Olá! Relatos lindos, vou te contar minha vida… e o que sou hoje em dia.
Vivo com minha mãe e a putinha, nós três numa vida normal… sem passar necessidade, mas com um segredo que minha mãe não sabe. Quando meu pai morreu, ficamos só com a roupa do corpo, a casa e um carro… nada mais. Graças a Deus não ficaram dívidas, meu pai foi um excelente organizador da vida dele, sempre viveu no dia a dia, zero dívidas… até o serviço de enterro ele pagou quando mais ou menos sabia o que podia acontecer com ele.
Depois disso, ficamos sozinhas… comecei a procurar emprego em qualquer coisa, mas não achava. A necessidade aperta pra caralho, procurei por tudo quanto é lado… varri calçada… limpei casa, mas na hora de ter um trocado, caía na real… essa realidade me levou pra prostituição. Como comecei? Primeiro, comecei a ler umas paradas nas páginas (lembro sempre da revista “Destape” ou “Adultos”), depois coloquei anúncios pra fazer mais privado, sem ser tão na cara (ou seja, sem ter experiência, não tava atrás de saia curta, salto agulha e bolsinha).
Até hoje lembro do meu primeiro cliente, um garoto jovem… curti, gozei, passei bem… gostei, consegui comprar umas coisas pra comer. Até hoje lembro do nervoso que eu tava… (ele falou “não… é ao contrário” — eu tava colocando a camisinha do avesso😂) …depois comecei a “aprender a não gozar nesses serviços” e percebi que dava pra ganhar mais grana. Nunca tive nojo de nada. São homens que dá pra comer, e ponto. …depois, o que eles pedirem já é o tesão de cada um, que com minha experiência, quanto mais você excita eles ou mais enlouquece com uma pequena atuação, mais rápido eles gozam.
Hoje, com 25 anos de serviço — ou de cama, como preferirem chamar — posso contar tanta coisa... tanta degradação que, se você não estiver preparada, acaba mal, e ao mesmo tempo tanta coisa linda e feia que ninguém acreditaria. Aos poucos... dia após dia, montei minha carteira de clientes: muitos homens mais velhos, muitos deficientes... e quase nenhum desconhecido. Fiquei com uma clientela fixa que conheço como a palma da minha mão... sei do que cada um gosta, como fazer, como lidar com eles... Graças a essa carteira de clientes, comecei a pagar minhas contas, os impostos de casa, um cinema ou outro com minha mãe — ou seja, comecei minha peme quente.
Com o tema "Desconhecidos", não quis continuar. No começo, todos eram desconhecidos até eu conseguir conhecer cada um. Tirei os anúncios das páginas e dos jornais porque me custou muito fazer o que faço. Ou seja, agora faço com prazer e posso dizer que tenho meus clientes fixos… dou tudo de mim para que esses serviços sejam duradouros, não uma rapidinha e depois tchau… Não! Apostei que eles sempre me chamam de novo. Adoro satisfazer os pedidos deles, com seus jeitos de me comer ou aliviar a vontade, como queiram dizer, pedindo o que quiserem: saia curta, salto alto, enfermeira, látex… brinquedos, chuvas… (claro que cada um tem um preço).
O que mais me custou fazer, mas por uma questão de não saber, foi a primeira vez que me pediram chuva dourada... Claro, o cliente era um homem grande, de idade e corpo, e ele me levou (motel da rua Corrientes, do lado de uma sinagoga em Santa Fé). O banheiro desse quarto era muito pequeno... ou seja, tinha pia, chuveiro pra se higienizar "de qualquer jeito"... não era confortável. Quando ele sentou no vaso, somado à dificuldade dos meus saltos e a falta de espaço, foi desconfortável dar a chuva dourada (não tinha espaço pra ele deitar). Depois, a higiene foi super desconfortável. Essas coisas fui aprendendo aos poucos pra "organizar" o que queriam e comecei a saber quais hotéis eram "confortáveis" pra esse tipo de serviço.
Se quiser saber sobre os idosos, a maioria já não tem contato com a mulher e sente aquela necessidade normal de estar com alguém. Mais ainda, todos têm seu carrinho... sabem das suas escapadas, sabem onde ir pra ficar confortáveis. Acreditem, alguns têm a mente podre pelo que pedem. Com muitos, costumo bater um papo longo, e com outros só chego a masturbá-los ou coçar suas costas... eles adoram quando passo as unhas pelo corpo todo, dos pés à cabeça. Uns só querem sexo oral, outros querem só me fazer sexo oral, outros querem chuva dourada, e alguns adoram gozar nos meus pés. Sempre com respeito, harmonia nesse tipo de serviço.Não tem dúvida do que os livros dizem, o desejo de um homem ou mulher morre quando a gente morre… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Alguns são muito fogosos e diria que normais, podem até tomar a "azul" mas continuam vigorosos e eu falo a verdade balançando a cabeça como quem confirma. Eles me fazem suar com o que me dão.Sempre dentro de um contexto de higiene, camisinha e meus exames mensais de saúde.
Também adoro ficar com caras ou pessoas que têm uma deficiência, curto essa parada de ser teacher e ensinar ou deixar eles do jeito que conseguem sentir, cheirar, tocar, passar a língua ou pedir o que querem fazer... Quando comecei a conhecê-los, tipo, já tinha confiança, visitava eles em casa pra me sentir à vontade... No começo a gente ia de táxi, mas percebia que alguns ficavam nervosos ou com vergonha de entrar num motel.
A solidão faz um estrago danado na pessoa, a gente perde a capacidade de falar, de "encarar" os outros, se sente vulnerável com tudo, seja por algum defeito físico ou por se sentir feio, sem se sentir amado. Já passei por coisas boas e ruins, boas porque me tratam super bem, mesmo sabendo que sou uma puta diferente, costumam me tratar bem fora e dentro da cama. Ruins porque você percebe como certas pessoas te olham ou te tratam.
Vou contar uma experiência doida... a prefeitura de SANTA FE tem elevadores. Esse cliente, uns 29 anos, eu conhecia há um tempão. Ele sempre me fazia usar sandálias, meias, pedia pra eu esperar ele molhada... me fazia caminhar pra eu suar... umas paradas estranhas assim. Ele sempre me falava que tinha uma fantasia: queria me apalpar num elevador. Combinamos tudo pra ir num meio-dia. O hall da prefeitura de Santa Fe, pra quem não conhece, é enorme. Esperamos o elevador descer pra entrar primeiro, assim, quando lotasse de gente, ele pudesse me tocar.
Naquele dia, coloquei uma saia até o joelho (que não apertava), umas sandálias não tão ousadas, mas sempre no estilo. Pastas pra disfarçar que ia pra um escritório (tipo advogada). Quando subimos, acho que ele talhou minha bunda e minha buceta, nas vezes que enfiava a mão sem ninguém perceber…
Esse tipo de coisa eu faço quando meus clientes pedem e sabe o quê?... ELES PAGAM!!!!!!. Faz um tempão que vejo a página e comecei a ler o que vocês postam e resolvi contar minha história pra você.
Nesse exato momento, quem tá lendo isso... tem ideia de quanta gente igual a mim vai fazer a mesma coisa?
Vivo com minha mãe e a putinha, nós três numa vida normal… sem passar necessidade, mas com um segredo que minha mãe não sabe. Quando meu pai morreu, ficamos só com a roupa do corpo, a casa e um carro… nada mais. Graças a Deus não ficaram dívidas, meu pai foi um excelente organizador da vida dele, sempre viveu no dia a dia, zero dívidas… até o serviço de enterro ele pagou quando mais ou menos sabia o que podia acontecer com ele.
Depois disso, ficamos sozinhas… comecei a procurar emprego em qualquer coisa, mas não achava. A necessidade aperta pra caralho, procurei por tudo quanto é lado… varri calçada… limpei casa, mas na hora de ter um trocado, caía na real… essa realidade me levou pra prostituição. Como comecei? Primeiro, comecei a ler umas paradas nas páginas (lembro sempre da revista “Destape” ou “Adultos”), depois coloquei anúncios pra fazer mais privado, sem ser tão na cara (ou seja, sem ter experiência, não tava atrás de saia curta, salto agulha e bolsinha).
Até hoje lembro do meu primeiro cliente, um garoto jovem… curti, gozei, passei bem… gostei, consegui comprar umas coisas pra comer. Até hoje lembro do nervoso que eu tava… (ele falou “não… é ao contrário” — eu tava colocando a camisinha do avesso😂) …depois comecei a “aprender a não gozar nesses serviços” e percebi que dava pra ganhar mais grana. Nunca tive nojo de nada. São homens que dá pra comer, e ponto. …depois, o que eles pedirem já é o tesão de cada um, que com minha experiência, quanto mais você excita eles ou mais enlouquece com uma pequena atuação, mais rápido eles gozam.
Hoje, com 25 anos de serviço — ou de cama, como preferirem chamar — posso contar tanta coisa... tanta degradação que, se você não estiver preparada, acaba mal, e ao mesmo tempo tanta coisa linda e feia que ninguém acreditaria. Aos poucos... dia após dia, montei minha carteira de clientes: muitos homens mais velhos, muitos deficientes... e quase nenhum desconhecido. Fiquei com uma clientela fixa que conheço como a palma da minha mão... sei do que cada um gosta, como fazer, como lidar com eles... Graças a essa carteira de clientes, comecei a pagar minhas contas, os impostos de casa, um cinema ou outro com minha mãe — ou seja, comecei minha peme quente.
Com o tema "Desconhecidos", não quis continuar. No começo, todos eram desconhecidos até eu conseguir conhecer cada um. Tirei os anúncios das páginas e dos jornais porque me custou muito fazer o que faço. Ou seja, agora faço com prazer e posso dizer que tenho meus clientes fixos… dou tudo de mim para que esses serviços sejam duradouros, não uma rapidinha e depois tchau… Não! Apostei que eles sempre me chamam de novo. Adoro satisfazer os pedidos deles, com seus jeitos de me comer ou aliviar a vontade, como queiram dizer, pedindo o que quiserem: saia curta, salto alto, enfermeira, látex… brinquedos, chuvas… (claro que cada um tem um preço).
O que mais me custou fazer, mas por uma questão de não saber, foi a primeira vez que me pediram chuva dourada... Claro, o cliente era um homem grande, de idade e corpo, e ele me levou (motel da rua Corrientes, do lado de uma sinagoga em Santa Fé). O banheiro desse quarto era muito pequeno... ou seja, tinha pia, chuveiro pra se higienizar "de qualquer jeito"... não era confortável. Quando ele sentou no vaso, somado à dificuldade dos meus saltos e a falta de espaço, foi desconfortável dar a chuva dourada (não tinha espaço pra ele deitar). Depois, a higiene foi super desconfortável. Essas coisas fui aprendendo aos poucos pra "organizar" o que queriam e comecei a saber quais hotéis eram "confortáveis" pra esse tipo de serviço.
Se quiser saber sobre os idosos, a maioria já não tem contato com a mulher e sente aquela necessidade normal de estar com alguém. Mais ainda, todos têm seu carrinho... sabem das suas escapadas, sabem onde ir pra ficar confortáveis. Acreditem, alguns têm a mente podre pelo que pedem. Com muitos, costumo bater um papo longo, e com outros só chego a masturbá-los ou coçar suas costas... eles adoram quando passo as unhas pelo corpo todo, dos pés à cabeça. Uns só querem sexo oral, outros querem só me fazer sexo oral, outros querem chuva dourada, e alguns adoram gozar nos meus pés. Sempre com respeito, harmonia nesse tipo de serviço.Não tem dúvida do que os livros dizem, o desejo de um homem ou mulher morre quando a gente morre… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Alguns são muito fogosos e diria que normais, podem até tomar a "azul" mas continuam vigorosos e eu falo a verdade balançando a cabeça como quem confirma. Eles me fazem suar com o que me dão.Sempre dentro de um contexto de higiene, camisinha e meus exames mensais de saúde.
Também adoro ficar com caras ou pessoas que têm uma deficiência, curto essa parada de ser teacher e ensinar ou deixar eles do jeito que conseguem sentir, cheirar, tocar, passar a língua ou pedir o que querem fazer... Quando comecei a conhecê-los, tipo, já tinha confiança, visitava eles em casa pra me sentir à vontade... No começo a gente ia de táxi, mas percebia que alguns ficavam nervosos ou com vergonha de entrar num motel.
A solidão faz um estrago danado na pessoa, a gente perde a capacidade de falar, de "encarar" os outros, se sente vulnerável com tudo, seja por algum defeito físico ou por se sentir feio, sem se sentir amado. Já passei por coisas boas e ruins, boas porque me tratam super bem, mesmo sabendo que sou uma puta diferente, costumam me tratar bem fora e dentro da cama. Ruins porque você percebe como certas pessoas te olham ou te tratam.
Vou contar uma experiência doida... a prefeitura de SANTA FE tem elevadores. Esse cliente, uns 29 anos, eu conhecia há um tempão. Ele sempre me fazia usar sandálias, meias, pedia pra eu esperar ele molhada... me fazia caminhar pra eu suar... umas paradas estranhas assim. Ele sempre me falava que tinha uma fantasia: queria me apalpar num elevador. Combinamos tudo pra ir num meio-dia. O hall da prefeitura de Santa Fe, pra quem não conhece, é enorme. Esperamos o elevador descer pra entrar primeiro, assim, quando lotasse de gente, ele pudesse me tocar.
Naquele dia, coloquei uma saia até o joelho (que não apertava), umas sandálias não tão ousadas, mas sempre no estilo. Pastas pra disfarçar que ia pra um escritório (tipo advogada). Quando subimos, acho que ele talhou minha bunda e minha buceta, nas vezes que enfiava a mão sem ninguém perceber…
Esse tipo de coisa eu faço quando meus clientes pedem e sabe o quê?... ELES PAGAM!!!!!!. Faz um tempão que vejo a página e comecei a ler o que vocês postam e resolvi contar minha história pra você.
Nesse exato momento, quem tá lendo isso... tem ideia de quanta gente igual a mim vai fazer a mesma coisa?
0 comentários - Pyme Gostosa💋 (por Caro)