Apesar da minha experiência liberal de vida, nunca tinha conhecido um homem com uma dotação tão imensa e resistente que me fez chorar de dor e prazer. Esse foi o Burro. Esta é uma história real, vivida há mais de um ano, que compartilho com vocês de maneira muito íntima depois de conversar com meu marido e conseguir sua aprovação. Me chamo Laura, tenho 48 anos e 28 deles como casada, dois filhos homens de 25 e 22 anos. Dizem que sou muito atraente, esportista, com 1,65m de altura, branca, cabelo liso castanho, com um corpo ainda desejado por homens de diferentes idades, uma bunda bem empinada e redonda, uns peitos médios e uma cintura sem pneuzinhos nem gordura; gosto muito da praia e do campo; especialmente, lugares com rios e lagoas. Por sua vez, meu marido é Psicólogo social e clínico, professor universitário na área de Psicologia, 55 anos, de mente muito dinâmica e crítica, muito sociável e com uma carteira de pacientes femininas muito prolífica. Também gosta da praia e do campo; especialmente, lugares com rios e lagoas. A história se desenvolve no sul da Venezuela, num sítio perto de uma zona semi-selvática e uma via extraurbana do estado Bolívar, atravessado por um pequeno riacho, com uma poça para tomar banho e passar um dia de campo muito agradável e íntimo. Tenho uma amiga jornalista de turismo e ecologia, seu nome é Raquel, conheci-a há 6 anos, cultivando uma excelente amistade com ela, temos gostos similares e pensamos de forma muito liberal quanto à ecologia, o casamento, o trabalho, desfrutar da vida e o sexo. Ela conheceu Luisa, a pessoa dona do lugar antes mencionado, num evento turístico, desenvolveu-se uma conversa onde Luisa a convida a conhecer dito sítio para avaliar seu potencial turístico, combinando visitá-lo no fim de semana. Raquel me liga convidando-me a acompanhá-la nessa visita na sexta-feira às 3 da tarde, o que aceitei. Chegado esse dia, passei buscando-a na minha camionete 4x4 e Luisa nos esperava em um posto de gasolina mais adiante. Durante a curta viagem, trocamos várias opiniões sobre o tema do turismo, trabalho, manutenção de uma casa e a administração de uma propriedade sozinha, sem apoio de um marido e com ajuda parcial do filho adolescente. Nessa chuva de opiniões, chegamos ao lugar, observando que era um local bem discreto e fresco, com uma construção bem simples de zinco e ripas de madeira; tinha ainda uma área para criação de galinhas, coelhos e porcos; também uma área de visita perto de um caminho que levava a um riacho de água clara e com uma poça bem gostosa. Luisa nos apresentou ao senhor que cuida da propriedade, que se identificou como o Burro, é assim que o chamam carinhosamente. Na minha mente, surgiu uma série de incógnitas sobre esse personagem. Tanto Raquel quanto eu perguntamos a Luisa o nome de batismo do senhor, ela evitava a resposta discretamente até que nos disse que ele se chamava Luis, mas ele não gostava que o chamassem por esse nome, então entendemos a mensagem. Luisa nos mostrou todos os espaços do seu terreno e as vistas que poderiam ser usadas para uma instalação turística, mas o problema era que ela não tinha recursos financeiros para começar uma obra daquele tipo, mencionou que estava avaliando vender a propriedade. Nesse meio tempo, ela recebeu uma ligação do filho, já que precisavam dela urgentemente em casa, ao que ela respondeu que estava ocupada na propriedade com uns convidados dela, avaliando o potencial turístico do terreno. O filho respondeu que as pessoas que a procuravam estavam interessadas em comprar a propriedade com as benfeitorias. Ela pediu que por favor viessem buscá-la na propriedade e que as pessoas interessadas esperassem meia hora enquanto ela chegava em casa. Luisa pediu desculpas e nos convidou a ficar na propriedade com o Burro nos atendendo, enquanto ela ia para casa resolver essa situação. Eu falei: Luisa, não vende esse terreno pra mim, eu compro, adorei tudo aqui. Ela sorriu e me disse: Ok, vou esperar meu filho e depois a gente conversa, as amigas ficam na sua casa. Quando a Luisa foi embora, pedimos ao Burro que nos acompanhasse até a quebrada. Queríamos tomar um banho e beber alguma coisa, e pedimos que, por favor, ele desse uma boa olhada no lugar pra gente não ter uma surpresa com cobra, escorpião ou aranha. O Sr. Luis, "o Burro", sorriu e disse:
Burro: Senhoras, não se preocupem. Esta manhã limpei toda a beira e a poça. De qualquer forma, vou me trocar e trazer as ferramentas para limpar e verificar tudo de novo. Por favor, não me chamem de Luis, me chamem de Burro.
Raquel: Sim, Burro, sem problema. Será que podemos nos trocar na casinha?
Burro: Claro que sim, my wife. Seja bem-vinda à minha humilde morada. Deixe-me buscar minhas coisas. Eu me troco aqui e vocês no rancho, te parece?
Laura: Ok, vamos contigo, Burro. Hehehe, é um nome bem interessante.
Tanto a Raquel quanto eu nos despimos totalmente no quartinho, que deixava ver parcialmente para fora pelos espaços nas paredes de chapas de zinco e os caibros de madeira. Comentamos como o Burro era simpático e sobre o nome dele, deixando nossa mente voar morbidamente sobre o porquê daquele apelido. Colocamos biquínis bem minúsculos, bastante sugestivos e sexy, para aproveitar nosso momento naquela poça de água transparente.
Saimos do quartinho e descemos a caixa térmica cheia de gelo, cervejas bem geladas, e também tínhamos uma garrafa de rum e refrigerantes. O calor estava forte, apesar da brisa. Naquele momento, vimos o Burro se aproximando da gente e ele disse:
Burro: Senhoras, permitam-me ajudá-las. Essa caixa térmica é muito pesada para vocês.
Raquel: Espera aí, vamos pegar três cervejinhas bem geladas. Você está suando, assim como a gente.
Burro: Minha bela senhora, agradeço a oferta. A verdade é que vocês estão muito apetitosas.
Eu: Quem, a gente ou as cervejas?
Burro: Você é muito tremenda, imagine me colocar nesse compromisso.
Raquel: Olha, Burro, não precisa ter vergonha com a gente. Só estamos nós três, sua patroa não está aqui, isso fica entre nós, então responde a pergunta pra Laura Burro: bom nesse caso, amabas estão apetitosas, vocês e as cervejas, conforme minhas senhoras. Eu: Burro, eu me chamo Laura e minha amiga Raquel, assim como você não gosta que te chamem de Luis, a gente se incomoda que nos chamem de senhoras, ok? Eu: nos chama pelos nossos nomes ou como você quiser, menos senhoras, você nos envelhece hehehehe Burro: ok, chévere minhas rainhas, assim será. Raquel: Bom, vamos nós três tomar as cervejas na poça e nos refrescar. Nos dirigimos ao riacho e nos acomodamos em umas pedras-cadeiras que o burro colocou na beira da poça, nosso personagem tirou a calça ficando com um short largo até os joelhos e nu da cintura pra cima, deixando ver uns braços e peitorais fortes. Depois se jogou na água e quando emergiu pudemos observar um tremendo volume que se marcava no meio das pernas, Nós fizemos o mesmo, fomos pra água e mergulhamos, o burro estava esperando que saíssemos para nos observar. A verdade é que a água estava muito gostosa, nos refrescou do calor e começamos a brincar entre nós três, a gente agarrava ele e jogava na água, ele se defendia e aproveitava pra nos tocar com as mãos por onde podia, a gente se agarrava na sua virilha até sentir que ele estava acordando, aí ele se sentou dentro d'água envergonhado, nesse momento começamos uma conversa bem quente: Raquel: Burro, o que foi, por que não quer levantar pra continuar a brincadeira, não gostou? Eu: Hehehehe, ele ficou com medo e vergonha, a gente tinha dominado ele entre as duas Raquel: Burro, me parece que você tem vergonha da gente, por quê? Burro: Vergonha eu não tenho, nem medo, só não quero que pensem mal de mim, vocês estão tão gostosas e eu tenho tanto tempo sem ter contato com mulheres como vocês, que meu corpo e minha mente se alteram demais. Eu: já te entendo, não se preocupa, o que acontecer aqui, fica aqui, levanta, não fica mal. Raquel: conta pra gente por que te chamam de burro, por favor, seja sincero com a gente, Burro: olha, é uma história muito triste da minha vida, não gosto de lembrar, mas se vocês quiserem eu mostro a razão do meu apelido de Burro. Eu: sou muito liberal e de mente aberta, então mostra pra gente a razão do seu nome. Raquel: estou muito ansiosa para saber. Eu: Raquel, acho que seu telefone está tocando. Raquel: sim, amiga, vou atender a ligação, já volto, Burro. Burro: vai lá, minha rainha, quando voltar eu mostro a razão. Eu: bom, Burro, estou ansiosa para saber, me mostra. O Burro se para na minha frente, notei uma ereção tremenda do seu membro e ele abaixa o short, ficando totalmente nu. Meu Deus, exclamei, aquilo era monstruoso, ele tinha um pau super grande, muito grosso com uma cabeça extra volumosa, bem ereto, as veias se destacavam por todo o corpo cavernoso daquela pica. Eu já vi e experimenti picas muito grandes, mas nada como o pau desse senhor. Rapidamente pergunto: Eu: Burro, quantos anos você tem? Burro: tenho 68 anos, mamita, e você? Eu: 48, meu rei. Eu: olha, nunca vi um pau desse tamanho e grossura, é monstruoso. Burro: você gostaria de tocá-lo? gosta do que vê? Eu: sim, gosto do que veo, se eu tocá-lo é certo que você vai querer que eu te masturbe e que eu curta. Burro: isso depende de você, tudo você e Raquel decidem. Eu: me diz uma coisa, quantas mulheres curtiram esse pau recentemente, você comeu sua patroa? Burro: não, minha linda, a patroa é sagrada, falaram coisas de mim pra ela, mas ela é muito religiosa e anti-sexo. Burro: quanto a outras mulheres, a última foi há três anos, quando ela viu o machete ficou excitada, começou a chupar, quando ela montou em cima de mim para enfiar, se assustou com o tamanho e a grossura na entrada da sua buceta quando tentou se penetrar, saiu correndo e me deixou com o pau duro, tive que me masturbar. Burro: assim que ficou sabendo por aqui o tamanho da minha pica. Eu: a verdade é que dá vontade, mas dá medo pelo tamanho e grossura. Nesse momento chegou Raquel e ficou com a boca aberta, os olhos arregalados de surpresa e exclamei: Raquel: buceta, que tronco de pomba você tem, burro, Raquel: por isso o apelido, você é mesmo um burro, é um burro Burro: gostou do que vê, Raquel? quer tocar pra ver que é real? Raquel: Deus, eu gosto demais, primeira vez que vejo um pau desse tamanho, meu marido é um bebê, uma mini pica. Raquel: Laura, o que você acha desse senhor burro? Eu: estava dizendo pro burro que me dá vontade de experimentar, mas me dá medo o tamanho e a grossura, poderia me machucar, já provei paus bem grossos e grandes, mas nenhum como essa monstruosidade. Burro: amigas lindas, por favor não me deixem assim, com o pau duro, pelo menos toquem e aproveitem as duas um pouco. Burro: eu estou pelado e vocês não, isso não é justo, o que acham? Raquel: você tem razão, burro, vou te gozar até onde der, vem e me despe, me toca e me goza também. Não se preocupa que sua patroa já não vem, estamos só nós três, então vamos nos aproveitar ao máximo. Eu: bom, hoje vou meter uns chifres no meu marido bem feitos, tô com a buceta molhadinha de tanto me excitar com esse pau seu, burro, vou te dar o melhor boquete da sua vida e você vai rachar esse meu cu ardente com esse machete. Burro: sou todo de vocês, minhas putas ardentes, gozem o burro ao máximo, é todinho de vocês. A partir daquele momento se desencadeou uma luxúria descontrolada e um frenesi sexual de ambas com o burro, eu chupava o pau dele, mas a cabeça da pica não cabia na minha boca. Raquel por sua vez beijava e acariciava seu abdômen, as bolas e as nádegas enrugadas. Eu subi em cima dele para cavalgar, enfiei ele na fenda da minha vagina e o masturbava com meu clitóris, mas isso me excitava tanto que quase chegava ao orgasmo sem ele me penetrar. Já muito molhada e tremendo de desejo, coloquei a cabeça dele na entrada da minha vagina e comecei a introduzir lentamente, senti que começou a entrar com dificuldade, liberava mais líquidos vaginais e continuava entrando devagar, o A dor era persistente na entrada da buceta, gritando palavras obscenas, eu dizia:
Eu: Papi, me dá com força, enterra esse cacete até o talo, mete tudo, preciso sentir você dentro.
Burro: Tem certeza que quer que eu enfie até o fundo, minha putinha linda?
Eu: Sim, meu velhinho gostoso, me dá com força, preciso de você dentro, sacia minha vontade de ser fodida com força, adoro que rachem minha xota e meu cu.
Burro: Seu marido não te fode com força, mas eu vou te comer como se fode uma vadia safada do cacete.
Eu: Sim papi, quando vi ele, fiquei louca por você, me racha por favor, vai com força, assimmmmmm
Eu: Tô gozando papi, burro você tá me fazendo gozar, me mata de piroca por favor, vai com forçaaaaaa.
Senti que ele estava gozando e comecei a me mexer mais forte, aquele pau me penetrou totalmente, gritei de dor e prazer, senti ele derramando sem controle, o burro me apertava e metia duríssimo, acho que gozei umas três vezes seguidas e desmaiei em cima do corpo dele.
Raquel me tirou de cima do burro e me deitou na areia da poça, ela ficou de quatro para o burro enfiar, ele tinha chupado a buceta dela até fazê-la gozar enquanto eu o comia gostoso.
Quando o velhinho colocou a cabeça daquele pau na entrada da xereca, ela deu um suspiro e gritou:
Raquel: Burro, racha minha xota papi, finalmente vou ser comida por um macho bem dotado, não o pipi de bebê do meu marido. Vai com vontade, meu velhinho lindo.
Burro: Vou rachar sua buceta, encher seus ovários de porra e depois vou aproveitar esse cu gostoso que você tem, minha vadia linda.
Raquel: Sim papi, me dá com força, mais forte do que na vadia da Laura, me faz gozar, vai burro, vaiiiiiii
Burro: Grita, vadia de luxo, já tô metendo tudo, você tá apertadinha mas vou deixar você toda arrombada, vai voltar pedindo mais rola depois, vadia.
Raquel: Você é o único que me comeu depois do meu marido, com certeza vai continuar me comendo, meu burro divino, vai com força, mete tudo, me enche de porra, papi.
Raquel: Assim burro, forte, me dá com força, papiiiiiii, já vou gozar, forte, mais rápido, meu jegue, já acabei, porraaaaaaa
Jegue: vou encher sua buceta de porra, gostosa, vou te engravidar agora, toma minha porra, minha putinha gostosa
Raquel: me dá tudo, vou gozarrrrrrrr, com força, papai, ahhhhhhhhh, racha minha buceta, pelo amor de deussssss
Jegue: vou gozar, Raquelzinha, porra com você, gostosaaaaaaaaaaaaa.
O jegue ficou completamente louco e desesperado, metendo com muita força na Raquel de quatro, ela gritava de êxtase, tendo orgasmos junto com a ejaculação do Jegue, os dois caíram, extremamente exaustos, na areia da quebradinha.
Eu me levantei para buscar três cervejas na geladeira e pude ver o pau meio duro do jegue, era impressionante o tamanho, me inclinei para chupar a porra que ainda saía da cabecinha dele, realmente era deliciosa, tinha um sabor envelhecido. Diferente de todos os machos que já provei.
Fiquei excitado de novo, agora queria que ele rachasse meu cu, tinha que esperar ele acordar e descansar, mas aquele pau não ia ficar parado, sexo anal pra mim é vital quando transo com um macho como o jegue. Fazia tempo que não era comido tão divinamente e pensar que era um velhinho solitário num lugar como aquele sítio.
Depois de uma hora, eles acordaram do estado sonolento, recarregaram as energias com várias cervejas e decidimos ir para o quarto dele, onde nos esperava uma cama de roça, para o jegue mamar todos os buracos do nosso corpo e perfurar nosso ânus.
Burro: Senhoras, não se preocupem. Esta manhã limpei toda a beira e a poça. De qualquer forma, vou me trocar e trazer as ferramentas para limpar e verificar tudo de novo. Por favor, não me chamem de Luis, me chamem de Burro.
Raquel: Sim, Burro, sem problema. Será que podemos nos trocar na casinha?
Burro: Claro que sim, my wife. Seja bem-vinda à minha humilde morada. Deixe-me buscar minhas coisas. Eu me troco aqui e vocês no rancho, te parece?
Laura: Ok, vamos contigo, Burro. Hehehe, é um nome bem interessante.
Tanto a Raquel quanto eu nos despimos totalmente no quartinho, que deixava ver parcialmente para fora pelos espaços nas paredes de chapas de zinco e os caibros de madeira. Comentamos como o Burro era simpático e sobre o nome dele, deixando nossa mente voar morbidamente sobre o porquê daquele apelido. Colocamos biquínis bem minúsculos, bastante sugestivos e sexy, para aproveitar nosso momento naquela poça de água transparente.
Saimos do quartinho e descemos a caixa térmica cheia de gelo, cervejas bem geladas, e também tínhamos uma garrafa de rum e refrigerantes. O calor estava forte, apesar da brisa. Naquele momento, vimos o Burro se aproximando da gente e ele disse:
Burro: Senhoras, permitam-me ajudá-las. Essa caixa térmica é muito pesada para vocês.
Raquel: Espera aí, vamos pegar três cervejinhas bem geladas. Você está suando, assim como a gente.
Burro: Minha bela senhora, agradeço a oferta. A verdade é que vocês estão muito apetitosas.
Eu: Quem, a gente ou as cervejas?
Burro: Você é muito tremenda, imagine me colocar nesse compromisso.
Raquel: Olha, Burro, não precisa ter vergonha com a gente. Só estamos nós três, sua patroa não está aqui, isso fica entre nós, então responde a pergunta pra Laura Burro: bom nesse caso, amabas estão apetitosas, vocês e as cervejas, conforme minhas senhoras. Eu: Burro, eu me chamo Laura e minha amiga Raquel, assim como você não gosta que te chamem de Luis, a gente se incomoda que nos chamem de senhoras, ok? Eu: nos chama pelos nossos nomes ou como você quiser, menos senhoras, você nos envelhece hehehehe Burro: ok, chévere minhas rainhas, assim será. Raquel: Bom, vamos nós três tomar as cervejas na poça e nos refrescar. Nos dirigimos ao riacho e nos acomodamos em umas pedras-cadeiras que o burro colocou na beira da poça, nosso personagem tirou a calça ficando com um short largo até os joelhos e nu da cintura pra cima, deixando ver uns braços e peitorais fortes. Depois se jogou na água e quando emergiu pudemos observar um tremendo volume que se marcava no meio das pernas, Nós fizemos o mesmo, fomos pra água e mergulhamos, o burro estava esperando que saíssemos para nos observar. A verdade é que a água estava muito gostosa, nos refrescou do calor e começamos a brincar entre nós três, a gente agarrava ele e jogava na água, ele se defendia e aproveitava pra nos tocar com as mãos por onde podia, a gente se agarrava na sua virilha até sentir que ele estava acordando, aí ele se sentou dentro d'água envergonhado, nesse momento começamos uma conversa bem quente: Raquel: Burro, o que foi, por que não quer levantar pra continuar a brincadeira, não gostou? Eu: Hehehehe, ele ficou com medo e vergonha, a gente tinha dominado ele entre as duas Raquel: Burro, me parece que você tem vergonha da gente, por quê? Burro: Vergonha eu não tenho, nem medo, só não quero que pensem mal de mim, vocês estão tão gostosas e eu tenho tanto tempo sem ter contato com mulheres como vocês, que meu corpo e minha mente se alteram demais. Eu: já te entendo, não se preocupa, o que acontecer aqui, fica aqui, levanta, não fica mal. Raquel: conta pra gente por que te chamam de burro, por favor, seja sincero com a gente, Burro: olha, é uma história muito triste da minha vida, não gosto de lembrar, mas se vocês quiserem eu mostro a razão do meu apelido de Burro. Eu: sou muito liberal e de mente aberta, então mostra pra gente a razão do seu nome. Raquel: estou muito ansiosa para saber. Eu: Raquel, acho que seu telefone está tocando. Raquel: sim, amiga, vou atender a ligação, já volto, Burro. Burro: vai lá, minha rainha, quando voltar eu mostro a razão. Eu: bom, Burro, estou ansiosa para saber, me mostra. O Burro se para na minha frente, notei uma ereção tremenda do seu membro e ele abaixa o short, ficando totalmente nu. Meu Deus, exclamei, aquilo era monstruoso, ele tinha um pau super grande, muito grosso com uma cabeça extra volumosa, bem ereto, as veias se destacavam por todo o corpo cavernoso daquela pica. Eu já vi e experimenti picas muito grandes, mas nada como o pau desse senhor. Rapidamente pergunto: Eu: Burro, quantos anos você tem? Burro: tenho 68 anos, mamita, e você? Eu: 48, meu rei. Eu: olha, nunca vi um pau desse tamanho e grossura, é monstruoso. Burro: você gostaria de tocá-lo? gosta do que vê? Eu: sim, gosto do que veo, se eu tocá-lo é certo que você vai querer que eu te masturbe e que eu curta. Burro: isso depende de você, tudo você e Raquel decidem. Eu: me diz uma coisa, quantas mulheres curtiram esse pau recentemente, você comeu sua patroa? Burro: não, minha linda, a patroa é sagrada, falaram coisas de mim pra ela, mas ela é muito religiosa e anti-sexo. Burro: quanto a outras mulheres, a última foi há três anos, quando ela viu o machete ficou excitada, começou a chupar, quando ela montou em cima de mim para enfiar, se assustou com o tamanho e a grossura na entrada da sua buceta quando tentou se penetrar, saiu correndo e me deixou com o pau duro, tive que me masturbar. Burro: assim que ficou sabendo por aqui o tamanho da minha pica. Eu: a verdade é que dá vontade, mas dá medo pelo tamanho e grossura. Nesse momento chegou Raquel e ficou com a boca aberta, os olhos arregalados de surpresa e exclamei: Raquel: buceta, que tronco de pomba você tem, burro, Raquel: por isso o apelido, você é mesmo um burro, é um burro Burro: gostou do que vê, Raquel? quer tocar pra ver que é real? Raquel: Deus, eu gosto demais, primeira vez que vejo um pau desse tamanho, meu marido é um bebê, uma mini pica. Raquel: Laura, o que você acha desse senhor burro? Eu: estava dizendo pro burro que me dá vontade de experimentar, mas me dá medo o tamanho e a grossura, poderia me machucar, já provei paus bem grossos e grandes, mas nenhum como essa monstruosidade. Burro: amigas lindas, por favor não me deixem assim, com o pau duro, pelo menos toquem e aproveitem as duas um pouco. Burro: eu estou pelado e vocês não, isso não é justo, o que acham? Raquel: você tem razão, burro, vou te gozar até onde der, vem e me despe, me toca e me goza também. Não se preocupa que sua patroa já não vem, estamos só nós três, então vamos nos aproveitar ao máximo. Eu: bom, hoje vou meter uns chifres no meu marido bem feitos, tô com a buceta molhadinha de tanto me excitar com esse pau seu, burro, vou te dar o melhor boquete da sua vida e você vai rachar esse meu cu ardente com esse machete. Burro: sou todo de vocês, minhas putas ardentes, gozem o burro ao máximo, é todinho de vocês. A partir daquele momento se desencadeou uma luxúria descontrolada e um frenesi sexual de ambas com o burro, eu chupava o pau dele, mas a cabeça da pica não cabia na minha boca. Raquel por sua vez beijava e acariciava seu abdômen, as bolas e as nádegas enrugadas. Eu subi em cima dele para cavalgar, enfiei ele na fenda da minha vagina e o masturbava com meu clitóris, mas isso me excitava tanto que quase chegava ao orgasmo sem ele me penetrar. Já muito molhada e tremendo de desejo, coloquei a cabeça dele na entrada da minha vagina e comecei a introduzir lentamente, senti que começou a entrar com dificuldade, liberava mais líquidos vaginais e continuava entrando devagar, o A dor era persistente na entrada da buceta, gritando palavras obscenas, eu dizia:
Eu: Papi, me dá com força, enterra esse cacete até o talo, mete tudo, preciso sentir você dentro.
Burro: Tem certeza que quer que eu enfie até o fundo, minha putinha linda?
Eu: Sim, meu velhinho gostoso, me dá com força, preciso de você dentro, sacia minha vontade de ser fodida com força, adoro que rachem minha xota e meu cu.
Burro: Seu marido não te fode com força, mas eu vou te comer como se fode uma vadia safada do cacete.
Eu: Sim papi, quando vi ele, fiquei louca por você, me racha por favor, vai com força, assimmmmmm
Eu: Tô gozando papi, burro você tá me fazendo gozar, me mata de piroca por favor, vai com forçaaaaaa.
Senti que ele estava gozando e comecei a me mexer mais forte, aquele pau me penetrou totalmente, gritei de dor e prazer, senti ele derramando sem controle, o burro me apertava e metia duríssimo, acho que gozei umas três vezes seguidas e desmaiei em cima do corpo dele.
Raquel me tirou de cima do burro e me deitou na areia da poça, ela ficou de quatro para o burro enfiar, ele tinha chupado a buceta dela até fazê-la gozar enquanto eu o comia gostoso.
Quando o velhinho colocou a cabeça daquele pau na entrada da xereca, ela deu um suspiro e gritou:
Raquel: Burro, racha minha xota papi, finalmente vou ser comida por um macho bem dotado, não o pipi de bebê do meu marido. Vai com vontade, meu velhinho lindo.
Burro: Vou rachar sua buceta, encher seus ovários de porra e depois vou aproveitar esse cu gostoso que você tem, minha vadia linda.
Raquel: Sim papi, me dá com força, mais forte do que na vadia da Laura, me faz gozar, vai burro, vaiiiiiii
Burro: Grita, vadia de luxo, já tô metendo tudo, você tá apertadinha mas vou deixar você toda arrombada, vai voltar pedindo mais rola depois, vadia.
Raquel: Você é o único que me comeu depois do meu marido, com certeza vai continuar me comendo, meu burro divino, vai com força, mete tudo, me enche de porra, papi.
Raquel: Assim burro, forte, me dá com força, papiiiiiii, já vou gozar, forte, mais rápido, meu jegue, já acabei, porraaaaaaa
Jegue: vou encher sua buceta de porra, gostosa, vou te engravidar agora, toma minha porra, minha putinha gostosa
Raquel: me dá tudo, vou gozarrrrrrrr, com força, papai, ahhhhhhhhh, racha minha buceta, pelo amor de deussssss
Jegue: vou gozar, Raquelzinha, porra com você, gostosaaaaaaaaaaaaa.
O jegue ficou completamente louco e desesperado, metendo com muita força na Raquel de quatro, ela gritava de êxtase, tendo orgasmos junto com a ejaculação do Jegue, os dois caíram, extremamente exaustos, na areia da quebradinha.
Eu me levantei para buscar três cervejas na geladeira e pude ver o pau meio duro do jegue, era impressionante o tamanho, me inclinei para chupar a porra que ainda saía da cabecinha dele, realmente era deliciosa, tinha um sabor envelhecido. Diferente de todos os machos que já provei.
Fiquei excitado de novo, agora queria que ele rachasse meu cu, tinha que esperar ele acordar e descansar, mas aquele pau não ia ficar parado, sexo anal pra mim é vital quando transo com um macho como o jegue. Fazia tempo que não era comido tão divinamente e pensar que era um velhinho solitário num lugar como aquele sítio.
Depois de uma hora, eles acordaram do estado sonolento, recarregaram as energias com várias cervejas e decidimos ir para o quarto dele, onde nos esperava uma cama de roça, para o jegue mamar todos os buracos do nosso corpo e perfurar nosso ânus.
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