Continuando la fiesta en casa

A casa estava vazia, como sempre. Minha mãe, trabalhando no turno da noite no hospital. Meu pai, em uma de suas muitas viagens de negócios. Minha irmã, por aí curtindo, assim como eu deveria estar às duas da manhã de um sábado, mas essa noite eu tinha passado o tempo todo na boate dando em cima de uma loira deslumbrante, nos beijando e apalpando na pista. Quando já estávamos fora da boate, nos pegando no beco, o celular dela tocou, era o namorado. Assim que ouvi o toque, já sabia que tinha perdido ela, tanto esquentar a mina pra outro acabar comendo. Com uma baita raiva, decidi voltar pra casa, nem toda noite a gente consegue fechar.

Puto e com tesão, também meio bêbado, acendi uns dois baseados com o pouco que me restava e sentei completamente pelado na frente do computador. Esse tesão tinha que dar um jeito de aliviar, então comecei a procurar vídeos da Riley Reid, minha atriz pornô favorita. Encontrei um vídeo, que ainda não tinha visto dela, em que ela tá transando com um negro com uma ferramenta enorme. Não é que eu tenha algo a invejar do ator, com meus 24 cm de pau e meu corpo bem malhado na academia, era muito fácil imaginar que era eu que estava com ela.

Quando já mal restava uma pontinha do primeiro baseado e eu já estava me masturbando há um bom tempo, um barulho me fez olhar para a porta. Lá estava uma garota alta, vestida para matar, com uma minissaia e uma camiseta de alcinha que mal cobria os peitões que ela tinha.

— Que bem você se encontra, hein? — disse a garota, ainda apoiada na porta.

Entre a bebedeira, o barato e o tesão que eu estava, nem me surpreendi nem fiz menção de parar de me masturbar. Simplesmente continuei, alternando olhares entre o vídeo e ela. Vendo que nem respondia nem dava atenção, ela entrou no quarto e veio na minha direção.

— Me dá uma tragada? — perguntou enquanto se aproximava.

Olhei para ela de novo e, como única resposta, dei umas palmadas na minha Puxei seu *muslo*, indicando para ela se sentar. Ao ver isso, a dúvida cruzou seu rosto e ela ficou em pé ao meu lado.

- Vem cá, me dá um pouco. O meu já tá acabando.
- Senta aqui comigo e foda-se.

Um pouco relutante, ela sentou no meu colo, se afastando o máximo possível da minha *pica* dura, na qual minha mão continuava subindo e descendo. Aproximei o baseado até sua boca, deixando ela dar uma tragada longa, mas sem deixar que pegasse.

Quando tentou dar uma segunda tragada, afastei a mão dela, aproximando-a aos poucos da cabeça da minha *pica*. Ela seguiu o baseado com os lábios, mas parou de repente ao ver para onde estava indo e soltou uma risadinha boba.

- Não seja mau.

Troquei o baseado de mão, afastando-o ainda mais dela, e com a mão esquerda agarrei minha *pica* pela base, balançando-a com movimentos rítmicos. Ela ainda acompanhava minha *pica* com os olhos e até mordeu levemente o lábio.

- Não quer mais? - perguntei, sem nem aproximar o baseado.

Ela alternou olhares entre meus olhos e minha *pica* e se levantou do meu colo, virando as costas. Pensei que o jogo tinha acabado ali e que ela iria embora, mas então vi como, em câmera lenta, sua bunda foi se aproximando da minha *pica*. A cabeça bateu exatamente contra sua *buceta*, e não chegou a enfiar por causa do *thong* que ela usava. Ao deslizar o pênis por toda a fenda da sua bunda, ele enganchou na barra da minissaia, levantando-a e deixando toda sua bunda nua sentada sobre minha *pica*.

Ela começou a esfregar a bunda na minha *pica* para cima e para baixo, e o lubrificante que eu estava usando fazia minha *pica* deslizar perfeitamente entre aquelas nádegas. Segurei-a pelo estômago, como para impedir que fosse embora, e aproximei, com a outra mão, o baseado da boca dela. Assim que viu, deu uma longa tragada, soltando a fumaça alguns segundos depois - sem dúvida, não era a primeira vez que ela fumava. O atrito continuava enquanto dávamos as últimas tragadas no baseado. No computador, Riley estava de quatro sendo Fodida com força pelo mulato. Logo comecei a notar uma umidade molhando meu pau e as bolas, sem dúvida, ela estava com tesão.

- Me passa o outro baseado, aquele que tá em cima da escrivaninha. - eu disse quando o que a gente tava fumando acabou.

Ela se levantou de mim e se inclinou pra frente pra pegar o baseado, fazendo com que a bunda toda empinada ficasse na minha cara. Afastei o fio-dental com uma mão, deixando ele em cima de uma nádega, e fios de lubrificação ficaram pendurados entre o tecido e a buceta dela. Com a outra mão, agarrei a nádega acariciando com o dedão os lábios dela, sentindo como iam ficando cada vez mais molhados. Com um longo gemido, ela agradeceu minhas carícias enquanto acendia o segundo baseado.

A buceta dela estava escorrendo, irradiava calor como se fosse um aquecedor e meu dedo deslizava entre os lábios sem nenhum problema. Procurei o buraco e comecei a enfiar o dedão. Ela tava segurando na mesa pra não cair e gemendo baixinho.

Depois disso, enfiei dois dedos que entraram de uma vez até os nós dos dedos. Vendo a facilidade com que tinham entrado, adicionei um terceiro dedo acelerando cada vez mais rápido no ritmo que os gemidos dela iam se intensificando. Entre espasmos, ela ia apertando meus dedos com as paredes vaginais e jogava a bunda pra trás e pra frente seguindo o ritmo da penetração.

Quando ela estava quase gozando, tirei os dedos e aproximei minha boca da buceta dela, procurando com a língua o clitóris inchado. Com apenas algumas lambidas ela gozou na minha boca me molhando todo. As forças fraquejaram nela e, ainda apoiada na escrivaninha, voltou a sentar nas minhas pernas. Ofegante, passou uma mão pra trás, me entregando o baseado já aceso.

Enquanto dava umas tragadas, ela se levantou com as pernas trêmulas e se moveu pra trás pra sentar de novo como antes. Vendo isso, eu segurei de novo a base do pau fazendo com que batesse de novo na buceta dela, mas dessa vez não tinha nenhum tecido que a protegeu. A cabeça entrou nela como se fosse uma faca quente na manteiga. Ele parou por um segundo ao sentir e continuou descendo devagar.

- Uff, é tão grossa. - ele disse entre gemidos.

Estava me matando sentir a estreiteza e como ela ia me apertando quanto mais eu afundava nela. Com pouco mais da metade do meu pau enterrado nela, ele parou e começou a subir até quase tirar tudo. Começou a subir e descer lentamente, como para tentar se acostumar com o tamanho, embora nunca chegasse a descer mais do que tinha feito no começo. Passei o beck de novo para ele e meti as duas mãos por baixo da camiseta, apertando os dois peitos e beliscando os mamilos, que, a essa altura, estavam bem inchados.

- Deus, nunca tinha pego uma assim. Você tá me matando, cabrão.

Quando cansei dessa foda devagar, segurei ela pela cintura e empurrei para baixo enquanto levantava o quadril o máximo que pude. Meu pau acabou enterrado completamente dentro dela e com um grito, mistura de dor e prazer, ela me avisou que estava gozando enquanto sentia um líquido quente encharcando minhas bolas.

As forças falharam e ela acabou caída em cima de mim. Afastei o cabelo do pescoço dela e comecei a beijar, lamber e morder alternadamente. Enquanto isso, continuei com um leve vai e vem do quadril, tirando e metendo o que podia do meu pau nela, pois não tinha muito espaço para manobrar naquela posição.

- Para. Para um pouco. - ela me disse com a voz embargada.

Ela tentou ficar de pé com as pernas tremendo. Ajudei ela a se levantar, fazendo meu pau sair dela, e a peguei no colo. Joguei ela na cama, deixando-a de costas, e me joguei em cima. Levantei a camiseta e devorei aqueles mamilos rosados enquanto com uma mão acariciava seu clitóris, fazendo ela gemer de novo.

- Mete de novo em mim.
- Me pede direito. - eu disse enquanto passava o pau entre seus lábios, sentindo como ela estava encharcada.
- Por favor. - ela respondeu mordendo o lábio.

Alineei bem o pau na direção do seu buraco e comecei a entrar nela devagar. Não tirei os olhos do rosto dela enquanto cada centímetro do pau desaparecia dentro dela. Os olhos vidrados dela foram rolando até ficarem em branco, e um longo gemido foi crescendo lá do fundo do peito, chegando no auge quando entrei completamente. Dava pra sentir as contrações dela pelo jeito que apertava meu pau.

— Me dá, me dá com força — ela suplicou entre ofegos.

Sem mais delongas, puxei meu pau até só a cabeça ficar dentro, e então enfiei tudo de uma vez só. Repeti isso de novo e de novo, ganhando velocidade a cada investida. Os gemidos dela viraram gritos de puro prazer, tão altos que até fiquei com medo dos vizinhos ouvirem.

Coloquei os tornozelos dela nos meus ombros, conseguindo sentir a boceta dela ainda mais apertada. Firmei os pés no pé da cama, levei os joelhos dela até o peito, ficando numa posição como se estivesse fazendo flexão em cima dela. Me deixava cair e depois levantava de novo, fazendo com que meu pau inteiro entrasse e saísse dela a cada empurrão.

— Cabrão, você vai me fazer gozar de novo. Goza — ela disse entre gemidos.
— Onde você quer que eu goze?
— Dentro. Quero… dentro. Quero sentir… você explodindo… dentro de mim — ela falou entrecortada, entre lambidas e beijos no meu pescoço.

Aumentei o ritmo da metida, buscando aquele ponto sem volta, aquele formiguinho na base das bolas que já avisa que o gozo tá vindo. Naquela hora nem pensei, só queria gozar e deixar ela cheia de porra. A cabeceira da cama batia na parede no mesmo ritmo que eu a penetrava. Até pensei que a cama ia desmontar, mas no final, a cama aguentou mais que eu.

Não aguentei mais e gozei, me esvaziando dentro dela com 5 ou 6 jatos potentes. Ao sentir minha porra quente invadindo ela, ela também começou a gozar e me mordeu no o pescoço, abafando assim seus gemidos potentes.

Me levantei, saindo dela, e vi como sua buceta tinha ficado dilatada enquanto uma mistura do meu sêmen e seus fluidos escorria de seu interior. Ela estava deitada, com os olhos fechados e tentando recuperar o fôlego. Minha ereção não tinha diminuído nem um pouco, então, segurando-a pelos quadris, virei-a e fiz com que levantasse a bunda, ficando apoiada na cama pelos joelhos e peito. Apenas uns grunhidos acompanharam, da parte dela, a mudança de posição.

Passei a cabeça do meu pau por toda a sua buceta e quando cheguei na altura da sua entrada, ela empurrou a bunda em minha direção para que eu a penetrasse novamente. Esquivei essa penetração algumas vezes, brincando com ela, até que uma vez, em vez de desviar, empurrei para frente, fazendo com que todo o meu pau se perdesse nela. Nossos quadris colidiram, provocando aquele som característico de palmas. Um gemido forte escapou dela.

Firmei ambas as mãos em sua cintura, tirei e voltei a enfiar violentamente. Comecei a comê-la com um ritmo bem rápido e o quarto se encheu com o som de nossos quadris batendo e os uivos de prazer que ela soltava.

Toquei seu ânus com o polegar, mal inserindo a ponta do dedo, e ela segurou meu pulso. Com a cabeça ainda sobre a cama, olhando para mim através de uma bagunça de cabelos despenteados, ela disse:

- Isso não, por favor. Continua me dando assim. Continua assim.

Parei de mexer na sua bunda com meu dedo e, quando ela percebeu que minhas intenções não eram mais com seu cu, soltou meu pulso. Dei um tapa forte em sua nádega antes de pegar seu cabelo e puxar para trás, fazendo com que ela tivesse que levantar o peito, apoiando ambas as mãos na cama. Aumentei a força das minhas enfiadas, enquanto com a outra mão passava por seu lado para pegar seu peito, apertando-o e puxando seu mamilo.

- Continua. Continua. Me dá mais forte. Eu vou gozar.

Aos seus gritos e avisos de que ia gozar se seguiram uma série de espasmos, que apertaram meu pau dentro dela, e um líquido abundante que encharcou minhas bolas e a cama em partes iguais. Suas pernas falharam e ela caiu sobre a cama me arrastando junto. Agora em cima dela, continuei com a foda e não muito depois, gozei dentro dela de novo.

Me levantei, deixando-a esticada na cama ainda com leves espasmos e os olhos revirados. Desliguei o computador e me preparei para desfazer a cama. Ela não respondia nem com o chacoalhar que tive que dar nela para conseguir tirar a coberta e o lençol. Deixei-a deitada de um lado da cama e me deitei do outro lado. Nos cobri e a abracei pelas costas, passando um braço por baixo do pescoço e outro pelo lado agarrando um peito dela. Assim ficamos dormindo até o dia seguinte.

O que aconteceu de manhã já é outra história.

 



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