Todo dia, ao sair do trabalho, eu ia direto para o apartamento, me vestia bem putinha e minhas novas colegas me maquiavam e me ensinavam como fazer até que aprendi sozinha. E assim passava a tarde toda, tinha dias que chegava a atender até três clientes e outros que não vinha ninguém até a noite, quando eu ia pra casa já jantada. Lá, eu tirava a maquiagem pra ficar apresentável para trabalhar no escritório no dia seguinte, colocava meu camisola e ia dormir. Os fins de semana eram diferentes: eu entrava na sexta à tarde e só saía no domingo à noite. Dormia com as outras garotas no mesmo quarto, em beliches. Nas primeiras vezes que dormi com elas, era difícil vê-las só de calcinha ou peladas pelo quarto, até que com o tempo aceitei que era uma delas. A primeira chupada do dia, no começo, era sempre para meu dono. Ele e o Daniel, dono da loja de lingerie, eram os únicos homens que eu chupava sem camisinha e eles me recompensavam com a porra deles. As segundas-feiras nosso dono nos dava folga, mas eu tinha uma condição: tinha que ir ao apartamento mesmo assim, porque aquele era o único dia em que só ele me comia, dizia que uma puta como eu precisa de rola todo dia. Depois disso, eu podia sair pra passear ou comprar coisas, mas sempre acompanhada por alguma das minhas colegas. Assim foram passando os dias e os meses, em que eu comi e fui comida por uma porrada de paus. Fui humilhada, amarrada, chicoteada, mas pra isso os homens pagam por mim, pra servi-los e obedecê-los. E mesmo que meu dono fique com a maior parte do dinheiro, eu ganho mais como puta do que no meu trabalho. Mas depois do verão, que passei os 23 dias junto com minhas colegas no apartamento, fazendo muitos programas em hotéis pra satisfazer turistas estrangeiros, apareceu um cliente que mudou tudo. Era uma sexta de manhã quando meu dono me disse: "Hoje à tarde você tem um serviço das 18h às 21h neste endereço." "Sim, dono." Ele me passou um endereço e na hora combinada eu estava lá batendo na porta. Me atendeu um homem bem vestido, loiro, alto e bem... Gato. - Pode passar, moça. - Obrigada. Entrei até a sala com ele vindo atrás de mim. - Oi, sou o Manuel e você, moça, como posso chamá-la? - Jessi, senhor Manuel. - Só Manuel, nada de senhor, moça Jessi. - Pode me chamar só de Jessi. Nenhum cliente tinha me tratado assim nunca, me fez sentir muito à vontade desde o começo. - Quer beber algo, Jessi? Cerveja, coca... - Uma cerveja. - Toma, gata. Vamos ver, Jessi, me explica um pouco como você acabou metida nesse mundo. Saiba que eu te vejo como mulher, não como uma puta, gosto de fazer jogos com as mulheres que contrato. Expliquei um pouco por cima tudo. - História interessante. Agora vou te explicar um pouco de mim: sou diretor em uma entidade bancária, e eu gosto de jogar. Vamos começar meu jogo: agora você é minha esposa, aquela é o nosso quarto. Vai lá, arruma o quarto e depois veste o que tem em cima da cadeira. Quando estiver pronta me avisa e me espera na cama. Entrei no quarto, a cama estava desfeita, tinha roupa dele em cima da cama, até uma cueca que deixei em uma cadeira. Fiz a cama, em cima de outra cadeira tinha um monte de roupa para dobrar, dobrei e fui procurar onde guardar. A cama era de casal com uma mesinha de cada lado. A primeira que abri tinha roupa íntima de mulher, e na outra guardei as cuecas limpas dele. Saí do quarto com a roupa que ele tinha deixado em cima da cadeira e perguntei onde ia a roupa suja. Levei e voltei ao quarto, peguei a roupa que ele tinha preparado para mim: fio-dental, sutiã e cinta-liga de renda, uma meia-calça e um babydoll, tudo preto. Vestir e deitei na cama. - Já estou pronta. - Vou já, meu amor. Entrou no quarto e começou a se despir, ficou só de cueca. - Hoje você está linda, querida. - Obrigada. Deitou ao meu lado e começou a acariciar meu corpo enquanto me dava um beijo sensual. Eu também comecei a acariciar o peito dele, descendo rapidamente para buscar o pau dele. - Calma, gata, não seja ansiosa. Deixa isso para mais tarde, vamos aproveitar. de carícias e beijos. Fiquei meio parada, não esperava isso de um homem, e percebi que esse Manuel era diferente. Todos queriam direto uma mamada e me dar uma boa fodida. Depois de um tempo assim, entre carícias e beijos, ele começou a apertar minha bunda e eu tentei de novo. Depois de apertar por cima da cueca, meti a mão e comecei a masturbá-lo. Dirigi o olhar para ele: tinha um pauzão de 20 cm que eu já queria meter na minha boca. Peguei uma camisinha que tinha enfiado no sutiã e coloquei nela, desci direto para chupar. Ele me virou, me colocou de lado e começou a lamber meu buraquinho, fazendo um 69. Era meu primeiro 69 com um homem. Eu engolia aquela rola linda e ele chupava meu cu. Até aquele dia, os homens pagavam por mim só para chupar o pau deles e me foder de quatro, como uma puta. Esse era meu trabalho e meu dia a dia. Poucos minutos depois, ele se virou, me deitou de costas e, deitado ao meu lado, começou a me beijar enquanto metia uma mão na minha virilha e me tocava como se deve tocar uma mulher. Parou, pegou um tubinho da mesinha e me lubrificou bem o cu, metendo um dedo dentro. Eu, entregue a ele e de pernas abertas, afastei a calcinha de lado. Ele se meteu entre elas e, devagar, com muita delicadeza, começou a enfiar o pau. Eu olhava direto nos olhos dele enquanto ele ia metendo e sacando, até começar uma foda suave e gostosa. Era a primeira vez que um homem me fazia sentir prazer como uma mulher de verdade. O prazer que sentia era imenso. Quanto mais eu olhava, mais tesão e prazer eu sentia. Ele me olhava sorrindo.
— Você gosta, né, gata?
— Mmmmm, sim, adoro, tá muito gostoso.
— Acho que vou te fazer gozar muito, amor.
— Sim, meu amor, continua, ahhhh, ahhhh, não para.
Era a primeira vez que sentia que estavam fazendo amor comigo, e a primeira vez que me senti uma mulher completa. Até aquele dia, todos me tratavam como o que eu era: uma putinha safada que meu dono oferecia em troca de dinheiro, como puta ou como submissa, onde era humilhada. Não sei o que... Aquele sexo foi intenso, mas pareceu tão rápido. Quando ele gozou, deitou-se ao meu lado, acariciando-me e beijando-me. A verdade é que me senti uma mulher de verdade ao lado dele. Ficamos um bom tempo assim; faltava só meia hora para eu ter que ir embora.
— Sabe, Manuel, você me fez sentir muito bem.
— Fico feliz que tenha gostado, querida.
— E por isso vou te premiar com uma coisa que tenho proibido de fazer.
— Ah, é? E o que é?
— Deixa comigo.
Beijei sua boca e fui descendo pelo pescoço, peito, abdômen, até chegar ao seu pau lindo e comecei a chupá-lo sem camisinha, até fazê-lo gozar na minha boca.
— Gostou, amor?
— Sim, muito.
— Bom, acho que tenho que ir. Obrigada por esta tarde maravilhosa.
— Eu que agradeço, Jessi. Mas te espero na próxima sexta.
— Vou adorar voltar.
Quando as férias terminaram, uma semana depois, deixei meu emprego por ordem do meu gostoso. Ele me queria lá 24/7, trabalhando como puta. As sextas foram passando, toda sexta ele contratava meus serviços e sempre tinha algo preparado. Na semana seguinte, ele tinha preparado um uniforme de empregada francesa; naquele dia, ele me comeu apoiado na mesa, com minha calcinha na altura dos joelhos. Outra semana foi de freira puta e ele de padre, de enfermeira, etc... Mas um dos melhores foi o de colegialinha, com uma calcinha branca lisa, meias até o joelho, uma blusinha branca e uma minissaia plissada bem curtinha, junto com uns salto agulha.
Ele me fez sentar numa espécie de carteira e me deu uma prova escrita com 10 perguntas; só acertei 3.
— Muito mal, senhorita Jessi. Você tirou um 3 — ele disse, apoiando uma das mãos no meu ombro.
— Foi muito difícil, professor.
— Vamos ver se na prova oral você se sai melhor.
— Com certeza, senhor professor, oral é comigo mesmo.
Levei uma das minhas mãos até a virilha dele, toquei por cima da calça um pouco, abaixei o zíper, tirei o pau dele e comecei a masturbá-lo enquanto olhava nos seus olhos e aproximava minha boca do seu pau, começando a chupá-lo sensualmente.
— Nossa, nossa, parece que tenho uma aluna muito aplicada... putinha como aluna, não pense que com isso vai conseguir uma nota boa.
- mas professor, o senhor disse prova oral e eu pensei que...
- é, já percebi, pensou como a putinha que você é, chupa e passa, mas não era isso, era uma prova falada.
- desculpe, professor, como o senhor quiser, sinto muito pela confusão.
- eu não sinto, continue com o que estava fazendo, vamos ver o que sabe fazer com essa boquinha.
Sentada na minha carteira, continuei chupando seu pau delicioso até que encheu minha boca de porra gostosa e quentinha.
- pois é, está feita uma putinha mesmo, mas vou ter que te dar um castigo pela sua ousadia.
- mas professor, por quê? não gostou?
- gostei, e muito, mas não aceito chantagem de nenhuma putinha para aprovar, então levante-se e me acompanhe até minha mesa.
Ele se sentou, me deitou sobre suas pernas, levantou minha saia e me deu quatro palmadas na bunda.
- isso por ser uma garotinha má.
Continuou tocando minha bunda e de vez em quando dava uma palmada, depois meteu a mão por baixo da minha calcinha e continuou apertando, até que senti ele introduzir um dedo no meu cu. Não demorou muito para eu começar a gemer.
- você gosta, né, putinha?
- sim, professor, eu adoro.
- pensei que quero você mais perto de mim, vou mudar sua carteira, levante-se e experimente sua nova carteira.
- sim, professor.
Abri minhas pernas e me coloquei em cima dele, agarrada no seu pescoço, ele me levantou.
- vamos ver, putinha, afasta a calcinha para o lado.
- sim, professor.
- agora sente-se devagar na sua nova carteira.
Senti a ponta do pau dele no meu cuzinho, fui descendo aos poucos e sentia ele entrando, até que acabou com ele todo dentro.
- você é uma aluna muito putinha.
- sim, professor, sou uma putinha.
Me aproximei dele e ele começou a me beijar, eu me agarrei no seu pescoço e comecei a cavalgar no pau dele.
- o que foi, putinha, a carteira tá desconfortável? você se mexe muito.
- mmmm não, professor, ahhhh ahhhh, eu adoro minha nova carteira.
- continua, putinha, continua, gosto do jeito que você se mexe.
- sim, professor, sim, ahhhh, eu também... Adoro que você seja tão gostoso. Depois de um tempo cavalgando, Manuel me disse que ia gozar, fiquei sentada em cima dele beijando-o. - Manuel, eu te quero. Saiu da minha boca sem pensar. - O que você disse, Jessi? - Nada, nada. - Me diz o que você disse. - Que eu te quero. - Sim, te quero muito, curto muito com você e suas brincadeiras e desejo nosso encontro com ansiedade. - Eu também, e eu gosto muito de você, Jessi. - Eu também gosto muito de você e penso em você todo dia, acho que... - Acha o quê? - Nada, só que eu te quero. - Você se apaixonou por mim? Ele me beijou sensual, um beijo longo e terno. - Acho que sim. - Acha que sim o quê? - Que estou apaixonada por você, nenhum homem nunca me tratou como você, me faz sentir bem, me faz esquecer que sou uma puta e me faz sentir mulher. - Gosto do que você me diz. - É o que eu sinto. - Você viria morar comigo? - Adoraria vir, mas você sabe que não posso. - Deixa comigo. - Sim, mas não vou criar esperanças.
5 dias depois. - Jessi, pega suas coisas que você vai embora, te compraram. - Como assim me compraram? - Fizeram uma boa oferta por você e eu te vendi. - Mas pra quem? - Você vai ver, pega suas coisas que em uma hora seu novo dono estará esperando lá embaixo. Desci com minhas coisas muito assustada, não sabia o que me esperava e ao sair na rua me encontrei com Manuel na frente. - Oi Jessi, como você está? - Bem, surpresa. Ele me deu um beijo. - Me dá a mala que vamos pra casa, você quer? - Claro que quero. - Então vamos, nena.
Já na casa dele. - Você não tem muita roupa, mas deixei uma gaveta vazia aí na cômoda para as roupas, no armário você pode pendurar coisas e sua roupa íntima, você já sabe, ali na mesinha do lado da nossa cama. Soou muito estranho isso de "nossa cama", a partir de hoje eu ia dividir a cama com um homem e não só isso, a vida. Ele me pegou por trás, me virou e me beijou gostoso. - Tá feliz, querida, de estar aqui? - Muito. - Troca de roupa que vamos comer fora para comemorar isso, se quiser escolhe algo do que tem aí. armário. Eu já conhecia aqueles armários, ele tinha bastante roupa de mulher lá. Fiquei olhando e escolhi um vestido de tricô cinza, na altura da coxa, com cinto, que me caía bem. Queria ir elegante e aquele vestido era ótimo. Ainda bem que ele tinha aquelas roupas, porque as minhas eram todas de puta. Eu gostava das minhas roupas, mas não para sair para jantar no meu primeiro dia com ele, que ia ser meu homem. Escolhi minha lingerie preta de renda e deixei em cima da cama, toda arrumada.
- Manuel, posso tomar um banho?
- Claro que sim, querida, você está em casa. Tem toalhas no armário do banheiro.
Tomei um banho, me vesti, peguei minha maquiagem e me maquiei, e coloquei uns salto preto.
- Pronta, Manuel.
- Então vamos, meu amor.
Logo que saímos pela porta, ele pegou minha mão. Parou um táxi, abriu a porta e me convidou a entrar. Ele foi pelo outro lado, sentou, passou uma mão por cima do meu ombro e me puxou para perto dele. Eu me sentia muito à vontade com ele. Essas coisas, esses pequenos detalhes, me faziam sentir uma mulher de verdade. Até que chegamos ao restaurante. Ele saiu primeiro, abriu a porta e me deu a mão para me ajudar a descer.
- Olá, Pedro.
- Olá, Manuel. Já tenho sua mesa de sempre preparada, para dois.
- Obrigado, Pedro.
- De nada. Vejo que hoje você vem em boa companhia.
- Sim, Pedro. Permita-me apresentar: Jessica, minha parceira. Este é Pedro, um grande amigo e dono do restaurante.
Ele me cumprimentou com dois beijos e Manuel colocou ele a par do nosso relacionamento. Disse que estávamos nos vendo há alguns meses e que hoje começávamos a morar juntos e estávamos saindo para celebrar.
Durante a janta, ele me explicou os planos que tinha para mim: que se eu não quisesse aceitá-los, era livre para ir embora naquele momento. Ele queria me feminizar completamente, que eu começaria a tomar hormônios e, mais para frente, ele pagaria implantes para mim. Minha vida a partir de hoje teria que ser única e exclusivamente como mulher. Eu me dedicaria única e exclusivamente às tarefas de casa. Ele se encarregaria de me comprar roupas e todos os meus caprichos, e eu teria que cumprir meu papel como uma boa esposa. na cama. - Pode pensar se quiser, é uma decisão difícil, tome o tempo que precisar. - Já pensei, aceito. Depois de comer, ele me levou para comprar algumas roupas, ele escolhia tudo, eu experimentava e ele decidia o que comprava, alguns vestidos discretos de moça, não estava acostumada a me ver vestida assim como uma mulher normal, algumas minissaias, algum top, lingerie, um babydoll preto com sua calcinha, alguns camisolas e uns sapatos e voltamos para casa. Logo que deixamos as sacolas, ele me agarrou e me levou direto para o quarto, tirou meu vestido, me deitou na cama e depois de alguns beijos e carícias, ele fez amor comigo suave e ternamente. Depois ficamos um tempo deitados abraçados na cama, até que decidi levantar para preparar algo para o jantar para nós dois. Ele me ajudou na cozinha, eu não sabia onde as coisas estavam nem como funcionavam. Depois do jantar, tomei um banho e coloquei meu babydoll novo e fui para o sofá onde ele estava sentado. - O que você acha, Manuel? - Você está muito linda, chega mais perto. Me aproximei dele, sentei ao seu lado e comecei a acariciar seu peito, que estava sem camiseta. Ele começou a me beijar enquanto eu acariciava seu corpo. Não demorei muito para procurar seu pau com a mão, já estava duro e pronto para comer. Fui descendo, beijando seu pecho até chegar naquela delícia e comecei a chupar até esvaziar sua porra gostosa na minha boca. Continuei chupando até deixá-lo bem limpinho. Ele se levantou, me pegou no colo, me colocou de quatro na cama, afastou minha calcinha e foi enfiando devagar. Ele me deu uma foda tremenda, dessa vez mais forte que a da tarde. Quando acabou, fiquei deitada na cama e ele se deitou ao meu lado. Custei a dormir, me sentia estranha, era a primeira vez que dormia com um homem depois de ser fodida. Às 6 da manhã ele me acordou, já estava se levantando para ir trabalhar. - Vou tomar um banho, amor, me prepara um café. - Sim, amor. Me levantei, preparei um café para ele, não sabia se ele queria mais alguma coisa e tive que perguntar, ele disse... Que nada, que ele só tomou café, esperei na cozinha, ele tomou o café, me deu um beijo gostoso e foi trabalhar. Naquela manhã fiquei bem nervosa, não sabia o que fazer, não estava acostumada a ser dona de casa, mas enfim, varri, tirei o pó, fiz a comida e fiquei esperando ele chegar. No começo foi difícil mesmo fazer essas tarefas, nunca gostei, mas com o tempo peguei o jeito e fazia com gosto e feliz. Adorava que ele chegasse e tudo estivesse limpinho. Meu corpo foi mudando aos poucos por causa dos hormônios. Com 8 meses de TH, veio minha cirurgia de seios, 500 gramas em cada. A primeira semana foi horrível de dor, e na segunda quase não doía, mas sentia algo estranho ali que antes não tinha. O tempo passava rápido e eu já vivia totalmente entregue a ele. Vestia-me como uma mocinha, minhas roupas de putinha ficaram esquecidas numa caixa. O Manuel era muito bom comigo, me mimava, no fim me transformou numa mulher cheia de caprichos e totalmente apaixonada por ele. Me sentia feliz e orgulhosa. Nunca procurei por isso, mas às vezes as coisas vêm sem a gente procurar.
— Você gosta, né, gata?
— Mmmmm, sim, adoro, tá muito gostoso.
— Acho que vou te fazer gozar muito, amor.
— Sim, meu amor, continua, ahhhh, ahhhh, não para.
Era a primeira vez que sentia que estavam fazendo amor comigo, e a primeira vez que me senti uma mulher completa. Até aquele dia, todos me tratavam como o que eu era: uma putinha safada que meu dono oferecia em troca de dinheiro, como puta ou como submissa, onde era humilhada. Não sei o que... Aquele sexo foi intenso, mas pareceu tão rápido. Quando ele gozou, deitou-se ao meu lado, acariciando-me e beijando-me. A verdade é que me senti uma mulher de verdade ao lado dele. Ficamos um bom tempo assim; faltava só meia hora para eu ter que ir embora.
— Sabe, Manuel, você me fez sentir muito bem.
— Fico feliz que tenha gostado, querida.
— E por isso vou te premiar com uma coisa que tenho proibido de fazer.
— Ah, é? E o que é?
— Deixa comigo.
Beijei sua boca e fui descendo pelo pescoço, peito, abdômen, até chegar ao seu pau lindo e comecei a chupá-lo sem camisinha, até fazê-lo gozar na minha boca.
— Gostou, amor?
— Sim, muito.
— Bom, acho que tenho que ir. Obrigada por esta tarde maravilhosa.
— Eu que agradeço, Jessi. Mas te espero na próxima sexta.
— Vou adorar voltar.
Quando as férias terminaram, uma semana depois, deixei meu emprego por ordem do meu gostoso. Ele me queria lá 24/7, trabalhando como puta. As sextas foram passando, toda sexta ele contratava meus serviços e sempre tinha algo preparado. Na semana seguinte, ele tinha preparado um uniforme de empregada francesa; naquele dia, ele me comeu apoiado na mesa, com minha calcinha na altura dos joelhos. Outra semana foi de freira puta e ele de padre, de enfermeira, etc... Mas um dos melhores foi o de colegialinha, com uma calcinha branca lisa, meias até o joelho, uma blusinha branca e uma minissaia plissada bem curtinha, junto com uns salto agulha.
Ele me fez sentar numa espécie de carteira e me deu uma prova escrita com 10 perguntas; só acertei 3.
— Muito mal, senhorita Jessi. Você tirou um 3 — ele disse, apoiando uma das mãos no meu ombro.
— Foi muito difícil, professor.
— Vamos ver se na prova oral você se sai melhor.
— Com certeza, senhor professor, oral é comigo mesmo.
Levei uma das minhas mãos até a virilha dele, toquei por cima da calça um pouco, abaixei o zíper, tirei o pau dele e comecei a masturbá-lo enquanto olhava nos seus olhos e aproximava minha boca do seu pau, começando a chupá-lo sensualmente.
— Nossa, nossa, parece que tenho uma aluna muito aplicada... putinha como aluna, não pense que com isso vai conseguir uma nota boa.
- mas professor, o senhor disse prova oral e eu pensei que...
- é, já percebi, pensou como a putinha que você é, chupa e passa, mas não era isso, era uma prova falada.
- desculpe, professor, como o senhor quiser, sinto muito pela confusão.
- eu não sinto, continue com o que estava fazendo, vamos ver o que sabe fazer com essa boquinha.
Sentada na minha carteira, continuei chupando seu pau delicioso até que encheu minha boca de porra gostosa e quentinha.
- pois é, está feita uma putinha mesmo, mas vou ter que te dar um castigo pela sua ousadia.
- mas professor, por quê? não gostou?
- gostei, e muito, mas não aceito chantagem de nenhuma putinha para aprovar, então levante-se e me acompanhe até minha mesa.
Ele se sentou, me deitou sobre suas pernas, levantou minha saia e me deu quatro palmadas na bunda.
- isso por ser uma garotinha má.
Continuou tocando minha bunda e de vez em quando dava uma palmada, depois meteu a mão por baixo da minha calcinha e continuou apertando, até que senti ele introduzir um dedo no meu cu. Não demorou muito para eu começar a gemer.
- você gosta, né, putinha?
- sim, professor, eu adoro.
- pensei que quero você mais perto de mim, vou mudar sua carteira, levante-se e experimente sua nova carteira.
- sim, professor.
Abri minhas pernas e me coloquei em cima dele, agarrada no seu pescoço, ele me levantou.
- vamos ver, putinha, afasta a calcinha para o lado.
- sim, professor.
- agora sente-se devagar na sua nova carteira.
Senti a ponta do pau dele no meu cuzinho, fui descendo aos poucos e sentia ele entrando, até que acabou com ele todo dentro.
- você é uma aluna muito putinha.
- sim, professor, sou uma putinha.
Me aproximei dele e ele começou a me beijar, eu me agarrei no seu pescoço e comecei a cavalgar no pau dele.
- o que foi, putinha, a carteira tá desconfortável? você se mexe muito.
- mmmm não, professor, ahhhh ahhhh, eu adoro minha nova carteira.
- continua, putinha, continua, gosto do jeito que você se mexe.
- sim, professor, sim, ahhhh, eu também... Adoro que você seja tão gostoso. Depois de um tempo cavalgando, Manuel me disse que ia gozar, fiquei sentada em cima dele beijando-o. - Manuel, eu te quero. Saiu da minha boca sem pensar. - O que você disse, Jessi? - Nada, nada. - Me diz o que você disse. - Que eu te quero. - Sim, te quero muito, curto muito com você e suas brincadeiras e desejo nosso encontro com ansiedade. - Eu também, e eu gosto muito de você, Jessi. - Eu também gosto muito de você e penso em você todo dia, acho que... - Acha o quê? - Nada, só que eu te quero. - Você se apaixonou por mim? Ele me beijou sensual, um beijo longo e terno. - Acho que sim. - Acha que sim o quê? - Que estou apaixonada por você, nenhum homem nunca me tratou como você, me faz sentir bem, me faz esquecer que sou uma puta e me faz sentir mulher. - Gosto do que você me diz. - É o que eu sinto. - Você viria morar comigo? - Adoraria vir, mas você sabe que não posso. - Deixa comigo. - Sim, mas não vou criar esperanças.
5 dias depois. - Jessi, pega suas coisas que você vai embora, te compraram. - Como assim me compraram? - Fizeram uma boa oferta por você e eu te vendi. - Mas pra quem? - Você vai ver, pega suas coisas que em uma hora seu novo dono estará esperando lá embaixo. Desci com minhas coisas muito assustada, não sabia o que me esperava e ao sair na rua me encontrei com Manuel na frente. - Oi Jessi, como você está? - Bem, surpresa. Ele me deu um beijo. - Me dá a mala que vamos pra casa, você quer? - Claro que quero. - Então vamos, nena.
Já na casa dele. - Você não tem muita roupa, mas deixei uma gaveta vazia aí na cômoda para as roupas, no armário você pode pendurar coisas e sua roupa íntima, você já sabe, ali na mesinha do lado da nossa cama. Soou muito estranho isso de "nossa cama", a partir de hoje eu ia dividir a cama com um homem e não só isso, a vida. Ele me pegou por trás, me virou e me beijou gostoso. - Tá feliz, querida, de estar aqui? - Muito. - Troca de roupa que vamos comer fora para comemorar isso, se quiser escolhe algo do que tem aí. armário. Eu já conhecia aqueles armários, ele tinha bastante roupa de mulher lá. Fiquei olhando e escolhi um vestido de tricô cinza, na altura da coxa, com cinto, que me caía bem. Queria ir elegante e aquele vestido era ótimo. Ainda bem que ele tinha aquelas roupas, porque as minhas eram todas de puta. Eu gostava das minhas roupas, mas não para sair para jantar no meu primeiro dia com ele, que ia ser meu homem. Escolhi minha lingerie preta de renda e deixei em cima da cama, toda arrumada.
- Manuel, posso tomar um banho?
- Claro que sim, querida, você está em casa. Tem toalhas no armário do banheiro.
Tomei um banho, me vesti, peguei minha maquiagem e me maquiei, e coloquei uns salto preto.
- Pronta, Manuel.
- Então vamos, meu amor.
Logo que saímos pela porta, ele pegou minha mão. Parou um táxi, abriu a porta e me convidou a entrar. Ele foi pelo outro lado, sentou, passou uma mão por cima do meu ombro e me puxou para perto dele. Eu me sentia muito à vontade com ele. Essas coisas, esses pequenos detalhes, me faziam sentir uma mulher de verdade. Até que chegamos ao restaurante. Ele saiu primeiro, abriu a porta e me deu a mão para me ajudar a descer.
- Olá, Pedro.
- Olá, Manuel. Já tenho sua mesa de sempre preparada, para dois.
- Obrigado, Pedro.
- De nada. Vejo que hoje você vem em boa companhia.
- Sim, Pedro. Permita-me apresentar: Jessica, minha parceira. Este é Pedro, um grande amigo e dono do restaurante.
Ele me cumprimentou com dois beijos e Manuel colocou ele a par do nosso relacionamento. Disse que estávamos nos vendo há alguns meses e que hoje começávamos a morar juntos e estávamos saindo para celebrar.
Durante a janta, ele me explicou os planos que tinha para mim: que se eu não quisesse aceitá-los, era livre para ir embora naquele momento. Ele queria me feminizar completamente, que eu começaria a tomar hormônios e, mais para frente, ele pagaria implantes para mim. Minha vida a partir de hoje teria que ser única e exclusivamente como mulher. Eu me dedicaria única e exclusivamente às tarefas de casa. Ele se encarregaria de me comprar roupas e todos os meus caprichos, e eu teria que cumprir meu papel como uma boa esposa. na cama. - Pode pensar se quiser, é uma decisão difícil, tome o tempo que precisar. - Já pensei, aceito. Depois de comer, ele me levou para comprar algumas roupas, ele escolhia tudo, eu experimentava e ele decidia o que comprava, alguns vestidos discretos de moça, não estava acostumada a me ver vestida assim como uma mulher normal, algumas minissaias, algum top, lingerie, um babydoll preto com sua calcinha, alguns camisolas e uns sapatos e voltamos para casa. Logo que deixamos as sacolas, ele me agarrou e me levou direto para o quarto, tirou meu vestido, me deitou na cama e depois de alguns beijos e carícias, ele fez amor comigo suave e ternamente. Depois ficamos um tempo deitados abraçados na cama, até que decidi levantar para preparar algo para o jantar para nós dois. Ele me ajudou na cozinha, eu não sabia onde as coisas estavam nem como funcionavam. Depois do jantar, tomei um banho e coloquei meu babydoll novo e fui para o sofá onde ele estava sentado. - O que você acha, Manuel? - Você está muito linda, chega mais perto. Me aproximei dele, sentei ao seu lado e comecei a acariciar seu peito, que estava sem camiseta. Ele começou a me beijar enquanto eu acariciava seu corpo. Não demorei muito para procurar seu pau com a mão, já estava duro e pronto para comer. Fui descendo, beijando seu pecho até chegar naquela delícia e comecei a chupar até esvaziar sua porra gostosa na minha boca. Continuei chupando até deixá-lo bem limpinho. Ele se levantou, me pegou no colo, me colocou de quatro na cama, afastou minha calcinha e foi enfiando devagar. Ele me deu uma foda tremenda, dessa vez mais forte que a da tarde. Quando acabou, fiquei deitada na cama e ele se deitou ao meu lado. Custei a dormir, me sentia estranha, era a primeira vez que dormia com um homem depois de ser fodida. Às 6 da manhã ele me acordou, já estava se levantando para ir trabalhar. - Vou tomar um banho, amor, me prepara um café. - Sim, amor. Me levantei, preparei um café para ele, não sabia se ele queria mais alguma coisa e tive que perguntar, ele disse... Que nada, que ele só tomou café, esperei na cozinha, ele tomou o café, me deu um beijo gostoso e foi trabalhar. Naquela manhã fiquei bem nervosa, não sabia o que fazer, não estava acostumada a ser dona de casa, mas enfim, varri, tirei o pó, fiz a comida e fiquei esperando ele chegar. No começo foi difícil mesmo fazer essas tarefas, nunca gostei, mas com o tempo peguei o jeito e fazia com gosto e feliz. Adorava que ele chegasse e tudo estivesse limpinho. Meu corpo foi mudando aos poucos por causa dos hormônios. Com 8 meses de TH, veio minha cirurgia de seios, 500 gramas em cada. A primeira semana foi horrível de dor, e na segunda quase não doía, mas sentia algo estranho ali que antes não tinha. O tempo passava rápido e eu já vivia totalmente entregue a ele. Vestia-me como uma mocinha, minhas roupas de putinha ficaram esquecidas numa caixa. O Manuel era muito bom comigo, me mimava, no fim me transformou numa mulher cheia de caprichos e totalmente apaixonada por ele. Me sentia feliz e orgulhosa. Nunca procurei por isso, mas às vezes as coisas vêm sem a gente procurar.
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