O casamento que tinha começado legal estava ficando ainda melhor. Não vou negar que a atitude da loira me deixou nervoso, me deu um "friozinho" pensar que as pessoas ao redor pudessem ter percebido como ela tinha me apalpado a bunda descaradamente, e ao mesmo tempo a atitude dela me excitou, e os ratinhos começaram a ficar loucos na minha cabeça. Depois de me tocar de novo, ela colocou as mãos no meu quadril e começou a se mexer no ritmo da música que nos convidava pro trenzinho... "joga pra frente, joga pra trás..." tocava no fundo e ela aproveitava pra se grudar em mim, e assim, como quem não quer nada, tivemos nosso primeiro atrito. Não entendia nada, minha cabeça ficou confusa e, mesmo sendo burro, não sou tanto assim – na minha mente começou a rondar a ideia de que a noite podia ser diferente.
Terminou o trenzinho, voltei pra mesa todo suado, nervoso, e tomei o copo de cerveja de um só gole. Dei um beijo na minha esposa, fiz uma gracinha pra minha sobrinha pequena e voltei a dançar no meio da pista, mas dessa vez mais perto da loira e das amigas dela. Ulises Bueno foi a desculpa pra mexer as pernas sem nenhuma vergonha, o sorriso tinha tomado conta do meu rosto e, mesmo querendo que a loira me olhasse, não queria ser óbvio. Então tentei não cruzar olhares, ser sutil, insinuar sem cair no desespero – coisa pra qual os homens não nascem feitos, algo que eu ia descobrir um pouco mais tarde. A questão é que a primeira rodada de dança acabou e voltei pra mesa sem ter tido nenhum outro contato com essa garota, de quem eu nem sabia o nome, mas que tava me deixando doido com seus movimentos de putinha no cio, mas delicada ao mesmo tempo, com sua carinha de menina direitinha, mas com um olhar que de vez em quando transmitia que ela queria se divertir e não ligava pro como nem pro quando (e, graças a Deus pra mim, também não ia ligar muito pro com quem, hehe).
Eu tava sentado conversando com meu cunhado, tomando mais cerveja pra baixar o calor da dança. quando de repente vejo a loira se aproximando da mesa, vinha direto pra mim e o medo tomou conta do meu corpo, fiquei imóvel, não sei que cara fiz mas tenho certeza que não fui muito delicado, porém ela não vinha falar comigo e sim cumprimentar minha esposa. Deu um beijo, se abraçaram como se fossem melhores amigas de uma vida e trocaram aquelas palavras de compromisso de sempre:oi, como você tá? quanto tempo! o que tá rolando na sua vida? que gostosa você tá!e outras questões que surgem nesses encontros casuais que a vida nos apresenta. Assim que terminaram as formalidades, a loira se virou, me olhou e se apresentou:oi, sou a Juli, prazerfoi tudo o que ele me disse e me deu um beijo na bochecha de um jeito bem descolado e despretensioso. Não sei bem como fiz, mas reagi rapidamente, o medo tinha sumido e aja de um jeito bem formal, mas ao mesmo tempo leve e simpáticoprazer, meu nome é NicolásMinha mulher rapidamente me explicou que elas se conheciam da zumba, que treinavam juntas e essas bobagens (embora já tivesse me contado antes, a atuação foi para que a loira não percebesse que já estávamos falando dela, e não da melhor forma). Terminadas as formalidades, ela se retirou, mas não sem antes me olhar nos olhos e dizer:beleza, depois a gente se vê na pista pra botar o corpo pra mexeras cartas estavam sobre a mesa, agora era questão de ter coragem para jogar, e eu não ia perder essa chance. Por sorte, a comida chegou rapidamente e o clima mudou, voltando à realidade familiar, à celebração do amor dos recém-casados e ao aproveitamento da noite que mal havia começado. Com a comida, segurei um pouco na bebida porque não queria arranjar confusão tão cedo e muito menos ser o bêbado da noite — ou pelo menos não o primeiro. A água saborizada me ajudou a baixar o calor do corpo e matar a sede, mas acelerou minha vontade de ir ao banheiro, então depois de um tempinho tive que pedir licença de novo e ir mijar tranquilo. Cruzei o salão, entrei no banheiro, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos, molhei o rosto, me arrumei e saí, mas o que eu não esperava era esbarrar na loira na porta.que rápido a gente se encontra de novoeu disse sem a menor vergonha, e ela rebateu na mesma moeda falandoE o melhor é que não temos sua mulher por pertoSe eu não esperava me deparar com ela, muito menos sonhava que ela me diria uma coisa dessas. A gostosa veio com tudo, mas eu não ia me encolher:haha não é um detalhe pequeno, mas não vou mentir, eu adoraria ficar sozinho com você, mas num lugar mais tranquiloEla riu, não disse nada e foi entrando no banheiro balançando a bunda com uma caminhada hipnótica.
Voltei para a mesa me sentindo o Brad Pitt, mas ao mesmo tempo com o coração batendo a mil. Nunca fui o mais ousado e não me sentia confortável nesse papel, mas também não pensava em perder a oportunidade de experimentar coisas novas.
A questão é que eu já sabia que a loira estava me olhando, e não só isso: estava confirmado que ela queria me dar uma esquentada. Também era evidente que ela não ligava que minha esposa estivesse por perto. E eu, bom, estava entregue — e não há melhor companheiro para esses momentos do que o álcool. Então comecei a beber de novo pra perder a pouca vergonha que ainda me restava, haha.
Não vou enrolar mais: durante o resto do casamento, os roces continuaram. Em algum momento, dançamos juntos quase sem querer, nos olhávamos de mesa em mesa de forma cúmplice, e eu estava cada vez mais bêbado.
Em um momento, nos encontramos os dois de pé, bem pertinho, num canto da pista. Ela se aproximou do meu ouvido e disse: "Se você aguentar, te espero lá fora em 10 minutos. Seja discreto." E foi embora.
Tive que respirar fundo e assumir que, naquela noite, pela primeira vez, eu ia trair minha esposa...
Passaram os dez minutos, e eu saí do salão. Um parque lindo, cheio de plantas e elementos de decoração, estava me esperando. E lá longe estava a loira, que, quando me viu, se dirigiu para o estacionamento.
Segui ela devagar, sem fazer barulho, pensando que ia comer uma gostosa maravilhosa. Ela parou bem na frente de um Toyota Etios vermelho — daqueles pequenos, sem porta-malas —, e eu parei bem na frente dela. Não dissemos nada e, direto, nos fundimos num daqueles beijos que mostram que a tesão vinha se acumulando.
Não ligávamos pra nada. Ela tava me apertando a bunda (parece que ela tinha uma coisa com minha bunda, não sei porquê, ela nem é das mais carnudas, hehe), e eu retribuía a gentileza.
Ela usava uma calça preta, de tecido fininho e brilhante. Acariciá-la por cima da calça era como tocar uma segunda pele. Pele, parecia que ela estava nua, mas não, logo eu perceberia que sua pele era muito melhor. Num instante, ela se afasta de mim e, não sei de onde, tira a chave do carro, abre e me empurra para o banco do motorista. Ela se joga sobre mim e tenta desabotoar minha calça, mas entre o cinto e a camisa que estava por dentro, era difícil, então ajudei. Nem um minuto se passou e já tinha a calça na altura dos tornozelos, a cueca um pouco acima e o pau duro ao ar livre. Juli me olhou nos olhos e, sem dizer nada, enfiou de uma vez na boca, começando um boquete dos sonhos. Sua boca era pequena, sentia o calor que emanava e adorava como ela usava os lábios como uma ventosa. Eu estava nas nuvens, mas sabia que não tínhamos muito tempo, senão íamos começar a chamar atenção. Então, infelizmente para mim, tive que parar de aproveitar a chupada gostosa que ela estava me dando para me levantar. De um jeito nada sutil, a virei, coloquei suas mãos no teto do carro e fiz ela empinar a bunda. Baixei sua calça rapidamente. Ficou a loira com sua pele branca e o bumbum redondo, carnudo, durinho, típico da idade e de uma vida dedicada à dança, ao ar livre, coberto apenas por uma calcinha fio-dental pequena e preta, igual à calça. Sem perder tempo, meti a mão, puxei a calcinha para o lado e fui direto acariciar aquela buceta que eu imaginava que devia ser linda, mas que, pela escuridão em que estávamos, nunca pude ver e tive que me contentar em imaginar. Quando aproximei meus dedos de sua pelve, pude sentir que não havia um único pelo púbico, e que de sua caverninha saía um calor que mostrava que ela estava tão excitada quanto eu. Desci meus dedos e suavemente comecei a movê-los em círculos, brincando entre seus lábios vaginais, sentindo sua umidade e apalpando seu clitóris, que estava durinho e ereto. Ela logo começou a soltar pequenos e curtos gemidos, primeiro quase imperceptíveis, mas com o... Os segundos passavam e, com o aumento da pressão dos meus dedos, os gemidos dela foram ficando cada vez mais fortes. Quando percebi, comecei a sentir ela tremer e suas palavras confirmaram que eu estava fazendo tudo certo: "filho da puta, vou gozar, vou gozar", a Juli dizia enquanto suas pernas pareciam fraquejar. Eu estava com o pau duro como pedra, então sem hesitar a apoiei no carro, tirei meus dedos da sua buceta e comecei a tentar enfiar meu membro dentro dela. Graças aos seus fluidos e à minha tesão, meu pau entrou rápido e fácil. Parecia que a bucetinha dela tinha sido feita sob medida pra mim, porque seu interior me recebia da melhor forma, então rapidamente comecei a bombear, metendo e sacando, metendo e sacando. Poderia até parecer que, depois de horas do começo do casamento, estávamos repetindo a coreografia de "Joga pra frente, joga pra trás", mas não era isso - eu estava enfiando o pau todo nela enquanto ela me dizia "me dá mais, covarde, me dá mais", querendo que eu extravasse toda a irracionalidade que havia em mim. Obedeci, metendo com força enquanto a segurava pela cintura, mas a tesão era tanta que, sem pensar, em um momento dei um tapa na sua bunda. Minha mão aberta atingiu sua nádega direita, e na noite fria da cidade de Mar del Plata tenho certeza que deve ter ficado marcada. "Assim, assim que eu gosto", me dizia essa loira linda que até algumas horas atrás era uma completa desconhecida. Não sei se lembram, mas no "capítulo anterior" comentei que a moça tinha as costas descobertas, porque a camiseta que ela usava era daquelas de festa, decotada na frente e totalmente aberta atrás, e foder ela com a cintura arqueada e as costas livres era muita tentação. Seu pescoço longo e fino, com seus brincos balançando, estava totalmente à disposição, então não hesitei em me jogar completamente sobre seu corpo, aprofundando a penetração e aproximando minha boca do seu pescoço, dos lóbulos das suas orelhas. Eu queria sentir seu cheiro e sua pele em todos os sentidos. centímetros da sua pele... Não sei quanto tempo teria passado, mas minha excitação estava subindo e eu estava sentindo, o sangue estava cada vez mais acumulado na cabeça do meu pau, que eu sentia que estava prestes a explodir, sentia que o momento do gozo estava chegando e eu disse devagarinho, num sussurro no seu ouvido direito:tô quase gozando, onde você quer?foi tudo que consegui comentar e ela, entre gemidos e suspiros, me disseeu quero tomar ela todinhaDe uma vez só tirei ela e agora foi ela que sentou no banco do motorista e rapidamente agarrou meu pau, balançou duas vezes e recebeu os jatos direto na língua, dando passagem direta pro seu sistema digestivo depois de saborear por toda a boca. Foi lindo como a Juli chupou até a última gota, parecia uma possuída sem vontade de soltar meu pau, uma vampira querendo me tirar até o último suspiro. Depois que engoliu tudo e limpou a cabeça do meu pau, me olhou, sorriu com a mesma carinha de mulher perigosa que tinha me mostrado na pista de dança há pouco e disse: "Obrigada pelo gozo tão gostoso, sempre tive a fantasia de fazer isso num casamento. Espero que se repita".
Eu também ri, disse que sim, obviamente, enquanto nos trocávamos pra voltar pro salão. Quando voltei pra mesa, disse pra minha mulher que tinha ido ao banheiro, que misturar tanto álcool me fez mal e que ia parar de beber um pouco pra aguentar a festa toda e pronto, mudei de assunto. Ela, sabendo da minha rotina com comida, bebida e uso do banheiro, entendeu e acho que acreditou. O casamento terminou horas depois, me deixando um dos melhores momentos dos últimos anos e uma experiência que nunca tinha vivido: a infidelidade.
Ontem recebi uma solicitação de mensagem no Instagram, era a Juli, que descobri também ser casada... veremos o que o destino nos reserva. Talvez tenha outras histórias pra contar.
Terminou o trenzinho, voltei pra mesa todo suado, nervoso, e tomei o copo de cerveja de um só gole. Dei um beijo na minha esposa, fiz uma gracinha pra minha sobrinha pequena e voltei a dançar no meio da pista, mas dessa vez mais perto da loira e das amigas dela. Ulises Bueno foi a desculpa pra mexer as pernas sem nenhuma vergonha, o sorriso tinha tomado conta do meu rosto e, mesmo querendo que a loira me olhasse, não queria ser óbvio. Então tentei não cruzar olhares, ser sutil, insinuar sem cair no desespero – coisa pra qual os homens não nascem feitos, algo que eu ia descobrir um pouco mais tarde. A questão é que a primeira rodada de dança acabou e voltei pra mesa sem ter tido nenhum outro contato com essa garota, de quem eu nem sabia o nome, mas que tava me deixando doido com seus movimentos de putinha no cio, mas delicada ao mesmo tempo, com sua carinha de menina direitinha, mas com um olhar que de vez em quando transmitia que ela queria se divertir e não ligava pro como nem pro quando (e, graças a Deus pra mim, também não ia ligar muito pro com quem, hehe).
Eu tava sentado conversando com meu cunhado, tomando mais cerveja pra baixar o calor da dança. quando de repente vejo a loira se aproximando da mesa, vinha direto pra mim e o medo tomou conta do meu corpo, fiquei imóvel, não sei que cara fiz mas tenho certeza que não fui muito delicado, porém ela não vinha falar comigo e sim cumprimentar minha esposa. Deu um beijo, se abraçaram como se fossem melhores amigas de uma vida e trocaram aquelas palavras de compromisso de sempre:oi, como você tá? quanto tempo! o que tá rolando na sua vida? que gostosa você tá!e outras questões que surgem nesses encontros casuais que a vida nos apresenta. Assim que terminaram as formalidades, a loira se virou, me olhou e se apresentou:oi, sou a Juli, prazerfoi tudo o que ele me disse e me deu um beijo na bochecha de um jeito bem descolado e despretensioso. Não sei bem como fiz, mas reagi rapidamente, o medo tinha sumido e aja de um jeito bem formal, mas ao mesmo tempo leve e simpáticoprazer, meu nome é NicolásMinha mulher rapidamente me explicou que elas se conheciam da zumba, que treinavam juntas e essas bobagens (embora já tivesse me contado antes, a atuação foi para que a loira não percebesse que já estávamos falando dela, e não da melhor forma). Terminadas as formalidades, ela se retirou, mas não sem antes me olhar nos olhos e dizer:beleza, depois a gente se vê na pista pra botar o corpo pra mexeras cartas estavam sobre a mesa, agora era questão de ter coragem para jogar, e eu não ia perder essa chance. Por sorte, a comida chegou rapidamente e o clima mudou, voltando à realidade familiar, à celebração do amor dos recém-casados e ao aproveitamento da noite que mal havia começado. Com a comida, segurei um pouco na bebida porque não queria arranjar confusão tão cedo e muito menos ser o bêbado da noite — ou pelo menos não o primeiro. A água saborizada me ajudou a baixar o calor do corpo e matar a sede, mas acelerou minha vontade de ir ao banheiro, então depois de um tempinho tive que pedir licença de novo e ir mijar tranquilo. Cruzei o salão, entrei no banheiro, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos, molhei o rosto, me arrumei e saí, mas o que eu não esperava era esbarrar na loira na porta.que rápido a gente se encontra de novoeu disse sem a menor vergonha, e ela rebateu na mesma moeda falandoE o melhor é que não temos sua mulher por pertoSe eu não esperava me deparar com ela, muito menos sonhava que ela me diria uma coisa dessas. A gostosa veio com tudo, mas eu não ia me encolher:haha não é um detalhe pequeno, mas não vou mentir, eu adoraria ficar sozinho com você, mas num lugar mais tranquiloEla riu, não disse nada e foi entrando no banheiro balançando a bunda com uma caminhada hipnótica.
Voltei para a mesa me sentindo o Brad Pitt, mas ao mesmo tempo com o coração batendo a mil. Nunca fui o mais ousado e não me sentia confortável nesse papel, mas também não pensava em perder a oportunidade de experimentar coisas novas.
A questão é que eu já sabia que a loira estava me olhando, e não só isso: estava confirmado que ela queria me dar uma esquentada. Também era evidente que ela não ligava que minha esposa estivesse por perto. E eu, bom, estava entregue — e não há melhor companheiro para esses momentos do que o álcool. Então comecei a beber de novo pra perder a pouca vergonha que ainda me restava, haha.
Não vou enrolar mais: durante o resto do casamento, os roces continuaram. Em algum momento, dançamos juntos quase sem querer, nos olhávamos de mesa em mesa de forma cúmplice, e eu estava cada vez mais bêbado.
Em um momento, nos encontramos os dois de pé, bem pertinho, num canto da pista. Ela se aproximou do meu ouvido e disse: "Se você aguentar, te espero lá fora em 10 minutos. Seja discreto." E foi embora.
Tive que respirar fundo e assumir que, naquela noite, pela primeira vez, eu ia trair minha esposa...
Passaram os dez minutos, e eu saí do salão. Um parque lindo, cheio de plantas e elementos de decoração, estava me esperando. E lá longe estava a loira, que, quando me viu, se dirigiu para o estacionamento.
Segui ela devagar, sem fazer barulho, pensando que ia comer uma gostosa maravilhosa. Ela parou bem na frente de um Toyota Etios vermelho — daqueles pequenos, sem porta-malas —, e eu parei bem na frente dela. Não dissemos nada e, direto, nos fundimos num daqueles beijos que mostram que a tesão vinha se acumulando.
Não ligávamos pra nada. Ela tava me apertando a bunda (parece que ela tinha uma coisa com minha bunda, não sei porquê, ela nem é das mais carnudas, hehe), e eu retribuía a gentileza.
Ela usava uma calça preta, de tecido fininho e brilhante. Acariciá-la por cima da calça era como tocar uma segunda pele. Pele, parecia que ela estava nua, mas não, logo eu perceberia que sua pele era muito melhor. Num instante, ela se afasta de mim e, não sei de onde, tira a chave do carro, abre e me empurra para o banco do motorista. Ela se joga sobre mim e tenta desabotoar minha calça, mas entre o cinto e a camisa que estava por dentro, era difícil, então ajudei. Nem um minuto se passou e já tinha a calça na altura dos tornozelos, a cueca um pouco acima e o pau duro ao ar livre. Juli me olhou nos olhos e, sem dizer nada, enfiou de uma vez na boca, começando um boquete dos sonhos. Sua boca era pequena, sentia o calor que emanava e adorava como ela usava os lábios como uma ventosa. Eu estava nas nuvens, mas sabia que não tínhamos muito tempo, senão íamos começar a chamar atenção. Então, infelizmente para mim, tive que parar de aproveitar a chupada gostosa que ela estava me dando para me levantar. De um jeito nada sutil, a virei, coloquei suas mãos no teto do carro e fiz ela empinar a bunda. Baixei sua calça rapidamente. Ficou a loira com sua pele branca e o bumbum redondo, carnudo, durinho, típico da idade e de uma vida dedicada à dança, ao ar livre, coberto apenas por uma calcinha fio-dental pequena e preta, igual à calça. Sem perder tempo, meti a mão, puxei a calcinha para o lado e fui direto acariciar aquela buceta que eu imaginava que devia ser linda, mas que, pela escuridão em que estávamos, nunca pude ver e tive que me contentar em imaginar. Quando aproximei meus dedos de sua pelve, pude sentir que não havia um único pelo púbico, e que de sua caverninha saía um calor que mostrava que ela estava tão excitada quanto eu. Desci meus dedos e suavemente comecei a movê-los em círculos, brincando entre seus lábios vaginais, sentindo sua umidade e apalpando seu clitóris, que estava durinho e ereto. Ela logo começou a soltar pequenos e curtos gemidos, primeiro quase imperceptíveis, mas com o... Os segundos passavam e, com o aumento da pressão dos meus dedos, os gemidos dela foram ficando cada vez mais fortes. Quando percebi, comecei a sentir ela tremer e suas palavras confirmaram que eu estava fazendo tudo certo: "filho da puta, vou gozar, vou gozar", a Juli dizia enquanto suas pernas pareciam fraquejar. Eu estava com o pau duro como pedra, então sem hesitar a apoiei no carro, tirei meus dedos da sua buceta e comecei a tentar enfiar meu membro dentro dela. Graças aos seus fluidos e à minha tesão, meu pau entrou rápido e fácil. Parecia que a bucetinha dela tinha sido feita sob medida pra mim, porque seu interior me recebia da melhor forma, então rapidamente comecei a bombear, metendo e sacando, metendo e sacando. Poderia até parecer que, depois de horas do começo do casamento, estávamos repetindo a coreografia de "Joga pra frente, joga pra trás", mas não era isso - eu estava enfiando o pau todo nela enquanto ela me dizia "me dá mais, covarde, me dá mais", querendo que eu extravasse toda a irracionalidade que havia em mim. Obedeci, metendo com força enquanto a segurava pela cintura, mas a tesão era tanta que, sem pensar, em um momento dei um tapa na sua bunda. Minha mão aberta atingiu sua nádega direita, e na noite fria da cidade de Mar del Plata tenho certeza que deve ter ficado marcada. "Assim, assim que eu gosto", me dizia essa loira linda que até algumas horas atrás era uma completa desconhecida. Não sei se lembram, mas no "capítulo anterior" comentei que a moça tinha as costas descobertas, porque a camiseta que ela usava era daquelas de festa, decotada na frente e totalmente aberta atrás, e foder ela com a cintura arqueada e as costas livres era muita tentação. Seu pescoço longo e fino, com seus brincos balançando, estava totalmente à disposição, então não hesitei em me jogar completamente sobre seu corpo, aprofundando a penetração e aproximando minha boca do seu pescoço, dos lóbulos das suas orelhas. Eu queria sentir seu cheiro e sua pele em todos os sentidos. centímetros da sua pele... Não sei quanto tempo teria passado, mas minha excitação estava subindo e eu estava sentindo, o sangue estava cada vez mais acumulado na cabeça do meu pau, que eu sentia que estava prestes a explodir, sentia que o momento do gozo estava chegando e eu disse devagarinho, num sussurro no seu ouvido direito:tô quase gozando, onde você quer?foi tudo que consegui comentar e ela, entre gemidos e suspiros, me disseeu quero tomar ela todinhaDe uma vez só tirei ela e agora foi ela que sentou no banco do motorista e rapidamente agarrou meu pau, balançou duas vezes e recebeu os jatos direto na língua, dando passagem direta pro seu sistema digestivo depois de saborear por toda a boca. Foi lindo como a Juli chupou até a última gota, parecia uma possuída sem vontade de soltar meu pau, uma vampira querendo me tirar até o último suspiro. Depois que engoliu tudo e limpou a cabeça do meu pau, me olhou, sorriu com a mesma carinha de mulher perigosa que tinha me mostrado na pista de dança há pouco e disse: "Obrigada pelo gozo tão gostoso, sempre tive a fantasia de fazer isso num casamento. Espero que se repita".
Eu também ri, disse que sim, obviamente, enquanto nos trocávamos pra voltar pro salão. Quando voltei pra mesa, disse pra minha mulher que tinha ido ao banheiro, que misturar tanto álcool me fez mal e que ia parar de beber um pouco pra aguentar a festa toda e pronto, mudei de assunto. Ela, sabendo da minha rotina com comida, bebida e uso do banheiro, entendeu e acho que acreditou. O casamento terminou horas depois, me deixando um dos melhores momentos dos últimos anos e uma experiência que nunca tinha vivido: a infidelidade.
Ontem recebi uma solicitação de mensagem no Instagram, era a Juli, que descobri também ser casada... veremos o que o destino nos reserva. Talvez tenha outras histórias pra contar.
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