Chego em casa depois de transar com a Brenda, tomo um banho pra me limpar mais a fundo e, ao sair, recebo uma ligação da Vane. Fazia tempo que a gente não se via e achei estranho, já que sempre conversamos pelo chat. Ela me disse que estava meio pra baixo e perguntou se a gente podia se encontrar. Chamei um Uber pra ela e em 10 minutos ela tava aqui em casa.
Achei que a gente ia só conversar, mas o que aconteceu foi algo inimaginável. Ela estava com um top vermelho curto e justo e uma calça preta. Deixo uma foto que ela me deu permissão pra postar (editada, claro)
Quando ela chegou, convidei-a para entrar e nos sentamos no sofá da sala (aquele mesmo sofá onde já tinha comido ela no passado). Conversamos um pouco, ela me contou o que estava acontecendo, ofereci café e biscoitos. Duas horas se passaram e por volta das 20h estávamos assistindo um filme quando senti sua mãozinha deslizando por dentro da minha calça e pegando meu pau com suavidade, movendo a mão pra cima e pra baixo. Lentamente, meu pau reagia às suas carícias.
Olhei nos olhos dela e soube que também precisava agir. Levei minha mão com cuidado por dentro da calça dela e acariciei delicadamente sua buceta quente. Seus fluidos vaginais escorriam lentamente, encharcando a calça e molhando meus dedos. Do meu lado, meu pau estava totalmente duro por causa das carícias dela. Não perdi tempo e enfiei meus dedos lentamente nela. A buceta quente da safada estava completamente molhada, o que facilitou a entrada. Vane tirou a mão da minha calça e começou a tirar o top, libertando seus lindos peitos. Continuou com a calça, que abaixou rapidamente até tirar completamente. Abriu as pernas e levou a mão de volta ao meu pau.
Virei-me para ela e a beijei sem tirar minha mão da sua buceta, que masturbava rapidamente, e seus gemidos se abafavam na minha boca. Aumentei a velocidade da minha mão e enfiei 3 dedos nela. Estava totalmente desconfortável, mas Vane gemeu com força e soube que ela estava prestes a gozar quando agarrou minha mão tentando me impedir, mas foi em vão. Vane soltou um grito de prazer e contorceu o corpo, fechou as pernas apertando minha mão e apertou os peitos com força. Quando terminou, respirava ofegante. Levantei e me despi na frente dela, deixando meu pau totalmente duro à mostra e rapidamente coloquei uma camisinha.
Peguei suas pernas e coloquei sobre meus ombros, encarei-a fixamente nos olhos enquanto enfiava meu pau dentro de sua buceta quente. Levei minhas mãos aos seus peitos e os apertei com força, belisquei e torci seus mamilos, fazendo-a gemer na hora. Comecei a... Foder ela lentamente, sempre olhando nos seus olhos. Levei minha mão direita até o pescoço dela e apertei com suavidade, pois sei que ela fica excitada sendo enforcada. Aos poucos, aumentei a velocidade da penetração até estabelecer um ritmo constante. Ela gemía com força e fazia gestos extremamente eróticos, botava a língua pra fora e pedia mais; com a mão livre, apertava seus mamilos e também dava uns tapas não muito fortes no rosto dela.
Senti como a Vane, de repente, começou a apertar a buceta no meu pau. O prazer era incomparável, ainda mais depois de ter transado com uma transsexual horas antes. Não demorou muito para eu sentir que ia gozar, de tão gostoso que estava tudo. Sem perder tempo, tirei meu pau, removi a camisinha e derramei todo o sêmen no abdômen e nos peitos dela.
Olhei para o rosto dela enquanto recuperava o fôlego e não pude evitar ficar excitado de novo. A ereção que eu tinha não baixou, e eu queria continuar comendo ela. Peguei-a nos braços e a levei para o quarto, deitei-a na cama, coloquei-a de quatro e enfiei meu rosto entre suas nádegas. Separei-as com as mãos e comecei a lamber seu cu para deixá-lo bem lubrificado. Enfiei um dedo devagar e a masturbei, depois passei para dois e, por fim, três dedos dentro de seu buraco quente. Sua buceta molhada escorria, desejando mais. Enfiei os dedos da outra mão em sua vagina e fiz uma dupla masturbação.
Peguei um lubrificante aquecido que tinha, coloquei nos meus dedos, espalhei em seu ânus e os enfiei. Coloquei uma camisinha que também passei lubrificante e, lentamente, fiz anal na Vane. Senti seu corpo se contorcer; agarrei seu cabelo e puxei para trás. Enfiei todo meu pau dentro dela e mantive parado até que ela se acostumasse com a grossura. Lentamente, comecei a bombear, aumentando o ritmo a cada oportunidade.
A Vane gemía com força e gritava palavrões. Por minha parte, não aguentei tanto: apertei suas nádegas com força e gozei dentro dela, enchendo a camisinha com meu sêmen. A Vane caiu rendida, e eu me sentei ao lado lado. Vane não quis ficar quieta e se aproximou de mim, levou o rosto até meu pau e começou a chupar. Meu pau lentamente estava ficando sem força, mas devido às tentativas constantes da Vane, ele ficou ereto. Ela chupou com força e rapidez, apertava minhas bolas e sugava a cabeça, lambia cada canto que podia até que eu gozei novamente, deixando toda a porra na boca dela.
Achei que a gente ia só conversar, mas o que aconteceu foi algo inimaginável. Ela estava com um top vermelho curto e justo e uma calça preta. Deixo uma foto que ela me deu permissão pra postar (editada, claro)
Quando ela chegou, convidei-a para entrar e nos sentamos no sofá da sala (aquele mesmo sofá onde já tinha comido ela no passado). Conversamos um pouco, ela me contou o que estava acontecendo, ofereci café e biscoitos. Duas horas se passaram e por volta das 20h estávamos assistindo um filme quando senti sua mãozinha deslizando por dentro da minha calça e pegando meu pau com suavidade, movendo a mão pra cima e pra baixo. Lentamente, meu pau reagia às suas carícias.Olhei nos olhos dela e soube que também precisava agir. Levei minha mão com cuidado por dentro da calça dela e acariciei delicadamente sua buceta quente. Seus fluidos vaginais escorriam lentamente, encharcando a calça e molhando meus dedos. Do meu lado, meu pau estava totalmente duro por causa das carícias dela. Não perdi tempo e enfiei meus dedos lentamente nela. A buceta quente da safada estava completamente molhada, o que facilitou a entrada. Vane tirou a mão da minha calça e começou a tirar o top, libertando seus lindos peitos. Continuou com a calça, que abaixou rapidamente até tirar completamente. Abriu as pernas e levou a mão de volta ao meu pau.
Virei-me para ela e a beijei sem tirar minha mão da sua buceta, que masturbava rapidamente, e seus gemidos se abafavam na minha boca. Aumentei a velocidade da minha mão e enfiei 3 dedos nela. Estava totalmente desconfortável, mas Vane gemeu com força e soube que ela estava prestes a gozar quando agarrou minha mão tentando me impedir, mas foi em vão. Vane soltou um grito de prazer e contorceu o corpo, fechou as pernas apertando minha mão e apertou os peitos com força. Quando terminou, respirava ofegante. Levantei e me despi na frente dela, deixando meu pau totalmente duro à mostra e rapidamente coloquei uma camisinha.
Peguei suas pernas e coloquei sobre meus ombros, encarei-a fixamente nos olhos enquanto enfiava meu pau dentro de sua buceta quente. Levei minhas mãos aos seus peitos e os apertei com força, belisquei e torci seus mamilos, fazendo-a gemer na hora. Comecei a... Foder ela lentamente, sempre olhando nos seus olhos. Levei minha mão direita até o pescoço dela e apertei com suavidade, pois sei que ela fica excitada sendo enforcada. Aos poucos, aumentei a velocidade da penetração até estabelecer um ritmo constante. Ela gemía com força e fazia gestos extremamente eróticos, botava a língua pra fora e pedia mais; com a mão livre, apertava seus mamilos e também dava uns tapas não muito fortes no rosto dela.
Senti como a Vane, de repente, começou a apertar a buceta no meu pau. O prazer era incomparável, ainda mais depois de ter transado com uma transsexual horas antes. Não demorou muito para eu sentir que ia gozar, de tão gostoso que estava tudo. Sem perder tempo, tirei meu pau, removi a camisinha e derramei todo o sêmen no abdômen e nos peitos dela.
Olhei para o rosto dela enquanto recuperava o fôlego e não pude evitar ficar excitado de novo. A ereção que eu tinha não baixou, e eu queria continuar comendo ela. Peguei-a nos braços e a levei para o quarto, deitei-a na cama, coloquei-a de quatro e enfiei meu rosto entre suas nádegas. Separei-as com as mãos e comecei a lamber seu cu para deixá-lo bem lubrificado. Enfiei um dedo devagar e a masturbei, depois passei para dois e, por fim, três dedos dentro de seu buraco quente. Sua buceta molhada escorria, desejando mais. Enfiei os dedos da outra mão em sua vagina e fiz uma dupla masturbação.
Peguei um lubrificante aquecido que tinha, coloquei nos meus dedos, espalhei em seu ânus e os enfiei. Coloquei uma camisinha que também passei lubrificante e, lentamente, fiz anal na Vane. Senti seu corpo se contorcer; agarrei seu cabelo e puxei para trás. Enfiei todo meu pau dentro dela e mantive parado até que ela se acostumasse com a grossura. Lentamente, comecei a bombear, aumentando o ritmo a cada oportunidade.
A Vane gemía com força e gritava palavrões. Por minha parte, não aguentei tanto: apertei suas nádegas com força e gozei dentro dela, enchendo a camisinha com meu sêmen. A Vane caiu rendida, e eu me sentei ao lado lado. Vane não quis ficar quieta e se aproximou de mim, levou o rosto até meu pau e começou a chupar. Meu pau lentamente estava ficando sem força, mas devido às tentativas constantes da Vane, ele ficou ereto. Ela chupou com força e rapidez, apertava minhas bolas e sugava a cabeça, lambia cada canto que podia até que eu gozei novamente, deixando toda a porra na boca dela.
3 comentários - Vane
Se ve que es un tanto masoquista, me encantaría tenerla de amiga.
Me sorprendió leer que es mujer y no trans (como es costumbre en tus relatos) pero algo de variedad nunca viene mal, sobre todo en el sexo 😋🔥.