Todo comenzó una noche de carnaval

Tudo começou naquela manhã fria de sábado de fevereiro, fim de semana de carnaval. Saí do meu apartamento compartilhado de estudantes e fui buscar o José na casa dele. Encontrei ele na cama com febre e uma gripe daquelas. A irmã dele também estava lá, os pais tinham saído.

— E aí, José, preparado pra festa de hoje?
— Qual nada, Erick, tô me sentindo um lixo, tô com 39 de febre.
— Pô, mano, que puta merda. E agora, o que eu faço?
— Sei lá, cara, desculpa, mas assim não dá pra sair.
— Então beleza, melhora aí. Vou vazar pra não pegar essa gripe.
— Valeu, Erick, boa sorte e me desculpa.

Saí do quarto e a Maria, irmã dele, tava na sala.
— Que situação, hein, Maria, com seu irmão pegando essa gripe logo hoje. A gente ia se divertir tanto, e agora não sei com quem ficar.
— Se quiser, pode vir comigo e minhas amigas.
— Valeu, mas não tô a fim.
— Como não? Anima aí! A gente vai dar uma volta de tarde e de noite ir pra tenda e pro boteco.
— Sei não...
— Claro que sim, tá decidido, você vem com a gente.
— Bom, já que você insiste...
— Tem fantasia pra sair?
— A gente vai toda fantasiada, e você também vai.
— É, mas não sei do quê.
— Com esse cabelo comprido que você tem, só dar um jeitinho, ficava bem de garota.
— De garota? Eu? Qual nada, para com isso.
— Claro que sim, de garota. Deixa comigo.

Ela pegou o celular e mandou um zap pro grupo das amigas. Na hora, tocou a resposta.
— Pronto, agora elas tão vindo, e a gente vai te preparar juntas.
— Isso aí não me parece muito certo, hein...
— Relaxa, você vai ver como vai se divertir.
— Tá bom.

Daqui a pouco, a campainha tocou e lá estavam as 3 amigas inseparáveis dela.
— Olha, elas chegaram. Oi, meninas, vamo que temos serviço com o Erick. Vamos transformar ele na Ericka. Vamos pro meu quarto.

Lá, ela começou a revirar os armários e tirou várias saias e vestidos, jogando tudo em cima da cama.
— Vai, tira essa roupa que você vai experimentar umas coisas.
— Aqui, na frente de vocês?
— Claro.
— Meio sem graça, eu tirei a roupa. - Uyyy, vai ter que dar um jeito nesses pelinhos das pernas, toma, veste elas. Vou pegar umas calcinhas rosa de renda. - Umas calcinhas. - Sim, umas calcinhas, Ericka - falou, enfatizando o "a" -. Vai pro banheiro, veste elas que agora a gente vai. - Mas eu não... vou me cortar. - Nem "mas" nem nada, você vai de menina por completo, então vamos, vai pro banheiro e veste. Fui pro banheiro, fechei a porta e fiquei parado olhando praquelas calcinhas sem vestir. Uns dois minutos depois, bateram na porta. - Ericka, já deu, a gente pode entrar. - Ainda não, é que não me vejo com isso. - Para de reclamar e veste, é só uma peça de roupa. - Tá bom, já vesti, pode entrar. A porta se abriu e lá estavam todas, morrendo de vontade de me ver. - Olha só, meninas, que linda ela tá, como fica bem nela, mas você tem que disfarçar esse volume, enfia entre as pernas. Me virei e coloquei entre as pernas. - Viu, agora já fica melhor com a entreperna lisinha, agora você é uma de nós, senta aqui. Começou a fuçar num armário e tirou várias coisas. Primeiro passou creme de barbear nas minhas pernas e começou a passar uma lâmina, enquanto a Merche pegava umas pinças e começava a arrancar pelos das minhas sobrancelhas. - Ei, o que você vai fazer com minhas sobrancelhas? - Relaxa, só vou tirar os pelinhos mais compridos. Um tempo depois, eu tava com as pernas bem depiladas e as sobrancelhas, quando vi, me deu um treco. - Mas o que você fez com minhas sobrancelhas? Tão de mulher! - Ué, claro, o que você esperava? A Maria já falou, completamente de menina, não vamos deixar nenhum detalhe passar. - Agora vamos pras unhas, trouxe essas que comprei na internet, vou colando elas. - E agora pintar as dos pés. - Meninas, vocês não acham que tão exagerando um pouquinho? - Não, Ericka, a gente tá se divertindo pra caramba hahaha. Daqui fomos pro quarto. Primeiro me colocaram um sutiã, era o par das calcinhas, enfiaram umas meias dentro. - Ei, e se alguma descer nas galerias? Lá na loja que vende coisas de brincadeira, vende peitos de borracha, a gente compra um. Uns. Eu ouvia incrédulo, como é que essas minas tinham essas ideias. Daí a pouco já tava com uns peitos de borracha colocados, era igual a um sutiã preso por trás. — Vamos ver que roupa a gente bota em você. Depois de várias tentativas. — Esse aqui, né, minas? Cê tá gostosa, Ericka, vai ser a atração dos caras, hahaha. Era um vestido rosa curto, justo e decotado, dava pra ver aqueles peitos de borracha e a borda do sutiã. Depois me colocaram umas meias que iam até a coxa e ficavam bem presas lá, e por último, por último encontraram um problema. — O difícil são os sapatos, não tenho do seu número, que número você calça? — 40. — Vai ser complicado. — Minha mãe calça 40, vou em casa e vejo se ela me empresta uns. Em 20 minutos voltou com 2 pares de sapatos, um preto e outro fúcsia, com uns saltos que me deram medo. — Minas, já tô aqui, olha, deu sorte. — Deixa eu ver — disse Maria — Eu fico com os fúcsia, o que vocês acham? — Siiim — responderam quase em uníssono. — Então já tá vestida, agora é se maquiar e pronto. Daí a pouco já tava totalmente virado uma mina, rosa demais talvez, até os lábios estavam pintados de rosa bem forte. — Já terminamos, Ericka, agora a gente vai se vestir e sair pra dar uma volta. Todas as minas foram embora, ficamos só eu e Maria a sós, marcaram pra daqui uma hora, Maria me mandou esperar na sala, daí a pouco ela saiu já vestida, tava normal, uma minissaia jeans e um casaco. — Pronto, tô pronta. — Mas e sua fantasia? — Depois de tarde, agora vamos dar uma volta, vamos dar tchau pro meu irmão. — Como é que seu irmão vai me ver assim? — Ericka, é carnaval, é normal. Ela me empurrou pro quarto. — José, a gente vai, o que cê acha da minha amiga Ericka? — Hahahaha, mas o que fizeram com você, Erick? Ninguém diria que cê é um cara. — Sua irmã que me enrrolou. — Hahahaha, beleza, cara, se diverte. — Nada, José, se cuida. Saímos do apartamento, eu andava com certa dificuldade com aqueles saltos. Sentia o frio subir pelas pernas, encontramos as outras minas num parque, e descemos pro centro, ainda não via ninguém fantasiado, só algum moleque aqui e ali e eu, mas como vi que ninguém me olhava, achei que tava passando por mais uma guria. – Meninas, que tal a gente ir pro shopping, comer lá e ver um filme, assim a gente mata o tempo até a festa de noite – disse a Maria. – Beleza – respondeu uma. E lá fui eu, no meio delas, todas de minissaia, passar uma tarde de guria. Quando acabou o filme, falaram em dar um rolê pelas lojas até a hora de jantar ali mesmo e comprar umas bebidas pra fazer um pré. Achei tudo meio estranho, então perguntei. – Ei, minas, e vocês, quando vão se fantasiar? – A gente não vai se fantasiar – disse a Sara. – Ah, não? Maria, você não me falou que vocês todas iam fantasiadas. – Falei sim, pra te convencer. – Então o único otário aqui sou eu. – Digamos otária, mas você passa bem como guria, fizemos um bom trabalho. – Acho que tô fazendo papel de idiota assim. – Qual é, se eu percebi que até uns caras te olharam, você tem boas pernas e uma bunda boa, e não é nada feia, quem sabe até pega alguém hoje. – Ah, cala a boca já. – Bom, só foca em se divertir. A verdade é que me estresso pra caralho olhando loja, ainda mais porque era tudo roupa e acessório de guria. Depois de jantar, fomos pro local da festa e começamos a beber. Lá já tinha gente fantasiada, até uns caras vestidos de guria com a turma deles, uns melhores, outros piores, mas dava pra perceber em todos. E eu tava com quatro minas que tinham feito um trabalho tão bom que eu não destoava entre elas, e isso percebi logo. Quando chegou um grupo de amigos das gurias, deram dois beijinhos em cada uma. Eu tava de lado e, como não me conheciam, não falaram nada até a Maria me apresentar. – Galera, essa é minha amiga Ericka. No primeiro, fui estender a mão, mas ele colocou a mão no meu ombro enquanto eu punha a minha no dele. cintura e me deu 2 beijos, e atrás dele mais 2 beijos nos outros caras e outros que foram chegando mais tarde, o álcool foi fazendo efeito em mim e cada vez eu tava mais desinibida e dançava junto com as minas, entre música e dança de vez em quando, algum cara pegava uma das minas e dançava com ela, até que chegou minha vez e eu recusei.

— Se solta e curte a noite, olha a gente dançando de boa com eles — falou a Maria.
— Claro, vocês são minas.
— Entra no personagem, curte como mina.
— É, fácil pra você dançar com um cara, pra mim não, já tô me divertindo assim.

Continuei dançando sozinha do lado delas, mais tarde saímos pra pegar um cuba-libre e voltamos com ele pra pista de dança, depois desse cuba-libre eu tava bem alegre, o mesmo cara chegou de novo e começou a dançar na minha frente, no começo não dei bola mas acabei dançando com ele umas duas músicas.

— Já volto, gata, vou pegar bebida — falou o Rubén, que era o nome dele.

Em 10 minutos ele tava de novo na minha frente, me ofereceu um gole do cuba-libre dele e eu aceitei, daí começou a tocar uma música mais lenta, ele me pegou pela cintura pra dançar, eu deixei meus braços pendurados, a Maria chegou por trás e falou no meu ouvido:

— Tô vendo que você soube entrar no personagem e tá se divertindo, mas não fica tão dura agora, apoia as mãos no ombro dele pra dançar isso, não sei por que mas obedeci e ele aproveitou pra me puxar mais pra perto, me senti estranha mas não desconfortável.

Já na terceira música ele falou algo:
— Então você gosta de se vestir de mocinha?
— Eu? Nãooo, é que a Maria insistiu em me vestir assim.
— Só vejo uma mina muito gostosa e sexy na minha frente.
— Pois se engana.
— Acho que não, tenho certeza que até usa umas calcinhas rosa bonitas.
— Que isso, cara.
— Não usa dessa cor?
— E o que você tem a ver com a cor da minha calcinha?
— Tava certo que usava, você é toda uma mocinha.
— Só tô fantasiado.
— Sim. Pois é, eu também já me fantasiei de garota algumas vezes e nunca usei calcinha.
— Beleza, cara, mas aonde você quer chegar com isso? — respondi já irritada.
— Desculpa, Ericka, foi brincadeira.
— Tá bom, tudo bem.

Continuamos dançando e conversando animadamente sobre coisas bestas até que ele começou a me fazer perguntas.
— O que você estuda, Ericka?
— Enfermagem.
— Quer ser enfermeira?
Resolvi entrar na onda e continuar falando de mim no feminino.
— Sim.
— Tô te imaginando de jaleco branco curto com uma lingerie bem sexy por baixo.
— Ah, é? Que imaginação hein.
— Muita.
— Quer beber algo, Ericka? Eu pago.
— Não, já tô bem alta.
— E aí, curte uma coca?
— É, de vez em quando dou uns tecos.
— Sobe lá no meu apê, te convido pra uma, moro naquele prédio.
— Beleza, vamos.

Segui ele até o apartamento, ele me levou direto pro quarto.
— Espera aqui, vou no banheiro.
Fiquei um tempo olhando o quarto, da janela dava pra ver a praça onde tinha a tenda e o povo festando. Quando ele voltou, aproveitei pra ir no banheiro. Quando voltei, tinha duas carreiras na escrivaninha em frente à janela. Primeiro ele cheirou uma, eu ia cheirar a minha quando ele parou na minha frente.
— Se quer cheirar, primeiro tem que me chupar.
— Mas que porra é essa, cara? Você é maluco?
— Um pouco, sim.
Virei pra sair, mas ele me segurou pelo braço e não deixou.
— Aonde pensa que vai, gatinha? Além do mais, não vai conseguir sair, tranquei a porta.
— Cara, me solta, quero ir embora.
Então ele me agarrou forte pelo pescoço e com o outro braço me puxou pra perto dele. Ele era muito mais forte, digamos que do lado dele eu era o que se via ali: uma garotinha frágil e delicada.
— Agora você vai se ajoelhar, vai tirar ele pra fora e vai me chupar. Não quero te forçar e te machucar, não gosto de machucar minhas meninas.
— Tá, tá, já vou fazer — falei assustada.
— Viu como foi fácil?
Me abaixei, fiquei de joelhos, fui desabotoando os botões um por um e quando a cueca apareceu, olhei pra cima pra ele, como quem implora. Não me fizesse fazer aquilo.
— Vamos, o que tá esperando? Tira ele.
Eu baixei a cueca dele e apareceu o pau dele já meio duro na minha cara. Fiquei olhando, mas sem fazer nada.
— Anda, o que tá esperando? Ele não morde.
Peguei com certa relutância e comecei a masturbar ele, mas sem levar à boca.
— Acelera, Ericka, a gente não tem a noite toda. Pra fazer uma punheta, eu mesmo faço.
Ele empurrou minha cabeça pra baixo. Abri um pouco a boca e chupei a ponta. Tinha um gosto salgado no começo, de xixi, acho. Esse gosto sumiu rápido. Não sabia direito como fazer, mas fui chupando ele do jeito que vi quando fizeram em mim.
— Tá indo muito bem, gata. Continua assim, gostoso, né? No fim, todas vocês são umas putas do mesmo jeito. Por uma carreira, acabam sempre de joelhos. Como o vício é ruim. Olha pra mim, gata, quero ver esses olhos lindos enquanto chupa.
Ele tava com o celular na mão e tirou uma foto.
— Ficou bem gostosa, sabia? Que olhar de viciada você tem. Tenho certeza que você é daquelas que engole tudo, né?
— Mmmmm, mmmmmm — Tentei negar com a cabeça ou dizer que não queria aquilo.
Ele apertou minha cabeça contra ele, fazendo ele entrar inteiro, e acompanhou meus movimentos de cabeça quando, de repente, minha boca encheu com a primeira descarga dele.
— Engole, gata, engole. É gostoso, né? Assim quentinho.
Eu engolia como dava, ou o que dava. Era salgado, mas não era um gosto desagradável. Ele soltou minha cabeça, e eu tirei ele da boca.
— Nada disso, sua putinha. Continua chupando até deixar bem limpinho. Muito bem, gata. Agora pode se mandar sua carreira, você mereceu.
Eu me inclinei sobre a mesa pra cheirar a carreira. Quando tava cheirando, senti uma mão na minha bunda.
— Que bundão gostoso, gata. Tá pedindo pra eu comer.
— Não, isso não. Me deixa ir, por favor — Tentei me levantar.
— Quieta, gata. Olha que vídeo mais lindo.
Ele não me deixou endireitar e mostrou um vídeo onde dava pra me ver claramente chupando ele.
— Ficou bem gostosa, né? Então, se você não quer que esse vídeo Vídeo em 5 minutos, isso tá correndo de celular em celular aí embaixo, você vai me deixar te foder essa bunda tão gostosa.
– Por que você tá fazendo isso comigo?
– Porque eu gosto de você, gatinha, e assim você vai ser minha.
– Por favor, me solta, não gosto disso, não sou gay.
– Não, querido, eu já sei, você é toda uma princesinha pra mim, é isso que eu vejo.
Enquanto a gente conversava, ele continuou pegando na minha bunda, a saia já tava levantada e a mão já tava me acariciando por cima da calcinha.
– Você tá com uma calcinha bem linda.
Tentei me levantar de novo, com um tom um pouco mais firme, respondi ele de novo, mas a força dele me impediu de levantar e minha bunda continuou exposta pra ele.
– Tá bom, fera, ou eu mando o vídeo ou a gente fode e isso fica entre nós dois.
– Para, para, não manda, por favor.
– Muito bem, isso significa que a gente vai foder.
– Não, por favor, você vai me machucar.
– Relaxa, tenho experiência com princesinhas apertadas como você.
Ele parou de pegar na minha bunda, mas eu sentia a pica colada nela. Uns segundos depois, ele abriu minhas pernas e puxou a calcinha pro lado, começou a massagear minha bunda, senti ele passando alguma coisa, e com um dedo ele se abriu, entrou fácil pra dentro, senti ele entrando e saindo várias vezes. Parou um momento, eu já sabia o que vinha, agora vi ele colocar uma camisinha, eu não tava preparada pra aquilo, tava nervosa, senti ele já pressionando meu buraco e entrando devagarzinho, com cuidado, mas sentia dor, ele voltava e empurrava de novo, entrava mais um pouco, eu aguentava a dor apertando a boca.
– Viu, princesinha, não foi tão difícil, já tá toda dentro.
Eu sentia uma pressão forte na bunda junto com uma sensação de dor, ele ia metendo e tirando devagar no começo e aos poucos foi acelerando os movimentos, eu tava apoiada na escrivaninha e de lá via pela janela o pessoal se divertindo lá embaixo na praça, enquanto eu, de pernas abertas, começava a gostar e sentir prazer, e iam saindo gemidos e suspiros da minha boca.
– Você tá gostando, né, princesinha?
– Mmm, mmm, não sei.
– Pra quem não sabe, você finge muito bem. Bem, os gemidos.
– Sim, eu gosto, mmmm.
– Você quer ser minha neném, né?
– Não, quando sairmos daqui não quero te ver mais. Você apaga os vídeos como me prometeu.
– Que boba você é, esses vídeos garantem que você é minha. Vou fazer de você uma puta viciada.
– Não, por favor, para.
Ele continuou me comendo cada vez mais forte até gozar. Fiquei apoiada na mesa, com as pernas tremendo.
– Gostoso, né?
– Sim, muito, mas não quero mais.
– Lava um pouco antes de descer. Se não quiser manchar a calcinha, pega uma toalhinha na gaveta do lavabo.
Fui ao lavabo, tirei a calcinha que estava toda melada das minhas gozadas, limpei bem o que tinha grudado na minha buceta e limpei bem meu cu. Depois lavei a calcinha como pude e coloquei de novo, estava toda molhada.
Quando saí do lavabo, ele já estava me esperando na porta. Me deu um tapa na bunda.
– Vamos, neném.
– Vamos.
Ao sair do elevador, ele passou a mão por cima do meu ombro e me puxou pra perto. Eu segurei na cintura dele e, antes de sair do prédio, ele me encostou na parede e me deu um beijão antes de irmos pra rua.
– Agora você é minha neném.
– Mas amanhã não é mais.
– Já sei o que vai dizer, mas amanhã vai ser, sim, você vai ver. Você vai vir me buscar como a Ericka, a não ser que queira que eu espalhe os vídeos.
– Mas como vou fazer isso?
– Sua amiga Maria, se você explicar, vai te ajudar.
– Como vou contar isso pra Maria?
– Entre amigas, vocês contam tudo.
Sem perceber, já estava na frente da Maria e das amigas, agarrada na cintura do Rubén. Todas ficaram me olhando com cara de surpresa. Eu me soltei de repente.
– Onde você foi, Ericka? Faz tempo que estamos te procurando.
– Fomos tomar alguma coisa.
– Fala a verdade, Ericka. Entre amigas não tem segredo, vocês contam tudo.
– Quê?
– Isso, fala que subimos pra transar no meu apartamento.
– O que esse cara tá dizendo, Erick?
– De Erick já tem pouco, Maria. Ela saiu do meu apartamento feita toda uma mulherzinha.
Maria me pegou pela mão e me levou pra um lado.
– Erick, não é que... É verdade o que esse cara tá falando.
- Um pouco.
- Um pouco como assim?
- Nada, ele me chamou pra cheirar uma carreira no apartamento dele, e lá me disse que se eu não chupasse ele, não tinha carreira.
- E você chupou?
- Sim, e depois ele me comeu.
- Mas você é maluco, porra.
- Não foi nada demais, sei lá, só aconteceu.
- Chupou ele, ele te comeu, e você não sabe como?
- Bom, não é pra tanto, eu curti.
- Então tá, Ericka, se você tá satisfeita, que bom.
- María, posso te pedir um favor?
- Fala.
- Pode me emprestar umas roupas amanhã? Marquei de ver ele.
- Kkkkk, hoje de manhã você não queria se vestir de menina e agora tá me pedindo roupa.
- Faz esse favor pra mim.
- Vou ver o que arrumo.
- Valeu.

Voltamos pros outros, e o Rubén não demorou pra me pegar. Ele não hesitava em passar a mão na minha bunda, me beijar, e eu aceitava tudo de forma submissa. O medo maior era daquelas fotos e vídeos vazarem, mais do que o que os outros ali vissam. Foi assim a noite toda até a gente ir embora.
- Já sabe, Ericka, amanhã meio-dia no meu apê.
- Sim, Rubén.

Ele se despediu com um beijo longo, e eu fui pra casa com as minas. Não quis voltar pro meu apê de estudante, nem queria que meus colegas de quarto me vissem vestida daquele jeito. Então pedi pra María se podia ficar na casa dela.
- Posso dormir aqui? Não quero ir pro meu apê.
- Claro, tem uma cama embaixo da minha, pode dormir aí.
- Valeu.

Quando cheguei lá:
- Toma, veste isso pra dormir, acho que vai servir.

Ela me jogou um pijama rosa com corações. Coloquei e fui pro banheiro. Me deu uma curiosidade e resolvi fazer xixi sentada, e foi aí que vi que a calcinha tava manchada de sangue. Voltei pro quarto da María.
- María, tenho um problema.
- Qual?
- Minha calcinha tá manchada de sangue.
- Kkkkk, veio sua menstruação. Agora fuck you, pega outra e troca.

Ela me jogou uma calcinha rosa normal com um laço na frente. Fui dormir, demorei um pouco pra pegar no sono pensando no que tinha rolado. Passou pela minha cabeça não ir no dia seguinte, e acabei dormindo. A María me acordou às 10. — Vamos, levanta, dorminhoca, faltam 2 horas para meia-noite e a gente tem que te deixar gostosa. Toma um banho enquanto eu vejo o que você vai vestir. Quando saí do banho, estava tudo em cima da cama: um conjunto vermelho de renda, uma mini saia jeans bem curta, uma camiseta preta de manga comprida, meia-calça preta, os saltos pretos que uma das meninas tinha trazido e uma jaqueta jeans curta.

— O que você acha, Ericka? Acho que você vai ficar demais.

Me vesti, me maquiei e saí junto com a Maria pra casa do Rubén.

— Então, Ericka, que tudo corra bem com o Rubén. Eu vou aqui pra casa da Merche.

— Você não vai me acompanhar? Por favor.

— Qual é, o apê do Rubén é muito longe e depois eu tenho que voltar sozinha.

— Faz esse favor, como é que eu vou assim vestida, sozinha?

— Dá pra ir sozinha, sim. E se alguém perceber que você é um cara, que diferença faz? É Carnaval, ninguém vai ligar.

— Já vi que não tenho escolha.

— Então, tchau, gata. Se diverte com seu namorado, haha.

Ela me deu dois beijos e foi embora. Custou-me dar o primeiro passo, vi ela se afastando. Comecei a andar devagar e, cada vez, fui indo mais rápido. Me surpreendi como já estava mandando bem nos saltos. Não demorei pra chegar. Pensei um pouco antes de tocar a campainha. Toquei, e a porta de baixo abriu. Peguei o elevador nervoso. Cheguei lá em cima e a porta já estava aberta, mesmo assim toquei a campainha.

— Entra, Ericka, tô no quarto.

Entrei no quarto e ele estava na cama.

— Oi, Rubén.

— Oi, gata, como você tá linda.

— Obrigada.

Fiquei parada olhando pra ele deitado.

— Não vai dar um beijo no seu boy?

— O quê... é... — fiquei sem graça.

— Ericka, veste isso que deixei aí em cima e vem pra cama comigo.

Me virei e, no encosto da cadeira, tinha uma camisola preta curtinha. Tirei os saltos primeiro, depois a mini saia e, por último, a camiseta, ficando só de lingerie.

— Que lingerie linda você tá usando. Combina muito com o preto da camisola.

Vesti a camisola.

— É da minha irmã, coisas que ela deixou aqui quando foi morar com o namorado. — Vem, gatinha, deita do meu lado. Assim que me deitei, ela começou a me beijar, a acariciar meus peitos falsos, eu me deixava fazer, embora minha língua se movesse e se entrelaçasse com a dela. — Gatinha, se mexe, tenho uma coisa entre as pernas que tá doida pra você pegar, tenho certeza que essa boquinha gulosa tá morrendo de vontade de enfiar na boca. Ela empurrou minha cabeça pra baixo, o quarto tava completamente escuro, eu peguei com uma mão e aproximei a boca, começando a chupar. Dessa vez não senti tanto nojo, pensei: é só um pedaço de carne, aguenta, hoje acaba logo. — Mmmm, muito bem, gatinha, você manda muito bem, é uma putinha mesmo, sim, mmmm, sim, assim, tudo pra dentro, mmm, acelera um pouco que eu já vou gozar, sim, muito bem, tô gozando, não, não tira agora, engole tudo, assim, assim, muito bem, engole o leite, gatinha, você foi muito bem. A luz acendeu e eu ainda tinha ela enfiada na boca. — Fica de quatro. Fiquei na posição de putinha, olhei pra trás e ele tava batendo uma, depois de um tempo colocou uma camisinha, lubrificou meu cu com os dedos e enfiou tudo de uma vez quase, fazendo eu soltar um gritinho. Começou um vai e vem contínuo, enquanto eu gemia e dava pequenos gritos. Passava pela minha cabeça: como podia gostar tanto daquilo se não era gay? Queria que ele continuasse me comendo, desejava ter aquela rola entrando e saindo. — Mmmm, sim, sim, continua, não para, hummm, que gostoso. — Você gosta, né, sua putinha. — Siiim. Não demorou pra gozar e deitar do meu lado, me beijou os lábios. — Você foi muito bem, putinha minha, mas agora tô com vontade de um café, você vai fazer pra mim, né? — Sim, onde estão as coisas? — Em cima da bancada, você vai ver a cafeteira. — Posso ir no banheiro primeiro? Preciso me lavar. — Claro que pode, gatinha. Me limpei bem, fiz xixi sentada, andar vestida assim me ensinava a fazer desse jeito. Depois fui pra cozinha e comecei a preparar o café. A gente já tava tomando quando uma mulher apareceu na cozinha. — Oi, mãe. — Bom dia, Rubén e companhia. Não sabia onde me enfiar quando vi ela, ia sair, mas... Ali e o Rubén me pegou pelo pulso e não deixou.
— Essa é minha namorada, Ericka, mãe.
— Oi, Ericka, prazer.
— Oi, senhora.
— Pode me chamar de Silvia.
— Sim.
— Vou tomar um café com vocês.
Ela estava de pijama de inverno e eu com aquele camisolinho curto que quase mostrava minha calcinha.
— Hoje sua irmã vem almoçar, você fica também, Ericka.
— Não.
— Sim, mãe, claro que ela fica, pode te ajudar na cozinha, né, Ericka?
Ela me olhou fazendo o gesto de uma foto com as mãos.
— Sim, claro.
— Então vou tomar um banho, deixo vocês duas aqui.
Fiquei parada, sem saber o que fazer, o que dizer, com o olhar no chão.
— E desde quando você sai com meu filho?
— Desde ontem.
— Bem rápido, você já caiu na cama dele, né?
— Bom, talvez eu não quisesse, mas...
Ela me cortou:
— Mas o quê? Não disfarça, você parece muito tímida, mas é uma putinha.
Fiquei travada com o que ela disse.
— Você tem um baita jato de porra grudado no cabelo.
Saí envergonhada da cozinha direto pro quarto do Rubén, passando a mão no cabelo, fechando a porta, e sim, tinha uma boa gozada grudada ali.
Já estava tirando com um lenço quando a porta abriu e ouvi a voz da Silvia.
— Ericka, desculpa, talvez eu tenha exagerado, mas sou muito direta. Vou te contar uma coisa: não faz nem uma hora que eu também tava com a do meu namorado na boca. Todas nós temos uma putinha dentro, mas você precisa ter cuidado. Se tivesse saído na rua assim e alguém visse... Quando fizer um oral, prende o cabelo, faz um coque, por exemplo, e evita isso. Com certeza você não tava com o cabelo preso.
— Não.
— Quando o Rubén sair, toma um banho e fica como nova. No banheiro tem de tudo, e arruma a maquiagem.
— Não sei me maquiar.
— Me chama que eu te ajudo, tá? Me perdoa?
— Sim.
Ela me deu um abraço. Assim que o Rubén saiu, tomei um banho e, quando me vesti, a Silvia veio me maquiar.
Desde aquele dia, minha vida deu uma guinada de 90 graus. A mãe do Rubén se tornou uma boa amiga. Ela me ensinou a me maquiar e acabei virando uma das putinhas do Rubén. Quando ele tava a fim, me chamava, eu ia na casa dele, me vestia com as roupas da irmã dele, me maquiava sozinha, transava com ele, tomava banho e saía da casa dele vestida de menino. Nunca mais transei com meninas depois daquele dia, eu gostei do sexo como menina. A Maria era minha confidente e as roupas de menina que eu comprava, ela guardava pra mim. Eu saía com caras, me vestia na casa dela, mandava eles me buscarem num ponto, transava com eles e voltava a me trocar na casa da Maria.

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