Nunca gostei de hospitais, mas nunca imaginei que em um deles aconteceria uma das piores experiências da minha vida. Claro, desde aquele dia, faço de tudo pra não ter que ficar internado em nenhum hospital. Na época, eu tinha 28 anos, me chamo Cristian e estava com uma dor fortíssima na barriga. Descobriram que era apendicite e que precisavam operar. A operação foi bem, e quando acordei, meus pais, meu irmão e minha namorada estavam no quarto. Me disseram que eu teria que ficar internado uns quatro dias e que iam pra casa pra preparar minhas coisas pra esse período. Só que, logo que fecharam a porta do quarto, ouvi uma voz: "Que gostosa é a sua mina, mano". Puxei a cortina do quarto e vi que quem tinha falado era meu colega de quarto, um negro grandão de uns 25 anos ou mais. Não gostei nada do comentário, mas decidi ignorar. Não respondi nada, e ele falou de novo: "Não fica de cara fechada, só falei que sua mina é gostosa, só isso. Você tem muita sorte de ter uma namorada assim, a minha é uma gorda que você nem imagina, hahaha". Não sabia se me sentia elogiado ou insultado, pra ser sincero. Enfim, fechei a cortina de novo sem dizer nada. Não tava afim de conversar com aquele cara, então fiquei vendo TV de boa. Uns 25 minutos depois, entrou outro cara pela porta, e esse não veio sozinho — veio com mais um. Cumprimentaram ao entrar e começaram a conversar com meu colega de quarto. Pelo que consegui ouvir, eram o irmão e o primo dele, e pela aparência deviam ter mais ou menos a minha idade. Ficaram uma hora mais ou menos, e quando iam embora, esbarraram com minha namorada, que vinha trazer minhas coisas. Não pude evitar notar como olharam pra minha namorada de cima a baixo, mas não fizeram nenhum comentário — só cumprimentaram e saíram da... quarto, minha namorada tinha me trazido roupas limpas, algumas mudas, o notebook e algumas revistas, quando chegou a hora do jantar minha namorada teve que ir para casa e eu fiquei sozinho com meu companheiro de quarto, com quem minha namorada tinha conversado um pouco, pois ao entrar percebi que ela o cumprimentou pelo nome, que aparentemente era Emiliano. Acho que ele já estava no quarto antes de eu chegar e por isso minha namorada o conhecia de quando esperavam que me trouxessem após a cirurgia. Na manhã seguinte, ao acordar, os outros 2 caras morenos estavam no quarto conversando com o outro, eu ouvia atentamente porque imagino que pensaram que eu estava dormindo. "Que gostosa estava aquela loirinha da outra vez" "É a namorada desse magrelo aí" "Não brinca, a namorada dele, que delícia aquela putinha, com certeza adoraria experimentar umas picas morenas bem gostosas" "É provável, você sabe como as branquelas morrem de vontade de um pauzão que as satisfaça" "Bom, para com isso, ela namora" "E que porra que isso importa, desde quando você se importa se uma gatinha é casada, o único problema é que estou aqui sem poder me mexer e quando eu me recuperar esse otário e a namorada dele já não vão estar mais aqui" "Então bicho, a gente come ela antes, aqui mesmo" "Você tá louco ou o quê, e o que caralhos a gente faz com o namorado?" "Deixa ele assistir, haha, talvez ele goste" "haha que doido" Naquele momento a enfermeira entrou, eu estava muito puto, tinha ouvido tudo, como planejavam comer minha namorada, mas que merda eles pensavam, que minha namorada ia transar com 3 caras negros desconhecidos no quarto do próprio namorado com ele ali na frente? Não disse nada, decidi ignorá-los, eram uns pobres ignorantes e quando eu fosse para casa ia dar umas boas palavras pro meu companheiro de quarto. O dia transcorreu normalmente até que no meio da tarde tive uma briga com meu companheiro de quarto sobre o que assistir na tv, a discussão foi bem forte e chegamos a nos xingar, a enfermeira entrou e disse para nos acalmarmos ou teria que chamar o médico, ele Acontece que fizemos isso e o negro me disse algumas últimas palavras. "Você vai ver, otário, vai sair daqui chorando que nem uma menininha, haha" Não dei muita importância e acabei dormindo. Quando acordei, minha namorada estava no quarto, mas do lado do Emiliano, conversando com ele. Sem saber muito bem o porquê, decidi fingir que ainda estava dormindo. Estava com os fones de ouvido, mas desligados, e conseguia ouvir tudo que diziam. Pude ver que minha namorada estava bem vestida, com um vestido preto de uma peça só. A parte de cima era tão justa que parecia uma segunda pele, marcando sua cinturinha de pilão e realçando seus peitos, já que, deixando quase as costas todas à mostra, ninguém podia duvidar da autenticidade do que ela exibia na frente. A parte de baixo não era longa, mas também não era curta. Ela estava sentada e conversando com o Emiliano. Eles falavam sobre coisas normais até que ele disse à minha namorada: "Já viu um pau preto?" Minha namorada riu, chamou ele de sem-vergonha, mas levou na brincadeira. E o Emiliano disse: "Não ri, tô falando sério. Aposto que você nunca viu uma. Ia se surpreender." Minha namorada não ficou atrás e respondeu: "Baixa a bola aí, Emi. Olha, eu não sou menininha não (minha namorada na época tinha 25 anos) e já vi cada coisa na vida. Conheço as histórias sobre os negros, mas não passam de mitos, haha." Minha namorada era uma mulher forte e decidida, e tinha mostrado pro Emiliano que não ia ficar corada de falar sobre paus. O Emiliano atacou de novo: "Histórias, é? Então você vai se surpreender." Pude ver como, sem cerimônia nenhuma, ele abaixou a calça do pijama que estava usando e tirou o pau pra fora na frente da minha namorada.
Agora que você fala do meu pau, é grande ou não?" Fiquei surpreso com a atitude da minha namorada que, em vez de encerrar a conversa, deu uma risada alta e disse para o Emiliano que não estava nada mal. A verdade é que, olhando com atenção, dava pra ver que o pau do Emiliano, mesmo mole, tinha um tamanho considerável. Não posso dizer quanto, mas pra estar flácido, era bem dotado. Sinceramente, vendo aquilo, dava pra acreditar que as histórias sobre os negros têm um fundo de verdade. Minha namorada, mesmo tentando disfarçar, parecia surpresa. E eu fiquei ainda mais chocado quando, depois de olhar pra mim e achar que eu ainda estava dormindo, ela perguntou ao Emiliano: "Posso tocar?
Mas que porra era aquilo? Como assim minha namorada queria pegar no pau daquele cara? Pensei em fazer de conta que acordava pra parar com tudo, mas algo me fez continuar fingindo que tava dormindo. Queria ver até onde a coisa ia, não sabia na hora o quão errado eu tava.
Emiliano não só deixou, como foi ele mesmo que guiou a mão da minha mina até o pau dele. Ela agarrou como quem segura um cabo e ficou com ele por uns segundos, apalpando bem, sentindo o pau na mão. Emiliano disse pra ela que se mexesse, ia crescer muito mais. Ela não duvidou e começou a mover o pau do Emi pra cima e pra baixo. Que merda, ela tava batendo uma punheta pra aquele negro! Minha namorada tava masturbando aquele porco até o Emi reagir e o pau dele foi crescendo na mão dela. A Jessica ficou alucinada, o pau dele virou um trambolho de uns 22 cm e, enquanto ele sorria, a Jesi não conseguia soltar nem tirar o olho.
Emiliano disse: "Se quiser, pode experimentar também". Aquilo já era demais e ela resistiu: "Tá maluco, isso já passou do limite, deixou de ser brincadeira. Eu tô namorando, isso é uma bobagem e já acabou". Mas o Emi insistiu: "Vai, burra, você tá querendo e não pode me dizer não. Enfia esse pau na boca, sente ele um pouco, você vai adorar. E não se preocupa com seu namorado, ele tá dormindo e ninguém vai contar nada. Se solta e chupa, vai ver como você vai gostar".
Eu tava quase parando tudo, mas antes que eu fizesse algo, ela se inclinou sobre o pênis do Emiliano e enfiou na boca, começando a chupar como se fosse a sobremesa favorita dela. Chupou o pau do Emi com gula, sorria e olhava nos olhos dele enquanto mamava, não sem antes dar uma olhada pra ver se eu ainda tava quieto na cama.
Ela começou pelos ovos, até engolir metade e chupar rapidamente, não conseguia engolir mais porque sua boca não dava conta, estava chupando o pau do Emiliano quando os outros dois negros entraram no quarto. "Olha só a loirinha, vê como ela gosta de sorvete de chocolate" "haha, parece que ela é uma amante de paus negros" Jesi tirou o pau da boca e ficou muito nervosa, mas tanto o irmão do Emi quanto seu primo abaixaram as calças e mostraram 2 paus enormes bem duros, do tamanho do do Emiliano e até maiores. "Não se preocupa, aqui tem mais picas para você aproveitar até o final da tarde" Pensei que ela ia sair correndo dali, mas me enganei, Jessica estava excitada, molhada, solta e com certeza não pensava em ir embora sem foder com o Emiliano, se para isso tivesse que chupar outras 2 picas, ela faria e claro que fez. Ela se ajoelhou diante deles e começou a masturbá-los e lamber suas cabecinhas, alternava um pau e outro, chupava desde o tronco até a base como se fossem uns picolés, outras vezes colocava o pau sobre seu rosto e com sua língua brincava com os ovos daqueles caras, que com certeza eram proporcionais aos seus paus, pois ela colocou só um dos ovos daqueles caras na boca e quando os dois ovos entravam na sua boquinha ela quase se engasgava.
Começou devagar até que os membros foram ficando duros, depois ela deu uma chupada nas picas como para que eles gozassem rapidamente, mas não conseguiu o objetivo. Intensificou suas sucções mais e mais combinando-as com lambidas ao longo daqueles troncos longos, vendo como os caras estavam gostando daquilo. Um deles a pegou pela nuca e começou a mover sua cabeça no ritmo que quis, ela estava empalada pela pica daquele negro. Ela ia chupando passando de pica em pica, de joelhos, agarrava as duas rolas como com medo de que escapassem. Minha namorada, submetida aos caprichos daqueles negros diante dos quais ela estava ajoelhada engolindo as rolas uma atrás da outra, como Emiliano não podia se mover da cama ele ficou se masturbando enquanto curtia o espetáculo. "Muito bem Jesi, assim, assim, engole elas até o fundo, chupa bem para que entrem melhor" Esse comentário chegou no meu coração, não tinha levado em conta quase até aquele momento mas estava claro que iam foder minha namorada. Terminaram de se despir e ajudaram minha namorada a fazer o mesmo, colocaram a trava da porta para que ninguém atrapalhasse e tiraram da minha namorada o sutiã e a calcinha, que jogaram na minha cama, nunca tinha reparado, mas minha namorada ganhava nua, estava francamente gostosa, com uns peitos firmes, um bumbum trabalhado. Metiam os dedos na buceta que ela tinha encharcada e entre uma pica e outra minha namorada excitada como nunca imaginei disse "quem vai ser o primeiro a me comer". Emiliano disse que ele tinha que ser o primeiro, já que era quem estava doente e deviam ajudá-lo a foder minha namorada, então pegaram minha namorada e a levantaram na cama, ela ficou de cavalinho e foi sentando aos poucos na pica do Emi, no início foi difícil mas quando achou o caminho deslizou facilmente de tão quente que estava.
Aí eu me mexi, fiz de conta que ia chamar a enfermeira, mas o primo e o irmão me seguraram e pegaram o controle. Naquela situação eu tava indefeso, não conseguia me mexer de tanta dor e não podia pedir ajuda. Mas aquilo tava me matando, tinha ido longe demais. Eles taparam minha boca e, quando minha namorada percebeu que eu tinha acordado, ela quase chorou, mas mesmo assim não parava de pular que nem uma louca na pica do Emiliano. Os peitos dela balançavam no ritmo das enfiadas e, nem vendo que o namorado tava vendo tudo, já era tarde demais pra parar aquela putaria. "Desculpa, amor, não olha, por favor, não consegui evitar". O Emiliano deu uma risada. "Te avisei, olha como eu fodo a tua namorada, olha bem como ela curte uma pica preta boa". Eu fiquei gemendo, impotente, enquanto o Emi comia minha namorada com tudo, ela tava se comportando que nem uma puta, sem ligar se eu tava sofrendo. Os lábios dela começaram a inchar por causa da pica do Emiliano e, cada vez que ele roçava no clitóris, ela sentia espasmos de novo. O Emi começou a meter cada vez mais forte, a pica dele tava toda dentro da Jessica, ele parou uns segundos e falou, todo feliz: "Que buceta gostosa, bem apertadinha e quentinha". Os movimentos viraram enfiadas furiosas, até que o Emiliano começou a gritar: "Vou gozar, vou gozar, vou gozaaar!". Eu vi ele cerrar os dentes e jogar a cabeça pra trás, fechando os olhos. Por dentro, a Jessica deve ter sentido um jato de líquido quente enchendo ela toda, com força.
Depois a tiraram da cama e a colocaram de quatro no chão do quarto. Quando o irmão da Emi ficou pronto, penetrou minha namorada por trás; ela gemeu enquanto os outros assistiam. O irmão continuou metendo e, ao mesmo tempo, brincava com as pernas dela, abrindo e fechando, levantando e abaixando, segurando seus tornozelos com força. Em um desses momentos, o pau do primo entrou na boca dela. "Perdão, mas eu sou o último e enquanto isso tenho que me segurar com alguma coisa", "Mmhhh, mmmh" foi tudo que a Jessica conseguiu responder. O primo da Emi se movia como se estivesse fodendo a boca da minha namorada; ela não precisava fazer nada, o pau entrava e saía da sua boca sem esforço. Ficaram assim por uns 10 minutos, até que o primo do Emiliano saiu da boca dela e sentou na cama do primo. Então chamou minha namorada, que ainda estava sendo comida pelo irmão do Emiliano — agora era a vez dele. Ele segurou firme seu pau ereto, apontando para cima, e ela ficou de pé de costas para ele. Ele aproveitou para massagear seus quadris e suas nádegas grandes e empinadas. "Agora comece a sentar". A Jessica tentou obedecer e se agachou para trás; o negro envolveu sua cintura e abdômen plano com um braço, puxando-a gradualmente para ele. Chegou o momento em que ela sentiu sua cabeça quente roçando sua buceta. A Jessi parou um pouco, sentindo ele ajustar o membro corretamente. Ela se agachou mais um pouquinho e sentiu a pressão do pau nela. A cabecinha tentava entrar; o próprio peso da minha namorada fez aquela ferramenta escorregar para dentro até que ela o teve todo dentro. Seguindo suas instruções, minha namorada começou a subir e descer lentamente. O amante da vez fez o mesmo, movendo seus quadris também de cima para baixo. De vez em quando, ele pedia para ela parar e rebolasse em movimentos circulares. O cara aproveitou a posição para chupar seus peitos, e minha namorada estava chegando... até mesmo introduzindo um dedo enquanto continuava sua penetração. Ele tirou o pau da buceta por um instante, ficou em pé sobre o corpo dela com um pé de cada lado dos quadris, a certa distância abaixo dela, seu sexo vibrava à espera de grandes sensações. Segundos depois, ele começou a se sentar de cavalinho, enfiando-o. Então Emiliano, que era o único que tinha gozado dentro da minha namorada, falou já recuperado. "Coloca ela em cima de mim e você enfia por trás, que esse otário veja como a gente come o cu da namoradinha dele". Ao ouvir aquilo abri os olhos impressionadíssimo, iam sodomizar minha namorada na minha presença e ela não fazia nenhum movimento para evitar, ela mesma sentou novamente no pau do Emiliano e com o pau bem dentro esperou que o primo chegasse por trás. Ela deve ter sentido como a cabeçona do pau do primo do Emiliano tentava entrar desesperadamente em sua parte traseira, o cu da Jessica, ao sentir as empurradas ele se contraía deslizando-o de volta para fora. Foram mais de vinte tentativas, até que a pressão começou a abrir o cu da minha namorada.
Sem conseguir evitar, ela começou a gritar enquanto aquele órgão grosso e comprido deslizava dentro dela. Depois de um bom tempo de gritos e suor, o negro parou — tinha introduzido metade e sabia que seria perigoso tentar mais, então começou a tirar devagar o que já havia enfiado. O vai e vem se repetiu várias vezes, devagar, até que a lubrificação permitiu que ele fosse mais rápido. Ela parecia desmaiar ao sentir aqueles dois grandes paus entrando e saindo do seu interior.
"Olha, boludo, olha como eu dou no cu da sua namorada!"
"Estamos comendo ela com gosto, vamos ver se ela engravida de um macho de verdade!"
"Vai ter um filhinho negrito!"
"Vamos terminar com chave de ouro, irmão, junta-se!" gritou Emiliano.
Vi o irmão se ajoelhar na frente da cabeça de Jessica e esfregar seu grande negócio no rosto dela, para finalmente enfiá-lo na sua boca. As investidas dos três aumentaram a um nível frenético, até que os quatro chegamos ao máximo prazer. Por um longo tempo, eles ficaram trocando de posições, até que os três já tinham passado pelo cu da minha namorada, que parecia muito dilatado.
Quando terminaram, colocaram Jessica no chão. Emiliano se virou como pôde para se masturbar na frente do rosto dela, e seus familiares fizeram o mesmo de pé. Eles gozaram em cima da minha namorada, no rosto dela, e alguns jatos de porra entraram na sua boca.
"Engole tudo, mamita, você vai ver que é gostoso!"
O corpo de Jessica estava coberto de suor e porra, que eles maliciosamente espalharam nela para dar uma última apalpada. Depois, ela tomou banho com os dois familiares de Emiliano no quarto — não pude ver nada, mas ouvia gemidos, então imaginei que ela tenha engolido os paus deles pelos três buracos de novo. Em seguida, saíram do quarto juntos.
Eu queria me levantar e me defender quando a enfermeira entrou no quarto pouco depois. Ela me perguntou se algo estava doendo, e Emiliano respondeu:
"É uma neném esse garoto, parece que viu algo que não gostou. É uma neném, hahaha!"
A enfermeira repreendeu ele... atitude, mas não tive outra opção senão aguentar. Ela vinha me trazer a alta, se tivesse chegado 2 horas antes não teria sentido a humilhação de ver minha namorada comendo e sendo sodomizada por aqueles 3 negros, mas já era tarde. Quando saímos do quarto pude ver como Emiliano tinha um sorriso debochado que quase virou uma careta. E foi assim que comeram minha namorada num hospital na minha frente.
Agora que você fala do meu pau, é grande ou não?" Fiquei surpreso com a atitude da minha namorada que, em vez de encerrar a conversa, deu uma risada alta e disse para o Emiliano que não estava nada mal. A verdade é que, olhando com atenção, dava pra ver que o pau do Emiliano, mesmo mole, tinha um tamanho considerável. Não posso dizer quanto, mas pra estar flácido, era bem dotado. Sinceramente, vendo aquilo, dava pra acreditar que as histórias sobre os negros têm um fundo de verdade. Minha namorada, mesmo tentando disfarçar, parecia surpresa. E eu fiquei ainda mais chocado quando, depois de olhar pra mim e achar que eu ainda estava dormindo, ela perguntou ao Emiliano: "Posso tocar?
Mas que porra era aquilo? Como assim minha namorada queria pegar no pau daquele cara? Pensei em fazer de conta que acordava pra parar com tudo, mas algo me fez continuar fingindo que tava dormindo. Queria ver até onde a coisa ia, não sabia na hora o quão errado eu tava. Emiliano não só deixou, como foi ele mesmo que guiou a mão da minha mina até o pau dele. Ela agarrou como quem segura um cabo e ficou com ele por uns segundos, apalpando bem, sentindo o pau na mão. Emiliano disse pra ela que se mexesse, ia crescer muito mais. Ela não duvidou e começou a mover o pau do Emi pra cima e pra baixo. Que merda, ela tava batendo uma punheta pra aquele negro! Minha namorada tava masturbando aquele porco até o Emi reagir e o pau dele foi crescendo na mão dela. A Jessica ficou alucinada, o pau dele virou um trambolho de uns 22 cm e, enquanto ele sorria, a Jesi não conseguia soltar nem tirar o olho.
Emiliano disse: "Se quiser, pode experimentar também". Aquilo já era demais e ela resistiu: "Tá maluco, isso já passou do limite, deixou de ser brincadeira. Eu tô namorando, isso é uma bobagem e já acabou". Mas o Emi insistiu: "Vai, burra, você tá querendo e não pode me dizer não. Enfia esse pau na boca, sente ele um pouco, você vai adorar. E não se preocupa com seu namorado, ele tá dormindo e ninguém vai contar nada. Se solta e chupa, vai ver como você vai gostar".
Eu tava quase parando tudo, mas antes que eu fizesse algo, ela se inclinou sobre o pênis do Emiliano e enfiou na boca, começando a chupar como se fosse a sobremesa favorita dela. Chupou o pau do Emi com gula, sorria e olhava nos olhos dele enquanto mamava, não sem antes dar uma olhada pra ver se eu ainda tava quieto na cama.
Ela começou pelos ovos, até engolir metade e chupar rapidamente, não conseguia engolir mais porque sua boca não dava conta, estava chupando o pau do Emiliano quando os outros dois negros entraram no quarto. "Olha só a loirinha, vê como ela gosta de sorvete de chocolate" "haha, parece que ela é uma amante de paus negros" Jesi tirou o pau da boca e ficou muito nervosa, mas tanto o irmão do Emi quanto seu primo abaixaram as calças e mostraram 2 paus enormes bem duros, do tamanho do do Emiliano e até maiores. "Não se preocupa, aqui tem mais picas para você aproveitar até o final da tarde" Pensei que ela ia sair correndo dali, mas me enganei, Jessica estava excitada, molhada, solta e com certeza não pensava em ir embora sem foder com o Emiliano, se para isso tivesse que chupar outras 2 picas, ela faria e claro que fez. Ela se ajoelhou diante deles e começou a masturbá-los e lamber suas cabecinhas, alternava um pau e outro, chupava desde o tronco até a base como se fossem uns picolés, outras vezes colocava o pau sobre seu rosto e com sua língua brincava com os ovos daqueles caras, que com certeza eram proporcionais aos seus paus, pois ela colocou só um dos ovos daqueles caras na boca e quando os dois ovos entravam na sua boquinha ela quase se engasgava.
Começou devagar até que os membros foram ficando duros, depois ela deu uma chupada nas picas como para que eles gozassem rapidamente, mas não conseguiu o objetivo. Intensificou suas sucções mais e mais combinando-as com lambidas ao longo daqueles troncos longos, vendo como os caras estavam gostando daquilo. Um deles a pegou pela nuca e começou a mover sua cabeça no ritmo que quis, ela estava empalada pela pica daquele negro. Ela ia chupando passando de pica em pica, de joelhos, agarrava as duas rolas como com medo de que escapassem. Minha namorada, submetida aos caprichos daqueles negros diante dos quais ela estava ajoelhada engolindo as rolas uma atrás da outra, como Emiliano não podia se mover da cama ele ficou se masturbando enquanto curtia o espetáculo. "Muito bem Jesi, assim, assim, engole elas até o fundo, chupa bem para que entrem melhor" Esse comentário chegou no meu coração, não tinha levado em conta quase até aquele momento mas estava claro que iam foder minha namorada. Terminaram de se despir e ajudaram minha namorada a fazer o mesmo, colocaram a trava da porta para que ninguém atrapalhasse e tiraram da minha namorada o sutiã e a calcinha, que jogaram na minha cama, nunca tinha reparado, mas minha namorada ganhava nua, estava francamente gostosa, com uns peitos firmes, um bumbum trabalhado. Metiam os dedos na buceta que ela tinha encharcada e entre uma pica e outra minha namorada excitada como nunca imaginei disse "quem vai ser o primeiro a me comer". Emiliano disse que ele tinha que ser o primeiro, já que era quem estava doente e deviam ajudá-lo a foder minha namorada, então pegaram minha namorada e a levantaram na cama, ela ficou de cavalinho e foi sentando aos poucos na pica do Emi, no início foi difícil mas quando achou o caminho deslizou facilmente de tão quente que estava.
Aí eu me mexi, fiz de conta que ia chamar a enfermeira, mas o primo e o irmão me seguraram e pegaram o controle. Naquela situação eu tava indefeso, não conseguia me mexer de tanta dor e não podia pedir ajuda. Mas aquilo tava me matando, tinha ido longe demais. Eles taparam minha boca e, quando minha namorada percebeu que eu tinha acordado, ela quase chorou, mas mesmo assim não parava de pular que nem uma louca na pica do Emiliano. Os peitos dela balançavam no ritmo das enfiadas e, nem vendo que o namorado tava vendo tudo, já era tarde demais pra parar aquela putaria. "Desculpa, amor, não olha, por favor, não consegui evitar". O Emiliano deu uma risada. "Te avisei, olha como eu fodo a tua namorada, olha bem como ela curte uma pica preta boa". Eu fiquei gemendo, impotente, enquanto o Emi comia minha namorada com tudo, ela tava se comportando que nem uma puta, sem ligar se eu tava sofrendo. Os lábios dela começaram a inchar por causa da pica do Emiliano e, cada vez que ele roçava no clitóris, ela sentia espasmos de novo. O Emi começou a meter cada vez mais forte, a pica dele tava toda dentro da Jessica, ele parou uns segundos e falou, todo feliz: "Que buceta gostosa, bem apertadinha e quentinha". Os movimentos viraram enfiadas furiosas, até que o Emiliano começou a gritar: "Vou gozar, vou gozar, vou gozaaar!". Eu vi ele cerrar os dentes e jogar a cabeça pra trás, fechando os olhos. Por dentro, a Jessica deve ter sentido um jato de líquido quente enchendo ela toda, com força.
Depois a tiraram da cama e a colocaram de quatro no chão do quarto. Quando o irmão da Emi ficou pronto, penetrou minha namorada por trás; ela gemeu enquanto os outros assistiam. O irmão continuou metendo e, ao mesmo tempo, brincava com as pernas dela, abrindo e fechando, levantando e abaixando, segurando seus tornozelos com força. Em um desses momentos, o pau do primo entrou na boca dela. "Perdão, mas eu sou o último e enquanto isso tenho que me segurar com alguma coisa", "Mmhhh, mmmh" foi tudo que a Jessica conseguiu responder. O primo da Emi se movia como se estivesse fodendo a boca da minha namorada; ela não precisava fazer nada, o pau entrava e saía da sua boca sem esforço. Ficaram assim por uns 10 minutos, até que o primo do Emiliano saiu da boca dela e sentou na cama do primo. Então chamou minha namorada, que ainda estava sendo comida pelo irmão do Emiliano — agora era a vez dele. Ele segurou firme seu pau ereto, apontando para cima, e ela ficou de pé de costas para ele. Ele aproveitou para massagear seus quadris e suas nádegas grandes e empinadas. "Agora comece a sentar". A Jessica tentou obedecer e se agachou para trás; o negro envolveu sua cintura e abdômen plano com um braço, puxando-a gradualmente para ele. Chegou o momento em que ela sentiu sua cabeça quente roçando sua buceta. A Jessi parou um pouco, sentindo ele ajustar o membro corretamente. Ela se agachou mais um pouquinho e sentiu a pressão do pau nela. A cabecinha tentava entrar; o próprio peso da minha namorada fez aquela ferramenta escorregar para dentro até que ela o teve todo dentro. Seguindo suas instruções, minha namorada começou a subir e descer lentamente. O amante da vez fez o mesmo, movendo seus quadris também de cima para baixo. De vez em quando, ele pedia para ela parar e rebolasse em movimentos circulares. O cara aproveitou a posição para chupar seus peitos, e minha namorada estava chegando... até mesmo introduzindo um dedo enquanto continuava sua penetração. Ele tirou o pau da buceta por um instante, ficou em pé sobre o corpo dela com um pé de cada lado dos quadris, a certa distância abaixo dela, seu sexo vibrava à espera de grandes sensações. Segundos depois, ele começou a se sentar de cavalinho, enfiando-o. Então Emiliano, que era o único que tinha gozado dentro da minha namorada, falou já recuperado. "Coloca ela em cima de mim e você enfia por trás, que esse otário veja como a gente come o cu da namoradinha dele". Ao ouvir aquilo abri os olhos impressionadíssimo, iam sodomizar minha namorada na minha presença e ela não fazia nenhum movimento para evitar, ela mesma sentou novamente no pau do Emiliano e com o pau bem dentro esperou que o primo chegasse por trás. Ela deve ter sentido como a cabeçona do pau do primo do Emiliano tentava entrar desesperadamente em sua parte traseira, o cu da Jessica, ao sentir as empurradas ele se contraía deslizando-o de volta para fora. Foram mais de vinte tentativas, até que a pressão começou a abrir o cu da minha namorada.
Sem conseguir evitar, ela começou a gritar enquanto aquele órgão grosso e comprido deslizava dentro dela. Depois de um bom tempo de gritos e suor, o negro parou — tinha introduzido metade e sabia que seria perigoso tentar mais, então começou a tirar devagar o que já havia enfiado. O vai e vem se repetiu várias vezes, devagar, até que a lubrificação permitiu que ele fosse mais rápido. Ela parecia desmaiar ao sentir aqueles dois grandes paus entrando e saindo do seu interior."Olha, boludo, olha como eu dou no cu da sua namorada!"
"Estamos comendo ela com gosto, vamos ver se ela engravida de um macho de verdade!"
"Vai ter um filhinho negrito!"
"Vamos terminar com chave de ouro, irmão, junta-se!" gritou Emiliano.
Vi o irmão se ajoelhar na frente da cabeça de Jessica e esfregar seu grande negócio no rosto dela, para finalmente enfiá-lo na sua boca. As investidas dos três aumentaram a um nível frenético, até que os quatro chegamos ao máximo prazer. Por um longo tempo, eles ficaram trocando de posições, até que os três já tinham passado pelo cu da minha namorada, que parecia muito dilatado.
Quando terminaram, colocaram Jessica no chão. Emiliano se virou como pôde para se masturbar na frente do rosto dela, e seus familiares fizeram o mesmo de pé. Eles gozaram em cima da minha namorada, no rosto dela, e alguns jatos de porra entraram na sua boca.
"Engole tudo, mamita, você vai ver que é gostoso!"
O corpo de Jessica estava coberto de suor e porra, que eles maliciosamente espalharam nela para dar uma última apalpada. Depois, ela tomou banho com os dois familiares de Emiliano no quarto — não pude ver nada, mas ouvia gemidos, então imaginei que ela tenha engolido os paus deles pelos três buracos de novo. Em seguida, saíram do quarto juntos.
Eu queria me levantar e me defender quando a enfermeira entrou no quarto pouco depois. Ela me perguntou se algo estava doendo, e Emiliano respondeu:
"É uma neném esse garoto, parece que viu algo que não gostou. É uma neném, hahaha!"
A enfermeira repreendeu ele... atitude, mas não tive outra opção senão aguentar. Ela vinha me trazer a alta, se tivesse chegado 2 horas antes não teria sentido a humilhação de ver minha namorada comendo e sendo sodomizada por aqueles 3 negros, mas já era tarde. Quando saímos do quarto pude ver como Emiliano tinha um sorriso debochado que quase virou uma careta. E foi assim que comeram minha namorada num hospital na minha frente.
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