Terapia Especial. Capítulo XII

AdaraCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5026790/Terapia-Especial-Capitulo-I.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/5063352/Terapia-Especial-Capitulo-XI.htmlAxel, de cenho franzido e os olhos cravados nos da mãe, perguntou o que Belén estava fazendo ali com elas. A mulher, diante daquele olhar tão penetrante, se sentiu encurralada, como se o filho a tivesse contra a parede, exigindo explicações.

Laura: (Suspira) Bom, querido, a Belén vai ficar comigo por algumas semanas, porque sua tia teve que viajar a trabalho.

Axel: E daí? Ela já é grande, pode se virar sozinha.

Laura: Bebê, quando você for pai, vai perceber que, por mais crescidos que seus filhos sejam, você nunca vai deixar de se preocupar com eles. Se eu não te ligo todo dia, é porque você está sob os cuidados do seu pai e da April. Se morasse sozinho, ligaria de manhã, de tarde e de noite. Sei que você não gosta dela, mas juro que ela não vai te incomodar.

Axel: Se ela me incomoda ou não, é o de menos, mãe. O que realmente me preocupa é que ela sempre, mas sempre arruma confusão, e não quero que estrague meu casamento com alguma idiotice dela. E o que mais me preocupa é que a Belén é uma má influência, e não quero que encha a cabeça da Vanessa de putaria.

Laura não se surpreendeu com esse lado tão protetor do filho em relação à outra irmã. Sempre foi assim, desde que a conheceu. Até parecia algo doentio, ou como se ele fosse apaixonado por ela.—"Vanessa… É a única coisa que te preocupa, né?"—ouviu o jovem num murmúrio sério, atrás dele, enquanto umas mãos se apoiavam nos seus ombros e ele sentia uns peitos redondos colados nas suas costas.—"Pensei que com seu casamento, você já tinha deixado de ser tão protetor com a loirinha"—Axel: Ro-Ro… Rosita, não é o que você tá pensando, só quero o melhor pra ela.

Rosita: Ah, é? Pois pra mim, é óbvio que você sente algo mais que amor de irmão, porque comigo você nunca foi assim. Nem me elogiou pela minha roupa, com certeza enchia a Vanessa de elogios e cantadas.

Axel: Ah, qual é, não posso te cantar, você é minha irmã.

Rosita: E a Vanessa não é?

O garoto ficou em silêncio, mudo de medo de que seus sentimentos fossem descobertos. Toda a aventura que teve com Vanessa foi sempre pelas costas dos pais, porque em nenhuma família, por mais liberal que fosse, aceitariam um relacionamento entre irmãos, mesmo que só por parte de pai. Pelo menos era o que ele achava, sem saber que Vanessa já tinha confessado seu amor incestuoso pro Tomás e pra April, que sempre estiveram cientes da atração mútua entre os dois jovens.

Rosita: Axel?

Axel: Sim, claro que a Vanessa também é minha irmã, mas é diferente. Porque eu te conheço desde que era bebê, então é mais estranho pra mim te elogiar.

Rosita notou como o rosto do irmãozinho ficou completamente vermelho, o que a fez rir, porque nunca tinha visto alguém tão corado. A risada dela ecoou por todo o lugar, sendo ouvida por Ignacia e Belén, que trocavam poucas palavras enquanto olhavam seus celulares. A loira se comunicava com a irmã gêmea e a morena com Eduardo, a quem dizia que já tinha conhecido a sobrinha que ia se casar. Deixando o celular de lado por um segundo e aproveitando que estavam a sós, ela se aproximou da bunduda.—"Você é sobrinha do Eduardo Urriaga, né?Ela perguntou com tesão, já sabendo a resposta, mas queria ver a cara de surpresa daquela garota e ouvir ela perguntar como conhecia o tio dela. No entanto, Ignacia nem se abalou; desde pequena, o pai dela tinha repetido várias vezes que o tio tinha fama de ser mulherengo. Então não se surpreendeu que aquela garota atrás dela fosse uma das amantes atuais do tio, aquele que um dia ela quis chupar a rola.

Isso aconteceu uma semana antes de Axel chegar na casa dela. Naquele dia, Eduardo tinha ido fazer um negócio e precisava de um lugar pra ficar. Apesar do distanciamento do irmão, ele recorreu à casa dele. Por sorte, Álvaro não estava em casa naquele dia, então ele conseguiu ficar lá sem vê-lo, mas se sentiu tão desconfortável como se ele estivesse, por causa das três filhas lindas do irmão. As gêmeas, ao vê-lo, quiseram começar uma caçada, enlouquecer aquele homem que parecia ser um bom amante, por causa da fama de pegador.

As duas irmãs decidiram competir por ele, cada uma desfilava com um conjunto onde a bunda seria a protagonista. A arma mais letal que tinham, e por mais que Eduardo não quisesse admirar aquelas nádegas que balançavam na frente dos olhos dele, ele não conseguiu. Embora tenha conseguido fazer com que a rola dele não acordasse de vez. Quando tentava evitar as gêmeas, usando a Diana, ficava encantado com a beleza da sobrinha mais nova, que, inocente, não percebia o que causava no tio.

Já de noite, Eduardo tomou uns copos, mais do que devia, já que acabou tonto. Ignacia esperou ele ir se deitar, queria pegá-lo desprevenido, chupar a cabeça da rola como uma louca, duvidava que ele fosse resistir com a bebedeira que tava. No entanto, quando foi pro quarto dele, encontrou a Josefina já de joelhos, chupando a rola enorme do tio, que murmurava umas palavras entre gemidos.

A irmã dela tinha se adiantado um minuto, o suficiente pra ficar com aquele troféu maravilhoso nos lábios. Por mais tesuda que estivesse. que estava ou a vontade que tinha de saborear aquela pica, se conteve, porque Josefina tinha vencido a competência e elas respeitavam os termos dela. Eduardo não lembra muito bem daquela noite, só que alguém entrou no quarto dele, mas não que uma das sobrinhas devorou o pau dele e por pouco não transaram, salvo porque ele apagou.

Se Josefina não foi tão longe naquela noite, foi porque achava que teria outra chance, onde curtiria todas as qualidades do tio. Algo que poderia rolar quando os dois se encontrassem no dia do casamento de Ignacia e Axel. Voltando ao garoto, ele tinha ficado mais vermelho ao ouvir a risada debochada da irmã. Irritado, a interrompe.

Axel: Não acho graça no que eu falei, sabia! Além disso, só tinha pensado na mãe vir, como é que explico pro pai e pra mãe April que arrumem duas camas a mais.

Laura: Filho, te prometo que Belén não vai fazer nada de errado e quanto ao resto, não se preocupa, já tinha avisado semana passada pra April que vinha com sua irmã e sua prima.

Axel: (Surpreso) O quê?

Laura: (Sorri) Você é muito sortudo de nos ter como suas mães.

Enquanto isso, em casa, April estava preparando o quarto onde as três moreninhas iam dormir. A Milf estava acompanhada de Vanessa, Benjamín, Josefina e Diana. O jovem se sentia desconfortável por estar num quarto com essas quatro mulheres, já que elas usavam roupas leves. Manter a sanidade e evitar ficar excitado era bem difícil, Josefina percebia como debaixo daquela calça, tinha um titã querendo tomar ar e brincar.

Ela, safada, se aproxima da irmã mais velha e fala que parece que Benjamín estava com febre. April, preocupada com o filho, se aproximou dele. Benjamín, ao ver a mãe tão perto, não conseguiu evitar olhar praquele decote e pras tetonas dela. O pau dele endureceu e ficou bem duro, mas não só por causa daqueles peitos, mas também pela figura sensual da mãe. Que lembrava ele de um... Pouco via Isidora, que ele não via desde domingo, porque desde aquela noite, Josefina o mantinha por perto e bem vigiado, ao perceber que o garoto saía todos os dias.

Por causa disso, ele também não conseguiu ir às aulas de piano, já que Josefina iria atrás dele, o que causaria um encontro desconfortável entre Isidora, ele e a jovem.

April: Aconteceu alguma coisa, filho? Você está se sentindo bem?

Benjamín: (Sem tirar os olhos do corpo da MILF) Eeeehhh... Mmmmhhh... Sss-sim...

April: (Tocando a testa do rapaz, percebeu que ele estava quente) Benjamín, não minta pra mim. Você está fervendo de febre e suando muito, vai descansar um pouco no seu quarto.

Josefina aproveitaria a situação para se livrar e não continuar ajudando.

Josefina: Irmã, se não se importa, vou levar o Benjamín até o quarto dele, porque com certeza ele vai querer continuar ajudando em alguma coisa, teimoso como é.

April: Sim, Josefina, vai com ele e garante que ele descanse.

Josefina: Como mandar, irmã mais velha.

Josefina sorri de forma provocante e leva Benjamín para o quarto dele. Diana sabia que tudo não passava de um truque para Josefina folgar.

Diana: (Suspira) Irmã... Você é muito inteligente, tanto que consegue resolver cálculos matemáticos super rápido e, ao mesmo tempo, é muito ingênua.

April: Por que você diz isso, Diana?

Diana: Porque é óbvio que o Benjamín não está com febre, foi só uma ideia da Josefina pra eles poderem descansar e talvez transar, enquanto a gente termina de arrumar tudo isso.

April: Benjamín não me enganaria, sou mãe dele, sei quando ele não está bem, Diana.

Diana: Como você quiser, irmã.

Vanessa: Diana, se te incomoda tanto que a Josefina tenha arrumado uma desculpa pra não fazer nada, você também pode dar uma pausa.

Diana: (Confusa) O quê?

Vanessa: Você ouviu, pode descansar se quiser, no fim só falta uma cama pra montar. Mamãe e eu damos conta disso.

A dançarina olha estranhamente para Vanessa, já que numa situação normal, ela estaria Bem irritada com a Josefina e não ia dizer pra ela dar um tempo. Tinha um motivo pra ela querer ficar sozinha com a mãe, mas tava muito cansada, então ia aceitar a oferta da Vanessa. Diana sai e Vanessa aproveita que não tem ninguém por perto pra falar com a mãe.

Vanessa: Mãe, ontem não consegui contar pro pai que vou pra Londres trabalhar e estudar.

April: (Suspira) Filha, se você quer que eu me meta e conte pro seu pai o que você quer fazer, não vou fazer isso.

Vanessa: Mas mãe…

April: Sem "mas" Vanessa, se você realmente quisesse ir, não ia criar tantos obstáculos pra si mesma. Se você quer que eu finja ser uma bruxa e me recuse a deixar você ir com alguma desculpa besta tipo que você é muito nova, não vai rolar.

Vanessa: Só dessa vez eu adoraria que você fosse daquelas mães que cortam os sonhos.

April: Se eu fizesse isso, Vane, você daria mil passos pra trás na sua maturidade. Você é uma garota brilhante, um gênio que pode se dar ao luxo de entrar em Cambridge, mas você sabe que não é isso que quer. Se eu me intrometer, você vai se acostumar e, quando eu não estiver mais aqui, pra quem você vai querer correr?

Vanessa: Quando você não estiver mais aqui?

Ela perguntou confusa com a declaração da mãe.

April: Você sabe, num cenário hipotético em que eu não esteja mais do seu lado.

As duas continuaram conversando e arrumando a cama. Benjamin, no quarto dele, tava deitado e não entendia por que tinha que ficar com um termômetro na boca e um pano molhado na testa. Mas não podia questionar as brincadeiras da Josefina, porque ela lembrava ele na hora da traição com a Pía María. E, em vez de ela ficar puta e não falar com ele, preferia satisfazer todos os caprichos dela, por mais infantis ou humilhantes que fossem.

O amor dele pela Josefina não tinha sumido, embora também não pudesse garantir que nunca mais ia trair ela, ainda mais com a Isidora rondando a vida dele. Com aquela coroa já tinha ido longe demais pra parar agora. O mel entre os lábios dela. Pensando na professora de piano, a vara dele foi ficando dura de novo. Aí Josefina abre a porta e entra no quarto, vestindo uma legging, blusa e um jaleco de médica. A temperatura do moleque subiu de novo ao vê-la, porque ela tava madura e gostosa com aquela roupa.

Ela sobe na cama de um jeito brincalhão, ficando por cima do garoto, e diz:—"Meu diagnóstico é que você é um menino muito safado.Benjamín deixa o termômetro cair da boca e sente o pau dele, já duro, crescendo ainda mais.—"Talvez eu esteja enganada, você é extremamente safado, na verdade"—manifesta Josefina, com as mãos em volta do pescoço do garoto.—"Nunca pensei que você fosse se excitar com a sua própria mãe, mas tenho que admitir, se eu fosse homem ou lésbica, estaria atrás dessa mamacita gostosa.acrescento.
Os lábios dela se grudaram nos do garoto e ele, sem resistir mais, a beijou. Rapidamente as mãos do jovem foram para a bunda da namorada, apertando aquelas nalgotas, dando umas palmadas. A garota morde os lábios dele, de forma safada, e pergunta com a voz ofegante:—"Tô vendo que já quer seu remédio, hein?, ao que Benjamim responde:Tô começando a achar que não sou o único doente nessa sala.A jovem loira sorri de forma provocante e passa a língua nos lábios.—"Eu sou a doutora aqui e eu digo que você está doente, muito, muito, muito doente e, como doutora, vou fazer de tudo pra você ficar bom.Ele ri e, entrando na brincadeira com a namorada, pede pra ela dar a deliciosa medicina dele. Josefina se ajeita, deixando a bunda a alguns centímetros do rosto de Benjamín, puxa a calça dele pra baixo e libera aquela pica que já tinha a cabeça coberta de líquido pré-gozo.

Josefina: Tô vendo que a febre se acumulou nessa área. Me diz, ver sua mamãe toda suada te excitou mais do que me ver nesse shortinho apertado?

Benjamín: Não... Ver a mamãe suando me esquentou e deixou minha pica bem dura, mas sua bunda. Sua bunda me enlouquece.

Benjamín se deliciava com aquela bunda grande que tinha na frente dos olhos dele. Parecia que aqueles glúteos, a qualquer momento, iam rasgar a calça. Apertando elas, o garoto aproxima a boca e dá uma lambida, mesmo com a legging ainda vestida, Josefina sente a umidade daquela língua. O jovem começa a devorar a bunda dela daquele jeito, a língua dele ia tão fundo quanto os dedos, uma experiência que a loira estava adorando.

Ela decide que era a vez dela também brilhar, coloca aquela pica na boca e engole ela, chupando com muita vontade, como se aquele tronco fosse um pirulito ou um sorvete. Benjamín para por alguns segundos, pra dizer.

Benjamín: Oooohh... Já entendi... Você só quer meu leite na sua boca.

Josefina: Gluuoop... Não só na minha boca, querido... Quero ele no meu corpo inteiro... Afinal, eu garanto que você coma direito e tome água suficiente, pra seu gozo ser bem abundante, grosso e gostoso.

Se lambendo, começou a dar umas lambidas ternas naquele pedaço de carne, depois de deixar ele coberto de saliva, enfiou de novo na boca. Engolia e tirava, as mãos dela brincavam com aquelas bolas, as unhas arranhavam e os dedos apertavam, esperando aquela grande descarga. Benjamín não queria que Josefina dominasse a foda, mas não tinha outra escolha a não ser gemer. Com muito esforço, ele começou a mexer a pélvis, surpreendendo a jovem.

Embora aquilo tenha fascinado ela Josefina não ia entregar o controle tão fácil assim, Benjamin tinha que conquistar isso. Ele, paciente, esperou a loira terminar de soltar o pau da boca dela e dar uma pausinha pra recuperar o fôlego. Quando ela fez isso, Benjamin usou a força pra tirar a garota de cima dele, ela ficou olhando pro teto, esperando o próximo movimento do namorado.

Ao ver aquele pau grosso se aproximando, Josefina, como uma putinha de primeira, abriu a boca, esperando que Benjamin tivesse coragem de foder a boca dela. Mas ele só enfiou o membro e deixou que ela fizesse o resto do trabalho. A rabuda ficou meio decepcionada, mas não reclamou. No entanto, sem aviso, o garotão começou a se mexer. Ela já não tava mais chupando, a boca dela tava sendo comida por aquele pau que ela tanto amava. A cada estocada, o membro ia mais fundo na garganta da puta.

Josefina, em êxtase, sentiu a buceta molhando, os treinos dela tavam dando resultado. Ela se sentia sufocada e sem ar, dor e tesão, maravilhada esperava aquela descarga, que não demorou. E quando aquele gozo quente escorreu pela garganta dela, ela gozou. Era tanta porra que Benjamin soltou que ela não conseguiu segurar tudo na boca e deixou escapar uns jatos. Eles se juntaram num fio grosso, escorrendo pelo rosto dela como se fossem lágrimas, enquanto o jovem continuava descarregando e cravando o pau naquela boca safada.Terapia Especial. Capítulo XIIA loira ficou estirada na cama e ele também se deitou. Os dois ficaram quietos, recuperando as energias. Josefina passou a mão nos lábios e saboreou a boca, já que ainda tinha resto de porra entre os dentes e limpava a porra que estava no rosto. Sentiu uma leve dor, mas não ligava, porque tinha valido a pena provocar o namorado e ele abusar da boca dela. Ficou se perguntando quanto mais o garoto podia melhorar e se conseguiria transformá-lo num grande amante igual ao Tomás.

Tocando a bucetinha com os dedos finos, pensa no cunhado que também é o sogro dela. Faz tempo que não se masturbava pensando nele, a última vez foi no dia do aniversário dela. Mas umas semanas atrás, quando voltava da faculdade, se deparou de surpresa com a irmã mais velha dando pra ele. O casal tava aproveitando aquele momento a sós que conseguiram e nenhum dos dois percebeu a presença da Josefina.

A garota, escondida, via o Tomás metendo com força na April, a mulher uivava e pedia pro marido não parar por nada. Ver aquela pica madura enfiando no cu da irmã dela a deixou com tesão. Sabia que a April não era mulher fácil de agradar, mas ele conseguia enlouquecê-la com uma estocada. Foi testemunha de uma cena muito erótica e quente, então recorreu aos próprios dedos, se tocou na bocetinha molhada e gozou com o que tava vendo.

A garota suspirou e percebeu que tava gozando de novo ao lembrar daquela trepada. Depois de soltar os fluidos, olhou pro Benjamin e viu que ele tava dormindo como uma pedra. A jovem loira se levantou pra ir tomar um banho, quando o celular tocou, era uma mensagem da irmã gêmea, que dizia que a sogra não era uma bruxa como ela pensava. Josefina, num tom safado, pergunta se não tinham arrombado o cu dela no estacionamento do aeroporto.

Ignacia responde que não, mas que tinha chamado atenção com a raba dela. Bem gostosa. Josefina chamou a irmã de Promíscua e depois perguntou se iam demorar muito pra chegar. A rabuda disse que já estavam voltando, provavelmente chegando em uns 15 minutos. Sabendo disso, Josefina entrou no banheiro e tomou um banho rápido. Ela percebeu que não valia a pena encher o saco do Benjamim com a história da Pía María, tudo já tinha caído no esquecimento depois daquele boquete.

Enquanto isso, Tomás estava com Simão se refrescando perto da piscina. O cara ficava pensando na Adara, morrendo de vontade de vê-la de novo, pelo menos nas suas fantasias. Distraído, ele baixou a guarda e Diana aproveitou o momento pra surpreendê-lo. A mais nova das cunhadas abraçou ele e mordeu a orelha. As mãos dela foram descendo devagar pelo peito dele até tocar naquela pica que ela não curtia há umas duas semanas.

Tomás tentou parar ela, mas a garota já tinha ido com tudo pra pegar o que era dela e não aceitava um não. Os dedos dela percorreram devagar aquela área da sunga até que o volume já tava bem evidente. Tomás ficou parado, suspirando com o Simão no colo, enquanto a cunhada apalpava a pica dele. Sentir aqueles peitos firmes nas costas e aquele hálito quente soprando na nuca deixava ele ainda mais excitado.

Ficar com o pau tão duro guardado era uma tortura, ainda mais quando aquelas unhas raspavam suave na cabeça já bem saliente. Ela, sabendo da dor e do desconforto que o cara tava sentindo com o membro daquele jeito, não mostrou um pingo de pena. Muito pelo contrário, continuou brincando com aquele tronco por cima do tecido até que os gemidos baixinhos do cunhado viraram gritos de socorro. Abaixando a sunga, ela liberou aquela vara cheia de veias e dura, que as mãos dela agarraram rapidinho.—"Já tinha esquecido como ela era gostosa, Tommy"—Murmuro, apertando com força aquele broto, pra depois massagear. Tomás tentava manter os gemidos o mais baixo possível, não por medo de serem ouvidos, mas sim pra não acordar o Simão. As mãos delicadas da Diana eram uma delícia, cada toque que ela dava naquela rola mostrava sua maestria. Ele, absorto naquela punheta, vira a cabeça e enfia a língua na boca da garota.

As línguas deles se roçavam com timidez, e as salivas grossas e quentes se misturavam. O gosto daquela boquinha já tinha escapado da memória do Tomás, mas com aquele beijo, foi o suficiente pra ele lembrar e gravar de novo. A Camila e a Alessandra voltavam de umas compras; a ruiva tinha fugido daquela casa pra evitar os olhos sufocantes do psicólogo. Quando viu ele com a Diana, ficou chocada, não acreditava no que tava vendo, não era possível que a amiga dela tivesse se pegando com aquele homem tão descaradamente.

Será que não tinham medo de serem pegos, ou será que naquela casa era normal beijar qualquer um? Um pensamento que se mostrou mais que certo, ao perceber que a Camila não deu a mínima atenção pro que os dois estavam fazendo, nem se mexeu. Mas ela ter entrado em casa como se nada tivesse acontecendo na frente dos olhos dela foi porque não viu nada: tinha esquecido as lentes de contato e, depois de andar no sol por tanto tempo, a visão ficou embaçada, então ela só viu uma mancha, não uma silhueta.

A Alessandra alucinava com essa personalidade da amiga, que ela não conhecia, mas ficava ainda mais pasma ao ver aquela estaca enorme sendo masturbada. Definitivamente era uma réplica da do Axel, mas parecia ser maior, com aquelas veias que rodeavam o falo. A ruiva queria desviar o olhar daquela rola, mas os olhos dela eram atraídos como aço por um ímã. O corpo dela foi esquentando aos poucos, e tanto a boca quanto a buceta dela ansiavam por devorar aquela vara.—"Alessandra!Ouviu do batente da porta, despertando bem num transe entre a realidade e a fantasia. Ao virar o olhar com muito esforço, vê que quem a chamava era a Camila. Entende pelos gestos que ela pedia as sacolas de verduras que tinha nas mãos. Tomás e Diana pararam de se beijar ao ouvir o grito da Camila, e as mãos da jovem se afastaram da ferramenta do cunhado dela, que com muito cuidado a escondeu de novo.

A ruiva entregou as sacolas pra irmã do homem e voltou a olhar o que a amiga fazia. Levou um susto ao vê-la mergulhando na água. O maiô da Diana era de corpo inteiro. O tecido era bem fino e muito justo, não deixava nada pra imaginação, ainda mais completamente encharcado. Alessandra se perguntou se tudo que tinha visto antes foi parte da imaginação dela e cada vez mais caía no delírio da safadeza.

Então os olhos cinzentos dela fizeram contato com os do Tomás, que admirava a figura voluptuosa dela debaixo daquele vestido branco que estava usando. O olhar ardente daquele coroa a enfeitiçava e convidava ela a se aproximar dele, pra sentir melhor a luxúria naquelas pupilas. Ficando na frente do psicólogo, engole seco, porque ele, sem disfarçar, examina ela dos pés à cabeça. De novo, aquela mina não usava nada vulgar ou provocante, mas mesmo assim conseguia maravilhar o Tomás.

Alessandra, além do vestido longo e largo, usava umas sandálias que davam um vislumbre daqueles pés tão elegantes que ela tinha, e completava o look com um chapéu bem refinado.—"Ale, vem me fazer companhiamanifestou Diana nadando na piscina, sem perceber que sua amiga admirava a virilha avantajada do homem.—"Ale!"—repetiu a garota,—"Já vourespondeu a ruiva, tirando o chapéu e entregando pro Tomás.
Ele pegou, e depois ficou de olho enquanto a mina tirava o vestido, ficando só de biquíni azul claro.—"Que corpaço, hein, a gatinha temdisse Tomás em voz baixa, se deliciando com a rebolada daquela gostosa ruiva. Ela sabia que era o centro das atenções pra aquele coroa, que mantinha os olhos fixos naqueles peitões enormes que boiavam na água. Alessandra, cada vez mais dominada pelo tesão, exibia a sua shape pro pai do seu ex-amante.

Tomás suspirava, desejando poder largar Simão nos braços de outra pessoa pra se juntar àquelas duas novinhas e poder tocar a pele branca daquela ruiva. Perdido naquela silhueta com pequenas sardas nos ombros, começou a acariciar o próprio pau com a mão esquerda. Algo que não duraria muito, porque Camila apareceu pra avisar que tinha deixado tudo pronto pro almoço. Tomás não teve escolha a não ser parar de se encantar e ir pra cozinha.

Depois de passar o bebê pra irmã dele, se retirou devagar. Foi cozinhar, pensando na Alessandra, naquela silhueta esbelta com umas curvas incandescentes e aqueles peitos chamativos. Mergulhado nesses pensamentos, perdeu total noção do que rolava ao redor. Dando assim outra chance pra Diana, que tinha esperado só uns minutos pra sair da piscina e ir atrás do cunhado. Ao vê-lo tão vulnerável, achou que ele tava fantasiando com ela.

Diana, de forma sorrateira, avançou até ele sem chamar atenção, se abaixou e, safada, puxou a sunga dele pra baixo. Aquele mastrão ereto saltou, batendo no ar, e a novinha ficou chocada ao ver que continuava tão duro quanto quando ela tava massageando. Então Tomás reagiu, mas entendeu que era tarde pra parar a cunhada faminta, que sorria safadamente enquanto os dedos finos dela acariciavam aquele pau. Que não demorou pra ela engolir inteiro na boca.

A língua dela se movia de baixo pra cima e de lado a lado na glande, arrancando uns gemidos leves do cunhado. Diana só fez isso pra limpar o esperma que tinha ao redor e que saía pela uretra, já que o que ela O que ela realmente queria era ter aquela rola dentro da buceta dela, revirando as entranhas dela com estocadas fortes. Quando ele tirou, uns fios de saliva se soltaram, ela passou a língua nos lábios, se levantou e puxou pra um lado o pano que cobria a xerequinha dela.

Diana: Vem e me alimenta, Tommy.

Murmuro, com um sorriso safado. Tomás largou os utensílios de lado, se aproximou daquela gostosa, as mãos dele seguraram a carinha angelical e tocaram aqueles lábios quentes. Quando ela sentiu as pontas dos dedos, abriu a boca e chupou um dos dedos que passearam pela boca dela.—"Dianita, mas que puta promíscua você éexpresso o homem, rindo–“Sim, sou sim, cunhadinho, sou uma Promíscua por você”–respondeu ela, vendo o rosto do cunhado cada vez mais perto.—"Eu sei que você quer mais terapia especial e vou te dar, mas precisa entender que já é hora de arrumar um namorado, meu bem"—manifestou, prendendo aqueles lábios delicados com os seus.–"Namorado? Pra quê? Se você me come gostoso e é a única coisa que eu precisodisse a garota, abrindo sua boquinha e mostrando a língua, pra receber o beijo daquele coroa. As línguas delas, diferente do beijo anterior, se enroscaram e transmitiram aquela safadeza que os dois sentiam. Ao mesmo tempo, o pau do Tomás se esfregava naquela bucetinha depilada, sentindo a umidade dela. A poucos metros dali, a Alessandra estava lá, sendo mais uma vez espectadora do tratamento especial entre a amiga e o cunhado dela.—"Vou cuidar das suas necessidades, mas você tem que me prometer que vai se esforçar pra conhecer um rapaz"—afirmou o psicólogo, dando uns beijinhos na jovenzinha.—"Você merece alguém que possa atender todas as suas emergências e cuidar de você, não um velho que só te pega gostosa de vez em quando"—acrescentou, colocando a mão direita na perna direita da garota e levantando-a num ângulo de 45 graus, para poder meter nela.

Devagar, a pica do Tomás foi afundando naquela buceta quente e acolhedora, da qual já tinha aproveitado várias vezes.–“Aaaiii Meu Deeeus”–exclamou a jovem, apoiando as mãos nos ombros do cunhado. Alessandra pirou com aquela cena e sentiu inveja da amiga, porque assim como ela, seu corpo ardia e precisava de uma boa foda, igualzinha à que a outra estava levando. O bombar do homem foi ficando mais intenso e, pra calar os gemidos da moça, ele a beijava.

Diana estava perdendo o controle do corpo, que se entregava mais uma vez à experiência e à habilidade do cunhado. Cada pancada no útero dela causava um espasmo que a fazia se deliciar. Sua respiração ofegava, assim como o coração, que parecia pular no ritmo daquelas estocadas.–“Uuuufff… Sim, sim, sim, siiiim”–enunciou, gozando e se contorcendo em meio a tanto prazer que recebia.—"Como é que você quer que eu arrume um namorado, se você tomou conta do meu corpo?pensou a moça, agarrada às costas do marido da irmã.

Tomás, segurando-a pelas coxas, a levanta e começa a meter com mais força. O squelch squelch, que o pau dele fazia ao entrar e sair daquela buceta, ficou mais intenso, ecoando nos ouvidos de uma impressionada Alessandra.–"Meu Deus!"–exclamou, diante daquela foda selvagem que presenciava. Seus dedos se aproximaram da sua bucetinha vermelha e começaram a desenhar sobre seus lábios, desejando ser ela quem recebesse aquela pica que fazia Diana gozar de novo.

O grito da jovem foi silenciado a tempo pela boca de Tomás, que só queria explodir dentro daquela boceta gostosa. No entanto, bem no auge do clímax, Axel e sua turma chegaram.–“Porra”–disse o psicólogo, parando suas investidas e tirando o pau daquela bucetinha rosada, ao ouvir a voz do filho.—"Mais tarde, a gente continua, Diana"—adiciono, puxando o shorts pra cima, enquanto a ruiva lambia os lábios por aquela troncha melada, querendo aprisioná-la com a boca.

Rapidamente, Tomás ajeitou a sunga e tentou esconder a ereção com a camiseta. Diana, ainda se recuperando dos orgasmos que teve, ficou deitada na mesa. Suspirando e pensando em como chegou perto de levar a descarga daquele tronco. Ela mordia os lábios com uma certa frustração, mas ao ouvir a voz de Ignacia, lembrou o quanto sua irmã estava nervosa por conhecer a sogra. Indo atrás do cunhado, os dois se aproximaram da entrada, onde já estavam Camila, Simón e Alessandra.

April e Vanessa, mal ouviram a porta abrir, desceram na hora, enquanto Josefina e Benjamín demoraram uns minutos. Principalmente o rapaz, que acordava depois daquela gozada violenta que teve. Quando todos os membros da família estavam reunidos, as moreninhas se aproximaram deles e foram cumprimentando um por um. April, ao ver Rosita, sentiu um flechada. Não tinha dúvida de que aquela brunette tinha que entrar na sua lista e não ser descartada.

Não só pela impressão que ela tinha da garota, não, claro que não, mas também pela reação do marido, que estava tão bobão quanto ela. No entanto, April desconhecia o verdadeiro motivo daquela estupefação do homem, que, por mais que tivesse escondido o volume, ele começou a crescer. Tomás tinha ficado sem fôlego e totalmente paralisado, porque a garota de pele ébano tinha o corpo igualzinho ao da sua tão querida Adara. Mais do que isso, ele tinha certeza de que Rosita era ela, e não estava errado.

A jovem cumprimentou April com muita simpatia e alegria, assim como os outros. No entanto, de repente, aquela cute brunette mudou de atitude e foi fria com Tomás. Mal levantou a mão pra simular um cumprimento, a testa franzida acordou o coroa do seu atordoamento. Ela evitou olhar pra ele, lembrando a Tomás que aquela A garota sentia desprezo por ele, mas claramente aquilo o machucou. Porque por caprichos da vida, sua Cinderela de chocolate estava na frente dele e o odiava.

Se ao menos ela soubesse que aquele homem que ela repudiava era o famoso Maslow, que doou uma quantia exagerada de dinheiro para ela e de quem ela tinha chupado a pica há apenas uns 4 dias atrás. Tudo seria diferente, porque desde aquele evento, ela não conseguia tirá-lo da cabeça, embora reprimisse a vontade de vê-lo de novo, era algo com que sonhava à noite. Aquela pica branca imponente estava impregnada no córtex pré-frontal dela e até nas retinas.

Por outro lado, Belém se aproximou do casal, se mostrando distante e pouco amigável com a MILF, só porque se sentia inferior a ela em beleza e sensualidade. Já com o psicólogo, o comportamento dela foi de putaria, olhando fixamente para ele, principalmente na virilha. Quando as garotas terminaram de cumprimentar cada um dos membros da família, o casal decidiu levá-las para conhecer o quarto onde dormiriam. Mas antes, Tomás se ofereceu educadamente para carregar as malas de cada uma.

Rosita obviamente recusou e não quis que ele tocasse na dela. Ela pegou a mala e os seguiu, tentando olhar o mínimo possível para o homem. Vanessa, como todas as outras garotas, estava confusa com a atitude daquela mina. Com elas e com os outros, ela tinha sido educada e amigável, mas com Tomás era o contrário. Benjamim não estava surpreso com o jeito da neguinha, já tinha visto aquilo antes, quando era criança e acompanhava o pai para buscar o Axel.

Embora sentisse curiosidade sobre por que aquela garota era assim com o pai dele, o que ele tinha feito para merecer aquele desprezo. Axel era quem melhor entendia tudo, ele sabia o motivo daquele ódio e ficava triste que a meia-irmã dele fosse assim com o pai. Já que ele, com o pai dela, não era assim, mesmo tendo motivos de sobra para odiá-lo. Assim que chegaram ao quarto, April e Tomás saíram do local, descendo para o primeiro andar, deixando que as 3 morenas se acomodassem no quarto tranquilamente.

Ao descer, veem que todos continuavam na mesma posição. Vanessa se aproxima do pai e pergunta diretamente o motivo pelo qual Rosita foi tão desagradável e mal-educada com ele. O homem ficou calado, procurando alguma desculpa para evitar a pergunta, no entanto, Axel também se aproxima dele e diz que não era hora de ficar calado ou fugir do problema. Então o rapaz confessa à irmã e aos outros presentes toda a verdade e as razões do comportamento da outra irmã.

Vanessa achava aquilo injusto e planejava falar com Rosita, mas o pai a detém. O homem diz para ela não ousar fazer nenhuma loucura, já que se a garota o odiava injustamente, ele podia lidar com isso, mas não ia aguentar um conflito que machucasse Axel, ao ver que suas famílias se separavam antes de um dia tão importante como o casamento dele. A moça tentava fazer o pai entender que a loucura era não fazer nada a respeito.

Então April intervém, dizendo que era algo que Tomás tinha que resolver e não outros. Vanessa, irritada, vai para o quarto, Axel e Ignácia fazem o mesmo, e Josefina com Benjamim decidem dar uma volta com Simão. April percebia o quanto seu marido estava sobrecarregado, abraçando-o, sussurra no ouvido dele que ela faria o possível para que aquela garota, nos dias em que estivesse na casa, visse o quão foda e bom homem ele era.

Tomás sorri sem suspeitar das intenções que sua mulher tinha e diz para ela não se preocupar, depois dá um beijo carinhoso nela. A mulher já maquinava de que maneira faria Rosita abrir os olhos e provar o grande doce branco do marido. O coroa, para acalmar essa mistura de sentimentos que o invadia, olhou para Alessandra. A garota safada percebeu isso e, mordendo os lábios, ao Lembrar o que viu na cozinha, decide dar a ele uma pequena espiada nos peitos, com o decote pequeno do vestido dela.

O homem ficou pasmo e excitado com o movimento da ruiva, embora o pau dele não tivesse perdido a rigidez desde que viu a Rosita na frente dos olhos. April, pensando que a ereção era por causa dela, murmurou:—"Você é muito safado, Tom. Diana, Camila e Alessandra ainda estão aqui e você fica todo tarado.com um sorriso safado estampado no rosto. Tomás, desconfortável, não queria confessar pra esposa que o pau dele não tava duro por ela, mas sim por Rosita.

Alessandra não perde a chance de continuar flertando com o psicólogo e, ao passar perto dele, mostra de novo o par de peitos, além da sua figura sensual. O homem parou de pensar na meia-irmã do filho e na cabeça só passava a ideia de comer aquela ruiva safada. Laura conversava com a filha e a sobrinha no quarto, enquanto arrumavam as coisas. Belém não perdeu a oportunidade de perguntar sobre Tomás.

Belém: Tia Laura, seja sincera comigo, de que tamanho é o pau daquele homem que engravidou você de Axel?

Rosita: (Brava) Belém, como é que você faz uma pergunta dessas?

Belém: Só tenho curiosidade, Rosita, e você também devia ter.

Rosita: Não ligo pra nada daquele homem.

Laura ri da discussão que a filha tava tendo com a sobrinha.

Rosita: Mãe, não tem graça.

Rosita, irritada, sai do quarto e desce as escadas. Belém se aproxima da tia pra fazer uma pergunta.

Belém: Tia, por que a Rosita não suporta aquele homem?

Laura: Porque o pai dela, desde pequena, encheu a cabeça dela de ideias falsas pra ela odiar o Tomás.

Belém: Entendi, é uma pena porque ele parece ser uma boa pessoa.

Laura: E é, Tomás é um homem extraordinário e um excelente pai.

Belém: (Sorri de forma provocante) E no outro quesito?

Laura: (Suspira) Uufff, é fantástico. Ele se mexe como um verdadeiro garanhão, a buceta dele é linda e deliciosa pra caralho, a melhor que já comi na vida toda.

Disse a mulher se esquentando com o passado.

Laura: Mas não se iluda, ele só fode com outras se a esposa pedir.

Belém: Relaxa, tia, só tava curiosa. Prometo não fazer nada de errado.

Afirmou a amiga de Romina, mordendo os lábios grossos e se perguntando se Tomás era tão bom quanto Eduardo. Embora pelas palavras da tia, ficava claro que aquela espada que ele tinha guardada nas calças, ela era acima da média, assim como a do seu garanhão. Depois do almoço, Rosita não queria saber de Tomás, mas, por um capricho do destino, os dois se encontraram cara a cara. A garota não sabia o que fazer, e o homem menos ainda, que já estava delirando de novo com aquelas curvas.

A cena foi presenciada pela April, que sorriu ao ver que as peças do tabuleiro estavam se alinhando mais cedo do que imaginava. A MILF se aproximou e, pegando no braço do marido, olhou alegremente para a morena gostosa e perguntou se ela queria acompanhá-los às compras. A jovem recusou o convite, mas a mulher insistiu e, com seu charme, fez Rosita hesitar e acabar aceitando. A garota, sem perceber, foi se soltando durante o trajeto até o shopping e trocou algumas palavras com o homem que ela odiava.

Esse desgosto começava a ir embora, embora a jovem ainda estivesse orgulhosa e não quisesse sentir que estava traindo o pai, então tentava ignorá-lo o máximo possível. Mas com a April por perto, isso seria bem difícil, já que, assim como aconteceu no carro, ela acabou trocando ideia com o coroa por culpa da mulher. Tomás, silenciosamente, estava grato à esposa, porque ela estava facilitando as coisas com aAdara, que ainda não tinha descoberto que aquele homem era o usuário com quem conversava e tinha feito sexo oral.

Naquelas pequenas conversas, Tomás manteve o olhar fixo naqueles lábios carnudos, que foram os que apertaram seu pau e deram a melhor mamada até aquele momento. Quando a esposa dele não estava por perto, ele tentou dizer que era o Maslow, usando palavras-chave que a garota não captou. Apesar do esforço da MILF, a neguinha, assim que voltaram pra casa, colocou a armadura de novo contra o psicólogo.

Embora não tivesse se mostrado distante e fria com ele, como fez quando chegou, ela o ignorava, como se ele não existisse. Virando-se, foi pro quarto onde dormiria, enquanto Tomás não perdeu a chance de admirar aquela bunda divina.–“Mesmo que não esteja na lista da April, vou comer essa gostosa”–Pensou, decidida. April, ao ver aqueles olhos cheios de tesão do marido, encarou aquilo como uma vitória, porque em apenas algumas horas, conseguiu fazer eles conversarem e ele sentir desejo por ela, sem saber a verdade por trás daquela fixação.

Deixando o marido cozinhando, a MILF subiu pro quarto, onde se despiu e entrou no chuveiro. O corpo dela, cheio de desejo, e a mente tarada, desviavam aqueles pensamentos amargos que às vezes contaminavam a cabeça dela. Ela só queria mergulhar no mundo de fantasia dela e esquecer qualquer problema. Imagina que a garota decidiu voltar pra baixo, onde encontra o homem cozinhando. Nervosa, Rosita se aproximou de Tomás e tocou as costas dele.

O coroa se virou e, ao perceber que era a morena gostosa quem tinha passado a mão nas costas dele, ficou pasmo. Ela, olhando na cara dele, sorriu de forma discreta, e depois pediu desculpas pela atitude dela. Tomás sorriu e disse que não tinha problema nenhum. Rosita corou, não sabia por que aquele homem fazia o coração dela acelerar e o corpo inteiro tremer. Envergonhada, perguntou ao Tomás se podiam conversar. O coroa respondeu que sim, mas primeiro ia terminar de cozinhar.

Quando terminou, eles foram pra um dos quartos, onde ficaram mudos, se olhando nos olhos fixamente. Atraídos, foram diminuindo a distância, até ficarem a centímetros um do outro. Sem piscar, se beijaram por impulso, quebrando aquela tensão entre os dois. As línguas brincavam com ternura e as mãos percorriam os corpos um do outro com fervor.–“N-não… Não, isso não está certo”–dizia uma Rosita envergonhada, encolhendo os ombros, mas Tomás, segurando-a pela cintura, voltava a beijá-la.

A fantasia da MILF seria interrompida pelo choro de Simão, saindo da água, ela cobre seu corpo ardente com uma toalha que era larga, mas muito fina, então seus peitos se marcavam nela, assim como sua bunda. Enquanto isso, na cozinha, seu marido era espreitado, não por Rosita, mas por quem já tinha a cabeça virada. Alessandra sabia que aquele era o melhor momento para atacar, se quisesse aproveitar o que April tinha prometido, assim como sua amiga tinha feito algumas horas atrás.

Vanessa tinha saído com Camila, Diana tinha feito o mesmo com Benjamim e Josefina, Axel e Inácia, por outro lado, estavam no quarto deles, embora duvidasse que saíssem de lá. A jovem observava atentamente cada movimento do homem, esperando o minuto exato para cravar suas garras. Isso aconteceu justamente quando ele parou de cozinhar, deslizando como uma cobra, colocou-se atrás dele, sem nenhum medo agarrou aquele tronco e deu uma pequena lambida no pescoço do coroa.

Por um segundo, Tomás pensou que era sua cunhada que tinha vindo terminar o que começaram horas atrás, no entanto, ao sentir o peso daqueles peitos descomunais, soube que não podia ser outra senão a fogosa ruiva. Alessandra, sem dizer uma palavra, manteve os dedos sobre aquele membro que crescia a cada carícia, beijo e mordida que dava no pescoço do homem. Gemidos curtos escapavam do coroa, ele queria se virar para beijar aquela boquinha tão ardente, amassar aquelas tetas e gozar daquela bucetinha vermelha.

Foi paciente e deixou que aquela garota perdesse toda a timidez, antes de se virar e olhar para aqueles olhões cinzentos de felina que ela tinha. O hálito de Alessandra era de baunilha, que não demorou a entrar pelos poros de Tomás, que se embriagava com aquele aroma doce e intenso. Seus lábios tinham um tom de rubi, o que deslumbrava ainda mais o psicólogo. que não demorou pra comer eles e se apossar daquela boquinha, com quem mal tinha trocado um par de palavras.

A ruiva percebia a loucura que causava naquele homem, através daquela troca de saliva. Assim como as pequenas diferenças que tinha com Axel, sem dúvida, Tomás era mais apaixonado e ousado que o filho. Aquela sensação de não se importar se fossem pegos, fazia tudo ficar mais intenso e safado. Carregando-a pelas coxas, ele a levantou pra sentar na mesa e continuar enrolando a língua na dela.

As mãos dele exploravam aquelas costas nuas, procurando o nó que prendia aquele vestido de crochê no corpo dela. Quando achou, devagar foi desabotoando, pra depois deixar cair até a cintura e liberar aqueles peitos lindos e redondos. Os dois se olharam sem dizer nada, recuperando o fôlego depois daquele beijo longo que tinham dado. Alessandra sorri e passa a língua nos lábios, se preparando pra outro amasso, mas ouvem uns passos perto, mudando os planos.

Laura tinha descido pra beber um copo d'água, a mulher tinha encontrado April no corredor, que carregava o Simão. As duas entraram na cozinha conversando sobre o pequeno e a nova experiência de ser mãe. Tomás sentou numa das cadeiras, enquanto a jovem ruiva se escondeu debaixo da mesa, passando despercebida graças à toalha comprida. Ela, sem medo de nada, pegou aquele tronco e colocou no meio dos peitos.

Com aquela pica presa, abriu a boca e começou a desenhar na glande, como se chupasse um pirulito. Eram lambidas suaves, mas em pontos certeiros pra enlouquecer Tomás, que suspirava o mínimo possível, embora tenham escapado uns gemidos, que chamaram a atenção de Laura.—"Aconteceu alguma coisa, Tomás?perguntou a mulher,—"Não, nadarespondeu, tentando cruzar os olhos com os da esposa.—"Tem certeza? Porque você tá meio inquieto.insistiu a mãe de Axel e Rosita.

A mandíbula de Tomás tremeu por alguns segundos, com muito esforço ele segurou o que seria um berro. A buceta que aquela garota estava dando pra ele era simplesmente uma delícia.S-sim... Tô tranquilodisse sem parar de buscar o socorro da esposa, que finalmente olhou nos olhos dele. Tendo a atenção de April, ele começa a bater na mesa com um dos dedos, rapidamente a mulher percebeu que o marido estava falando com ela em código morse.

April não conseguiu evitar rir ao decifrar a mensagem de Tomás, que só pedia ajuda. Quando ela se aproximou dele, notou que Alessandra estava debaixo da mesa.—"Lau, você me acompanha no pátio um instante?"—A loira consultou, mordendo o lábio inferior, tentando observar debaixo da mesa o movimento daquela garota.—"Claro, Aprilrespondeu, se perdendo no encanto do Simão.Que gracinha, esse pequenininho. Tenho certeza que quando fizer 18, vai ser um verdadeiro partidão.expresso segurando as bochechas do Simão, que tava rindo.–“Aaaaii… Que fofinho você é. Deixa eu pegar ele no colo, April?”–perguntou, saindo da cozinha junto com a mulher e o bebê. Tomás suspirou aliviado por não ter sido descoberto. Alessandra parou o sobe e desce dos peitos para engolir uma boa porção daquela pica. Parecia que aquele pedaço de carne derretia na sua boca fogosa, o sabor era sufocante, mas um manjar para o seu paladar. Molhando ela até a metade, tirou a boca e olhou obscenamente para o coroa.

Alessandra: Que pica gostosa que você tem.

Tomás: E você é uma bomba completa, meu bem.

Alessandra: Valeu.

Sussurrou, capturando aquele sabre entre os peitos firmes de novo, batendo uma punheta com uma grossura que foi impossível para Tomás segurar os gemidos.–“V-você é terrível”–disse, jogando a cabeça para trás e olhando para o teto.Desculpa, mas tô morrendo de vontade de provar seu leitedisse Alessandra, com um sorriso safado. Tomás não aguentou por muito mais e acabou soltando três jatos grossos, o primeiro acertou a testa da moça do lado direito, o segundo na boca dela e o último ficou preso nos peitos dela.

A ruiva provou o esperma que tinha nos lábios, como se fosse o vinho mais fino, passando a língua por todo o paladar, antes de engolir. Depois de fazer isso, passou a língua pelos lábios e saiu do esconderijo para se sentar no colo do homem e beijá-lo. Ele se afastou dela, porque não queria que fossem obrigados a interromper a diversão de novo, então, pediu que fossem para o quarto dela. Alessandra não colocou nenhum empecilho, porém, também não se preocupou em se cobrir.

Saiu da cozinha e subiu as escadas, com os dois peitões de fora, quicando a cada degrau que subia. Ao chegar no quarto, Tomás relembrou o que viveu ali com Diana, mas esqueceria, ao sentir os lábios daquela fogosa ruiva. Ambos foram se despindo, tirando peça por peça, até ficarem pelados. Aquela pica enorme apontava para aquela bucetinha ruiva, que ansiosa esperava ser penetrada. Num silêncio onde as respirações dos dois eram protagonistas, se deitaram na cama.

Suas peles se roçavam, enquanto se acomodavam no colchão e os lábios do homem percorriam aquela figura volumosa cheia de pintinhas. Apesar de serem beijinhos, Alessandra notava como aquela boca ficava tatuada na sua pele, como as pequenas sardas que tinha em algumas áreas do corpo. Ele parou bem quando seus lábios roçaram as dobras molhadas da jovem, Tomás levou alguns segundos para admirar com calma aquela buceta linda.

Abrindo a boca, esticou a língua e deu uma leve lambida, fazendo Alessandra se contorcer de prazer. O doce sabor daqueles sucos que rodeavam a vulva da moça fez a pica de Tomás ficar ainda mais dura. April aproveitou a fraqueza de Laura com Simão para deixar o bebê com ela, e assim sair para espionar o marido com a amiga da irmã. Ficando do lado de fora do quarto, olhando pela fresta fina que havia, se delicia com a cena sensual daquele instante.

Tomás, com uma calma voraz, devorava a bucetinha da Alessandra, que abafava seus gritos de prazer com as duas mãos. A língua do homem explorava o mais fundo que podia, e seus lábios roçavam o clitóris inchado da garota. O corpo inteiro dela começava a tremer.—"Deve vir um bem grandãoA Milf pensou, acariciando a própria buceta com os dedos. Tomás fez o mesmo e enfiou um par de dedos na vulva quente da jovem, que não conseguiu mais se calar e soltou uns suspiros curtos.

Aqueles dedos entravam e saíam com ternura da bucetinha rosa da ruiva, enquanto os lábios do mais velho aprisionavam aquele botãozinho de carne, que ele lambia com a língua. Cada toque e penetração fazia o sexo da garota se sentir bem, que ansiava por ter aquela pica dura dentro dela, rasgando e esticando suas paredes. Era só questão de tempo até ela gozar e sentir a satisfação de ser mulher, uma satisfação que ela tinha negado desde que Axel saiu da vida dela.

Rendida ao veterano, Alessandra lembrou como era ser satisfeita sexualmente. Seus gemidos, por mais que tentasse disfarçar, foram ouvidos — Axel e Ignacia perceberam. O rapaz, desconcertado por aquela voz doce e entrecortada, levantou da cama onde estava com a noiva vendo uns vídeos. Os passos do jovem exasperaram a Milf, que não sabia para onde fugir. Cada vez ele chegava mais perto, girava a maçaneta, e ela ainda estava atrás daquela porta.

Por impulso, April entrou no quarto da Diana e fechou a porta com força, apoiando a bunda nela. Alessandra e Tomás olharam para ela perplexos, enquanto ela os encarava com incredulidade.—"Alessandra, você tá bem?"—Ouviu-se do outro lado da porta, então eles entenderam por que a mulher tinha entrado. A ruiva, em vez de sentir vergonha, ficou ainda mais excitada do que já estava.–"Sim, melhor do que nunca"–disse rindo e pegando com as mãos a rola vigorosa do psicólogo.

Axel não ficou muito convencido com a resposta da amiga, mas também não quis continuar enchendo o saco dela. Voltou pro quarto ao lado de Ignacia, sem imaginar que do outro lado da parede, estava Alessandra, segurando a piroca grossa do pai dela, que pulsava.Meu Deus, é muito maior do que eu imaginavaEu expresso a garota, batendo uma pra esse tronco.–"Você gosta que eu seja tão grande assim?perguntou com malícia o coroa, entendendo pelo sorriso da novinha que era isso mesmo.

April estava feliz que eles continuassem com aquele encontro fervoroso e não prestassem atenção nela. Alessandra, de forma safada, deixa aquela rola madura entre a bunda dela, enquanto suas palmas macias e quentes tocavam o torso do coroa. Tomás acariciava aqueles glúteos e batia uma punheta pro próprio pau.Tô morrendo de vontade de enfiar ela toda dentrodisse ela, ofegante e esfregando a cara do Tomás nos peitos dela.—"Desde o primeiro contato você tá me devorando com os olhos, olhando pras minhas tetas, então agora vai fundoacrescentou, sentindo a respiração dele umedecendo as bolinhas dela.

Tomás se sentia no céu com aqueles dois peitões enormes sufocando ele, queria amassá-los e devorá-los gulosamente. Do jeito que dava, ele dava um jeito de morder, chupar e beijar aquelas montanhas macias que apertavam cada vez com mais força.–“Uuuufff”–exclamou a garota, desejando que aquele veterano a castigasse com sua robusta adaga. O homem, sem fugir daquela prisão ardente, apontou seu membro para enterrá-lo na bocetinha babante da ruiva, que não ofereceu resistência e recebeu com gosto o pedaço do Tomás.

April ficou impressionada com o entusiasmo que movia os quadris de Alessandra, ela praticamente pulava naquela estaca ereta de carne. Suas tetas grandes balançavam, dando assim, bolhas de ar para o velho. Era tão obscena a cena, que a Milf sentiu a necessidade de imortalizá-la. Vendo a câmera fotográfica da jovem no móvel, a fuck e começa a tirar fotos de vários ângulos, sem que eles notassem. Quanto mais imagens capturava, mais regozijo sentia em seu corpo ardente.

Entre pulo e pulo, as pernas de Alessandra começaram a tremer, seu corpo parecia mais pesado e mal mantinha um pouco da intensidade inicial. Tomás, ao notar isso, tira o rosto daquelas tetas suadas e molhadas, para olhar sua jovem amante. Ela estava com a boca aberta, enquanto ofegava, com a ponta da língua para fora. Ele sabia que a garota pedia através do olhar que ele assumisse o controle da foda, que macetasse com força sua buceta e devorasse seus lábios para calar qualquer gemido.

Tudo isso, Tomás fez, sem soltar os glúteos firmes da ruiva, começou a mover levemente sua pelve. À medida que sua boca se aproximava da dela, suas estocadas foram crescendo. Quando agarrou aqueles lábios de rubi, suas bombadas eram tão intensas que Alessandra arranhava seus ombros. A cabeça da ruiva virava de tanto prazer, mas Tomás não pararia com suas investidas e beijos de língua, porque sabia que se parasse, ela não o perdoaria.

Aproveitando a vulnerabilidade da jovem, inseriu um de seus dedos no cu dela, fazendo com que ela chegasse a um novo orgasmo, que foi mais intenso que o anterior. Tomás sentia que seu pau estava aprisionado pelos músculos vaginais dela, chupando como se fosse uma boca. Sem aguentar mais, ele também se rendeu e soltou uma baita gozada dentro daquela bucetinha. Os dois ficaram deitados na cama, completamente exaustos. A loira acariciava a própria vulva com um sorrisinho, olhando o corpo do marido.

Ela deixou eles descansarem uns minutos, pra depois acordá-los pra jantar. Tomás se vestiu, mas Alessandra não quis sair daquele colchão molhado de suor dos dois e dos fluidos deles. Depois do jantar, April ficou sozinha com Josefina, lavando a louça. A mulher aproveitou aquele momento pra começar a mexer com a cabeça da irmã.Você não ia querer comer uma coisa grossa, bem dura e ao mesmo tempo suculenta?perguntou com toda a ousadia, Josefina não entendeu o contexto e o motivo da pergunta, mas também não fingiu inocência, pelo contrário, foi bem direta.

Josefina: Isso soa como uma pica... E claro que eu adoraria chupar uma assim, embora não esteja necessitada. Tenho um que me mima todo dia e estou treinando ele pra ser o melhor de todos.

April: Vejo que você confia muito na sua capacidade de extrair o máximo de um homem.

Josefina: O que posso te dizer, irmã mais velha. Fui uma ótima mentora pra vários, mas entre nós duas, você me supera de longe.

April: Só fiquei com um homem na vida inteira pra poder me gabar de que sou boa em extrair o máximo dos caras.

Josefina: Pode ser só um homem, não é um grande histórico, mas você deve se orgulhar de uma coisa: muitas dariam tudo pra estar no seu lugar, pelo jeito que ele enterra a pica em você e te faz uivar.

April: Nunca tinha visto por esse lado, irmãzinha. Valeu por abrir meus olhos.

Disse com ironia.

Josefina: De nada, irmã mais velha.

April: Aliás, você gostaria de estar no meu lugar?

Josefina ficou desconcertada ao ouvir aquela pergunta, mas depois de alguns segundos, riu.

Josefina: Se eu dissesse que não, estaria mentindo. Claro que adoraria estar no seu lugar, nem que fosse por uma noite.

April ficou excitada ao ouvir aquela declaração, sorrindo, disse para si mesma:Pronto, irmãzinha, muito em breve você vai poder aproveitar a maravilhosa pica do TomOs próximos contos que vou publicar vão ter outro nome, mas serão partes dessa história. Espero que tenham gostado do conto, valeu.

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