consegui responder. Fiquei atordoado, sem saber como reagir, nem o que dizer, se é que eu devia dizer algo naquelas circunstâncias. Tentando evitar o olhar da minha mãe, reparei que a pia estava respingada de água por todos os lados, e quando olhei para minha mãe de novo, ela certamente não parecia ter lavado o rosto. Observei que ela tinha algumas gotas de água nas mãos, e quando, inevitavelmente, olhei disfarçadamente para a sua virilha, deduzi que a muito porca tinha estado limpando a sua boceta. – Você ia tomar banho? – perguntou, lançando-me um olhar maternal. – Eh... n... não, nada disso. Só queria mijar – eu precisava escapar dali – Vou mijar lá em cima. – Não se preocupe, meu filho. Eu sim, vou tomar banho mas tenho que ir ao quarto pegar roupa limpa então você pode aproveitar para mijar aqui. Dito isso, ela foi toda feliz pelo corredor, deu uma olhada no meu quarto quando passou por ele e se virou para me dar um sorriso. Depois continuou andando até o fundo do corredor onde ficava o quarto do casal. Até agora eu não tinha reparado na maneira dela andar, com muita classe, mas rebolando a bunda de um jeito que qualquer cromossomo XY não conseguiria evitar de reparar. Não me surpreendia que Lucas tivesse ido com tudo atrás dela... Mas que porra eu estava pensando! Sim, pode ser que minha mãe tivesse um corpão, mas era minha mãe. E quanto ao fato de um babaca como Lucas, o que forçou a infidelidade da minha mãe o transformava num filho da puta, por mais gostosa que ela fosse aos olhos dos outros. Mijei o mais rápido que pude e entrei no meu quarto fechando a porta, pensando que o pesadelo não tinha acabado ontem à noite. Na verdade, mal tinha começado. Quando desci para a cozinha minha mãe já estava tomando café da manhã como se nada tivesse acontecido, vestida com uma calça jeans justa e uma camiseta branca de alcinhas no estilo tenente O'neill, ou seja, Demi Moore. Por um momento achei que o que aconteceu ontem à noite tinha sido um deslize da minha mãe, que talvez o banho tivesse levado embora a mãe puta e trazido de volta a querida mãe de sempre. Meus pais estavam lá conversando como todas as manhãs, com minha mãe incentivando meu pai em seus novos projetos e trocando palavras de carinho e amor.
Quando meu pai terminou o café da manhã, foi trabalhar e minha mãe saiu para se despedir dele como sempre. Vendo que tudo voltava ao normal, eu também me animei a sair para dar tchau pro meu pai. Quando ele pegou o Audi e sumiu no final da rua, minha mãe tirou algo da calça jeans e jogou rapidamente na lixeira lá fora. Eu já imaginava o que seria, mas quando minha mãe entrou em casa, pude confirmar. Ao levantar a tampa da lixeira, pude ver tanto a calcinha manchada quanto a camisinha que o Lucas tinha enfiado no decote da minha mãe. Então ouvi um carro se aproximando e fechei a lixeira de golpe. Era o carro do Manuel, o vigia do condomínio, que todo mundo chamava de Mani. Ao contrário do que as pessoas pensavam, Mani não era diminutivo de Manuel, mas de "Manitas", porque todo mundo sabia que ele ganhava uma grana extra fazendo bico, ajudando a mudar móveis ou limpando as piscinas das casas. Todo mundo sabia, mas ninguém falava nada porque quase todos usavam os serviços dele. Ele cobrava menos que um profissional e ainda estava disponível o dia todo. E quem não usava os serviços simplesmente não ligava porque no geral ele era bem querido. Exceto pelos meus pais. Quando chegamos no condomínio, o Mani não parava de jogar cantadas na minha mãe e até deu em cima dela na brincadeira. Meu pai não achou a menor graça e jogou na cara dele que o que ele tinha que fazer era cuidar da segurança dos moradores do condomínio, e não ficar fazendo bicos por aí pra ganhar um trocado. Eles tiveram uma briga feia que acabou com várias casas parando de pedir ajuda do Mani e um dos vasos favoritos da minha mãe destruído. Foi impossível provar que tinha sido o Mani, mas bastava ter dois dedos de testa pra saber que tinha sido ele. Minha mãe engoliu a raiva porque não queria começar outra briga entre meu pai e o vigia, mas um dia que ele não estava, foi cobrar ele. Ele disse que se ela achava que... Foi ele quem provou, e se não, que podia chupá-la como a boa putinha gostosa que ela era. Minha mãe ficou branca e com os lábios tremendo de raiva, mandou ele para a merda e desde então meus pais e o vigia nunca mais se deram bem. Quando o carro do Mani passou na minha frente, ele deu uma olhada cheia de nojo para a casa e depois outra para mim. Fiquei me perguntando se ele tinha me visto fuçando na lixeira. Não tive tempo de adivinhar, pois já ouvi a voz da minha mãe me chamando de casa. A manhã passou tranquila e até ajudei minha mãe em algumas tarefas domésticas. A verdade é que minha ajuda veio muito bem porque ela tinha parado de trabalhar há pouco e se dedicado completamente à vida familiar. Antes, ela se dedicava exclusivamente a projetos e obras sociais, apoiada pelo dinheiro do meu pai. Mas algumas irregularidades que descobriu nas contas de uma certa ONG em que tinha depositado muita confiança a fizeram repensar sua colaboração com essas organizações. Então, ela decidiu arrumar bem as coisas em casa antes de sair para consertar o mundo. Infelizmente, sua "casa" era uma mansão enorme de vários andares, mais um jardim com quadras esportivas e piscina. Então, com minha ajuda, começamos a organizar a casa um pouco. A parte mais divertida foi na hora de cuidar do jardim, onde desempoeiramos uma velha mesa de pingue-pongue que meus pais me haviam dado alguns anos atrás. Minha mãe me propôs jogar um pouco e, feliz por ver que ela estava voltando a ser como antes, eu topei. Embora eu não seja como os chineses jogando pingue-pongue, sou infinitamente melhor que minha mãe e, com um certo ar de reproche pelo que aconteceu ontem, fiz ela sofrer pra caramba. Mandei os tiros cruzados, fazendo ela se mover de um lado para o outro da mesa com a força certa para que ela conseguisse devolver as bolas. Não pude evitar sentir um certo tesão com remorso ao ver como os peitos da minha mãe balançavam, subindo pelo decote a cada lance do jogo. Depois de um tempo, minha mãe estava exausta e suada. Eu mal tinha um Um pouco de calor e um pouco de suor na testa. Percebi que uma das alças do vestido tinha escorregado pelo seu ombro, aumentando a profundidade do decote, agora perolado por algumas gotas de suor. Naquele momento, ouvimos o portão da casa se abrindo junto com o som de motores. Minha mãe e eu contornamos a casa e, entrando, vimos o Audi do meu pai e o Focus dos meus tios de Salamanca atrás. Cumprimentei meu pai, que descia do carro luxuoso, e me preparava para saudar meus tios quando uma das portas traseiras do Focus se abriu e apareceu a figura do Lucas. Fiquei sem palavras. E ainda por cima hoje ele veio todo metido a gostosão, com uma calça preta justíssima marcando o pacote e uma camiseta de manga curta também preta tão colada nos músculos do torso que parecia que tinham pintado nela. Sem a menor cerimônia, ele se dirigiu à minha mãe. Eu tentei cortar o caminho dele e fiz de conta que tentava dar a mão, mas o grandessíssimo babaca me deu uma palmadinha no ombro e, dizendo um curto "e aí", me tirou do caminho. Minha mãe não sabia para onde olhar. Vi ela olhando de soslaio para meu pai, que estava conversando com meus tios, e depois para o Lucas, que se aproximava dela com passo confiante e um sorriso enorme nos lábios. No final, sem saber o que fazer, ela baixou o olhar com as bochechas coradas. Isso não intimidou muito o Lucas, que, agarrando-a mais pela bunda do que pelos quadris, deu dois beijos molhados em suas bochechas, depois do qual lambeu os lábios. — Nossa, que sabor é esse? Você está suando — disse, olhando para ela por cima dos óculos escuros — A que isso me lembra? Minha mãe sorriu, mas não como a senhora que era, e sim como uma colegial sendo cortejada pelo garoto mais popular da classe. Sua resposta foi interrompida por meu pai, que se aproximava com meus tios. — Querida — disse meu pai — Eu estava saindo do escritório e adivinha com quem me encontrei: esses três patetas tomando umas cervejas no "El Barril", haha. Já que não iam me convidar para sentar com eles, decidi que seria Eu, aquele que convidou vocês para sentarem na nossa sala. -Ah… que estupendo, querido – respondeu mamãe, não muito convencida – Mas eu não sabia que vocês viriam e não temos nada para oferecer para o jantar. -Ah, bom, mas não se preocupe! Eu só estava dizendo para tomar alguma coisa e depois cada um janta na sua casa. Além disso, esses dois voltam para Salamanca hoje à noite – disse, referindo-se aos meus tios – Nossa, você está encharcada, que diabos aconteceu? -Nada, eu estava jogando pingue-pongue com o Juan – ela acariciou meu cabelo com cumplicidade. -Assim que eu gosto, mãe e filho, vida saudável. Não como seu pai, hahaha – riu, tocando a barriga incipiente. -Obrigado por me convidar de novo, senhor Ruiz. A verdade é que você tem uma casa linda – interrompeu Lucas. -Gosta da nossa casinha, hein? – disse, dando uma palmada nas costas dele – Marta, meu amor, por que não guia ele pela casa um pouco? Mostra a mesa de pingue-pongue e de quebra vocês jogam uma partidinha. Nós vamos para dentro. Não se preocupe. Eu me viro sozinho para pegar algumas cervejas na geladeira. Meu pai me pegou pelos ombros num gesto paternal e, junto com meus tios, andamos até a entrada da casa. Eu tentava por todos os meios me soltar e continuei olhando para trás. Lucas tinha gentilmente colocado a mão nas costas da minha mãe, convidando-a a liderar a visita guiada enquanto dizia algo no ouvido dela, e ela não conseguia evitar sorrir com um pouco de vergonha. Sem nem mesmo virar a cabeça na nossa direção, mamãe virou a esquina com Lucas seguindo-a, enquanto eu observava seu bumbum soberbo, no qual seus jeans colavam com o suor. Ambos desapareceram da minha vista e meu desespero cresceu. Por sorte, ao chegar dentro de casa, meu pai desapareceu na cozinha em busca de cervejas e meus tios sentaram nos sofás da sala para conversar entre si. Nem preciso dizer que não perdi tempo e saí correndo da casa para seguir os passos da minha mãe e do Lucas. Percorri a parede lateral do chalé e, quando estava prestes a entrar no jardim Traseiro, parei de repente e prendi a respiração. Mais um pouco e eu teria colidido com eles. Por sorte não me ouviram chegar e continuaram andando enquanto eu os espiava da esquina. À frente deles se estendia o corredor largo e enorme, onde dos lados estavam os famosos vasos gigantes que minha mãe tanto adorava. Eles continuaram caminhando pelo corredor, falando sobre coisas que não pareciam muito importantes e que terminavam em risadas idiotas, até chegarem no limite com a casa dos vizinhos e pararam ao lado da mesa de pingue-pongue. Eu os segui com facilidade, já que estavam muito ocupados rindo das piadas um do outro para olhar para trás, e me escondi atrás de um vaso que ficava ao lado da mesa. Era o vaso que o Mani tinha quebrado e cuja reconstrução com supercola nos levou duas semanas. Seu tamanho descomunal me permitiu me esconder atrás, pois era do tamanho de uma lixeira, mas mais grosso e um pouco mais alto.
— Nossa, você ainda está toda encharcada de suor — disse Lucas, fixando os olhos nas gotinhas de suor que ainda adornavam a pele da minha mãe, especialmente no decote. — Não tem chuveiro nessa casa? — perguntou, tentando provocá-la.
— É que eu estava brincando com meu filho antes de você chegar, bobo — respondeu sem entrar na dele.
— Então essa mesa é a culpada. Isso tem solução — com um sorriso, ele se posicionou na frente da minha mãe. Passando o dedo indicador logo acima dos peitos dela, recolheu algumas gotas de suor e em seguida chupou o dedo.
— Hmm… não é champanhe, mas pra mim serve.
Apoiando as mãos nos ombros da minha mãe, ele se agachou levemente e começou a passar a língua por onde havia passado o dedo, provocando um suspiro forte que se traduziu em um movimento torácico intenso, balançando os peitos redondos da minha mãe.
— Aaahhhh… — suspirou minha mãe, observando como aquela língua já havia começado a limpar seu suor. Lucas interpretou o suspiro abafado da minha mãe e, levantando a... Cabeça buscou a boca de seu guia. O contato entre as duas bocas fez minha mãe suspirar novamente com mais força enquanto apertava seu rosto contra o de sua amante, abrindo a mandíbula para dar acesso a maiores prazeres. Lucas baixou suas mãos até os peitos, apertando-os com força, e logo começou a enfiar a mão por baixo da camiseta, levantando-a até deixar os peitos da minha mãe expostos. A rapidez da manobra deve ter assustado minha mãe, que, afastando o rosto do beijo, se virou e abaixou a camiseta, escondendo seus seios novamente. Minha mãe tentou se afastar, mas Lucas a agarrou pela cintura por trás e a prendeu assim com seus braços fortes, começando a mordiscar sua orelha. - O que foi, Marta? – continuou babando sua orelha. - Eu… não sei se é uma boa ideia – ela gaguejou. - Mas como assim não? Por acaso ontem você não gostou? – começou a subir suas mãos até os peitos da minha mãe novamente e começou a acariciá-los suavemente - S…sim, mas isso é perigoso… e se nos descobrirem? – disse, colocando suas mãos sobre as de Lucas que amassavam seus seios. - É isso mesmo que te preocupa? - Uhnnng….aahh… C…como? – minha mãe tentava resistir, mas dava pra ver que Lucas sabia apertar os botões de uma mulher. Senti vontade de ajudar minha mãe, mas o mesmo medo do dia anterior me paralisava da cabeça aos pés. Lucas baixou uma das mãos que apertavam com gosto os peitos da minha mãe e começou a desabotoar a calça jeans. - Acho que o que te preocupa e te assusta é que você já está molhada – com a calça jeans desabotoada, enfiou a mão por dentro, arrancando um gritinho da minha mãe que, curvando-se um pouco, colocou as mãos em cima da de Lucas, mas por cima do tecido jeans – O que eu disse. Olha só. Você está encharcada. - Aaahhngggg…..oooh Lucas… eu… eu… – gemeu minha mãe, se mexendo com a mão de Lucas em sua virilha. - E então? – parou de mexer a mão que estava dentro da calça da mamãe, dando-lhe um respiro. - Eu… sou uma mulher casada. Eu amo meu Juaninho (é assim que minha (mãe do meu pai), sou sua mulher. E sou feliz assim, quero continuar sendo a esposa do meu marido. -E me parece ótimo – os movimentos da mão que estava na virilha da mamãe recomeçaram lentamente - Não quero que você deixe de ser a esposa do seu marido. Quero que você seja minha rainha, minha rainha chupadora. -Uhhngggg, deusssss…..ahhh….ahhhhhh…ah…ah..- o lado putão da minha mãe voltava a aflorar e para deixar registrado isso, ela esfregava os próprios peitos com ansiedade. -Nunca te pedi para largar seu marido. Para ele você será sua esposa. Para mim você será minha rainha chupadora. Acha que vai conseguir conciliar as duas atividades? – dito isso, ele acelerou o movimento da mão, obrigando minha mãe a abandonar a automassagem nos peitos para colocar as mãos novamente sobre as de Lucas. -Aaaahhhnnnnnnngg….sssiiiiiiiiiiii….por você, claro que posso ser as duas coisas…..ahhhhh……siiiiii….sim, Lucas, serei sua rainha chupadora…..ahhh siiii… - aceitou minha mãe, fora de si. -Pois então aja como tal – libertando suas garras do corpo esbelto da minha mãe, ele começou a desabotoar as calças, que caíram no chão junto com a cueca, deixando à vista seu enorme falo, que já havia alcançado todo o seu esplendor. -Siii, meu Rei…¡Glup! Ungggmmpfff…slurp…slurp....¡slurp! ¡mmhhnn! Minha mãe se agachou com os olhos fixos naquele enorme aparato. Ela o segurou suavemente por baixo com as duas mãos, como se fosse um objeto muito precioso, e, pondo a língua para fora, lambeu desde a cabeça do pau até a base, voltando a fazer o caminho inverso até ter aquela cabeça esfregando em seu nariz. Então fechou os olhos e, abrindo a boca o máximo que pôde, enfiou aquele pedaço de carne que tinha nas mãos, com uma expressão de felicidade que eu não via em minha mãe há tempos. Igual à noite anterior, ela não conseguiu introduzir todo aquele tronco dentro de sua boquinha, mas pelos seus gemidos e pela expressão do seu rosto, dava para ver que ela estava aproveitando cada centímetro do pau que dançava com sua língua dentro de sua boca. Lucas acariciava a cabeça da minha mãe, segurando o cabelo para não atrapalhar na tarefa. -Ummmffff….chuuppp…chuuup…slurrrrp…..amo o seu gosto Lucas…isso me deixa com tesão – ela dizia nos raros momentos em que tirava o pau da boca. -Oh..ohhhh.uoooohhh…aggh…você é uma verdadeira rainha…caralho, que boca! – Lucas a incentivava, olhando para o teto de prazer. Os suspiros de prazer que Lucas soltavam pareciam ser um tipo de combustível que alimentava o pescoço da minha mãe, pois cada vez seus movimentos pelo pênis de Lucas eram mais rápidos e eu conseguia ouvir a respiração da minha mãe pelo nariz, já que pela boca ela era incapaz de fazer qualquer coisa além de chupar o pau do filho da puta que ia foder ela de novo. Quando minha mãe parou de chupar o pau por um momento para pegar um pouco de ar, Lucas a fez levantar e a posicionou com as mãos apoiadas na mesa de pingue-pongue, com a bunda empinada, de costas para ele. Com certa brutalidade, ele puxou o jeans dela para baixo e soltou um sorriso ao ver que naquele dia minha mãe havia escolhido usar uma calcinha fio dental azul escuro, bem simples, na qual dava para distinguir manchas úmidas que eu sabia que não eram apenas de suor. Ele a tirou deslizando suavemente pelas pernas e, depois de jogar o pequeno pedaço de tecido sobre a mesa de pingue-pongue, a fez abrir as pernas, oferecendo uma visão magnífica tanto do cu quanto da buceta. A cabeça dele se encaixou no ângulo superior formado pelas pernas da minha mãe e começou a percorrer cada canto com a língua enquanto, com os dedos, aumentava a já agitada excitação da minha mãe, enfiando-os tanto na vagina quanto no ânus. Morrendo de prazer, seus braços não conseguiam mais mantê-la apoiada na mesa, e ela apoiou todo o torso, esmagando os peitos contra o alumínio da mesa, enquanto com as mãos apertava a calcinha suja e molhada. Eu, a menos de dois metros dali, conseguia ouvir o som da língua de Lucas passando pela buceta molhada da minha mãe, chupando e engolindo de vez em quando para poder continuar com seu trabalho sem se afogar naquele mar de sucos. Foi aí que minha mãe teve seu primeiro orgasmo, virando-se para olhar nos olhos do homem que a estava fazendo gozar daquela forma. Fiquei pasmo com a cara da minha mãe. Ela tinha os olhos semicerrados e não parava de lamber os lábios de um jeito obsceno. Lucas soltou uma gargalhada e enfiou um dedo na buceta da mamãe, fazendo com que ela soltasse um gritinho de prazer e se virasse para frente. Com o dedo ainda dentro dela, ele procurou num bolsinho que tinha na sua camiseta super justa e tirou uma camisinha igual à da noite anterior. Lucas se levantou e colocou num piscar de olhos. Depois começou a mirar a bunda da minha mãe, mas pelo visto não conseguia entrar. - Ah não, meu Rei, por aí não, por favor… eu… por aí… nunca… te imploro… - pediu minha mãe. - Calma, com certeza você vai gostar – disse ele, colocando a cabecinha sobre o esfíncter para tentar o ataque de novo. Quando minha mãe sentiu aquela coisa começando a abrir caminho pela sua bunda, apertou o rosto contra a mesa e cerrou os punhos, começando a soltar gemidos que quase pareciam choramingos. Reparei em Lucas e parecia que a coisa não ia ser fácil. Seus contínuos tentativas e fracassos eram acompanhados por momentos de pura tensão na minha mãe, seguidos de relaxamento, mas cheios de medo. Enquanto observava a cena atordoado, ouvi uns barulhos parecidos com estalos e olhei ao redor. Olhei para trás de mim e só se abria o imenso corredor. À minha direita estava a parede, à minha esquerda se estendia o jardim até os campos de tênis, e na minha frente, ou melhor, na frente da minha mãe e do Lucas, estava a cerca com arbustos que demarcava nosso jardim do dos vizinhos. Temei que tivessem sido descobertos, mas lembrei que eles estavam viajando e que não tinha ninguém na casa. Meu Deus, eu estava ficando paranoico. Esses estalos provavelmente seriam a pica do Lucas se esfregando nos sucos da minha mãe. Voltei a concentrar na cena, que me mantinha prisioneiro, não só de raiva e impotência, mas também de fascinação pela nova mãe que eu estava conhecendo. O quadril de Lucas arqueou um pouco mais para frente, aumentando a profundidade da penetração anal que minha mãe recebia naquele momento aterrorizada. Eu estava testemunhando uma luta tremenda entre a estreiteza anal da minha mãe e o poder do pau do Lucas, numa tentativa constante de penetração que rapidamente era frustrada por outra tentativa.
- Uuuuuuhhhh…… - minha mãe gemeu enquanto o tronco tentava invadi-la.
Quando Lucas desistia e tirava, ela arfava pelo esforço e tensão – Arf… arf…
- Porra, caralho, nunca vi um cu tão apertado na minha vida. Parece que o bum quer briga, hein, rainha? – perguntou Lucas, suando.
Mas minha mãe já não conseguia nem falar. Só conseguia se concentrar em tentar aguentar o próximo ataque da melhor forma possível.
Lucas, cansado de tanta resistência, cuspiu umas boas cusparadas na mão e passou na camisinha. Feito isso, mirou bem no cu da minha mãe e, dessa vez, usou o peso do corpo para penetrar.
E funcionou. A cada segundo, uma porção maior do pau do "Rei" ia desaparecendo entre as nádegas da minha mãe, e Lucas sorriu triunfante.
Mas não haviam avançado mais do que alguns centímetros quando minha mãe começou a soltar gritos de dor. Aquilo não eram gritos de prazer. Aquele pauzão estava rasgando o esfíncter da minha mãe e a matando de dor.
Lucas tentou acalmá-la de todas as formas, até enfiou o thong na boca dela para abafar os gritos, mas mesmo assim não foi possível.
Resignado, ele tirou o pau do bum da mamãe e olhou para ela com desgosto.
- L… desculpa, Lucas, querido. Mas seu pau tem a cabeça muito grossa e… me perdoa – disse com um tom enorme de culpa.
- Porra… Tudo bem. Me contento com sua buceta de rainha. Mas você vai ter que compensar de alguma forma.
Minha mãe, sem reclamar, virou-se novamente, agradecida, numa posição similar à anterior, e se abrindo. ela abriu tudo que pôde de pernas, separando os lábios da buceta e convidando Lucas para entrar. Mas Lucas não se moveu. Segurando-a pelo braço com certa brutalidade, ele a afastou da mesa, apoiou a bunda nua dela na beirada e sentou. Minha mãe estava confusa, mas Lucas logo esclareceu.
- Eu disse que você vai ter que compensar. Meu pau está doído porque se sentiu rejeitado – falou com tom sério. – Agora você vai ter que mostrar pro meu cacete o quanto você gosta dele. Por enquanto não vou te comer. Você que vai chupar meu pau, entendeu?
- Claro, meu Rei – respondeu ela, como se o pau realmente tivesse sentimentos e precisasse de compensação.
Quando se aproximou de Lucas, algo mudou nela. Já não era a mulher aterrorizada que tinha estado prestes a ser partida ao meio. Agora era uma puta disposta a compensar seu Rei pela sua inaptidão anal. Seu olhar era pura determinação e desejo. Lucas deve ter notado, porque quando a teve na frente, agarrou seu pescoço e a puxou para dar um beijo intenso, devorando sua boca de forma bestial, como se estivesse despejando toda a frustração por não ter conseguido comer ela por trás naquele beijo.
Quando o beijo terminou, os dois estavam sem ar, mas se encaravam fixamente sem dizer uma palavra. Minha mãe pegou o cacete de Lucas e, enquanto o masturbava, se virou, ficando de costas para seu Rei. Aproximou-se do colo de Lucas, mas sem sentar, esfregando o pau contra a boceta. Depois de esfregar o suficiente, introduziu a cabeça guiando com os dedos e, virando por um segundo para olhar Lucas, sentou de uma vez, enfiando até o fundo.
O enfiamento pegou Lucas de surpresa, que pareceu ficar sem oxigênio por um momento. Minha mãe jogou a cabeça para trás ao sentir aquela empalada e, sem se mover, com o pau enterrado até o talo, começou a respirar fundo e devagar. Ambos estavam extasiados, tentando se recuperar, embora minha mãe tenha sido a primeira. Apoiando as mãos na... A borda da mesa se levantou, deixando dentro da sua buceta apenas a cabecinha do pau. Depois de se virar para sorrir para Lucas, ela sentou de volta de uma vez, sentindo aquela rola se enfiando até o fundo da sua xota e, de quebra, arrancando um suspiro de prazer de Lucas. Dessa vez, sem precisar se recuperar, ela se levantou de novo pela metade e repetiu o processo, enquanto Lucas puxava a regata dela por cima das tetas para poder apertá-las à vontade. Aos poucos, as enfiadas foram ficando mais rápidas, embora menos profundas, mas pelo que eu via, o prazer só aumentava. Minha mãe continuou pulando naquele pedaço enorme de carne sem diminuir o ritmo, animada pelos apertões brutais que Lucas dava nas suas tetas, dominado pelo prazer que ela estava dando.
- Ahhh, issooo, porra! Aaaaahhnngg… meu Deus, que rola enorme que você tem, meu Rei – ela dizia sem parar de ofegar – oh Lucas… eu sinto… sinto até o fundo!
- Arrgghh! Não se preocupa! Continua assim, sente até o fundo o quanto quiser, rainha! Ai, caralho, que boceta gostosa!! – ele falou com raiva, como se as palavras da minha mãe fossem demais naquela conversa de xota e rola que eles estavam tendo aos pulos.
Ficaram assim um bom tempo, com minha mãe comendo o pau do Lucas e ele dominado pela loucura da foda que aquele cuzinho gostoso estava dando. Minha mãe começou a ficar tão excitada que estava à beira do orgasmo de novo, e seus pulos se intensificaram junto com seus gritos, tanto que Lucas teve que tapar a boca dela e enterrar a dele nas costas da minha mãe para evitar que os gritos dos dois alertassem a casa toda. Com o clímax da minha mãe, houve tanto movimento que eu temi pela integridade da mesa de pingue-pongue. Quando minha mãe chegou no ponto alto, ficou como que paralisada, sentada naquela rola enorme enquanto lambia os dedos que, até segundos atrás, tinham impedido seus gritos de ecoarem a um quilômetro de distância. No seu estado de total relax, ela se virou como pôde com o pau duro do Lucas ainda dentro dela e, segurando o rosto dele com as mãos, deu um beijo bem comprido. Quando separou os lábios dos dele, um fio bem grosso de saliva ainda ligava os lábios dele à ponta da língua da minha mãe, que ela mantinha pra fora da boca com um ar safado. Lucas agarrou ela pelo quadril e a levantou, deixando-a de frente. Pude ver que o pau dele ainda estava firme e forte e que minha mãe ainda aguentava mais um pouco. Segurando ela com as duas mãos nas nádegas, ele a ergueu e começou a chupar os peitos da minha mãe, enquanto a colocava em cima da mesa de pingue-pongue. Minha mãe, de pernas abertas sobre a mesa, olhou com desejo pro amante, mas ele a empurrou, deixando-a completamente deitada. Agarrou ela pelas nádegas e levantou a posição dela, depois enfiou sem mais delongas. Com a investida, minha mãe se contorceu na mesa, mordendo o lábio inferior de prazer, enquanto agarrava os próprios peitos e os massageava no ritmo da foda que estava recebendo. Agora era Lucas quem tinha o controle, quem ditava o ritmo, e ver (e sentir) como minha mãe tinha chupado o pau dele devia tê-lo deixado a mil, porque ele estava martelando a buceta da minha mãe pelo menos no dobro da velocidade da noite anterior. O corpo dela era empurrado até o fundo da rede da mesa a cada investida, pra depois ser puxado de volta pra beirada pelos braços fortes do homem que estava comendo ela à vontade e com toda a vontade.
— E aí, rainha? Tá gostando de como tô metendo nessa xoxota? Hein, tá gostando? Entende agora por que você é uma rainha das picas?
— Ai, Deus! Siiim… tô gostando… ahh, porra… você me mata… siim… aiii, siim… oh, Deus, como eu te adoro, meu Rei… te adoro e adoro esse seu pedação de rola… ai… siim!
— Ah, merda! Porra, vou gozar! Tá ouvindo?! Vou gozar, sua puta maldita!! — Ele aumentou ainda mais a velocidade das estocadas, a ponto de minha mãe começar a arquear a de costas contra a mesa, elevando cada vez mais e mais seus quadris disposta a receber aquele último prazer. - Ahhh! Isso, querido! Goza… Goza! Siiiiiiim! – agarrou-se à rede de pingue-pongue que tinha acima da cabeça para receber os últimos espasmos mais poderosos vindos do clímax masculino, e o barulho da mesa tremendo com a foda daqueles dois animais que tinha na frente, dos quais um era minha mãe, ficou tão escandaloso que quase abafava os gritos e gemidos dos dois amantes. Agradeci ao fato de meu pai ter instalado vidros à prova de som depois de várias noites de verão sem conseguir dormir por causa das festas que o filho dos nossos vizinhos fazia, porque numa casa normal daria pra ouvir tudo. Mas se essas janelas eram capazes de abafar o som do System of a Down no volume máximo, também eram de abafar os sons de uma trepada extraconjugal como essa. Os gemidos de ambos foram diminuindo aos poucos até chegar o silêncio, com exceção dos arquejos da minha mãe e do Lucas tentando recuperar o fôlego. Lucas caiu exausto sobre a mesa, em cima da minha mãe, ficando com o rosto preso entre os peitos dela. Minha mãe, com as pernas enroladas na cintura do Lucas, segurava ofegante com as mãos a rede de pingue-pongue que tinha arrancado nos últimos momentos de fúria sexual. Ao notar a língua do Lucas percorrendo seu decote, soltou a rede para fazer carinho no cabelo dele enquanto seu amante viril aplicava as últimas carícias sexuais pós-coito sobre seus mamilos ainda eretos. Ficaram assim um tempo, deixando o suor secar e a respiração voltar ao normal. Quando percebi, estava com uma ereção enorme, e sem saber o que fazer tentei fazê-la baixar pressionando com a mão, mas isso só piorou. Como eu podia ser tão depravado a ponto de ficar excitado vendo minha mãe transando com um cara que mal conhecia? Na minha mente, busquei todo tipo de desculpas, de que era uma reação fisiológica, que nada tinha a ver com a minha mente, que nada tinha a ver com a mórbida vontade de ver uma mulher como minha mãe, que eu achava ser santa, fodendo como uma puta. Estava mergulhado nesses pensamentos quando ouvi a voz do Lucas.
— Foi incrível. Você é demais. Uma verdadeira rainha — disse enquanto terminava de chupar o mamilo da minha mãe e se levantava.
— Hmmm… Sinto muito pela minha bunda, meu Rei… — minha mãe começou a se desculpar enquanto brincava, tentando segurar o Lucas.
— Não se preocupa, Marta, acho que sua pequena "demonstração" foi suficiente para compensar. — ele terminou de se levantar.
Quando ele tirou do buraco da minha mãe, já estava mole, e a camisinha pendia do pau que, momentos antes, tinha sido a arma definitiva na penetração de mulheres; mulheres como minha mãe. Apoiou o pau mole na barriga da minha mãe e sorriu, divertido.
— Do que você está rindo, meu amor? — perguntou minha mãe.
— Aqui está seu prêmio, rainha. — disse com um tom malicioso.
Dito isso, puxou a ponta da camisinha até que ela saiu de uma vez, deixando um rastro de porra desde o abdômen da minha mãe até o esterno. O resto do gozo ele espalhou entre os peitos da minha mãe e segurou a camisinha em cima do decote, deixando o resto pingar. No início, minha mãe ficou meio sem reação, mas logo sorriu, feliz por ter a porra do seu macho na pele, mesmo que sêmen não fosse algo que ela gostasse especialmente. Pegou a calcinha e foi se limpar, mas Lucas agarrou sua mão e balançou a cabeça, negando. Para a surpresa da minha mãe, ele a levantou pelas mãos e puxou a camiseta regata que ainda estava levantada acima dos peitos, deixando toda a porra que tinha do umbigo até os peitos presa entre a camiseta branca e a pele dela. Desconcertada, ela foi levantar a camiseta para se limpar de novo, mas Lucas impediu mais uma vez, dessa vez agarrando seu pulso e beijando-a com ternura enquanto pegava a calcinha para evitar novas tentativas. tentativas de se limpar. Minha mãe entendeu a mensagem. Lucas queria que ela entrasse em casa com a porra do seu Rei manchando o corpo dela, impregnando o cheiro e a viscosidade tanto na pele quanto na camiseta. Minha mãe concordou com a cabeça e se preparou para colocar o fio dental, mas Lucas impediu de novo, apontando diretamente para a calça. Um sorriso cúmplice cruzou os lábios dos dois que, depois de se fundirem em outro beijo, terminaram de se vestir. Eu fiquei sentado esperando eles irem embora e, depois de aguardar cinco minutos, saí correndo que nem um louco pela porta dos fundos para chegar ao banheiro do andar de baixo. Quando cheguei na sala, disse ao meu pai que estava no telefone com um amigo e que preferi falar no meu quarto para não atrapalhar. Assim, minha mãe entrou em casa junto com Lucas com os peitos cheios de sêmen e sem nada por baixo da calça, com o fio dental escondido só Deus sabe onde. Quando entraram na sala, todos ficaram olhando para eles. Estavam com uma aparência deplorável; ambos sujos, com a roupa amassada e vestígios secos de suor no rosto.
- Já mostrou a casa, querida? Pelo amor de Deus, mas o que vocês fizeram? Parece que acabou de passar um tanque em cima de vocês! – meu pai quis saber, todo inocente.
- O pingue-pongue, amor. Você mesmo sugeriu que a gente jogasse uma partida – ela disse com voz de esposa angelical.
- Ahh! Verdade, verdade. Bom, e então? – perguntou, dirigindo-se a Lucas – Quem ganhou?
- Na verdade, só teve bate-bola, mas tenho que reconhecer que sua mulher se movimenta muito bem na mesa – brincou, olhando para minha mãe.
Minha mãe não conseguiu evitar que uma risadinha escapasse, e Lucas se sentou no sofá como se estivesse em casa. Minha mãe foi até a cozinha e voltou logo com uma cerveja, que ofereceu a Lucas. Ele aceitou, todo contente, e a convidou para sentar ao seu lado. Ela sentou, toda feliz, mas sempre de olho no meu pai para ver se ele ficava chateado. Não haviam passado cinco minutos quando minha tia disse:
- Minha nossa, que cheiro estranho. Vocês não sentem? – começou a farejar até chegar até mim Mãe - Pelo amor de Deus, me diz que não é você que tá com esse cheiro ruim, Marta.
- Hehe, desculpa. É que eu suei muito jogando pingue-pongue. Na verdade, agora mesmo eu tava pensando em subir pra tomar um banho.
- Não… mas… não sei. É suor, sim, mas… não, tem cheiro de outra coisa, não sei no que me lembra… - disse, tentando se recordar.
Minha mãe e Lucas sabiam o que era aquele cheiro e mal conseguiram segurar uma gargalhada forte com os comentários da minha tia.
- Hahaha, não esquenta a cabeça. É que eu também passei a tarde toda limpando a casa com o Juan, né filho? - eu travei e só soube concordar com a cabeça - e devo estar suja com todo tipo de porcaria. Bom, vou subir pro banho. Não demoro nada.
Mas ela demorou. Depois do que eu tinha visto, tô convencido de que se limpar não foi a única coisa que ela ia fazer. Quando subiu pro banho, eu juraria que a vaca ainda tava com o pau enfiado nela.
Eu subi pro meu quarto porque não aguentava ficar perto do Lucas, e quando desci pra cozinha, vi de passagem pela sala que os convidados já tinham ido embora.
Depois de um tempo, a mãe desceu e perguntou onde estava todo mundo. Meu pai disse, rindo, que ela tinha demorado tanto no banho que eles decidiram ir embora porque já estava tarde. Minha mãe pareceu decepcionada, mas quando meu pai disse que o Lucas tinha deixado uma coisa pra ela na cozinha, os olhos dela brilharam.
- O que foi que ele deixou? - perguntou, sem pensar.
- Como vou saber, mulher? Eu até abriria, mas acho que vou abrir o presente com você, hahaha. - minha mãe ficou pálida, e meu pai percebeu - Tô brincando, mulher, hahaha! Pra ser sincero, nem me interessa nem me importa. A não ser que seja um maço de notas, hahahaha.
Depois de dar um beijo na minha mãe, ele foi pra sala ver televisão, como sempre fazia nesse horário. Minha mãe foi direto pra cozinha e, sobre a mesa, encontrou uma sacola de supermercado enrolada embrulhando alguma coisa. Ela nem olhou pra ver se tinha alguém - se tivesse, teria me visto espiando pela porta da cozinha. Desenrolou a sacola e sacudiu. seu conteúdo até que caiu sobre a mesa. O que eu vi não me agradou muito, mas aparentemente minha mãe adorou porque começou a rir tapando a boca com a mão. Ali sobre a mesa havia uma calcinha fio-dental azul escuro amarrotada e suja pra caralho e uma camisinha da qual ainda pendia um fiapo de porra grudado na peça íntima feminina. Aquela noite fiquei sofrendo no meu quarto com uma ereção do caralho, sem conseguir dormir e pensando nas imagens sujas da minha mãe sendo possuída pelo fdp do Lucas. Naquele momento eu achava que tinha um problema fodido com essa coisa da minha mãe e o Lucas, mas só mais tarde eu entenderia que aquilo não era nada além da ponta do iceberg dos meus problemas.
Saudações a todos. No relato anterior, contei como testemunhei a primeira infidelidade da minha mãe Marta, e estou aqui para contar o que aconteceu em seguida.
Acordei como se tivesse uma ressaca de quinze doses, e não exatamente de champanhe. Quando abri os olhos, ainda não acreditava no que tinha acontecido. Apenas algumas horas atrás, lá embaixo na cozinha, com boa parte da minha família, incluindo meu pai, minha mãe tinha se tornado de bom grado a sobremesa antecipada do Lucas, um babaca convencido que eu esperava nunca mais ter que ver. Claro que ela também tinha recebido sobremesa de sobra. Que porra tinha acontecido lá embaixo ontem à noite? Olhei o relógio. Eram 12:30 passadas. Nessa hora, meus pais já estariam acordados e prontos para encher meu saco sobre dormir demais, que eu era um vagabundo, que outros garotos da minha idade acordavam cedo para fazer algo produtivo, etc… Me espreguicei e, meio zumbi, me arrastei como pude até o banheiro do meu andar. Minha casa é um chalé de 3 andares mais porão-garagem. No primeiro andar ficam principalmente a cozinha e a sala. O segundo andar é o dos quartos: o meu, o dos meus pais e mais três para visitas. No andar de cima temos um sótão tipo depósito e um quarto amplo com banheiro sem mobília, onde costumo subir com meus amigos para fumar. Tomei meu tempo para me higienizar e desci para tomar café da manhã sem saber muito bem como reagiria ao ver minha mãe. De repente, lembrei da camisinha cheia de porra que o Lucas tinha deixado em cima da mesa do café da manhã, e meu estômago embrulhou. Ia dar meia-volta quando ouvi o bom dia do meu pai. Tarde demais. Ele já tinha me ouvido.
—Oi, bom dia, pai — falei.
—Dormiu bem? Porque sua mãe ainda está na cama — informou meu pai enquanto descascava uma maçã — Não lembro dela ter bebido tanto ontem, mas pelo visto está com uma ressaca das bravas.
—É — respondi sem saber muito bem o que dizer. Beber não sei, mas se você visse tudo que ela comeu ontem..." – Bom, vou subir para tomar um banho. – Não toma café, filho? – Acabei de acordar, não estou com fome – "e não penso em tomar café naquela mesa até que a empregada venha e limpe", pensei. Entrei no meu quarto para pegar roupas limpas e fui em direção ao banheiro, mas quando cheguei já estava ocupado. Estava prestes a ir ao banheiro de cima quando a porta se abriu e apareceu minha mãe com uma cara sonolenta, mas cheia de felicidade. Por cima, ela usava um top como pijama que mostrava um pouco da cintura e marcava demais os seus peitos. Até agora eu não tinha reparado nisso de um ponto de vista sexual, já que era minha mãe, mas ao ver seus seios não conseguia evitar de voltar a ver as mãos do Lucas agarrando-os e apertando-os. O que me sacudiu o resto do sono que ainda tinha ao acordar foi perceber que a peça que complementava o top no conjunto do pijama não era nada além da mesma calcinha que ela tinha usado ontem. Ainda dava para distinguir no tecido uma grande mancha de uma tonalidade preta diferente do resto, que correspondia à porra do filho da puta do Lucas. E a muito puta tinha dormido com a calcinha manchada de porra a noite toda! – Bom dia, querido – disse, me dando um beijo na bochecha. – B... bom dia, mãe – consegui responder. Fiquei atordoado, sem saber como reagir, nem o que dizer, se é que eu devia dizer algo naquelas circunstâncias. Tentando evitar o olhar da minha mãe, reparei que a pia estava respingada de água por todos os lados, e quando olhei para minha mãe de novo, ela certamente não parecia ter lavado o rosto. Observei que ela tinha algumas gotas de água nas mãos, e quando, inevitavelmente, olhei disfarçadamente para a sua virilha, deduzi que a muito porca tinha estado limpando a sua boceta. – Você ia tomar banho? – perguntou, lançando-me um olhar maternal. – Eh... n... não, nada disso. Só queria mijar – eu precisava escapar dali – Vou mijar lá em cima. – Não se preocupe, meu filho. Eu sim, vou tomar banho mas tenho que ir ao quarto pegar roupa limpa então você pode aproveitar para mijar aqui. Dito isso, ela foi toda feliz pelo corredor, deu uma olhada no meu quarto quando passou por ele e se virou para me dar um sorriso. Depois continuou andando até o fundo do corredor onde ficava o quarto do casal. Até agora eu não tinha reparado na maneira dela andar, com muita classe, mas rebolando a bunda de um jeito que qualquer cromossomo XY não conseguiria evitar de reparar. Não me surpreendia que Lucas tivesse ido com tudo atrás dela... Mas que porra eu estava pensando! Sim, pode ser que minha mãe tivesse um corpão, mas era minha mãe. E quanto ao fato de um babaca como Lucas, o que forçou a infidelidade da minha mãe o transformava num filho da puta, por mais gostosa que ela fosse aos olhos dos outros. Mijei o mais rápido que pude e entrei no meu quarto fechando a porta, pensando que o pesadelo não tinha acabado ontem à noite. Na verdade, mal tinha começado. Quando desci para a cozinha minha mãe já estava tomando café da manhã como se nada tivesse acontecido, vestida com uma calça jeans justa e uma camiseta branca de alcinhas no estilo tenente O'neill, ou seja, Demi Moore. Por um momento achei que o que aconteceu ontem à noite tinha sido um deslize da minha mãe, que talvez o banho tivesse levado embora a mãe puta e trazido de volta a querida mãe de sempre. Meus pais estavam lá conversando como todas as manhãs, com minha mãe incentivando meu pai em seus novos projetos e trocando palavras de carinho e amor.
Quando meu pai terminou o café da manhã, foi trabalhar e minha mãe saiu para se despedir dele como sempre. Vendo que tudo voltava ao normal, eu também me animei a sair para dar tchau pro meu pai. Quando ele pegou o Audi e sumiu no final da rua, minha mãe tirou algo da calça jeans e jogou rapidamente na lixeira lá fora. Eu já imaginava o que seria, mas quando minha mãe entrou em casa, pude confirmar. Ao levantar a tampa da lixeira, pude ver tanto a calcinha manchada quanto a camisinha que o Lucas tinha enfiado no decote da minha mãe. Então ouvi um carro se aproximando e fechei a lixeira de golpe. Era o carro do Manuel, o vigia do condomínio, que todo mundo chamava de Mani. Ao contrário do que as pessoas pensavam, Mani não era diminutivo de Manuel, mas de "Manitas", porque todo mundo sabia que ele ganhava uma grana extra fazendo bico, ajudando a mudar móveis ou limpando as piscinas das casas. Todo mundo sabia, mas ninguém falava nada porque quase todos usavam os serviços dele. Ele cobrava menos que um profissional e ainda estava disponível o dia todo. E quem não usava os serviços simplesmente não ligava porque no geral ele era bem querido. Exceto pelos meus pais. Quando chegamos no condomínio, o Mani não parava de jogar cantadas na minha mãe e até deu em cima dela na brincadeira. Meu pai não achou a menor graça e jogou na cara dele que o que ele tinha que fazer era cuidar da segurança dos moradores do condomínio, e não ficar fazendo bicos por aí pra ganhar um trocado. Eles tiveram uma briga feia que acabou com várias casas parando de pedir ajuda do Mani e um dos vasos favoritos da minha mãe destruído. Foi impossível provar que tinha sido o Mani, mas bastava ter dois dedos de testa pra saber que tinha sido ele. Minha mãe engoliu a raiva porque não queria começar outra briga entre meu pai e o vigia, mas um dia que ele não estava, foi cobrar ele. Ele disse que se ela achava que... Foi ele quem provou, e se não, que podia chupá-la como a boa putinha gostosa que ela era. Minha mãe ficou branca e com os lábios tremendo de raiva, mandou ele para a merda e desde então meus pais e o vigia nunca mais se deram bem. Quando o carro do Mani passou na minha frente, ele deu uma olhada cheia de nojo para a casa e depois outra para mim. Fiquei me perguntando se ele tinha me visto fuçando na lixeira. Não tive tempo de adivinhar, pois já ouvi a voz da minha mãe me chamando de casa. A manhã passou tranquila e até ajudei minha mãe em algumas tarefas domésticas. A verdade é que minha ajuda veio muito bem porque ela tinha parado de trabalhar há pouco e se dedicado completamente à vida familiar. Antes, ela se dedicava exclusivamente a projetos e obras sociais, apoiada pelo dinheiro do meu pai. Mas algumas irregularidades que descobriu nas contas de uma certa ONG em que tinha depositado muita confiança a fizeram repensar sua colaboração com essas organizações. Então, ela decidiu arrumar bem as coisas em casa antes de sair para consertar o mundo. Infelizmente, sua "casa" era uma mansão enorme de vários andares, mais um jardim com quadras esportivas e piscina. Então, com minha ajuda, começamos a organizar a casa um pouco. A parte mais divertida foi na hora de cuidar do jardim, onde desempoeiramos uma velha mesa de pingue-pongue que meus pais me haviam dado alguns anos atrás. Minha mãe me propôs jogar um pouco e, feliz por ver que ela estava voltando a ser como antes, eu topei. Embora eu não seja como os chineses jogando pingue-pongue, sou infinitamente melhor que minha mãe e, com um certo ar de reproche pelo que aconteceu ontem, fiz ela sofrer pra caramba. Mandei os tiros cruzados, fazendo ela se mover de um lado para o outro da mesa com a força certa para que ela conseguisse devolver as bolas. Não pude evitar sentir um certo tesão com remorso ao ver como os peitos da minha mãe balançavam, subindo pelo decote a cada lance do jogo. Depois de um tempo, minha mãe estava exausta e suada. Eu mal tinha um Um pouco de calor e um pouco de suor na testa. Percebi que uma das alças do vestido tinha escorregado pelo seu ombro, aumentando a profundidade do decote, agora perolado por algumas gotas de suor. Naquele momento, ouvimos o portão da casa se abrindo junto com o som de motores. Minha mãe e eu contornamos a casa e, entrando, vimos o Audi do meu pai e o Focus dos meus tios de Salamanca atrás. Cumprimentei meu pai, que descia do carro luxuoso, e me preparava para saudar meus tios quando uma das portas traseiras do Focus se abriu e apareceu a figura do Lucas. Fiquei sem palavras. E ainda por cima hoje ele veio todo metido a gostosão, com uma calça preta justíssima marcando o pacote e uma camiseta de manga curta também preta tão colada nos músculos do torso que parecia que tinham pintado nela. Sem a menor cerimônia, ele se dirigiu à minha mãe. Eu tentei cortar o caminho dele e fiz de conta que tentava dar a mão, mas o grandessíssimo babaca me deu uma palmadinha no ombro e, dizendo um curto "e aí", me tirou do caminho. Minha mãe não sabia para onde olhar. Vi ela olhando de soslaio para meu pai, que estava conversando com meus tios, e depois para o Lucas, que se aproximava dela com passo confiante e um sorriso enorme nos lábios. No final, sem saber o que fazer, ela baixou o olhar com as bochechas coradas. Isso não intimidou muito o Lucas, que, agarrando-a mais pela bunda do que pelos quadris, deu dois beijos molhados em suas bochechas, depois do qual lambeu os lábios. — Nossa, que sabor é esse? Você está suando — disse, olhando para ela por cima dos óculos escuros — A que isso me lembra? Minha mãe sorriu, mas não como a senhora que era, e sim como uma colegial sendo cortejada pelo garoto mais popular da classe. Sua resposta foi interrompida por meu pai, que se aproximava com meus tios. — Querida — disse meu pai — Eu estava saindo do escritório e adivinha com quem me encontrei: esses três patetas tomando umas cervejas no "El Barril", haha. Já que não iam me convidar para sentar com eles, decidi que seria Eu, aquele que convidou vocês para sentarem na nossa sala. -Ah… que estupendo, querido – respondeu mamãe, não muito convencida – Mas eu não sabia que vocês viriam e não temos nada para oferecer para o jantar. -Ah, bom, mas não se preocupe! Eu só estava dizendo para tomar alguma coisa e depois cada um janta na sua casa. Além disso, esses dois voltam para Salamanca hoje à noite – disse, referindo-se aos meus tios – Nossa, você está encharcada, que diabos aconteceu? -Nada, eu estava jogando pingue-pongue com o Juan – ela acariciou meu cabelo com cumplicidade. -Assim que eu gosto, mãe e filho, vida saudável. Não como seu pai, hahaha – riu, tocando a barriga incipiente. -Obrigado por me convidar de novo, senhor Ruiz. A verdade é que você tem uma casa linda – interrompeu Lucas. -Gosta da nossa casinha, hein? – disse, dando uma palmada nas costas dele – Marta, meu amor, por que não guia ele pela casa um pouco? Mostra a mesa de pingue-pongue e de quebra vocês jogam uma partidinha. Nós vamos para dentro. Não se preocupe. Eu me viro sozinho para pegar algumas cervejas na geladeira. Meu pai me pegou pelos ombros num gesto paternal e, junto com meus tios, andamos até a entrada da casa. Eu tentava por todos os meios me soltar e continuei olhando para trás. Lucas tinha gentilmente colocado a mão nas costas da minha mãe, convidando-a a liderar a visita guiada enquanto dizia algo no ouvido dela, e ela não conseguia evitar sorrir com um pouco de vergonha. Sem nem mesmo virar a cabeça na nossa direção, mamãe virou a esquina com Lucas seguindo-a, enquanto eu observava seu bumbum soberbo, no qual seus jeans colavam com o suor. Ambos desapareceram da minha vista e meu desespero cresceu. Por sorte, ao chegar dentro de casa, meu pai desapareceu na cozinha em busca de cervejas e meus tios sentaram nos sofás da sala para conversar entre si. Nem preciso dizer que não perdi tempo e saí correndo da casa para seguir os passos da minha mãe e do Lucas. Percorri a parede lateral do chalé e, quando estava prestes a entrar no jardim Traseiro, parei de repente e prendi a respiração. Mais um pouco e eu teria colidido com eles. Por sorte não me ouviram chegar e continuaram andando enquanto eu os espiava da esquina. À frente deles se estendia o corredor largo e enorme, onde dos lados estavam os famosos vasos gigantes que minha mãe tanto adorava. Eles continuaram caminhando pelo corredor, falando sobre coisas que não pareciam muito importantes e que terminavam em risadas idiotas, até chegarem no limite com a casa dos vizinhos e pararam ao lado da mesa de pingue-pongue. Eu os segui com facilidade, já que estavam muito ocupados rindo das piadas um do outro para olhar para trás, e me escondi atrás de um vaso que ficava ao lado da mesa. Era o vaso que o Mani tinha quebrado e cuja reconstrução com supercola nos levou duas semanas. Seu tamanho descomunal me permitiu me esconder atrás, pois era do tamanho de uma lixeira, mas mais grosso e um pouco mais alto. — Nossa, você ainda está toda encharcada de suor — disse Lucas, fixando os olhos nas gotinhas de suor que ainda adornavam a pele da minha mãe, especialmente no decote. — Não tem chuveiro nessa casa? — perguntou, tentando provocá-la.
— É que eu estava brincando com meu filho antes de você chegar, bobo — respondeu sem entrar na dele.
— Então essa mesa é a culpada. Isso tem solução — com um sorriso, ele se posicionou na frente da minha mãe. Passando o dedo indicador logo acima dos peitos dela, recolheu algumas gotas de suor e em seguida chupou o dedo.
— Hmm… não é champanhe, mas pra mim serve.
Apoiando as mãos nos ombros da minha mãe, ele se agachou levemente e começou a passar a língua por onde havia passado o dedo, provocando um suspiro forte que se traduziu em um movimento torácico intenso, balançando os peitos redondos da minha mãe.
— Aaahhhh… — suspirou minha mãe, observando como aquela língua já havia começado a limpar seu suor. Lucas interpretou o suspiro abafado da minha mãe e, levantando a... Cabeça buscou a boca de seu guia. O contato entre as duas bocas fez minha mãe suspirar novamente com mais força enquanto apertava seu rosto contra o de sua amante, abrindo a mandíbula para dar acesso a maiores prazeres. Lucas baixou suas mãos até os peitos, apertando-os com força, e logo começou a enfiar a mão por baixo da camiseta, levantando-a até deixar os peitos da minha mãe expostos. A rapidez da manobra deve ter assustado minha mãe, que, afastando o rosto do beijo, se virou e abaixou a camiseta, escondendo seus seios novamente. Minha mãe tentou se afastar, mas Lucas a agarrou pela cintura por trás e a prendeu assim com seus braços fortes, começando a mordiscar sua orelha. - O que foi, Marta? – continuou babando sua orelha. - Eu… não sei se é uma boa ideia – ela gaguejou. - Mas como assim não? Por acaso ontem você não gostou? – começou a subir suas mãos até os peitos da minha mãe novamente e começou a acariciá-los suavemente - S…sim, mas isso é perigoso… e se nos descobrirem? – disse, colocando suas mãos sobre as de Lucas que amassavam seus seios. - É isso mesmo que te preocupa? - Uhnnng….aahh… C…como? – minha mãe tentava resistir, mas dava pra ver que Lucas sabia apertar os botões de uma mulher. Senti vontade de ajudar minha mãe, mas o mesmo medo do dia anterior me paralisava da cabeça aos pés. Lucas baixou uma das mãos que apertavam com gosto os peitos da minha mãe e começou a desabotoar a calça jeans. - Acho que o que te preocupa e te assusta é que você já está molhada – com a calça jeans desabotoada, enfiou a mão por dentro, arrancando um gritinho da minha mãe que, curvando-se um pouco, colocou as mãos em cima da de Lucas, mas por cima do tecido jeans – O que eu disse. Olha só. Você está encharcada. - Aaahhngggg…..oooh Lucas… eu… eu… – gemeu minha mãe, se mexendo com a mão de Lucas em sua virilha. - E então? – parou de mexer a mão que estava dentro da calça da mamãe, dando-lhe um respiro. - Eu… sou uma mulher casada. Eu amo meu Juaninho (é assim que minha (mãe do meu pai), sou sua mulher. E sou feliz assim, quero continuar sendo a esposa do meu marido. -E me parece ótimo – os movimentos da mão que estava na virilha da mamãe recomeçaram lentamente - Não quero que você deixe de ser a esposa do seu marido. Quero que você seja minha rainha, minha rainha chupadora. -Uhhngggg, deusssss…..ahhh….ahhhhhh…ah…ah..- o lado putão da minha mãe voltava a aflorar e para deixar registrado isso, ela esfregava os próprios peitos com ansiedade. -Nunca te pedi para largar seu marido. Para ele você será sua esposa. Para mim você será minha rainha chupadora. Acha que vai conseguir conciliar as duas atividades? – dito isso, ele acelerou o movimento da mão, obrigando minha mãe a abandonar a automassagem nos peitos para colocar as mãos novamente sobre as de Lucas. -Aaaahhhnnnnnnngg….sssiiiiiiiiiiii….por você, claro que posso ser as duas coisas…..ahhhhh……siiiiii….sim, Lucas, serei sua rainha chupadora…..ahhh siiii… - aceitou minha mãe, fora de si. -Pois então aja como tal – libertando suas garras do corpo esbelto da minha mãe, ele começou a desabotoar as calças, que caíram no chão junto com a cueca, deixando à vista seu enorme falo, que já havia alcançado todo o seu esplendor. -Siii, meu Rei…¡Glup! Ungggmmpfff…slurp…slurp....¡slurp! ¡mmhhnn! Minha mãe se agachou com os olhos fixos naquele enorme aparato. Ela o segurou suavemente por baixo com as duas mãos, como se fosse um objeto muito precioso, e, pondo a língua para fora, lambeu desde a cabeça do pau até a base, voltando a fazer o caminho inverso até ter aquela cabeça esfregando em seu nariz. Então fechou os olhos e, abrindo a boca o máximo que pôde, enfiou aquele pedaço de carne que tinha nas mãos, com uma expressão de felicidade que eu não via em minha mãe há tempos. Igual à noite anterior, ela não conseguiu introduzir todo aquele tronco dentro de sua boquinha, mas pelos seus gemidos e pela expressão do seu rosto, dava para ver que ela estava aproveitando cada centímetro do pau que dançava com sua língua dentro de sua boca. Lucas acariciava a cabeça da minha mãe, segurando o cabelo para não atrapalhar na tarefa. -Ummmffff….chuuppp…chuuup…slurrrrp…..amo o seu gosto Lucas…isso me deixa com tesão – ela dizia nos raros momentos em que tirava o pau da boca. -Oh..ohhhh.uoooohhh…aggh…você é uma verdadeira rainha…caralho, que boca! – Lucas a incentivava, olhando para o teto de prazer. Os suspiros de prazer que Lucas soltavam pareciam ser um tipo de combustível que alimentava o pescoço da minha mãe, pois cada vez seus movimentos pelo pênis de Lucas eram mais rápidos e eu conseguia ouvir a respiração da minha mãe pelo nariz, já que pela boca ela era incapaz de fazer qualquer coisa além de chupar o pau do filho da puta que ia foder ela de novo. Quando minha mãe parou de chupar o pau por um momento para pegar um pouco de ar, Lucas a fez levantar e a posicionou com as mãos apoiadas na mesa de pingue-pongue, com a bunda empinada, de costas para ele. Com certa brutalidade, ele puxou o jeans dela para baixo e soltou um sorriso ao ver que naquele dia minha mãe havia escolhido usar uma calcinha fio dental azul escuro, bem simples, na qual dava para distinguir manchas úmidas que eu sabia que não eram apenas de suor. Ele a tirou deslizando suavemente pelas pernas e, depois de jogar o pequeno pedaço de tecido sobre a mesa de pingue-pongue, a fez abrir as pernas, oferecendo uma visão magnífica tanto do cu quanto da buceta. A cabeça dele se encaixou no ângulo superior formado pelas pernas da minha mãe e começou a percorrer cada canto com a língua enquanto, com os dedos, aumentava a já agitada excitação da minha mãe, enfiando-os tanto na vagina quanto no ânus. Morrendo de prazer, seus braços não conseguiam mais mantê-la apoiada na mesa, e ela apoiou todo o torso, esmagando os peitos contra o alumínio da mesa, enquanto com as mãos apertava a calcinha suja e molhada. Eu, a menos de dois metros dali, conseguia ouvir o som da língua de Lucas passando pela buceta molhada da minha mãe, chupando e engolindo de vez em quando para poder continuar com seu trabalho sem se afogar naquele mar de sucos. Foi aí que minha mãe teve seu primeiro orgasmo, virando-se para olhar nos olhos do homem que a estava fazendo gozar daquela forma. Fiquei pasmo com a cara da minha mãe. Ela tinha os olhos semicerrados e não parava de lamber os lábios de um jeito obsceno. Lucas soltou uma gargalhada e enfiou um dedo na buceta da mamãe, fazendo com que ela soltasse um gritinho de prazer e se virasse para frente. Com o dedo ainda dentro dela, ele procurou num bolsinho que tinha na sua camiseta super justa e tirou uma camisinha igual à da noite anterior. Lucas se levantou e colocou num piscar de olhos. Depois começou a mirar a bunda da minha mãe, mas pelo visto não conseguia entrar. - Ah não, meu Rei, por aí não, por favor… eu… por aí… nunca… te imploro… - pediu minha mãe. - Calma, com certeza você vai gostar – disse ele, colocando a cabecinha sobre o esfíncter para tentar o ataque de novo. Quando minha mãe sentiu aquela coisa começando a abrir caminho pela sua bunda, apertou o rosto contra a mesa e cerrou os punhos, começando a soltar gemidos que quase pareciam choramingos. Reparei em Lucas e parecia que a coisa não ia ser fácil. Seus contínuos tentativas e fracassos eram acompanhados por momentos de pura tensão na minha mãe, seguidos de relaxamento, mas cheios de medo. Enquanto observava a cena atordoado, ouvi uns barulhos parecidos com estalos e olhei ao redor. Olhei para trás de mim e só se abria o imenso corredor. À minha direita estava a parede, à minha esquerda se estendia o jardim até os campos de tênis, e na minha frente, ou melhor, na frente da minha mãe e do Lucas, estava a cerca com arbustos que demarcava nosso jardim do dos vizinhos. Temei que tivessem sido descobertos, mas lembrei que eles estavam viajando e que não tinha ninguém na casa. Meu Deus, eu estava ficando paranoico. Esses estalos provavelmente seriam a pica do Lucas se esfregando nos sucos da minha mãe. Voltei a concentrar na cena, que me mantinha prisioneiro, não só de raiva e impotência, mas também de fascinação pela nova mãe que eu estava conhecendo. O quadril de Lucas arqueou um pouco mais para frente, aumentando a profundidade da penetração anal que minha mãe recebia naquele momento aterrorizada. Eu estava testemunhando uma luta tremenda entre a estreiteza anal da minha mãe e o poder do pau do Lucas, numa tentativa constante de penetração que rapidamente era frustrada por outra tentativa.
- Uuuuuuhhhh…… - minha mãe gemeu enquanto o tronco tentava invadi-la.
Quando Lucas desistia e tirava, ela arfava pelo esforço e tensão – Arf… arf…
- Porra, caralho, nunca vi um cu tão apertado na minha vida. Parece que o bum quer briga, hein, rainha? – perguntou Lucas, suando.
Mas minha mãe já não conseguia nem falar. Só conseguia se concentrar em tentar aguentar o próximo ataque da melhor forma possível.
Lucas, cansado de tanta resistência, cuspiu umas boas cusparadas na mão e passou na camisinha. Feito isso, mirou bem no cu da minha mãe e, dessa vez, usou o peso do corpo para penetrar.
E funcionou. A cada segundo, uma porção maior do pau do "Rei" ia desaparecendo entre as nádegas da minha mãe, e Lucas sorriu triunfante.
Mas não haviam avançado mais do que alguns centímetros quando minha mãe começou a soltar gritos de dor. Aquilo não eram gritos de prazer. Aquele pauzão estava rasgando o esfíncter da minha mãe e a matando de dor.
Lucas tentou acalmá-la de todas as formas, até enfiou o thong na boca dela para abafar os gritos, mas mesmo assim não foi possível.
Resignado, ele tirou o pau do bum da mamãe e olhou para ela com desgosto.
- L… desculpa, Lucas, querido. Mas seu pau tem a cabeça muito grossa e… me perdoa – disse com um tom enorme de culpa.
- Porra… Tudo bem. Me contento com sua buceta de rainha. Mas você vai ter que compensar de alguma forma.
Minha mãe, sem reclamar, virou-se novamente, agradecida, numa posição similar à anterior, e se abrindo. ela abriu tudo que pôde de pernas, separando os lábios da buceta e convidando Lucas para entrar. Mas Lucas não se moveu. Segurando-a pelo braço com certa brutalidade, ele a afastou da mesa, apoiou a bunda nua dela na beirada e sentou. Minha mãe estava confusa, mas Lucas logo esclareceu.
- Eu disse que você vai ter que compensar. Meu pau está doído porque se sentiu rejeitado – falou com tom sério. – Agora você vai ter que mostrar pro meu cacete o quanto você gosta dele. Por enquanto não vou te comer. Você que vai chupar meu pau, entendeu?
- Claro, meu Rei – respondeu ela, como se o pau realmente tivesse sentimentos e precisasse de compensação.
Quando se aproximou de Lucas, algo mudou nela. Já não era a mulher aterrorizada que tinha estado prestes a ser partida ao meio. Agora era uma puta disposta a compensar seu Rei pela sua inaptidão anal. Seu olhar era pura determinação e desejo. Lucas deve ter notado, porque quando a teve na frente, agarrou seu pescoço e a puxou para dar um beijo intenso, devorando sua boca de forma bestial, como se estivesse despejando toda a frustração por não ter conseguido comer ela por trás naquele beijo.
Quando o beijo terminou, os dois estavam sem ar, mas se encaravam fixamente sem dizer uma palavra. Minha mãe pegou o cacete de Lucas e, enquanto o masturbava, se virou, ficando de costas para seu Rei. Aproximou-se do colo de Lucas, mas sem sentar, esfregando o pau contra a boceta. Depois de esfregar o suficiente, introduziu a cabeça guiando com os dedos e, virando por um segundo para olhar Lucas, sentou de uma vez, enfiando até o fundo.
O enfiamento pegou Lucas de surpresa, que pareceu ficar sem oxigênio por um momento. Minha mãe jogou a cabeça para trás ao sentir aquela empalada e, sem se mover, com o pau enterrado até o talo, começou a respirar fundo e devagar. Ambos estavam extasiados, tentando se recuperar, embora minha mãe tenha sido a primeira. Apoiando as mãos na... A borda da mesa se levantou, deixando dentro da sua buceta apenas a cabecinha do pau. Depois de se virar para sorrir para Lucas, ela sentou de volta de uma vez, sentindo aquela rola se enfiando até o fundo da sua xota e, de quebra, arrancando um suspiro de prazer de Lucas. Dessa vez, sem precisar se recuperar, ela se levantou de novo pela metade e repetiu o processo, enquanto Lucas puxava a regata dela por cima das tetas para poder apertá-las à vontade. Aos poucos, as enfiadas foram ficando mais rápidas, embora menos profundas, mas pelo que eu via, o prazer só aumentava. Minha mãe continuou pulando naquele pedaço enorme de carne sem diminuir o ritmo, animada pelos apertões brutais que Lucas dava nas suas tetas, dominado pelo prazer que ela estava dando.
- Ahhh, issooo, porra! Aaaaahhnngg… meu Deus, que rola enorme que você tem, meu Rei – ela dizia sem parar de ofegar – oh Lucas… eu sinto… sinto até o fundo!
- Arrgghh! Não se preocupa! Continua assim, sente até o fundo o quanto quiser, rainha! Ai, caralho, que boceta gostosa!! – ele falou com raiva, como se as palavras da minha mãe fossem demais naquela conversa de xota e rola que eles estavam tendo aos pulos.
Ficaram assim um bom tempo, com minha mãe comendo o pau do Lucas e ele dominado pela loucura da foda que aquele cuzinho gostoso estava dando. Minha mãe começou a ficar tão excitada que estava à beira do orgasmo de novo, e seus pulos se intensificaram junto com seus gritos, tanto que Lucas teve que tapar a boca dela e enterrar a dele nas costas da minha mãe para evitar que os gritos dos dois alertassem a casa toda. Com o clímax da minha mãe, houve tanto movimento que eu temi pela integridade da mesa de pingue-pongue. Quando minha mãe chegou no ponto alto, ficou como que paralisada, sentada naquela rola enorme enquanto lambia os dedos que, até segundos atrás, tinham impedido seus gritos de ecoarem a um quilômetro de distância. No seu estado de total relax, ela se virou como pôde com o pau duro do Lucas ainda dentro dela e, segurando o rosto dele com as mãos, deu um beijo bem comprido. Quando separou os lábios dos dele, um fio bem grosso de saliva ainda ligava os lábios dele à ponta da língua da minha mãe, que ela mantinha pra fora da boca com um ar safado. Lucas agarrou ela pelo quadril e a levantou, deixando-a de frente. Pude ver que o pau dele ainda estava firme e forte e que minha mãe ainda aguentava mais um pouco. Segurando ela com as duas mãos nas nádegas, ele a ergueu e começou a chupar os peitos da minha mãe, enquanto a colocava em cima da mesa de pingue-pongue. Minha mãe, de pernas abertas sobre a mesa, olhou com desejo pro amante, mas ele a empurrou, deixando-a completamente deitada. Agarrou ela pelas nádegas e levantou a posição dela, depois enfiou sem mais delongas. Com a investida, minha mãe se contorceu na mesa, mordendo o lábio inferior de prazer, enquanto agarrava os próprios peitos e os massageava no ritmo da foda que estava recebendo. Agora era Lucas quem tinha o controle, quem ditava o ritmo, e ver (e sentir) como minha mãe tinha chupado o pau dele devia tê-lo deixado a mil, porque ele estava martelando a buceta da minha mãe pelo menos no dobro da velocidade da noite anterior. O corpo dela era empurrado até o fundo da rede da mesa a cada investida, pra depois ser puxado de volta pra beirada pelos braços fortes do homem que estava comendo ela à vontade e com toda a vontade.
— E aí, rainha? Tá gostando de como tô metendo nessa xoxota? Hein, tá gostando? Entende agora por que você é uma rainha das picas?
— Ai, Deus! Siiim… tô gostando… ahh, porra… você me mata… siim… aiii, siim… oh, Deus, como eu te adoro, meu Rei… te adoro e adoro esse seu pedação de rola… ai… siim!
— Ah, merda! Porra, vou gozar! Tá ouvindo?! Vou gozar, sua puta maldita!! — Ele aumentou ainda mais a velocidade das estocadas, a ponto de minha mãe começar a arquear a de costas contra a mesa, elevando cada vez mais e mais seus quadris disposta a receber aquele último prazer. - Ahhh! Isso, querido! Goza… Goza! Siiiiiiim! – agarrou-se à rede de pingue-pongue que tinha acima da cabeça para receber os últimos espasmos mais poderosos vindos do clímax masculino, e o barulho da mesa tremendo com a foda daqueles dois animais que tinha na frente, dos quais um era minha mãe, ficou tão escandaloso que quase abafava os gritos e gemidos dos dois amantes. Agradeci ao fato de meu pai ter instalado vidros à prova de som depois de várias noites de verão sem conseguir dormir por causa das festas que o filho dos nossos vizinhos fazia, porque numa casa normal daria pra ouvir tudo. Mas se essas janelas eram capazes de abafar o som do System of a Down no volume máximo, também eram de abafar os sons de uma trepada extraconjugal como essa. Os gemidos de ambos foram diminuindo aos poucos até chegar o silêncio, com exceção dos arquejos da minha mãe e do Lucas tentando recuperar o fôlego. Lucas caiu exausto sobre a mesa, em cima da minha mãe, ficando com o rosto preso entre os peitos dela. Minha mãe, com as pernas enroladas na cintura do Lucas, segurava ofegante com as mãos a rede de pingue-pongue que tinha arrancado nos últimos momentos de fúria sexual. Ao notar a língua do Lucas percorrendo seu decote, soltou a rede para fazer carinho no cabelo dele enquanto seu amante viril aplicava as últimas carícias sexuais pós-coito sobre seus mamilos ainda eretos. Ficaram assim um tempo, deixando o suor secar e a respiração voltar ao normal. Quando percebi, estava com uma ereção enorme, e sem saber o que fazer tentei fazê-la baixar pressionando com a mão, mas isso só piorou. Como eu podia ser tão depravado a ponto de ficar excitado vendo minha mãe transando com um cara que mal conhecia? Na minha mente, busquei todo tipo de desculpas, de que era uma reação fisiológica, que nada tinha a ver com a minha mente, que nada tinha a ver com a mórbida vontade de ver uma mulher como minha mãe, que eu achava ser santa, fodendo como uma puta. Estava mergulhado nesses pensamentos quando ouvi a voz do Lucas.
— Foi incrível. Você é demais. Uma verdadeira rainha — disse enquanto terminava de chupar o mamilo da minha mãe e se levantava.
— Hmmm… Sinto muito pela minha bunda, meu Rei… — minha mãe começou a se desculpar enquanto brincava, tentando segurar o Lucas.
— Não se preocupa, Marta, acho que sua pequena "demonstração" foi suficiente para compensar. — ele terminou de se levantar.
Quando ele tirou do buraco da minha mãe, já estava mole, e a camisinha pendia do pau que, momentos antes, tinha sido a arma definitiva na penetração de mulheres; mulheres como minha mãe. Apoiou o pau mole na barriga da minha mãe e sorriu, divertido.
— Do que você está rindo, meu amor? — perguntou minha mãe.
— Aqui está seu prêmio, rainha. — disse com um tom malicioso.
Dito isso, puxou a ponta da camisinha até que ela saiu de uma vez, deixando um rastro de porra desde o abdômen da minha mãe até o esterno. O resto do gozo ele espalhou entre os peitos da minha mãe e segurou a camisinha em cima do decote, deixando o resto pingar. No início, minha mãe ficou meio sem reação, mas logo sorriu, feliz por ter a porra do seu macho na pele, mesmo que sêmen não fosse algo que ela gostasse especialmente. Pegou a calcinha e foi se limpar, mas Lucas agarrou sua mão e balançou a cabeça, negando. Para a surpresa da minha mãe, ele a levantou pelas mãos e puxou a camiseta regata que ainda estava levantada acima dos peitos, deixando toda a porra que tinha do umbigo até os peitos presa entre a camiseta branca e a pele dela. Desconcertada, ela foi levantar a camiseta para se limpar de novo, mas Lucas impediu mais uma vez, dessa vez agarrando seu pulso e beijando-a com ternura enquanto pegava a calcinha para evitar novas tentativas. tentativas de se limpar. Minha mãe entendeu a mensagem. Lucas queria que ela entrasse em casa com a porra do seu Rei manchando o corpo dela, impregnando o cheiro e a viscosidade tanto na pele quanto na camiseta. Minha mãe concordou com a cabeça e se preparou para colocar o fio dental, mas Lucas impediu de novo, apontando diretamente para a calça. Um sorriso cúmplice cruzou os lábios dos dois que, depois de se fundirem em outro beijo, terminaram de se vestir. Eu fiquei sentado esperando eles irem embora e, depois de aguardar cinco minutos, saí correndo que nem um louco pela porta dos fundos para chegar ao banheiro do andar de baixo. Quando cheguei na sala, disse ao meu pai que estava no telefone com um amigo e que preferi falar no meu quarto para não atrapalhar. Assim, minha mãe entrou em casa junto com Lucas com os peitos cheios de sêmen e sem nada por baixo da calça, com o fio dental escondido só Deus sabe onde. Quando entraram na sala, todos ficaram olhando para eles. Estavam com uma aparência deplorável; ambos sujos, com a roupa amassada e vestígios secos de suor no rosto.
- Já mostrou a casa, querida? Pelo amor de Deus, mas o que vocês fizeram? Parece que acabou de passar um tanque em cima de vocês! – meu pai quis saber, todo inocente.
- O pingue-pongue, amor. Você mesmo sugeriu que a gente jogasse uma partida – ela disse com voz de esposa angelical.
- Ahh! Verdade, verdade. Bom, e então? – perguntou, dirigindo-se a Lucas – Quem ganhou?
- Na verdade, só teve bate-bola, mas tenho que reconhecer que sua mulher se movimenta muito bem na mesa – brincou, olhando para minha mãe.
Minha mãe não conseguiu evitar que uma risadinha escapasse, e Lucas se sentou no sofá como se estivesse em casa. Minha mãe foi até a cozinha e voltou logo com uma cerveja, que ofereceu a Lucas. Ele aceitou, todo contente, e a convidou para sentar ao seu lado. Ela sentou, toda feliz, mas sempre de olho no meu pai para ver se ele ficava chateado. Não haviam passado cinco minutos quando minha tia disse:
- Minha nossa, que cheiro estranho. Vocês não sentem? – começou a farejar até chegar até mim Mãe - Pelo amor de Deus, me diz que não é você que tá com esse cheiro ruim, Marta.
- Hehe, desculpa. É que eu suei muito jogando pingue-pongue. Na verdade, agora mesmo eu tava pensando em subir pra tomar um banho.
- Não… mas… não sei. É suor, sim, mas… não, tem cheiro de outra coisa, não sei no que me lembra… - disse, tentando se recordar.
Minha mãe e Lucas sabiam o que era aquele cheiro e mal conseguiram segurar uma gargalhada forte com os comentários da minha tia.
- Hahaha, não esquenta a cabeça. É que eu também passei a tarde toda limpando a casa com o Juan, né filho? - eu travei e só soube concordar com a cabeça - e devo estar suja com todo tipo de porcaria. Bom, vou subir pro banho. Não demoro nada.
Mas ela demorou. Depois do que eu tinha visto, tô convencido de que se limpar não foi a única coisa que ela ia fazer. Quando subiu pro banho, eu juraria que a vaca ainda tava com o pau enfiado nela.
Eu subi pro meu quarto porque não aguentava ficar perto do Lucas, e quando desci pra cozinha, vi de passagem pela sala que os convidados já tinham ido embora.
Depois de um tempo, a mãe desceu e perguntou onde estava todo mundo. Meu pai disse, rindo, que ela tinha demorado tanto no banho que eles decidiram ir embora porque já estava tarde. Minha mãe pareceu decepcionada, mas quando meu pai disse que o Lucas tinha deixado uma coisa pra ela na cozinha, os olhos dela brilharam.
- O que foi que ele deixou? - perguntou, sem pensar.
- Como vou saber, mulher? Eu até abriria, mas acho que vou abrir o presente com você, hahaha. - minha mãe ficou pálida, e meu pai percebeu - Tô brincando, mulher, hahaha! Pra ser sincero, nem me interessa nem me importa. A não ser que seja um maço de notas, hahahaha.
Depois de dar um beijo na minha mãe, ele foi pra sala ver televisão, como sempre fazia nesse horário. Minha mãe foi direto pra cozinha e, sobre a mesa, encontrou uma sacola de supermercado enrolada embrulhando alguma coisa. Ela nem olhou pra ver se tinha alguém - se tivesse, teria me visto espiando pela porta da cozinha. Desenrolou a sacola e sacudiu. seu conteúdo até que caiu sobre a mesa. O que eu vi não me agradou muito, mas aparentemente minha mãe adorou porque começou a rir tapando a boca com a mão. Ali sobre a mesa havia uma calcinha fio-dental azul escuro amarrotada e suja pra caralho e uma camisinha da qual ainda pendia um fiapo de porra grudado na peça íntima feminina. Aquela noite fiquei sofrendo no meu quarto com uma ereção do caralho, sem conseguir dormir e pensando nas imagens sujas da minha mãe sendo possuída pelo fdp do Lucas. Naquele momento eu achava que tinha um problema fodido com essa coisa da minha mãe e o Lucas, mas só mais tarde eu entenderia que aquilo não era nada além da ponta do iceberg dos meus problemas.
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