Solo unas horas

O cara sentado na minha frente no bar era bem magro e moreno, de olhos bem pretos. Fazia um tempo que eu olhava pra ele enquanto tomava minha cerveja, não sei se ele tinha percebido.

De repente ele pediu a conta e foi embora. Quando passou pela minha mesa, me pareceu que sorriu.

Fiquei mais uns trinta minutos no bar. Quando saí, estava chovendo muito, meu carro estava a umas quatro quadras.

Na esquina estava o cara do bar, encharcado, fazendo sinal pros táxis, mas nenhum estava livre. A camiseta tinha colado no corpo dele e dava pra ver sua silhueta magra.

Me aproximei e falei com ele. — Oi, você tava no bar agora há pouco, né? Não tem como voltar? Se quiser, te levo, meu carro tá a umas quadras.

— Oi, sim, eu te vi também. Vamos, por favor.

— Vamos por aqui. Vamos nos apressar um pouco.

Quando chegamos no carro, eu também estava ensopado.

— Bom, pra onde te levo?

— Tô num hotel, já te passo o endereço.

— De onde você é?

— De Jujuy, tô de férias. Me chamo Matias.

— Sou Julian.

Chegamos no hotel e ele disse:

— Por que não passa um tempinho aqui pra se secar um pouco?

Subimos pro quarto.

— Pode deixar a roupa aqui um momento — ele disse, enquanto tirava a camiseta e a calça. Era magro, bronzeado.

Hesitei um minuto, mas também tirei minha camiseta.

— Pendura a calça também, tá muito molhada.

Tirei-a, ele olhou e mordeu o lábio inferior. Sorriu.

— Volto pra Jujuy amanhã às 8, dá tempo da sua roupa secar. Vou trocar a cueca, até ela molhou — disse.

Não foi ao banheiro, não se cobriu, só abaixou a cueca na minha frente. Seu pau estava pendurado numa semiereção, era comprido e fino, proporcional ao corpo dele.

— Quer algo pra beber?

— Ok.

Ele se abaixou no frigobar, pude ver sua bunda perfeita e tonificada.

Me entregou um refrigerante. A última visão tinha feito meu pau endurecer um pouco.

Ele percebeu, se aproximou e tocou ele por cima da cueca.

— Posso abaixar? — disse.

Assenti, meu pau saltou pra cima.

— Ai, ele foge! — disse e riu.

— Você é muito lindo — eu disse. Ele riu de novo. O riso dele era muito doce.
- Você também.
Ele se aproximou mais e nos beijamos. Nos abraçamos forte, nossos paus se juntaram. Senti o dele ficando duro.
- Obrigado por me resgatar da chuva.
- De nada, obrigado por me deixar secar minhas roupas.
- O que podemos fazer enquanto seca?

Ele pegou minha mão e me levou até a cama. Sentei na beirada. O pau dele tinha crescido, estava duro e a cabeça era fina.
Dei algumas lambidas. Ele empurrou meu torso e me deitou de costas na cama. Me apoiei mais no meio, meu pau estava a mil.
Ele riu e pulou na cama. Deitou em cima de mim e me abraçou, me deu um beijo bem profundo.
Se levantou um pouco e começou a me masturbar, a mão dele era muito macia e delicada.
Sentei de novo e também masturbei ele. Brincamos mais um pouco...
Deitamos de novo, ele em cima de mim, guiou meu pau com a mão e colocou na bunda. Minha cabeça estava na entrada... ele baixou a pélvis e eu penetrei por completo.
Ele se movia incrivelmente, era muito leve.
- MMMMffff, que delícia que está. ahhh.... ahhhh,, ahhhh
- Continua assim, não para, por favor!
- Ai, DEUS, COMO EU GOSTO DO SEU PAU, BABACA!
- Como você me deixa excitado... não aguento mais!
- Me dá tudo! Quero tudo!
Ele se agarrou em mim num abraço, enquanto continuava mexendo a bunda. Senti que já não conseguia segurar a porra.
- Toma! É toda sua!
Gozei aos jorros, com um orgasmo muito intenso, minhas pernas tremeram.
- AYYY SIM
Senti o calor de um jato de sêmen na barriga, ele também tinha gozado.
Ficamos abraçados um tempo, respirando rápido. Meu pau ainda dentro dele.
Eventualmente a ereção foi diminuindo e saiu. Minha porra escorreu pra fora da bunda dele.
- Ufff, como você fode bem, amor! eu disse.
Ele se levantou um pouco, estávamos sujos de sêmen.
- Que bagunça! Vamos tomar banho?

A água nos relaxou um pouco.
- Me ensaboa as costas? pedi.
Ele passou as mãos macias nas minhas costas, mas continuou descendo.
Virei a cabeça pra olhar, - Eu disse as costas! e ri.
Ele riu também. Mais abaixo também precisava sabão – ele disse

Passou as mãos pela minha virilha... senti o desejo de novo. Um dedo entrou no meu cu, depois mandou mais um.

– Gosta?

– Muito!

Apoiei as mãos na parede do box e me inclinei para recebê-lo. Ele me penetrou devagar e começou a meter.

– Uffff... Deus, você tem uma rola grande, meu amor!

Só se ouvia a respiração dele e o barulho da foda.

– Eu vou gozar, bebê!!!!

– Preciso de você dentro de mim!

– AHHHHH – ele ficou parado enquanto deixava a porra dentro de mim.

– Não aguento mais... você me deixa louco.

E você a mim!

Eram 2 da manhã, ainda tinha tempo antes da viagem dele. Fomos para a cama e nos deitamos de conchinha. Alguns minutos depois, pegamos no sono.

Acordei e olhei o celular, eram 3h. Ele estava de costas para mim. Dava para ver seu bumbum perfeito.

Ele acordou. – O que você está fazendo?

– Nada, só te olhando.

Ele se espreguiçou um pouco e me beijou.

– Ainda tem tempo se quiser descansar...

– Posso descansar em casa... – e me deu outro beijo.

Nos sentamos na cama e continuamos nos beijando. Ele ficou de quatro.

Me aproximei da sua bunda, separei as nádegas e dei um beijo no ânus.

– Você está fazendo cócegas!

Continuei beijando, depois lambi a volta do seu buraco até enfiar a língua. Ele gemeu.

Me ajoelhei atrás da sua bunda e o penetrei. Meti forte enquanto segurava seus quadris finos, tive que parar para não gozar logo.

Deitei de costas, ele se agachou sobre mim, subindo e descendo a bunda. Gozei de novo.

Ele tirou meu pau e se deitou ofegante. Dessa vez, ele não tinha gozado. Me levantei e coloquei o pau dele na boca, quase chegando na garganta. Continuei chupando até ele gemer de prazer... parei de chupar e o masturbei até ele jorrar porra.

Às 5h, ele me acordou. Tenho que ir.

Fomos no meu carro até a rodoviária.

Paramos e eu disse: – Não posso te convencer a ficar mais um pouco?

– Preciso voltar...

– Me deixa seu telefone, pelo menos.

Ele acariciou minha virilha... abaixou o zíper da minha calça e começou a me chupar.

Gozei... ele engoliu tudo, lambeu a cabeça. para limpá-la. -Sério, preciso ir. Ela desceu e pegou sua mala do banco de trás. -Me passa seu celular! Inclinou-se para me ver pela janela. -Adorei te conhecer! disse e foi embora. Eu queria descer mas meu pau continuava duro. Fiquei parado com as mãos no volante.

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