A história que vou contar aconteceu há uns dois anos, quando eu jogava futebol com uns colegas do meu emprego anterior. Na época, a gente tava participando de um campeonato de futebol 5, éramos 6 no time e íamos revezando pra sair, até que um dia eu machuquei o joelho. Nada grave, mas o médico recomendou que eu ficasse umas semanas sem jogar. Então, aproveitei um sábado pra ir dar aquela força, acompanhado da minha namorada, já que no clube tinha um restaurante bem bom. Fomos primeiro comer, e depois de jantar ficamos pra ver o jogo. A gente se divertiu pra caramba, o jantar foi nota 10 e depois assistimos o jogo juntos, que por sorte a gente ganhou.
Quando o jogo terminou, meus colegas foram tomar banho e eu esperei um pouco pra ir conversar com eles. Tava chegando na porta do vestiário quando um dos meus colegas tava saindo e a gente começou a bater um papo. Quase na mesma hora, minha namorada chegou e me abraçou por trás. Eu continuei conversando, quando de repente outro colega passou por trás completamente pelado. Na hora, vi minha namorada olhando pra pica dele e percebi que ela gostou, então deixei ela continuar olhando. Meu colega que tava nu percebeu que minha namorada tava de olho nele e primeiro disfarçou, mas aos poucos a pica dele foi subindo até não dar mais pra disfarçar. Aí ele falou: "Por que vocês não entram pra conversar lá dentro?" Minha namorada respondeu na hora: "Bora", e me empurrou pra dentro do vestiário.
Quando entramos, sentamos no banco que tava no meio, enquanto meu colega pelado arrumava um negócio numa prateleira. A situação não era muito confortável, mas eu não quis falar nada. Minha namorada não parava de olhar pra pica dele, que nessa altura já tava dura igual a um pau. Daqui a pouco, meus outros três colegas saíram do chuveiro, também completamente pelados. Quando viram minha namorada sentada bem no meio do vestiário, olhando pro nosso colega todo... Nus, eles ficaram muito surpresos, mas fingiram que não era nada e se aproximaram pra cumprimentar. Foi muito estranho ver três caras pelados cumprimentando minha mina. Nessa hora, o cara que já tava pelado desde o início falou: "Ah, desculpa, não te cumprimentei", e apertou minha mão e me deu um beijo no rosto. Ela se levantou de leve e depois sentou de novo, ficando com a cara a uns centímetros da pica bem dura do meu colega. Ele ficou parado na frente, olhando ela apreciar a pica dele, que nessa altura já tava no talo. Minha mina ajeitou um pouco o cabelo, mas na real foi uma desculpa pra roçar a mão naquela pica. Depois de tocar, ela me olhou, e eu fingi que não vi nada. Nessa hora, meu colega parado na frente dela não aguentou mais e aproximou a pica da boca dela. Minha mina também não segurou e, com um movimento suave, beijou a ponta da pica. Quando eu olhei pros meus outros três colegas, eles já estavam de pica dura e não perdiam um detalhe da cena. Tudo isso enquanto eu conversava com meu único colega que ainda tava vestido. Aos poucos, minha mina começou a chupar a pica toda que tava na frente dela e não parou até perceber que meus outros três colegas também estavam muito excitados. Foi aí que, com um gesto sutil da mão, ela convidou eles pra chegarem mais perto, e eles não hesitaram nem um segundo. Quando me dei conta, minha mina tava ajoelhada no meio dos quatro, chupando e batendo punheta pra cada pica que via. Percebi na hora que meu único colega vestido tava com a pica bem dura e não conseguia parar de olhar pra minha mina. Olhei pra ele e falei: "Vai, sem problemas". Ele nem pensou duas vezes, e logo minha mina já tinha cinco picas grandes e duras pra chupar. Claramente, a que ela mais gostava era a primeira que viu, e não era à toa: era de longe o mais dotado, tinha uma pica que quase chegava a 25 centímetros, algo que eu nunca tinha reparado até aquele dia. Ela não parava de chupar um segundo, até colocava duas picas na boca ao mesmo tempo. Enquanto isso, a começaram a se despir, primeiro tiraram a camiseta vermelha e depois o sutiã branco, que deixou à mostra os dois peitos lindos, bem firmes e redondos. Mandaram ela ficar de pé e tiraram a saia enquanto acariciavam a bunda dela e puxavam a tanguinha para acariciar a pussy. Depois de alguns minutos, tiraram a tanguinha e colocaram ela de quatro em cima do banco. Meu parceiro, que eu tinha visto nua primeiro, se aproximou por trás, segurou ela pela cintura, e deu pra ver claramente como ele enfiou a cock inteira dentro da pussy dela, que já estava bem molhada. Os outros quatro ficaram na frente e fizeram ela chupar todas as picas, foram trocando de lugar até que todos os cinco tinham provado a pussy dela. Quando voltou a vez do mais dotado, ele mandou um dos parceiros deitar de barriga pra cima e pediu pra minha mina montar nele. Ela subiu e começou a cavalgar, enquanto ele se ajeitava devagar por trás e encostou a cock bem dura no cu dela. Deu pra ouvir claramente quando ele perguntou "pode?" e ela, sem hesitar, disse que sim. Ele passou saliva nos dedos e espalhou no buraco da bunda dela. Com um movimento bem brusco, entrou até o talo da cock, e deu pra ver no rosto da minha mina a sensação de dor e ao mesmo tempo de prazer. Assim, um por um foi passando pela bunda dela, pela pussy e pela boca, até que um dos meus parceiros disse "não aguento mais, vou gozar dentro". Foi aí que o pica grossa falou "eu primeiro", era a vez dele, já que tinha começado. Minha mina se colocou em cima do banco com as pernas bem abertas, a bunda bem levantada e a cabeça pra baixo — era uma obra de arte. Ele entrou de uma vez na pussy dela e, depois de umas 20 bombadas, cravou até o fundo, segurando ela pela cintura. Assim, um a um, foram enchendo a pussy dela de porra, do primeiro até o último. Quando o quinto terminou, minha mina se levantou e me olhou — acho que no rosto dela tinha um pouco de... Vergonha pelo que tinha acontecido, ela estava exausta. O sêmen escorria pelas pernas dela, e ela teve que se limpar com uma toalha pela quantidade de porra que derramava. Ela pegou a roupa, foi pro banheiro e, uns minutos depois, saiu como se nada tivesse acontecido. Cumprimentou todo mundo e a gente foi embora. Chegamos em casa meia hora depois disso, estávamos quase tomando banho quando percebi que ela estava tirando um absorvente interno. Na hora que saiu, deixou cair de novo um litro de porra que escorria pelas pernas da minha mina. Naquela noite, antes de dormir, ela me perguntou quando a gente ia brincar de novo.
Quando o jogo terminou, meus colegas foram tomar banho e eu esperei um pouco pra ir conversar com eles. Tava chegando na porta do vestiário quando um dos meus colegas tava saindo e a gente começou a bater um papo. Quase na mesma hora, minha namorada chegou e me abraçou por trás. Eu continuei conversando, quando de repente outro colega passou por trás completamente pelado. Na hora, vi minha namorada olhando pra pica dele e percebi que ela gostou, então deixei ela continuar olhando. Meu colega que tava nu percebeu que minha namorada tava de olho nele e primeiro disfarçou, mas aos poucos a pica dele foi subindo até não dar mais pra disfarçar. Aí ele falou: "Por que vocês não entram pra conversar lá dentro?" Minha namorada respondeu na hora: "Bora", e me empurrou pra dentro do vestiário.
Quando entramos, sentamos no banco que tava no meio, enquanto meu colega pelado arrumava um negócio numa prateleira. A situação não era muito confortável, mas eu não quis falar nada. Minha namorada não parava de olhar pra pica dele, que nessa altura já tava dura igual a um pau. Daqui a pouco, meus outros três colegas saíram do chuveiro, também completamente pelados. Quando viram minha namorada sentada bem no meio do vestiário, olhando pro nosso colega todo... Nus, eles ficaram muito surpresos, mas fingiram que não era nada e se aproximaram pra cumprimentar. Foi muito estranho ver três caras pelados cumprimentando minha mina. Nessa hora, o cara que já tava pelado desde o início falou: "Ah, desculpa, não te cumprimentei", e apertou minha mão e me deu um beijo no rosto. Ela se levantou de leve e depois sentou de novo, ficando com a cara a uns centímetros da pica bem dura do meu colega. Ele ficou parado na frente, olhando ela apreciar a pica dele, que nessa altura já tava no talo. Minha mina ajeitou um pouco o cabelo, mas na real foi uma desculpa pra roçar a mão naquela pica. Depois de tocar, ela me olhou, e eu fingi que não vi nada. Nessa hora, meu colega parado na frente dela não aguentou mais e aproximou a pica da boca dela. Minha mina também não segurou e, com um movimento suave, beijou a ponta da pica. Quando eu olhei pros meus outros três colegas, eles já estavam de pica dura e não perdiam um detalhe da cena. Tudo isso enquanto eu conversava com meu único colega que ainda tava vestido. Aos poucos, minha mina começou a chupar a pica toda que tava na frente dela e não parou até perceber que meus outros três colegas também estavam muito excitados. Foi aí que, com um gesto sutil da mão, ela convidou eles pra chegarem mais perto, e eles não hesitaram nem um segundo. Quando me dei conta, minha mina tava ajoelhada no meio dos quatro, chupando e batendo punheta pra cada pica que via. Percebi na hora que meu único colega vestido tava com a pica bem dura e não conseguia parar de olhar pra minha mina. Olhei pra ele e falei: "Vai, sem problemas". Ele nem pensou duas vezes, e logo minha mina já tinha cinco picas grandes e duras pra chupar. Claramente, a que ela mais gostava era a primeira que viu, e não era à toa: era de longe o mais dotado, tinha uma pica que quase chegava a 25 centímetros, algo que eu nunca tinha reparado até aquele dia. Ela não parava de chupar um segundo, até colocava duas picas na boca ao mesmo tempo. Enquanto isso, a começaram a se despir, primeiro tiraram a camiseta vermelha e depois o sutiã branco, que deixou à mostra os dois peitos lindos, bem firmes e redondos. Mandaram ela ficar de pé e tiraram a saia enquanto acariciavam a bunda dela e puxavam a tanguinha para acariciar a pussy. Depois de alguns minutos, tiraram a tanguinha e colocaram ela de quatro em cima do banco. Meu parceiro, que eu tinha visto nua primeiro, se aproximou por trás, segurou ela pela cintura, e deu pra ver claramente como ele enfiou a cock inteira dentro da pussy dela, que já estava bem molhada. Os outros quatro ficaram na frente e fizeram ela chupar todas as picas, foram trocando de lugar até que todos os cinco tinham provado a pussy dela. Quando voltou a vez do mais dotado, ele mandou um dos parceiros deitar de barriga pra cima e pediu pra minha mina montar nele. Ela subiu e começou a cavalgar, enquanto ele se ajeitava devagar por trás e encostou a cock bem dura no cu dela. Deu pra ouvir claramente quando ele perguntou "pode?" e ela, sem hesitar, disse que sim. Ele passou saliva nos dedos e espalhou no buraco da bunda dela. Com um movimento bem brusco, entrou até o talo da cock, e deu pra ver no rosto da minha mina a sensação de dor e ao mesmo tempo de prazer. Assim, um por um foi passando pela bunda dela, pela pussy e pela boca, até que um dos meus parceiros disse "não aguento mais, vou gozar dentro". Foi aí que o pica grossa falou "eu primeiro", era a vez dele, já que tinha começado. Minha mina se colocou em cima do banco com as pernas bem abertas, a bunda bem levantada e a cabeça pra baixo — era uma obra de arte. Ele entrou de uma vez na pussy dela e, depois de umas 20 bombadas, cravou até o fundo, segurando ela pela cintura. Assim, um a um, foram enchendo a pussy dela de porra, do primeiro até o último. Quando o quinto terminou, minha mina se levantou e me olhou — acho que no rosto dela tinha um pouco de... Vergonha pelo que tinha acontecido, ela estava exausta. O sêmen escorria pelas pernas dela, e ela teve que se limpar com uma toalha pela quantidade de porra que derramava. Ela pegou a roupa, foi pro banheiro e, uns minutos depois, saiu como se nada tivesse acontecido. Cumprimentou todo mundo e a gente foi embora. Chegamos em casa meia hora depois disso, estávamos quase tomando banho quando percebi que ela estava tirando um absorvente interno. Na hora que saiu, deixou cair de novo um litro de porra que escorria pelas pernas da minha mina. Naquela noite, antes de dormir, ela me perguntou quando a gente ia brincar de novo.
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