Anabel, Férias das Gatas

Chegou julho e entre todas nós decidimos passar 10 dias no apartamento dos pais da Mônica. Marcamos de ir no dia 15 de julho, eu estava super empolgada: 10 dias seguidos sendo eu, Anabel, e entre amigas. Naquele dia saímos cedo de casa e fomos para a casa da Mônica. Lá eu troquei de roupa: tirei as roupas que tinha colocado em casa com a ajuda da minha mãe e coloquei as roupas que minha irmã tinha me emprestado, algumas coisas que as outras tinham deixado pra mim e mais umas saias, camisetas e as calcinhas que eu já tinha comprado nesse tempo e que minha irmã guardava pra mim. Entre todas elas, me maquiaram: umas cuidaram do rosto, outras das unhas das mãos e dos pés. Arrumaram minhas sobrancelhas, que eu já tinha bem arrumadas e femininas, mas ainda deixaram mais finas e femininas ainda. Meu cabelo pentearam com a risca no meio, deixando cair sobre os ombros. Eu estava usando uma minissaia preta justa, uma camiseta branca e umas sandálias pretas que eu tinha comprado. Saímos por volta do meio-dia em dois carros. Eu fui no carro da Mônica. Com a Gisela, a gente não se separava nem pra mijar. Levamos uma hora e meia pra chegar. O apartamento era muito bonito e tinha piscina. Mesmo com a praia a 10 minutos, eu não pensava em ir, ainda não era capaz de fazer isso. Comemos assim que chegamos, coisas que já tínhamos preparado, e depois acomodamos nossas coisas nos quartos que havíamos dividido. Como não podia deixar de ser, eu dividia o quarto com a Gisela. Depois colocamos o biquíni e descemos um pouco pra piscina. Eu tinha comprado um vermelho muito fofo. Já no meio da tarde, decidimos descer até o vilarejo pra jantar alguma coisa, ficava a 20 minutos a pé. Jantamos e voltamos logo, estávamos muito cansadas, tinha sido um dia longo. No dia seguinte não aconteceu nada de especial, mas no terceiro dia, eu fiquei jogando um pouco no PlayStation que tinha levado. Estava jogando FIFA quando apareceu a Yoli.

Yoli: Me dá uma partida?
Eu: Claro, pega o outro controle da bolsa e conecta aí.
Yoli: Vamo lá, vou te dar uma surra.
Eu: Você em mim? Hahaha, o Duvido. Yoli - que tal a gente joga melhor de cinco partidas, e apostamos algo: quem perder faz o que o outro mandar. Eu - beleza, o que a gente aposta? Yoli - sei lá, a gente vai pensando cada um enquanto joga. Primeira partida eu ganhei, mas por um resultado bem apertado. Aí fui um momento fazer xixi e, enquanto estava sentada na privada, vi uma caixa de tinta pra cabelo castanho claro. Acho que era da mãe da Mônica. Peguei e levei comigo. Eu - olha Yoli, quando eu te ganhar, você vai tingir o cabelo dessa cor - ela tem um cabelo moreno muito lindo. Yoli - isso não, como vou tingir o cabelo? Além disso, isso não seria suficiente com a quantidade de cabelo que eu tenho. Eu - claro que sim, não devia ter apostado. Yoli - tá bom, vai ver quando eu ganhar. Você quis assim, se prepara pro que eu pensei. Eu - o quê? Yoli - já te digo depois, bora continuar. Continuamos jogando e, em questão de uma hora, eu estava sentada no sofá esperando a Yoli, que tinha saído pra comprar não sei o quê pra eu cumprir minha parte da aposta. Ela tinha ganhado as outras três partidas seguidas, não podia ser. Eu - caralho, mana, como você sabe jogar tão bem? Yoli - olha, tenho irmãos e jogo muito com eles, hahaha. Eu - bom, vamos ver o que eu tenho que fazer. Yoli - daqui a pouco você sabe. Agora mesmo vou comprar. Ela demorou quase uma hora pra voltar e, quando chegou, jogou uma caixa em mim. Yoli - toma, vamos pro banheiro, porque quem vai mudar de visual é você. Eu - loiro platina - li na caixa - queeee? Não vou tingir o cabelo assim, você tá maluca. Como vou me apresentar em casa assim depois? Yoli - e muito, você mesma disse antes: uma aposta é uma aposta. Então bora pro banheiro que eu faço pra você. Eu - que não, que não. Mônica - o que foi, meninas? - disse aparecendo pela porta. Yoli - pois é, essa aqui perdeu uma aposta comigo jogando Play, e agora não quer cumprir. Apareceram as outras que tinham ouvido alguma coisa. Mônica - do que se trata a aposta? Yoli - ela disse que se perdesse, eu tinha que botar o... cabelo castanho com um tom que ela viu na pia, e como eu ganhei, agora ela tem que fazer loiro platinado. Angela - não brinca, kkkk Yoli - mas ela diz que não quer fazer. Eu - é o que eu falei pra ela, Angela, como é que eu chego em casa com esse cabelo. Angela - também não é pra tanto, mana, você fala que perdeu uma aposta e pronto. Eu - vamos lá, Yoli, por favor, eu faço qualquer outra coisa. Yoli - não, além do mais já gastei dinheiro comprando. Por mais que eu tentasse, não teve jeito de convencê-la, então 1 hora depois eu estava loira platinada, e eu me olhando no espelho me achava estranha, mas não ficou feio, e pensando: você merece por ser burra. Yoli - bom, tá feito, quando quiser a gente joga de novo. Eu - quando quiser, mas contigo não aposto nada. Entre jogos e piscina os dias foram passando, chegou sexta-feira e à tarde chegou um casal de amigos e os namorados das meninas junto com mais três amigos, o casal e os namorados ficariam no apartamento e os outros três estavam num camping, naquela noite montaram uma festa, eu me sentia deslocada, todas com namorado e eu sozinha, mesmo conhecendo todo mundo me sentia desconfortável, principalmente entre os caras, então peguei uma coca Booty e saí pra beber na piscina, já estava um tempinho sentada num banquinho quando apareceu Alejo e sentou do meu lado. Alejo - o que você tá fazendo aqui, tá entediada? Eu - é, um pouco. Alejo - eu também, toma, quer um gole? - me oferecendo do seu cuba de rum. Eu - tá bom. Ele tirou o tabaco, me ofereceu um cigarro, e continuamos conversando, bom, ele mais perguntava e eu respondia, os minutos foram passando e eu me sentia cada vez mais à vontade conversando e rindo. Alejo - ei, tem algum lugar pra comprar tabaco aqui, quase não tenho mais. Eu - tem que descer pro vilarejo, uns 20 minutos andando. Alejo - me acompanha? Eu - tá bom, espera que vou calçar uns sapatos. Demorei nada, uns minutinhos, retocar um pouco a maquiagem, ajustar a roupa direito, estava com a primeira minissaia que comprei, uma Clarinha texana e camiseta branca. Fomos o caminho todo conversando, chegamos num bar que tava bem animado, ele comprou o tabaco. Alejo - vamos tomar alguma coisa já que estamos aqui, eu te convido. Eu - bom, tudo bem. Alejo - te apetece um mojito? Eu - sim, vamos. Fomos pro fundo procurando um lugar mas não tinha onde sentar, então me posicionei num cantinho encostada na parede e de frente pra ele, lá pra conversar a gente tinha que se aproximar bastante por causa do barulho da galera e da música, ele cada vez que me dizia alguma coisa apoiava uma mão no meu ombro ou me pegava pela cintura e depois me soltava, com ele me sentia bem e gostava de sentir aquela mão na minha cintura, mas não passou daí, terminamos o mojito e fomos pro apartamento no meio do caminho tinha um parque. Alejo - vamos parar um pouco aqui que vou dar um tapa. Eu - tá. Ele bolou e começou a fumar, mesmo eu nunca tendo experimentado, gostava do cheiro, enquanto isso ele passou o braço por trás do banco mas sem chegar a me tocar. Alejo - quer - disse me oferecendo. Eu - nunca experimentei, não sei. Alejo - e não quer experimentar? Eu - bom, umas duas tragadas. Dei tipo 4 tragadas e depois de um tempo me senti tipo flutuando. Eu - uffff que barato que me deu isso. Me senti mole e apoiei minha cabeça no ombro dele olhando pra ele, momento que ele aproveitou pra me beijar nos lábios, me deixei levar e correspondi, o beijo durou uns segundos. Eu - Alejo você sabe que eu não sou - ele me cortou Alejo - sim eu sei e eu gosto de você como você é, se eu vim aqui foi porque você estava aqui. Eu - sério? Alejo - sim, sabe eu não precisava comprar tabaco, era uma desculpa pra ficar sozinho com você. Eu - então você me engana, me convida pra um mojito e pra fumar um baseado pra me deixar chapada e se aproveitar de mim. Alejo - não, isso veio depois e eu te beijei porque você mesma se ofereceu. Eu - eu me ofereci, nada a ver, só me apoiei no seu ombro por causa do barato que peguei. Alejo - então você não gostou. Eu - não sei. Alejo - não sabe e se a gente fizer de novo pra ver? se você gosta e tira a prova. Eu - se você quiser. Ele me pegou pelo ombro, puxando-me contra ele, e me beijou de novo, e aí eu simplesmente me deixei levar completamente, nossas línguas se entrelaçaram e ficamos assim por um bom tempo. Eu coloquei a mão no peito dele, acariciando, enquanto sentia uma mão acariciando minhas pernas nuas, estava me fazendo derreter. Estávamos assim, agarrados, quando meu celular tocou.

Eu - sim?
Angela - cadê você?
Eu - acompanhei o Alejo comprar tabaco, já estamos voltando.
Angela - é que já faz mais de 2 horas que vocês saíram.
Eu - já vamos, já - e desliguei.

Ele já tinha se levantado do banco enquanto eu falava.
Alejo - e aí, gostou?
Eu - hmmmmm não sei, talvez se você me der outro beijo, já que minha irmã quebrou o clima - disse, me levantando e me agarrando no pescoço dele para que me beijasse. Ficamos um bom tempo com os lábios colados, meus braços em volta do seu pescoço, uma mão dele envolvia minha cintura e a outra percorria minha bunda, até que de repente ele parou de me beijar.

Alejo - quer ser minha namorada?
Não disse nada e beijei ele de novo.
Alejo - isso é um sim?
Eu - o que você acha?
Alejo - que sim.
Eu - então pra que pergunta, bobo?
Alejo - bom, gata, vamos indo que sua irmã deve estar nervosa - disse, dando um tapinha na minha bunda e deixando a mão lá.

E assim, agarrados, nos dirigimos ao apartamento. Naquele momento eu era a garota mais feliz do mundo, tinha perdido o constrangimento que sentia com os caras, pelo menos com ele, e não só isso: tinha dado meu primeiro beijo e virado a namorada dele. Chegamos no apartamento e entramos separados, eu na frente dele. Minha irmã nos viu chegando.

Angela - já era hora, casalzinho, 2 horas e pouco pra comprar tabaco.
Eu - bom, também tomamos alguma coisa e ficamos um bom tempo batendo papo.
Angela - bom, e você não tem nada pra explicar não, porque vocês dois vieram bem agarradinhos, a gente viu da janela.
Eu - bom, alguma coisa sim, ele é meu namorado.
Angela - siiiim, com toda a sua timidez com os caras, como você conseguiu isso?
Eu - Eu nada, foi tudo ele. Ângela - explica, explica. Todas as meninas se juntaram ao meu redor e eu expliquei tudo o que aconteceu, depois da explicação todas ficaram muito felizes, quem demonstrou menos alegria foi minha irmã, mas ela não disse nada e a gente continuou com a festa que se resumia a ouvir música enquanto conversávamos todos e tomávamos alguma coisa e de vez em quando alguns casais se beijavam, os 2 amigos do Alejo, vendo a situação, decidiram ir embora, pouco depois a única coisa que se ouvia era o som das línguas entrelaçadas de todos os casais que aos poucos foram desaparecendo nos quartos, quando Alejo e eu subimos para o quarto a Gisela já estava lá há um tempo, ao entrar ouvi os gemidos do namorado dela enquanto ela chupava ele, nós dois enquanto nos beijávamos o Alejo foi puxando minha saia e deixando cair no chão, eu fui acariciando o peito dele descendo minha mão até o botão da calça que abri e fui puxando a calça dele, ele terminou de tirar pisando nela, era minha primeira vez assim com um garoto e eu estava nervosa mas ao mesmo tempo animada e excitada, enquanto isso eu ouvia os boquetes que a Gisela dava no pau do namorado dela, o que me deixava cada vez mais com tesão, passava pela minha cabeça se eu seria capaz de fazer aquilo com o Alejo, enquanto isso o Alejo não parava de me beijar, suas mãos percorriam meu corpo ele apalpava minha bunda por cima da calcinha, ele me deitou na cama e continuou com suas carícias, foi colocar a mão por baixo da minha calcinha na frente mas aí eu não deixei. Eu - não, não põe a mão dentro não me toca aí não gosto como se não estivesse, faz por cima da minha calcinha me toca como uma mulher. Ele não disse nada e me obedeceu, eu me masturbava sempre assim chegando até meu bum que pra mim era minha vagina, e assim eu tinha orgasmos, enquanto ele passava a mão na minha virilha eu aos poucos acariciando seu peito tinha descido minha mão até o pau dele que já estava bem duro e masturbava, afastei minhas seus lábios e continuei beijando e chupando seu pescoço, depois seu peito, e assim fui descendo até ter diante do meu rosto o pau dele. Percebi seu cheiro e quase recuei, mas ouvia Gisela como ela curtia e fazia o cara dela curtir também – por que eu não iria curtir? Comecei beijando primeiro para me acostumar, depois chupei a cabecinha devagar, como se fosse um sorvete. O primeiro gosto me pareceu desagradável, mas continuei chupando até que sumiu. Comecei a ouvir os primeiros gemidos do Alejo e me entreguei totalmente àquele pau. Percorri ele inteiro com minha boca, e quanto mais Alejo gemía, mais eu curtía e mais me dedicava à minha tarefa. Sentia minha boca e lábios babados do líquido pré-gozo que ele soltava. Me veio a imagem que tinha visto em vídeos de garotas fazendo boquetes, e isso me deixou ainda mais excitada. Estava chupando a ponta, passando a língua, quando ouvi ele dizer:
Alejo – mmmmmmm, vou gozar.
A primeira coisa que pensei foi em parar, mas lembrei da Gisela, que me contou como adorava que gozassem na sua boca e como isso deixava os caras loucos de tesão. Decidi acelerar os movimentos até sentir minha boca se enchendo de porra quentinha. Naquele momento, senti um engasgo, mas engoli o que pude, enquanto uma parte escorria pelos meus lábios, cobrindo todo o contorno da minha boca com aquele líquido esbranquiçado. Apesar disso, continuei chupando até ele parar de jorrar na minha boca. Engoli tudo o que consegui, e o resto escorreu pelas bordas dos meus lábios. Nesse momento, ele me pegou pelo cabelo e me puxou para cima, até que meu rosto ficou de frente para o dele.
Alejo – agora você vai curtir, não sabia que você era tão putinha.
Eu – nem eu sabia. – Fui dar um beijo nos lábios dele, mas ele me interrompeu.
Alejo – não, agora não. Não gosto do gosto do meu próprio sêmen.
Ele foi me tocando por cima da minha calcinha, totalmente encharcada, e metendo a mão entre minhas pernas, afastou um pouco a calcinha e começou a enfiar um dedo devagar no meu cu. Graças à minha... Com a própria lubrificação, o dedo dele deslizou facilmente para dentro, começando um vai e vem contínuo enquanto me beijava e chupava o pescoço. Ali descobri que esse era meu ponto fraco: só de me beijar no pescoço, minhas pernas se abrem sozinhas. Ele continuou assim por um tempo enquanto eu derretia, e então sussurrou no meu ouvido: "Alejo - vira de costas e fica de quatro."

Não disse nada, apenas virei enquanto ele colocava uma camisinha. Na verdade, naquele momento, estava um pouco assustada. Ele colocou o dedo de novo e ficou assim um pouco, então notei que ele tirou, aproximou seu corpo do meu e começou a enfiar o pau no meu cu bem devagar. Já sentia uma parte dentro de mim.

Eu - "Para, para, tá doendo!"

Ele parou, tirou um pouco e começou a enfiar de novo.

Alejo - "Relaxa, Anabel."

Eu - "Tá, mas tá doendo, para, para!"

Ele tirou, levantou da cama e disse: "Alejo - já volto."

Não demorou mais de um minuto para voltar. Afastou minha calcinha um pouco e me passou algo gelado. Um dedo dele entrou de repente no meu cu, tirou, e senti ele apoiando o pau no meu buraco. Entrou praticamente de uma vez, e da minha boca saiu um som.

Eu - "AUGGGGGG!"

Alejo - "Machuquei você?"

Eu - "Um pouco. O que você passou?"

Alejo - "Um pouco de gel para entrar melhor. Agora já está todo dentro."

Começou um vai e vem lento no início. Doía um pouco, mas era suportável. Esse incômodo durou pouco, foi se transformando aos poucos em prazer, que fez com que da minha boca saíssem gemidos de prazer e alguns gritos quando ele metia mais forte. Não durou mais de 10 minutos, mas foram os mais intensos que já tinha vivido até então.

Voltamos das férias, tinham sido as melhores da minha vida. Um mês depois, tomei coragem e expliquei para minha família que eu era transsexual e queria fazer a transição.

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