Memórias de um Touro 7

aqui está outro capítulo dessa história


como eu disse antes


VALEU PELOS PONTOS


E OS COMENTÁRIOS














No escritório, eu me dava super bem com a Gladys, uma morena atraente e muito simpática, embora bem gordinha. Com ela eu podia falar de tudo e gostava muito da companhia dela, maaaas, ela era casada e parecia feliz, sempre mencionando o marido. Eu via aquilo como uma autodefesa dela pra evitar que os caras caiam em cima, e isso a tornou um desafio. Foi assim que começamos uma amizade, e em pouco tempo começaram as confidências. Ela me confessou que, embora com o Mário tudo estivesse bem, tinha coisas que não batiam nele. Não eram saídas sozinho, nem reuniões, nem chegadas tarde - o que chamava a atenção eram os gastos injustificados. Ela me contou que cada um cuidava do próprio dinheiro, ambos dividiam as despesas, e as contas não fechavam pra ela. E quando uma mulher começa a desconfiar, é porque tem coisa certa. Aí uma tarde fomos a um bar e conversamos longamente.


Mas escuta aqui, Gladys, você acha que tem outra então?


Gladys, pra ser sincero, duvido muito.


Olha, é simples: como vocês são na cama? Transam bem? É com frequência?


Gladys, bom, não tão frequentemente ultimamente e depois normal, o Mario não é muito ativo, por isso que seja questão de sexo.


Como assim não é muito ativo, não entendo. Já sei que você não é uma modelo, mas você tem seu charme, eu...


Gladys, sim, sim, eu sei, mas ele chega muito cansado e estressado, e nos fins de semana tem as reuniões de família, sei lá, não dou tanta importância pra isso.


E pelo visto, o menos... Pra mim tem algo errado aí que você não quer me contar, e tudo bem se for isso.


Gladys, não para nada, acontece que ele é tão bom que às vezes fico com pena do que acontece com ele e não reclamo muito.


E aí, não sobe?


Gladys, sim, e além disso ele é muito mal dotado, acho que esse é o complexo dele, mas isso não tem nada a ver com os gastos exagerados dele.


Então entendi, não tem chifres por sexo, pelo contrário, você é que tá precisando de sexo. Não estará fazendo algum tratamento escondido, né?


Gladys, não acredito! E se você vier um dia? Eu te convido pra comer aqui em casa e a gente conversa, assim você conhece ele bem e talvez ele te diga alguma coisa.


Por você eu faria sem problema, a questão é se ele gostaria


Gladys, o Mario já sabe que você é meu amigo, não só colega de trabalho. Eu conto tudo pra ele e ele não é ciumento, além do mais já me conhece, sabe que sou incapaz de traí-lo.


Se for assim, então no sábado eu apareço na sua casa e a gente vê
Gladys, não, melhor na sexta à noite, depois que sairmos do escritório.


Eu tinha tempo de ir na casa do Fede no dia seguinte, embora isso já estivesse garantido e planejado. Chegamos na casa dele e nos sentamos, ele logo trouxe uma cerveja e começamos a conversar. Depois de um tempo, o Mario chegou, me cumprimentou e se juntou à conversa, compartilhando outra cerveja. A Gladys nos deixou sozinhos e foi cozinhar.


Mario, então você é o confidente dela, é?


Bom, um pouco sim, e ela também é minha confidente.


Mario, então você já sabe do nosso probleminha


Mario, fico muito feliz que você finalmente tenha dado esse passo


O que foi? Não entendi, me desculpa.


Mario, eu venho pedindo pra ela que a gente chame uma terceira pessoa na cama pra finalmente fazer ela gozar, e ela sempre recusa.


Bom, na verdade não vim por isso, mas adoraria, hein. Ela me contou do seu probleminha, isso sim.


Mario, vou te contar uma coisa: eu tenho um pau e ainda por cima não sobe?


Sim, claro, ela me contou isso outro dia porque ela está desconfiada de você por causa dos gastos que você tem, não porque tenha outra mulher.


Mario, eu já sei, ontem ele me falou e eu expliquei pra ele. Então você tá dizendo que ele não te trouxe aqui pra foder?


Não, mas eu adoraria


Mario, ela me falou que você é bem dotado, não sei se ela sabe porque já te deu


Não, não, não, talvez pelas coisas que eu contei pra ela.


Gladys trouxe umas pizzas e colocou na mesa, e o Mario foi buscar mais cervejas.


Gladys já te contou tudo, né? O otário quer ser corno a todo custo.


Bom, dê o prazer total, é só sexo mesmo, por isso você não vai deixar de me amar, além disso, acho que você sabe muito bem que eu adoraria, mas seria só sexo, você sabe que eu tenho namorada.


Gladys, eu sei, mas tô com medo.


Medo de quê? De gozar? Vocês vão gozar juntos, solta logo!


Gladys está bem, que o corno se foda, se quer chifres hoje ele vai ter.


Enquanto isso, eu já a tinha nos meus braços. O Mario estava bem distante, observando tudo, e viu quando a beijei, apertando ela contra o meu corpo e massageando sua bunda e seus peitos.


Gladys, vamos


Levo ela para o quarto, a gente se despe e sobe na cama sem ligar pro Mário. A Gladys começou a me chupar, aí virei o rosto e vi ele: também tava pelado e se masturbando. A Gladys tinha razão, o que o Mário tava tocando não era uma pica... Coitado do Mário, com o piruzinho dele ele devia saber que ia virar corno mais cedo ou mais tarde. Ele tava mais que resignado, admirando a pica que a esposa dele tava mamando — e pra falar a verdade, ela tava mandando muito bem. Ela tirou da boca bem na hora que eu ia encher a cara dela de porra.


Gladys, isso aqui é que é uma rola, tá vendo, amor, como é grande? Ele vai enfiar tudo, como esse cara vai me comer, céu, já me molhei todinhaaa ahhh ahhh assim Oscar assim bem fundooo, me mataaaa, siim siiim vem amor vemmmm me beija céu que delícia como esse pendejo me fode




Eu já estava em cima dela e o Mario não hesitou, subiu na cama e deu um beijo interminável nela. Enchi a buceta dela de porra e ela gemeu e se contorceu toda. Tirei meu pau, me levantei e ela disse pro Mario:


Gladys, agora é a sua vez, meu amor
Mario, mas meu pau tá morto, meu bem


Gladys, usa sua língua, corno.


Ele mergulhou de cabeça na buceta dela e ela se virou e começou a chupar seu pau, ali estava o cu dela aberto, oferecido à minha rola. Apoiei e comecei a penetrar seu cu, para minha surpresa, minha rola entrava fácil e, quando enfiei toda, minhas bolas batiam no rosto do marido, que continuava chupando a buceta encharcada de porra. Impulsivamente, ao enfiar e puxar o pau do cu de sua esposa, eu o coloquei na boca do corno, que a abriu recebendo tudo.


Gladys, você está comendo ela, corno, você está comendo ela, amorzinhhooo, sim minha vida, come ela todinhaaa, depois é a vez da sua bunda, minha vida


Mario não me deixava tirar o pau da boca dele, abria bem grande para eu meter, quando finalmente consegui tirar, ela saiu de cima dele e ordenou que ele ficasse em posição. Mario abriu bem as pernas, levantando bem a bunda, ela se aproximou de mim e pediu que eu arrebentasse o cu dele, e foi ela quem chupou, ele tremeu um pouco quando ela brincou com a língua na bunda dele.


Gladys, já está pronto, é todo seu


Enfiei o pau e enterrei até o fundo, aquele cu já estava arrombado, percebi na hora e fodi com tudo enquanto ele se contorcia e gemia até chorar, enquanto a Gladys xingava ele.


Gladys, então você pagava pra ter a bunda arrombada, putooo! Que lindo é ver seu cu sendo arrombado, amorzinho, siiim, assim mesmo, aproveita! Aí, tá doendo, meu bem? Tá doendo muito? Se fode, putooo! Se fode, cornudoooo! E se o Oscar me engravidar, você assume, entendeu, puto? Agora sim vou te fazer bem, mas bem cornudoooo!


Mario apenas gemía e soltava uns gritos de dor até que sentiu eu encher o seu cu de porra, estando por cima dele metendo o pau até as bolas. Tirei e ele ficou jogado na cama reclamando, enquanto eu ao lado dele continuava comendo a mulher dele. Demorei bastante para encher ela de porra, embora ela tenha tido dois orgasmos intensos que não conseguiu disfarçar nem quis. Nós três entramos no chuveiro e, enquanto nos lavávamos, beijei a esposa dele e nós dois apalpamos a bunda dela. No final do banho, Mario acabou chupando meu pau na frente da esposa.


Gladys, que grande puta você ficou, amorzinho! Vai, Oscar, enfia tudo nela, é o mínimo que essa promíscua merece.


Tirei o pau da boca, enxaguei e nos secamos juntos, fomos para a sala e abrimos uma cerveja. O Mario ficou no banheiro e nós aproveitamos para conversar um pouco.


Gladys, olha só, eu sabia que tinha algo estranho acontecendo com o Mario e no fim das contas ele curte pica. Ele me traiu não com outra gostosa, mas com um cara. Eu vi como a pica entrou na bunda daquele viado, vai saber quem já tinha arrombado ele antes.


Tá certo, ele é viado, mas isso não quer dizer que não te ama. E acho que ele até aguenta que você humilhe ele, então por que você não vira o viadinho dele e come ele? Tenho certeza que você vai fazer com amor.


Gladys, sim, é uma boa ideia, mas os chifres ele vai ter pra sempre. Eu percebi que preciso de pau, não todo dia, mas preciso sim.


Então, eu te dou toda vez que você quiser


Gladys, claro que eu quero, quero que você seja o macho da casa e mostre isso para o corno do meu marido.


Vou transformar ele num baita mariconzão, você adora isso, né?


Gladys, siiiim, quero que você humilhe ele muito, você não tem ideia de como isso me deixa com tesão. Fica até domingo, por favor, quero que você durma comigo hoje à noite.


Vou te comer a noite toda e ele vai ser nosso garotinho de serviço, o que acha?


Gladys, eu adoraria que ela dormisse aos meus pés como a putinha que é.


Vê-la tão puta assim contrastava com a senhora que ela era no escritório, aquela que evitava qualquer contato com homens, isso me deixou muito excitado, uma nova vitória para mim, tê-la transformado em uma puta. Naquela noite, fiquei para dormir, o Mario não podia ser outra coisa senão uma puta submissa disposta a nos satisfazer em tudo, assim ele testemunhou como eu comi ela a noite toda enquanto ele se desesperava se masturbando aos pés da cama. De manhã, ele nos acordou trazendo café na cama, ao coitado, depois de fazê-lo chupar meu pau, coloquei a porra no café dele e a Gladys ordenou que ele bebesse. A putinha humilhava ele com gosto, mas ao meio-dia acabei deixando eles sozinhos, prometendo que no próximo fim de semana eu voltaria.

0 comentários - Memórias de um Touro 7