Superando o Naruto 3 (Boruhina)

Esta história não é minha, achei ela por aí, créditos a quem de direito.Superando o Naruto 3 (Boruhina)
animeCapítulo 3

Uma mão suave deslizava pelo rosto e cabelo dele, bagunçando tudo, acariciava sua bochecha, lenta e ternamente, aos poucos o toque suave passava para o nariz, e principalmente pelos lábios, o mindinho daquela mão passava várias vezes de um lado para o outro nos lábios dele, a mão suave não parava, aos poucos descia mais, tocando cada parte do pescoço, apalpando os peitorais e o abdômen. Os olhos dele se abriram devagar, já não sentia mais a mão descendo pelo corpo, mas o nariz começou a se encher com um aroma suave que lhe era familiar. Quando os olhos se acostumaram com a luz, Boruto viu a mãe sentada na frente dele, a luz do sol quase fazia brilhar o rosto angelical dela, que inspirou uma profunda tranquilidade no garoto.

— Bom dia, dorminhoco — disse Hinata dando um tapinha suave na bochecha dele.

— Oi, mãe. Ahh, que horas são? — perguntou Boruto enquanto se sentava na cama e esticava os braços.

Hinata se levantou da cama, pegando as roupas sujas do filho para lavar, e se sentindo meio irritada ao ver que ele nunca recolhia a bagunça, não importava o que ela dissesse.

— Ahh, Boruto, você me disse que seria mais organizado, olha essa pocilga, roupa suja pra todo lado, você precisa mudar, Boru, isso vai te trazer problemas no futuro.

— Claro, mãe, o que você disser — disse Boruto.

O garoto mal conseguiu prestar atenção nas palavras de Hinata, enquanto babava, olhando para o shortinho branco curto que apertava tão bem a bunda deliciosa da mãe dele.

*Tão cedo e já tá me provocando*, pensou o garoto, morrendo de vontade de agarrar a bunda de Hinata por trás, tirar o short, rasgar o moletom amarelo que ela usava, e foder ela que nem um animal.

Boruto se levantou da cama dando um longo suspiro, e saindo do quarto em direção à cozinha para tomar café.

— Ahhhhhhhhhhhhhhh, e a Himawari? — perguntou Boruto enquanto saía do quarto.

— Sua irmã é um monstro imparável — disse Hinata com cansaço — Ahhhhh, ela saiu cedo pra encontrar umas amigas no parque — continuou Hinata depois de um Longo suspiro. O café da manhã já estava na mesa, Boruto não demorou pra comer e depois foi tomar banho e aliviar o "amigo". Enquanto isso, Hinata levava a roupa do Boruto pra lavar e, quando jogava na máquina, notou uma das cuecas dele, especialmente cheirosa. A mulher pegou antes que caísse na água, quase por reflexo. Hinata parou a rotina de lavagem pra levar a cueca do filho ao rosto enquanto, com a mão esquerda, se tocava. Hinata se apoiou na parede, se contorcendo de tesão. O aroma forte, mas doce, que emanava da cueca do filho tinha acabado de esquentar ela, depois que de manhã, ao entrar no quarto do garoto, se excitou tanto ao ver a bagunça doida que ele dormia, espalhado pela cama toda, com o cabelo meio comprido no rosto e na cama, ainda mantendo aquela aparência jovem, gostosa e relaxada que tanto a fazia tremer, e não conseguiu evitar de tocar e apalpar o corpo do Boruto. Enquanto Hinata lembrava do Boruto daquela manhã, bagunçado e lindo ao mesmo tempo, ouviu um som característico vindo do banheiro. Assim como no quarto do Boruto, o garoto tinha interrompido ela no melhor momento. Hinata ouviu o chuveiro do primeiro andar funcionando, o que a parou de repente, criando uma ideia errada na cabeça dela. Só seria dessa vez, não é tão ruim assim... Não, mas o que eu tô pensando? É meu filho, isso é muito errado, pensou Hinata, indecisa e bem excitada, andando em direção ao banheiro. Mas, por outro lado, é meu filho, e ver um filho nu é normal pra uma mãe. Sim, é verdade, é normal, não tem nada de errado nisso, disse Hinata pra si mesma, tentando se convencer. Boruto, por sua vez, já tinha se masturbado à vontade. Hoje ele se sentia especialmente relaxado, não tinha nada pra fazer mesmo, então passaria o dia jogando videogame, pensou. De repente, enquanto saía do chuveiro, a porta do banheiro se abriu de repente. Era Hinata, que parecia ter entrado por engano e sem perceber. conta de que Boruto estava lá. HAAAH! Boruto, não sabia que você estava aqui — disse Hinata virando o rosto para o lado, mas olhando de soslaio para o filho nu, e principalmente para o pauzão dele que já tinha endurecido assim que ela entrou. MÃE! Cê não ouviu o chuveiro?! — perguntou Boruto irritado. Des... desculpa, Boru, não ouvi, haha, devia estar distraída com alguma coisa — respondeu Hinata, mais focada no que via do que no que dizia. Não importa, só sai daqui, mãe. Mãe? Hinata não respondia aos gritos de Boruto, e o garoto já tava perdendo a paciência. MÃE! SAI LOGO, PORRA! — berrou Boruto, olhando com muita raiva pra mãe, que parecia hipnotizada. Ah, sim, desculpa, Boru, eu não queria... — disse Hinata, ainda sem ouvir direito o filho. SAI DE UMA VEZ, SUA VADIA! — gritou Boruto, dessa vez fazendo Hinata reagir. Hinata viu a cara de raiva e nojo do filho, um olhar que fez ela se sentir suja. Por um momento, ela tinha esquecido de tudo, mas aquele rosto irritado fez o remorso dominar ela rapidamente. Hinata, se sentindo um lixo, tapou o rosto cheio de lágrimas e, tentando pedir desculpas, saiu correndo do banheiro. Me perdoa, Boru — conseguiu articular Hinata antes de sair correndo. Hinata sentou num dos sofás da sala, enquanto as lágrimas escorriam dos olhos dela igual uma cachoeira ao lembrar da cara de desaprovação de Boruto e da raiva que sentiu vindo dele. Com certeza ele percebeu que fiquei olhando pra ele, droga, como posso ser tão doente? Se ao menos pudesse apagar o que aconteceu... Por quê? É seu filho, Hinata, pelo amor de Deus, como você pode ser uma mãe tão horrível? Que tipo de mãe pensa assim? E enquanto pensamentos assim passavam pela cabeça dela, Boruto saiu na sala já seco e com uma toalha na cintura. Hinata notou o loiro, com o olhar ainda irritado, andando firme na direção dela. Bo... Boru, posso explicar, eu não queria, juro que não foi minha intenção — gaguejou Hinata enquanto o garoto caminhava com raiva até ela. Boruto parou Na frente dela e com bastante força, de repente agarrou os pulsos dela. A cintura dela ficou na altura do rosto de Hinata, que, ainda indignada consigo mesma, não conseguiu evitar ficar excitada ao ver o abdômen levemente definido, mas magro, do filho, com algumas gotas de água escorrendo devagar pelos gominhos da barriga dele até a borda apertada daquela toalha. Com pânico no rosto, Hinata não conseguiu controlar a mente, mesmo naquela situação. — Mamãe! Olha pra mim — disse Boruto, segurando os pulsos dela com força. Hinata olhou nos olhos de Boruto com as bochechas vermelhas, o rosto pálido e algumas lágrimas escorrendo pela face. Boruto tinha um olhar de raiva, mas havia algo diferente nele, algo que Hinata notou, mas não soube o que era. — Boru, me... me perdoa, eu não... — disse Hinata, gaguejando, e foi interrompida pelos lábios finos e avermelhados do filho. Pegando a mãe de surpresa, Boruto, segurando os pulsos dela com força, interrompeu os gaguejos de Hinata colocando suave, mas rapidamente, os lábios dele sobre os dela, dando um dos tantos beijos inocentes que Hanabi tanto roubava dela, mas havia algo diferente naquele. O êxtase que percorria o corpo dela era prova disso. Hinata sentiu de repente os lábios do filho nos seus, macios como neve e tão hilários quanto o cheiro daquela cueca pela manhã. Aos poucos, sentia a língua de Boruto se movendo lentamente entre os dentes dela, procurando uma pequena e deliciosa abertura na boca dela, tentando penetrar a boca dela. E, embora ela negasse entrada no começo, com o passar dos segundos, cada vez mais dominada pelo loiro, a boca de Hinata foi se abrindo devagar até que a língua do garoto pudesse explorar à vontade cada um dos cantos úmidos, macios e babados da boca da mãe, enquanto ela ainda saboreava um pouco de ramen do café da manhã de Boruto. As línguas deles se torceram e se entrelaçaram mutuamente, enquanto Hinata colocava cada vez menos resistência. Boruto, tão suave quanto abruptamente tinha beijado a Sua mãe, assim mesmo se separou dela, desenrolando a língua da dela, num ato lento, lascivo e obsceno, que Hinata compartilhou e olhou quase em êxtase, com uma fina linha escorrendo das duas bocas, que se rompeu quando o garoto se endireitou. "Você é uma sádica", disse Boruto sorrindo, ruborizado, mas desafiador e com um toque de raiva ainda no rosto. Hinata conseguiu recuperar um pouco do fôlego e da consciência ao separar a boca da de Boruto, e ainda exaltada, tentou parar o filho. "Boru… Boruto, o que você está fazendo? Isso… Você não pode fazer isso", disse Hinata tentando retomar a compostura e o tom de bronca que usava ao enfrentar o filho. "Hahaha, que malvada você é, mãe", respondeu o loiro soltando uma gargalhada e franzindo a testa, apertando com mais força os pulsos de Hinata. "Do… do que você está falando?" respondeu Hinata ainda tentando se acalmar e meio desconcertada. Boruto aproximou o rosto desafiador e irritado de novo na frente da mãe, enquanto apertava ainda mais os pulsos dela, com uma raiva clara. "Para de fingir, mãe. Não consigo nem tomar banho em paz, não consigo ficar nessa casa sem aguentar suas tetas enormes na minha cara, ou essa bunda perfeita, redonda, gostosa e apertada, que me provoca toda vez que você se vira", disse Boruto soltando os pulsos de Hinata, enquanto de repente, muito agressivamente, agarrou as tetas da mãe, apertando-as com as mãos cheias. Hinata estremeceu com o toque brusco do filho, pôde sentir a raiva violenta de Boruto apertando e apalpando os peitos dela, sem piedade, enquanto ela só conseguia gemer e tentar negar com a boca. "HAAAH! Boruto, isso não, você não pode HAAAAAAAH" Boruto sorriu com uma careta maliciosa e zombeteira. "Não posso? Mãe, por que você não me conta como é que você se masturba?" disse o loiro aproximando o rosto do de Hinata, e rasgando o moletom dela à força. Hinata quase desmaiou ao ouvir isso, só de pensar na ideia de Boruto saber de uma coisa dessas, foi algo que a impactou fortemente. "Eu… eu não… Como é que é...?" Disse Hinata em choque. "Que previsível você é, mamãe. Você fez de propósito, não foi?" Perguntou Boruto com o rosto colado no da mãe e um sorriso sádico. "Do... do que você está falando?" Perguntou Hinata, nervosa e confusa. Boruto pegou o sutiã roxo e transparente da mãe e, com um puxão, puxou-o para baixo, soltando os peitões enormes da mãe. Olhando fixamente para Hinata, ele baixou a cabeça até os peitos enormes dela, para se afogar nas tetas grandes e deliciosas de Hinata, que estava excitada demais para se defender das mãos fortes, bruscas e pequenas do filho irritado, cada vez mais ousadas e violentas. "Mamãe, não se faça de sonsa. Você entrou para me ver pelado no banheiro, não foi?" Perguntou Boruto enquanto chupava um dos mamilos de Hinata. Hinata negou as afirmações do filho, gemendo de prazer, com Boruto chupando seus seios. "HAAAAAAH! Não, eu não faria... HaaaaaaaaaaaaaaaaaH... isso nunca!" Negou Hinata. Boruto olhou para Hinata com um sorriso torto e, em seguida, mordiscou com força o mamilo direito da mãe, sorrindo ao ver a reação dolorida, mas excitante, dela. Hinata estremeceu de repente e soltou um gemido alto depois que Boruto mordeu com força seu mamilo direito. "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... Mamãe, para de mentir. É impossível que você não tenha ouvido o chuveiro." Disse o loiro, voltando a olhar fixamente para a mãe, de seus peitos para os dentes no mamilo dela. Com uma expressão desesperada, prestes a gozar com o filho em seus peitos, Hinata tentava balbuciar entrecortada pelos gemidos que escapavam sem controle da boca dela cada vez que Boruto apalpava seus seios com violência, e principalmente quando mordia seus mamilos sem piedade alguma. "Per... per... Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... me perdoa... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... sim, eu... aaaaaaaah... queria te ver... ahaaa... pelado... ahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa..." As coxas dela tremiam como duas varas ao vento, a pele dela arrepiada. Completamente, com o olhar perdido e os braços sem forças, Hinata finalmente gozou com o tratamento sádico que Boruto deu nos peitos dela. Boruto beijou a mãe de novo, dessa vez sem resistência alguma, esfregando a língua na de Hinata. Dessa vez, Hinata colocou a língua na boca de Boruto devagar, tocando os dentes dele, passeando por cada cantinho da boca, trocando saliva de forma apaixonada enquanto Boruto descia as mãos até a bunda que já tinha lhe causado tantas ereções. Depois de um tempo trocando saliva, Boruto afastou a boca e olhou nos olhos de Hinata, se separou dela e ficou de pé na frente dela. Mãe, hoje é seu aniversário, né? Perguntou Boruto sorrindo, com a pélvis levemente arqueada na direção de Hinata. Hinata respirou fundo, enquanto tentava retomar um pouco o controle de si mesma e entender o que estava rolando. Ahhhhhhh, o quê? Perguntou Hinata, ainda desnorteada. Se hoje é seu aniversário, mãe? Repetiu Boruto, sem tirar aquele sorriso cínico e desafiador do rosto. Sim, Boru, hoje é meu aniversário, mas... mas a gente já comemorou no Natal, Boru, respondeu Hinata, enquanto olhava para a cintura fina do filho, ainda coberta pela toalha. A ponta ereta do pau de Boruto quase roçava o nariz dela; ela podia sentir aquele cheiro agridoce que enlouquecia seus sentidos cada vez mais fundo, cada vez mais desejosa. Sim, mãe, eu sei, mas... eu não te dei nada no Natal, disse Boruto, arqueando um pouco mais a cintura. Hinata levantou as costas do sofá e colou o rosto na toalha do loiro, enquanto colocava as mãos em volta da bunda de Boruto. Então... disse Hinata, erguendo o olhar para o filho, esse é meu presente? Perguntou sorrindo de um jeito que Boruto nunca tinha visto na mãe. Haha, mãe, não engula o presente antes de desembrulhar, disse Boruto, debochando. Hinata estava sobre o pau do filho, ainda coberto pela toalha, com o rosto imerso naquele monstro de quase oito polegadas, e tomada pelo cheiro agridoce, só conseguia desejar ele cada vez mais. Mais, enquanto apertava com força as nádegas do filho, que tantas vezes tinha olhado de soslaio e com uma culpa cheia de desejo. Haha, mamãe, que gostosa, disse Boruto ao sentir as mãos pequenas, mas firmes, da mãe apertando com força sua bunda. Hinata abriu a boca e, mordendo a toalha, puxou ela com um pouco de força; Boruto a segurou firme para evitar que ela caísse. — Boruto! — disse Hinata de repente, com voz de bronca, ainda puxando a toalha. — Haha, tá bem, mamãe, só tava brincando — disse o loiro, soltando a toalha com um olhar inocente. Hinata, quase de uma bocada só, enfiou a ponta da rola do filho assim que a toalha caiu; nunca tinha visto um pau daquele tamanho na vida, embora só pudesse comparar com o de Naruto, que mal era metade do do filho. Com uma vontade quase bestial, começou a esfregar a glande de Boruto com a ponta dos dentes, suavemente, uma e outra vez. Hinata roçou a ponta da rola do filho enquanto ele gemia e se contorcia de prazer. — Ahhhhhhhhhhh, mamãe, isso é haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, Deus, como você é boa, haaaaaaaaaaaah. Boruto mal conseguia pensar ao ver a mãe ajoelhada na frente dele, como uma besta faminta devorando a rola dele; a sensação dos dentes da mãe roçando a glande dele uma e outra vez não deixou muitas opções, a não ser gozar na cara toda de Hinata. — Mamãe, desculpa, não consegui avisar a tempo — disse Boruto, meio nervoso. Hinata passou as mãos lentamente pelo rosto, lambendo-as completamente, e esfregando o semen do Boruto pelo resto da cara. — Não se preocupa, Boru, só coloca dentro da minha boca da próxima vez — disse Hinata com um tom suave e carinhoso. Só de ver Hinata lambendo o semen dele, o pau do loiro subiu rapidamente. — Haha, desculpa, mamãe — disse Boruto, colocando as mãos na nuca dela e sorrindo relaxado, enquanto inclinava a pélvis em direção à mãe, esfregando a rola grande na cara dela. Hinata, sem dizer uma palavra, engoliu um pouco mais da metade da rola de Boruto, enquanto levantava a Olhando fixamente, ela engolia o pau do filho repetidas vezes, até onde sua boca permitia. Boruto não conseguiu mais se segurar com as investidas da mãe, pegou a cabeça de Hinata e forçou o pênis inteiro para dentro da pobre Hinata, que mal conseguia respirar. Boruto segurou firme a cabeça de Hinata contra sua pélvis, mesmo com ela quase sufocada. Hinata, engasgada, com os olhos saltando das órbitas e completamente dominada por um prazer que nunca tinha sentido, sentiu a gozada monumental do filho que encheu sua boca e cobriu seu rosto e roupa de porra novamente. Boruto não soltou a cabeça da mãe até ter gozado abundantemente, entupindo a garganta de Hinata e lambuzando seu rosto e roupa de esperma. "Mamãe, você fica tão gostosa assim", disse Boruto com o pau duro de novo, olhando para Hinata com ansiedade, como um cachorro abrindo um passarinho indefeso. Hinata olhou de volta meio irritada, incomodada com a provocação. Enquanto isso, Himawari tocou a campainha, o que imediatamente estragou o clima. Boruto correu para o quarto na hora, e Hinata tentou limpar a porra do rosto e da roupa. A porta estava aberta, o que Himawari notou rapidamente. Hinata, ainda coberta de esperma, viu a filha mais nova na sua frente. "Oi... oi, Himawari, como foi?" perguntou Hinata, tentando disfarçar a calma. "Mal", respondeu a menina, fazendo uma careta de irritação. "Ninguém foi ao parque, amigas mentirosas, um bando de falsas", murmurou a garota, frustrada. "Haha, é, Himawari, às vezes as pessoas quebram promessas, é normal", respondeu Hinata, tentando levar na esportiva enquanto limpava o rosto. "O que é isso na sua cara, mamãe? Tem um cheiro estranho", disse a menina, cheirando curiosa. Hinata ficou meio nervosa, as pernas começaram a tremer e o suor já era visível, mas mesmo assim respondeu rápido: "Haha, não é nada estranho não, seu irmão me encharcou de porra azeda quando caiu com uma garrafa na mão", respondeu Hinata, tentando manter o sorriso característico. "Mmmmm, tá bom, mamãe. Mais tarde vou ver a Sarada, acho. Respondo pra menina desanimada, enquanto ela caminha pro quarto dela, junto com a preocupação da Hinata, e dando uma paz momentânea pra casa dos Uzumaki.

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