Séries de Relatos Publicados (Clique no link)
Capítulo 59.
Ponto Limite.
Finalmente minha avó chegou no limite dela, ou pelo menos eu decidi que já era hora de partir pra ação. Porque eu já tava cansado de ver minha mãe largada na cama, sem energia. Eu precisava ver ela feliz de novo. Mesmo que daqui a alguns meses ela me odeie por dizer isso… sinto falta dela se metendo na minha vida e na dos outros; abrindo portas sem avisar; cuidando de tudo que rola em casa. Se ela não faz nada disso, não é ela mesma.
Antes a Macarena já tinha me avisado que a Gisela estava usando o plug anal, ela usava por alguns minutos todo dia, esperando o momento certo chegar. Assim eu poderia penetrar ela no cu o mais rápido possível quando fosse necessário. A Gise até me fez prometer que eu não ia hesitar em fazer isso sem nem pedir permissão. Se ela colocasse o plug, então aceitava o que viesse depois. O maior medo dela era que o ponto de ruptura da avó chegasse quando ela não estivesse usando o plug. Falei pra ela não se preocupar com isso, porque se acontecesse, era só eu me afastar da avó e pronto. Na verdade, tive que fazer isso várias vezes nos últimos dois dias.
Dessa vez tudo tinha se alinhado, a Gise tava com o plug e a avó tava mais quente que panela de pressão. Por isso fiquei esperando ela no meu quarto, com a porta ligeiramente aberta enquanto me masturbava vendo umas das últimas fotos que tirei com a Tefi.
No momento em que a Fernanda apareceu, eu já tava com a pica bem dura. A porta se abriu como se um tornado tivesse entrado em casa. Ela tava com os olhos arregalados e completamente pelada, como se já não ligasse mais pra nada. Mais uma vez me impressionei como ela mantém o corpo em forma, é uma mulher que faria qualquer cara ficar de pau duro. Tenho certeza de que se os punheteiros dos meus colegas de futebol vissem ela, não hesitariam em fazer comentários tipo "Essa coroa tá pra arrebentar a buceta a noite inteira".
—Nós dois temos contas a acertar —ela disse enquanto entrava no quarto, trancando a porta atrás de si, não queria interrupções—. Agora não tem desculpa… vou ser sincera contigo, Nahuel, porque parece que tu não entende as indiretas: Sei que tu gostou de transar comigo, também sei que sou tua avó… mas isso agora não me importa muito. Quero que tu me coma de quatro. Não aguento mais de vontade… e com o vibrador não é a mesma coisa. Preciso de uma rola de verdade… bem grande, igual a tua.
—Se você queria isso, era só pedir de forma sincera e direta.
—Então… vai fazer?
—Claro, agora que você pediu direito, vou fazer. —Ela ficou de pé ao lado da cama, me olhando confusa—. Talvez um dia você aprenda que pedir as coisas de um jeito legal costuma ser o melhor caminho pra conseguir alguma coisa.
Ficou em silêncio. O ego dela tava ferido. Além disso, já tinha conseguido o que queria e sabia que não ia pedir desculpas pelo comportamento dela. Simplesmente sentou do meu lado, pegou na minha rola e começou a chupar. Pra mostrar que dessa vez eu ia colaborar mesmo, levei minha mão direita até a buceta dela e comecei a masturbar.
Não demorou muito para Fernanda ficar de quatro, com o rosto apontado para os pés da cama. Enfiei na buceta dela, porque antes queria deixá-la mais excitada… e implorando.
—Ai, vai, Nahuel… não vamos perder tempo… enfia no meu cu de uma vez por todas.
—Não quer nem um pouquinho de preliminares? Olha que vai doer se eu meter sem você ter dilatado direito.
—Já te falei que tava usando o dildo… meu cu tá bem dilatado. Mete de uma vez, o mais fundo que conseguir… eu gosto que doa.
—Isso te lembra quando seus amantes te comiam no cu?
—É isso aí.
—Nunca imaginei que minha avó fosse tão piranha. Acho que é de família, e tudo começou com você.
—Ai, Nahuel, enfia em mim e cala a boca. Não me enche o saco com isso agora.
Não gosto que me dê ordens, mas fiz o que ela pediu, porque já estava decidido a colocar em ação a última parte do plano. Apontei meu pau pra bunda dela e empurrei a cabeça pra dentro. Pois é, aquele buraco já tinha sido trabalhado direitinho…
—Ai… sim… que gostoso entrou… me dá mais… mais fundo.
Comecei a mexer minha pelve, provocando estocadas contra a bunda dela. Fiz isso com força, embora sem curtir muito. Sim, sei que parece ridículo, eu tinha na minha frente aquela mulher gostosa desesperada pra receber meu pau dentro do cu dela, devia estar aproveitando pra caralho. Mas agi como um soldado indo pra guerra. Cumpri meu dever. Só queria que isso desse certo. A ideia de que todo o esforço foi em vão e o plano não funcionar não me deixa dormir direito. Percebi que não só a Fernanda tinha chegado no limite. Eu também. Tô cansado de ver minha mãe sofrer.
Não perdi muito tempo com essa tarefa, só precisava que minha avó entrasse no clima e que a bunda dela estivesse bem dilatada. Depois de alguns minutos, falei pra ela:
—Preciso fazer xixi… já volto.
—Agora?
—Sim, é urgente…
—Ai, Nahuel… acho que você tá fazendo isso de propósito.
— Por que eu faria isso?
—Sei lá… ultimamente você tá agindo muito estranho.
— Deve ser porque minha avó tá me pedindo pra meter a pica nela. — Ela não disse nada. — Não se preocupa, é só um minuto. Já volto.
—Tá bom…
Saí o mais rápido que pude, atravessei a sala de estar nua e com a pica dura. Cheguei ao quarto da Macarena, onde os últimos preparativos deviam estar rolando.
—Chegou a hora —falei, todo agitado—. Vai buscar a Gisela.
—Demais! Já tava na hora.
Maca pulou da cama, estava só de calcinha e sutiã, mexendo no celular pra matar o tempo. Antes parecia entediada, mas agora tava cheia de energia, revigorada. Voltou com a Gisela e a Brenda em poucos segundos e depois saiu de novo, falando "Já volto".
Não tive tempo de perguntar pra onde ela ia. Gise também entendeu que a gente tinha que agir o mais rápido possível, então se ajoelhou de quatro na cama sem falar uma palavra. Ela tava nua da cintura pra baixo e Brenda tratou de tirar a camiseta preta que ela vestia. Eu me posicionei atrás da Gise e tirei o plug. Adorei como o cu dela se dilatou pra deixar aquele brinquedinho sair. Usei o lubrificante que, estrategicamente, a Macarena tinha deixado na mesinha de cabeceira dela (Bom, na verdade tá sempre lá, porque a Maca é muito punheteira). Brenda tirou toda a roupa rapidinho e se colocou de pernas bem abertas na frente da Gise, que começou a chupar a buceta dela na hora. Ver minha irmã tão disposta de cara me incentivou. Ainda me parece incrível como a mente dela pode mudar tanto com a motivação certa. A mente humana ainda é um grande mistério pra mim.
Não me custou nada enfiar no cu da Gisela, o plug tinha feito o trabalho dele perfeitamente. Meti com toda a força que pude, sabia que ela aguentava. Admito que enfiar em Gise foi muito mais gostoso do que com a Fernanda. Ia adorar ficar mais tempo aproveitando isso. Mas não dava. A gente tinha que agir rápido.
Gise também sabia, por isso se masturbou enquanto eu metia com força. Minhas bolas batiam na bunda dela e Brenda esfregava a buceta no rosto dela.
Olhei pra porta e vi a Macarena.
—Pra onde você foi? — Brenda perguntou pra Macarena assim que a viu entrar.
—Tava trancando a Ayelén pra ela não encher o saco.
—Que estranho a gente não ter ouvido ela gritar —comentei.
—É porque ele tá dormindo no quarto da mamãe, ainda não sabe que tranquei a porta… com sorte nem vai perceber.
Não parei nem por um segundo, até porque tava adorando aquilo. Só porque tudo faz parte de um plano pra botar minha avó no lugar dela, não quer dizer que eu não possa curtir.
—Acho que já tá pronta — disse Brenda.
—Como é que você sabe? — perguntei.
—Pela forma como ela tá chupando minha buceta. Quando ela tá bem quente, me dá vários chupões no clitóris, como se quisesse arrancar ele.
—E aí, tá doendo?
—Um pouquinho… mas é isso que é legal. Dá uma sensação gostosa.
—Tá bom, Nahuel… volta pra vovó, antes que ela comece a ficar impaciente —disse Macarena—. A gente cuida do resto. Dá uns minutinhos pra gente.
—Perfeito, tô esperando vocês.
Voltei pro meu quarto, minha avó tava se masturbando pra caralho e deu um sorriso quando me viu entrar.
—Pensei que você não ia mais voltar.
—Desculpa, é que eu cruzei com uma das minhas irmãs no caminho, e ela não parava de falar comigo; mas já foi… podemos continuar.
Fechei a porta (sem colocar a trava). Voltei pra minha posição anterior assim que ela se colocou de quatro de novo. Meti rápido pra ela ver que já podíamos transar em paz.
—Uf… sim, assim… pensei que você ia me deixar na mão de novo —disse enquanto se masturbava.
—Nunca quis te deixar na vontade. É que às vezes você pedia as coisas de um jeito grosso.
—Tá bom, cê tem razão. Prometo pedir as coisas de um jeito melhor. Mas você tem que me prometer que não vai falar coisas que me façam sentir mal.
— Tipo o quê?
—Mmm… meu deus… que força você tem…
Ela não respondeu à minha pergunta porque comecei a meter nela com toda a força que eu conseguia. A bunda dela já tava recebendo muito bem minha piroca e eu tava começando a curtir, porque tava ansioso pelo que vai rolar.
A porta se abriu e me deparei com uma das imagens mais chocantes que já vi na vida. Primeiro vi minha mãe, que deu dois passos para dentro. Ela estava usando saltos pretos e umas tiras de couro preto com tachas cruzavam seu corpo, formando um "V" que começava na buceta dela e ia até a cintura, onde uma faixa horizontal unia as duas pontas desse "V". Esse segmento se conectava por outras duas tiras à parte de cima, composta por uma espécie de sutiã feito de cintos de couro. Os peitões da minha mãe estavam completamente à mostra, as tiras só faziam os peitos dela ficarem mais firmes. O que mais me chamou a atenção foi que ela estava usando uma mordaça… uma espécie de bolinha dentro da boca dela, presa por uma tira grossa de couro que atravessava toda a largura do rosto dela. Depois notei a coleira, no começo pensei que era só mais um enfeite, outra tira de couro com tachas completando aquela roupa peculiar; mas aí vi que uma corda saía da nuca da minha mãe e a Gisela segurava na mão dela, como se fosse uma guia de cachorro.
Engoli seco ao reparar na minha irmã. Por mais inacreditável que pareça, a aparência dela era ainda mais impressionante que a da mãe. O visual dela também era todo preto, composto por umas botas longas de couro com salto agulha, uma cinta-liga e um espartilho que se ajustava perfeitamente na cintura. Ela também usava uma tanga e um sutiã, ambos com aberturas estratégicas; dava pra ver claramente a buceta dela, e os mamões dela quase saltavam pra fora com violência. E, como se isso não bastasse, na outra mão ela segurava um chicote, com o qual deu um tapa rápido na bunda da Alicia. Foi o jeito dela de mandar ela continuar andando. Fiquei pasmo ao ver minha mãe obedecer sem reclamar, parecia uma boneca que só entrava em ação se a dona mandasse.
Atrás dessas duas mulheres gostosas entraram Pilar, Cristela, Macarena, Brenda e Tefi, nessa ordem. Todas estavam com pouca ou nenhuma roupa. A Tefi usava uma camiseta que só cobria a parte de cima, por baixo tava pelada. Pilar e Cristela estavam só de fio dental e sutiã, nada mais. Brenda e Macarena já tinham se pelado por completo.
—Dá pra saber o que é tudo isso? —Perguntou Fernanda, claramente puta da vida com a interrupção.
Cala a boca, vó —disse Gisela, com uma voz firme e grossa—. Você tem o pau do seu neto bem enterrado na sua bunda, não tem direito de fazer nenhuma reclamação pra gente. Vadia.
Aquela “vadia” soou com um desprezo tão seco que até eu senti. Me lembrou do jeito peculiar que o Severus Snape falava “Potter”, nos filmes do Harry Potter, como se o simples ato de pronunciar a palavra desse nojo nele.
Um dos motivos pelo qual a gente se deu tanto trabalho pra levar a Fernanda ao ponto de quebrar foi pra expor as atitudes dela pra toda a família. Agora ela não pode questionar a gente por nada do que fizemos. Nós mantivemos práticas incestuosas; mas ela também… e fez por vontade própria. Ninguém forçou ela.
Todas as mulheres se posicionaram ao redor da minha cama, Gisela e Alicia ficaram na minha frente. Foi quando percebi que Brenda tinha algo na mão. Era um consolo branco enorme com um monte de tiras na base. Feito uma assistente de mágico, ela se aproximou da Gisela e colocou aquilo nela, tipo um strap-on. Foi assim que minha irmã mais velha ganhou uma pica, quase do mesmo tamanho que a minha.
Com um gesto sutil da mão, ele mandou a Alicia ficar de quatro na cama, e ela obedeceu. Quem cuidou de passar lubrificante no dildo inteiro foi a Macarena.
—Será que ficaram loucas? —Perguntou Fernanda.
—Mais louca é você, vó —respondeu Macarena, sem parar o que fazia—. E foi essa sua loucura que ferrou com a minha mãe.
—A Alicia tá doente —disse a avó, enquanto tentava aguentar a porrada que eu tava dando no cu dela. Dava pra ver que ela tava com dificuldade pra falar no meio de tantos gemidos e bufadas involuntárias—. Ela sempre foi doente.
—Pode ser —disse Maca—, mas você não fez nada pra ajudar ela. Na real, só piorou as coisas.
Vi o dildo sumir entre as nádegas da minha mãe e não precisei ver a ação pra entender que ele ia entrar no cu dela. Por um minuto, fiquei me perguntando como conseguiram convencê-la a se vestir assim, sair do quarto e ficar de quatro bem na frente da mãe dela. Aí entendi que era tudo por causa dos poderes incríveis de dominação da Gisela. A Alicia nem tava pensando. Só agia, do mesmo jeito que a Brenda fazia quando era submetida pela Gise. Aquele estado, quase de transe, deixava tudo muito mais fácil pra elas. O olhar dela era distante, como se o corpo estivesse ali, mas a mente não. A Alicia soltou um gemido quando o dildo da Gisela entrou no cu dela, o rosto ficou vermelho, mas mesmo assim não reclamou. Embora com aquela mordaça de bolinha deve ser impossível pra ela falar.
—Tá bom, vó. Vamo começar.
A Macarena é quem tá comandando esse processo. Meu papel é continuar metendo sem parar na Fernanda, pra deixar ela bem gostosa. A gente percebeu que as mulheres da minha família costumam ficar bem sinceras (sobre putaria) quando tão muito excitadas. Por isso mesmo a Gise tá enfiando o dildo na Alicia. Além disso, a Macarena sugeriu que era melhor fazer isso com as duas em igualdade de condições, se olhando cara a cara. E assim elas tavam levando umas metidas anais bem fortes, com os olhos a poucos centímetros de distância.
—Começar com o quê? Eu não tenho nada pra falar com vocês.
—Se você tem que falar com a gente, vai ter que dar muitas explicações —Macarena se manteve calma, exibindo o corpo nu com orgulho—. A gente quer saber por que nossa mãe sofreu tanto por sua causa, porque tudo isso afetou a gente diretamente. Principalmente a Gisela. E a gente sabe que a culpa de todos esses danos é sua. Tudo começou com você.
—Do que você tá falando? —Protestou Fernanda—. Eu não fiz nada de errado. Se tem alguém que tem culpa dessa situação doentia toda, é a Alicia.
Minha mãe soltou um barulho parecido com o rosnado de um cachorro, até se jogou um pouco pra frente, como se quisesse morder a Fernanda. Agora entendo por que colocaram uma focinheira nela.
Me irritou pra caralho que minha avó se livrasse da responsabilidade dela com tanta facilidade, por isso agarrei a cintura dela com as duas mãos e comecei a meter na buceta dela o mais rápido e forte que consegui. Coloquei toda minha energia em cada bombada, em cada penetrada. A bunda dela começou a tremer, ela se agarrou no lençol e baixou a cabeça.
—Ai… ai… ai… Nahuel, devagar… ai… você vai rasgar minha buceta.
—Você não tinha me falado que gosta de levar forte? Do jeito que esses caras que você me contou te comiam no cu… era assim que eles metiam?
Continuei com aquele ritmo forte e constante, meu pau colaborou, ficando bem duro.
—Pra mim, ele só reclama porque adora reclamar —comentou Pilar—; mas o que ele mais gosta é de levar no cu. Não é mesmo, vó?
—Ai… Por que agora todo mundo me trata mal?
— Já te falamos —interrompeu Tefi—, você fodeu com a nossa mãe. Agora a gente quer saber por quê. O que ela fez pra merecer tanta porrada da sua parte durante tantos anos?
—Eu também queria saber —disse Cristela—. Não sou burra, mãe. Sempre soube que você fazia muita diferença entre a gente. Comigo você me tratava como se eu fosse a princesa da casa, já a Alicia sempre tratou como um lixo. Não entendo por quê.
—Você sempre se comportou bem, já a Alicia... fazia coisas que nem se pode falar com os caras da oficina... e com outros também.
—Se esse é o seu problema com a Alicia —continuou Cristela—, te aviso que eu sou uma puta danada. Adoro transar… fui comida por vários um monte de vezes e também tive uns joguinhos com os caras da oficina. Eu também fui tratada como puta…
Mentira… —disse Fernanda—. Não mente, Cristela… não tenta defender tua irmã contando mentiras.
—Não é mentira nenhuma, mãe. Cê acha que eu nunca fui pego em grupo pelos caras da oficina? Chupei a pica de todos, sem exceção. Todos me comeram… e não teve um que não me meteu várias vezes no cu.
—Não é verdade!
—É verdade, mãe. E não entendo como você não percebeu, se eu também saía na rua com shortinhos bem curtos, com os peitos quase de fora, e voltava pra casa altas horas da noite, toda despenteada, com o bafo cheirando a porra… e com a buceta bem arrombada. Mesmo assim, você nem me revistava… tudo isso você fazia com a Alicia. Lembro muito bem de como você submetia ela a inspeções longas pra ver se o cu dela tava dilatado. Agora entendo que você gostava de enfiar os dedos no cu dela, por isso fazia. E a Alicia tinha que aguentar tudo isso, porque sabia que negar era muito pior.
—Então você gostava de dar uma olhada na bunda da minha mãe? —Perguntou Macarena—. Fazia isso direto?
—Não, claro que não. É algo que aconteceu pouquíssimas vezes.
Alicia soltou outro gemido gutural, dando a entender que a Fernanda não tava sendo totalmente honesta.
—O que aconteceu muitas vezes, e você não pode negar —disse Cristela—, foi aquela história de ficar checando a buceta dela. Quase toda noite você queria ver se ela tava molhada. Às vezes você fazia isso escondido de mim, pra eu não ficar sabendo. Mas eu dava um jeito de espiar. Também teve vezes que você não ligou muito se eu tava ali, vendo tudo o que você fazia.
—Vamos lá, vovó. Conta pra gente como era esse processo —pediu Macarena, enquanto se ajoelhava na cama, deixando a buceta a poucos centímetros de Fernanda—. Por que você começou a examinar a buceta da minha mãe e como fazia isso?
Isso já não importa mais — disse a avó. — Aconteceu faz tempo.
—É melhor você começar a falar, senão vai ser muito pior — disse Gisela, mostrando o chicote que tinha na mão.
Embora não pudesse ter machucado ninguém com aquela chibata que parecia um pequeno mata-moscas com o cabo comprido demais, serviu pra Fernanda se sentir intimidada. Embora talvez o que tenha sido intimidador foi o tom de voz que a Gisela usou. Parecia um sargento dando ordens pra um soldado raso.
—Aí eu agia como uma mãe que quer cuidar das filhas… e de toda a família —começou dizendo Fernanda—. Comecei a ouvir uns boatos de que a Alicia tava “brincando” com os caras da oficina. Uns vizinhos já tavam falando que ela era “uma puta muito prestativa”. —Eu penetrei mais devagar na minha avó, quis dar uma trégua pra ela conseguir falar melhor. A Gisela fez o mesmo com a mamãe—. Achei que o mundo ia desabar quando ouvi aquilo. No começo, pensei que fosse engano; mas os boatos foram ficando cada vez mais fortes. Até uma vizinha me contou que tinha visto a Alicia chupando a pica de um dos ajudantes da oficina.
—Tinha muita velha fofoqueira no bairro —disse Cristela—. Velhas com teia de aranha na buceta, que não faziam outra coisa senão se meter na vida dos outros. Como elas não comiam, não queriam que ninguém comesse.
—Continua, vó —ordenou Macarena.
—Hmm, ai, meninas… não me façam contar essas coisas. Prefiro esquecer… Ai!! —Aumentei o ritmo na hora. Mais uma vez, meu pau começou a afundar na bunda dela com força—. Tá bom, tá bom… já entendi —fui diminuindo o ritmo—. Uma vez a Alicia chegou em casa muito tarde, tinha marcas nos peitos, como se alguém tivesse arranhado. Usava decotes bem ousados e shortinhos bem justinhos. Tava usando um desses, de jeans. Perguntei onde ela tinha ido e ela só disse “com uns amigos”. Perguntei que tipo de amigos e ela não falou nada. Fiquei puto pra caralho, pelo jeito ofegante que ela respirava e como os bicos dos peitos dela marcavam, soube que ela tinha transado com alguém. Arranquei o short dela e, bom, confirmei que ela tava molhada —A Alicia olhava pra ela bem séria.
—Quer dizer, você tocou na buceta dela —disse Macarena.
—Sim, mas…
—Como você tocou ela? Vamos ver... mostra pra gente. Usa minha buceta como exemplo.
Fernanda hesitou por uns segundos, mas não precisou insistir. Ela mesma levou a mão até a buceta da Macarena e começou a acariciar com dois dedos. Pouco depois, vimos esses dedos entrando no buraco.
—Ah… você enfiou os dedos nela — disse Pilar.
—Fiz isso pra ver se ela tava bem dilatada. E tava mesmo… mais do que a Macarena tá agora.
O polegar da minha avó começou a se mexer no clitóris, massageando ele.
—Isso você também fez com a minha mãe? —Perguntou Maca. Fernanda balançou a cabeça que sim—. E por quê?
—Porque sei que depois de transar, uma buceta lubrifica muito mais rápido que o normal. Queria saber se a Alicia lubrificava rápido.
—Mmm… não me convenceu — disse a Macarena.
—Uma vez vi minha mãe lambendo os dedos durante a revisão — comentou Cristela —. Sempre me perguntei por que ela fazia isso.
—Isso, vó… por que você fazia isso? —A pergunta veio da Tefi, ela parecia mais puta que as outras.
—Acho que é porque ela gosta de chupar buceta —comentei.
—Não, não… nada a ver. Eu fazia isso pra saber se ela tinha gozado na buceta… e pra vocês saberem, mais de uma vez eu descobri que ela tava cheia de porra. Foi horrível, ela voltou pra casa meio bêbada. Tava cambaleando. Tava com uma saia bem curtinha e quando enfiei a mão por baixo, percebi que ela nem tava de calcinha. Quando enfiei dois dedos, eles entraram super fácil, ela tava bem aberta. Como já tinha feito antes, levei os dedos à boca sem perceber que eles estavam cobertos de sêmen.
—E você tomou aquela porra? —Perguntou Macarena, soltando uma risadinha safada.
—Sim, infelizmente sim. O pior foi quando me abaixei pra olhar a buceta dela, ainda escorrendo porra. Ela ria que nem uma louca. Entendi que alguém tinha metido nela bem pouco tempo antes. Achei que tinha sido um dos caras da oficina, porque entre nossa casa e a oficina não tem mais que uns poucos passos. A desgraçada nem tinha a decência de se limpar. Teve outras noites em que, ao levar os dedos à boca, descobri que ainda tinha porra dentro da buceta dela.
—E não te dava nojo? — Perguntou Tefi.
Não, nojo não... o sêmen nunca me causou repulsa por si só. O que me dava era raiva, porque naquela hora eu pensava que engolir porra é coisa de puta. Que minha filha era uma vagabunda e que, por culpa dela, eu também acabava engolindo porra. Mas nunca senti nojo ao chupar meus dedos, por isso fazia sem medo.
—Algo me diz que teve vezes em que você enfiou os dedos nela depois de ter lambido eles, sabendo que lá dentro tinha porra, e depois lambeu de novo. —Macarena olhava pra avó de cima com uma atitude imponente—. Ou tô errada?
—É verdade, e antes que você me pergunte, já vou te falando que eu tinha um bom motivo pra fazer isso.
—Ah, é? —Perguntou Pilar, incrédula—. E que boa razão você tinha pra ficar juntando gozo direto da buceta da sua filha, pra depois chupar os dedos?
—Eu fazia isso pra descobrir quanta porra tinham enfiado na buceta dela. Se eu enfiasse os dedos várias vezes, chupava eles, e depois eles saíam cheios de sêmen de novo, aí dava pra suspeitar que mais de um homem tinha gozado dentro dela.
— E não era mais fácil limpar os dedos num pano? — Perguntou a Brenda. Adorei que ela também entrou no interrogatório.
—Pode ser —minha avó deu de ombros—. Mas isso era algo não planejado, surgia de repente, quando a Alicia invadia a casa altas horas da noite. Não me dava tempo de pegar um pano. Além disso, eu disse que o sêmen nunca me deu nojo. Tanto fazia levar na boca, porque eu não era a puta que tinha deixado comer pra ficar cheia de porra. E teve vezes que pude confirmar que mais de um homem tinha gozado dentro dela, porque saiu uma quantidade de porra considerável. Dava até pra ver escorrendo pelas pernas dela.
—E você tomava o cum de caras que nem sabia quem eram? —Perguntou Pilar.
—Admito que sim… embora… não tenha sido agradável fazer isso. Mas também não me incomodou tanto. O que mais me irritava era saber que era minha filha que tinham usado como boneca sexual. E que ela deixava, uma vez atrás da outra.
—Ok, muito bem, vó… vamos supor que eu entenda tudo o que você disse, por mais absurdo que seja. —Macaruna olhou para baixo, os dedos ainda entrando na sua buceta—. Todas essas ações (claramente questionáveis) eram pra descobrir se sua filha tinha transado. O que eu não entendo é… por que caralho te incomodava tanto que ela desse?
—Porque fazia a família passar muito vergonha. Era a puta do bairro. Além disso, não criei filhas pra serem vagabundas.
—É curioso você dizer isso depois do que contou pra mim e pro Nahuel —disse Pilar—. Tinha uns caras que se revezavam pra você chupar a pica deles… e depois metiam no seu cu. Isso não é coisa de puta? Isso não faz a família passar vergonha?
—Sim, sim… é verdade —admitiu Fernanda—; mas tudo isso também foi culpa da Alicia. Ela provocou essas situações.
—Mas a Alicia nem tava lá —disse Pilar—. Você nunca falou que ela fazia parte daquelas rodinhas de chupada de pau que você dava.
—É verdade, ela não estava naquele momento. Mesmo assim, a culpa é dela.
Mais uma vez, minha mãe quis latir e morder a avó. Ela tava realmente puta, e eu gostei disso. Pelo menos não parecia mais fraca, indefesa… tava acumulando raiva e a qualquer hora ia explodir. Acho que na hora certa, a Gisela vai tirar a focinheira dela. E aí sim que ela vai morder… de forma metafórica, digo.
— Se a Alicia tem culpa de alguma coisa ou não, quem decide somos nós — disse Macarena. — Você só tem que contar tudo pra gente. Principalmente as coisas que você fazia com ela.
—Eu conto tudo pra vocês, mas aviso que vão ouvir coisas sobre a mãe de vocês que não vão conseguir aceitar.
—Queremos saber a verdade —disse Pilar—, e se o que vocês tão falando é verdade, a gente vai aceitar. O que não vamos tolerar é que nos mintam… ou que escondam informação de nós.
—Muito bem, preparem-se, porque as coisas que vocês vão ouvir a seguir não vão agradar. Agora vocês vão entender que tipo de mulher ela é.
—O que eu quero entender —falei—, é que tipo de mulher você é. Então conta tudo, sem esconder nada.
Meu corpo inteiro ficou tenso, um choque elétrico percorreu minhas costas. Eu queria que a vovó contasse tudo o que sabe, mas ao mesmo tempo me dava medo pensar no que minha mãe poderia ter feito no passado pra se tornar um segredo de família que precisa ser guardado com a maior vergonha possível… e como isso acabou causando tanto estrago na minha família anos depois.
Todos os meus links, pra vocês poderem seguir e apoiar minhas histórias e ler os capítulos que ainda não publiquei:
https://magic.ly/Nokomi
Capítulo 59.Ponto Limite.
Finalmente minha avó chegou no limite dela, ou pelo menos eu decidi que já era hora de partir pra ação. Porque eu já tava cansado de ver minha mãe largada na cama, sem energia. Eu precisava ver ela feliz de novo. Mesmo que daqui a alguns meses ela me odeie por dizer isso… sinto falta dela se metendo na minha vida e na dos outros; abrindo portas sem avisar; cuidando de tudo que rola em casa. Se ela não faz nada disso, não é ela mesma.
Antes a Macarena já tinha me avisado que a Gisela estava usando o plug anal, ela usava por alguns minutos todo dia, esperando o momento certo chegar. Assim eu poderia penetrar ela no cu o mais rápido possível quando fosse necessário. A Gise até me fez prometer que eu não ia hesitar em fazer isso sem nem pedir permissão. Se ela colocasse o plug, então aceitava o que viesse depois. O maior medo dela era que o ponto de ruptura da avó chegasse quando ela não estivesse usando o plug. Falei pra ela não se preocupar com isso, porque se acontecesse, era só eu me afastar da avó e pronto. Na verdade, tive que fazer isso várias vezes nos últimos dois dias.
Dessa vez tudo tinha se alinhado, a Gise tava com o plug e a avó tava mais quente que panela de pressão. Por isso fiquei esperando ela no meu quarto, com a porta ligeiramente aberta enquanto me masturbava vendo umas das últimas fotos que tirei com a Tefi.
No momento em que a Fernanda apareceu, eu já tava com a pica bem dura. A porta se abriu como se um tornado tivesse entrado em casa. Ela tava com os olhos arregalados e completamente pelada, como se já não ligasse mais pra nada. Mais uma vez me impressionei como ela mantém o corpo em forma, é uma mulher que faria qualquer cara ficar de pau duro. Tenho certeza de que se os punheteiros dos meus colegas de futebol vissem ela, não hesitariam em fazer comentários tipo "Essa coroa tá pra arrebentar a buceta a noite inteira".
—Nós dois temos contas a acertar —ela disse enquanto entrava no quarto, trancando a porta atrás de si, não queria interrupções—. Agora não tem desculpa… vou ser sincera contigo, Nahuel, porque parece que tu não entende as indiretas: Sei que tu gostou de transar comigo, também sei que sou tua avó… mas isso agora não me importa muito. Quero que tu me coma de quatro. Não aguento mais de vontade… e com o vibrador não é a mesma coisa. Preciso de uma rola de verdade… bem grande, igual a tua.
—Se você queria isso, era só pedir de forma sincera e direta.
—Então… vai fazer?
—Claro, agora que você pediu direito, vou fazer. —Ela ficou de pé ao lado da cama, me olhando confusa—. Talvez um dia você aprenda que pedir as coisas de um jeito legal costuma ser o melhor caminho pra conseguir alguma coisa.
Ficou em silêncio. O ego dela tava ferido. Além disso, já tinha conseguido o que queria e sabia que não ia pedir desculpas pelo comportamento dela. Simplesmente sentou do meu lado, pegou na minha rola e começou a chupar. Pra mostrar que dessa vez eu ia colaborar mesmo, levei minha mão direita até a buceta dela e comecei a masturbar.
Não demorou muito para Fernanda ficar de quatro, com o rosto apontado para os pés da cama. Enfiei na buceta dela, porque antes queria deixá-la mais excitada… e implorando.
—Ai, vai, Nahuel… não vamos perder tempo… enfia no meu cu de uma vez por todas.
—Não quer nem um pouquinho de preliminares? Olha que vai doer se eu meter sem você ter dilatado direito.
—Já te falei que tava usando o dildo… meu cu tá bem dilatado. Mete de uma vez, o mais fundo que conseguir… eu gosto que doa.
—Isso te lembra quando seus amantes te comiam no cu?
—É isso aí.
—Nunca imaginei que minha avó fosse tão piranha. Acho que é de família, e tudo começou com você.
—Ai, Nahuel, enfia em mim e cala a boca. Não me enche o saco com isso agora.
Não gosto que me dê ordens, mas fiz o que ela pediu, porque já estava decidido a colocar em ação a última parte do plano. Apontei meu pau pra bunda dela e empurrei a cabeça pra dentro. Pois é, aquele buraco já tinha sido trabalhado direitinho…
—Ai… sim… que gostoso entrou… me dá mais… mais fundo.
Comecei a mexer minha pelve, provocando estocadas contra a bunda dela. Fiz isso com força, embora sem curtir muito. Sim, sei que parece ridículo, eu tinha na minha frente aquela mulher gostosa desesperada pra receber meu pau dentro do cu dela, devia estar aproveitando pra caralho. Mas agi como um soldado indo pra guerra. Cumpri meu dever. Só queria que isso desse certo. A ideia de que todo o esforço foi em vão e o plano não funcionar não me deixa dormir direito. Percebi que não só a Fernanda tinha chegado no limite. Eu também. Tô cansado de ver minha mãe sofrer.
Não perdi muito tempo com essa tarefa, só precisava que minha avó entrasse no clima e que a bunda dela estivesse bem dilatada. Depois de alguns minutos, falei pra ela:
—Preciso fazer xixi… já volto.
—Agora?
—Sim, é urgente…
—Ai, Nahuel… acho que você tá fazendo isso de propósito.
— Por que eu faria isso?
—Sei lá… ultimamente você tá agindo muito estranho.
— Deve ser porque minha avó tá me pedindo pra meter a pica nela. — Ela não disse nada. — Não se preocupa, é só um minuto. Já volto.
—Tá bom…
Saí o mais rápido que pude, atravessei a sala de estar nua e com a pica dura. Cheguei ao quarto da Macarena, onde os últimos preparativos deviam estar rolando.
—Chegou a hora —falei, todo agitado—. Vai buscar a Gisela.
—Demais! Já tava na hora.
Maca pulou da cama, estava só de calcinha e sutiã, mexendo no celular pra matar o tempo. Antes parecia entediada, mas agora tava cheia de energia, revigorada. Voltou com a Gisela e a Brenda em poucos segundos e depois saiu de novo, falando "Já volto".
Não tive tempo de perguntar pra onde ela ia. Gise também entendeu que a gente tinha que agir o mais rápido possível, então se ajoelhou de quatro na cama sem falar uma palavra. Ela tava nua da cintura pra baixo e Brenda tratou de tirar a camiseta preta que ela vestia. Eu me posicionei atrás da Gise e tirei o plug. Adorei como o cu dela se dilatou pra deixar aquele brinquedinho sair. Usei o lubrificante que, estrategicamente, a Macarena tinha deixado na mesinha de cabeceira dela (Bom, na verdade tá sempre lá, porque a Maca é muito punheteira). Brenda tirou toda a roupa rapidinho e se colocou de pernas bem abertas na frente da Gise, que começou a chupar a buceta dela na hora. Ver minha irmã tão disposta de cara me incentivou. Ainda me parece incrível como a mente dela pode mudar tanto com a motivação certa. A mente humana ainda é um grande mistério pra mim.
Não me custou nada enfiar no cu da Gisela, o plug tinha feito o trabalho dele perfeitamente. Meti com toda a força que pude, sabia que ela aguentava. Admito que enfiar em Gise foi muito mais gostoso do que com a Fernanda. Ia adorar ficar mais tempo aproveitando isso. Mas não dava. A gente tinha que agir rápido.
Gise também sabia, por isso se masturbou enquanto eu metia com força. Minhas bolas batiam na bunda dela e Brenda esfregava a buceta no rosto dela.
Olhei pra porta e vi a Macarena.
—Pra onde você foi? — Brenda perguntou pra Macarena assim que a viu entrar.
—Tava trancando a Ayelén pra ela não encher o saco.
—Que estranho a gente não ter ouvido ela gritar —comentei.
—É porque ele tá dormindo no quarto da mamãe, ainda não sabe que tranquei a porta… com sorte nem vai perceber.
Não parei nem por um segundo, até porque tava adorando aquilo. Só porque tudo faz parte de um plano pra botar minha avó no lugar dela, não quer dizer que eu não possa curtir.
—Acho que já tá pronta — disse Brenda.
—Como é que você sabe? — perguntei.
—Pela forma como ela tá chupando minha buceta. Quando ela tá bem quente, me dá vários chupões no clitóris, como se quisesse arrancar ele.
—E aí, tá doendo?
—Um pouquinho… mas é isso que é legal. Dá uma sensação gostosa.
—Tá bom, Nahuel… volta pra vovó, antes que ela comece a ficar impaciente —disse Macarena—. A gente cuida do resto. Dá uns minutinhos pra gente.
—Perfeito, tô esperando vocês.
Voltei pro meu quarto, minha avó tava se masturbando pra caralho e deu um sorriso quando me viu entrar.
—Pensei que você não ia mais voltar.
—Desculpa, é que eu cruzei com uma das minhas irmãs no caminho, e ela não parava de falar comigo; mas já foi… podemos continuar.
Fechei a porta (sem colocar a trava). Voltei pra minha posição anterior assim que ela se colocou de quatro de novo. Meti rápido pra ela ver que já podíamos transar em paz.
—Uf… sim, assim… pensei que você ia me deixar na mão de novo —disse enquanto se masturbava.
—Nunca quis te deixar na vontade. É que às vezes você pedia as coisas de um jeito grosso.
—Tá bom, cê tem razão. Prometo pedir as coisas de um jeito melhor. Mas você tem que me prometer que não vai falar coisas que me façam sentir mal.
— Tipo o quê?
—Mmm… meu deus… que força você tem…
Ela não respondeu à minha pergunta porque comecei a meter nela com toda a força que eu conseguia. A bunda dela já tava recebendo muito bem minha piroca e eu tava começando a curtir, porque tava ansioso pelo que vai rolar.
A porta se abriu e me deparei com uma das imagens mais chocantes que já vi na vida. Primeiro vi minha mãe, que deu dois passos para dentro. Ela estava usando saltos pretos e umas tiras de couro preto com tachas cruzavam seu corpo, formando um "V" que começava na buceta dela e ia até a cintura, onde uma faixa horizontal unia as duas pontas desse "V". Esse segmento se conectava por outras duas tiras à parte de cima, composta por uma espécie de sutiã feito de cintos de couro. Os peitões da minha mãe estavam completamente à mostra, as tiras só faziam os peitos dela ficarem mais firmes. O que mais me chamou a atenção foi que ela estava usando uma mordaça… uma espécie de bolinha dentro da boca dela, presa por uma tira grossa de couro que atravessava toda a largura do rosto dela. Depois notei a coleira, no começo pensei que era só mais um enfeite, outra tira de couro com tachas completando aquela roupa peculiar; mas aí vi que uma corda saía da nuca da minha mãe e a Gisela segurava na mão dela, como se fosse uma guia de cachorro.
Engoli seco ao reparar na minha irmã. Por mais inacreditável que pareça, a aparência dela era ainda mais impressionante que a da mãe. O visual dela também era todo preto, composto por umas botas longas de couro com salto agulha, uma cinta-liga e um espartilho que se ajustava perfeitamente na cintura. Ela também usava uma tanga e um sutiã, ambos com aberturas estratégicas; dava pra ver claramente a buceta dela, e os mamões dela quase saltavam pra fora com violência. E, como se isso não bastasse, na outra mão ela segurava um chicote, com o qual deu um tapa rápido na bunda da Alicia. Foi o jeito dela de mandar ela continuar andando. Fiquei pasmo ao ver minha mãe obedecer sem reclamar, parecia uma boneca que só entrava em ação se a dona mandasse.
Atrás dessas duas mulheres gostosas entraram Pilar, Cristela, Macarena, Brenda e Tefi, nessa ordem. Todas estavam com pouca ou nenhuma roupa. A Tefi usava uma camiseta que só cobria a parte de cima, por baixo tava pelada. Pilar e Cristela estavam só de fio dental e sutiã, nada mais. Brenda e Macarena já tinham se pelado por completo.
—Dá pra saber o que é tudo isso? —Perguntou Fernanda, claramente puta da vida com a interrupção.
Cala a boca, vó —disse Gisela, com uma voz firme e grossa—. Você tem o pau do seu neto bem enterrado na sua bunda, não tem direito de fazer nenhuma reclamação pra gente. Vadia.
Aquela “vadia” soou com um desprezo tão seco que até eu senti. Me lembrou do jeito peculiar que o Severus Snape falava “Potter”, nos filmes do Harry Potter, como se o simples ato de pronunciar a palavra desse nojo nele.
Um dos motivos pelo qual a gente se deu tanto trabalho pra levar a Fernanda ao ponto de quebrar foi pra expor as atitudes dela pra toda a família. Agora ela não pode questionar a gente por nada do que fizemos. Nós mantivemos práticas incestuosas; mas ela também… e fez por vontade própria. Ninguém forçou ela.
Todas as mulheres se posicionaram ao redor da minha cama, Gisela e Alicia ficaram na minha frente. Foi quando percebi que Brenda tinha algo na mão. Era um consolo branco enorme com um monte de tiras na base. Feito uma assistente de mágico, ela se aproximou da Gisela e colocou aquilo nela, tipo um strap-on. Foi assim que minha irmã mais velha ganhou uma pica, quase do mesmo tamanho que a minha.
Com um gesto sutil da mão, ele mandou a Alicia ficar de quatro na cama, e ela obedeceu. Quem cuidou de passar lubrificante no dildo inteiro foi a Macarena.
—Será que ficaram loucas? —Perguntou Fernanda.
—Mais louca é você, vó —respondeu Macarena, sem parar o que fazia—. E foi essa sua loucura que ferrou com a minha mãe.
—A Alicia tá doente —disse a avó, enquanto tentava aguentar a porrada que eu tava dando no cu dela. Dava pra ver que ela tava com dificuldade pra falar no meio de tantos gemidos e bufadas involuntárias—. Ela sempre foi doente.
—Pode ser —disse Maca—, mas você não fez nada pra ajudar ela. Na real, só piorou as coisas.
Vi o dildo sumir entre as nádegas da minha mãe e não precisei ver a ação pra entender que ele ia entrar no cu dela. Por um minuto, fiquei me perguntando como conseguiram convencê-la a se vestir assim, sair do quarto e ficar de quatro bem na frente da mãe dela. Aí entendi que era tudo por causa dos poderes incríveis de dominação da Gisela. A Alicia nem tava pensando. Só agia, do mesmo jeito que a Brenda fazia quando era submetida pela Gise. Aquele estado, quase de transe, deixava tudo muito mais fácil pra elas. O olhar dela era distante, como se o corpo estivesse ali, mas a mente não. A Alicia soltou um gemido quando o dildo da Gisela entrou no cu dela, o rosto ficou vermelho, mas mesmo assim não reclamou. Embora com aquela mordaça de bolinha deve ser impossível pra ela falar.
—Tá bom, vó. Vamo começar.
A Macarena é quem tá comandando esse processo. Meu papel é continuar metendo sem parar na Fernanda, pra deixar ela bem gostosa. A gente percebeu que as mulheres da minha família costumam ficar bem sinceras (sobre putaria) quando tão muito excitadas. Por isso mesmo a Gise tá enfiando o dildo na Alicia. Além disso, a Macarena sugeriu que era melhor fazer isso com as duas em igualdade de condições, se olhando cara a cara. E assim elas tavam levando umas metidas anais bem fortes, com os olhos a poucos centímetros de distância.
—Começar com o quê? Eu não tenho nada pra falar com vocês.
—Se você tem que falar com a gente, vai ter que dar muitas explicações —Macarena se manteve calma, exibindo o corpo nu com orgulho—. A gente quer saber por que nossa mãe sofreu tanto por sua causa, porque tudo isso afetou a gente diretamente. Principalmente a Gisela. E a gente sabe que a culpa de todos esses danos é sua. Tudo começou com você.
—Do que você tá falando? —Protestou Fernanda—. Eu não fiz nada de errado. Se tem alguém que tem culpa dessa situação doentia toda, é a Alicia.
Minha mãe soltou um barulho parecido com o rosnado de um cachorro, até se jogou um pouco pra frente, como se quisesse morder a Fernanda. Agora entendo por que colocaram uma focinheira nela.
Me irritou pra caralho que minha avó se livrasse da responsabilidade dela com tanta facilidade, por isso agarrei a cintura dela com as duas mãos e comecei a meter na buceta dela o mais rápido e forte que consegui. Coloquei toda minha energia em cada bombada, em cada penetrada. A bunda dela começou a tremer, ela se agarrou no lençol e baixou a cabeça.
—Ai… ai… ai… Nahuel, devagar… ai… você vai rasgar minha buceta.
—Você não tinha me falado que gosta de levar forte? Do jeito que esses caras que você me contou te comiam no cu… era assim que eles metiam?
Continuei com aquele ritmo forte e constante, meu pau colaborou, ficando bem duro.
—Pra mim, ele só reclama porque adora reclamar —comentou Pilar—; mas o que ele mais gosta é de levar no cu. Não é mesmo, vó?
—Ai… Por que agora todo mundo me trata mal?
— Já te falamos —interrompeu Tefi—, você fodeu com a nossa mãe. Agora a gente quer saber por quê. O que ela fez pra merecer tanta porrada da sua parte durante tantos anos?
—Eu também queria saber —disse Cristela—. Não sou burra, mãe. Sempre soube que você fazia muita diferença entre a gente. Comigo você me tratava como se eu fosse a princesa da casa, já a Alicia sempre tratou como um lixo. Não entendo por quê.
—Você sempre se comportou bem, já a Alicia... fazia coisas que nem se pode falar com os caras da oficina... e com outros também.
—Se esse é o seu problema com a Alicia —continuou Cristela—, te aviso que eu sou uma puta danada. Adoro transar… fui comida por vários um monte de vezes e também tive uns joguinhos com os caras da oficina. Eu também fui tratada como puta…
Mentira… —disse Fernanda—. Não mente, Cristela… não tenta defender tua irmã contando mentiras.
—Não é mentira nenhuma, mãe. Cê acha que eu nunca fui pego em grupo pelos caras da oficina? Chupei a pica de todos, sem exceção. Todos me comeram… e não teve um que não me meteu várias vezes no cu.
—Não é verdade!
—É verdade, mãe. E não entendo como você não percebeu, se eu também saía na rua com shortinhos bem curtos, com os peitos quase de fora, e voltava pra casa altas horas da noite, toda despenteada, com o bafo cheirando a porra… e com a buceta bem arrombada. Mesmo assim, você nem me revistava… tudo isso você fazia com a Alicia. Lembro muito bem de como você submetia ela a inspeções longas pra ver se o cu dela tava dilatado. Agora entendo que você gostava de enfiar os dedos no cu dela, por isso fazia. E a Alicia tinha que aguentar tudo isso, porque sabia que negar era muito pior.
—Então você gostava de dar uma olhada na bunda da minha mãe? —Perguntou Macarena—. Fazia isso direto?
—Não, claro que não. É algo que aconteceu pouquíssimas vezes.
Alicia soltou outro gemido gutural, dando a entender que a Fernanda não tava sendo totalmente honesta.
—O que aconteceu muitas vezes, e você não pode negar —disse Cristela—, foi aquela história de ficar checando a buceta dela. Quase toda noite você queria ver se ela tava molhada. Às vezes você fazia isso escondido de mim, pra eu não ficar sabendo. Mas eu dava um jeito de espiar. Também teve vezes que você não ligou muito se eu tava ali, vendo tudo o que você fazia.
—Vamos lá, vovó. Conta pra gente como era esse processo —pediu Macarena, enquanto se ajoelhava na cama, deixando a buceta a poucos centímetros de Fernanda—. Por que você começou a examinar a buceta da minha mãe e como fazia isso?
Isso já não importa mais — disse a avó. — Aconteceu faz tempo.
—É melhor você começar a falar, senão vai ser muito pior — disse Gisela, mostrando o chicote que tinha na mão.
Embora não pudesse ter machucado ninguém com aquela chibata que parecia um pequeno mata-moscas com o cabo comprido demais, serviu pra Fernanda se sentir intimidada. Embora talvez o que tenha sido intimidador foi o tom de voz que a Gisela usou. Parecia um sargento dando ordens pra um soldado raso.
—Aí eu agia como uma mãe que quer cuidar das filhas… e de toda a família —começou dizendo Fernanda—. Comecei a ouvir uns boatos de que a Alicia tava “brincando” com os caras da oficina. Uns vizinhos já tavam falando que ela era “uma puta muito prestativa”. —Eu penetrei mais devagar na minha avó, quis dar uma trégua pra ela conseguir falar melhor. A Gisela fez o mesmo com a mamãe—. Achei que o mundo ia desabar quando ouvi aquilo. No começo, pensei que fosse engano; mas os boatos foram ficando cada vez mais fortes. Até uma vizinha me contou que tinha visto a Alicia chupando a pica de um dos ajudantes da oficina.
—Tinha muita velha fofoqueira no bairro —disse Cristela—. Velhas com teia de aranha na buceta, que não faziam outra coisa senão se meter na vida dos outros. Como elas não comiam, não queriam que ninguém comesse.
—Continua, vó —ordenou Macarena.
—Hmm, ai, meninas… não me façam contar essas coisas. Prefiro esquecer… Ai!! —Aumentei o ritmo na hora. Mais uma vez, meu pau começou a afundar na bunda dela com força—. Tá bom, tá bom… já entendi —fui diminuindo o ritmo—. Uma vez a Alicia chegou em casa muito tarde, tinha marcas nos peitos, como se alguém tivesse arranhado. Usava decotes bem ousados e shortinhos bem justinhos. Tava usando um desses, de jeans. Perguntei onde ela tinha ido e ela só disse “com uns amigos”. Perguntei que tipo de amigos e ela não falou nada. Fiquei puto pra caralho, pelo jeito ofegante que ela respirava e como os bicos dos peitos dela marcavam, soube que ela tinha transado com alguém. Arranquei o short dela e, bom, confirmei que ela tava molhada —A Alicia olhava pra ela bem séria.
—Quer dizer, você tocou na buceta dela —disse Macarena.
—Sim, mas…
—Como você tocou ela? Vamos ver... mostra pra gente. Usa minha buceta como exemplo.
Fernanda hesitou por uns segundos, mas não precisou insistir. Ela mesma levou a mão até a buceta da Macarena e começou a acariciar com dois dedos. Pouco depois, vimos esses dedos entrando no buraco.
—Ah… você enfiou os dedos nela — disse Pilar.
—Fiz isso pra ver se ela tava bem dilatada. E tava mesmo… mais do que a Macarena tá agora.
O polegar da minha avó começou a se mexer no clitóris, massageando ele.
—Isso você também fez com a minha mãe? —Perguntou Maca. Fernanda balançou a cabeça que sim—. E por quê?
—Porque sei que depois de transar, uma buceta lubrifica muito mais rápido que o normal. Queria saber se a Alicia lubrificava rápido.
—Mmm… não me convenceu — disse a Macarena.
—Uma vez vi minha mãe lambendo os dedos durante a revisão — comentou Cristela —. Sempre me perguntei por que ela fazia isso.
—Isso, vó… por que você fazia isso? —A pergunta veio da Tefi, ela parecia mais puta que as outras.
—Acho que é porque ela gosta de chupar buceta —comentei.
—Não, não… nada a ver. Eu fazia isso pra saber se ela tinha gozado na buceta… e pra vocês saberem, mais de uma vez eu descobri que ela tava cheia de porra. Foi horrível, ela voltou pra casa meio bêbada. Tava cambaleando. Tava com uma saia bem curtinha e quando enfiei a mão por baixo, percebi que ela nem tava de calcinha. Quando enfiei dois dedos, eles entraram super fácil, ela tava bem aberta. Como já tinha feito antes, levei os dedos à boca sem perceber que eles estavam cobertos de sêmen.
—E você tomou aquela porra? —Perguntou Macarena, soltando uma risadinha safada.
—Sim, infelizmente sim. O pior foi quando me abaixei pra olhar a buceta dela, ainda escorrendo porra. Ela ria que nem uma louca. Entendi que alguém tinha metido nela bem pouco tempo antes. Achei que tinha sido um dos caras da oficina, porque entre nossa casa e a oficina não tem mais que uns poucos passos. A desgraçada nem tinha a decência de se limpar. Teve outras noites em que, ao levar os dedos à boca, descobri que ainda tinha porra dentro da buceta dela.
—E não te dava nojo? — Perguntou Tefi.
Não, nojo não... o sêmen nunca me causou repulsa por si só. O que me dava era raiva, porque naquela hora eu pensava que engolir porra é coisa de puta. Que minha filha era uma vagabunda e que, por culpa dela, eu também acabava engolindo porra. Mas nunca senti nojo ao chupar meus dedos, por isso fazia sem medo.
—Algo me diz que teve vezes em que você enfiou os dedos nela depois de ter lambido eles, sabendo que lá dentro tinha porra, e depois lambeu de novo. —Macarena olhava pra avó de cima com uma atitude imponente—. Ou tô errada?
—É verdade, e antes que você me pergunte, já vou te falando que eu tinha um bom motivo pra fazer isso.
—Ah, é? —Perguntou Pilar, incrédula—. E que boa razão você tinha pra ficar juntando gozo direto da buceta da sua filha, pra depois chupar os dedos?
—Eu fazia isso pra descobrir quanta porra tinham enfiado na buceta dela. Se eu enfiasse os dedos várias vezes, chupava eles, e depois eles saíam cheios de sêmen de novo, aí dava pra suspeitar que mais de um homem tinha gozado dentro dela.
— E não era mais fácil limpar os dedos num pano? — Perguntou a Brenda. Adorei que ela também entrou no interrogatório.
—Pode ser —minha avó deu de ombros—. Mas isso era algo não planejado, surgia de repente, quando a Alicia invadia a casa altas horas da noite. Não me dava tempo de pegar um pano. Além disso, eu disse que o sêmen nunca me deu nojo. Tanto fazia levar na boca, porque eu não era a puta que tinha deixado comer pra ficar cheia de porra. E teve vezes que pude confirmar que mais de um homem tinha gozado dentro dela, porque saiu uma quantidade de porra considerável. Dava até pra ver escorrendo pelas pernas dela.
—E você tomava o cum de caras que nem sabia quem eram? —Perguntou Pilar.
—Admito que sim… embora… não tenha sido agradável fazer isso. Mas também não me incomodou tanto. O que mais me irritava era saber que era minha filha que tinham usado como boneca sexual. E que ela deixava, uma vez atrás da outra.
—Ok, muito bem, vó… vamos supor que eu entenda tudo o que você disse, por mais absurdo que seja. —Macaruna olhou para baixo, os dedos ainda entrando na sua buceta—. Todas essas ações (claramente questionáveis) eram pra descobrir se sua filha tinha transado. O que eu não entendo é… por que caralho te incomodava tanto que ela desse?
—Porque fazia a família passar muito vergonha. Era a puta do bairro. Além disso, não criei filhas pra serem vagabundas.
—É curioso você dizer isso depois do que contou pra mim e pro Nahuel —disse Pilar—. Tinha uns caras que se revezavam pra você chupar a pica deles… e depois metiam no seu cu. Isso não é coisa de puta? Isso não faz a família passar vergonha?
—Sim, sim… é verdade —admitiu Fernanda—; mas tudo isso também foi culpa da Alicia. Ela provocou essas situações.
—Mas a Alicia nem tava lá —disse Pilar—. Você nunca falou que ela fazia parte daquelas rodinhas de chupada de pau que você dava.
—É verdade, ela não estava naquele momento. Mesmo assim, a culpa é dela.
Mais uma vez, minha mãe quis latir e morder a avó. Ela tava realmente puta, e eu gostei disso. Pelo menos não parecia mais fraca, indefesa… tava acumulando raiva e a qualquer hora ia explodir. Acho que na hora certa, a Gisela vai tirar a focinheira dela. E aí sim que ela vai morder… de forma metafórica, digo.
— Se a Alicia tem culpa de alguma coisa ou não, quem decide somos nós — disse Macarena. — Você só tem que contar tudo pra gente. Principalmente as coisas que você fazia com ela.
—Eu conto tudo pra vocês, mas aviso que vão ouvir coisas sobre a mãe de vocês que não vão conseguir aceitar.
—Queremos saber a verdade —disse Pilar—, e se o que vocês tão falando é verdade, a gente vai aceitar. O que não vamos tolerar é que nos mintam… ou que escondam informação de nós.
—Muito bem, preparem-se, porque as coisas que vocês vão ouvir a seguir não vão agradar. Agora vocês vão entender que tipo de mulher ela é.
—O que eu quero entender —falei—, é que tipo de mulher você é. Então conta tudo, sem esconder nada.
Meu corpo inteiro ficou tenso, um choque elétrico percorreu minhas costas. Eu queria que a vovó contasse tudo o que sabe, mas ao mesmo tempo me dava medo pensar no que minha mãe poderia ter feito no passado pra se tornar um segredo de família que precisa ser guardado com a maior vergonha possível… e como isso acabou causando tanto estrago na minha família anos depois.
Todos os meus links, pra vocês poderem seguir e apoiar minhas histórias e ler os capítulos que ainda não publiquei:
https://magic.ly/Nokomi
0 comentários - Aislado Entre Mujeres [59].