Taxi, Livre e Tarado

ERA uma sexta-feira como tantas outras, de fim de mês.
Saí umas 22h e, de vai e vem, até que peguei duas mulheres: uma veterana de 46 anos, muito bem cuidada, e uma garota de parar o coração, linda — linda de qualquer ângulo que se olhasse.
Elas subiram bem sorridentes e, pelo que dava pra ver, com um pouco de álcool ou algo mais...
A viagem era longa, elas riam e eu ligado na conversa...
Quase 15 minutos de viagem, começaram a contar que tinha um cara que tinha esquentado as duas.
Beleza, até aí era como sempre, uma conversa normal depois de uma saída de sexta ou sábado.
Mas eu sentia algo no ar, principalmente pela mais velha.
Nisso, elas me tocam e falam: "Pode aumentar o ar? Tá muito calor." Eu respondi: "Sim, claro."
E botei o ar no talo.
Atrás, a conversa tava boa: "Viu aquele cara como ele te olhava?", a garota disse pra mais velha.
"Não, você tá viajando — não, te digo que ele tava te olhando." E a mais velha respondeu: "Você sabe como é que é."
ALI, eu percebi que tinha algo estranho rolando.
"Sério?", a garota falou, e elas riam pra caralho, mas muito.
Elas começaram a falar mais baixo, eu não conseguia ouvir, e eu, como todo mal pensado, fiquei bolado.
Continuei dirigindo, mas ajustei o espelho retrovisor pra não perder nada.
E a garota continuava enchendo o saco da veterana, que tava toda sem graça naquele momento — quando as mulheres querem se parecer com as novinhas ou até estar melhor que uma.
Até pensei que fossem mãe e filha. Não me segurei e perguntei, olhando pra veterana, que já tinha me chamado a atenção de cara: "Foi buscar sua filha?"
Ela me olhou, riu e disse: "Não, é minha amiga." "Ahhh", falei.
E mandei um: "Tão lindas que nem você." Fez-se um silêncio, e depois risadas — hahahahaha.
E seguimos. Elas continuaram tão sorridentes quanto quando subiram.
Eu não perdia um movimento.
A garota me disse: "Bota uma música, algo tranquilo."
A garota, pelo que eu via, tava mais ativa, e falou: "O cara te esquentou, hein?"
Eu ali, liguei mais o ouvido, fiquei mais atento, baixei o Marcha. Algo dentro de mim dizia que ia rolar.
As duas estavam com um vestido curto, bem curto, e a mina insiste: "O cara te esquentou, né?"
Eu não entendia nada, por que ela insistia tanto nisso, até que num momento a mais velha, que falava pouco, fala: "Ela tá com ciúmes."
E a mina: "Siiiiiiiiiiiiiiiiim"
E a mina mete um beijo daqueles, eu quase morri.
A mina, entre tesuda e puta da vida...
A mais velha tava meio envergonhada, eu ali não tirava o olho dela. Continuaram rindo, mas a mina tava excitada e começou a acariciar ela, beijar, e a temperatura bem devagar começou a subir no banco de trás... E no da frente também, eu nunca tirei o olho do retrovisor.
Num momento, no meio do caminho, pergunto: "Cês têm grana pra pagar essa corrida?"
A mais velha me responde: "Fica tranquilo, eu tenho." "Ok, beleza", falei.
A mina nem percebeu, nem olhou.
A mina tava excitada e começou a passar a língua no pescoço dela, acariciava e falava no ouvido.
A mais velha não afrouxava, eu olhava, ela me olhava, até que a mina mete outro beijo nela e aí a mais velha reagiu, beijou ela, passou a mão no cabelo e beijou o pescoço inteiro da mina.
A mina só soltou um: "Uffffff, como eu gosto" e dali em diante eu quase morri, elas começaram a se pegar com tudo. A mina subiu literalmente em cima dela, não ligou pra mais nada. Eu não existia, hahaha.
A mina tava com uma tanga bem enfiada na buceta.
Aí meu pau acordou de vez.
Elas se acariciavam, se abraçavam, se beijavam como se fosse a última vez, se moviam devagar e os gemidos foram espontâneos.
A mais velha começou a esquentar, puxou o peitinho dela e começou a chupar em volta do mamilo, e depois mordeu de leve. A mina começou a ficar com mais tesão. Cada segundo que passava, o clima e a excitação aumentavam.
Eu olhava no espelho e não queria perder nada. A mina mexia as mãos, tocava, beijava a mais velha e começou a esquentar. Eu nem me mexia, mas o volume começou a crescer, a esquentar. Era Um filme, e no meu carro a garota parecia endemoniada, se mexia com movimentos suaves e harmoniosos como se estivessem penetrando ela.
A minha pica começou a babar, sentia a cueca molhada literalmente e a pica dura, não podia acreditar.
A veterana também começou a se excitar, a atmosfera dentro do carro começou a subir, era o que um homem quer ver: duas mulheres se pegando.
Eu só olhava, como a cada segundo elas se animavam mais, era lindo ver como o tesão fazia o seu trabalho.
A veterana levantou o vestido dela, a bunda suave e linda ficou no ar, uma calcinha fio-dental preta era a única coisa que eu via, e a marca do sol de verão era lindo o que eu via e acontecia no meu carro.
A garota começou a gritar, a gemer como uma puta, e a veterana me olhava, eu não tirava os olhos dela. Pareciam duas cobras enroladas e quentes, eu não conseguia ver a veterana e isso me excitava ainda mais.
Eu afrouxei a braguilha da calça e a cabeça da pica fluiu toda molhada, babada por um espetáculo desses com um espectador de luxo. Faltava pouco para chegar e eu não conseguia ver a veterana, isso me deixava, me esquentava mais, queria vê-la, olhá-la, tocá-la... ufffff
Já tinham me esquentado, eu nunca vi duas mulheres se tocando, se beijando no carro, isso me deixava ligado, a pica tinha subido torta, o mais triste é que quase chegamos.
Chegamos e as duas se arrumavam tudo, era uma casa linda. A veterana me pergunta: "Quanto te devo?" e olha pra braguilha da calça que parecia que ia estourar. "São 11.000 pesos." "Uii", ela diz, "não chego, foda-se, 9.000 e o resto eu busco na minha casa, fica tranquilo que vou te pagar" hahahaha "Sim", eu digo.
As duas entram na casa e deixam a porta entreaberta, e eu começo a esperar. 5 minutos, 10 minutos, eu estava tranquilo porque a porta estava entreaberta. Depois de 15 minutos e elas não vinham, eu desço e bato palmas, e nada. "Uii, me passaram a perna", eu disse...
Tranco o carro e começo a andar em direção à casa, conforme me aproximava, mais crescia a curiosidade do que ia encontrar .
abro a porta devagar, como se estivesse espiando, e no meio da casa tinha um sofá enorme.
não podia acreditar no que via, meus olhos quase saltaram da cara e a pica automaticamente ficou dura.
estavam no sofá enorme se beijando como duas vadias, a coroa estava soltinha, agarrou a garota, beijava ela, acariciava a bunda, a buceta rosada bem depilada era linda demais.
eu não sabia o que fazer, entrei bem devagar e me sentei no escuro pra ver o espetáculo que tava só começando a levantar a cortina, quase sem me mexer fiquei na escuridão observando aquele show lindo, elas nem perceberam que eu tava lá, era lindo ver o corpo da garota se mexendo, se contorcendo de prazer, era um filme lindo, a coroa percorria cada cantinho do corpinho dela, aí entendi tudo, a garota tava apaixonada, fazia com todo o tempo do mundo, beijava, acariciava, lambia cada pedaço da garota, a garota gritava, gemia como se fosse a última vez.
minha pica não parava de crescer, mas eu achava mais importante deixar as duas serem. a coroa beijava ela e passava os dedos na boca dela e devagar começou a descer até acariciar a vulva quente e depilada, parecia que ia explodir, sentiu uffffff meu amor e a coroa enfiou só dois dedos lá dentro, toda molhada de tesão, a garota se contorcia no sofá, ela acariciava, queria gozar e falava não me deixa, a coroa uma profissional beijava ela enquanto enfiava os dedos com mais força, a garota começou a gritar to gozando, to gozandooooooo não tira a mão por favor, to gozandoooooooo e gozou, nunca tinha visto uma garota se arquear assimiiiii, minha pica tava tão dura que aquela cena merecia uma punheta, a garota não parava de se mexer como se fosse ter um treco, era tão linda a cena que eu nem me mexia, mas a pica tava pronta pra qualquer coisa, só que eu queria ver mais daquelas mulheres, ainda não tinha visto aquela coroa linda direito... a garota não parava de acabar
a garota não parava de gozar, até que conseguiu se recuperar. A veterana se levantou e só abriu as tirinhas do vestido, que caiu no chão. Eu quase morri, ela estava linda, com as marcas brancas do biquíni e uma calcinha fio dental branca que só mostrava um triângulo lindo, uns peitões enormes, parecia que o tempo não tinha passado por ela. A garota sentou e começou a beijar a barriga dela, acariciava aqueles peitões lindos, e a veterana começou a mexer o corpo devagar, sensual, excitada.
Meu pau nunca parou de crescer, e cada vez que ela passava a mão, mais baba soltava.
A veterana se virou, se abaixou e disse: "Chupa minha bunda, vagabunda". A garota puxou a calcinha fio dental, abriu bem a bunda e enfiou a língua naquela bunda linda. A veterana sentiu o impacto, levantou a cabeça, me olhou e esboçou um sorrisinho. Eu saí do anonimato na hora e me sentei a um metro delas, como um espectador de luxo, quase podia tocá-las.
A veterana começou a se tocar na buceta rosadinha, só um pouco de pelos pubianos em cima e uma buceta rosa, macia e bem lubrificada. Ela enfiava dois dedos e dizia pra garota: "Chupa bem minha bunda, vagabunda". Isso me excitava. Tirei o pau e comecei a bater uma, era a melhor punheta que já tinha batido.
A veterana tirava os dedos da buceta e os beijava. Num momento, ela me olha, enfia os dedos na buceta e pergunta: "Quer provar o néctar?" Eu quase morri, não consegui falar, só balancei a cabeça.
Era o néctar mais gostoso que já tinha provado. Ela me olha e diz: "Pau lindo, uffffffff".
Era algo que nunca tinha me acontecido. Ela começou a gritar, a gemer, a dizer "vagabunda, mais, mais". Eu pensei que ia morrer, e naquele momento ela gritou: "Vou gozar, vou gozar, putinhaaaaaa" e gozou tanto que escorria pelas pernas torneadas de uma boa academia. Ela segurava a buceta com as duas mãos e olhava pro céu. Eu estava com o pau aceso. Quando ela terminou de gozar,
as duas se sentaram, uma colada na outra, e me disseram: "Vem aqui que vamos te pagar os 2000". O que faltava? Pegaram na pica com tanta suavidade que me fizeram sentir um bebê. Me acariciavam, passavam as línguas por toda a pica. A gata pegava nas bolas e enfiava tudo na boca. A veterana olhou pra ela e disse: "Dá-lhe". A gata se levantou, se ajoelhou atrás de mim e começou a passar a língua pelas minhas pernas. Parecia que a pica ia explodir. Juro que nunca tinha sentido tanto prazer, e mais ainda quando a gata abriu meus cantos e passou a língua, acariciando minhas bolas. Depois de uns minutos, eu falei: "Vou gozar, vou gozar, não aguento mais". Era tanto prazer que a veterana chamou a gata e as duas começaram a chupar juntas. A explosão foi tão grande que saiu porra pra todo lado. Nunca tinha gozado tanto. Não conseguia parar de tremer. Elas não deixaram uma gota e depois começaram a se beijar de novo com o esperma quente na boca delassssssssss...................

3 comentários - Taxi, Livre e Tarado

Uffff que lo pario.que buena historia! Es el sueño del pibe