UM TRIO E ATÉ NO CU E os dois começaram a se mexer com tudo, me fazendo ter mil e um orgasmos, até que de repente, Julián gozou no meu cu, me enchendo de porra. Ele parou e enquanto eu cavalgava o Marcelo, ele colocou o pau na minha boca pra eu chupar, coisa que fiz e limpei ele por completo. Quando terminei, senti o Marcelo me enchendo a buceta de porra, me provocando outro orgasmo bestial. Gozei e também chupei o pau dele, deixando impecável. Com o Walter, meu marido há 5 anos, temos uma boa vida, os dois com bons empregos, uma casa linda e por enquanto, não planejamos ter filhos. Eu tenho 25 anos, e o Walter, até acontecer o que vou contar, era o único com quem tinha estado. Sou gostosa, tenho um corpo muito bom, e adorava aproveitar isso com ele. Na cama, a gente não se limitava, sexo oral, vaginal, anal, fodas de boca. Ele, como descobriria depois, tem um pau normal, uns 15 cm. Uma noite, depois do sexo, a gente via um vídeo pornô, onde uma gostosa tava com dois caras, com uns paus grandes… grossos… e comiam ela por todos os lados. Quando ele me perguntou se eu gostaria de fazer algo assim, falei que não… mas menti… e tava completamente molhada. Eu trabalho numa imobiliária que lida com propriedades de alto valor, mansões, coberturas, chácaras de alto nível, na zona norte de Buenos Aires. Uma manhã, ligam por uma mansão em Tigre. Uma propriedade de três milhões de dólares. Era um homem que eu calculava pela voz ter uns 40 anos. Combinamos que na manhã seguinte a gente se encontraria e eu mostraria pra ele. Ele me disse o nome, Julián, e deixou claro umas duas vezes que iria com a mulher. Eu esperei eles na porta e vi que chegaram num carro alemão de altíssima gama. Do carro desceu ele, uns 45 anos, muito elegante, atraente por sinal, e uma mulher de uns 30 anos. A mulher era realmente nojenta, evidentemente uma novinha gostosa… Num momento, eu mostrava a garagem pra ele e ele me disse: -Sônia, desculpa os modos da minha Mulher… ela fica assim quando sente que outra mulher… cê me entende. — Sem problema. Falei. Finalmente compraram a casa, na negociação a gente ficou mais à vontade e ele me recomendou pra uns amigos. Quando eu fazia, sempre me avisava por telefone. Um dia me ligou e falou: — Sônia, a gente precisa com um amigo dos seus serviços como vendedora, mas… com muita discrição… — Entendo, Julião, como cê quer fazer? — Se você topa, te espero amanhã na minha empresa, e a gente conversa. No dia seguinte fui na empresa e já me mandaram entrar no escritório dele. Tava com outro cara, muito bonito, muito elegante e com um sorrisão. — Sônia, te apresento o Marcelo, meu amigo. — Prazer, Marcelo. Falei e ele apertou minha mão, mas se aproximou e me deu um beijo na bochecha, o que me surpreendeu. — Sônia, eu e o Marcelo queremos fazer um investimento, através de uma sociedade, e como te falei, a gente precisa de muita, muita discrição… — Julião, sem problema, não é o primeiro cliente que me pede discrição e pelo público que a gente atende é um requisito essencial. Me contem. — Eu e o Julião viajamos muito… pelo menos duas ou três vezes por mês… e a gente precisa de um lugar pra viajar. Disse o Marcelo. — Trabalho com imóveis, não em agência de viagem. Falei sorrindo. — Fala tranquilo com a Sônia. Sônia, a gente precisa de um lugar pra ter reuniões privadas… um lugar, digamos… — Um puteiro, no português antigo. Falei e eles riram. — E que também sirva pra isso. Disse o Marcelo. — Apartamento, casa, sítio, chácara, ilha? Perguntei. — Um sítio… com bastante terreno… pelo menos quatro quartos, dependências, garagens, piscina. Disse o Julião. — Acho que tenho um, me deixem ver. Falei e procurei no meu notebook. — Muito bonito, gostei. Disse o Marcelo. — Algo assim… falou o Julião… — Se quiserem e tiverem tempo, posso passar pra pegar as chaves no escritório e a gente vê. Falei. — Não… hoje impossível. Amanhã? Me perguntou o Marcelo. — Depois do meio-dia, tenho um compromisso de manhã. No dia seguinte, às 14h, a gente se Nos encontramos num posto de gasolina e fomos. Eu no meu carro e eles, no do Julián. — Tô gostando muito… — disse o Julián. — É… dá pra passar uns bons momentos aqui, fazer umas festas boas… — disse o Marcelo, olhando pro Julián. — Pode crer. — Espero que, se fizerem uma festa de inauguração, me convidem. — falei, toda inocente. — Tá falando sério? — perguntou o Julián, me encarando. De repente, me senti excitada… — Não… nunca fui em festas como as que vocês tão falando, pelo que eu imagino. — Então… você não sabe se vai gostar… podem ser com muita gente, grupos pequenos, dois casais ou… — disse o Marcelo. — Se a gente achar o que procura, temos que comemorar a compra e você, a venda. — falou o Julián, me encarando de novo. Três semanas depois, eles tinham comprado o sítio e o Julián me ligou… — Amanhã, a gente comemora no sítio, você é a única convidada. — Ehh… comemorar? — perguntei. — O Marcelo, você e eu. A menos que você queira chamar outra mina… Naquela hora, minha mente ficou completamente nublada… nunca tinha ficado com dois caras, com outra mulher, com ninguém além do meu marido. — Julián, isso não é papo pra telefone… — falei, sem dar um não. — Entendo. Vem no meu escritório que a gente conversa numa boa. Fui e ele tava me esperando. — Você vai rir de mim. — falei. — Por que eu faria isso? — Porque o único homem com quem já estive é meu marido. E, mesmo tendo vontade de ir amanhã… me sinto uma idiota… acho que as minas que vocês levam pras festas têm muito mais experiência. — E é… Por isso que sugeri ficar só com o Marcelo e comigo. — Mesmo assim… O Julián levantou da cadeira dele e sentou do meu lado. Sem falar nada, me abraçou e me deu um beijo de lascar, e depois começou a beijar meu pescoço, e uma das mãos dele desabotoou minha camisa pra começar a acariciar meus peitos. Eu já tava excitada, pela reunião, pela conversa, pela ideia do a três e sentir a mão dele me deixou a mil… Não parava de me beijar e me acariciar, até que começou a chupar meus peitos, puxando meu sutiã pra baixo, e a mão dele foi pra minha buceta. palavra: buceta enfiando a mão por baixo da minha saia. Eu gemia e curtia o ataque dele. De repente, ele pegou uma das minhas mãos e levou até o pau dele. Era… grande, grosso… fez a gente levantar e em segundos eu estava com a saia na cintura, os peitos de fora e, sem ele falar nada, me ajoelhei pra chupar. Quando vi, me surpreendi e fiquei ainda mais excitada. Era muita diferença do pau do meu marido e mal cabia na minha boca. Fiquei chupando um tempão até que ele me sentou na mesa do escritório dele e começou a meter. Eu estava tão molhada que entrava quase com facilidade. Ele me deu uma fodida memorável, como nunca tinha tido. Era infernal como entrava e saía da minha palavra: buceta, como apertava meus peitos e me beijava. Nunca tive tantos orgasmos e ele gozou dentro da minha palavra: buceta. Tive que apoiar a boca no ombro dele pra abafar meu grito de prazer quando senti ele gozar. — Nossa, que mulher gostosa pra foder que você é. — Ele falou no meu ouvido. — E você, um animal me fodendo. Arrumei minha roupa e combinamos que no dia seguinte a gente se encontraria no sítio às 14h. No dia seguinte, não fui trabalhar, me despedi do meu marido quando ele foi trabalhar e me preparei, com um conjunto de lingerie novo, uma minissaia e uma regata. Quando cheguei no sítio, eles já estavam lá… Entrei e, quando desci do carro, o Julián me abraçou e me deu um beijo lindo. — Você está tremendo. — Disse o Marcelo. — Ontem eu falei pro Julián, sou uma idiota inexperiente nisso. — Quer que a gente só tome um vinho e nada mais? — Disse o Julián… — Estou aqui, quero fazer isso, vocês decidem se querem com essa idiota. O Julián me abraçou de novo e a gente começou a se beijar com tudo. Senti o Marcelo parar atrás de mim, me acariciando e beijando minha nuca. Os dois faziam um sanduíche com meu corpo no meio. Foram tirando minha roupa e, abraçada pelos dois, fomos pra um quarto. Enquanto eu me beijava já nua com o Julián, o Marcelo tirou a roupa e me acariciava. Quando ficou nu, pegou minha mão e a levo ela pro pau dele. Era quase igual ao do Julián, me ajoelhei e comecei a chupar, enquanto Julián tirava a roupa. De repente, tinha duas picas enormes pra chupar, na minha mente vieram as imagens do vídeo pornô e não eram diferentes. Nós três fomos pra cama e eu chupava o pau deles enquanto eles me acariciavam, eu explodia de tesão, até que Julián me fez deitar de barriga pra cima e começou a me comer enquanto eu chupava o pau do Marcelo. Me sentia no paraíso, sendo comida por uma pica enorme enquanto chupava outra. Tinha orgasmos toda hora. Até que Julián gozou de lado e Marcelo me colocou de quatro pra me comer enquanto eu chupava o Julián. Era uma das éguas dos vídeos e era genial. De repente, senti Marcelo cuspir no meu cu e enfiar um dedo sem parar de comer minha buceta. Toda minha reação foi abrir bem as minhas nádegas com as mãos. Ele foi enfiando os dedos, me comendo, e Julián me pegava na boca segurando minha cabeça. Marcelo tirou o pau da minha buceta e aproximou do meu cu, e com uma suavidade tremenda, foi me penetrando. Eu olhava pro Julián e aguentava as estocadas na minha boca. Marcelo me dava com tudo no cu, eu quando podia gritava de prazer. Eles ficaram um tempo assim, até que Marcelo se deitou e fez eu montar nele enfiando o pau na minha buceta. Comecei a me mexer, mas Julián me parou. Colocou o pau no meu cu e foi enfiando… Os dois se moviam com tudo, Julián me dava tapinhas leves no cu enquanto Marcelo apertava meus peitos. — Me comam bem comida, quero sentir a porra de vocês dois dentro de mim. Gritei. E os dois começaram a se mover com tudo, me fazendo ter mil e um orgasmos, até que de repente, Julián gozou no meu cu, me enchendo de porra. Ele parou e enquanto eu cavalgava o Marcelo, colocou o pau na minha boca pra eu chupar, coisa que fiz e limpei ele por completo. Quando terminei, senti Marcelo me encher de porra a buceta, me provocando outro orgasmo bestial. Eu Corri e também chupei a pica dele, deixando impecável. Fui no banheiro, me higienizei e beijei os dois. — Que mulherão, pelo amor de Deus. Disse Marcelo. — Te falei, desde o primeiro dia que vi ela, soube que era fogo puro. Disse Julián. — E com uns troncos desses também... Disse eu, acariciando as picas deles. Totalmente pelados, fomos pra sala e eles serviram uns drinks. A gente tava bebendo quando o interfone tocou e uma mina entrou andando no quintal. — Sempre tem que ter um plano B. Disse Marcelo rindo. — Que pouca confiança vocês tinham em mim, hein? Disse eu rindo. — Você decide... Disse Julián. — Quero ver vocês dois com a mina, e eu vejo o que faço... Disse eu. Dessa vez com a mina, não fiz nada... Com o Julián, que me comeu no cu e usei a palavra: buceta, e com o Marcelo, que eu montei enfiando a pica dele só no meu cu. Uma tarde, três gozadas fenomenais e uma fantasia realizada. De vez em quando a gente se encontra no quintal, só nós três. Segundo eles, sou a preferida deles...
8 comentários - Minha primeira traição
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