Tarde de amigasDepois de alguns meses adiando o encontro, finalmente vou me reunir com Romina. Minha querida amiga passou por uma jornada desde que chegou da França, uma onde pôde experimentar o verdadeiro prazer e quebrar certos limites. Eu não posso reclamar, quer dizer, desde que meu pai realizou meu sonho de ser dele, tudo tem ido relativamente bem na minha vida. Claro, tive que lidar com alguns conflitos que fui descobrindo na minha família.
Enquanto caminhava até a cafeteria onde me encontraria com Romina, o vento brincava com minha cabeleira loira. A cada passo que dava, meus peitos balançavam dentro da blusa que me cobria até a cintura. O som dos meus saltos chamava atenção e eu percebia que alguns se viravam para me olhar e ficavam de boca aberta. Com certeza nunca tinham visto uma garota tão gostosa como eu, é nessas horas que agradeço pela genética da minha mãe.
Desde muito nova gosto de me vestir bem, para chamar a atenção dos garotos, ainda mais agora que sou uma vinte e poucos anos e meu corpo transborda sensualidade. Devo admitir que foi difícil escolher uma roupa para vestir nessa ocasião, por sorte minhas queridas e jovens tias me ajudaram. Agora que penso, é estranho me referir a elas com tanto carinho se no começo as odiava, mas nesses meses, aprendi a gostar delas, até mesmo da estúpida da Ignacia, que vai casar com meu querido irmão Axel.
Ao chegar na mesa onde Romina estava, percebi que ela era o centro das atenções e como não seria, se a muito Promíscua vestia um top justo e exibia um decote ousado. Seus peitos sem dúvida eram as melhores armas que ela tinha, já que até eu tinha vontade de apertá-los e saboreá-los. Mordendo os lábios, me aproximei dela para dar um beijo em sua bochecha, automaticamente nos abraçamos e sentir o choque de nossos seios macios foi incrível.
Romina: Caralho, como você está gostosa, Vanessa.
Eu: Obrigada, Romi, você também está fantástica. Romina: Mas não tanto quanto você. Disse sorrindo, nos sentamos e enquanto esperávamos para sermos atendidas, notei que minha querida amiga tinha um anel no dedo. Não pude evitar perguntar o que aquilo significava, porém, a desgraçada só riu e não quis dar detalhes sobre o anel. Obviamente não sou boba e havia um significado especial naquela aliança, mas não era de noivado, porque não estava no dedo anular e, se estivesse noiva, Romina já teria se gabado para mim muito antes de nos encontrarmos. Devo admitir que fiquei com ciúmes naquele momento, pois adoraria ter um anel como o dela e que tivesse sido dado por ninguém menos que Axel. Romi percebeu que eu tinha ficado um pouco excitada, então em um sussurro me perguntou,–“Tá pensando no Axel?”enquanto soltava um sorrisinho. Como eu não disse nada, ela comentou algo de novo, num tom bem baixo,–"Mas que puta safada, Vane, nem quando me tem na sua frente você consegue parar de pensar naquele otário que te trocou por outra"–Essas palavras me irritaram, porque mesmo que meu irmão estivesse comprometido com a Ignacia, eu ainda tinha uma pequena esperança de que a gente poderia dar certo.
Só de pensar no meu irmão, minha buceta fica toda molhada e me dá um calorzinho único, afinal ele é o único homem que eu realmente amo. Papai é só um desejo carnal, mas o Axel, ele é mais que isso, ele com só me tocar me faz tremer e seus lábios ao se conectarem com os meus me fazem delirar entre o prazer e o amor. Nosso primeiro beijo foi mágico e algo que tenho certeza que ele ainda lembra com muito carinho, afinal foi muito fogoso e intenso.–“Vane”–Romina interrompeu quando eu estava me perdendo naquela lembrança e minha calcinha ficava molhada. Percebi que minha amiga tinha me acordado daquele momento maravilhoso, porque foram nos atender. Era uma garota que aparentemente estava impressionada com nossos corpos, não parava de ficar de olhos arregalados, pareciam dois pratos enormes. Eu, em vez de torturá-la como minha amiga, pedi um chocolate, enquanto olhava novamente com atenção o anel da Romi.
Romina: Tá bom, se você está morrendo de curiosidade para saber o que isso significa, vou te contar, embora seja uma história bem chata e não tenha um significado especial. Em troca, você me confessa tudo o que fez com o Bruno, porque não acredito que só ajudou ele…
Eu: (Interrompo) Sim, só fiz isso, ajudei ele a encontrar a namorada, a tirar a máscara da mãe dele e a arrumar um emprego.
Romina: Só isso?
Eu: Só isso, gata! Agora quero que você ouça sobre uma coisa que descobri recentemente e que tem me deixado excitada nessas últimas semanas.
Romina: Ai, essas palavras prometem muito, então espero que seja uma boa história.
Eu: Você nem imagina como é boa.
Romina se ajeitou para poder me ouvir da melhor maneira tudo o que eu ia contar. Tudo começou umas duas semanas atrás, eu voltava para casa depois de uma sessão de fotos. Naquele dia meu corpo estava ardendo, minha bucetinha precisava de um pauzão atravessando ela e apagando esse fogo que percorria meu corpo. Dirigi rápido para casa, não quis me desviar, pois sabia que em casa estava o papai e desde que o Axel parou de me tocar, só ele era o único que me consolava e satisfazia minhas necessidades.
Enquanto estava no caminho, na minha mente pervertida eu imaginava o pau do meu pai ereto e apontando para mim, com aquela cabecinha linda e deliciosa brilhando. Mordendo os lábios, tentei me controlar, mas de novo aquele pau vigoroso invadiu meus pensamentos, junto com a figura divina da minha mãe. Fazer ménage com os dois era algo de outro mundo e meu apetite sexual estava mais do que saciado. Já não aguentava mais de tesão, então aumentei a velocidade.
Quando finalmente cheguei em casa, estava exasperada, só queria ver meu pai e devorar sua boca, levá-lo pro meu quarto e fazer ele me meter do jeito que ele sabia fazer. No entanto, minha fogosidade diminuiu um pouco ao ouvir vozes familiares no quintal. Como suspeitava, eram as vozes de Luz, Sophie e Olivia, minhas amigas modelos. Não entendia que porra elas estavam fazendo na minha casa sem meu convite, e nunca esperaria vê-las tão próximas da minha mãe. É verdade que minha mãe é simpática com todos e é muito fácil puxar conversa com ela, mas ainda assim era estranho pra mim.
Ao me aproximar, percebi por que essas três estavam tão animadas e acompanhando minha mãe: elas estavam literalmente comendo meu pai com os olhos, que estava com o torso nu, praticando com uma espécie de espada de madeira. Fiquei paralisada, e não era pra menos com aquela imagem tão poderosa na minha frente. Consegui entender por que essas vadias estavam alucinando. Quer dizer, mesmo tendo visto meu pai pelado várias vezes, observá-lo brandindo aquela espada o deixava muito sexy.
Meu pai não é conhecido por ser muito atlético, mas também não está fora de forma. No entanto, naquele momento, seus braços pareciam muito mais largos, seu torso era um deleite, com abdominais não tão marcados mas firmes, peitorais lindos e suas costas pareciam fortes e muito sensuais. E ainda tinha o fato de ele estar suando — toda sua essência masculina dava pra sentir no ambiente, assim como seu aroma. Era impossível não derreter.
Meu tesão tinha aumentado muito mais do que antes. Por mim, eu ficava pelada e ia pro lado do meu pai pra ele me dar com o pauzão dele. No entanto, ainda conseguia controlar meus impulsos, principalmente por causa do ciúme que essas putinhas das minhas amigas me causavam, pois minha mãe tem um fetiche — ela adora ver Papai transando com outras. Com certeza aquelas três estavam ali porque minha mãe queria vê-las fazendo algo depravado com ele e já dava isso como certo, porque já tinha pegado Olivia e Sophie trepando com ele.
Embora eu não tivesse visto Luz com meu pai, com a libido que ela estava olhando pra ele naquele momento, eu tinha certeza que ela já tinha experimentado aquele tronco dele. Quando eu cheguei perto delas, mamãe foi a única que notou minha presença e desviou o olhar por alguns segundos pra me cumprimentar. Eu perguntei o que meu pai estava fazendo, e ela, fixando o olhar nele de novo, me disse:–“Ela está se preparando para um duelo de kendo contra o Alex”–Eu: Espera, desde quando o pai pratica kendo? E por que ele vai enfrentar o Alex?
April: Ele começou a praticar quando você nasceu, queimava as energias nisso e, bem, o Alexander desafiou ele por capricho.
A mamãe não quis, ou melhor, não conseguiu dizer mais nada, seus olhos azuis só contemplavam meu pai. Eu tinha certeza que, assim como eu e aquelas outras putinhas, ela só queria se despir, abaixar a calça dele e devorar aquele sabre de carne.–“Mã… Mãe”–sussurrei, enquanto todo meu corpo tremia, eu estava gozando só de admirar o corpo do meu pai. Ela percebeu minha urgência e teve pena de mim, levantando-se da cadeira para se aproximar dele, murmurando algo enquanto enxugava o suor do peito dele com uma toalha.
Depois, ela se virou e olhou para minhas amigas com um sorriso.–“Tá bom, meninas, acabou a exibição, agora o Tommy precisa conversar um pouco com a sua Princesinha”–ele apontou, fazendo com que as três ficassem desanimadas. Elas se levantaram e foram com a mamãe em direção à piscina, nenhuma me cumprimentou, também não foi algo que me importasse, porque eu só queria ficar a sós com meu pai. Ao ver que elas já estavam suficientemente longe, não me aguentei mais e me joguei nos braços do meu pai, beijando-o com muita paixão.
Toda a luxúria que sentia pelo meu corpo foi se acalmando, no entanto, não era suficiente, eu precisava apaziguar toda essa chama que havia em mim. O melhor de tudo é que papai entendeu e é que ele também estava excitadíssimo, seu mastro estava ereto e duro, o mais certo é que os olhares lascivos das minhas amigas o tinham deixado com tesão e ele estava morrendo de vontade de atravessar uma bucetinha. Por isso, de um puxão, ele tirou a bermuda que eu usava, assim como minha calcinha molhada, que ele rasgou e ficou pendurada na minha coxa esquerda.–“Aahh, papi, quero que você enfie toda a sua espada de carne em mim, agora”–I whispered with a playful little smile, licking my lips.–“Nem precisa pedir, Princesinha”–disse ele, abaixando as calças e libertando aquela cock impressionante, que estava coberta de seu líquido pré-seminal. Não havia dúvida de que durante todo aquele tempo em que esteve treinando, ele a manteve dura e, com certeza, várias fantasias passaram por sua cabeça, porque, embora ele não queira admitir, ultimamente tenho notado que ele tem começado a gostar das ideias malucas da mamãe e imagina o que pode pedir a ela.
Vê-la assim toda melada e inchada me deixou de boca aberta; se eu estivesse mais tranquila, teria me abaixado para chupar aquela cock imponente, mas eu precisava tanto daquele tronco naquele momento, que apenas me apoiei em seus ombros e deixei que ele a enfiasse em mim. Só sentir a ponta de sua cabecinha enorme me fez gritar de prazer, minha buceta encharcada se abria para receber todo o seu pau,–“Aaahh siiim… Papi, dá amor pra sua garotinha safada, enche a bucetinha dela com seu pauzão”–afirmei, aproximando meus lábios para beijá-lo de novo.
Nunca esperei que o papai fosse me foder ali no quintal, pensei que depois de untar a cabeça do pau com minha buceta molhada, ele ia pedir para irmos pro meu quarto. Mas ao invés disso, ele me satisfez e enfiou o membro todo dentro de mim. Sentir aquele tronco grosso batendo no meu útero me fez explodir de prazer e a língua dele dentro da minha boca me deixou completamente zonza. Ele, apoiando minhas costas na parede, tirou minha blusa e começou a brincar com meus peitos.–"Adoro essas suas tetas, filha, são tão grandes e macias quanto as da sua mãe"–ele disse, enterrando o rosto entre meus seios e me dando uma estocada atrás da outra. Minhas pernas voavam pelos ares e minhas mãos tentavam se manter firmes no corpo do meu pai. Sua boca que se perdia nos meus seios, passeou pelo meu pescoço e sua respiração perto do meu ouvido me deixava ainda mais excitada. Papai naquele momento parou de me penetrar, me baixando cuidadosamente de seus braços me olhou, me deixando desconcertada.
Não entendi por que ele tinha parado de me foder, muito menos o motivo pelo qual ele tirou aquele membro descomunal da minha buceta. Até que ele me deu um tapa na bunda,–“Apoia as mãos na parede e levanta esse rabinho gostoso que você tem, filha”–eu obedeci como a boa garota que sou, além disso só queria continuar sentindo o pau dele dentro de mim. Assim que faço isso, percebo o motivo da mudança de posição: ele queria que eu visse como minha mãe distraía minhas amigas a alguns metros de distância.
A perversão acendeu meu corpo de novo, depois daqueles segundos de incerteza, eu só queria mais, tremia por ter aquele cilindro grosso dentro de mim. Mas papai não enfiou de uma vez, ele se abaixou e passou os lábios pela minha bucetinha que pingava, só de sentir o atrito da barba dele, eu suspirei.–"Meu Deus, papi... O que você tá fazendo? Vem treinar comigo e enfia essa espada"–Implorei, embora em vão, seus dedos acariciaram minha buceta e sua língua foi direto para meu clitóris.
Comecei a gemer, não conseguia disfarçar que aquilo me deixava louca, e mais ainda sabendo que minha mãe nos observava de longe e aquelas putinhas das minhas amigas nem desconfiavam do que estava acontecendo. Os olhos penetrantes da minha mãe me deixaram ainda mais excitada, eu queria que ela se sentisse orgulhosa por me deixar ficar com seu homem, já que ela poderia facilmente ter dado esse privilégio a uma daquelas vadias com quem conversava, mas ela entendeu minha urgência e quis que eu tivesse esse presente.
Seus dedos foram se enfiando na minha vagina e todo o meu corpo estremeceu, não conseguia manter minhas mãos firmes na parede, só uivava.–“Pa… Pa… Pai… Pai, eu vou gozar…”balbuciei, soltando um grande jato dos meus líquidos, depois disso, senti um grande alívio, pois era o que eu precisava, no entanto, queria mais, queria continuar aproveitando a pica do meu pai, que não me negou, pois me ajudando a me manter em pé, ele me agarrou pela cintura e enfiou seu pauzão de novo na minha buceta.
Um suspiro atrás do outro, eu soltava ao sentir o pacote do meu pai percorrendo minha vagina e batendo no meu útero. Minhas paredes se contraíram com força, ainda mais quando percebi que os olhos das minhas amigas se desviaram para onde eu estava. Meus peitos dançavam no ritmo dessa foda maravilhosa e as mãos do meu pai, aos poucos, foram percorrendo minha bunda, ele a moldava e me dava palmadas, algo que eu adorei. Houve um momento em que ele levou a mão esquerda à minha boca e me fez chupar seu dedo anelar.
Depois disso, ele o enfiou no meu ânus, me fazendo gemer de novo,–“Ahh, sim, papai, mete gostoso na sua gatinha!”Eu deixei claro, jogando meus quadris para trás. Ele sentiu meus músculos vaginais se agarrando ao seu pau e meu ânus fazendo o mesmo com seu dedo. Consegui ver um sorriso no rosto do meu pai, que começou a meter com força, mas de uma maneira deliciosa. Minha cabeça rodava de tanto prazer, meu ânus, só por ter aquele dedo, implorava por mais, queria ser aberto como minha buceta naquele momento.
Ele soltou minha cintura e agarrou meu cabelo, puxando-o. Aproximou-se do meu ouvido para mordiscá-lo, depois devorou minha boca. Minha língua se entrelaçava com a dele com muita intensidade. Não queria parar de sentir aquela sensação tão prazerosa e excitante que eu tinha ao ser fodida ao ar livre e com minhas amigas tão perto.–“Uuufff, papaii… Você realmente sabe manejar muito bem essa espada, balança ela com muita maestria”–eu disse, totalmente fascinada com a sua foda.–"Princesinha, obrigada por treinar comigo"–disse, sem diminuir o ritmo e provocando outros gemidos da minha parte.–“Não precisa agradecer nada, papi, você sabe que pode me usar quando quiser”–respondi, mordendo os lábios e sentindo o pau dele inchando cada vez mais dentro de mim e pulsando com frequência. Seu dedo finalmente alcançou o ponto mais profundo do meu cu e me fez explodir de novo, ao mesmo tempo em que ele foi tirando o pau da minha buceta, colocando-o entre minhas nádegas, tirou o dedo e cobriu minhas costas com seu gozo grosso.
Eu: Porra, isso foi incrível, papai…
Falei com a voz ofegante, recuperando o fôlego depois de uma foda daquelas.
Tomás: Fico feliz que você tenha gostado, Vanessa.
Ele disse, pegando sua calça e minhas roupas. Quando me virei para tocar seus lábios, papai me pegou pela cintura e me carregou.
Eu: O que você tá fazendo, pai?
Tomás: Não é óbvio? Vou te levar pro seu quarto pra gente continuar fodendo.
Um sorrisinho surgiu no meu rosto, esquecendo que faltavam apenas onze dias para o casamento do Axel. Indo para o meu quarto, papai continuou me comendo com a mesma força que no pátio, mas agora não usava mais minha buceta melada, e sim satisfez meu cu, que ficou muito feliz depois de receber uma boa metida. Ficamos exaustos naquela tarde de tanto transar, ambos abrimos os olhos de novo quando mamãe entrou no meu quarto com um rosto preocupado.
Mamãe quis falar em particular com papai, mas ele pediu que ela dissesse o que tinha pra dizer. Ela suspirou e, enquanto sua mão travessa acariciava o pau do papai, murmurou que o vovô Enrique estava pior com sua doença. Essa declaração fez meu coração acelerar, porque apesar de algumas diferenças que tive com meu avô, sempre o amei e sei que sou a menina dos olhos dele, sua neta preferida, a quem ele mimou desde pequena.
Para minha surpresa, papai, ao saber da notícia, ficou tão preocupado e angustiado quanto eu, mas rapidamente mudou a expressão e usou como desculpa que tinha muito trabalho para ir ver o pai dele. Eu sabia que era mentira, porque desde que me lembro, ele e o vovô se evitavam, algo que piorou quando Axel apareceu. Mesmo assim, eu não conseguia parar de insistir para irmos vê-lo, porque era uma situação delicada. No entanto, não consegui nada e mamãe me pediu para não insistir, disse que ela me acompanharia para ver o vovô.
Porém, no dia seguinte ela disse que não poderia porque seu trabalho como professora também impôs obstáculos. Pensei que viajaria sozinha, mas então vi papai conversando com Benjamín e Axel. Meu coração acelerou ao pensar que meu querido meio-irmão viajaria comigo, no entanto, foi apenas uma ilusão boba. Pois Axel tinha uma viagem programada com Ignacia. Então Benjamín foi designado para viajar comigo, embora inesperadamente Josefina também tenha se juntado. E digo inesperadamente porque para meu pai foi, mas para mim, não.
Porque eu sabia que ela e Benjamín eram mais do que tia e sobrinho, eles são um casal, informação que papai desconhecia, mas que mamãe está a par de tudo, embora finja não saber, só para ver até onde aqueles dois iriam querer esconder o óbvio. Foi assim que iniciei minha viagem para a casa dos meus avós paternos, que vivem a cerca de 5 horas de distância de nós, mesmo assim, a única vez que nos reunimos com eles foi para o aniversário de Simón.
Durante todo o trajeto, meu irmão e minha tia não foram inconvenientes, ou seja, não ficavam se beijando livremente ou sendo melosos, embora tenham sido muito flertadores e eu não conseguia evitar olhar para eles e ficar excitada. Embora grande parte da minha mente estivesse rondando a pergunta de por que papai era tão evasivo com sua família? Eu queria descobrir a origem do distanciamento com meus avós. Quando chegamos, meu irmãozinho ficou encantado com a sensualidade da vizinha dos meus avós.
Ela à primeira vista aparentava uns 35 anos, aproximadamente, mas na verdade é uma mulher mais velha. Isso irritou Josefina, eu naquela ocasião devo admitir que fiquei do lado dela, pois, embora não goste de admitir, porque estaria dando um elogio indireto a Ignacia, já que Jose e ela são gêmeas, e ainda me é é difícil falar muito bem da Nacha, entre Josefina e aquela mulher, minha tia tem um físico que me atrai muito mais e é mais sensual, então Benjamín confirmou que os homens da minha família têm uma obsessão por Milfs.
Entramos na casa e Josefina não falou com Benjamín, eu cumprimentei minha avó que nos recebeu e depois fui para o quarto do meu avô. Ele reclamava muito de dor, mas ao me ver sorriu,–“Como tá minha gatinha gostosa?”ele perguntou, olhando-me nos olhos. Eu respondi que estava bem, embora um pouco inquieta com a saúde dele. Ele riu com muito esforço e sussurrou para eu não perder tempo me preocupando com ele e focar em mim mesma. Eu o abracei e murmurei que isso seria difícil.
Depois disso, continuamos conversando sobre algumas coisas, embora papai nunca tenha sido um tema. No dia seguinte, acordei meio tonta e dolorida. Durante a noite, tinha dormido muito pouco, já que meu corpo estava ardendo, querendo foder, ansiando pelo pau do papai e, como ele não estava, tive que tentar me satisfazer sozinha, algo que foi inútil. A manhã transcorreu da forma mais normal, Benjamín e eu passamos um tempo com o vovô e depois o deixamos descansar.
Com meu irmão, saímos para aproveitar um pouco do dia na piscina. Josefina ainda estava brava com Benjamín, então não se juntou a nós. Depois de nadar um pouco, me deitei em uma das cadeiras que havia e acabei pegando no sono. Descansei cerca de uma hora e meia; o sol que antes batia nos meus pés havia se movido alguns metros e apenas a sombra me cobria. Percebi que meu irmão não estava mais nadando e pensei que talvez ele tivesse entrado em casa. No entanto, quando ia me levantar para entrar, ouvi umas risadinhas que chamaram minha atenção.
Elas vinham da outra casa. Queria não dar tanta importância, mas então reconheci a voz do meu irmão. Furtiva como minha mãe, me infiltrei no jardim da vizinha. Não precisei entrar na casa para encontrar Benjamín, porque ele estava passando protetor solar na mulher. Ela, toda risonha, dizia que as mãos dele eram macias e muito agradáveis. Benjamín, todo atrapalhado, espalhava o produto pelas costas da madura, enquanto um volume se destacava em seu short.
Percebi que aquela puta era uma devoradora de jovens e que meu irmãozinho seria mais uma de suas presas se eu não intervisse. Mas preferi um pouco mais de espetáculo, então decidi ir avisar Josefina sobre o que estava acontecendo. Enquanto caminhava de volta para casa para falar com minha tia jovem, Eu me perguntava: por que os homens da minha família eram tão fracos diante das milfs? A única resposta que me vinha à cabeça, e que acho a mais óbvia, é que o papai passou pros meus irmãos, além do pauzão, essa tara também.
Quer dizer, naquele momento, o Benjamín estava hipnotizado por aquela mulher de cintura fina e quadris largos, pernas longas e peitões. Pelo que eu sei, meu pai na juventude corria atrás de mulheres milf, pelo menos o que eu sei é que a mamãe ajudou ele a transar com a senhoria dele e engravidou a mãe do Axel numa festa com os amigos, onde eles trocaram as maduras. O Axel ficou com tesão na minha mãe e transou com uma milf ruiva.
Eu me questionei, porque era totalmente o contrário com meu avô Enrique e meu tio Ricardo, que se casaram com mulheres mais novas e nunca tiveram um caso com uma mulher mais velha. Entrei em casa e não encontrei minha tia no primeiro andar, nem no quarto onde ela estava hospedada. Não quis gritar o nome dela, porque não queria acordar meu avô. Então voltei pra piscina pra buscar meu celular e mandar mensagem pra Josefina, quando, curiosamente, ouvi o telefone dela tocar bem perto.
Intrigada, me aproximei da janela que dava pro quarto do meu avô e, pra minha surpresa, a Josefina estava lá com um sorriso de orelha a orelha. Ela estava banhando o corpo do meu avô com um pano úmido. Notei no olhar dela um fervor enorme quando chegou a hora de abaixar a calça dele. Mas assim que ela fez isso, seus olhos refletiram desilusão. Sem que ela percebesse, minha avó entrou no quarto e, ao vê-la com o pau do avô nas mãos, perguntou o que ela estava fazendo.
Josefina: Eu?... Na-nada, dona Hilda... Quer dizer, estava dando um banho no senhor Enrique.
Hilda: Mmm... Tem certeza? Não está mentindo pra mim, né?
Josefina: (Nervosa) Nop... Que outras intenções eu poderia ter?
Hilda: Não sei, mas por trás dessa carinha de menina boazinha que você tem, eu sei que tem uma gostosa.
Josefina ficou completamente sem reação, um silêncio invadiu o quarto por alguns segundos, até minha avó quebrá-lo.
Hilda: Não precisa se preocupar, moça, no fundo eu te entendo.
Josefina: A senhora... me entende?
Hilda: Sim, quando jovem eu era muito curiosa sobre os paus que os integrantes da minha família tinham. Procurava oportunidades perfeitas para saber o tamanho dos seus membros viris, então você pode ser sincera comigo, querida.
Por motivos óbvios, Josefina relaxou após aquelas palavras, deixando de lado meu avô, como se fosse um brinquedo que não lhe interessava mais, se aproximou da minha avó e começou a conversar sobre pênis. Era um assunto que me causou certo desconforto, já que nunca imaginei que minha avó fosse tão especialista em pirocas e liberal. Por um momento pensei em parar de ouvir, até que Josefina disse algo que chamou minha atenção.
Josefina: Sinceramente, esperava que o senhor Enrique tivesse o pau maior. Porque o Benjamín tem ele longo e bem grosso, o Axel também e eles obviamente herdaram do meu cunhado. Por isso pensei que o Tomás tinha pegado esse membro viril do pai.
Hilda: (Rindo) Entendi, por isso você se ofereceu para lavar meu marido, esperava encontrar algo maravilhoso debaixo daquela calça. Mas infelizmente o Enrique não foi quem passou essa pica grossa e suculenta para meu filho caçula.
Josefina: Ah, não? Então, a senhora traiu o senhor Enrique?
Hilda: Não, não... O que quero dizer é que esse pirocão do meu filho vem da minha família, meu pai é quem tinha assim.
Josefina: Aaaahhh... Entendi. Desculpe, posso perguntar, por que a senhora fala com tanta luxúria sobre o pau do meu cunhado?
Hilda: (Rindo) Vejo que você é muito atenta e dedutiva, querida. Imagino que nessa cabecinha você suspeita que eu sou louca pela trolha do meu filho Tomás e não está errada de todo. Quando percebi que meu garoto tinha o pênis do meu pai, comecei a me masturbar todas as noites pensando naquele tronco Grossa, meu corpo começou a desejar aquilo como nunca havia desejado por um homem antes, aquele limite do proibido me enchia de calor e me excitava demais.
Josefina: (Sorriu) Nossa, mas que safadinha, mas entendo, uma rola dessas enlouquece qualquer uma. No entanto, tem uma coisa que não entendo, você nunca desejou seu pai e o outro filho não tem tão grande?
Hilda: Não, meu pai eu nunca vi com outros olhos, se eu tinha inveja em certa parte da minha mãe, por ter um pedaço de carne assim tão grande e grosso só para ela, mas nunca fantasiei com ele. Além disso, Enrique foi um grande amante apesar de não ter como meu pai ou Tomás, ele sabia perfeitamente como satisfazer uma mulher. Sobre Ricardo, ele tem um pouco grande, mas não se compara à que o Tomás tem.
Josefina: E você não se aproveitou do Tomás?
Hilda: (Sorriu maliciosamente) Sim... Foi uma noite quando Enrique teve que ir para outra cidade a trabalho e eu pensei que teria a casa só para mim. Pois Ricardo ficou na casa da namorada dele na época e meu caçula tinha saído com os amigos para uma festa. Naquele momento ele estava a alguns meses de ir para a universidade e, acredite se quiser, era a primeira vez que ele saía para uma festa, já que era muito pouco sociável, só tinha dois amigos, que o entendiam perfeitamente, e a Isidora.
Josefina: (Riu) Desculpe, mas acho difícil imaginar meu cunhado tímido.
Hilda: (Sorriu) Eu sei, mais que tímido ele era alguém sério, por isso ninguém o perturbava, exceto por uma garota, mas tudo mudou quando ele conheceu sua irmã, April.
Naquele momento eu fiquei parada ali, porque tudo que minha avó estava dizendo me impressionava, então não me mexi e escutei atentamente o que ela diria para a Josefina:«Bem, continuando minha história, com meu marido fora de casa e meus filhos também, eu tinha planejado aproveitar a noite, com um longo banho e depois assistir a um filme junto com uma taça de vinho. Algo que eu não fazia há muito tempo. Tudo estava indo bem, até que minha mente suja lembrou do pau do meu bebê. Tentei parar de pensar no pau do meu filho e de desejá-lo. Mas foi em vão, porque quanto mais eu tentava esquecer aquele pedaço grosso de carne, que eu tinha descoberto uma noite quando ele dormia inocente com uma ereção, mais eu ficava obcecada por ele»
Meu corpo inteiro estava ardendo, então não tive outra opção senão brincar um pouco com minha buceta. Estava na melhor parte, quando ouvi uns barulhos vindo da cozinha. Assustada, me levantei e, como estava só de lingerie, peguei um roupão para me cobrir. Caminhei até a cozinha e me deparei com o Tomás, que ao me ver se aproximou para me abraçar. Só de sentir aquele contato, senti um grande formigamento lá dentro, no meu órgão sexual, que estava implorando para ser consolado.
Mas mantive a calma e, toda agitada, perguntei:–“Tomás, o que você tá fazendo?”ele me disse que estava procurando abrigo, já que a Vicky - uma garota da turma dele e nossa vizinha - tinha humilhado ele, e pra não perder o controle, ele engoliu toda a dor. Naquela época, ela era a garota mais popular, tinha vários pretendentes, mas o Tomás nunca se interessou. Mesmo que ele pudesse passar despercebido, a Victoria viu meu filho como uma presa que ela adorava perturbar, até obrigava ele a fazer as tarefas dela às vezes, mesmo que o Tomás não costumasse fazê-las e fosse a Isidora quem acabava fazendo.
Eu já tinha discutido várias vezes com a mãe da Vicky, pra que fizessem algo a respeito e ela deixasse meu garoto em paz. Mas aquela garota era a representação do caos, por mais castigos que colocassem, ela continuava fazendo as suas, tudo ao contrário da irmã mais nova, Isidora. Acariciando a nuca do meu filho, sussurrei pra irmos pro meu quarto e lá ele me contasse tudo que aconteceu. Mal chegamos no meu quarto, ele me abraçou de novo, enterrando o rosto nos meus peitos, o que me fez soltar um gemido sutil.
«Tomás não percebeu o que estava provocando em mim e aos poucos fui perdendo a sanidade. Lembro que ele me contou que a Vicky chegou nele com a intenção de passar a noite juntos, mas ele a ignorou como sempre e ela, como vingança, fingiu rejeitá-lo publicamente, dando-lhe um tapa e jogando um copo com bebida na cara dele. Eu já não aguentava mais e, sem avisar meu filho antes, empurrei ele na cama e subi em cima dele»
Apoiei minha mão direita na cama, bem perto da cabeça dele, enquanto a esquerda ficava em seu peito. Ele, meio confuso, não entendia o que estava acontecendo, mas, inocente, foi segurando minha cintura e uma de suas mãos acariciou minha bunda. Eu estava muito excitada, só queria que Tomás me fizesse dele, roubasse sua virgindade e nos transformássemos em amantes. Meu garoto estava cada vez mais excitado e agitado. Sua respiração úmida nas minhas tetas e seu pau endurecendo naquela calça só me faziam perder mais a cabeça.–“Mã... Mã... Mã-mãe...”gaguejou nervosinho

«–"Tá acontecendo alguma coisa, filho?perguntei com um tom provocante, ele, inquieto, fechou os olhos e tentou se acalmar, mas suas mãos começaram a acariciar mais meus glúteos e seu pau não parou de crescer. Fingi estar muito preocupada com ele, mas só queria aproveitar mais a situação. Minhas mãos abraçaram seu pescoço e novamente seu rosto terminou entre meus seios. De forma sedutora, disse:–“Tomás, hoje eu quero que você seja o bebê da mamãe e esqueça essa filha da puta, enquanto dorme entre meus braços e peitos, igualzinho fazia quando era pequenininho”–»
«Ele não respondeu, na verdade não disse mais nenhuma palavra durante a noite. Me obedeceu e ficou ao meu lado me abraçando como o bom menino que era, embora hesitasse em tirar a calça e a camiseta que estava usando, por vergonha, mas mesmo assim o fez. Minha mente pervertida imaginou diferentes situações incestuosas, porém, meu garotinho não fez nada além de me abraçar. Aquilo foi terrível para mim, me senti horrível por pensar que meu filho me veria com outros olhos, que me desejasse como eu o desejava»
«Apesar do choque de realidade que tive, a tesão que sentia não foi embora e começou a perturbar meus pensamentos de novo. Não aguentava mais aquela situação, precisava ver aquele pau de perto, tocá-lo, cheirá-lo, me embriagar no seu cheiro. Então aproveitei que meu filho dormiu profundamente para descer até onde estava sua tranca. Não tinha mais volta, eu disse a mim mesma, enfiei minha língua e comecei a lamber aquele volume. Aos poucos fui percebendo que o pau do meu garoto estava ficando enorme, saltando daquela cueca apertada.»
«Eu já estava completamente perdida na luxúria, então puxei sua cueca e aquele pauzão caiu na minha cara. O cheiro dele me excitava cada vez mais, senti um formigamento na minha buceta, quase gozei só de sentir o cheiro do pau do meu filho. Abri a boca e comecei a lamber, fui cobrindo ele de saliva, até que finalmente me atrevi a ir um passo além, enfiar na boca. No começo foi difícil, era maior do que eu pensava, estava pela metade e já me sentia cheia, incapaz de conseguir enfiar aquela rola no fundo da garganta»
Mas insisti e no final consegui, senti tudo dentro de mim, me senti sufocada e ao mesmo tempo com vontade de continuar brincando com a grande ferramenta do meu garotinho. Não sei quanto tempo fiquei chupando ele, mas adorei experimentar esse ato lascivo e imoral. Já tinha gozado duas vezes e foram os orgasmos mais intensos e prazerosos que já tive na vida. Continuei devorando esse pauzão, até que ele gozou dentro da minha boca, a descarga foi tão grande que saiu pelo meu nariz. Exausta só de mamar o pau do meu filho, acabei dormindo.
«Na manhã seguinte, acordei abraçando as costas do Tomás com minhas mãos em volta do seu pau. Ele não desconfiou do que tinha acontecido, só ficou envergonhado por estar de pau duro. Quando ele se levantou para tomar banho, eu não parava de pensar no que tinha feito. A partir daquele momento, minha vida mudou completamente, já que minha vida sexual com meu marido estava morta e meu corpo só queria a rola do meu filho. Eu entrava no quarto dele todas as noites, muitas vezes fingindo estar preocupada com meu menino, quando na verdade eu só esperava ele dormir para devorar aquele pedaço de carne e receber seus litros de leite.»
Foram quase dois meses nessa rotina, até que aos poucos comecei a ir mais longe, tipo, beijava ele, mordendo os lábios dele e passando minha língua por eles, e esfregava aquele tronco entre meus lábios molhados da buceta, tudo isso enquanto ele dormia. Era só questão de tempo até acabar transando com ele.
Josefina: Espera, o Tomás nunca percebeu isso?
Hilda: Não, ele sempre achou que sua mamãe era apenas carinhosa. Porém, nada dura para sempre e minhas noites de luxúria com meu filho acabaram quando ele decidiu ir estudar longe. Eu não entendia o motivo e tentei convencê-lo a não ir, mas nada mudou a decisão dele.
Comentou minha avó.
Hilda: Os primeiros dias longe dele foram horríveis, não poder saborear aquela pica suculenta e grossa me deixava inquieta, cada dia eu ficava mais irritada e mal-humorada. Frustrada, tentava me satisfazer sozinha, mas não era a mesma coisa de quando tinha a pica do Tomás na minha boca. Milagrosamente, consegui aguentar três meses, mas na metade do quarto mês tudo estava igual ao começo, ou até pior. Então, um dia fui visitá-lo.
Josefina: (Impressionada) O quê? Três meses? Você está me dizendo que aguentou três meses e meio sem transar de jeito nenhum?
Hilda: (Sorriu) Sim, três meses e meio, sem saber o que era sexo. Foi como um pesadelo, principalmente porque o pacote do meu filho despertou em mim um lado luxurioso que eu nem conhecia.
Josefina: Uau... Sinceramente, eu não me imagino três meses e meio sem sexo.
Apontou minha tia, fazendo minha avó soltar uma risadinha breve.
Hilda: E, por isso você anseia pela pica do meu filho, caso meu neto não consiga te satisfazer, não é?
Josefina: (Surpresa) O quê?
Hilda: Josefina, não precisa fingir comigo, eu não vou te julgar. Sei que você tem algo com o Benjamín, só de olhar para vocês percebi que há algo mais do que uma relação entre tia e sobrinho. Além disso, gostaria de ouvir se você tem alguma história com o Tomás. Mas terá que ser em outro momento, porque agora preciso ir para a cozinha.
Josefina: Como assim em outro momento? Você vai embora sem me contar o que aconteceu depois que decidiu ir ver seu filho?
Hilda: Se eu não cozinhar agora, não vai ter janta, querida.
Josefina: Se eu te ajudar, você pode continuar com sua história, né?
Hilda: Mmmh... Sei não, a Vanessa talvez esteja na cozinha e duvido que você queira que minha neta saiba que você está com o irmão dela e que está morrendo de vontade de rola do pai dela.
Disse minha avó incrédula, como se eu fosse uma boba ou ingênua, para não perceber as intenções da minha tia.
Josefina: (Sorriu) A Vanesita sabe que eu amo o irmão dela e que, por isso, estou louca pelas picas da família dela, assim como ela está.
Hilda: (Intrigada) A... a Vanessa?
Expressou completamente atônita.
Josefina: Ai, dona Hilda... Já disse que o Tomás herdou muito bem seus garotões, por isso para a Vanessa é difícil se controlar diante deles e os deseja tanto quanto eu ou quanto a senhora desejou seu filho. Duvido que ela se incomode de ouvir sua história.
Hilda: Então minha neta está atrás da pica do pai dela. Definitivamente fiquei feliz que vocês tenham vindo.
Afirmou minha avó, sorrindo e mordendo levemente o lábio inferior. Ambas saíram do quarto do meu avô, sem suspeitar que eu tinha ouvido tudo o que conversaram. Embora não tenha gostado da ideia de que a Josefina confessou que estava atrás da pica do meu pai. Eu tinha ficado muito excitada com a história da minha avó e com muitas dúvidas que ansiava resolver. Talvez, esses acontecimentos fossem a chave para entender por que o papai estava tão distante da família.
Romina: Uau… Você me deixou impactada, amiga. Agora fiquei na dúvida se seu pai acabou comendo sua avó, porque caralho, que pena eu teria da senhora, se ela não levou aquela trolha dentro dela. Já que chupar é uma maravilha, mas ter dentro tenho certeza que é uma loucura excitante pra caralho.
Vanessa: Fala como se já tivesse provado.
Disse entre risadas, tentando tirar sarro dela, então vi naquele rosto travesso, um sorrisinho promíscuo.
Romina: Provei, quando eles estavam na França.
Essa afirmação me deixou sem palavras, não estava com raiva, porém, assimilar aquilo não era algo que me fosse fácil. Ela lambendo os beiços, ela sussurrou pra mim:–"Por isso que eu tô tão obcecada por ele e morrendo de vontade de ser deleRomina não parou e começou a me contar como conseguiu chupar o pau do meu pai antes de mim. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Espero que tenham gostado desse relato. A ideia dessa série é que os protagonistas dos eventos sejam outros e não o Tomás, que estará igualmente envolvido, principalmente nesses primeiros capítulos. Obrigado por ler.
Enquanto caminhava até a cafeteria onde me encontraria com Romina, o vento brincava com minha cabeleira loira. A cada passo que dava, meus peitos balançavam dentro da blusa que me cobria até a cintura. O som dos meus saltos chamava atenção e eu percebia que alguns se viravam para me olhar e ficavam de boca aberta. Com certeza nunca tinham visto uma garota tão gostosa como eu, é nessas horas que agradeço pela genética da minha mãe.
Desde muito nova gosto de me vestir bem, para chamar a atenção dos garotos, ainda mais agora que sou uma vinte e poucos anos e meu corpo transborda sensualidade. Devo admitir que foi difícil escolher uma roupa para vestir nessa ocasião, por sorte minhas queridas e jovens tias me ajudaram. Agora que penso, é estranho me referir a elas com tanto carinho se no começo as odiava, mas nesses meses, aprendi a gostar delas, até mesmo da estúpida da Ignacia, que vai casar com meu querido irmão Axel.
Ao chegar na mesa onde Romina estava, percebi que ela era o centro das atenções e como não seria, se a muito Promíscua vestia um top justo e exibia um decote ousado. Seus peitos sem dúvida eram as melhores armas que ela tinha, já que até eu tinha vontade de apertá-los e saboreá-los. Mordendo os lábios, me aproximei dela para dar um beijo em sua bochecha, automaticamente nos abraçamos e sentir o choque de nossos seios macios foi incrível.
Romina: Caralho, como você está gostosa, Vanessa.
Eu: Obrigada, Romi, você também está fantástica. Romina: Mas não tanto quanto você. Disse sorrindo, nos sentamos e enquanto esperávamos para sermos atendidas, notei que minha querida amiga tinha um anel no dedo. Não pude evitar perguntar o que aquilo significava, porém, a desgraçada só riu e não quis dar detalhes sobre o anel. Obviamente não sou boba e havia um significado especial naquela aliança, mas não era de noivado, porque não estava no dedo anular e, se estivesse noiva, Romina já teria se gabado para mim muito antes de nos encontrarmos. Devo admitir que fiquei com ciúmes naquele momento, pois adoraria ter um anel como o dela e que tivesse sido dado por ninguém menos que Axel. Romi percebeu que eu tinha ficado um pouco excitada, então em um sussurro me perguntou,–“Tá pensando no Axel?”enquanto soltava um sorrisinho. Como eu não disse nada, ela comentou algo de novo, num tom bem baixo,–"Mas que puta safada, Vane, nem quando me tem na sua frente você consegue parar de pensar naquele otário que te trocou por outra"–Essas palavras me irritaram, porque mesmo que meu irmão estivesse comprometido com a Ignacia, eu ainda tinha uma pequena esperança de que a gente poderia dar certo.
Só de pensar no meu irmão, minha buceta fica toda molhada e me dá um calorzinho único, afinal ele é o único homem que eu realmente amo. Papai é só um desejo carnal, mas o Axel, ele é mais que isso, ele com só me tocar me faz tremer e seus lábios ao se conectarem com os meus me fazem delirar entre o prazer e o amor. Nosso primeiro beijo foi mágico e algo que tenho certeza que ele ainda lembra com muito carinho, afinal foi muito fogoso e intenso.–“Vane”–Romina interrompeu quando eu estava me perdendo naquela lembrança e minha calcinha ficava molhada. Percebi que minha amiga tinha me acordado daquele momento maravilhoso, porque foram nos atender. Era uma garota que aparentemente estava impressionada com nossos corpos, não parava de ficar de olhos arregalados, pareciam dois pratos enormes. Eu, em vez de torturá-la como minha amiga, pedi um chocolate, enquanto olhava novamente com atenção o anel da Romi.
Romina: Tá bom, se você está morrendo de curiosidade para saber o que isso significa, vou te contar, embora seja uma história bem chata e não tenha um significado especial. Em troca, você me confessa tudo o que fez com o Bruno, porque não acredito que só ajudou ele…
Eu: (Interrompo) Sim, só fiz isso, ajudei ele a encontrar a namorada, a tirar a máscara da mãe dele e a arrumar um emprego.
Romina: Só isso?
Eu: Só isso, gata! Agora quero que você ouça sobre uma coisa que descobri recentemente e que tem me deixado excitada nessas últimas semanas.
Romina: Ai, essas palavras prometem muito, então espero que seja uma boa história.
Eu: Você nem imagina como é boa.
Romina se ajeitou para poder me ouvir da melhor maneira tudo o que eu ia contar. Tudo começou umas duas semanas atrás, eu voltava para casa depois de uma sessão de fotos. Naquele dia meu corpo estava ardendo, minha bucetinha precisava de um pauzão atravessando ela e apagando esse fogo que percorria meu corpo. Dirigi rápido para casa, não quis me desviar, pois sabia que em casa estava o papai e desde que o Axel parou de me tocar, só ele era o único que me consolava e satisfazia minhas necessidades.
Enquanto estava no caminho, na minha mente pervertida eu imaginava o pau do meu pai ereto e apontando para mim, com aquela cabecinha linda e deliciosa brilhando. Mordendo os lábios, tentei me controlar, mas de novo aquele pau vigoroso invadiu meus pensamentos, junto com a figura divina da minha mãe. Fazer ménage com os dois era algo de outro mundo e meu apetite sexual estava mais do que saciado. Já não aguentava mais de tesão, então aumentei a velocidade.
Quando finalmente cheguei em casa, estava exasperada, só queria ver meu pai e devorar sua boca, levá-lo pro meu quarto e fazer ele me meter do jeito que ele sabia fazer. No entanto, minha fogosidade diminuiu um pouco ao ouvir vozes familiares no quintal. Como suspeitava, eram as vozes de Luz, Sophie e Olivia, minhas amigas modelos. Não entendia que porra elas estavam fazendo na minha casa sem meu convite, e nunca esperaria vê-las tão próximas da minha mãe. É verdade que minha mãe é simpática com todos e é muito fácil puxar conversa com ela, mas ainda assim era estranho pra mim.
Ao me aproximar, percebi por que essas três estavam tão animadas e acompanhando minha mãe: elas estavam literalmente comendo meu pai com os olhos, que estava com o torso nu, praticando com uma espécie de espada de madeira. Fiquei paralisada, e não era pra menos com aquela imagem tão poderosa na minha frente. Consegui entender por que essas vadias estavam alucinando. Quer dizer, mesmo tendo visto meu pai pelado várias vezes, observá-lo brandindo aquela espada o deixava muito sexy.
Meu pai não é conhecido por ser muito atlético, mas também não está fora de forma. No entanto, naquele momento, seus braços pareciam muito mais largos, seu torso era um deleite, com abdominais não tão marcados mas firmes, peitorais lindos e suas costas pareciam fortes e muito sensuais. E ainda tinha o fato de ele estar suando — toda sua essência masculina dava pra sentir no ambiente, assim como seu aroma. Era impossível não derreter.
Meu tesão tinha aumentado muito mais do que antes. Por mim, eu ficava pelada e ia pro lado do meu pai pra ele me dar com o pauzão dele. No entanto, ainda conseguia controlar meus impulsos, principalmente por causa do ciúme que essas putinhas das minhas amigas me causavam, pois minha mãe tem um fetiche — ela adora ver Papai transando com outras. Com certeza aquelas três estavam ali porque minha mãe queria vê-las fazendo algo depravado com ele e já dava isso como certo, porque já tinha pegado Olivia e Sophie trepando com ele.
Embora eu não tivesse visto Luz com meu pai, com a libido que ela estava olhando pra ele naquele momento, eu tinha certeza que ela já tinha experimentado aquele tronco dele. Quando eu cheguei perto delas, mamãe foi a única que notou minha presença e desviou o olhar por alguns segundos pra me cumprimentar. Eu perguntei o que meu pai estava fazendo, e ela, fixando o olhar nele de novo, me disse:–“Ela está se preparando para um duelo de kendo contra o Alex”–Eu: Espera, desde quando o pai pratica kendo? E por que ele vai enfrentar o Alex?
April: Ele começou a praticar quando você nasceu, queimava as energias nisso e, bem, o Alexander desafiou ele por capricho.
A mamãe não quis, ou melhor, não conseguiu dizer mais nada, seus olhos azuis só contemplavam meu pai. Eu tinha certeza que, assim como eu e aquelas outras putinhas, ela só queria se despir, abaixar a calça dele e devorar aquele sabre de carne.–“Mã… Mãe”–sussurrei, enquanto todo meu corpo tremia, eu estava gozando só de admirar o corpo do meu pai. Ela percebeu minha urgência e teve pena de mim, levantando-se da cadeira para se aproximar dele, murmurando algo enquanto enxugava o suor do peito dele com uma toalha.
Depois, ela se virou e olhou para minhas amigas com um sorriso.–“Tá bom, meninas, acabou a exibição, agora o Tommy precisa conversar um pouco com a sua Princesinha”–ele apontou, fazendo com que as três ficassem desanimadas. Elas se levantaram e foram com a mamãe em direção à piscina, nenhuma me cumprimentou, também não foi algo que me importasse, porque eu só queria ficar a sós com meu pai. Ao ver que elas já estavam suficientemente longe, não me aguentei mais e me joguei nos braços do meu pai, beijando-o com muita paixão.
Toda a luxúria que sentia pelo meu corpo foi se acalmando, no entanto, não era suficiente, eu precisava apaziguar toda essa chama que havia em mim. O melhor de tudo é que papai entendeu e é que ele também estava excitadíssimo, seu mastro estava ereto e duro, o mais certo é que os olhares lascivos das minhas amigas o tinham deixado com tesão e ele estava morrendo de vontade de atravessar uma bucetinha. Por isso, de um puxão, ele tirou a bermuda que eu usava, assim como minha calcinha molhada, que ele rasgou e ficou pendurada na minha coxa esquerda.–“Aahh, papi, quero que você enfie toda a sua espada de carne em mim, agora”–I whispered with a playful little smile, licking my lips.–“Nem precisa pedir, Princesinha”–disse ele, abaixando as calças e libertando aquela cock impressionante, que estava coberta de seu líquido pré-seminal. Não havia dúvida de que durante todo aquele tempo em que esteve treinando, ele a manteve dura e, com certeza, várias fantasias passaram por sua cabeça, porque, embora ele não queira admitir, ultimamente tenho notado que ele tem começado a gostar das ideias malucas da mamãe e imagina o que pode pedir a ela.
Vê-la assim toda melada e inchada me deixou de boca aberta; se eu estivesse mais tranquila, teria me abaixado para chupar aquela cock imponente, mas eu precisava tanto daquele tronco naquele momento, que apenas me apoiei em seus ombros e deixei que ele a enfiasse em mim. Só sentir a ponta de sua cabecinha enorme me fez gritar de prazer, minha buceta encharcada se abria para receber todo o seu pau,–“Aaahh siiim… Papi, dá amor pra sua garotinha safada, enche a bucetinha dela com seu pauzão”–afirmei, aproximando meus lábios para beijá-lo de novo.
Nunca esperei que o papai fosse me foder ali no quintal, pensei que depois de untar a cabeça do pau com minha buceta molhada, ele ia pedir para irmos pro meu quarto. Mas ao invés disso, ele me satisfez e enfiou o membro todo dentro de mim. Sentir aquele tronco grosso batendo no meu útero me fez explodir de prazer e a língua dele dentro da minha boca me deixou completamente zonza. Ele, apoiando minhas costas na parede, tirou minha blusa e começou a brincar com meus peitos.–"Adoro essas suas tetas, filha, são tão grandes e macias quanto as da sua mãe"–ele disse, enterrando o rosto entre meus seios e me dando uma estocada atrás da outra. Minhas pernas voavam pelos ares e minhas mãos tentavam se manter firmes no corpo do meu pai. Sua boca que se perdia nos meus seios, passeou pelo meu pescoço e sua respiração perto do meu ouvido me deixava ainda mais excitada. Papai naquele momento parou de me penetrar, me baixando cuidadosamente de seus braços me olhou, me deixando desconcertada.
Não entendi por que ele tinha parado de me foder, muito menos o motivo pelo qual ele tirou aquele membro descomunal da minha buceta. Até que ele me deu um tapa na bunda,–“Apoia as mãos na parede e levanta esse rabinho gostoso que você tem, filha”–eu obedeci como a boa garota que sou, além disso só queria continuar sentindo o pau dele dentro de mim. Assim que faço isso, percebo o motivo da mudança de posição: ele queria que eu visse como minha mãe distraía minhas amigas a alguns metros de distância.
A perversão acendeu meu corpo de novo, depois daqueles segundos de incerteza, eu só queria mais, tremia por ter aquele cilindro grosso dentro de mim. Mas papai não enfiou de uma vez, ele se abaixou e passou os lábios pela minha bucetinha que pingava, só de sentir o atrito da barba dele, eu suspirei.–"Meu Deus, papi... O que você tá fazendo? Vem treinar comigo e enfia essa espada"–Implorei, embora em vão, seus dedos acariciaram minha buceta e sua língua foi direto para meu clitóris.
Comecei a gemer, não conseguia disfarçar que aquilo me deixava louca, e mais ainda sabendo que minha mãe nos observava de longe e aquelas putinhas das minhas amigas nem desconfiavam do que estava acontecendo. Os olhos penetrantes da minha mãe me deixaram ainda mais excitada, eu queria que ela se sentisse orgulhosa por me deixar ficar com seu homem, já que ela poderia facilmente ter dado esse privilégio a uma daquelas vadias com quem conversava, mas ela entendeu minha urgência e quis que eu tivesse esse presente.
Seus dedos foram se enfiando na minha vagina e todo o meu corpo estremeceu, não conseguia manter minhas mãos firmes na parede, só uivava.–“Pa… Pa… Pai… Pai, eu vou gozar…”balbuciei, soltando um grande jato dos meus líquidos, depois disso, senti um grande alívio, pois era o que eu precisava, no entanto, queria mais, queria continuar aproveitando a pica do meu pai, que não me negou, pois me ajudando a me manter em pé, ele me agarrou pela cintura e enfiou seu pauzão de novo na minha buceta.
Um suspiro atrás do outro, eu soltava ao sentir o pacote do meu pai percorrendo minha vagina e batendo no meu útero. Minhas paredes se contraíram com força, ainda mais quando percebi que os olhos das minhas amigas se desviaram para onde eu estava. Meus peitos dançavam no ritmo dessa foda maravilhosa e as mãos do meu pai, aos poucos, foram percorrendo minha bunda, ele a moldava e me dava palmadas, algo que eu adorei. Houve um momento em que ele levou a mão esquerda à minha boca e me fez chupar seu dedo anelar.
Depois disso, ele o enfiou no meu ânus, me fazendo gemer de novo,–“Ahh, sim, papai, mete gostoso na sua gatinha!”Eu deixei claro, jogando meus quadris para trás. Ele sentiu meus músculos vaginais se agarrando ao seu pau e meu ânus fazendo o mesmo com seu dedo. Consegui ver um sorriso no rosto do meu pai, que começou a meter com força, mas de uma maneira deliciosa. Minha cabeça rodava de tanto prazer, meu ânus, só por ter aquele dedo, implorava por mais, queria ser aberto como minha buceta naquele momento.
Ele soltou minha cintura e agarrou meu cabelo, puxando-o. Aproximou-se do meu ouvido para mordiscá-lo, depois devorou minha boca. Minha língua se entrelaçava com a dele com muita intensidade. Não queria parar de sentir aquela sensação tão prazerosa e excitante que eu tinha ao ser fodida ao ar livre e com minhas amigas tão perto.–“Uuufff, papaii… Você realmente sabe manejar muito bem essa espada, balança ela com muita maestria”–eu disse, totalmente fascinada com a sua foda.–"Princesinha, obrigada por treinar comigo"–disse, sem diminuir o ritmo e provocando outros gemidos da minha parte.–“Não precisa agradecer nada, papi, você sabe que pode me usar quando quiser”–respondi, mordendo os lábios e sentindo o pau dele inchando cada vez mais dentro de mim e pulsando com frequência. Seu dedo finalmente alcançou o ponto mais profundo do meu cu e me fez explodir de novo, ao mesmo tempo em que ele foi tirando o pau da minha buceta, colocando-o entre minhas nádegas, tirou o dedo e cobriu minhas costas com seu gozo grosso.
Eu: Porra, isso foi incrível, papai…
Falei com a voz ofegante, recuperando o fôlego depois de uma foda daquelas.
Tomás: Fico feliz que você tenha gostado, Vanessa.
Ele disse, pegando sua calça e minhas roupas. Quando me virei para tocar seus lábios, papai me pegou pela cintura e me carregou.
Eu: O que você tá fazendo, pai?
Tomás: Não é óbvio? Vou te levar pro seu quarto pra gente continuar fodendo.
Um sorrisinho surgiu no meu rosto, esquecendo que faltavam apenas onze dias para o casamento do Axel. Indo para o meu quarto, papai continuou me comendo com a mesma força que no pátio, mas agora não usava mais minha buceta melada, e sim satisfez meu cu, que ficou muito feliz depois de receber uma boa metida. Ficamos exaustos naquela tarde de tanto transar, ambos abrimos os olhos de novo quando mamãe entrou no meu quarto com um rosto preocupado.
Mamãe quis falar em particular com papai, mas ele pediu que ela dissesse o que tinha pra dizer. Ela suspirou e, enquanto sua mão travessa acariciava o pau do papai, murmurou que o vovô Enrique estava pior com sua doença. Essa declaração fez meu coração acelerar, porque apesar de algumas diferenças que tive com meu avô, sempre o amei e sei que sou a menina dos olhos dele, sua neta preferida, a quem ele mimou desde pequena.
Para minha surpresa, papai, ao saber da notícia, ficou tão preocupado e angustiado quanto eu, mas rapidamente mudou a expressão e usou como desculpa que tinha muito trabalho para ir ver o pai dele. Eu sabia que era mentira, porque desde que me lembro, ele e o vovô se evitavam, algo que piorou quando Axel apareceu. Mesmo assim, eu não conseguia parar de insistir para irmos vê-lo, porque era uma situação delicada. No entanto, não consegui nada e mamãe me pediu para não insistir, disse que ela me acompanharia para ver o vovô.
Porém, no dia seguinte ela disse que não poderia porque seu trabalho como professora também impôs obstáculos. Pensei que viajaria sozinha, mas então vi papai conversando com Benjamín e Axel. Meu coração acelerou ao pensar que meu querido meio-irmão viajaria comigo, no entanto, foi apenas uma ilusão boba. Pois Axel tinha uma viagem programada com Ignacia. Então Benjamín foi designado para viajar comigo, embora inesperadamente Josefina também tenha se juntado. E digo inesperadamente porque para meu pai foi, mas para mim, não.
Porque eu sabia que ela e Benjamín eram mais do que tia e sobrinho, eles são um casal, informação que papai desconhecia, mas que mamãe está a par de tudo, embora finja não saber, só para ver até onde aqueles dois iriam querer esconder o óbvio. Foi assim que iniciei minha viagem para a casa dos meus avós paternos, que vivem a cerca de 5 horas de distância de nós, mesmo assim, a única vez que nos reunimos com eles foi para o aniversário de Simón.
Durante todo o trajeto, meu irmão e minha tia não foram inconvenientes, ou seja, não ficavam se beijando livremente ou sendo melosos, embora tenham sido muito flertadores e eu não conseguia evitar olhar para eles e ficar excitada. Embora grande parte da minha mente estivesse rondando a pergunta de por que papai era tão evasivo com sua família? Eu queria descobrir a origem do distanciamento com meus avós. Quando chegamos, meu irmãozinho ficou encantado com a sensualidade da vizinha dos meus avós.
Ela à primeira vista aparentava uns 35 anos, aproximadamente, mas na verdade é uma mulher mais velha. Isso irritou Josefina, eu naquela ocasião devo admitir que fiquei do lado dela, pois, embora não goste de admitir, porque estaria dando um elogio indireto a Ignacia, já que Jose e ela são gêmeas, e ainda me é é difícil falar muito bem da Nacha, entre Josefina e aquela mulher, minha tia tem um físico que me atrai muito mais e é mais sensual, então Benjamín confirmou que os homens da minha família têm uma obsessão por Milfs.
Entramos na casa e Josefina não falou com Benjamín, eu cumprimentei minha avó que nos recebeu e depois fui para o quarto do meu avô. Ele reclamava muito de dor, mas ao me ver sorriu,–“Como tá minha gatinha gostosa?”ele perguntou, olhando-me nos olhos. Eu respondi que estava bem, embora um pouco inquieta com a saúde dele. Ele riu com muito esforço e sussurrou para eu não perder tempo me preocupando com ele e focar em mim mesma. Eu o abracei e murmurei que isso seria difícil.
Depois disso, continuamos conversando sobre algumas coisas, embora papai nunca tenha sido um tema. No dia seguinte, acordei meio tonta e dolorida. Durante a noite, tinha dormido muito pouco, já que meu corpo estava ardendo, querendo foder, ansiando pelo pau do papai e, como ele não estava, tive que tentar me satisfazer sozinha, algo que foi inútil. A manhã transcorreu da forma mais normal, Benjamín e eu passamos um tempo com o vovô e depois o deixamos descansar.
Com meu irmão, saímos para aproveitar um pouco do dia na piscina. Josefina ainda estava brava com Benjamín, então não se juntou a nós. Depois de nadar um pouco, me deitei em uma das cadeiras que havia e acabei pegando no sono. Descansei cerca de uma hora e meia; o sol que antes batia nos meus pés havia se movido alguns metros e apenas a sombra me cobria. Percebi que meu irmão não estava mais nadando e pensei que talvez ele tivesse entrado em casa. No entanto, quando ia me levantar para entrar, ouvi umas risadinhas que chamaram minha atenção.
Elas vinham da outra casa. Queria não dar tanta importância, mas então reconheci a voz do meu irmão. Furtiva como minha mãe, me infiltrei no jardim da vizinha. Não precisei entrar na casa para encontrar Benjamín, porque ele estava passando protetor solar na mulher. Ela, toda risonha, dizia que as mãos dele eram macias e muito agradáveis. Benjamín, todo atrapalhado, espalhava o produto pelas costas da madura, enquanto um volume se destacava em seu short.
Percebi que aquela puta era uma devoradora de jovens e que meu irmãozinho seria mais uma de suas presas se eu não intervisse. Mas preferi um pouco mais de espetáculo, então decidi ir avisar Josefina sobre o que estava acontecendo. Enquanto caminhava de volta para casa para falar com minha tia jovem, Eu me perguntava: por que os homens da minha família eram tão fracos diante das milfs? A única resposta que me vinha à cabeça, e que acho a mais óbvia, é que o papai passou pros meus irmãos, além do pauzão, essa tara também.
Quer dizer, naquele momento, o Benjamín estava hipnotizado por aquela mulher de cintura fina e quadris largos, pernas longas e peitões. Pelo que eu sei, meu pai na juventude corria atrás de mulheres milf, pelo menos o que eu sei é que a mamãe ajudou ele a transar com a senhoria dele e engravidou a mãe do Axel numa festa com os amigos, onde eles trocaram as maduras. O Axel ficou com tesão na minha mãe e transou com uma milf ruiva.
Eu me questionei, porque era totalmente o contrário com meu avô Enrique e meu tio Ricardo, que se casaram com mulheres mais novas e nunca tiveram um caso com uma mulher mais velha. Entrei em casa e não encontrei minha tia no primeiro andar, nem no quarto onde ela estava hospedada. Não quis gritar o nome dela, porque não queria acordar meu avô. Então voltei pra piscina pra buscar meu celular e mandar mensagem pra Josefina, quando, curiosamente, ouvi o telefone dela tocar bem perto.
Intrigada, me aproximei da janela que dava pro quarto do meu avô e, pra minha surpresa, a Josefina estava lá com um sorriso de orelha a orelha. Ela estava banhando o corpo do meu avô com um pano úmido. Notei no olhar dela um fervor enorme quando chegou a hora de abaixar a calça dele. Mas assim que ela fez isso, seus olhos refletiram desilusão. Sem que ela percebesse, minha avó entrou no quarto e, ao vê-la com o pau do avô nas mãos, perguntou o que ela estava fazendo.
Josefina: Eu?... Na-nada, dona Hilda... Quer dizer, estava dando um banho no senhor Enrique.
Hilda: Mmm... Tem certeza? Não está mentindo pra mim, né?
Josefina: (Nervosa) Nop... Que outras intenções eu poderia ter?
Hilda: Não sei, mas por trás dessa carinha de menina boazinha que você tem, eu sei que tem uma gostosa.
Josefina ficou completamente sem reação, um silêncio invadiu o quarto por alguns segundos, até minha avó quebrá-lo.
Hilda: Não precisa se preocupar, moça, no fundo eu te entendo.
Josefina: A senhora... me entende?
Hilda: Sim, quando jovem eu era muito curiosa sobre os paus que os integrantes da minha família tinham. Procurava oportunidades perfeitas para saber o tamanho dos seus membros viris, então você pode ser sincera comigo, querida.
Por motivos óbvios, Josefina relaxou após aquelas palavras, deixando de lado meu avô, como se fosse um brinquedo que não lhe interessava mais, se aproximou da minha avó e começou a conversar sobre pênis. Era um assunto que me causou certo desconforto, já que nunca imaginei que minha avó fosse tão especialista em pirocas e liberal. Por um momento pensei em parar de ouvir, até que Josefina disse algo que chamou minha atenção.
Josefina: Sinceramente, esperava que o senhor Enrique tivesse o pau maior. Porque o Benjamín tem ele longo e bem grosso, o Axel também e eles obviamente herdaram do meu cunhado. Por isso pensei que o Tomás tinha pegado esse membro viril do pai.
Hilda: (Rindo) Entendi, por isso você se ofereceu para lavar meu marido, esperava encontrar algo maravilhoso debaixo daquela calça. Mas infelizmente o Enrique não foi quem passou essa pica grossa e suculenta para meu filho caçula.
Josefina: Ah, não? Então, a senhora traiu o senhor Enrique?
Hilda: Não, não... O que quero dizer é que esse pirocão do meu filho vem da minha família, meu pai é quem tinha assim.
Josefina: Aaaahhh... Entendi. Desculpe, posso perguntar, por que a senhora fala com tanta luxúria sobre o pau do meu cunhado?
Hilda: (Rindo) Vejo que você é muito atenta e dedutiva, querida. Imagino que nessa cabecinha você suspeita que eu sou louca pela trolha do meu filho Tomás e não está errada de todo. Quando percebi que meu garoto tinha o pênis do meu pai, comecei a me masturbar todas as noites pensando naquele tronco Grossa, meu corpo começou a desejar aquilo como nunca havia desejado por um homem antes, aquele limite do proibido me enchia de calor e me excitava demais.
Josefina: (Sorriu) Nossa, mas que safadinha, mas entendo, uma rola dessas enlouquece qualquer uma. No entanto, tem uma coisa que não entendo, você nunca desejou seu pai e o outro filho não tem tão grande?
Hilda: Não, meu pai eu nunca vi com outros olhos, se eu tinha inveja em certa parte da minha mãe, por ter um pedaço de carne assim tão grande e grosso só para ela, mas nunca fantasiei com ele. Além disso, Enrique foi um grande amante apesar de não ter como meu pai ou Tomás, ele sabia perfeitamente como satisfazer uma mulher. Sobre Ricardo, ele tem um pouco grande, mas não se compara à que o Tomás tem.
Josefina: E você não se aproveitou do Tomás?
Hilda: (Sorriu maliciosamente) Sim... Foi uma noite quando Enrique teve que ir para outra cidade a trabalho e eu pensei que teria a casa só para mim. Pois Ricardo ficou na casa da namorada dele na época e meu caçula tinha saído com os amigos para uma festa. Naquele momento ele estava a alguns meses de ir para a universidade e, acredite se quiser, era a primeira vez que ele saía para uma festa, já que era muito pouco sociável, só tinha dois amigos, que o entendiam perfeitamente, e a Isidora.
Josefina: (Riu) Desculpe, mas acho difícil imaginar meu cunhado tímido.
Hilda: (Sorriu) Eu sei, mais que tímido ele era alguém sério, por isso ninguém o perturbava, exceto por uma garota, mas tudo mudou quando ele conheceu sua irmã, April.
Naquele momento eu fiquei parada ali, porque tudo que minha avó estava dizendo me impressionava, então não me mexi e escutei atentamente o que ela diria para a Josefina:«Bem, continuando minha história, com meu marido fora de casa e meus filhos também, eu tinha planejado aproveitar a noite, com um longo banho e depois assistir a um filme junto com uma taça de vinho. Algo que eu não fazia há muito tempo. Tudo estava indo bem, até que minha mente suja lembrou do pau do meu bebê. Tentei parar de pensar no pau do meu filho e de desejá-lo. Mas foi em vão, porque quanto mais eu tentava esquecer aquele pedaço grosso de carne, que eu tinha descoberto uma noite quando ele dormia inocente com uma ereção, mais eu ficava obcecada por ele»
Meu corpo inteiro estava ardendo, então não tive outra opção senão brincar um pouco com minha buceta. Estava na melhor parte, quando ouvi uns barulhos vindo da cozinha. Assustada, me levantei e, como estava só de lingerie, peguei um roupão para me cobrir. Caminhei até a cozinha e me deparei com o Tomás, que ao me ver se aproximou para me abraçar. Só de sentir aquele contato, senti um grande formigamento lá dentro, no meu órgão sexual, que estava implorando para ser consolado.
Mas mantive a calma e, toda agitada, perguntei:–“Tomás, o que você tá fazendo?”ele me disse que estava procurando abrigo, já que a Vicky - uma garota da turma dele e nossa vizinha - tinha humilhado ele, e pra não perder o controle, ele engoliu toda a dor. Naquela época, ela era a garota mais popular, tinha vários pretendentes, mas o Tomás nunca se interessou. Mesmo que ele pudesse passar despercebido, a Victoria viu meu filho como uma presa que ela adorava perturbar, até obrigava ele a fazer as tarefas dela às vezes, mesmo que o Tomás não costumasse fazê-las e fosse a Isidora quem acabava fazendo.
Eu já tinha discutido várias vezes com a mãe da Vicky, pra que fizessem algo a respeito e ela deixasse meu garoto em paz. Mas aquela garota era a representação do caos, por mais castigos que colocassem, ela continuava fazendo as suas, tudo ao contrário da irmã mais nova, Isidora. Acariciando a nuca do meu filho, sussurrei pra irmos pro meu quarto e lá ele me contasse tudo que aconteceu. Mal chegamos no meu quarto, ele me abraçou de novo, enterrando o rosto nos meus peitos, o que me fez soltar um gemido sutil.
«Tomás não percebeu o que estava provocando em mim e aos poucos fui perdendo a sanidade. Lembro que ele me contou que a Vicky chegou nele com a intenção de passar a noite juntos, mas ele a ignorou como sempre e ela, como vingança, fingiu rejeitá-lo publicamente, dando-lhe um tapa e jogando um copo com bebida na cara dele. Eu já não aguentava mais e, sem avisar meu filho antes, empurrei ele na cama e subi em cima dele»
Apoiei minha mão direita na cama, bem perto da cabeça dele, enquanto a esquerda ficava em seu peito. Ele, meio confuso, não entendia o que estava acontecendo, mas, inocente, foi segurando minha cintura e uma de suas mãos acariciou minha bunda. Eu estava muito excitada, só queria que Tomás me fizesse dele, roubasse sua virgindade e nos transformássemos em amantes. Meu garoto estava cada vez mais excitado e agitado. Sua respiração úmida nas minhas tetas e seu pau endurecendo naquela calça só me faziam perder mais a cabeça.–“Mã... Mã... Mã-mãe...”gaguejou nervosinho

«–"Tá acontecendo alguma coisa, filho?perguntei com um tom provocante, ele, inquieto, fechou os olhos e tentou se acalmar, mas suas mãos começaram a acariciar mais meus glúteos e seu pau não parou de crescer. Fingi estar muito preocupada com ele, mas só queria aproveitar mais a situação. Minhas mãos abraçaram seu pescoço e novamente seu rosto terminou entre meus seios. De forma sedutora, disse:–“Tomás, hoje eu quero que você seja o bebê da mamãe e esqueça essa filha da puta, enquanto dorme entre meus braços e peitos, igualzinho fazia quando era pequenininho”–»
«Ele não respondeu, na verdade não disse mais nenhuma palavra durante a noite. Me obedeceu e ficou ao meu lado me abraçando como o bom menino que era, embora hesitasse em tirar a calça e a camiseta que estava usando, por vergonha, mas mesmo assim o fez. Minha mente pervertida imaginou diferentes situações incestuosas, porém, meu garotinho não fez nada além de me abraçar. Aquilo foi terrível para mim, me senti horrível por pensar que meu filho me veria com outros olhos, que me desejasse como eu o desejava»
«Apesar do choque de realidade que tive, a tesão que sentia não foi embora e começou a perturbar meus pensamentos de novo. Não aguentava mais aquela situação, precisava ver aquele pau de perto, tocá-lo, cheirá-lo, me embriagar no seu cheiro. Então aproveitei que meu filho dormiu profundamente para descer até onde estava sua tranca. Não tinha mais volta, eu disse a mim mesma, enfiei minha língua e comecei a lamber aquele volume. Aos poucos fui percebendo que o pau do meu garoto estava ficando enorme, saltando daquela cueca apertada.»
«Eu já estava completamente perdida na luxúria, então puxei sua cueca e aquele pauzão caiu na minha cara. O cheiro dele me excitava cada vez mais, senti um formigamento na minha buceta, quase gozei só de sentir o cheiro do pau do meu filho. Abri a boca e comecei a lamber, fui cobrindo ele de saliva, até que finalmente me atrevi a ir um passo além, enfiar na boca. No começo foi difícil, era maior do que eu pensava, estava pela metade e já me sentia cheia, incapaz de conseguir enfiar aquela rola no fundo da garganta»
Mas insisti e no final consegui, senti tudo dentro de mim, me senti sufocada e ao mesmo tempo com vontade de continuar brincando com a grande ferramenta do meu garotinho. Não sei quanto tempo fiquei chupando ele, mas adorei experimentar esse ato lascivo e imoral. Já tinha gozado duas vezes e foram os orgasmos mais intensos e prazerosos que já tive na vida. Continuei devorando esse pauzão, até que ele gozou dentro da minha boca, a descarga foi tão grande que saiu pelo meu nariz. Exausta só de mamar o pau do meu filho, acabei dormindo.
«Na manhã seguinte, acordei abraçando as costas do Tomás com minhas mãos em volta do seu pau. Ele não desconfiou do que tinha acontecido, só ficou envergonhado por estar de pau duro. Quando ele se levantou para tomar banho, eu não parava de pensar no que tinha feito. A partir daquele momento, minha vida mudou completamente, já que minha vida sexual com meu marido estava morta e meu corpo só queria a rola do meu filho. Eu entrava no quarto dele todas as noites, muitas vezes fingindo estar preocupada com meu menino, quando na verdade eu só esperava ele dormir para devorar aquele pedaço de carne e receber seus litros de leite.»
Foram quase dois meses nessa rotina, até que aos poucos comecei a ir mais longe, tipo, beijava ele, mordendo os lábios dele e passando minha língua por eles, e esfregava aquele tronco entre meus lábios molhados da buceta, tudo isso enquanto ele dormia. Era só questão de tempo até acabar transando com ele.
Josefina: Espera, o Tomás nunca percebeu isso?
Hilda: Não, ele sempre achou que sua mamãe era apenas carinhosa. Porém, nada dura para sempre e minhas noites de luxúria com meu filho acabaram quando ele decidiu ir estudar longe. Eu não entendia o motivo e tentei convencê-lo a não ir, mas nada mudou a decisão dele.
Comentou minha avó.
Hilda: Os primeiros dias longe dele foram horríveis, não poder saborear aquela pica suculenta e grossa me deixava inquieta, cada dia eu ficava mais irritada e mal-humorada. Frustrada, tentava me satisfazer sozinha, mas não era a mesma coisa de quando tinha a pica do Tomás na minha boca. Milagrosamente, consegui aguentar três meses, mas na metade do quarto mês tudo estava igual ao começo, ou até pior. Então, um dia fui visitá-lo.
Josefina: (Impressionada) O quê? Três meses? Você está me dizendo que aguentou três meses e meio sem transar de jeito nenhum?
Hilda: (Sorriu) Sim, três meses e meio, sem saber o que era sexo. Foi como um pesadelo, principalmente porque o pacote do meu filho despertou em mim um lado luxurioso que eu nem conhecia.
Josefina: Uau... Sinceramente, eu não me imagino três meses e meio sem sexo.
Apontou minha tia, fazendo minha avó soltar uma risadinha breve.
Hilda: E, por isso você anseia pela pica do meu filho, caso meu neto não consiga te satisfazer, não é?
Josefina: (Surpresa) O quê?
Hilda: Josefina, não precisa fingir comigo, eu não vou te julgar. Sei que você tem algo com o Benjamín, só de olhar para vocês percebi que há algo mais do que uma relação entre tia e sobrinho. Além disso, gostaria de ouvir se você tem alguma história com o Tomás. Mas terá que ser em outro momento, porque agora preciso ir para a cozinha.
Josefina: Como assim em outro momento? Você vai embora sem me contar o que aconteceu depois que decidiu ir ver seu filho?
Hilda: Se eu não cozinhar agora, não vai ter janta, querida.
Josefina: Se eu te ajudar, você pode continuar com sua história, né?
Hilda: Mmmh... Sei não, a Vanessa talvez esteja na cozinha e duvido que você queira que minha neta saiba que você está com o irmão dela e que está morrendo de vontade de rola do pai dela.
Disse minha avó incrédula, como se eu fosse uma boba ou ingênua, para não perceber as intenções da minha tia.
Josefina: (Sorriu) A Vanesita sabe que eu amo o irmão dela e que, por isso, estou louca pelas picas da família dela, assim como ela está.
Hilda: (Intrigada) A... a Vanessa?
Expressou completamente atônita.
Josefina: Ai, dona Hilda... Já disse que o Tomás herdou muito bem seus garotões, por isso para a Vanessa é difícil se controlar diante deles e os deseja tanto quanto eu ou quanto a senhora desejou seu filho. Duvido que ela se incomode de ouvir sua história.
Hilda: Então minha neta está atrás da pica do pai dela. Definitivamente fiquei feliz que vocês tenham vindo.
Afirmou minha avó, sorrindo e mordendo levemente o lábio inferior. Ambas saíram do quarto do meu avô, sem suspeitar que eu tinha ouvido tudo o que conversaram. Embora não tenha gostado da ideia de que a Josefina confessou que estava atrás da pica do meu pai. Eu tinha ficado muito excitada com a história da minha avó e com muitas dúvidas que ansiava resolver. Talvez, esses acontecimentos fossem a chave para entender por que o papai estava tão distante da família.
Romina: Uau… Você me deixou impactada, amiga. Agora fiquei na dúvida se seu pai acabou comendo sua avó, porque caralho, que pena eu teria da senhora, se ela não levou aquela trolha dentro dela. Já que chupar é uma maravilha, mas ter dentro tenho certeza que é uma loucura excitante pra caralho.
Vanessa: Fala como se já tivesse provado.
Disse entre risadas, tentando tirar sarro dela, então vi naquele rosto travesso, um sorrisinho promíscuo.
Romina: Provei, quando eles estavam na França.
Essa afirmação me deixou sem palavras, não estava com raiva, porém, assimilar aquilo não era algo que me fosse fácil. Ela lambendo os beiços, ela sussurrou pra mim:–"Por isso que eu tô tão obcecada por ele e morrendo de vontade de ser deleRomina não parou e começou a me contar como conseguiu chupar o pau do meu pai antes de mim. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Espero que tenham gostado desse relato. A ideia dessa série é que os protagonistas dos eventos sejam outros e não o Tomás, que estará igualmente envolvido, principalmente nesses primeiros capítulos. Obrigado por ler.
1 comentários - Confissões Quentes. Capítulo II: