Oi, tô chegando com a quarta parte da minha história. Espero que vocês curtam.
Episódio 4: Não tem voltaNão acredito que fiz aquilo — disse Vanesa para si mesma assim que acordou no dia seguinte à videochamada com Samuel. Uma dor de cabeça enorme e uma sede tremenda tomaram conta do corpo dela. Sem calcinha e só com a camiseta que tinha usado no dia anterior, ela se levantou e foi para a cozinha. Serviu um copão de água e sentou no sofá pra beber com calma. Uma mancha no sofá, resultado de todo o squirt que tinha saído, lembrou ela do grande encontro virtual com Samuel.
Não acredito que fiz aquilo! — repetiu, agora em voz alta, enquanto passava a mão na cabeça — Como vou olhar pra ele agora depois disso? Que vergonha, pelo amor de Deus!
Vanesa continuou tomando a água enquanto pensava no que ia fazer com Samuel quando visse ele no trabalho.
Mas, se rolar alguma coisa, não teria nada de errado, somos dois adultos... Não!! O que você tá pensando? Ele é seu paciente, pelo amor de Deus, não pode ter nada com ele. Meu Deus, o que eu faço? Agora vou ter que encarar ele amanhã, que vergonha!
A situação pesou demais e ela decidiu começar a limpeza da casa, como fazia todo domingo. Mas era só uma desculpa pra não pensar em Samuel e se manter ocupada.
Já decido isso amanhã no caminho pro trabalho — pensou enquanto pegava os utensílios de limpeza.
Na manhã seguinte, Vanesa acordou como toda segunda-feira pra ir trabalhar, mas, diferente dos outros dias, agora só tinha um pensamento na cabeça: a situação com Samuel. O banho, o café da manhã e o trajeto até o hospital foram interrompidos por esse problema que voltava sem parar, por mais que ela tentasse evitar. Durante o turno, Vanesa conseguiu, com certo sucesso, evitar Samuel. Só se viram uma vez, num espaço comum e com os outros por perto. Samuel percebeu que Vanesa não falava com ele, então resolveu agir como se não se conhecessem e não tentar nada. Essa dinâmica de não interagir continuou por alguns dias até quinta-feira, quando a Vanessa teve que fazer plantão a madrugada inteira. Ela achava que o "problema" já tinha se resolvido sozinho e que o melhor era deixar tudo pra lá antes de se meter em encrenca com os chefes. O plantão dela correu normal. A sensação de alívio por ter deixado tudo pra trás permitiu que ela trabalhasse normalmente a noite toda, de modo que tinha esquecido completamente do assunto com o Samuel.
No entanto, lá pelas 4 da manhã, um dos interruptores da estação dela acendeu. Era o do quarto do Samuel. A Vanessa congelou, os olhos dela se arregalaram e a respiração parou. Ela pensou em não ir, mas o médico de plantão que estava do lado dela olhou de canto, como esperando que ela fosse checar o paciente. Não teve jeito, a enfermeira se levantou e foi pro quarto. Ela tentou andar o mais devagar possível enquanto pensava em alguma coisa. Uma parte pequena dela tinha curiosidade de provar mais do Samuel. A vontade dela de devorar aquela pica preta enorme tinha sido suprimida com facilidade nos últimos dias, mas foi voltando aos poucos conforme ela se aproximava do quarto. A Vanessa tarada, que ela tinha tanto medo, podia vencer qualquer senso de juízo e fazer as coisas mais inimagináveis.
O corredor acabou e, sem perceber, ela já estava na frente da porta. A Vanessa respirou fundo e, inconscientemente, arrumou o cabelo e a roupa.
— O que cê tá fazendo! — falou pra si mesma e baixou as mãos de repente — Pelo amor, Vanessa, você pode perder o emprego, se comporta!
Sem pensar mais, ela abriu a porta e viu o Samuel sentado na maca.
— Oi — disse a enfermeira com um sorriso — Posso ajudar em alguma coisa?
— Já esqueceu de mim? — respondeu o paciente — Faz dias que a gente não se vê.
— É... é que eu tava muito ocupada — disse a Vanessa enquanto inventava uma desculpa — vários problemas com muitos pacientes.
A Vanessa se dirigiu até o Estante ao lado da maca e começou a arrumar as coisas num esforço pra parecer que tava fazendo alguma coisa.
E então, pra que você me chamou? — disse Vanesa.
Só queria conversar — respondeu Samuel.
Tá, mas não posso conversar. Tô de plantão, se me chama é porque tem algo importante — respondeu a enfermeira, levantando um pouco a voz — não pode me fazer perder tempo.
Desculpa, não quis fazer isso, mas achei que você tava puto comigo — replicou Samuel com um tom meio triste.
Vanesa ouviu o tom de culpa na voz de Samuel e se virou quase que instintivamente.
Não, não tô puto com você. Só que eu tava meio desconfortável com o que rolou entre a gente no sábado — disse Vanesa — não sabia como reagir e, honestamente, tava meio envergonhada.
Envergonhada de quê? — respondeu Samuel.
De tudo que a gente faz; disso tudo entre você e eu, posso perder meu emprego, sabe?
Bom, na primeira vez que a gente se viu, parecia que você queria — disse o paciente.
Só tava brincando, mas já foi longe demais — replicou Vanesa — isso tem que parar.
Mmmmm você conseguiu… porque já parou — brincou Samuel, apontando pro pau dele com o olhar.
Vanesa tentou se segurar, mas acabou soltando uma gargalhada a ponto de ter que tapar a boca pra não ouvirem lá fora.
Que comediante você é, bom, vai ficar assim porque não vai rolar nada — disse Vanesa e se virou pra continuar arrumando as coisas em cima da mesa.
Samuel não conseguiu se segurar ao ver a bunda enorme da Vanessa apertada no uniforme de enfermeira. Chegou de mansinho, colocou a mãozona na cintura da cuidadora e a boca dele ficou a poucos centímetros da nuca dela. Um arrepio percorreu o corpo de Vanesa ao sentir a mão de Samuel nela. Ela fez menção de se soltar, mas ouvir a respiração do paciente especial atrás dela ativou os instintos mais tarados dela e ela só reagiu se movendo devagar pra trás. apoiando a cabeça no corpo de Samuel.
"Eu sei que você quer", disse Samuel. "Não pretendo contar pra ninguém, e ninguém precisa ficar sabendo disso."
Ela tentava se conter, mas não conseguia evitar se remexer de tanta vontade de foder aquela pica preta gigantesca.
"Não, Samuel, a gente não pode", disse a enfermeira, mas sem fazer nada pra impedir as mãos do paciente percorrendo seus quadris, seus peitos e sua bunda enorme.
Samuel pegou ela pelo braço, deu um puxão e a virou, deixando os dois de frente um pro outro. Juntou o cabelo de Vanesa e enfiou os lábios no pescoço branco da enfermeira de bunda grande. A vontade da gostosa aumentou, ela sentiu uma onda de calor no corpo todo e uma coceira na entreperna que a forçava a esfregar os quadris contra o corpo do paciente. Sem esperar muito, Samuel enfiou a mão na calça de Vanesa e, devagar, deslizou por baixo da calcinha dela.
A mão de Samuel parou na buceta quente de Vanesa. Só o toque dos dedos grossos fez a xota da enfermeira começar a ficar molhada. Vanesa não conseguia se segurar e esfregava a bunda grande contra o corpo do paciente, que por sua vez massageava em círculos lentos a buceta branca da jovem. A enfermeira, imersa no prazer, colocou a mão direita na cabeça careca de Samuel e a outra foi parar na pica dele, que ela esfregava por cima da calça.
Conforme Samuel mexia os dedos mais rápido, o corpo de Vanesa se contorcia mais e a vontade dela de experimentar aumentava. Sem pensar muito, ela enfiou a mão dentro da calça de Samuel e sentiu a pica preta enorme dele, dura e quente de tanto esfregar na bundona da enfermeira. A enfermeira massageou a pica do paciente na mesma velocidade que ele acariciava a buceta dela, a ponto de ambos pressionarem os corpos um contra o outro.
Vendo Vanesa bem tarada, rebolando a rabeta e apertando os lábios pra não soltar gemidos, Samuel decidiu levar as coisas um passo adiante. Ele recuou um pouco, baixou a calça e deixou cair o pauzão na frente da Vanesa.
— Olha, tudo isso é pra você — disse pra enfermeira em voz baixa enquanto se masturbava com uma das mãos.
Vanesa olhou com cara de tesão pro pau de Samuel, enquanto passava os dedos na própria buceta.
Samuel se aproximou de novo do ouvido de Vanesa — Vamos, não vai dar nada — sussurrou — ninguém vai ficar sabendo disso.
As palavras do velho preto só fizeram convencer ela de vez que queria ir mais longe. Vanesa balançou a cabeça afirmativamente, e Samuel reagiu na hora, baixando um pouco a calça e a calcinha dela.
— Espera, não dá pra fazer aqui, posso perder meu emprego. Mas se você prometer ficar quietinho, posso fazer outras coisas — disse Vanesa mexendo os lábios devagar.
— Claro — respondeu Samuel sem pensar — mas antes deixa eu ver essa bunda gostosa que você tem.
Vanesa topou, baixou a calça e a calcinha até os joelhos, e se apoiou na cama do paciente. Samuel, sem perder tempo, colocou as duas mãos nas nádegas da enfermeira como se nunca tivesse tocado umas. As duas mãos não davam conta de envolver uma nádega de Vanesa. Ele se ajoelhou pra enxergar melhor e começou a beijar aquele bundão. Bem devagar, deu uns beijos numa das nádegas de Vanesa, que fizeram a enfermeira soltar um gemido baixinho.
Samuel queria mais, queria aquele bundão todo perto do rosto dele. Enfiou a cara bem atrás, tentando separar as nádegas pesadas de Vanesa com as mãos. A enfermeira parou ele antes que conseguisse.
— Não pode olhar aí não — disse Vanesa, tímida, e puxou a calça pra cima — rápido, deita na cama.
Samuel se deitou na hora enquanto Vanesa prendia o cabelo pra não atrapalhar o que ia fazer. O velho preto ficou deitado na cama com o pau Ainda dura e se destacando entre os lençóis. Vanesa se aproximou, com uma mão apoiou-se na cama e com a outra envolveu a pica preta do paciente. Agora que estava tão perto, parou um instante para examiná-la. Percebeu o peso que tinha, as veias saltadas e o quanto endurecia quando ela deixava cair. Começou a esfregar devagar, fazendo Samuel se contorcer de prazer na cama. Vanesa agarrou a pica com as duas mãos e esfregou de novo, mas um pouco mais rápido. Um sorriso se espalhou no rosto da enfermeira.
Essa pica é enorme, mal consigo segurar com as duas mãos - ela disse.
Será que cabe na sua boca? - perguntou Samuel.
Sim, sim, cabe, agora você vai ver - respondeu Vanesa com confiança.
Me prove - disse o paciente.
Espera - respondeu Vanesa - primeiro deixa eu ser precavida.
A enfermeira se levantou, trancou a porta. Voltou para o lado de Samuel e deu um beijo na boca dele.
Agora você vai ver o que eu sei fazer - disse enquanto continuava beijando ele.
Envolveu a mão na pica, se inclinou e a colocou na boca. Com os lábios, chupava a cabeça da pica tentando cada vez enfiar um pouco mais.
É enorme, meu deus - sussurrou pra começar a chupar de novo.
Conforme o tempo passava, a enfermeira se sentia mais à vontade com a pica preta enorme do paciente dentro da boca. Com uma mão na base da pica e a outra se apoiando, se animou a enfiar o máximo que podia, conseguindo só até a metade. Rapidamente, tirou pra respirar.
Que pica gostosa, papi - sussurrou de novo - adoro quando ela tá na minha boca.
Samuel fazia o possível pra segurar os gemidos que a chupada da Vanesa provocava. Se levantou um pouco, puxou o corpo da Vanesa pra perto dele, de jeito que a bunda enorme dela ficou do lado do torso dele. Abaixou a calça dela de novo e enfiou os dedos na buceta da Vanesa.
A enfermeira soltou um gemido mas manteve a pica preta dentro da boca. Samuel enfiava e tirava os dedos da buceta da enfermeira, que já tava bem molhada de tanta putaria. Vanesa passou a língua pelos lados da pica do Samuel deixando ela toda melada de saliva. Adorava chupar a ponta da pica enquanto esfregava com a mão. Samuel se contorceu e ela sentia que tinha controle sobre ele.
Vanesa tirava a pica de vez em quando pra admirar.
Que pica linda, papi, é toda minha essa pica enorme - falava pra si mesma enquanto olhava e logo depois enfiava aquela pica enorme de volta na boca. boca.
—É toda sua, gostosa —Samuel falou baixinho— faz o que quiser com essa pica.
—Ah, é? Vou tentar engolir ela toda então —disse a enfermeira. Vanesa colocou as duas mãos nas pernas de Samuel e enfiou aquela anaconda preta dentro da boca, sem conseguir engolir completamente. Tirou a pica rapidamente da boca ao falhar na tentativa.
—Essa coisa é enorme, mal consigo comer metade —disse a enfermeira, e partiu pra uma segunda tentativa de engolir tudo, onde conseguiu ir um pouco mais longe, mas não atingiu o objetivo.
—Não consigo… desisto… é imensa… dá pra sentir ela tocando minha garganta —falou a dona da bunda grande, enquanto algumas lágrimas escorriam dos olhos pelo esforço.
—Com prática você vai melhorar —disse Samuel, piscando o olho.
—Que prática? Não, essa vai ser a única vez —brincou a enfermeira.
—A única vez de hoje. Amanhã a gente começa de novo —respondeu Samuel com um sorriso.
Vanesa caiu na risada e teve que tirar a pica da boca por um momento.
—Bom, se quer assim, se comporta e mantém nosso segredo, senão, sem mais chupada de pica pra você —retrucou ela, e enfiou de novo a pica preta do paciente na boca.
—É um trato então, ninguém vai ficar sabendo disso —disse o paciente enquanto acariciava suavemente a cabeça da enfermeira.
Vanesa continuou chupando a pica enorme do paciente por mais alguns minutos até tirar da boca por uns segundos pra descansar. De tanto chupar, tinha deixado a pica toda melada de saliva. A boca de Vanesa também estava lambuzada com o líquido que saía da pica de Samuel. Vanesa adorava aquele fluido, então começou a lamber o que tinha nos lábios. A enfermeira limpou a boca com a língua enquanto batia uma punheta com a outra mão.
—Que gostosa que é sua pica, papai —disse Vanesa— me deixou bem puta, mas tenho que voltar pro trabalho.
—Pra que ir embora com vontade? —respondeu ele. Samuel — Deita nessa cama aqui que eu já te satisfaço agora mesmo.
— Não, preciso ir, já passei tempo demais aqui. Devem estar se perguntando onde estou — sentenciou Vanesa.
— Você não pode me deixar assim, né — disse Samuel, apontando com o olhar pro pau dele, duro e empinado.
— Quem disse que vou te deixar assim? — falou Vanesa com um sorriso no rosto.
A enfermeira ergueu o pau de Samuel com uma das mãos e começou a esfregar de cima pra baixo num ritmo acelerado. Em seguida, enterrou o rosto nas bolas de Samuel, lambendo e chupando cada canto. O coitado do paciente se arrepiou com as sensações que a língua da enfermeira provocava nas bolas dele, a ponto de ter que tapar a boca pra não gemer alto.
— Me dá essa porra, papi, me dá todo esse leite pra eu ir embora feliz — disse Vanesa, fazendo o pau de Samuel ficar ainda mais duro.
As pernas de Samuel começaram a tremer de tanta excitação. Vanesa continuou aumentando a velocidade da mão. Além disso, começou a rebolar aquele rabão, balançando as nádegas.
— Olha essa raba, papi. Logo vai ser sua, mas me dá esse leite quente na minha cara de puta — disse Vanesa, tocando a própria bunda semidesnuda com uma mão.
— É, me dá logo, já quero comer essa raba gostosa que você tem — respondeu Samuel — Tá vindo. Tá vindo meu leite, gostosa.
O pau de Samuel começou a bombear o leite. Vanesa, vendo o movimento, colocou o pau na cara dela e abriu a boca. O sêmen de Samuel saiu disparado, lambuzando o rosto da enfermeira, que conseguiu enfiar o pau na boca pra evitar fazer uma bagunça no lugar. A boca da enfermeira encheu do leite quente de Samuel a ponto de não conseguir segurar tudo; o sêmen começou a vazar e escorrer pelo queixo dela e dali pro uniforme.
Depois de alguns segundos, o pau de Samuel parou de jorrar leite. Vanesa soltou ele e colocou as mãos no queixo pra evitar que o leite continuasse caindo no uniforme.
— Meu Deus! Tanto leite que você tinha nesses ovos — disse Vanesa, tentando... falar com a boca cheia de porra.
Samuel se jogou na cama, exausto pra caralho.
— Claro que sim, tão cheias de ver essa raba gostosa que você tem todo dia — respondeu, sem fôlego.
Vanessa sorriu. — Você é um comediante, hein — disse enquanto limpava o excesso de porra que ainda tinha ao redor da boca. — Agora tenho que ir, devem estar perguntando onde eu tô.
— Que boquete do caralho você me deu! — disse o paciente. — Como você adora chupar pica, né?
— A sua é bem gostosa, hein, bem grossinha... do jeito que eu gosto. Nem pense em comentar isso com ninguém, ou acabou a mamada pra você — afirmou a enfermeira.
— Pode ficar tranquila, princesa. Esse segredo tá seguro comigo — respondeu Samuel, tentando acalmá-la.
A madrugada tava acabando e o sol começava a iluminar o quarto pela janela. Vanesa arrumou o cabelo e a roupa, e se olhou no espelho pra garantir que a maquiagem tava intacta.
— Agora sim, tenho que ir. Daqui a pouco todo mundo vai acordar — disse Vanesa.
Samuel se levantou da cama e se aproximou da enfermeira de um jeito imponente. Pegou ela pela cintura e pelo pescoço pra dar um beijo apaixonado, e Vanesa não teve tempo de reagir, só se deixou levar.
— Foi uma delícia, princesa. Na próxima você volta pra brincar um pouco com esses lábios aqui — disse Samuel enquanto deslizava a mão na virilha de Vanesa.
A enfermeira sorriu ao sentir a mão enorme do paciente no seu sexo. Já tava imaginando aquela pica preta gigante dentro dela.
— Claro que vou voltar... pra mais disso — respondeu Vanesa enquanto colocava a mão na pica de Samuel.
Logo depois, Vanesa saiu do quarto ainda sem acreditar no que tinha acabado de rolar. Foi até o balcão pra continuar o trabalho. Enquanto preenchia uns formulários, percebeu que ainda tinha um pouco da porra de Samuel no uniforme, que não tinha conseguido limpar. Instintivamente, limpou com os dedos, pensando que talvez alguém estivesse vendo. No entanto, percebeu que não havia ninguém por perto. Olhou para os dedos sujos com o esperma ainda quente do paciente. "E se eu comer?" pensou. Olhou em volta de novo para confirmar que estava sozinha e deu de ombros. Por que não? disse para si mesma. Levou os dedos à boca e chupou-os, deixando-os completamente limpos. Lambeu os lábios e continuou preenchendo os formulários enquanto saboreava o gozo do seu agora paciente favorito.
Continua...Olá, gostaria que vocês deixassem seus comentários sobre a história. Que outras coisas vocês gostariam que eu incluísse?
Episódio 4: Não tem voltaNão acredito que fiz aquilo — disse Vanesa para si mesma assim que acordou no dia seguinte à videochamada com Samuel. Uma dor de cabeça enorme e uma sede tremenda tomaram conta do corpo dela. Sem calcinha e só com a camiseta que tinha usado no dia anterior, ela se levantou e foi para a cozinha. Serviu um copão de água e sentou no sofá pra beber com calma. Uma mancha no sofá, resultado de todo o squirt que tinha saído, lembrou ela do grande encontro virtual com Samuel.
Não acredito que fiz aquilo! — repetiu, agora em voz alta, enquanto passava a mão na cabeça — Como vou olhar pra ele agora depois disso? Que vergonha, pelo amor de Deus!
Vanesa continuou tomando a água enquanto pensava no que ia fazer com Samuel quando visse ele no trabalho.
Mas, se rolar alguma coisa, não teria nada de errado, somos dois adultos... Não!! O que você tá pensando? Ele é seu paciente, pelo amor de Deus, não pode ter nada com ele. Meu Deus, o que eu faço? Agora vou ter que encarar ele amanhã, que vergonha!
A situação pesou demais e ela decidiu começar a limpeza da casa, como fazia todo domingo. Mas era só uma desculpa pra não pensar em Samuel e se manter ocupada.
Já decido isso amanhã no caminho pro trabalho — pensou enquanto pegava os utensílios de limpeza.
Na manhã seguinte, Vanesa acordou como toda segunda-feira pra ir trabalhar, mas, diferente dos outros dias, agora só tinha um pensamento na cabeça: a situação com Samuel. O banho, o café da manhã e o trajeto até o hospital foram interrompidos por esse problema que voltava sem parar, por mais que ela tentasse evitar. Durante o turno, Vanesa conseguiu, com certo sucesso, evitar Samuel. Só se viram uma vez, num espaço comum e com os outros por perto. Samuel percebeu que Vanesa não falava com ele, então resolveu agir como se não se conhecessem e não tentar nada. Essa dinâmica de não interagir continuou por alguns dias até quinta-feira, quando a Vanessa teve que fazer plantão a madrugada inteira. Ela achava que o "problema" já tinha se resolvido sozinho e que o melhor era deixar tudo pra lá antes de se meter em encrenca com os chefes. O plantão dela correu normal. A sensação de alívio por ter deixado tudo pra trás permitiu que ela trabalhasse normalmente a noite toda, de modo que tinha esquecido completamente do assunto com o Samuel.
No entanto, lá pelas 4 da manhã, um dos interruptores da estação dela acendeu. Era o do quarto do Samuel. A Vanessa congelou, os olhos dela se arregalaram e a respiração parou. Ela pensou em não ir, mas o médico de plantão que estava do lado dela olhou de canto, como esperando que ela fosse checar o paciente. Não teve jeito, a enfermeira se levantou e foi pro quarto. Ela tentou andar o mais devagar possível enquanto pensava em alguma coisa. Uma parte pequena dela tinha curiosidade de provar mais do Samuel. A vontade dela de devorar aquela pica preta enorme tinha sido suprimida com facilidade nos últimos dias, mas foi voltando aos poucos conforme ela se aproximava do quarto. A Vanessa tarada, que ela tinha tanto medo, podia vencer qualquer senso de juízo e fazer as coisas mais inimagináveis.
O corredor acabou e, sem perceber, ela já estava na frente da porta. A Vanessa respirou fundo e, inconscientemente, arrumou o cabelo e a roupa.
— O que cê tá fazendo! — falou pra si mesma e baixou as mãos de repente — Pelo amor, Vanessa, você pode perder o emprego, se comporta!
Sem pensar mais, ela abriu a porta e viu o Samuel sentado na maca.
— Oi — disse a enfermeira com um sorriso — Posso ajudar em alguma coisa?
— Já esqueceu de mim? — respondeu o paciente — Faz dias que a gente não se vê.
— É... é que eu tava muito ocupada — disse a Vanessa enquanto inventava uma desculpa — vários problemas com muitos pacientes.
A Vanessa se dirigiu até o Estante ao lado da maca e começou a arrumar as coisas num esforço pra parecer que tava fazendo alguma coisa.
E então, pra que você me chamou? — disse Vanesa.
Só queria conversar — respondeu Samuel.
Tá, mas não posso conversar. Tô de plantão, se me chama é porque tem algo importante — respondeu a enfermeira, levantando um pouco a voz — não pode me fazer perder tempo.
Desculpa, não quis fazer isso, mas achei que você tava puto comigo — replicou Samuel com um tom meio triste.
Vanesa ouviu o tom de culpa na voz de Samuel e se virou quase que instintivamente.
Não, não tô puto com você. Só que eu tava meio desconfortável com o que rolou entre a gente no sábado — disse Vanesa — não sabia como reagir e, honestamente, tava meio envergonhada.
Envergonhada de quê? — respondeu Samuel.
De tudo que a gente faz; disso tudo entre você e eu, posso perder meu emprego, sabe?
Bom, na primeira vez que a gente se viu, parecia que você queria — disse o paciente.
Só tava brincando, mas já foi longe demais — replicou Vanesa — isso tem que parar.
Mmmmm você conseguiu… porque já parou — brincou Samuel, apontando pro pau dele com o olhar.
Vanesa tentou se segurar, mas acabou soltando uma gargalhada a ponto de ter que tapar a boca pra não ouvirem lá fora.
Que comediante você é, bom, vai ficar assim porque não vai rolar nada — disse Vanesa e se virou pra continuar arrumando as coisas em cima da mesa.
Samuel não conseguiu se segurar ao ver a bunda enorme da Vanessa apertada no uniforme de enfermeira. Chegou de mansinho, colocou a mãozona na cintura da cuidadora e a boca dele ficou a poucos centímetros da nuca dela. Um arrepio percorreu o corpo de Vanesa ao sentir a mão de Samuel nela. Ela fez menção de se soltar, mas ouvir a respiração do paciente especial atrás dela ativou os instintos mais tarados dela e ela só reagiu se movendo devagar pra trás. apoiando a cabeça no corpo de Samuel.
"Eu sei que você quer", disse Samuel. "Não pretendo contar pra ninguém, e ninguém precisa ficar sabendo disso."
Ela tentava se conter, mas não conseguia evitar se remexer de tanta vontade de foder aquela pica preta gigantesca.
"Não, Samuel, a gente não pode", disse a enfermeira, mas sem fazer nada pra impedir as mãos do paciente percorrendo seus quadris, seus peitos e sua bunda enorme.
Samuel pegou ela pelo braço, deu um puxão e a virou, deixando os dois de frente um pro outro. Juntou o cabelo de Vanesa e enfiou os lábios no pescoço branco da enfermeira de bunda grande. A vontade da gostosa aumentou, ela sentiu uma onda de calor no corpo todo e uma coceira na entreperna que a forçava a esfregar os quadris contra o corpo do paciente. Sem esperar muito, Samuel enfiou a mão na calça de Vanesa e, devagar, deslizou por baixo da calcinha dela.
A mão de Samuel parou na buceta quente de Vanesa. Só o toque dos dedos grossos fez a xota da enfermeira começar a ficar molhada. Vanesa não conseguia se segurar e esfregava a bunda grande contra o corpo do paciente, que por sua vez massageava em círculos lentos a buceta branca da jovem. A enfermeira, imersa no prazer, colocou a mão direita na cabeça careca de Samuel e a outra foi parar na pica dele, que ela esfregava por cima da calça.
Conforme Samuel mexia os dedos mais rápido, o corpo de Vanesa se contorcia mais e a vontade dela de experimentar aumentava. Sem pensar muito, ela enfiou a mão dentro da calça de Samuel e sentiu a pica preta enorme dele, dura e quente de tanto esfregar na bundona da enfermeira. A enfermeira massageou a pica do paciente na mesma velocidade que ele acariciava a buceta dela, a ponto de ambos pressionarem os corpos um contra o outro.
Vendo Vanesa bem tarada, rebolando a rabeta e apertando os lábios pra não soltar gemidos, Samuel decidiu levar as coisas um passo adiante. Ele recuou um pouco, baixou a calça e deixou cair o pauzão na frente da Vanesa.
— Olha, tudo isso é pra você — disse pra enfermeira em voz baixa enquanto se masturbava com uma das mãos.
Vanesa olhou com cara de tesão pro pau de Samuel, enquanto passava os dedos na própria buceta.
Samuel se aproximou de novo do ouvido de Vanesa — Vamos, não vai dar nada — sussurrou — ninguém vai ficar sabendo disso.
As palavras do velho preto só fizeram convencer ela de vez que queria ir mais longe. Vanesa balançou a cabeça afirmativamente, e Samuel reagiu na hora, baixando um pouco a calça e a calcinha dela.
— Espera, não dá pra fazer aqui, posso perder meu emprego. Mas se você prometer ficar quietinho, posso fazer outras coisas — disse Vanesa mexendo os lábios devagar.
— Claro — respondeu Samuel sem pensar — mas antes deixa eu ver essa bunda gostosa que você tem.
Vanesa topou, baixou a calça e a calcinha até os joelhos, e se apoiou na cama do paciente. Samuel, sem perder tempo, colocou as duas mãos nas nádegas da enfermeira como se nunca tivesse tocado umas. As duas mãos não davam conta de envolver uma nádega de Vanesa. Ele se ajoelhou pra enxergar melhor e começou a beijar aquele bundão. Bem devagar, deu uns beijos numa das nádegas de Vanesa, que fizeram a enfermeira soltar um gemido baixinho.
Samuel queria mais, queria aquele bundão todo perto do rosto dele. Enfiou a cara bem atrás, tentando separar as nádegas pesadas de Vanesa com as mãos. A enfermeira parou ele antes que conseguisse.
— Não pode olhar aí não — disse Vanesa, tímida, e puxou a calça pra cima — rápido, deita na cama.
Samuel se deitou na hora enquanto Vanesa prendia o cabelo pra não atrapalhar o que ia fazer. O velho preto ficou deitado na cama com o pau Ainda dura e se destacando entre os lençóis. Vanesa se aproximou, com uma mão apoiou-se na cama e com a outra envolveu a pica preta do paciente. Agora que estava tão perto, parou um instante para examiná-la. Percebeu o peso que tinha, as veias saltadas e o quanto endurecia quando ela deixava cair. Começou a esfregar devagar, fazendo Samuel se contorcer de prazer na cama. Vanesa agarrou a pica com as duas mãos e esfregou de novo, mas um pouco mais rápido. Um sorriso se espalhou no rosto da enfermeira.
Essa pica é enorme, mal consigo segurar com as duas mãos - ela disse.Será que cabe na sua boca? - perguntou Samuel.
Sim, sim, cabe, agora você vai ver - respondeu Vanesa com confiança.
Me prove - disse o paciente.
Espera - respondeu Vanesa - primeiro deixa eu ser precavida.
A enfermeira se levantou, trancou a porta. Voltou para o lado de Samuel e deu um beijo na boca dele.
Agora você vai ver o que eu sei fazer - disse enquanto continuava beijando ele.
Envolveu a mão na pica, se inclinou e a colocou na boca. Com os lábios, chupava a cabeça da pica tentando cada vez enfiar um pouco mais.
É enorme, meu deus - sussurrou pra começar a chupar de novo.
Conforme o tempo passava, a enfermeira se sentia mais à vontade com a pica preta enorme do paciente dentro da boca. Com uma mão na base da pica e a outra se apoiando, se animou a enfiar o máximo que podia, conseguindo só até a metade. Rapidamente, tirou pra respirar.
Que pica gostosa, papi - sussurrou de novo - adoro quando ela tá na minha boca.
Samuel fazia o possível pra segurar os gemidos que a chupada da Vanesa provocava. Se levantou um pouco, puxou o corpo da Vanesa pra perto dele, de jeito que a bunda enorme dela ficou do lado do torso dele. Abaixou a calça dela de novo e enfiou os dedos na buceta da Vanesa.
A enfermeira soltou um gemido mas manteve a pica preta dentro da boca. Samuel enfiava e tirava os dedos da buceta da enfermeira, que já tava bem molhada de tanta putaria. Vanesa passou a língua pelos lados da pica do Samuel deixando ela toda melada de saliva. Adorava chupar a ponta da pica enquanto esfregava com a mão. Samuel se contorceu e ela sentia que tinha controle sobre ele.
Vanesa tirava a pica de vez em quando pra admirar.
Que pica linda, papi, é toda minha essa pica enorme - falava pra si mesma enquanto olhava e logo depois enfiava aquela pica enorme de volta na boca. boca.
—É toda sua, gostosa —Samuel falou baixinho— faz o que quiser com essa pica.
—Ah, é? Vou tentar engolir ela toda então —disse a enfermeira. Vanesa colocou as duas mãos nas pernas de Samuel e enfiou aquela anaconda preta dentro da boca, sem conseguir engolir completamente. Tirou a pica rapidamente da boca ao falhar na tentativa.
—Essa coisa é enorme, mal consigo comer metade —disse a enfermeira, e partiu pra uma segunda tentativa de engolir tudo, onde conseguiu ir um pouco mais longe, mas não atingiu o objetivo.
—Não consigo… desisto… é imensa… dá pra sentir ela tocando minha garganta —falou a dona da bunda grande, enquanto algumas lágrimas escorriam dos olhos pelo esforço.
—Com prática você vai melhorar —disse Samuel, piscando o olho.
—Que prática? Não, essa vai ser a única vez —brincou a enfermeira.
—A única vez de hoje. Amanhã a gente começa de novo —respondeu Samuel com um sorriso.
Vanesa caiu na risada e teve que tirar a pica da boca por um momento.
—Bom, se quer assim, se comporta e mantém nosso segredo, senão, sem mais chupada de pica pra você —retrucou ela, e enfiou de novo a pica preta do paciente na boca.
—É um trato então, ninguém vai ficar sabendo disso —disse o paciente enquanto acariciava suavemente a cabeça da enfermeira.
Vanesa continuou chupando a pica enorme do paciente por mais alguns minutos até tirar da boca por uns segundos pra descansar. De tanto chupar, tinha deixado a pica toda melada de saliva. A boca de Vanesa também estava lambuzada com o líquido que saía da pica de Samuel. Vanesa adorava aquele fluido, então começou a lamber o que tinha nos lábios. A enfermeira limpou a boca com a língua enquanto batia uma punheta com a outra mão.
—Que gostosa que é sua pica, papai —disse Vanesa— me deixou bem puta, mas tenho que voltar pro trabalho.
—Pra que ir embora com vontade? —respondeu ele. Samuel — Deita nessa cama aqui que eu já te satisfaço agora mesmo.
— Não, preciso ir, já passei tempo demais aqui. Devem estar se perguntando onde estou — sentenciou Vanesa.
— Você não pode me deixar assim, né — disse Samuel, apontando com o olhar pro pau dele, duro e empinado.
— Quem disse que vou te deixar assim? — falou Vanesa com um sorriso no rosto.
A enfermeira ergueu o pau de Samuel com uma das mãos e começou a esfregar de cima pra baixo num ritmo acelerado. Em seguida, enterrou o rosto nas bolas de Samuel, lambendo e chupando cada canto. O coitado do paciente se arrepiou com as sensações que a língua da enfermeira provocava nas bolas dele, a ponto de ter que tapar a boca pra não gemer alto.
— Me dá essa porra, papi, me dá todo esse leite pra eu ir embora feliz — disse Vanesa, fazendo o pau de Samuel ficar ainda mais duro.
As pernas de Samuel começaram a tremer de tanta excitação. Vanesa continuou aumentando a velocidade da mão. Além disso, começou a rebolar aquele rabão, balançando as nádegas.
— Olha essa raba, papi. Logo vai ser sua, mas me dá esse leite quente na minha cara de puta — disse Vanesa, tocando a própria bunda semidesnuda com uma mão.
— É, me dá logo, já quero comer essa raba gostosa que você tem — respondeu Samuel — Tá vindo. Tá vindo meu leite, gostosa.
O pau de Samuel começou a bombear o leite. Vanesa, vendo o movimento, colocou o pau na cara dela e abriu a boca. O sêmen de Samuel saiu disparado, lambuzando o rosto da enfermeira, que conseguiu enfiar o pau na boca pra evitar fazer uma bagunça no lugar. A boca da enfermeira encheu do leite quente de Samuel a ponto de não conseguir segurar tudo; o sêmen começou a vazar e escorrer pelo queixo dela e dali pro uniforme.
Depois de alguns segundos, o pau de Samuel parou de jorrar leite. Vanesa soltou ele e colocou as mãos no queixo pra evitar que o leite continuasse caindo no uniforme.
— Meu Deus! Tanto leite que você tinha nesses ovos — disse Vanesa, tentando... falar com a boca cheia de porra.
Samuel se jogou na cama, exausto pra caralho.
— Claro que sim, tão cheias de ver essa raba gostosa que você tem todo dia — respondeu, sem fôlego.
Vanessa sorriu. — Você é um comediante, hein — disse enquanto limpava o excesso de porra que ainda tinha ao redor da boca. — Agora tenho que ir, devem estar perguntando onde eu tô.
— Que boquete do caralho você me deu! — disse o paciente. — Como você adora chupar pica, né?
— A sua é bem gostosa, hein, bem grossinha... do jeito que eu gosto. Nem pense em comentar isso com ninguém, ou acabou a mamada pra você — afirmou a enfermeira.
— Pode ficar tranquila, princesa. Esse segredo tá seguro comigo — respondeu Samuel, tentando acalmá-la.
A madrugada tava acabando e o sol começava a iluminar o quarto pela janela. Vanesa arrumou o cabelo e a roupa, e se olhou no espelho pra garantir que a maquiagem tava intacta.
— Agora sim, tenho que ir. Daqui a pouco todo mundo vai acordar — disse Vanesa.
Samuel se levantou da cama e se aproximou da enfermeira de um jeito imponente. Pegou ela pela cintura e pelo pescoço pra dar um beijo apaixonado, e Vanesa não teve tempo de reagir, só se deixou levar.
— Foi uma delícia, princesa. Na próxima você volta pra brincar um pouco com esses lábios aqui — disse Samuel enquanto deslizava a mão na virilha de Vanesa.
A enfermeira sorriu ao sentir a mão enorme do paciente no seu sexo. Já tava imaginando aquela pica preta gigante dentro dela.
— Claro que vou voltar... pra mais disso — respondeu Vanesa enquanto colocava a mão na pica de Samuel.
Logo depois, Vanesa saiu do quarto ainda sem acreditar no que tinha acabado de rolar. Foi até o balcão pra continuar o trabalho. Enquanto preenchia uns formulários, percebeu que ainda tinha um pouco da porra de Samuel no uniforme, que não tinha conseguido limpar. Instintivamente, limpou com os dedos, pensando que talvez alguém estivesse vendo. No entanto, percebeu que não havia ninguém por perto. Olhou para os dedos sujos com o esperma ainda quente do paciente. "E se eu comer?" pensou. Olhou em volta de novo para confirmar que estava sozinha e deu de ombros. Por que não? disse para si mesma. Levou os dedos à boca e chupou-os, deixando-os completamente limpos. Lambeu os lábios e continuou preenchendo os formulários enquanto saboreava o gozo do seu agora paciente favorito.
Continua...Olá, gostaria que vocês deixassem seus comentários sobre a história. Que outras coisas vocês gostariam que eu incluísse?
3 comentários - A enfermeira gostosa e o velho negro - Parte 4
Sigue así la historia va 10/10