Como eu disse no final do relato anterior, os pensamentos sobre a infidelidade da minha mãe me consumiam por dentro. É uma sensação indescritível ser testemunha de uma situação dessas. Tinha horas em que me sentia culpado por tirar conclusões precipitadas sobre algo tão delicado, sem ter nem 100% de todas as provas necessárias para acusá-la de ser uma mulher infiel, mas tudo apontava pra isso. Também não é que meu pai não merecesse, porque desde que me entendo por gente sempre fui consciente da vida de casado dele e da relação cheia de altos e baixos com a minha mãe.
Por coincidência, naquelas semanas meu pai não tinha mandado dinheiro pra gente continuar a obra da nossa casa nova. Pedimos pros pedreiros darem um tempo até juntarmos grana suficiente pra seguir com os trabalhos. Mas muita da madeira que eles usavam pros andaimes ficou lá. Na hora pensei que seria uma boa ideia usar as tábuas como esconderijo pra espionar minha mãe e o amante dela.
A casa ainda não tinha lâmpadas nem nenhum tipo de iluminação, só a que vinha do quintal, que a gente sempre deixava acesa durante a noite, e a do poste de luz da rua, bem na esquina do nosso terreno.
Uma tarde, sem minha mãe perceber, entrei na casa nova e arrumei várias tábuas num canto, bem na frente de um quarto que tinha andaimes por dentro. Esse seria o esconderijo perfeito porque praticamente não teria como perceberem minha presença — pra isso, teriam que se abaixar e me procurar por baixo. Limpei o chão com cuidado pra tirar qualquer prego usado que pudesse me machucar, e ainda coloquei uns tijolos atrás das tábuas que arrumei pra sentar. Nas laterais, pus uns baldes que usavam pra carregar areia e massa. Agora era só esperar chegar o dia em que minha mãe desse algum sinal de que teria um encontro com o suposto amante.
Passaram muitas noites, quase um mês, e eu... fingia que dormia cedo, esperando que minha mãe saísse de casa à meia-noite, mas isso nunca acontecia. Ela nem ia dormir tão tarde, nem voltava a usar aquela saia preta. Mas finalmente chegou o tão esperado dia, foi numa terça-feira, lembro perfeitamente. Terminei minhas tarefas da escola cedo e tomei banho antes do jantar. Minha mãe estava particularmente gostosa naquela noite, vestia uma saia estampada com desenhos que pareciam uma colagem de jornais, era um modelo estranho, mas destacava bem a cintura e a bunda empinada dela. Também usava uma camiseta regata meio justa que deixava ver um decote leve, mostrando a parte de cima do peito, bem onde se vê aquela linha que separa os dois seios. Lembro que naquele dia ela tinha tido uma reunião escolar no jardim de infância da minha irmã mais nova, e imaginei que o professor devia ter adorado o espetáculo com aquela roupa. Terminamos de jantar e fui pro meu quarto, minhas irmãs estavam vendo TV e minha mãe recolhia a louça. Deu dez horas e fui ao banheiro pela última vez, minha mãe ainda estava sentada na mesa lendo uma revista. "Isso é um sinal", lembrei daquelas noites em que a vi saindo suspeita da casa nova de madrugada, também naquele dia ela esperou eu dormir primeiro, e também estava lendo uma das revistas dela. Depois de pensar na situação, me despedi como se fosse dormir, ouvi quando ela foi ao banheiro e esperei até voltar, ela apagou a luz e fechou a porta. Meu quarto tinha uma janelinha na parede lateral que dava pro outro lado do terreno, eu cabia sem problemas e saí por ali, mas antes arrumei uns travesseiros na cama e coloquei meu cobertor por cima, pra simular que eu tava dormindo. Saí do quarto e fui pra casa nova pelos fundos, pulei pela janela do cômodo que seria meu esconderijo e fiquei esperando escondido num canto. Eu espiada de vez em quando. Pela janela da casa, esperando minha mãe sair. Depois de um tempo, chegou o momento, ouvi passos leves se aproximando, quando olhei para o que seria nossa sala, vi ela chegar com a mesma saia que tinha usado durante o dia. Ela se dirigiu até a janela, se escondendo na sombra, porque a luz do poste iluminava uma parte da área. Sentou-se sobre uma pilha de sacos de cimento e esperou. Consegui sentir o perfume dela, ela tinha se preparado pro encontro, estava com o cabelo solto, coisa estranha porque mesmo tendo ele ainda meio curto, ela sempre usava um coque pra pentear. Não demorei muito pra notar um barulho parecido com o de uma bicicleta, ela espiou pela janela de leve e de repente o cara chegou, pulou pela janela silenciosamente, trocaram algumas palavras bem baixinho, eu não conseguia ouvir direito. Eu sentia que tremia, estava ali, sendo testemunha de algo proibido. Minha mãe, sem esperar mais, abraçou ele e deu um beijo profundo na boca, eu ouvia os estalos de lábios se beijando com fome, ela acariciava as costas dele e ele a pegava pela cintura pra depois descer as mãos até a bunda dela, aquela imagem começou a me excitar pra caralho. O cara puxou ela pro centro da sala, onde tinha uma pilha de tijolos, ele sentou ali enquanto abraçava minha mãe, massageando as nádegas dela. Pra minha sorte, um raio de luz iluminou o rosto da mamãe, eu vi o sorriso safado dela enquanto curtia as carícias que recebia. — Sentiu minha falta? — Sim, já tava com muita vontade. — Vontade de quê? — Do teu pau. — Cê gosta do meu pau, comadre? — Sim. Eu sentia que meu pau ia explodir de tão duro que tava, ouvir aquelas palavras saindo da boca da minha mãe quase me fez gozar na hora. Na sequência, ela começou a desabotoar o cinto dele, abaixou o zíper e puxou o membro pra fora. Eu não via direito aquela ação, mas era óbvio o que tava rolando, ela tinha a cabeça bem entre as pernas do Compadre fazendo sexo oral nela. Minha mãe aproveitou o tempo dela curtindo o serviço, demorou muito chupando ele até que ele a parou. Logo ele pegou ela por trás, ela apoiou as mãos nas paredes e levantou a bunda, ele ergueu a saia dela e supus que puxou a calcinha dela de lado, já que em nenhum momento vi ela tirar a roupa íntima. Naquele momento pude ver o cara com a rola bem dura se ajeitando pra penetrar ela. Ela levantou a cabeça e pude ver as caras de prazer dela pela luz que entrava pela janela, ela tava de olhos fechados e mordendo os lábios. O compadre deu uma enfiada nela fazendo ela soltar um gemido abafado, se segurando pra não gritar, e começou a bombar ela. Minha mãe saboreava com gosto as investidas que o compadre dava nela, os peitões dela balançavam de um lado pro outro e de vez em quando ele enfiava a mão por baixo da blusa dela. Ela gemia de pena a cada orgasmo que teve, foram só dois. No final ele acabou gozando em cima dela, entendi por que deixava toda a roupa dela manchada de porra. — Me limpa senão sua comadre vai perceber — disse ele subindo um dos pés na parede, naquele momento a luz também bateu nele e pude ver claramente como ele espremia o pau que ainda soltava as últimas gotas de porra. Minha mãe imediatamente começou a lamber ele sem cuspir nada. Passou a língua por toda a cabeça recolhendo qualquer resquício de gozo. Ela se levantou, abaixou a saia e sussurrou coisas que não consegui ouvir. Deram mais uns beijos e ele acabou indo embora pulando de novo pela janela. Nem preciso dizer que finalmente descobri quem era o suposto amante da mamãe, era o padrinho da minha irmã mais nova, ele trabalhava num aviário, igual meu pai antes de ir pros Estados Unidos. Nesse aviário eles revezavam turnos, suponho que ele usava de desculpa pra esposa que chegava tarde demais em casa por causa de horas extras, e deduzi isso porque meu pai Também costumava fazer isso. Minha mãe ajeitou a saia e foi pro banheiro. Quando ela se afastou daquele lugar, foi aí que aproveitei pra voltar pro meu quarto. Já dentro, vi ela sair e, como era de se esperar, voltou com outra roupa. Esperei uns minutos antes de bater uma das melhores punhetas da minha vida, bastaram umas poucas batidas pra gozar pra caralho. De manhã, fui conferir de novo o cesto que tava no banheiro, esperando ver a roupa suja da minha mãe, mas, pra minha surpresa, não tinha nada. Achei que ela devia ter escondido em outro lugar.
Desde aquele dia, imaginei que seria testemunha de vários encontros, mas aconteceu algo inesperado. Naquele fim de semana, minha mãe deu a notícia pra mim e minhas irmãs: meu pai tinha ligado pra ela avisando que em três meses voltaria pra morar com a gente.
A partir daquele dia, minha mãe nunca mais saiu à noite e, aos poucos, parou de usar aquelas saias pra sempre.
Por coincidência, naquelas semanas meu pai não tinha mandado dinheiro pra gente continuar a obra da nossa casa nova. Pedimos pros pedreiros darem um tempo até juntarmos grana suficiente pra seguir com os trabalhos. Mas muita da madeira que eles usavam pros andaimes ficou lá. Na hora pensei que seria uma boa ideia usar as tábuas como esconderijo pra espionar minha mãe e o amante dela.
A casa ainda não tinha lâmpadas nem nenhum tipo de iluminação, só a que vinha do quintal, que a gente sempre deixava acesa durante a noite, e a do poste de luz da rua, bem na esquina do nosso terreno.
Uma tarde, sem minha mãe perceber, entrei na casa nova e arrumei várias tábuas num canto, bem na frente de um quarto que tinha andaimes por dentro. Esse seria o esconderijo perfeito porque praticamente não teria como perceberem minha presença — pra isso, teriam que se abaixar e me procurar por baixo. Limpei o chão com cuidado pra tirar qualquer prego usado que pudesse me machucar, e ainda coloquei uns tijolos atrás das tábuas que arrumei pra sentar. Nas laterais, pus uns baldes que usavam pra carregar areia e massa. Agora era só esperar chegar o dia em que minha mãe desse algum sinal de que teria um encontro com o suposto amante.
Passaram muitas noites, quase um mês, e eu... fingia que dormia cedo, esperando que minha mãe saísse de casa à meia-noite, mas isso nunca acontecia. Ela nem ia dormir tão tarde, nem voltava a usar aquela saia preta. Mas finalmente chegou o tão esperado dia, foi numa terça-feira, lembro perfeitamente. Terminei minhas tarefas da escola cedo e tomei banho antes do jantar. Minha mãe estava particularmente gostosa naquela noite, vestia uma saia estampada com desenhos que pareciam uma colagem de jornais, era um modelo estranho, mas destacava bem a cintura e a bunda empinada dela. Também usava uma camiseta regata meio justa que deixava ver um decote leve, mostrando a parte de cima do peito, bem onde se vê aquela linha que separa os dois seios. Lembro que naquele dia ela tinha tido uma reunião escolar no jardim de infância da minha irmã mais nova, e imaginei que o professor devia ter adorado o espetáculo com aquela roupa. Terminamos de jantar e fui pro meu quarto, minhas irmãs estavam vendo TV e minha mãe recolhia a louça. Deu dez horas e fui ao banheiro pela última vez, minha mãe ainda estava sentada na mesa lendo uma revista. "Isso é um sinal", lembrei daquelas noites em que a vi saindo suspeita da casa nova de madrugada, também naquele dia ela esperou eu dormir primeiro, e também estava lendo uma das revistas dela. Depois de pensar na situação, me despedi como se fosse dormir, ouvi quando ela foi ao banheiro e esperei até voltar, ela apagou a luz e fechou a porta. Meu quarto tinha uma janelinha na parede lateral que dava pro outro lado do terreno, eu cabia sem problemas e saí por ali, mas antes arrumei uns travesseiros na cama e coloquei meu cobertor por cima, pra simular que eu tava dormindo. Saí do quarto e fui pra casa nova pelos fundos, pulei pela janela do cômodo que seria meu esconderijo e fiquei esperando escondido num canto. Eu espiada de vez em quando. Pela janela da casa, esperando minha mãe sair. Depois de um tempo, chegou o momento, ouvi passos leves se aproximando, quando olhei para o que seria nossa sala, vi ela chegar com a mesma saia que tinha usado durante o dia. Ela se dirigiu até a janela, se escondendo na sombra, porque a luz do poste iluminava uma parte da área. Sentou-se sobre uma pilha de sacos de cimento e esperou. Consegui sentir o perfume dela, ela tinha se preparado pro encontro, estava com o cabelo solto, coisa estranha porque mesmo tendo ele ainda meio curto, ela sempre usava um coque pra pentear. Não demorei muito pra notar um barulho parecido com o de uma bicicleta, ela espiou pela janela de leve e de repente o cara chegou, pulou pela janela silenciosamente, trocaram algumas palavras bem baixinho, eu não conseguia ouvir direito. Eu sentia que tremia, estava ali, sendo testemunha de algo proibido. Minha mãe, sem esperar mais, abraçou ele e deu um beijo profundo na boca, eu ouvia os estalos de lábios se beijando com fome, ela acariciava as costas dele e ele a pegava pela cintura pra depois descer as mãos até a bunda dela, aquela imagem começou a me excitar pra caralho. O cara puxou ela pro centro da sala, onde tinha uma pilha de tijolos, ele sentou ali enquanto abraçava minha mãe, massageando as nádegas dela. Pra minha sorte, um raio de luz iluminou o rosto da mamãe, eu vi o sorriso safado dela enquanto curtia as carícias que recebia. — Sentiu minha falta? — Sim, já tava com muita vontade. — Vontade de quê? — Do teu pau. — Cê gosta do meu pau, comadre? — Sim. Eu sentia que meu pau ia explodir de tão duro que tava, ouvir aquelas palavras saindo da boca da minha mãe quase me fez gozar na hora. Na sequência, ela começou a desabotoar o cinto dele, abaixou o zíper e puxou o membro pra fora. Eu não via direito aquela ação, mas era óbvio o que tava rolando, ela tinha a cabeça bem entre as pernas do Compadre fazendo sexo oral nela. Minha mãe aproveitou o tempo dela curtindo o serviço, demorou muito chupando ele até que ele a parou. Logo ele pegou ela por trás, ela apoiou as mãos nas paredes e levantou a bunda, ele ergueu a saia dela e supus que puxou a calcinha dela de lado, já que em nenhum momento vi ela tirar a roupa íntima. Naquele momento pude ver o cara com a rola bem dura se ajeitando pra penetrar ela. Ela levantou a cabeça e pude ver as caras de prazer dela pela luz que entrava pela janela, ela tava de olhos fechados e mordendo os lábios. O compadre deu uma enfiada nela fazendo ela soltar um gemido abafado, se segurando pra não gritar, e começou a bombar ela. Minha mãe saboreava com gosto as investidas que o compadre dava nela, os peitões dela balançavam de um lado pro outro e de vez em quando ele enfiava a mão por baixo da blusa dela. Ela gemia de pena a cada orgasmo que teve, foram só dois. No final ele acabou gozando em cima dela, entendi por que deixava toda a roupa dela manchada de porra. — Me limpa senão sua comadre vai perceber — disse ele subindo um dos pés na parede, naquele momento a luz também bateu nele e pude ver claramente como ele espremia o pau que ainda soltava as últimas gotas de porra. Minha mãe imediatamente começou a lamber ele sem cuspir nada. Passou a língua por toda a cabeça recolhendo qualquer resquício de gozo. Ela se levantou, abaixou a saia e sussurrou coisas que não consegui ouvir. Deram mais uns beijos e ele acabou indo embora pulando de novo pela janela. Nem preciso dizer que finalmente descobri quem era o suposto amante da mamãe, era o padrinho da minha irmã mais nova, ele trabalhava num aviário, igual meu pai antes de ir pros Estados Unidos. Nesse aviário eles revezavam turnos, suponho que ele usava de desculpa pra esposa que chegava tarde demais em casa por causa de horas extras, e deduzi isso porque meu pai Também costumava fazer isso. Minha mãe ajeitou a saia e foi pro banheiro. Quando ela se afastou daquele lugar, foi aí que aproveitei pra voltar pro meu quarto. Já dentro, vi ela sair e, como era de se esperar, voltou com outra roupa. Esperei uns minutos antes de bater uma das melhores punhetas da minha vida, bastaram umas poucas batidas pra gozar pra caralho. De manhã, fui conferir de novo o cesto que tava no banheiro, esperando ver a roupa suja da minha mãe, mas, pra minha surpresa, não tinha nada. Achei que ela devia ter escondido em outro lugar.
Desde aquele dia, imaginei que seria testemunha de vários encontros, mas aconteceu algo inesperado. Naquele fim de semana, minha mãe deu a notícia pra mim e minhas irmãs: meu pai tinha ligado pra ela avisando que em três meses voltaria pra morar com a gente.
A partir daquele dia, minha mãe nunca mais saiu à noite e, aos poucos, parou de usar aquelas saias pra sempre.
0 comentários - A infidelidade da minha mãe 2