Fiquei puto pra caralho, não só não tinha me batido uma, como gozou na minha cara e vazou rápido. Não falei com ele a semana toda e, inclusive, não fui jogar bola naquela semana. Na semana seguinte, tava mais calmo e queria pegar ele pra botar os pingos nos is. Então fui jogar, vi ele, falei que queria conversar e ele disse que não tinha problema. Assim que o jogo terminou, fomos tomar banho, e ele disse que me daria uma carona no carro e de quebra a gente conversava. E foi assim, no chuveiro não rolou nada, embora uma parte de mim não parasse de olhar pra pica dele. Sem falar nada, a gente saiu, entrou no carro e começou a andar. E eu comecei a falar: — Você foi longe pra caralho outro dia! Com um tom seco e sério: — Tava com muito tesão, fazia uns dias que não comia ninguém porque tô brigado com a minha mulher. Meio sério e meio com uma risadinha, enquanto passava a mão no meu volume da pica: — Para, comecei a falar e tentei tirar a mão dele inutilmente, já que ele é bem mais forte e maior que eu, e a mão dele é enorme, e continuo... Cara, tô falando sério. Apesar do nervosismo, sentia a pica endurecendo com o toque bruto da mão dele por cima da calça, enquanto ele comentava: — Relaxa um pouco, se a gente fizer isso só pra zuar, fica entre a gente, ninguém vai te falar nada, além disso... e ele calou por um momento. Tá endurecendo bonito... Conheço um lugarzinho legal perto daqui, quase sem luz na rua, que queria testar uma coisa nova. Eu não respondi, tentava tirar a mão dele do toque intenso, mas quanto mais tentava, mais forte e intenso ele me apalpava. Depois de uns instantes, parei de tentar tirar e ele disse quase num tom de ordem: — Abaixa a calça que quero te ver com a pica dura. Enquanto puxava minha calça pra me ajudar a tirar mais rápido. Abaixo a calça até os tornozelos e ele fala de novo: — Não, não, tira tudo! — Fico pelado, falo: — Sim! Ele responde num tom de esquecimento e continua: — Vai, rápido. Fico pelado da cintura pra baixo, quando termino... Chegamos na rua que ele disse e, de fato, só tinha um poste de luz na rua, e onde ele parou não dava pra ver nada, ainda mais que o carro tinha os vidros laterais escuros. Enquanto começava a passar a mão na minha pica já dura e nas bolas de forma brusca, ele começa a falar devagar: "E aí, mais calminha?" com um sorrisinho... "Bate uma pra mim também." Abaixa o shortinho de futebol até os joelhos, deixando a pica dura e as bolas peludas. Meio nervosa, acabei aceitando e peguei na pica linda que ele tem. Assim que começo a masturbar ele devagar, ele fala: "Topa uma punheta, mas com a boca?" Paro de masturbar, mas sem soltar: "Hã? Quer um boquete?" "Topa?" com um tom animado, e continua: "Só um pouquinho pra ver como é!" Enquanto solta minha pica e leva a mão na minha nuca, começando a acariciar. "Não, nem fodendo, uma coisa é bater uma, mas chupar é demais." "Vai lá, ninguém tá vendo." Enquanto empurrava minha cabeça pra pica dele. Mesmo eu recusando, já tava esfregando a pica na minha cara toda até que eu falo: "Beleza, só um pouquinho, cinco minutos e nunca mais." Com muito receio, meto a pica na boca e o gosto de pica invadiu todos os meus sentidos. Ele foi me corrigindo pra não arranhar: "Cuidado com os dentes... passa a mão nas minhas bolas enquanto isso... massageia a cabeça com a língua..." Enquanto ia dando ordens e eu seguia, ele segurava minha cabeça com a mão esquerda marcando o ritmo. Com a mão direita, começou a passar a mão na minha bunda com bastante força. Tiro a cabeça da pica como posso, já que com a pressão da mão dele tava difícil, e falo num tom sufocado: "Nãoooo, para, a bunda não, louco." Meio inquieto: "Calma, fica de boa." responde com um tom excitado e acelerado, e continua... "Continua com as bolas, vai, não para." "Não, mas... para..." tento falar, mas ele me interrompe: "Chupa e curte, vai vai, e bate uma enquanto chupa minhas bolas." E continuo chupando as bolas dele. Peludas e masturbando ele enquanto ele apalpava minha bunda com mais força até começar a enfiar um dedo. Eu tentava tirar a mão dele com a minha mão livre, mas ele ajeitou minha cabeça pra eu continuar chupando a pica dele. :-chupa, vai, e relaxa que você vai adorar. Depois de um tempo, ele já tinha dois dedos inteiros enfiados no meu cu e, apesar da dor, eu quase não conseguia parar de chupar, porque ele não só me segurava pela nuca, como começou a me bombear pra cima e pra baixo com força, travando minha mandíbula. Depois de um tempo que pareceu eterno, ele fala: :-continua você, que eu já vou gozar, com vontade. Continuei chupando com muita intensidade até que a pica explodiu na minha boca e me encheu de porra, que eu cuspia e tinha ânsia. A pica e as bolas dele estavam encharcadas da própria porra, mas ele não tirava os dedos do meu cu. :-continua chupando mais um pouco, vai, mas lambendo. Quase sem escolha, continuei chupando a pica e as bolas, e ele comenta: :-como eu estava precisando disso. Quando quase parei de lamber as bolas dele, a pica já estava endurecendo de novo. E ele fala em tom de ordem: :-vamos pro hotel ali na esquina, que vamos ficar mais confortáveis. E ligou o carro sem eu me levantar e sem tirar os dedos do meu cu. Continua...
1 comentários - La paja (Relato gay) segunda parte