Mi hermanito crece 8

A festa estava indo embora com o passar do tempo, mas ainda tinha uns caras muito zoeiros. Tinha um grupo com o Joaquín nos sofás da sala, com uma Carolina meio tonta que ria de tudo como única mulher. O cara abutre tava olhando pra ela com vontade de perto. Quando ele se levantou pra pegar um drink, eu interceptei ele no balcão.

- Cê tá a fim da Carol, hein!
- Nada a ver, pô, se...
- Olha, eu odeio essa santinha. Se eu puder te ajudar a tirar ela de cima do Joaco, eu faço.
- E como você faria?
- A moçoila tá com vontade de transar. Eu levo meu irmão com a desculpa de me ajudar com algo na cozinha e aí você ataca. Fica uns 10 minutos.
- Ok. Pode ser.

Que otário, pensei. Me aproximei do Joaquín e pedi pra ele me ajudar com uma coisa na cozinha. Ele pulou voluntarioso pra ajudar. A Carolina ficou rindo das bobagens que os abutres diziam em volta dela.

Na cozinha, o Joaquín me atacou com beijos.
- Para! E se alguém entrar?
- Quem vai vir, se tão todos entretidos com a Carol!
- E se ela vier?
- Ela tá tão bêbada que acho que não chega até aqui! Haha
- Bom, espera aí agora! Me ajuda a cortar umas fatias de bolo.

Virei as costas e peguei o bolo. Enquanto apoiava na bancada, ele me apoiou. Meteu a mão pelo vestido e foi direto na minha buceta.
- Mmm... sem nada por baixo. Adorei!
Eu não me mexi.
- Que foi? Quer outra amostra?
- Ha. Eu sabia que alguém tava nos espiando. Fico feliz em saber que era você! Ficou com ciúmes?
- Gostou, hein!
- E o que você queria? Que eu dissesse não porque quero comer minha irmã?

Os dedos dele fizeram mais pressão, marcando a intenção das palavras. Ele lambeu e mordeu minha orelha. Minha resistência estava amolecendo.
- Ah... Você quer comer sua irmã?
- Sim. Muito e com força.

Os dedos dele já estavam me masturbando intensamente. Eu abri mais as pernas. Ele me pegou pela mão e me levou pra garagem.
- Vem.
Eu me deixei levar com uma curiosidade tesuda. Entramos e ele me colocou contra o capô da... Caminhonete do papai como se fosse uma abordagem policial.
- O que você vai fazer comigo?
Ele levantou meu vestido e deu um tapa na minha bunda.
- Ai! Brutal!
- Agora você vai ter sua amostra!
Ali mesmo ele separou meus lábios vaginais com as mãos e enfiou a língua. Senti um calor e um prazer tão grandes que quase fiz xixi. Ele continuou chupando e metendo dedos naquela posição até que não aguentei mais.
- Aiii, vou gozaaar... aaahhh...
Um jato de fluidos escorreu pela minha perna. Precisei de uns minutos para me recuperar.
- Bom... Voltamos, Sofi?
- Você é um maldito. Sabe disso?
- Foi você que me ensinou...
Voltamos e vi que meu plano não poderia ter saído melhor. Carolina estava totalmente bêbada, sendo alegremente apalpada pelo cara abutre que mandei para ela. Joaquín atuou como namorado ciumento perfeitamente. Ele foi para cima do cara para matá-lo. Com a diferença física que ele tinha, teria sido possível. Houve empurrões, socos, insultos e precisaram de mais três caras para segurar o magricela e evitar que ele o matasse. A potranca assistia à cena totalmente pálida.
Quando todos foram embora, ficamos só Carolina, Joaquín e eu. Ele olhou para ela com raiva e falou primeiro.
- Eu chamo um táxi e você vai para casa... Quando a bebedeira passar, a gente conversa.
- Não, meu amor! Por favor! Posso explicar! Era só uma brincadeira e...
- Chega! Vá embora agora. Não quero mais falar!
Eu fiquei fazendo o papel de cunhada boazinha.
- Tudo bem, Carol. Vou abrir e espero o carro com você lá fora.
- Não aconteceu nada, Sofi. Eu juro!
- Não sou eu que tenho que acreditar. É meu irmão que tem que perdoar você.
- É que vocês demoraram tanto para voltar e o outro ficou insistindo, pedindo um beijo ou algo assim, e eu já não sabia como me livrar dele.
- Nós demoramos porque Joaquín me pediu conselhos para melhorar como namorado. Faz um tempo que ele me pergunta umas coisas.
- Ai, quero morrer! Sério? E agora o que eu faço?
Pude jogar a carta de patricinha fodida e egoísta, mas preferi fazer algo pelo qual meu irmão fosse me agradecer depois.
- Na minha opinião... vire uma puta.
- Mas o que você está dizendo, Sofi?
- Se você o deixar muito satisfeito e Depois de foder ele não vai conseguir ficar bravo. Era o que eu fazia com meu namorado quando brigávamos. Chupava ele, dava, e depois ele ficava feliz. Homens são básicos assim. Só tem que fazer o que eles gostam e você os tem aos seus pés.
- Tem razão... vou tentar. Não quero perdê-lo. Obrigada Sofi!
O carro chegou e ela foi embora com cara de esperança. Eu não sabia se daria certo.
Eram quase quatro da manhã e meus pés estavam me matando, mas eu ansiava pelo que vinha a seguir. Entrei em casa e meu irmão estava sentado numa poltrona grande com o telefone e cara de bravo.
- Que bom que fez de ciumento e bravo!
- Eu estou ciumento e bravo!
Sentei ao lado dele e o abracei.
- Não seja bobo, Joaco! A Carolina está morrendo por você! Vai ver ela volta de joelhos pedindo perdão.
- Você acha que eu devo perdoar?
- Eu acho que ela tem que merecer.
- Como seria?
Apanhei o volume dele e falei no ouvido.
- Transforma ela na sua putinha. Humilha ela, fode bem gostoso, faz com ela o que sua imaginação mandar.
Ele ficou duro na hora. Tirei pra fora e comecei a masturbar lentamente.
- Você tem que fazer ela se despir pra você e se oferecer de corpo e alma pra saciar esse monstro malvado que você tem aqui. É o que eu faria...
- Ah é?
Sem responder, deitei sobre ele pra chupar. Não restaram dúvidas. Ele se acomodou e aproveitou minha boca.
- Tô chupando bem? Melhor que sua namorada?
- Muito melhor que a Caro!
- Que bom...
Me levantei, fui até a escada e subi só um degrau. Ele ficou olhando sem entender. Levantei meu vestido, me inclinei e abri minhas nádegas pra mostrar minha bucetinha rosa e depilada.
- Quer receber seu presente? Me segue!
Fim da parte 8.

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