Já haviam passado duas semanas desde a última vez que vi Fernando quando notei no chat do futebol de quarta que ele ia jogar naquela noite. Ele não é dos que vão sempre, mas costuma aparecer quando falta alguém. Só de ver a confirmação dele, uma corrente elétrica percorreu meu corpo. Eu vinha treinando com os consolos e já tinha conseguido enfiar o maior dentro de mim. Sentia que estava pronto para encontrá-lo de novo.
Aquela noite jogamos em times opostos e mais de uma vez roubei a bola dele quando ele atacava. Pude ver a cara de frustração dele quando terminamos ganhando por 7 a 3. Me aproximei dele e, para provocar, disse: "Como a gente arrebentou o cu de vocês hoje, vamos ter que fazer uma revanche". Ele levou a mão ao volume e disse: "Com essa aqui você vai ter a revanche". Ninguém prestou atenção ao comentário, mas um pequeno volume apareceu na minha calça.
Pra disfarçar, fiquei um tempinho alongando e o Fer fez o mesmo. Quando chegamos no vestiário, todos os chuveiros já estavam ocupados, e ainda tinha um par que já tinha saído e tava se trocando.
Sempre aproveito essas situações pra dar uma olhada disfarçada nos paus dos meus amigos. O Mati tinha acabado e ia colocar a cueca. O pau dele é curto, mas bem grosso, e ele não parece ter vergonha de mostrar. Do lado dele estava o Rodrigo, que tem um pau normal, mas como ele é de corpo pequeno, acaba parecendo bem maior. Adoraria ver ele duro, deve ser um espetáculo se crescer mais. Os próximos a sair foram o Valen e o Lautaro, os dois têm paus mais ou menos, diria que meio pequenos como o meu, mas como eu sou bem alto, o meu contrasta mais e parece ainda menor. Eu ainda estava de roupa. Sempre tiro a cueca um segundo antes de entrar no chuveiro. O Fer, por outro lado, já estava pelado e passeava à vontade pelo vestiário pra todo mundo ver bem o pau dele. Depois saiu o Lucho, que é alto como eu, com corpo definido e um pau nada desprezível. Diferente do Fer, ele não é metido, tem um pau quase do mesmo tamanho que o do Fer e sabe muito bem disso, só que ele sabe que não precisa ficar se exibindo, porque só com a aparência dele já fica claro que ele está bem acima da média em todos os sentidos: bonito, bom físico, inteligente e com grana. Uma vez, numa conversa entre amigos, começamos a falar sobre nossas bundas, zoando, e muitos diziam que a do Lucho era a mais bonita. Mas o Lucho cortou e disse que a bunda preferida dele do grupo era a minha, e muitos falaram que sim, que podia ser, enquanto eu morria de vontade de dizer pra ele que se ele gostava, ela era toda dele, que podia fazer o que quisesse com o meu cu. Ainda não perdi a esperança de retomar essa conversa algum dia.
Chegou a hora da verdade, Fer encarou os chuveiros, e eu tirei a cueca e exibi meus 5cm de pintinho por todo o vestiário até chegar ao chuveiro junto dele. Nos chuveiros ainda estavam Darío (com uma rola muito boa) e Germán, que é o mais zoeiro do grupo. Ele é alto e um pouco gordo, sem chegar a ser obeso. Tem uma rola que, mole, deve ser do tamanho da minha dura, e bem grossa também, mas parece uma rola normal ao lado da do Fernando. Quando nos viu um do lado do outro, ele disse algo tipo "papai rola e seu filhinho piuzinho" e todos caíram na risada. Eu falei algo como "e o que você quer, ele é o anormal, eu sou do montão". E Germán, pra acalmar as coisas, disse "coitado de quem tiver que comer uma ex do Fer, essa buceta já não serve pra mais nada além de ferver a água do macarrão". Todos rimos da piada e depois trocamos algumas palavras até ficarmos sozinhos nos chuveiros.
Assim que ficamos sozinhos, Fer agarrou o pau, descobriu a cabeça, jogou o corpo pra trás e começou a mijar. Meu pau automaticamente ficou duro e eu me aproximei pra ver melhor. Aí Fer virou pro meu lado e eu coloquei a mão pra pegar o jato que saía do pênis dele e sentir o calor do mijo, que contrastava com a água só morna do chuveiro.
Fer - eu disse -. Quer vir em casa? Faz tempo que a gente não se vê.
Olha, tá tudo bem - ela me falou. Não sei se essa é a minha vibe. Tipo, tudo bem, às vezes a gente fica com tesão e são coisas que acontecem, mas eu tô de boa assim.
Aquilo foi um balde de água fria para mim. Meu pau, que estava quase ereto, murchou na hora. Eu tinha passado a semana toda pensando em como seria quando eu tivesse o pau dele de novo nas minhas mãos, mas para ele eu não passava de outro puto reprimido com quem ele podia aliviar a vontade se desse na telha. Além do mais, ele tinha namorada, e ainda por cima costumava trair ela de vez em quando com umas gostosas que sempre ficavam querendo mais do pau dele.
Tudo bem – eu disse. – Relaxa, se rolar, rola.
Realmente me sentia traído, mas ele também devia ter seus motivos. Porém algo estranho tomou conta de mim, da outra vez eu tinha me ajoelhado pra implorar por pau, mas não poderia fazer aquilo de novo, e muito menos no vestiário. O que fiz, em vez disso, foi o seguinte. Comecei a me ensaboar todo o corpo devagar, e quando cheguei nas minhas nádegas virei de costas e comecei a me acariciar descaradamente. Empinava a bunda e tocava com as duas mãos nas bolachas do cu, passava os dedos no meio, e num momento me agachei pra pegar o sabão e continuei me tocando, tudo isso sem nem olhar pra ele uma vez, passando meus dedos pelo ânus, afundando só um pouquinho. Deu pra perceber que ele me olhava calado, sem saber bem o que dizer.
Quando saímos dos chuveiros, comecei a me secar de costas para ele, me abaixava para secar as pernas e deixava minha bunda completamente aberta e exposta na cara dele, já que ele tinha se sentado para se secar. Em um momento, ele se levanta e vai até a parte dos mictórios, como querendo se certificar de que não tinha ninguém, e volta a se sentar. Eu continuava exibindo minhas pernas bem definidas e meu bumbum, quando sinto que com as duas mãos ele me agarra pelo quadril e faz algo que nunca imaginei que pudesse fazer. Ele começa a lamber minha bunda. Não a bunda, diretamente o ânus. Foram só dois segundos e depois ele se levantou e, me apoiando por trás, me disse:
Você é um filho da puta.
Se precisar de uma esquentada pra dar aquela animada, eu te esquentarei.
Hoje não dá, tenho que encontrar a Caro daqui a pouco.
Bom, você quer vir amanhã.
-Não sei - ele me diz-. Entende, não é legal eu transar com um amigo.
Quando estamos sozinhos não somos amigos. Sou sua putinha. Estive treinando com um consolador que comprei. Vou deixar você me comer.
Pude sentir o pau dele duro contra minha bunda. Eu queria que ele me fizesse dele ali mesmo.
Bom, eu vou te falar. Hoje não dá. Sério mesmo, tô falando.
Me afastei um pouco, me abaixei e disse pra ela:
Bom, pelo menos deixa eu limpar seu pau um pouquinho, assim quando a Caro chupar, ela não vai sentir cheiro de cu.
Em seguida, dei umas chupadas no pau dele e comecei a me vestir. A verdade é que de repente eu caí na real sobre a loucura que estava fazendo. Qualquer um poderia entrar no vestiário e me ver chupando o pau do Fer.
Quando cheguei em casa fiz algo pra comer e botei um filme pra ver. Aí lá pelas onze e meia desliguei o filme e bati uma punheta pensando no que tinha acontecido. Logo quando acabo sinto o celular vibrar com uma mensagem. Era o Fer. A mensagem dizia: "posso passar aí na sua casa agora?
Aquela noite jogamos em times opostos e mais de uma vez roubei a bola dele quando ele atacava. Pude ver a cara de frustração dele quando terminamos ganhando por 7 a 3. Me aproximei dele e, para provocar, disse: "Como a gente arrebentou o cu de vocês hoje, vamos ter que fazer uma revanche". Ele levou a mão ao volume e disse: "Com essa aqui você vai ter a revanche". Ninguém prestou atenção ao comentário, mas um pequeno volume apareceu na minha calça.
Pra disfarçar, fiquei um tempinho alongando e o Fer fez o mesmo. Quando chegamos no vestiário, todos os chuveiros já estavam ocupados, e ainda tinha um par que já tinha saído e tava se trocando.
Sempre aproveito essas situações pra dar uma olhada disfarçada nos paus dos meus amigos. O Mati tinha acabado e ia colocar a cueca. O pau dele é curto, mas bem grosso, e ele não parece ter vergonha de mostrar. Do lado dele estava o Rodrigo, que tem um pau normal, mas como ele é de corpo pequeno, acaba parecendo bem maior. Adoraria ver ele duro, deve ser um espetáculo se crescer mais. Os próximos a sair foram o Valen e o Lautaro, os dois têm paus mais ou menos, diria que meio pequenos como o meu, mas como eu sou bem alto, o meu contrasta mais e parece ainda menor. Eu ainda estava de roupa. Sempre tiro a cueca um segundo antes de entrar no chuveiro. O Fer, por outro lado, já estava pelado e passeava à vontade pelo vestiário pra todo mundo ver bem o pau dele. Depois saiu o Lucho, que é alto como eu, com corpo definido e um pau nada desprezível. Diferente do Fer, ele não é metido, tem um pau quase do mesmo tamanho que o do Fer e sabe muito bem disso, só que ele sabe que não precisa ficar se exibindo, porque só com a aparência dele já fica claro que ele está bem acima da média em todos os sentidos: bonito, bom físico, inteligente e com grana. Uma vez, numa conversa entre amigos, começamos a falar sobre nossas bundas, zoando, e muitos diziam que a do Lucho era a mais bonita. Mas o Lucho cortou e disse que a bunda preferida dele do grupo era a minha, e muitos falaram que sim, que podia ser, enquanto eu morria de vontade de dizer pra ele que se ele gostava, ela era toda dele, que podia fazer o que quisesse com o meu cu. Ainda não perdi a esperança de retomar essa conversa algum dia.
Chegou a hora da verdade, Fer encarou os chuveiros, e eu tirei a cueca e exibi meus 5cm de pintinho por todo o vestiário até chegar ao chuveiro junto dele. Nos chuveiros ainda estavam Darío (com uma rola muito boa) e Germán, que é o mais zoeiro do grupo. Ele é alto e um pouco gordo, sem chegar a ser obeso. Tem uma rola que, mole, deve ser do tamanho da minha dura, e bem grossa também, mas parece uma rola normal ao lado da do Fernando. Quando nos viu um do lado do outro, ele disse algo tipo "papai rola e seu filhinho piuzinho" e todos caíram na risada. Eu falei algo como "e o que você quer, ele é o anormal, eu sou do montão". E Germán, pra acalmar as coisas, disse "coitado de quem tiver que comer uma ex do Fer, essa buceta já não serve pra mais nada além de ferver a água do macarrão". Todos rimos da piada e depois trocamos algumas palavras até ficarmos sozinhos nos chuveiros.
Assim que ficamos sozinhos, Fer agarrou o pau, descobriu a cabeça, jogou o corpo pra trás e começou a mijar. Meu pau automaticamente ficou duro e eu me aproximei pra ver melhor. Aí Fer virou pro meu lado e eu coloquei a mão pra pegar o jato que saía do pênis dele e sentir o calor do mijo, que contrastava com a água só morna do chuveiro.
Fer - eu disse -. Quer vir em casa? Faz tempo que a gente não se vê.
Olha, tá tudo bem - ela me falou. Não sei se essa é a minha vibe. Tipo, tudo bem, às vezes a gente fica com tesão e são coisas que acontecem, mas eu tô de boa assim.
Aquilo foi um balde de água fria para mim. Meu pau, que estava quase ereto, murchou na hora. Eu tinha passado a semana toda pensando em como seria quando eu tivesse o pau dele de novo nas minhas mãos, mas para ele eu não passava de outro puto reprimido com quem ele podia aliviar a vontade se desse na telha. Além do mais, ele tinha namorada, e ainda por cima costumava trair ela de vez em quando com umas gostosas que sempre ficavam querendo mais do pau dele.
Tudo bem – eu disse. – Relaxa, se rolar, rola.
Realmente me sentia traído, mas ele também devia ter seus motivos. Porém algo estranho tomou conta de mim, da outra vez eu tinha me ajoelhado pra implorar por pau, mas não poderia fazer aquilo de novo, e muito menos no vestiário. O que fiz, em vez disso, foi o seguinte. Comecei a me ensaboar todo o corpo devagar, e quando cheguei nas minhas nádegas virei de costas e comecei a me acariciar descaradamente. Empinava a bunda e tocava com as duas mãos nas bolachas do cu, passava os dedos no meio, e num momento me agachei pra pegar o sabão e continuei me tocando, tudo isso sem nem olhar pra ele uma vez, passando meus dedos pelo ânus, afundando só um pouquinho. Deu pra perceber que ele me olhava calado, sem saber bem o que dizer.
Quando saímos dos chuveiros, comecei a me secar de costas para ele, me abaixava para secar as pernas e deixava minha bunda completamente aberta e exposta na cara dele, já que ele tinha se sentado para se secar. Em um momento, ele se levanta e vai até a parte dos mictórios, como querendo se certificar de que não tinha ninguém, e volta a se sentar. Eu continuava exibindo minhas pernas bem definidas e meu bumbum, quando sinto que com as duas mãos ele me agarra pelo quadril e faz algo que nunca imaginei que pudesse fazer. Ele começa a lamber minha bunda. Não a bunda, diretamente o ânus. Foram só dois segundos e depois ele se levantou e, me apoiando por trás, me disse:
Você é um filho da puta.
Se precisar de uma esquentada pra dar aquela animada, eu te esquentarei.
Hoje não dá, tenho que encontrar a Caro daqui a pouco.
Bom, você quer vir amanhã.
-Não sei - ele me diz-. Entende, não é legal eu transar com um amigo.
Quando estamos sozinhos não somos amigos. Sou sua putinha. Estive treinando com um consolador que comprei. Vou deixar você me comer.
Pude sentir o pau dele duro contra minha bunda. Eu queria que ele me fizesse dele ali mesmo.
Bom, eu vou te falar. Hoje não dá. Sério mesmo, tô falando.
Me afastei um pouco, me abaixei e disse pra ela:
Bom, pelo menos deixa eu limpar seu pau um pouquinho, assim quando a Caro chupar, ela não vai sentir cheiro de cu.
Em seguida, dei umas chupadas no pau dele e comecei a me vestir. A verdade é que de repente eu caí na real sobre a loucura que estava fazendo. Qualquer um poderia entrar no vestiário e me ver chupando o pau do Fer.
Quando cheguei em casa fiz algo pra comer e botei um filme pra ver. Aí lá pelas onze e meia desliguei o filme e bati uma punheta pensando no que tinha acontecido. Logo quando acabo sinto o celular vibrar com uma mensagem. Era o Fer. A mensagem dizia: "posso passar aí na sua casa agora?
1 comentários - Le hice una paja a mi amigo 6