Fim de semana como mulher, agora escrava 24h

Passaram-se 4 meses em que eu fazia de mulher, empregada e puta em tempo integral nos fins de semana. Durante todo esse tempo, usava calcinha todo dia e sempre vestia saia em casa, e não tinha cortado o cabelo de novo. Continuava entrando em fóruns de dominação e comecei conversas muito quentes tanto com amos quanto com amas. Um dia, recebi uma mensagem de um tal de dominador de cadelas. — Oi, slutty, como você tá? — Bem, senhor. — O que você procura? — Me entreter um pouco. — E como uma slutty como você se entretém? — Conversando por aqui. — Muito bem, você tem um Amo? — Tenho uma Ama nos fins de semana e um Amo que é submisso dela também. — Que relação você tem com eles? Expliquei minha relação. — Parece uma boa submissa e puta. — Sim, senhor, eu tento. — Me chame de Amo. — Sim, Amo. — E você não gostaria de ter um amo de verdade? — Não sei, nunca pensei nisso. — Você tá vestida agora? — Sim, Amo. — O que você tá usando? — Uma minissaia preta. — Tá de calcinha? — Sim, Amo, só uso calcinha por ordem da minha Ama. — Me manda uma foto de pernas abertas mostrando a calcinha. — Já vou, Amo. — Essa foto tá boa, mas quero de corpo inteiro, mostrando o rosto. — É que não tô maquiada nem de peruca. — Tanto faz, quero te ver inteira. — Já vou, Amo. — Assim gosto mais, já vi que é uma puta obediente. Continuei minhas conversas com ele todo dia, e duas semanas depois ele disse que queria me conhecer. — Você tem algum sábado à noite livre? — Não, passo com minha Ama e meu Amo. — E não pode arrumar um livre? Quero te conhecer e te testar pra ver se me serve como submissa. — Vou dar um jeito de inventar uma desculpa pra não ir num fim de semana. — Quero pra agora, não gosto de esperar. — Sim, Amo. Inventei uma desculpa pro sábado seguinte, que não podia ir porque tinha um almoço de família. — Oi, Amo, o próximo sábado tá livre. — Beleza, puta, vou te dar as instruções mais tarde. — Sim, Amo. Faltando dois dias. — Oi, puta. — Oi, Amo. — Sábado às 7 te espero na minha casa. Você tem que vir de lingerie vermelha, aquela minissaia Ruiva da foto que você tem de puta e o top vermelho. - Meu Amo, não consigo me vestir assim, nunca saí de casa desse jeito, tenho medo de ser vista e reconhecida. - Não, minhas putas vêm vestidas de casa. - Mas Amo, algum vizinho pode me ver. - Se quer ser minha submissa, tem que obedecer. - Sim, Amo, estarei lá. No sábado, me vesti como ele mandou, com uma peruca loira que comprei, me maquiei como minha Ama me ensinou e fui pra casa dele morrendo de vergonha. Minha primeira vez saindo sozinha, e eu ia insegura pela rua. Bati na porta e ele abriu, pela primeira vez eu o tinha na minha frente. - Oi, Ivette, bem-vinda. - Oi, Amo, obrigada. Ele me convidou pra entrar. Quando me cumprimentou, já percebi por que ele era o Amo e eu, a submissa. O olhar duro dele e a voz impunham respeito e faziam você baixar a cabeça em sinal de submissão. Na sala de jantar, ele me examinou de cima a baixo, apalpou minha bunda e levantou a minissaia que só cobria meu rabo. - Muito bem, vejo que cumpriu. Fica bem de puta assim vestida. Ele baixou minha calcinha até os joelhos e inspecionou meu pau. - Espera, fica assim, não se mexe. Voltou depois de um tempo com uma gaiola de castidade e colocou em mim. - Sobe a calcinha e ajoelha. - Essa vai ser sua posição habitual na minha frente. - Sim, meu Amo. - Você tem boca de gulosa, vai gostar do que tenho preparado pra você. Se passar nessa prova, vai ser minha escrava sissy. - Sim, Amo. - Agora quero ver como você se vira em casa. No quartinho da cozinha, tem tudo pra limpar o banheiro. - Vou, Amo. Limpei o banheiro sob o olhar atento dele. - Gosto do jeito que você faz, dá pra ver que gosta das suas tarefas. - Sim, Amo, gosto muito desses serviços. - E cozinhar, como é? - Bem, Amo. - Dá uma olhada no que tem na geladeira e faz o jantar pra nós dois. Assim a gente se conhece enquanto come. Olhei na geladeira, peguei lombo de porco e umas batatas pra fazer no micro-ondas com pimenta e azeite. - Meu Amo, queria fazer lombo com molho roquefort, mas faltam ingredientes. - Pega o dinheiro e desce. a comprar o que precisar. – Amo, não conheço nada por aqui e comprar assim, não sei se tenho coragem. – Olha, por essa vez vou deixar passar, vou te acompanhar, mas se quiser ser minha submissa, tem que se acostumar a ir sozinha. Fizemos as compras e eu me dediquei a cozinhar; por sorte, meu novo Amo gostou do jantar. Ele me perguntou sobre minha Ama Carmen e o submisso dela, que por sua vez era meu amo. – História bonita, mas você precisa de um Amo como eu, duro, que te mostre qual é o seu lugar, que te domine e você sirva orgulhosa. Falta polimento, mas eu vou fazer isso se você me deixar. Vou te tornar mais feminina, isso inclui comportamento, transformação numa mulher tomando hormônios que façam seus peitos crescerem um pouco – não quero eles muito grandes. Posso fazer de você uma escrava sissy completa. Você está disposta a seguir em frente se passar no teste esta noite? – Sim, Amo. – Esta noite, depois do teste, se passar, será sua última chance de desistir. Você virá todas as tardes depois do trabalho, já vestida de casa. Só pode usar saias na minha frente, e quanto mais curtas, melhor. Quando vier, fará todas as tarefas que uma mulher tem obrigação de fazer, e esta noite você vai saber o que mais terá que fazer. Depois do jantar. – Retoca a maquiagem que a gente vai sair. – Sim, Amo. Ele colocou em mim uma coleira que dizia "escrava sissy", prendeu uma guia e puxou. – Vamos, vagabunda, e sempre atrás de mim. Que vergonha sair na rua como uma puta sendo levada por uma guia, mas ao mesmo tempo me dava muito tesão. As pessoas ficavam me olhando. Ele me fez entrar no carro, durante o trajeto ficava passando a mão nas minhas pernas. Estacionou o carro e a gente voltou pra rua. Eu o seguia como uma vadiazinha com minha guia sendo puxada por ele, até entrar numa sex shop. – Boa noite, senhor Félix. – Boa noite, Guillermo. Acabei de descobrir que meu amo se chamava Félix. – O que vai querer hoje? – Trouxe minha nova escrava pra ver como ela se vira. – Parece uma boa puta, pode entrar, é sempre bem-vindo. Ele puxou a guia. Correia pra dentro, entramos numa cabine que tinha vários buracos na parede. — Sabe o que é isso, slut? — Sim, Amo, um Glory hole. — Sabe o que fazer aqui, né? — Sim, Amo, sim. — Então ajoelha e espera aparecer a primeira cock. Primeiro você pega com uma mão, bate uma punheta e depois leva pra boca. Não demorou muito pra aparecer uma cock pelo buraco, toda obediente fiz o que meu Amo mandou. Enquanto eu chupava, meu Amo acompanhava meus movimentos com a mão na minha cabeça e me fazia seguir o ritmo. Não demorou pra ele gozar na camisinha e desaparecer. — Você foi muito bem, é uma slut completa. — Obrigada, Amo. Apareceu outra e eu chupei mais um pouco. Meu Amo levantou minha saia e começou a tocar minha bunda, afastou minha calcinha de lado e foi lubrificando meu cu, enfiou um dedo e depois dois enquanto eu chupava até essa cock desaparecer. — Levanta, slut, a próxima cock você vai foder. Não demorou pra aparecer outra. Meu Amo me colocou na posição, pegou aquela cock e enfiou no meu cu. — Vamos, slut, empurra pra entrar tudo. Fiquei colada no buraco e ele começou a me foder. Enquanto isso, meu Amo tirou a cock dele, me abaixou até ela e meteu na minha boca, começou a foder minha cara. Minha primeira vez com meu cu pussy e minha boca cheios de carne. Quando o outro parou de me foder: — Ajoelha e termina o serviço comigo. Eu tava chupando ele sem camisinha. — Para que eu vou gozar, olha nos meus olhos, foxy, e abre a boca. — Sim, Amo. — Tô quase gozando, vou te batizar gozando na sua cara e boca, mas só se você quiser. Se você me disser pra fazer isso, a partir de agora você vai ser minha slut escrava. Senão, a gente para e cada um segue seu rumo, te deixo em casa e esquecemos isso. O que você diz, quer ser minha slut escrava? — Sim, Amo, quero ser sua slut escrava. — Abre essa boca e olha na minha cara enquanto eu gozo na sua cara de slut. — Sim, Amo. Ele começou a gozar enquanto eu olhava, o sêmen dele caía na minha boca e no meu rosto. Quando acabou, ele enfiou a cock de novo na minha boca. limpa a pica do teu dono. Chupa ela até deixar bem limpinha. - você vai ser uma boa escrava, eu pressinto, não limpa teu rosto por enquanto, vou te deixar um tempo aqui sozinha, já sabe o que fazer, vou resolver uns negócios aqui. - sim, Amo. Ele saiu da cabine, não demorou pra aparecer uma pica pelo buraco, assim até duas mais que chupei, até que meu amo entrou de novo e eu tava entretida chupando uma. - vejo que é uma grande puta, não faz cara feia pra nenhuma pica, quantas você comeu aqui? - com a sua, 6, meu amo. - e uma que te comeu, a partir de hoje você vai chupar muitas. - sim, Amo, o que o senhor mandar. Ele começou a recolher o esperma espalhado pelo meu rosto e levava até minha boca até deixar minha cara limpa. - agora vamos, vou te marcar pra você ter presente que me pertence, são umas tatuagens temporárias, com os dias somem. Ele me levou pra outra sala onde um homem nos esperava, me fez deitar numa maca de bruços e colou algo nas minhas pernas, na coxa, bem debaixo da bunda, depois me fez virar e em cima da púbis colocou mais algo, me fez levantar. - olha, Ivette, o que acha, gostou? Me olhei no púbis, ele tinha colocado uma pica com um Q e na parte de trás dois lacinhos bem femininos. - sim, Amo, gostei muito. - esses são temporários, se eu ficar contente com você e você for uma boa escrava, vou fazer eles permanentes, e agora vamos pra casa. Chegamos na casa dele, ele me fez tirar a roupa, fiquei de calcinha na frente dele, me fez ajoelhar e chupar a pica dele até ele gozar, me fez subir na cama, depois me amarrou, colocou uma mordaça na minha boca e assim me comeu. - hoje você vai dormir amarrada, toda noite que passar aqui antes de dormir, vai chupar minha pica e vou te comer, no começo você vem algum dia, mas assim que possível você vem morar aqui como escrava 24/7. - sim, Amo, o que o senhor pedir, mas eu tenho meu trabalho, não posso largar. - eu vou cuidar pra você não parar de trabalhar no seu emprego. De manhã, bem cedo, ele me desamarrou. - prepara um café e começa com suas tarefas. - sim, Amo. Ia me vestir. - faz as tarefas de calcinha. - sim, Amo. Fiz todas as tarefas que ele mandou e, no final, ele me fez ajoelhar na frente dele. - quieta, marca um encontro com sua ex-Ama, não fala nada, só que sábado que vem você vai descer pra vê-la, que precisa falar com ela - enquanto falava isso, enfiou a rola na minha boca - chupa, fala que também quer que seu namorado esteja lá. - sim, meu amo. - não tira a rola da boca pra falar, responde enquanto chupa. - siiiim, meuuu amooo. - você vai agradecer por ela ter te iniciado e que era feliz com ela, mas que vai ser mais feliz sendo escrava de um amo duro e dominante. - siiiim, Amo. Ele gozou na hora. - engole, puta, engole, me olha enquanto engole o leite do seu Amo, você tem um olhar lindo e uma cara de puta gostosa, você estava destinada a me pertencer, em pouco tempo vai ser só uma escrava obediente, puta e servil. - siiiim, Amo. - agora pode me servir a comida. Servi ele e, enquanto ele comia, fiquei ajoelhada do lado até ele terminar. - agora pode recolher, e você come na cozinha. Comi e limpei as coisas da cozinha. - deseja mais alguma coisa, meu Amo? - não, fica aqui do meu lado, agora vão chegar dois amigos com as submissas deles e vamos passar uma tarde divertida. Fiquei ajoelhada por mais de uma hora sem falar nada, até que tocaram a campainha. - vai abrir a porta. Abri a porta, cumprimentei, mas eles entraram sem me dizer nada, direto pra sala, as duas garotas atrás deles de cabeça baixa. Fui pra sala e me ajoelhei do lado do meu amo, elas, assim que se sentaram, fizeram o mesmo. Olhei de relance, elas eram mulheres. - Ivette, serve um uísque pros convidados. Levantei, servi uma dose pros três e me ajoelhei de novo. Meu Amo falou de mim como apresentação e eles ficaram mais um tempo conversando até que se levantaram e nos fizeram ficar de joelhos, coladas, de costas pra eles. Nos amarraram as três juntas, fiquei amarrada pelo braço de cada uma e cada amo se colocou no meio das nossas cabeças. - já é hora de vocês botarem essas bocas de puta pra trabalhar. Uma mão virou minha cabeça e eu me deparei com uma rola na minha frente pronta pra chupar, comecei a chupar até que meu amo. - troca de rola, putas. viraram minha cabeça pro outro lado pra chupar outra que já tava bem dura, assim ficamos um bom tempo chupando a rola dos três até que eles gozaram. Nos soltaram e nos mandaram ficar de pé. - Ivette, abaixa a calcinha até o meio da coxa e oferece sua bunda. Fiz isso, um deles me pegou por trás, me fez curvar pra frente e em segundos eu tinha uma rola me fodendo. - você gosta, né Ivette, sempre que te fodem de pé, a calcinha sempre no meio da coxa, porque isso é coisa de puta. - sim, Amo. De tarde, fomos fodidas pelos três, eu fiquei muito excitada vendo como me fodiam na frente delas, meu jeito de gemer era igual ao delas. Duas horas depois, eles foram embora, meu amo me mandou arrumar a mesa e que eu já podia ir pra casa, que em breve me mandava novas instruções. Voltei pra casa vestida de puta e bem fodida, entrei no meu apartamento com cuidado pra ninguém me ver, não cruzei com nenhum vizinho. Durante a semana, eu ia toda tarde na casa dele e fazia as tarefas que ele me mandava, e depois ele me fazia cumprir com ele como uma boa mulher. Na sexta à tarde, já tinha que ir pra casa dele passar o fim de semana, ele me fez fazer quatro coisas em casa, já que estava limpa durante a semana, eu mantinha assim, depois preparei o jantar e, depois de jantar, ele me levou ao sex shop e me colocou no Glory hole. - vamos, puta, cuida da tua vida, chupar rolas, daqui a pouco eu volto, vou tomar uma coisa. Fiquei mais de uma hora lá enfiada, chupando toda rola que entrava pelo buraco, até que ele veio me buscar, me levou de volta pro apartamento dele, me deu minha porção de porra que eu tive que trabalhar com a boca e uma boa fodida. No sábado, dediquei a fazer minhas tarefas e de tarde fomos ver a Ama. Carmen, eu estava vestida com uma minissaia vermelha de puta que deixava ver um pedaço da bunda e um top vermelho, com lingerie vermelha e meus saltos, e claro, minha coleira de escrava, e sendo levada por uma guia pelo meu Amo. Quando chegamos, bati na porta. — Quem é? — Minha Ama, sou a Ivette. — Sobe. Lá em cima, a porta estava aberta como sempre na minha chegada, e minha Ama me esperava dentro, porque na entrada eu sempre tirava minha roupa de homem e ficava de calcinha, mas dessa vez não precisava. Deixei meu Amo passar na frente. — Olá, Ama Carmen, vim apresentar meu novo Amo Félix, que quer prestar seus respeitos. — Olá, prazer, mas Ivette, isso você tinha que ter me explicado, não acha? — Sim, bem, meu Amo não me permitiu. — Se é assim, tudo bem. Vejo que você mudou pra melhor, tá com uma cara de puta gostosa. Fizeram uma tatuagem bonita embaixo do umbigo. — Meu Amo me virou pra ela me ver por trás — E esses dois laços nas suas coxas, são lindos, e uma coleira bonita com guia, feito uma putinha. — Sim, Ama. Fernando estava bem atrás da Ama. — Sente-se, Amo Félix. — Obrigado, me chame de Félix. Ele sentou, eu me ajoelhei ao lado dele. — Fernando, serve algo pro senhor Félix e pra mim. Eles começaram a conversar. Meu Amo começou agradecendo pelo bom trabalho que fez comigo, depois explicou que o que eu realmente precisava era disso, um Amo dominante e duro pra me ensinar a ser uma boa escrava. Enquanto eles conversavam, eu de joelhos e Fernando de pé ao lado da Ama dele. — Esse deve ser o primeiro homem da Ivette, né? — Sim, é meu submisso e também foi o macho da Ivette, ele fez dela toda uma mulher. — Agora a Ivette já teve mais de um homem. No fim de semana passado, ela foi fodida, além de por mim, por mais três caras, e ontem, Ivette, quantas picas você comeu? — Umas seis, minha Ama. — Que bom, Ivette. — Pois é, Carmen, como você vê, é uma puta completa, adora picas, e já tá ansiosa pra se despedir do Fernando, né? — Sim, Amo, o que o senhor desejar. — Chega mais, Fernando, que Ivette tá doida pra chupar ele, né vadia. - Sim, Amo. - Então se entretém enquanto eu falo com a Carmen. Comecei a chupar ele enquanto meu Amo guiava meus movimentos com a mão na minha cabeça. - Carmen, você fez um bom trabalho com ela, ela é muito submissa e obediente, e aprende rápido. Sou eu que tô no controle da mamada agora. - Sim, já tô vendo, e acho certo você ser o amo dela, ela precisava de alguém como você pra ensinar o lugar dela. - Sim, era isso que ela procurava, um macho autoritário que a forçasse. Desde o primeiro dia que encontrei com ela, obriguei ela a sair de casa assim vestida, e daqui a pouco ela vai ter que ir pro trabalho desse jeito. Eu vou cuidar disso e ela vai morar comigo como escrava 24 horas por dia. Fernando gozou na minha boca. - Engole, Ivette, engole tudo, bem feito, vadia. Tá vendo, Carmen? Ela é insaciável, adora porra. Continua assim, chupa, coloca firme de novo. Se despede dele como ele merece, ele foi seu primeiro homem e merece que você dê tudo. Oferece pra ele, vadia. Fernando já tava duro de novo. Eu levantei, baixei a calcinha até a metade da coxa e entreguei meu cu pra ele pela última vez. Enquanto minha ex-Ama e meu Amo conversavam, Fernando me fodia de pé até gozar. Quando ele tirou a camisinha: - Deixa bem limpinha pra ele, vadia. Eu me ajoelhei de novo e chupei ele por um bom tempo até ele gozar de novo na minha boca. Depois, fiquei ajoelhada do lado do meu Amo até a hora de voltar pra casa dele. No caminho, como já era tarde, pedi umas pizzas pra jantar. Em casa, ele comeu primeiro e o que sobrou eu comi na cozinha enquanto ele via TV. - Terminei, Amo. Quer alguma coisa? - Sim, prepara um gin tônica. - Sim, Amo. ... - Aqui está, meu Amo. - Obrigado, Ivette. Acho que você ficou com fome ainda. Ajoelha aqui na frente e chupa. - Sim, Amo, o que o senhor desejar. Eu passava o dia inteiro chupando pica, mas me sentia bem, gostava de ser humilhada assim. Depois ele me levou pra cama, me comeu e me deixou largada lá dormindo. Fiquei três Meses assim, indo todo dia na casa dele e os fins de semana inteiros fazendo as tarefas domésticas, chupando rola no Glory hole e em encontros BDSM sendo humilhada, amarrada e fodida por vários amos. Os hormônios já estavam fazendo efeito, meus mamilos estavam maiores, meu peito aos poucos começava a crescer, meu cabelo depois de um ano sem cortar já passava do ombro, não usava mais peruca. Num sábado, depois de levantar e preparar o café da manhã pro meu Amo. — Vem, Ivette, ajoelha aqui. — Sim, Amo. — Sua vida a partir de hoje vai mudar. Pela primeira vez você vai a um salão de senhoras, vão fazer uma pequena mudança em você. — Do que se trata, meu Amo? — Você vai ver. Saí de casa com ele, ele me levou a um salão cheio de mulheres. — Oi, Sandra, aqui te deixo a Ivette, você já sabe o que fazer. — Oi, Félix, sim, pode ficar tranquilo, ela está em boas mãos. Ele me deixou lá e voltou três horas depois. Eu estava sentada esperando com um corte de mulher, cabelo cor mogno, sobrancelhas finas e delineadas, e com unhas postiças compridas, totalmente aterrorizada com a minha mudança. — Você está muito bem, Ivette. — Meu Amo, sim, mas não esperava por isso. Como vou trabalhar na segunda? Não posso ir assim. — Não se preocupe com isso, daqui a pouco está resolvido. Vamos, bora. Ele me fez subir no carro. Durante o trajeto, eu ficava olhando minhas unhas e no espelho do para-sol, não podia acreditar. Tava muito irritada com o que ele tinha feito, embora eu gostasse, mas só pensava na segunda-feira indo pro trabalho. Ele estacionou onde deu e me levou até a varanda de um bar. — Oi, seu Codina, já chegamos. Apresento a Ivette, sua nova secretária. — Oi, Ivette, como você tá, gostosa? Que surpresa. — Sim, seu Codina, não esperava por isso. — Pois é, seu amo veio falar comigo e a gente se acertou que agora você vai ser a nova secretária e a moça dos recados. A Maria vai ficar no seu lugar na contabilidade, porque você entende que não vou deixar um travesti ir em reuniões de condomínio, e a Alicia vai ficar... O lugar da María e você o da Alicia, claro que isso traz algumas mudanças. Seu salário será o de secretária. — Mas, senhor, isso não pode ser. Com o salário que a Alicia recebe, não consigo pagar o aluguel do meu apartamento. São quase 1000 euros a menos. — Disso seu amo vai falar com você. Bem, Ivette, te espero na segunda de manhã, e coloca uma saia um pouco mais comprida, gostosa. Ah, e já que eu sei que você gosta, e é seu dever, vai cuidar da limpeza do meu escritório. — Sim, senhor. E ela foi embora. — Amo, desculpa, mas eu não vou conseguir viver com esse salário, não dá nem pra cobrir as despesas do apartamento. — Eu te disse que sua vida ia mudar. Amanhã você vai na imobiliária devolver o apartamento. A partir de hoje, você vai morar no meu. Você é minha escrava e eu quero você perto de mim. De agora em diante, você vai se dedicar ao seu trabalho de secretária — uma sissy como você não pode aspirar a nada mais —, à limpeza da casa e a mim. E isso inclui tudo: ser humilhada, castigada e ser a puta de quem eu mandar. Ficou claro? — Sim, Amo. — E vamos pra casa, que você ainda tem um monte de serviço pra fazer, e hoje à noite vamos na casa do Julián. Eu fiz todas as tarefas de casa de calcinha, como meu Amo gosta que eu faça. Quando terminei, meu Amo mandou eu me vestir pra gente sair. Na casa do Julián, eram 4 amos e 4 submissas. A única sissy era eu. Me dou bem com elas, sou mais uma, mas às vezes elas zoam e riem de mim. Depois de servir nossos amos e jantar na cozinha, fomos amarradas, levamos palmadas, fomos tratadas como o que somos: putas escravas submissas. Saí de lá com a buceta bem aberta, mas tendo curtido uma noite deliciosa. No domingo, tive uma manhã tranquila, ocupada com a limpeza e a comida. À tarde, ele me levou ao meu apartamento pra pegar todas as minhas coisas. Minhas roupas de mulher eu coloquei em duas malas, e as de homem ele mandou eu colocar em caixas pra doar na Cáritas ou algum lugar assim, já que eu não ia usar mais. Por sorte, no meu apartamento tinha pouco pra pegar além de roupa, uma televisão, notebook e mais nada. Já de volta ao meu novo... Em casa, organizei minhas roupas em gavetas e armários. Ainda tinha pouca coisa, mas ao longo de um ano acumulei um pouco. O que mais tinha eram calcinhas e saias, as únicas coisas que eu podia usar. À noite, me deitei cansada, mas quase não consegui dormir. No dia seguinte, era meu primeiro dia como secretária. Levantei cedo, preparei o café da manhã do meu amo e me vesti com uma saia acima dos joelhos, uma blusa e saltos pretos. Me maquiei e meu amo me deixou no trabalho. Cheguei 5 minutos atrasada por causa do trânsito. Na porta, meu chefe me esperava. — Bom dia, Ivette. — Bom dia, senhor Codina. — Vem, que você vai conhecer suas colegas. Ele me levou direto para o escritório dele, onde minhas três colegas já estavam esperando. — Meninas, apresento a Ivette, sua nova colega e secretária a partir de hoje. Todas ficaram pasmas me olhando, sem saber o que dizer. O chefe explicou que eu gostava de servir como mulher, que tinha um amo a quem obedecia e que ele tinha decidido que já era hora de eu viver totalmente como mulher. Ele explicou as mudanças, e assim eu caí no nível mais baixo da hierarquia no trabalho. Passei de ser a mão direita dele, um bem contábil, a ser uma simples secretária. O trabalho que eu fazia agora era mais fácil que o anterior. Todos os dias, eu limpava o escritório do chefe. Ele trancava a porta e eu tinha que limpar na frente dele só de calcinha, por ordem do meu amo. Ele me olhava enquanto eu fazia e ria. Duas semanas depois, eu estava limpando o escritório dele, só nós dois, a gestoria estava fechada. — Quem diria que meu amigo, porque eu te considerava um amigo pelos anos que você trabalhou pra mim, era uma putinha toda. — Espero não ter te decepcionado, senhor. — É que eu não entendo como você chegou a esse ponto. Um bom contador e agora se contenta em ser uma simples secretária. Não entendo. Senta aqui e me explica. — Bem, senhor Codina, sempre gostei de me vestir de mulher e, quando me separei, comecei a fazer isso de novo e a entrar em chats... Comunidades me apresentando como submissa, me atraía ser dominada. Primeiro tive uma ama que me iniciou e me entregou pro meu primeiro homem, e continuei procurando até encontrar meu amo. Queria ser dominada por um homem, comecei a servi-lo e sou feliz sendo sua escrava. Não vou negar que isso não entrava nos meus planos, ser rebaixada a secretária, mas meu amo decide por mim e eu devo obedecer.
— E você está contente com seu trabalho aqui?
— Sim, senhor.
— E se eu disser que quero que você me faça um boquete agora, você vai fazer?
— Eu me sentiria estranha, senhor, mas devo obedecê-lo como homem que é.
— Tá bem, mas não vou te pedir isso. Veste a saia e vai pra casa descansar.
— Obrigada, senhor.

Agora, dois anos depois, estou totalmente feminizada. As amarras estão tatuadas, já permanentes nas minhas pernas. Nos encontros que meu Amo me leva, sou sempre amarrada com minha bunda exposta pra ser comida por qualquer um dos presentes. Continuo sendo uma boa secretária, uma boa serva em casa e toda uma foxy quando meu amo me usa ou seus amigos.

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