Fala aí, amigos,Desculpa por não ter postado antes. Tô ocupada, mas não foi à toa. Fiquei batendo um papo com uma Senhora que me contou a história dela, e achei interessante. Dei uma sequência e transformei num relato. Mudei alguns detalhes e escondi outros, mas a história é fiel e aprovada por ela. Espero que vocês curtam. Essa é a primeira parte. Tamo trabalhando na segunda parte, então nos avisem se vocês gostaram ou não.
Vamos começar!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Beleza, não sei bem como começar isso. Acho que o ponto de virada na minha vida foi lá pelo primeiro ano da pandemia, quando decidi juntar os panos. Tinha um cara que sempre me paquerava; me tratava bem, me dava presentes no trampo, flores, cartas. Tudo muito meloso e isso me fazia sentir muito bem. Desde pequena, sempre fui acostumada a ser tratada com carinho, educação, gentileza e atenção, por isso resolvi juntar com o Júlio. O Júlio é um homem doce, atencioso, cuidadoso e empático. Ele é gordinho, se vocês tão perguntando, tem barba e a pele morena. Diferente de mim, que sou bem magra e tenho um rostinho bonito. Isso faz com que as pessoas me tratem com muito mais amabilidade do que o normal, quase como se eu fosse burra. Vocês talvez nunca tenham pensado nisso, mas isso me irrita pra caralho, e foi assim que tudo começou.
Depois de uns 8 meses de namoro, decidimos tentar, e em mais 6 meses fomos morar juntos. Tudo muito rápido porque a gente realmente se dava bem. Temos muita paz; quando surge um desentendimento, um de nós já começa a apaziguar na hora. Sim, vocês vão dizer que agora vem o "mas" haha. Pois é, ainda não. Porque eu me sentia muito grata pela vida.
No trabalho, já tinha me acostumado com o pessoal me tratando como se eu fosse idiota. Às vezes até era sarcástica pra mostrar que não precisavam fazer isso. Mas não funcionava muito bem; eles mantinham um certo nível de consideração que não tinham com os outros. Até com as outras equipes com quem trabalhávamos.
Num café da manhã, um colega (quando a gente já tinha voltado pro escritório) começou a reclamar de outro cara com quem trabalhamos, ainda trabalhamos. Ele falou que o cara era muito seco, que pediu ajuda e o cara disse que não podia, que esperasse a vez, que até falou que era um assunto urgente e o moleque pediu o aval do líder da área pra essa urgência, como se duvidasse dele. Meu colega se sentiu super ofendido haha, mas sendo objetivo, ele tava errado. Eu disse que achava a reação do outro time certa: se você não tem tempo, fala; se Você diz que é urgente, então quem tá falando isso?. Acho que meu colega entendeu um pouco melhor. Porque, tipo, do mesmo jeito que me tratam como se eu fosse burra, às vezes também nunca discutem nada comigo ou me chamam de ignorante, um dos dois.
Uma vez, peguei uma revisão bem com o cara que meu colega tinha comentado. Era um cara normal, moreno, magro e em forma, olhos grandes e castanhos com óculos, bem arrumado, nem bonito nem feio, bonitinho e muito sério. Senti um certo medo, mas tinha que continuar a revisão, já que não tava andando. Lembro que a conversa foi mais ou menos assim.
— Esperança, né?
— Sim, claro, você é o Marco? — eu já sabia quem era —
— Sim, sim, sou eu — sem me olhar nem um pouco —
— Beleza, então o relatório tá errado, isso não atende ao padrão tal, esses resultados não batem com a fórmula x e o formato não é o correto.
— Entendo, Marco, o formato sim é o correto, é o que baixei do próprio site de vocês — nessa hora ele virou pra me olhar —
— Sério? Deixa eu ver — depois de uns minutos — É verdade, é um erro nosso, Esperança, já mandei mensagem pra corrigirem. Bom, esses são os pontos pra arrumar.
— Mas se o formato é o que eu baixei, ainda assim tenho que fazer a correção?
— Isso mesmo — ele não tirava os olhos de mim —
— Mas é o que eu baixei.
— Eu sei, é um erro da nossa equipe, no entanto, quando você entregar pro setor de impostos, eles vão devolver porque não tem os dados novos, você vai ter que fazer depois. Gostaria de te ajudar, mas não tenho tempo. Pode ter certeza que não vai acontecer de novo.
— Tá bom, Marco, eu faço e te mando.
— Não precisa, você vai fazer bem, né?
— Sim, claro.
— Então não me manda revisar algo que você vai fazer direito.
— Com o resto dos colegas a gente faz isso.
— Bom, eles gostam de perder tempo, eu não. Vou propor isso. Já somos todos adultos pra errar quando sabemos o que fazer, não acha?
— Penso o mesmo e concordo, obrigada.
Não tava acostumada a falar desse jeito. Talvez. porque todo mundo mantém um tipo de cordialidade falsa no trabalho ou porque a gente fica enrolando as coisas e muitas vezes não resolve nada. Também percebi no jeito que ele negociou o ajuste do formato, sem me dar conta eu aceitei quando não devia. Aceito o erro dele de boa, mesmo ele parecendo inflexível. Cheguei à conclusão de que ele só é muito sério. Começou a me chamar a atenção. E, como vocês já devem estar pensando, não falei igual uma otária.
As semanas foram passando e a gente notou algumas mudanças que foram boas pra todo mundo. E comentamos que ele era o mais ágil de todos. A gente vinha no elevador e aí entrou o Marco, eu tava com meu marido.
— Marco, como cê tá? — fingi surpresa —
— E aí, Esperança, tudo bem e você? — ele deu uma olhada rápida ao redor —
— Tudo bem também, valeu pelas mudanças —
— Qualquer um que pensasse em vocês teria feito o mesmo —
— Bom, já viu que não é qualquer um, haha —
— Haha, é verdade — nunca tinha visto ele sorrir —
— E aí, me chamo Júlio, prazer, sou... — ele apertou a mão do Marco —
— Um colega do trabalho da área Y —
— Ah, e aí Júlio, prazer. Queria falar umas coisas com seu líder — Júlio riu —
— Justamente sou o líder, parceiro —
— Perfeito, então te procuro durante a semana — eles trocaram um aperto de mão, e eu notei a mão do Marco mais firme e a do Júlio bem mole, também reparei na firmeza no olhar do Marco —
— Até mais, galera, nos vemos.
Eu comecei a anotar essas coisas. Talvez porque me frustrava pra caralho ser tratada como uma criança idiota. Comecei a reparar mais em como as pessoas falam, seus gestos, seus movimentos, suas palavras, suas ações. E com certeza por isso o Marco me atraía. Mas não todo mundo.
Na verdade, uma vez eu tive que estar numa reunião onde um colega reclamava do Marco pro chefe dele, e o nosso também foi, junto com uns 3 ou 4 outros colegas. Eles reclamavam que ele era muito apegado às regras. Na reunião, o líder do Marco defendeu ele, e o nosso nos defendia, mas não chegava a lugar nenhum. Aí o Marco pediu pra ver os casos concretos que estavam sendo reclamados pra chegar a uma conclusão. Meu primeiro colega apresentou o caso dele e a reclamação. O Marco pediu permissão pra explicar por que agiu daquele jeito, e nossos chefes deixaram. Ele se levantou e começou a desenhar no quadro o processo e as consequências de pular aquelas partes específicas. Ele puxou uns dados de tempo e riscos. Concluiu que era mais caro pular aquilo do que seguir, tanto em tempo quanto em dinheiro e recurso. Meu segundo colega apresentou o caso dele. e era quase a mesma coisa. No fim, ele só disse que entendia o incômodo, mas que não podia agir sozinho só porque alguém se sentia desconfortável, e que não dava pra sentar com cada um pra explicar um processo que todo mundo já devia conhecer. Ele foi bem sério, mas sem ser prepotente, explicando passo a passo tudo com pausas e, no fim, eu tava excitada! Como algo assim podia me fazer sentir desse jeito. Um fetiche estranho, suponho. Saindo da reunião, ele até pediu desculpas pra eles e disse que tentaria explicar o porquê das decisões dele. Eles aceitaram.
Ao sair da reunião, fiquei com ele uns segundos e perguntei se queria ir comer. Ele disse que não tinha tempo naquele dia, mas amanhã sim. Aceitei e ele me deu um abraço onde pude sentir na minha coxa o que na hora achei que era o celular dele. Nós dois percebemos e notei a vergonha dele, só nos despedimos.
Não parava de pensar nisso. É que eu me sentia muito atraída pelo jeito dele. Cheguei até a imaginar como seria na cama, que eu queria sentir a firmeza dele, o domínio, o caráter, até sendo um pouco agressivo. Aí me toquei, ou melhor, de noite. Tava muito excitada, me tocava, e quando o Julio chegou, queria transar e a gente transou, mas de um jeito muito doce, devagar, calmo, com paixão sim, mas sem aquela energia que eu precisava sentir. Ele me tratava como uma boneca, como se eu fosse quebrar. Eu precisava de outra coisa, me sentir como uma mulher completa. A razão é simples: minha frustração com como me tratavam tava sendo canalizada pro sexo, mas eu, mesmo sabendo disso, não conseguia controlar.
No dia seguinte, a gente almoçou junto e perguntei sobre o Julio. Ele respondeu que o Julio ia procurar ele. Eu disse como ele sabia, e ele só respondeu que era intuição. Pedi pra ele explicar. Ele fez uma cara estranha. Disse que no elevador sabia que era meu marido ou pelo menos meu namorado, pela interrupção. Também ao cumprimentá-lo, sentiu dúvida, por isso acha que ele gostaria de resolver essa situação reafirmando que ele é o líder, a única forma de Fazer isso é ignorar ou pedir a ele mesmo a reunião. E eu não iria ignorar. Eu ri e falei que era uma teoria muito louca. Ele só riu e disse que sim, era louco, mas veria o que acontecia e a gente apostou. Eu conhecia o Júlio e achava que ele não faria. Combinamos de sair pra comer num fim de semana. Terminamos de comer, ele se levanta e a barriga dele bate na borda da mesa. Pega a bandeja e começa a andar. Eu, ainda sentada arrumando minhas coisas, percebi aquilo. Tava num ponto que não sabia o que fazer com todas aquelas sensações. A gente se despediu.
Chegou o fim de semana e perguntei pro Júlio se ele tinha marcado a reunião com a área do Marco. Ele disse que tinha colocado a reunião pra semana seguinte. Me senti decepcionada e animada ao mesmo tempo. Que sensação estranha. Não perguntei mais, mas o Júlio percebeu e começou a me dar uma explicação. Ele disse que convidou o líder do Marco, mas o cara falou que esse assunto quem trata é ele, então ia convidar ele. Ou seja, o Júlio tentou pular o Marco, mas não conseguiu haha. Desculpa rir.
Como combinamos, inventei uma desculpa pro Júlio, não foi difícil, algo sobre umas amigas pra poder sair com o Marco. Fiquei muito nervosa a semana toda. Na verdade, não consegui evitar de me tocar. Deslizava meus dedos sobre a calcinha já molhada. Queria que fossem a língua dele, sentir o queixo dele subindo até meu clitóris, a língua forte pressionando, brincando pra descer e subir abrindo meus lábios molhados e se afundar na minha buceta molhada. Queria sentir ele, eu me molhava muito ao enfiar meus dedos, depois imaginei como seria a dureza dele e comecei a enfiar mais e mais os dedos, rápido, dobrava eles dentro de mim, rápido e devagar, esfregava meu clitóris com a outra mão até gozar em poucos minutos. Minhas pernas tremiam e eu tava muito ofegante.
Chegou o sábado, me arrumei. Um vestido preto liso simples, um sutiã e calcinha de renda, lábios vermelhos que contrastam com minha pele branca. Júlio me perguntou por que eu estava tão arrumada. Me fiz de digna e disse que a gente quase não saía mais. Que ia sair com minhas amigas e queria vestir a roupa que nunca uso. Fiz ele se sentir mal, mas não liguei muito na hora. Ele disse que me levava, mas falei que não precisava, que de vez em quando era bom ter um tempo sozinha. Ele entendeu isso. Me senti mal de novo, mas de novo evitei.
Cheguei com o Marco perto do trabalho. Ele desceu, me olhou, disse que eu estava muito gostosa, fiquei vermelha e nos abraçamos. Ele cheirava muito bem e estava de camisa, blazer esporte e jeans preto. Me abriu a porta e fomos pra um restaurante muito bonito.
— Você já sabia que a gente viria pra esse lugar?
— Na verdade não, haha, mas te vi tão linda e pensei nesse lugar, devia ter perguntado pra onde você queria ir? — Só ri, já entendi um pouco mais das brincadeiras dele.
— Não, não, tá de boa. Ei, você é muito diferente do que é no trabalho.
— Sou mais sério, mas mantenho os mesmos valores: fazer as coisas direito, respeito, humildade, sinceridade.
— Bom, devia adicionar "saber falar as coisas", haha.
— Haha, você tem razão, às vezes sou muito direto e isso é mal interpretado. Mas no fim, não sou responsável por como as pessoas levam, desde que eu seja educado e respeitoso, e nunca faltei com respeito com ninguém.
— Você tem razão — fiquei muito satisfeita com o jeito dele pensar, não sei se é o melhor ou o certo, mas fez sentido pra mim.
A comida foi muito agradável, sem pressa, sem perguntas forçadas, tudo muito natural. Mas tinha uns olhares que causavam tensão nos dois. Não consegui evitar e perguntei.
— E que tipo de mulher alguém como você gosta?
— Alguém como eu?
— Só responde.
— Hmm, bom, gosto de mulheres seguras mas tímidas, fortes mas sensíveis...
— E de corpo? Porque a atração sempre começa pelo físico.
— É verdade, penso igual. Na real, não tenho um tipo específico. Nisso, como sou físico, me atraem mulheres bem diferentes, mas tenho preferência por garotas magras, igual você — ele me sorriu de um jeito safado e eu fiquei sem saber o que dizer—
— Ei, sei que você tem marido, desculpa se...
— Não, não, fica tranquilo, é que eu não imaginava que poderia atrair alguém como você
— Bom, eu não disse que você me atrai — era verdade! E me senti rejeitada— segundo, não acho que sou um super-homem, então relaxa. Ei, o que foi?
— Nada, não
— Ah haha, Esperança, desculpa, o que eu quis dizer é que não falei que você me atrai, mas a verdade é que você me atrai pra caralho — olhei pra ele e, apesar da seriedade, percebi que era sincero e o rosto dele ficou mais suave—
— Você tá falando isso só pra me fazer sentir bem
— Esperança — maldito, sabia usar meu nome— você não se entrega, questiona um monte de coisas, tenta fazer tudo melhor, quer assumir mais responsabilidades. O problema que vejo é que todo mundo tenta fazer as coisas por você, não sei por quê haha, talvez porque você é gostosa, também falam com você como se você não pensasse haha, se você falasse o que pensa, seria diferente
Naquela hora, me abaixei. Me senti bem. Tava certa, era algo que eu já tinha pensado e tava vendo ali. Virei pra olhar pro Marco e ele sorriu gentil, estendeu a mão e eu peguei, suave mas firme pra me segurar. Passaram uns minutos, acho, e só o garçom nos interrompeu.
— Uma dose de conhaque, por favor — pedi.
— Alguma específica? — fiquei calada.
— Martell, por favor.
— VS ou VSOP, cavalheiro?
— VSOP tá bom, com um gelo.
— Pra senhora?
— Uma tequila, qualquer uma média tá de boa.
A gente se sorriu, tinha sido intenso, pelo menos pra mim. Mas não foi estranho, foi um momento de cumplicidade. Continuamos falando de coisas mais normais da vida, histórias engraçadas, rimos pra caralho. Pedimos a conta e fomos pro estacionamento. Marco pagou e pediu a chave, só falaram o andar e foi isso. Achei estranho, mas imaginei que ele queria que a gente ficasse mais sozinho. Caminhamos e continuamos conversando. No carro, sentamos e não consegui evitar de dizer que também gostava dele, mas era casada. Nisso, ele me beijou.
Ele segurou meu rosto e senti os lábios dele se entrelaçarem nos meus, e minha língua, que nunca saía assim, foi atrás da dele, e no ritmo dos nossos lábios, nossas línguas brincavam. Sem perceber, ele me puxou pro corpo dele, e minhas mãos foram pros ombros dele, depois pro rosto, e depois inquietas por todo o corpo dele. A gente tava ofegante e continuava se beijando. Ele apertou o rosto por uns segundos, eu ia falar algo que não lembro, e ele me beijou de novo com tanta fúria que as mãos dele foram pros meus peitos pequenos, eu gemi, e depois as mãos dele foram no meio das minhas pernas e com certeza sentiu a umidade por cima. Minha mão foi pro meio das pernas dele e ali parei ao sentir o pau dele. Era muito maior que o do Júlio, o dele tinha 10cm já duro e esse ainda tava meio mole e já não cabia na minha mão. Isso me fez morder os lábios dele e abri os olhos pra ver a reação dele, ele sorriu quase me convidando a continuar, mordi de novo um pouco mais forte e olhei pra ele, ele me lambei a boca dela e eu fiz o mesmo, depois lambi a bochecha dela, não sei por que fiz isso, depois a outra, depois o pescoço dela, voltei a beijar e queria arrancar os lábios dela enquanto minha mão massageava aquele volume enorme dela. Ela me parou com a mão apertando minhas bochechas, me beijou forte, fazendo minha cabeça ir um pouco pra trás, com a outra mão colocou no cinto e fez um gesto me convidando, eu concordei e ela desabotoou o cinto, ajudei e olhei em volta, não tinha ninguém, ela se levantou um pouco e puxamos a calça dela pra baixo e eu, apressada, puxei a cueca. Vi a pica mais grande que já tinha visto, não vi muitas, umas quatro na verdade, não sei quanto devia medir mas dava umas três das minhas mãos pequenas. Eu fiquei paralisada. Senti a mão dela se enroscar no meu cabelo e me puxar pra baixo em direção à rola dela, minha boca se abriu e meus lábios abraçaram a cabeça dela que mal cabia na minha boca, comecei a salivar enquanto tentava engolir. Sentia a pele quente dela, as veias na minha boca e na minha mão que segurava firme mesmo sem conseguir rodear ela. O quadril dela subia e descia uns centímetros como se tivesse fodendo minha boca e eu recebendo tudo na boca.
Eu, segura pelo cabelo, virei pra ela e sem soltar a carne dela, olhei, fiquei com vergonha e notei o tesão dela, sorri com a pica na boca e voltei a chupar tudo, babava, apertava, às vezes mordia, não sei de onde tirei tudo aquilo.
Ela se inclinou pro meu banco e com a mão puxou minha calcinha pro lado e começou a me masturbar, eu chupava cada vez mais faminta e ela me masturbava cada vez mais gostoso. Como em filme, falei que ia gozar e ela disse que também. Senti as pulsações dela na minha mão e na minha boca e eu sentia que ia mijar e mijei! Enquanto minhas pernas tremiam, minha boca recebia mais a dureza dela e o leite saindo em jorros dos meus lábios pra eu conseguir engolir tudo, nunca tinha comido porra! Já tinha recebido na boca mas nunca tinha engolido. Levantei, me deitei e ela também, respiramos um pouco. minutos. A gente se olha sorrindo, satisfeitos.
— Você tá suando — falei.
— Você também, e ainda tem meu gozo na sua cara.
Baixei o espelho e tinha uma tira grossa de porra na minha testa, outra na minha bochecha e minha boca brilhando no queixo. Olhei pro meu vestido e tinha mais uma tira, metade no meu peito e metade no vestido. Ele olhou pro banco molhado e riu, eu me assustei. Ele disse pra eu não me preocupar. Pegou um pano e colocamos ali. Me deu lenços pra me limpar e eu tirei umas toalhas umedecidas da minha bolsa. Não falamos sobre isso o resto do caminho. Passamos num sorvete e sentamos no parque. Conversamos sobre qualquer coisa. Quando voltamos pro carro, cheirava a sexo e a gente riu. Ele me deixou perto de casa, nos despedimos com um beijo na bochecha.
Aquela semana inteira evitei falar com o Marco. Mas também a semana toda me masturbei tanto que já me sentia toda rosada. Mas tava extasiada de tanto prazer. Transei com o Júlio, mas não era a mesma coisa. Até pedia: me aperta, me dá um tapa na bunda, ele fazia, mas com medo. A semana toda tentei, mas não era igual. Até fiz um boquete gostoso lembrando da virilidade do Marco, mas quando voltei a mim, não era a mesma sensação. Decidi aceitar minha relação desse jeito, também não sou uma menininha que vai se divorciar, não agora. Mas uma coisa era certa: eu precisava sentir o Marco dentro de mim.
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Vamos começar!
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Beleza, não sei bem como começar isso. Acho que o ponto de virada na minha vida foi lá pelo primeiro ano da pandemia, quando decidi juntar os panos. Tinha um cara que sempre me paquerava; me tratava bem, me dava presentes no trampo, flores, cartas. Tudo muito meloso e isso me fazia sentir muito bem. Desde pequena, sempre fui acostumada a ser tratada com carinho, educação, gentileza e atenção, por isso resolvi juntar com o Júlio. O Júlio é um homem doce, atencioso, cuidadoso e empático. Ele é gordinho, se vocês tão perguntando, tem barba e a pele morena. Diferente de mim, que sou bem magra e tenho um rostinho bonito. Isso faz com que as pessoas me tratem com muito mais amabilidade do que o normal, quase como se eu fosse burra. Vocês talvez nunca tenham pensado nisso, mas isso me irrita pra caralho, e foi assim que tudo começou.
Depois de uns 8 meses de namoro, decidimos tentar, e em mais 6 meses fomos morar juntos. Tudo muito rápido porque a gente realmente se dava bem. Temos muita paz; quando surge um desentendimento, um de nós já começa a apaziguar na hora. Sim, vocês vão dizer que agora vem o "mas" haha. Pois é, ainda não. Porque eu me sentia muito grata pela vida.
No trabalho, já tinha me acostumado com o pessoal me tratando como se eu fosse idiota. Às vezes até era sarcástica pra mostrar que não precisavam fazer isso. Mas não funcionava muito bem; eles mantinham um certo nível de consideração que não tinham com os outros. Até com as outras equipes com quem trabalhávamos.
Num café da manhã, um colega (quando a gente já tinha voltado pro escritório) começou a reclamar de outro cara com quem trabalhamos, ainda trabalhamos. Ele falou que o cara era muito seco, que pediu ajuda e o cara disse que não podia, que esperasse a vez, que até falou que era um assunto urgente e o moleque pediu o aval do líder da área pra essa urgência, como se duvidasse dele. Meu colega se sentiu super ofendido haha, mas sendo objetivo, ele tava errado. Eu disse que achava a reação do outro time certa: se você não tem tempo, fala; se Você diz que é urgente, então quem tá falando isso?. Acho que meu colega entendeu um pouco melhor. Porque, tipo, do mesmo jeito que me tratam como se eu fosse burra, às vezes também nunca discutem nada comigo ou me chamam de ignorante, um dos dois.
Uma vez, peguei uma revisão bem com o cara que meu colega tinha comentado. Era um cara normal, moreno, magro e em forma, olhos grandes e castanhos com óculos, bem arrumado, nem bonito nem feio, bonitinho e muito sério. Senti um certo medo, mas tinha que continuar a revisão, já que não tava andando. Lembro que a conversa foi mais ou menos assim.
— Esperança, né?
— Sim, claro, você é o Marco? — eu já sabia quem era —
— Sim, sim, sou eu — sem me olhar nem um pouco —
— Beleza, então o relatório tá errado, isso não atende ao padrão tal, esses resultados não batem com a fórmula x e o formato não é o correto.
— Entendo, Marco, o formato sim é o correto, é o que baixei do próprio site de vocês — nessa hora ele virou pra me olhar —
— Sério? Deixa eu ver — depois de uns minutos — É verdade, é um erro nosso, Esperança, já mandei mensagem pra corrigirem. Bom, esses são os pontos pra arrumar.
— Mas se o formato é o que eu baixei, ainda assim tenho que fazer a correção?
— Isso mesmo — ele não tirava os olhos de mim —
— Mas é o que eu baixei.
— Eu sei, é um erro da nossa equipe, no entanto, quando você entregar pro setor de impostos, eles vão devolver porque não tem os dados novos, você vai ter que fazer depois. Gostaria de te ajudar, mas não tenho tempo. Pode ter certeza que não vai acontecer de novo.
— Tá bom, Marco, eu faço e te mando.
— Não precisa, você vai fazer bem, né?
— Sim, claro.
— Então não me manda revisar algo que você vai fazer direito.
— Com o resto dos colegas a gente faz isso.
— Bom, eles gostam de perder tempo, eu não. Vou propor isso. Já somos todos adultos pra errar quando sabemos o que fazer, não acha?
— Penso o mesmo e concordo, obrigada.
Não tava acostumada a falar desse jeito. Talvez. porque todo mundo mantém um tipo de cordialidade falsa no trabalho ou porque a gente fica enrolando as coisas e muitas vezes não resolve nada. Também percebi no jeito que ele negociou o ajuste do formato, sem me dar conta eu aceitei quando não devia. Aceito o erro dele de boa, mesmo ele parecendo inflexível. Cheguei à conclusão de que ele só é muito sério. Começou a me chamar a atenção. E, como vocês já devem estar pensando, não falei igual uma otária.
As semanas foram passando e a gente notou algumas mudanças que foram boas pra todo mundo. E comentamos que ele era o mais ágil de todos. A gente vinha no elevador e aí entrou o Marco, eu tava com meu marido.— Marco, como cê tá? — fingi surpresa —
— E aí, Esperança, tudo bem e você? — ele deu uma olhada rápida ao redor —
— Tudo bem também, valeu pelas mudanças —
— Qualquer um que pensasse em vocês teria feito o mesmo —
— Bom, já viu que não é qualquer um, haha —
— Haha, é verdade — nunca tinha visto ele sorrir —
— E aí, me chamo Júlio, prazer, sou... — ele apertou a mão do Marco —
— Um colega do trabalho da área Y —
— Ah, e aí Júlio, prazer. Queria falar umas coisas com seu líder — Júlio riu —
— Justamente sou o líder, parceiro —
— Perfeito, então te procuro durante a semana — eles trocaram um aperto de mão, e eu notei a mão do Marco mais firme e a do Júlio bem mole, também reparei na firmeza no olhar do Marco —
— Até mais, galera, nos vemos.
Eu comecei a anotar essas coisas. Talvez porque me frustrava pra caralho ser tratada como uma criança idiota. Comecei a reparar mais em como as pessoas falam, seus gestos, seus movimentos, suas palavras, suas ações. E com certeza por isso o Marco me atraía. Mas não todo mundo.
Na verdade, uma vez eu tive que estar numa reunião onde um colega reclamava do Marco pro chefe dele, e o nosso também foi, junto com uns 3 ou 4 outros colegas. Eles reclamavam que ele era muito apegado às regras. Na reunião, o líder do Marco defendeu ele, e o nosso nos defendia, mas não chegava a lugar nenhum. Aí o Marco pediu pra ver os casos concretos que estavam sendo reclamados pra chegar a uma conclusão. Meu primeiro colega apresentou o caso dele e a reclamação. O Marco pediu permissão pra explicar por que agiu daquele jeito, e nossos chefes deixaram. Ele se levantou e começou a desenhar no quadro o processo e as consequências de pular aquelas partes específicas. Ele puxou uns dados de tempo e riscos. Concluiu que era mais caro pular aquilo do que seguir, tanto em tempo quanto em dinheiro e recurso. Meu segundo colega apresentou o caso dele. e era quase a mesma coisa. No fim, ele só disse que entendia o incômodo, mas que não podia agir sozinho só porque alguém se sentia desconfortável, e que não dava pra sentar com cada um pra explicar um processo que todo mundo já devia conhecer. Ele foi bem sério, mas sem ser prepotente, explicando passo a passo tudo com pausas e, no fim, eu tava excitada! Como algo assim podia me fazer sentir desse jeito. Um fetiche estranho, suponho. Saindo da reunião, ele até pediu desculpas pra eles e disse que tentaria explicar o porquê das decisões dele. Eles aceitaram.
Ao sair da reunião, fiquei com ele uns segundos e perguntei se queria ir comer. Ele disse que não tinha tempo naquele dia, mas amanhã sim. Aceitei e ele me deu um abraço onde pude sentir na minha coxa o que na hora achei que era o celular dele. Nós dois percebemos e notei a vergonha dele, só nos despedimos.
Não parava de pensar nisso. É que eu me sentia muito atraída pelo jeito dele. Cheguei até a imaginar como seria na cama, que eu queria sentir a firmeza dele, o domínio, o caráter, até sendo um pouco agressivo. Aí me toquei, ou melhor, de noite. Tava muito excitada, me tocava, e quando o Julio chegou, queria transar e a gente transou, mas de um jeito muito doce, devagar, calmo, com paixão sim, mas sem aquela energia que eu precisava sentir. Ele me tratava como uma boneca, como se eu fosse quebrar. Eu precisava de outra coisa, me sentir como uma mulher completa. A razão é simples: minha frustração com como me tratavam tava sendo canalizada pro sexo, mas eu, mesmo sabendo disso, não conseguia controlar.
No dia seguinte, a gente almoçou junto e perguntei sobre o Julio. Ele respondeu que o Julio ia procurar ele. Eu disse como ele sabia, e ele só respondeu que era intuição. Pedi pra ele explicar. Ele fez uma cara estranha. Disse que no elevador sabia que era meu marido ou pelo menos meu namorado, pela interrupção. Também ao cumprimentá-lo, sentiu dúvida, por isso acha que ele gostaria de resolver essa situação reafirmando que ele é o líder, a única forma de Fazer isso é ignorar ou pedir a ele mesmo a reunião. E eu não iria ignorar. Eu ri e falei que era uma teoria muito louca. Ele só riu e disse que sim, era louco, mas veria o que acontecia e a gente apostou. Eu conhecia o Júlio e achava que ele não faria. Combinamos de sair pra comer num fim de semana. Terminamos de comer, ele se levanta e a barriga dele bate na borda da mesa. Pega a bandeja e começa a andar. Eu, ainda sentada arrumando minhas coisas, percebi aquilo. Tava num ponto que não sabia o que fazer com todas aquelas sensações. A gente se despediu.
Chegou o fim de semana e perguntei pro Júlio se ele tinha marcado a reunião com a área do Marco. Ele disse que tinha colocado a reunião pra semana seguinte. Me senti decepcionada e animada ao mesmo tempo. Que sensação estranha. Não perguntei mais, mas o Júlio percebeu e começou a me dar uma explicação. Ele disse que convidou o líder do Marco, mas o cara falou que esse assunto quem trata é ele, então ia convidar ele. Ou seja, o Júlio tentou pular o Marco, mas não conseguiu haha. Desculpa rir.
Como combinamos, inventei uma desculpa pro Júlio, não foi difícil, algo sobre umas amigas pra poder sair com o Marco. Fiquei muito nervosa a semana toda. Na verdade, não consegui evitar de me tocar. Deslizava meus dedos sobre a calcinha já molhada. Queria que fossem a língua dele, sentir o queixo dele subindo até meu clitóris, a língua forte pressionando, brincando pra descer e subir abrindo meus lábios molhados e se afundar na minha buceta molhada. Queria sentir ele, eu me molhava muito ao enfiar meus dedos, depois imaginei como seria a dureza dele e comecei a enfiar mais e mais os dedos, rápido, dobrava eles dentro de mim, rápido e devagar, esfregava meu clitóris com a outra mão até gozar em poucos minutos. Minhas pernas tremiam e eu tava muito ofegante.
Chegou o sábado, me arrumei. Um vestido preto liso simples, um sutiã e calcinha de renda, lábios vermelhos que contrastam com minha pele branca. Júlio me perguntou por que eu estava tão arrumada. Me fiz de digna e disse que a gente quase não saía mais. Que ia sair com minhas amigas e queria vestir a roupa que nunca uso. Fiz ele se sentir mal, mas não liguei muito na hora. Ele disse que me levava, mas falei que não precisava, que de vez em quando era bom ter um tempo sozinha. Ele entendeu isso. Me senti mal de novo, mas de novo evitei.Cheguei com o Marco perto do trabalho. Ele desceu, me olhou, disse que eu estava muito gostosa, fiquei vermelha e nos abraçamos. Ele cheirava muito bem e estava de camisa, blazer esporte e jeans preto. Me abriu a porta e fomos pra um restaurante muito bonito.
— Você já sabia que a gente viria pra esse lugar?
— Na verdade não, haha, mas te vi tão linda e pensei nesse lugar, devia ter perguntado pra onde você queria ir? — Só ri, já entendi um pouco mais das brincadeiras dele.
— Não, não, tá de boa. Ei, você é muito diferente do que é no trabalho.
— Sou mais sério, mas mantenho os mesmos valores: fazer as coisas direito, respeito, humildade, sinceridade.
— Bom, devia adicionar "saber falar as coisas", haha.
— Haha, você tem razão, às vezes sou muito direto e isso é mal interpretado. Mas no fim, não sou responsável por como as pessoas levam, desde que eu seja educado e respeitoso, e nunca faltei com respeito com ninguém.
— Você tem razão — fiquei muito satisfeita com o jeito dele pensar, não sei se é o melhor ou o certo, mas fez sentido pra mim.
A comida foi muito agradável, sem pressa, sem perguntas forçadas, tudo muito natural. Mas tinha uns olhares que causavam tensão nos dois. Não consegui evitar e perguntei.
— E que tipo de mulher alguém como você gosta?
— Alguém como eu?
— Só responde.
— Hmm, bom, gosto de mulheres seguras mas tímidas, fortes mas sensíveis...
— E de corpo? Porque a atração sempre começa pelo físico.
— É verdade, penso igual. Na real, não tenho um tipo específico. Nisso, como sou físico, me atraem mulheres bem diferentes, mas tenho preferência por garotas magras, igual você — ele me sorriu de um jeito safado e eu fiquei sem saber o que dizer—
— Ei, sei que você tem marido, desculpa se...
— Não, não, fica tranquilo, é que eu não imaginava que poderia atrair alguém como você
— Bom, eu não disse que você me atrai — era verdade! E me senti rejeitada— segundo, não acho que sou um super-homem, então relaxa. Ei, o que foi?
— Nada, não
— Ah haha, Esperança, desculpa, o que eu quis dizer é que não falei que você me atrai, mas a verdade é que você me atrai pra caralho — olhei pra ele e, apesar da seriedade, percebi que era sincero e o rosto dele ficou mais suave—
— Você tá falando isso só pra me fazer sentir bem
— Esperança — maldito, sabia usar meu nome— você não se entrega, questiona um monte de coisas, tenta fazer tudo melhor, quer assumir mais responsabilidades. O problema que vejo é que todo mundo tenta fazer as coisas por você, não sei por quê haha, talvez porque você é gostosa, também falam com você como se você não pensasse haha, se você falasse o que pensa, seria diferente
Naquela hora, me abaixei. Me senti bem. Tava certa, era algo que eu já tinha pensado e tava vendo ali. Virei pra olhar pro Marco e ele sorriu gentil, estendeu a mão e eu peguei, suave mas firme pra me segurar. Passaram uns minutos, acho, e só o garçom nos interrompeu.— Uma dose de conhaque, por favor — pedi.
— Alguma específica? — fiquei calada.
— Martell, por favor.
— VS ou VSOP, cavalheiro?
— VSOP tá bom, com um gelo.
— Pra senhora?
— Uma tequila, qualquer uma média tá de boa.
A gente se sorriu, tinha sido intenso, pelo menos pra mim. Mas não foi estranho, foi um momento de cumplicidade. Continuamos falando de coisas mais normais da vida, histórias engraçadas, rimos pra caralho. Pedimos a conta e fomos pro estacionamento. Marco pagou e pediu a chave, só falaram o andar e foi isso. Achei estranho, mas imaginei que ele queria que a gente ficasse mais sozinho. Caminhamos e continuamos conversando. No carro, sentamos e não consegui evitar de dizer que também gostava dele, mas era casada. Nisso, ele me beijou.
Ele segurou meu rosto e senti os lábios dele se entrelaçarem nos meus, e minha língua, que nunca saía assim, foi atrás da dele, e no ritmo dos nossos lábios, nossas línguas brincavam. Sem perceber, ele me puxou pro corpo dele, e minhas mãos foram pros ombros dele, depois pro rosto, e depois inquietas por todo o corpo dele. A gente tava ofegante e continuava se beijando. Ele apertou o rosto por uns segundos, eu ia falar algo que não lembro, e ele me beijou de novo com tanta fúria que as mãos dele foram pros meus peitos pequenos, eu gemi, e depois as mãos dele foram no meio das minhas pernas e com certeza sentiu a umidade por cima. Minha mão foi pro meio das pernas dele e ali parei ao sentir o pau dele. Era muito maior que o do Júlio, o dele tinha 10cm já duro e esse ainda tava meio mole e já não cabia na minha mão. Isso me fez morder os lábios dele e abri os olhos pra ver a reação dele, ele sorriu quase me convidando a continuar, mordi de novo um pouco mais forte e olhei pra ele, ele me lambei a boca dela e eu fiz o mesmo, depois lambi a bochecha dela, não sei por que fiz isso, depois a outra, depois o pescoço dela, voltei a beijar e queria arrancar os lábios dela enquanto minha mão massageava aquele volume enorme dela. Ela me parou com a mão apertando minhas bochechas, me beijou forte, fazendo minha cabeça ir um pouco pra trás, com a outra mão colocou no cinto e fez um gesto me convidando, eu concordei e ela desabotoou o cinto, ajudei e olhei em volta, não tinha ninguém, ela se levantou um pouco e puxamos a calça dela pra baixo e eu, apressada, puxei a cueca. Vi a pica mais grande que já tinha visto, não vi muitas, umas quatro na verdade, não sei quanto devia medir mas dava umas três das minhas mãos pequenas. Eu fiquei paralisada. Senti a mão dela se enroscar no meu cabelo e me puxar pra baixo em direção à rola dela, minha boca se abriu e meus lábios abraçaram a cabeça dela que mal cabia na minha boca, comecei a salivar enquanto tentava engolir. Sentia a pele quente dela, as veias na minha boca e na minha mão que segurava firme mesmo sem conseguir rodear ela. O quadril dela subia e descia uns centímetros como se tivesse fodendo minha boca e eu recebendo tudo na boca.
Eu, segura pelo cabelo, virei pra ela e sem soltar a carne dela, olhei, fiquei com vergonha e notei o tesão dela, sorri com a pica na boca e voltei a chupar tudo, babava, apertava, às vezes mordia, não sei de onde tirei tudo aquilo.
Ela se inclinou pro meu banco e com a mão puxou minha calcinha pro lado e começou a me masturbar, eu chupava cada vez mais faminta e ela me masturbava cada vez mais gostoso. Como em filme, falei que ia gozar e ela disse que também. Senti as pulsações dela na minha mão e na minha boca e eu sentia que ia mijar e mijei! Enquanto minhas pernas tremiam, minha boca recebia mais a dureza dela e o leite saindo em jorros dos meus lábios pra eu conseguir engolir tudo, nunca tinha comido porra! Já tinha recebido na boca mas nunca tinha engolido. Levantei, me deitei e ela também, respiramos um pouco. minutos. A gente se olha sorrindo, satisfeitos.
— Você tá suando — falei.
— Você também, e ainda tem meu gozo na sua cara.
Baixei o espelho e tinha uma tira grossa de porra na minha testa, outra na minha bochecha e minha boca brilhando no queixo. Olhei pro meu vestido e tinha mais uma tira, metade no meu peito e metade no vestido. Ele olhou pro banco molhado e riu, eu me assustei. Ele disse pra eu não me preocupar. Pegou um pano e colocamos ali. Me deu lenços pra me limpar e eu tirei umas toalhas umedecidas da minha bolsa. Não falamos sobre isso o resto do caminho. Passamos num sorvete e sentamos no parque. Conversamos sobre qualquer coisa. Quando voltamos pro carro, cheirava a sexo e a gente riu. Ele me deixou perto de casa, nos despedimos com um beijo na bochecha.Aquela semana inteira evitei falar com o Marco. Mas também a semana toda me masturbei tanto que já me sentia toda rosada. Mas tava extasiada de tanto prazer. Transei com o Júlio, mas não era a mesma coisa. Até pedia: me aperta, me dá um tapa na bunda, ele fazia, mas com medo. A semana toda tentei, mas não era igual. Até fiz um boquete gostoso lembrando da virilidade do Marco, mas quando voltei a mim, não era a mesma sensação. Decidi aceitar minha relação desse jeito, também não sou uma menininha que vai se divorciar, não agora. Mas uma coisa era certa: eu precisava sentir o Marco dentro de mim.
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