E aí, beleza? Como vocês estão? Queria contar minha experiência mais recente. Sei que tô há um tempo sem publicar, mas sempre é bom compartilhar as vivências, né?
Isso começou quando eu comecei a fazer outro trabalho na região de Guaymallén. Dias muito loucos, correria, trabalho, compromisso... bem estressante. O trabalho era num complexo de apartamentos e, com o passar dos dias, fui conhecendo cada um dos inquilinos, pelo menos todos da parte de baixo. Da parte de cima, tinha visto muito pouco. Meu serviço era reformar dois apartamentos.
Na segunda semana, na segunda-feira, tudo começou. Segunda de manhã, chego no trabalho e vou trocar de roupa pra começar a trabalhar. Aí percebo que, da janela de cima, alguém tava me espiando. No momento, não dei importância e continuei com a tarefa. Como trabalho majoritariamente sozinho, fiquei com aquilo na cabeça, o fato de alguém estar me observando. E comecei a ir naquele quarto com mais frequência, pra espiar pela janela e ver se conseguia ver alguém.
No meio-dia, decidi ir comer naquele quarto. Depois de comer, acendi um cigarro e sentei um pouco com o celular. Ao olhar pra cima, pela janela, só apareceu uma bunda redonda, de calcinha fio dental azul. E aí começou o jogo. Comecei a esfregar meu pau por cima da calça e senti ele inchando aos poucos. Já acelerado, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar um pouco. Aí ela saiu da janela e, sem entender nada, vejo um papel com um número. Anotei e mandei um WhatsApp.
Ela explicou que era cross, que queria fazer algo com discrição e que, se eu quisesse... enquanto me mandava fotos da raba e do buraco, que estava... uff, uma delícia. Disse que descia daqui a pouco, já trocada, que esperasse na hora da sesta e ela descia. Aí me apressei pra terminar o que tava fazendo.
Um tempinho depois, chega uma mensagem: "Deixa aberto pra não perder tempo". Eu vou, entro... ela tava com uma jaqueta tipo moletom, uma peruca preta, maquiagem, meia arrastão preta e uma calcinha fio dental vermelha. Muito atlética, mas com uma bunda grande. desespero e ele meteu a mão pela minha calça, ajoelhou e começou a mamar. colocou a camisinha com a boca e me deu uma chupada de pau que me estremeceu. ali mesmo, em cima de umas placas de isopor, coloquei ele de quatro e puxei a calcinha pra ver aquele cuzinho rosado gostoso que ele tinha. aquele cu não estava arrombado – deviam tratá-lo com carinho. hoje ia levar uma boa arrombada. enquanto lambia e enfiava a língua no cuzinho, ele gemia que nem uma menininha, e isso me deixava mais excitado. percebi que ele tinha um micropênis, por isso não dava pra notar, e ele me disse que queria ser uma puta.
Com o cuzinho já dilatado, fiz ele mamar de novo. De ladinho, com o cu latejando, enfiei um dedo naquele rabo. Estávamos pegando fogo. Sentia a língua dele percorrer meu pau até os ossos e voltar – aquela boca era uma ventosa. Ele me pediu, por favor, pra eu meter de ladinho. Comecei a esfregar a cabeça no cuzinho gostoso, e estava apertadíssimo. Senti um suspiro profundo, ele prendeu o ar, e de repente a cabecona escorregadia entrou. Ele disse: “devagar, com movimentos curtos”. Sentia o reto apertado no meu pau, e fui entrando mais e mais, até que ele fez um movimento brusco e eu encostei fundo. Comecei a bombar forte, e ele reclamava. Tapei a boca dele e sentia as nádegas batendo na minha pelve, com a piroca escorregadia e apertada arrombando aquele cu. Sentia ele ficando cada vez mais gostoso, e os gemidos de repente ficaram mais prazerosos. Ele me dizia: “que pau gostoso, meu”. Do nada, tirei e ele subiu na bancada, levantou as pernas e senti como ele afundava no cu. Ele pedia mais, e dava pra sentir meus ovos batendo. Eu perguntei: “você gosta, puta?” Ele respondeu: “sim, papi, me dá porra”.
Tirei a camisinha e apontei pra cara dele. Ele se aproximou de joelhos, engoliu tudo e sentiu minha porra escorrer pela garganta. Engoliu tudo sem tirar, e chupou até deixar meu pau limpinho. “Que delícia foi isso”, eu disse. Ele pediu pra eu bater com o pau na cara dele. “Que puta você é”, falei, e ele sorriu. “Amanhã passa direto no meu apartamento, quero mais assim”. Já tem uma semana bombando esse cu divino. Espero que tenham gostado da minha experiência, e eu tô esperando por amanhã. para arrombar esse cu até a próxima
Isso começou quando eu comecei a fazer outro trabalho na região de Guaymallén. Dias muito loucos, correria, trabalho, compromisso... bem estressante. O trabalho era num complexo de apartamentos e, com o passar dos dias, fui conhecendo cada um dos inquilinos, pelo menos todos da parte de baixo. Da parte de cima, tinha visto muito pouco. Meu serviço era reformar dois apartamentos.
Na segunda semana, na segunda-feira, tudo começou. Segunda de manhã, chego no trabalho e vou trocar de roupa pra começar a trabalhar. Aí percebo que, da janela de cima, alguém tava me espiando. No momento, não dei importância e continuei com a tarefa. Como trabalho majoritariamente sozinho, fiquei com aquilo na cabeça, o fato de alguém estar me observando. E comecei a ir naquele quarto com mais frequência, pra espiar pela janela e ver se conseguia ver alguém.
No meio-dia, decidi ir comer naquele quarto. Depois de comer, acendi um cigarro e sentei um pouco com o celular. Ao olhar pra cima, pela janela, só apareceu uma bunda redonda, de calcinha fio dental azul. E aí começou o jogo. Comecei a esfregar meu pau por cima da calça e senti ele inchando aos poucos. Já acelerado, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar um pouco. Aí ela saiu da janela e, sem entender nada, vejo um papel com um número. Anotei e mandei um WhatsApp.
Ela explicou que era cross, que queria fazer algo com discrição e que, se eu quisesse... enquanto me mandava fotos da raba e do buraco, que estava... uff, uma delícia. Disse que descia daqui a pouco, já trocada, que esperasse na hora da sesta e ela descia. Aí me apressei pra terminar o que tava fazendo.
Um tempinho depois, chega uma mensagem: "Deixa aberto pra não perder tempo". Eu vou, entro... ela tava com uma jaqueta tipo moletom, uma peruca preta, maquiagem, meia arrastão preta e uma calcinha fio dental vermelha. Muito atlética, mas com uma bunda grande. desespero e ele meteu a mão pela minha calça, ajoelhou e começou a mamar. colocou a camisinha com a boca e me deu uma chupada de pau que me estremeceu. ali mesmo, em cima de umas placas de isopor, coloquei ele de quatro e puxei a calcinha pra ver aquele cuzinho rosado gostoso que ele tinha. aquele cu não estava arrombado – deviam tratá-lo com carinho. hoje ia levar uma boa arrombada. enquanto lambia e enfiava a língua no cuzinho, ele gemia que nem uma menininha, e isso me deixava mais excitado. percebi que ele tinha um micropênis, por isso não dava pra notar, e ele me disse que queria ser uma puta.
Com o cuzinho já dilatado, fiz ele mamar de novo. De ladinho, com o cu latejando, enfiei um dedo naquele rabo. Estávamos pegando fogo. Sentia a língua dele percorrer meu pau até os ossos e voltar – aquela boca era uma ventosa. Ele me pediu, por favor, pra eu meter de ladinho. Comecei a esfregar a cabeça no cuzinho gostoso, e estava apertadíssimo. Senti um suspiro profundo, ele prendeu o ar, e de repente a cabecona escorregadia entrou. Ele disse: “devagar, com movimentos curtos”. Sentia o reto apertado no meu pau, e fui entrando mais e mais, até que ele fez um movimento brusco e eu encostei fundo. Comecei a bombar forte, e ele reclamava. Tapei a boca dele e sentia as nádegas batendo na minha pelve, com a piroca escorregadia e apertada arrombando aquele cu. Sentia ele ficando cada vez mais gostoso, e os gemidos de repente ficaram mais prazerosos. Ele me dizia: “que pau gostoso, meu”. Do nada, tirei e ele subiu na bancada, levantou as pernas e senti como ele afundava no cu. Ele pedia mais, e dava pra sentir meus ovos batendo. Eu perguntei: “você gosta, puta?” Ele respondeu: “sim, papi, me dá porra”.
Tirei a camisinha e apontei pra cara dele. Ele se aproximou de joelhos, engoliu tudo e sentiu minha porra escorrer pela garganta. Engoliu tudo sem tirar, e chupou até deixar meu pau limpinho. “Que delícia foi isso”, eu disse. Ele pediu pra eu bater com o pau na cara dele. “Que puta você é”, falei, e ele sorriu. “Amanhã passa direto no meu apartamento, quero mais assim”. Já tem uma semana bombando esse cu divino. Espero que tenham gostado da minha experiência, e eu tô esperando por amanhã. para arrombar esse cu até a próxima
2 comentários - Rompiendo una cola pasiva