Embora eu curtisse muito o sexo com ele, sempre ficava com gosto de quero mais, mesmo ele dando o máximo de energia e até mais. Os brinquedos sexuais eram um consolo em parte, mas meu temperamento superava todo o esforço que eu fazia pra domá-lo.
É aí que entra em cena o nosso "sodero", um rapaz de uns 24 anos chamado Manuel, meio gordinho, altura mediana, mas muito simpático e agradável no trato. A gente conversava bastante e ele me confessou que a esposa jovem dele tinha um problema hormonal e estava em tratamento médico há uns 4 ou 5 meses, com proibição de ter relações sexuais. O Manuel nos visitava 2 dias por semana, num horário depois do almoço. Esse garoto tinha uma grande responsabilidade no trabalho, mas a abstinência sexual dele tinha virado minha obsessão, e eu me sentia com os trunfos necessários para ajudar nessa carência, então transformei ele no meu alvo principal. Quando comecei a assediar ele, ele não conseguia se ligar nas minhas insinuações, que primeiro eram verbais e depois acompanhadas pelas minhas roupas cada vez mais ousadas. Meu marido às vezes vinha almoçar e depois deitava pra dormir um par de horas pra continuar o trabalho à tarde, e outras vezes avisava que ia ficar direto no serviço, onde ele ia de carro da empresa, sempre deixando o carro na garagem. Isso me permitia atender nosso sodero sozinha e soltar minha audácia sem muita vergonha. Minhas calças foram ficando cada vez mais justas e depois substituídas por saias cada vez mais curtinhas. Sempre fazia o Manuel entrar na garagem pra deixar os sifões de soda no chão, e eu os recolhia de costas, mostrando minha bunda meio sem querer, só coberta pelas minhas pequenas tanguinhas, pra ele ficar babando. Ele ficava nervoso e hesitante, mas sempre se safava com alguma conversa sobre trabalho. Finalmente, depois de umas 3 ou 4 semanas de assédio, chegou o dia "D". Eu tinha vestido uma saia amarela que mal cobria as minhas nádegas, uma blusa sem sutiã e uma tanguinha minúscula. Quando me abaixei pra pegar os sifões, notei que ele deu dois passos e parou atrás de mim. Eu vi os sapatos dele quase tocando os meus e recuei. um pouquinho até encostar minha bunda no pacote dele, que tava duro igual pedra. Manuel ficou parado, eu me levantei colada no volume dele e virei a cabeça com um sorriso. Aí ele finalmente me pegou pela cintura, me dando o sinal que eu tanto esperava. Na hora ele me soltou e falou –desculpa, senhora, não foi minha intenção te tocar. Mas eu peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos, enquanto comecei a rebolar a bunda encostada no volume dele. Ele começou a acariciar minhas tetas, o romance tinha começado. Em um minuto tirei a camiseta e desabotoei a calça dele pra pegar o pau dele, totalmente duro. A gente começou a se beijar e meu tesão não demorou a tomar conta da minha pele, da cabeça aos pés. Abri a porta de trás do carro, um Peugeot grandão, e empurrei ele fazendo ele cair no banco de costas. Ali chupei ele com devoção. O menino humilde carregava uma matraca de uns 18 cm e bem grossa. Enquanto ele se masturbava e eu chupava tentando engolir tudo, desesperada ele apalpava meu clitóris, me fazendo gozar umas duas vezes antes. Depois fiz ele levantar do banco e subi de quatro, deixando minha raba na beirada da porta, à disposição dele. Que maravilha sentir aquela penetração enorme na minha buceta sedenta e ensopada de lubrificação. Até hoje eu me masturbo com a lembrança viva daquele momento. Depois de mais dois orgasmos febris, pedi pra ele tirar e meter no meu cu, e Manuel obedeceu sem demora. Que prazer sentir aquela cabeçona entrando e depois o resto daquele pau espetacular, que eu senti inteiro até bater com os ovos na minha bunda. Com a fricção que eu dava no meu clitóris com a mão, continuei gozando mais duas ou três vezes até sentir o gozo quente dele batendo no fundo do meu reto. Que prazer... que delícia... Que satisfação ter conseguido meu objetivo e saber que naquele dia começava uma nova fase na minha vida... pra alimentar minha Vício em infidelidade. Assim que o Manuel foi embora, me deitei na minha cama pra curtir a saída do sêmen do meu cu e, pegando ele com meus dedos, fui bebendo até a última gota, com a felicidade de quem ganha um troféu.
Duas vezes por semana a gente soltava a guerra do sexo na garagem, encostados no carro ou dentro dele, às vezes até enquanto meu marido tirava o cochilo. Outras vezes, quando eu tava sozinha, a gente ia pra cama, mas sempre no estilo expresso.
É aí que entra em cena o nosso "sodero", um rapaz de uns 24 anos chamado Manuel, meio gordinho, altura mediana, mas muito simpático e agradável no trato. A gente conversava bastante e ele me confessou que a esposa jovem dele tinha um problema hormonal e estava em tratamento médico há uns 4 ou 5 meses, com proibição de ter relações sexuais. O Manuel nos visitava 2 dias por semana, num horário depois do almoço. Esse garoto tinha uma grande responsabilidade no trabalho, mas a abstinência sexual dele tinha virado minha obsessão, e eu me sentia com os trunfos necessários para ajudar nessa carência, então transformei ele no meu alvo principal. Quando comecei a assediar ele, ele não conseguia se ligar nas minhas insinuações, que primeiro eram verbais e depois acompanhadas pelas minhas roupas cada vez mais ousadas. Meu marido às vezes vinha almoçar e depois deitava pra dormir um par de horas pra continuar o trabalho à tarde, e outras vezes avisava que ia ficar direto no serviço, onde ele ia de carro da empresa, sempre deixando o carro na garagem. Isso me permitia atender nosso sodero sozinha e soltar minha audácia sem muita vergonha. Minhas calças foram ficando cada vez mais justas e depois substituídas por saias cada vez mais curtinhas. Sempre fazia o Manuel entrar na garagem pra deixar os sifões de soda no chão, e eu os recolhia de costas, mostrando minha bunda meio sem querer, só coberta pelas minhas pequenas tanguinhas, pra ele ficar babando. Ele ficava nervoso e hesitante, mas sempre se safava com alguma conversa sobre trabalho. Finalmente, depois de umas 3 ou 4 semanas de assédio, chegou o dia "D". Eu tinha vestido uma saia amarela que mal cobria as minhas nádegas, uma blusa sem sutiã e uma tanguinha minúscula. Quando me abaixei pra pegar os sifões, notei que ele deu dois passos e parou atrás de mim. Eu vi os sapatos dele quase tocando os meus e recuei. um pouquinho até encostar minha bunda no pacote dele, que tava duro igual pedra. Manuel ficou parado, eu me levantei colada no volume dele e virei a cabeça com um sorriso. Aí ele finalmente me pegou pela cintura, me dando o sinal que eu tanto esperava. Na hora ele me soltou e falou –desculpa, senhora, não foi minha intenção te tocar. Mas eu peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos, enquanto comecei a rebolar a bunda encostada no volume dele. Ele começou a acariciar minhas tetas, o romance tinha começado. Em um minuto tirei a camiseta e desabotoei a calça dele pra pegar o pau dele, totalmente duro. A gente começou a se beijar e meu tesão não demorou a tomar conta da minha pele, da cabeça aos pés. Abri a porta de trás do carro, um Peugeot grandão, e empurrei ele fazendo ele cair no banco de costas. Ali chupei ele com devoção. O menino humilde carregava uma matraca de uns 18 cm e bem grossa. Enquanto ele se masturbava e eu chupava tentando engolir tudo, desesperada ele apalpava meu clitóris, me fazendo gozar umas duas vezes antes. Depois fiz ele levantar do banco e subi de quatro, deixando minha raba na beirada da porta, à disposição dele. Que maravilha sentir aquela penetração enorme na minha buceta sedenta e ensopada de lubrificação. Até hoje eu me masturbo com a lembrança viva daquele momento. Depois de mais dois orgasmos febris, pedi pra ele tirar e meter no meu cu, e Manuel obedeceu sem demora. Que prazer sentir aquela cabeçona entrando e depois o resto daquele pau espetacular, que eu senti inteiro até bater com os ovos na minha bunda. Com a fricção que eu dava no meu clitóris com a mão, continuei gozando mais duas ou três vezes até sentir o gozo quente dele batendo no fundo do meu reto. Que prazer... que delícia... Que satisfação ter conseguido meu objetivo e saber que naquele dia começava uma nova fase na minha vida... pra alimentar minha Vício em infidelidade. Assim que o Manuel foi embora, me deitei na minha cama pra curtir a saída do sêmen do meu cu e, pegando ele com meus dedos, fui bebendo até a última gota, com a felicidade de quem ganha um troféu.
Duas vezes por semana a gente soltava a guerra do sexo na garagem, encostados no carro ou dentro dele, às vezes até enquanto meu marido tirava o cochilo. Outras vezes, quando eu tava sozinha, a gente ia pra cama, mas sempre no estilo expresso.
2 comentários - Sou gostosa sendo descoberta