Cobrando el Favor

Oi, como é que vocês tão? É a primeira vez que escrevo aqui, depois de ler tanto, resolvi contar uma das minhas experiências. Espero que gostem. Isso aconteceu quando eu estudava na faculdade. Tinha um grupo grande de colegas, mas tinha um, o Pablo, que me deixava muito excitado (só pra deixar claro, curto tanto caras mais delicados quanto os mais desencanados). Ele era baixinho, tinha traços finos, quase femininos, pele branca, cabelo castanho, além de trejeitos afeminados e uma bunda impressionante (muito melhor que a de muitas mulheres). Dava pra ver que era durinha e firme com qualquer calça. A questão é que ele sabia disso, porque a gente sempre zoava ele. Não sabia se ele curtia caras, não tinha coragem de chegar nele, porque minhas experiências com homens sempre apareciam na minha frente, eu nunca fui atrás (ou seja, não fazia ideia de como abordar um cara), e além de serem secretas, não queria que ninguém soubesse. A oportunidade apareceu uma vez numa prova que a gente ia fazer. Eu tinha estudado, ele não, mas foi mesmo assim. Quando entregaram a prova, ele ficou com medo. Enquanto o professor explicava as regras do exame, o Pablo falou baixinho pra mim:

P: Me dá uma mão, não sei nada.
J: Nem louco, se esse velho nos pegar, a gente frita, nunca mais passamos.
P: Qual é, sério, mano, se eu não passar, meus pais me matam. Te pago de qualquer jeito, faço o que você pedir, juro.
Olhei pra ele, tava vermelho e suando, percebi que tava preocupado de verdade.
J: Ok, te ajudo, se der, mas vou cobrar caro, ouviu?
P: Sim, juro, faço o que você quiser, valeu, cara.
Fui ajudando como dava, mostrava minha folha, soletrava as respostas, e ele foi respondendo. Terminamos, saímos e esperamos os resultados. Passamos os dois, então fomos com o resto do pessoal que tinha feito a prova tomar umas. A noite chegou, e fomos andando os dois até o apartamento que eu alugava perto da faculdade (enquanto eu pensava em como dar em cima dele). Entramos, ofereci algo pra beber, mas ele só queria usar o banheiro. Aí tive a ideia de falar logo, e se ele ficasse puto, paciência. Se ele levasse a mal, eu dizia que era brincadeira. Saiu do banheiro e fala:
P— Tô meio chapado, melhor eu ir
J— Para, não vai embora sem antes acertar as contas
P— Que contas?
J— Eu te ajudei hoje e você disse que ia me pagar com o que eu quisesse
P— Ahhh, é verdade, pede o que quiser, menos dinheiro que não tenho, hahahaha
J— Não, dinheiro não ia pedir, queria algo mais pessoal
P— Fala aí que eu cumpro

Tava nervoso pra caralho, o pulso acelerado, criei coragem e soltei:
J— Quero ficar com você
P— Que?
J— Sim, quero pegar essa bunda gostosa nas minhas mãos
P— Tá me zoando?

Cara, eu ia falar que sim, que era brincadeira, e ele responde:
P— Na real, não sei, nunca fiquei com um cara
J— Ah, nunca te deram em cima?
P— Não, é a primeira vez
J— E nunca pensou nisso, de ficar com um cara?
P— Sei lá, talvez uma vez ou outra, mas nada sério, entende? Só algo passageiro ou de fantasia
J— Então vamos tentar, se não gostar, a gente para e pronto
P— Você já ficou com homens?
J— Sim, algumas vezes
P— E a gente faz o quê?
J— Vamos devagar, deixa eu fazer e a gente se deixa levar

Cheguei perto, acariciei o rosto dele, ele riu nervoso, encostei no corpo dele e comecei a tirar a camisa dele, enquanto passava a mão no peito e nas costas, ele começou a fazer o mesmo
J— Posso te beijar?
P— Sei lá, tenta

Beijei a bochecha dele, o pescoço, o peito, guiei ele pra beijar meu pescoço também e o peito, peguei o rosto dele e aproximei os lábios, ele não tentou se esquivar, então dei um beijo na boca dele, suave e curto, olhei pra ele e ele tava de olhos fechados e boca aberta, aí beijei de novo, dessa vez mais longo e de boca aberta, e ele correspondeu, aí meti a língua também, nessa hora ele se soltou de vez, relaxou, percebi que ele baixou os ombros e apoiou as mãos no meu peito. Tava abraçado nele, desci as mãos e comecei a apalpar a bunda divina dele, baixei a calça dele e confirmei o que suspeitava, ele tinha uma bunda perfeita, dura e redonda como uma maçã, apertei, amassei, não deixei um milímetro. sem tocar, enquanto também abaixava minha calça, os dois estávamos de pau duro. J- Tá bem durona, cê gosta, hein? P- Ah, sim, me deixa muito tesudo, mano. Esfreguei meu pau no dele por um tempo até que falei: J- Encosta na parede, apoia as mãos. Ele obedeceu e vi que não tinha nenhum pelo (eu me depilava, e ainda faço, a área das bolas e do pau). J- Cê não tem pelo nenhum, se depila? P- Sou liso, e se cresce um pouco, eu tiro, odeio pelo lá. Apoiei meu membro entre as nádegas dele e comecei a esfregar enquanto masturbava ele e beijava sua nuca, ele gemia de prazer. Depois de alguns minutos, falei: vamos pra cama. No quarto, perguntei: J- Já chuparam sua bunda alguma vez? P- Não, nunca. J- Vamos ver se cê gosta. Mandei ele ficar de quatro e me posicionei atrás dele, comecei a beijar e acariciar as nádegas dele. Fui pro meio, procurando o cu dele com beijos e língua. Quando cheguei, comecei a lamber e enfiar a língua devagar. Continuei por uns minutos e fui aumentando o ritmo até enfiar quase toda a língua, e comecei com a ponta de um dedo. Ele tava bem fechadinho, foi cedendo aos poucos, enquanto eu continuava trabalhando até o dedo entrar todo. A cada empurrão, ele gemia e ofegava, nunca pediu pra parar. Eu tava a mil, com o pau duro feito ferro. Continuei assim enquanto acariciava as bolas e o pau dele com a outra mão. Pedi pra ele sentar em cima de mim, ele fez, e ficamos nos esfregando por um tempo até que enfiei dois dedos de novo e comecei a masturbar ele rápido. Ele gozou dando um grito misturado com um gemido abafado de prazer, parecia uma gostosa chegando ao orgasmo. Me deitei na cama e ele se deitou do meu lado. Beijei ele de novo e guiei o rosto dele pro meu pau, que tava pulsando de tão excitado. P- Não sei, não tenho coragem. J- Qual é, não seja besta, olha o que já fizemos, experimenta. Ele aproximou os lábios, beijou a cabeça do meu pau suavemente, depois foi descendo até minhas bolas, beijou e lambeu, eu suspirava. Continuou lambendo até que se animou e... Enfiei na boca dele, chupei um pouco entre beijos e lambidas, subi com a língua pelo tronco até a cabeça e enfiei de novo na boca, chupei e fui enfiando meu pau até onde dava. Chupei ele por um tempo, meio sem jeito, mas muito bom pra primeira vez dela. Enquanto isso, eu continuava apalpando a bunda babada dela. Tirei meu pau da boca dela, peguei ela pela nuca, puxei pra perto e beijei. Pedi pra ela me masturbar. Ela fez isso por uns minutos até eu gozar uma porrada de porra grossa e quente na minha barriga, soltando um gemido rouco de prazer. Ficamos parados um tempo até ela falar: "P- Pensei que você queria me foder. Se pedisse, eu deixava ou fazia você gozar na boca." "J- Quero te foder sim, mas gosto muito de você, quero que a gente curta ao máximo. Na próxima, a gente avança mais um pouco." Quase na hora, a gente cochilou um pouco, acordamos, lavamos e ela foi embora. Antes de sair, ela falou: "P- E agora?" "J- Aos poucos, na próxima a gente vê até onde vai." Antes dela sair, beijei ela de novo de leve nos lábios e ela ficou vermelha. Espero que tenham gostado. Se quiserem, conto como continuou. Valeu por ler.

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