Vamos continuar... Eu passava quase todo o tempo com ela, e quanto mais perto eu ficava, mais despertava em mim a vontade de comer ela, sem dúvida eu tava disposto a realizar isso. Pela nossa idade, adolescentes cheios de curiosidade, era muito comum rolar uns roços quase sexuais. Conversas muito quentes, e às vezes, não sei se porque em alguns dias ela tava muito horny, mas fazia um monte de insinuações. Quando a gente ia dormir, ela acendia a luz e falava "vou arrumar minhas coisas", sempre enfatizando a palavra "arrumar" (com segundas intenções), vestia o pijama dela, seja uma calça justinha ou uma lycra, que de qualquer jeito deixava à mostra aquela bucetinha linda marcada naqueles pedacinhos de pano que cobriam aquele tesouro virgem 🪙. Eu ficava olhando, e ela se abaixava, fingia que tava varrendo debaixo dos móveis pra ficar de quatro na minha frente. Apesar de tanta tesão, ainda tinha dúvida de como chegar nela, não era muito bom com as minas, além de que, de certa forma, respeitava o fato de sermos irmãos. Eu só ficava olhando até ela dormir e apagar a luz, e nessa hora eu já tava explodindo de prazer, então, sem fazer barulho, ia me tocando até sentir que ela tava dormindo, aí começava a festa. Só de lembrar do corpo dela e saber que tava a dois metros de distância, eu gozava e me enchia de porra. Nunca imaginei que por trás daquela menina comportada e inteligente, tinha uma mulher sedenta pra provar uma pica. Um dia, quando cheguei em casa, minha tia (a do outro relato, aproveitando pra lembrar que tudo isso é real) mandou um bilhete pro meu irmão comigo. Então, quando cheguei em casa, fui pro quarto e, ao entrar, ouvi um movimento brusco, tipo quando você tá fazendo algo particular. Entrei e, antes de qualquer coisa, ouvi: "Quem é?" Eu disse: "Sou eu, Sam." Uma voz respondeu aliviada: "Ah, é você, que bom..." Ao mesmo tempo, ela abriu a cortina que separava a cama dela da minha. Tava toda vermelha e meio suada, como quando você sai pra correr 💨. Além disso, tinha um sorriso diferente do normal. Ela pegou o bilhete e eu pensei... ...vou continuar dormindo. Aí me preparei pra tomar banho, passei quase uma hora até voltar pronto pra dormir. Tava muito excitado com o que tinha visto, principalmente porque sabia que tinha tudo aquilo pertinho de mim, e como de costume, esperei um bom tempo até ela dormir e comecei... O simples fato de saber que ela tava tão perto já bastava pra me deixar louco de prazer. Naquela noite, terminei o meu serviço, sem fazer muito barulho, embora em alguns momentos o prazer me vencesse e dava pra ouvir como eu me masturbava. Assim terminei e o sono me venceu. Foi naquela noite que, do nada, acordei. Não sabia quanto tempo tinha dormido, mas já era umas três da manhã. Um barulho muito forte me acordou, um que todo mundo conhece bem, mas naquele momento eu era até virgem. Levei uns minutos pra raciocinar o que tava ouvindo, quase falei com minha irmã, mas algo em mim clicou e eu percebi o que tava rolando ali. A Laurita tava se masturbando. Era tanto barulho dos dedos dela e a respiração ofegante que eu entendi: ela esperava me ouvir masturbar primeiro pra depois fazer o mesmo. Naquela hora, fiquei doido. Em segundos, meu pau tava mais duro do que nunca. Tava diante da oportunidade de, pelo menos, deixar ela me ver e tocar aquele corpo gostoso. Ficava pensando em como os outros a desejavam, nas vezes que a via pelada e de calcinha, e em todas as vezes que cheirava as roupinhas usadas dela, imaginando que aquela mulher era minha. Pensava: o que é melhor do que aprender entre irmãos? Onde você ia encontrar mais confiança? Aquela noite se transformou numa história realmente excitante, algo de tirar o fôlego... continua...
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