Fiz meu primo perder a virgindade – parte 1

Começou como um domingo típico. Aquela reunião de família no meio. A gente se juntava na casa da minha Tia, uma casa grande, era de construção antiga, mas tinham reformado e ficou bem moderna. Muito confortável, com quartos grandes, pé-direito alto, tinha dois andares. No inferior tinha um hall de entrada, um barzinho, uma sala gigante, uma cozinha, um banheiro e no fundo um jardim bem amplo, que só faltava uma piscina pro meu gosto. No andar de cima, que subia por uma escada de madeira velha, bem antiga, mas minha Tia gostava que tivesse um estilo rústico, ficavam os quartos e dois banheiros.
Foi um almoço, dos mais comuns, comemos massas. Bebemos. Sobremesa. Nada de especial, até aquele momento. Estávamos todos reunidos no jardim, descansando, conversando, tinham se formado três grupos. Eu estava com minha irmã, minha tia e duas amigas dela. Conversamos um pouco, sobre tudo. Elas me perguntaram como estava indo com a faculdade de medicina. Contei um pouco, não muito. Tentei mudar de assunto rápido.
– Não viram o Agostinho?, perguntou minha tia pelo filho dela.
– Depois do almoço não vi mais ele, eu disse.
– Ele deve estar no quarto dele, com certeza. Disse minha tia.
– Vou dar uma olhada, preciso ir ao banheiro. Eu disse.
A verdade é que eu precisava de um pouco de ar, não é que eu seja antissocial, mas eu gostava de ter meus momentos de paz.
Subi pela escada, senti como tudo estalava sob meus pés. Era aterrorizante subir por ali, você sentia que a qualquer momento, tudo ia desabar.
Saindo da escada, tinha um corredor que levava aos quartos, e no final do corredor, ficava o banheiro principal. Tinha outro, mas era suíte, ficava no quarto da minha Tia.
Eu estava chegando no banheiro, ouvi uns barulhos, não consegui identificar o que era, então encostei a orelha na porta.
Era como um gemido, um suspiro. Pelo menos eu já sabia que meu primo estava bem, estava perdendo a reunião, mas estava entretido.
Eu quase fui embora, mas alguma coisa me segurou. Acho que foi curiosidade, tesão, tédio, ou talvez tudo junto, até hoje não consigo explicar.
Coloquei minha mão na maçaneta, pensei por alguns segundos. Ainda dá tempo de ir embora, Micaela, eu dizia pra mim mesma. Mas não ouvi minha voz interior. E entrei de repente no banheiro.
A primeira coisa que vi foi meu primo com o pau na mão. Ele ficou completamente paralisado, nem conseguiu dizer uma palavra, só me encarou com uma cara de perplexo, o rosto todo vermelho. Os segundos passaram e ele continuava com a mão ocupada.
Fechei a porta e falei pra ela:
– Desculpa, não aguento mais, licença.
Expulsei meu primo, desabotoei minha calça branca justa, baixei minha calcinha fio dental branca e sentei no vaso para urinar. Que prazer senti naquele momento.
– Desculpa, te interrompi. Eu disse.
Ele fez um movimento com a cabeça, não sei se foi um aceno ou o quê.
– Chega mais perto, não tenha medo. Eu disse.
Com as calças nos tornozelos e a cueca, ele veio em minha direção lentamente. Não eram mais do que 2 passos, mas parecia uma eternidade, ele estava se movendo em câmera lenta.
O pau dele estava morto, tinha perdido a ereção que tinha. Antes de eu entrar.
– Como forma de desculpa, eu te ajudo a terminar o que você tava fazendo.
Ele não respondeu. A situação estava fora de controle, e eu me sentia uma doida por estar fazendo aquilo, mas não ligava, tava com vontade de experimentar o pau do meu primo.
Agustín era um cara bem tímido, não tinha muitos amigos, falava pouco e sofria com sobrepeso. Quando eu o vi se masturbando sozinho, o rosto dele estava encharcado de suor.
Sem me mexer do vaso, estiquei minha mão direita e agarrei as bolas dele, comecei a acariciá-las, com delicadeza, olhava fixamente nos olhos dele, mas ele tinha dificuldade de manter o olhar, pela vergonha do momento.
O pau dele começou a crescer, eu ouvia uns gemidinhos baixos, mudei de mão, agora minha mão esquerda segurava e acariciava suas bolas. Com a mão direita agarrei o pau dele e comecei a masturbá-lo. Adorava sentir o membro dele crescendo na minha mão. Chegou ao ponto em que as pontas dos meus dedos já não se tocavam, de tão grosso que era seu pênis. De comprimento teria uns 12 cm. Amei sentir aquele pedaço de carne dentro da minha mão, não parei de masturbá-lo. Seu pau grosso estava prestes a explodir, então soltei, dei um pequeno respiro, e enfiei minha mão entre minhas pernas e comecei a brincar com meu clitóris, fechei os olhos e aproveitei um momento para mim. Em parte porque eu precisava e por outro lado Agustín estava prestes a gozar se eu continuasse masturbando ele.
Minha buceta estava bem molhada, eu teria continuado me tocando, mas coitado do meu primo, não podia deixar ele esperando mais.
Com as duas mãos, agarrei sua cintura e, sentada como estava, afundei seu corpo contra o meu rosto.
O pau dele entrou pela minha boca. Tive que abrir o máximo que pude, de tão grosso que era, consegui engolir até o final, meu nariz bateu na barriga dele, esperei alguns segundos, com o pau dele completamente na minha boca, e puxei minha cabeça pra trás, alguns centímetros, depois voltei a enfiar o pau dele até minha garganta. Dava uma leve engasgada, mas não parei, sentia minha baba escorrendo pela boca, caindo nas minhas pernas.
Me agarrei firme nos quadris dele e comecei a afundar seu corpo contra minha boca. Fiz com bastante velocidade, meu nariz e testa afundavam contra a barriga dele, uma e outra vez, meu primo não fazia nada, só entregou o corpo à minha vontade, mas eu sentia que ele estava gostando, tentava segurar os gemidos mas eles escapavam. Minha mandíbula já doía de ficar tão aberta.
Os gemidos dela já não estavam controlados, ela não os continha mais, ecoavam alto e claramente.
Num instante, senti as mãos dele segurarem minha cabeça e afundarem contra o corpo dele. Com o pau dele na minha boca e meu nariz contra a barriga, não conseguia respirar. Tentei me soltar, mas meu primo afundava com mais força. Sentia que estava me afogando. Quase mordi o pau dele para que me soltasse, mas finalmente, ele gozou quente na minha garganta. Me fez engolir tudo, até a última gota, e só soltou minha cabeça quando terminou de gozar.
Já livre, comecei a tossir, tinha me engasgado, não só pela falta de ar, mas também pela quantidade de porra que ele jorrou na minha boca. Tossi bastante, minha garganta doía. Respirei fundo, o máximo que pude, e encostei minhas costas na parede, sem me levantar da privada. Meus olhos estavam marejados.
Depois de alguns minutos, minha respiração já estava normalizada, meus olhos ardiam. Mas eu já tinha me recuperado.
Apoiado na pia do banheiro, meu primo me encarava.
Eu sorri para ela.
– Você não fazia ideia de como sua prima é uma putinha, né?
Pela primeira vez eu o vi relaxado, e ele riu.
Com papel higiênico, me sequei a buceta e limpei a boca.
Eu já ia parar e meu primo me pergunta:
– Podemos fazer de novo?
– Ainda tem leite aí, porque pensei que tinha gozado tudo? Eu disse.
– Sim, quero mais.
Temos que descer, sumimos por muito tempo.
Ele continuou insistindo. Fiquei com pena, entendi ele, tinha certeza que era a primeira vez dele, e um boquete não era o suficiente.
– Vamos fazer isso, eu durmo na sua casa hoje e a gente termina de madrugada, que tal? Eu disse.
– Sim, sim, sim, vai lá. Ela respondeu.
Puxei a calça, a calcinha fio-dental. Coloquei um pouco de pasta de dente na boca e bebi água, fiz um bochechinho para tirar o gosto de pau do meu primo.
– Vai descendo, que daqui a pouco eu desço também, tá? Eu disse.
Ela se ajeitou e saiu.
Ajeitei bem a roupa, o cabelo. Dei descarga e desci.
Procurei minha tia e perguntei:
– Tia, te incomoda se eu passar a noite aqui? Amanhã vou encontrar uma amiga perto daqui, bem cedo.
– Claro, gata, adoro que você fique em casa. Assim a gente se atualiza.
Meu primo não parava de me olhar, toda vez que eu virava a cabeça, eu via ele.
Ela tá nessa idade, que quer meter toda hora, pensei. E a prima dela ia dar uma ajudinha.

10 comentários - Fiz meu primo perder a virgindade – parte 1

Excelente relato, y si no hay nada como cuando la prima te ayuda
Nickgzx +1
Uff tremendo, me hace acuerdo cuando cogía con una prima
Que suerte yo lo único fue que le vi las tetas y los bellos púbico
Que lindo debe ser tener una prima para garchar, le cumpliste el sueño del pibe.
ex2043
Se saco la loteria el primo. Terrible petera la prima