Depois do que aconteceu naquela vez, a ex do meu amigo virou uma obsessão pra mim. Eu ia visitar ela na universidade de vez em quando, e lá via que a atitude dela era totalmente diferente da que tinha na cama. Era tímida, estudiosa e educada, nada daquela besta sexual que eu tinha visto naquela noite. Saímos várias vezes pra comer alguma coisa, ou eu acompanhava ela pra comprar coisas, tipo maquiagem ou roupa. Mas o sexo ainda não tinha se repetido, eu sabia que ia rolar, mas não sabia quando. A verdade é que numa conversa ela confessou que tava de saco cheio dos homens, só atraía idiotas que queriam ela pelo corpo e depois trocavam. — Eu nunca te trocaria — falei pra ela. O que é verdade, nunca senti nada igual ao que vivi transando com ela. Precisava ter aquilo de novo, e de novo, e de novo. Me senti à vontade sendo tão dominante e ela tão submissa, ultrapassando limites e com o fator de um "amigo" em comum. Não sei se ela acreditou em mim, mas disse que tava disposta a me dar uma chance. A gente tinha tido uma química foda e isso merecia outra tentativa. Então marcamos de novo, mas agora sabendo onde íamos parar. Vi ela chegar usando um conjunto de saia e blusa preta, fiquei louco porque a saia era bem curta. Realçava as pernas nuas dela, que eu já queria ter entre meus ombros. Assistimos um filme na minha casa, mas mal prestamos atenção, acabamos conversando sobre o que a gente gosta, ou ela principalmente. — Sou muito submissa, gosto que me humilhem e façam o que quiserem, me excita muito... E por isso adorei sua atitude naquela noite, mas você ainda pode melhorar. Desde sempre quis uma mulher assim, e agora que tinha ela na minha frente, pensei: não vou cagar com isso. Decidi tomar a iniciativa então. — Tira a roupa. — Já? Achei que a gente fosse esperar até... — Vai, quero te ver pelada, inteira. Ela me deu um sorriso e começou a tirar peça por peça, devagar, como se fosse uma dança privada. Até que ficou só de calcinha e sutiã, aí eu agarrei ela e beijei com loucura. — Que puta que você é, me encanta. — Sou sua puta. — O que você vai fazer comigo hoje?
— Hoje vou aproveitar seu corpo do meu jeito, tenho uma surpresa — falei, enquanto tirava o sutiã dela. Ela tirou a calcinha e aproximou do meu rosto. — Agora que você tá pelada, me serve uma bebida.
— O quê?
— Você ouviu.
Quando ela foi pra cozinha já nua, comecei a me despir, pra quando ela voltasse eu estar com o pau duro na frente dela. Ela largou o copo no chão na hora e se ajoelhou igual uma putinha.
— Você sabe o que fazer, né?
Ela concordou e começou a chupar, me encarando enquanto fazia aquilo. Eu ia às alturas vendo ela tão embaixo, acariciando meu pau e chupando como se fosse um doce.
Não quis perder tempo, já tinha uma ideia clara. Naquela vez, notei que o cu dela era bem apertado, não tava acostumada com sexo anal, então explorar mais aquilo me excitava pra caralho. Levantei ela e levei pra cama. Lá, mandei ela ficar de quatro e esperar.
— O que você vai fazer comigo?
— Seu cu me deixa louco...
— Sério? Seu amigo não gostava tanto assim.
— Ele é um idiota, eu quero te arrebentar. Quero que você peça pra parar.
— O que mais?
— Quero que amanhã você não consiga andar, arrebentar seu cu até você gostar, porque você é minha puta.
Enquanto falava, enfiava meus dedos devagar no cu dela, esquentando ela, sabendo o que ela gostava. Claro que meu pau tava explodindo, pronto pra entrar naquele buraco, mas primeiro tinha outra ideia em mente. Meti na buceta dela enquanto continuava estimulando o cu.
— Ai, papai! Continua! Continua!
Eu bombava rápido, os gritos dela só deixavam meu pau mais duro, e eu aumentava o ritmo no compasso dos gemidos dela. Quanto tempo eu aguentava sem encher ela de porra? Em minutos, tirei.
Pra arrebentar de verdade o cu dela, precisava de uma ajuda... Por isso peguei uma garrafa vazia, pequena, mas grossa. Claro que a intenção era enfiar inteira. Peguei a puta e virei ela de costas pra que pudesse me ver.
— Isso não vai entrar...
— Vai sim, abre bem — falei enquanto empurrava. objeto. Comecei a notar como doía de verdade, o que me fez me esforçar ainda mais. Em algum momento a garrafa já se segurava sozinha, pendurada na bunda dela. — AI, DÓI! TIRA! VOCÊ VAI RASGAR MINHA BUNDA! — Continua falando — falei, e depois de tirar uma foto da cena, enfiei de novo na buceta dela. Suas palavras me excitavam muito, seu exagero, eu não ia aguentar muito se continuasse assim. — Nunca tinha ficado com o cu tão aberto, Ai papai, por que você é assim? — Porque você é minha putinha, não é? Posso fazer o que quiser. — Sim, sim, sim! Era fácil chegar ao êxtase tendo o corpo dela perto, seus gritos de dor eram a melhor música. Comendo ela, sinto que ela é realmente minha, sinto que os buracos dela foram feitos pra receber meu pau e se encher do meu leite, que a bunda dela foi feita pra eu surrar, que os peitos dela foram feitos pra eu amassar, que a voz dela foi feita pra dizer o quanto ela é puta. — Aaaaa aaaa, putaaa! E gozei dentro da buceta dela, depois de uns minutos de prazer extremo. Não usei proteção, então enchi ela toda, pensei em durar um pouco mais, mas foi o suficiente. As pernas dela tremiam enquanto ela continuava soluçando. Comecei a beijar ela por todo o corpo enquanto ela repetia meu nome. Finalmente, tirei a garrafa do cu dela com cuidado. — AAAA! Deus! Como arde! Foi lindo ver o cu dela todo aberto, pulsando e pedindo mais uma dose. Mas eu tinha que esperar me recuperar, enquanto tirava fotos dela e mostrava pra ela. — Que gostosa que eu tô, né? — ela dizia. — Claro, minha putinha linda. Assim que me recuperei, dei um segundo round, dando tudo de mim pra deixar meu gozo no cu dela. Foi uma noite bem completa, e o melhor é que convenci ela de que isso que a gente tinha era bom. Ela era uma puta gulosa e submisa, assumia isso, na cama era o papel dela, mesmo que de dia parecesse outra coisa. Eu também, de um garoto tímido a um degenerado total. É lindo o que a gente tem e pretendo manter. Aquela noite dormimos juntos, aninhados na nossa nudez. Queria que ela ficasse pra viver aquela sensação de carinho depois do sexo extremo, e também pra vê-la andando devagar no dia seguinte... Estreei a bunda dela nas grandes ligas e ninguém vai esquecer, não até a gente se ver de novo. Fim.
— Hoje vou aproveitar seu corpo do meu jeito, tenho uma surpresa — falei, enquanto tirava o sutiã dela. Ela tirou a calcinha e aproximou do meu rosto. — Agora que você tá pelada, me serve uma bebida.
— O quê?
— Você ouviu.
Quando ela foi pra cozinha já nua, comecei a me despir, pra quando ela voltasse eu estar com o pau duro na frente dela. Ela largou o copo no chão na hora e se ajoelhou igual uma putinha.
— Você sabe o que fazer, né?
Ela concordou e começou a chupar, me encarando enquanto fazia aquilo. Eu ia às alturas vendo ela tão embaixo, acariciando meu pau e chupando como se fosse um doce.
Não quis perder tempo, já tinha uma ideia clara. Naquela vez, notei que o cu dela era bem apertado, não tava acostumada com sexo anal, então explorar mais aquilo me excitava pra caralho. Levantei ela e levei pra cama. Lá, mandei ela ficar de quatro e esperar.
— O que você vai fazer comigo?
— Seu cu me deixa louco...
— Sério? Seu amigo não gostava tanto assim.
— Ele é um idiota, eu quero te arrebentar. Quero que você peça pra parar.
— O que mais?
— Quero que amanhã você não consiga andar, arrebentar seu cu até você gostar, porque você é minha puta.
Enquanto falava, enfiava meus dedos devagar no cu dela, esquentando ela, sabendo o que ela gostava. Claro que meu pau tava explodindo, pronto pra entrar naquele buraco, mas primeiro tinha outra ideia em mente. Meti na buceta dela enquanto continuava estimulando o cu.
— Ai, papai! Continua! Continua!
Eu bombava rápido, os gritos dela só deixavam meu pau mais duro, e eu aumentava o ritmo no compasso dos gemidos dela. Quanto tempo eu aguentava sem encher ela de porra? Em minutos, tirei.
Pra arrebentar de verdade o cu dela, precisava de uma ajuda... Por isso peguei uma garrafa vazia, pequena, mas grossa. Claro que a intenção era enfiar inteira. Peguei a puta e virei ela de costas pra que pudesse me ver.
— Isso não vai entrar...
— Vai sim, abre bem — falei enquanto empurrava. objeto. Comecei a notar como doía de verdade, o que me fez me esforçar ainda mais. Em algum momento a garrafa já se segurava sozinha, pendurada na bunda dela. — AI, DÓI! TIRA! VOCÊ VAI RASGAR MINHA BUNDA! — Continua falando — falei, e depois de tirar uma foto da cena, enfiei de novo na buceta dela. Suas palavras me excitavam muito, seu exagero, eu não ia aguentar muito se continuasse assim. — Nunca tinha ficado com o cu tão aberto, Ai papai, por que você é assim? — Porque você é minha putinha, não é? Posso fazer o que quiser. — Sim, sim, sim! Era fácil chegar ao êxtase tendo o corpo dela perto, seus gritos de dor eram a melhor música. Comendo ela, sinto que ela é realmente minha, sinto que os buracos dela foram feitos pra receber meu pau e se encher do meu leite, que a bunda dela foi feita pra eu surrar, que os peitos dela foram feitos pra eu amassar, que a voz dela foi feita pra dizer o quanto ela é puta. — Aaaaa aaaa, putaaa! E gozei dentro da buceta dela, depois de uns minutos de prazer extremo. Não usei proteção, então enchi ela toda, pensei em durar um pouco mais, mas foi o suficiente. As pernas dela tremiam enquanto ela continuava soluçando. Comecei a beijar ela por todo o corpo enquanto ela repetia meu nome. Finalmente, tirei a garrafa do cu dela com cuidado. — AAAA! Deus! Como arde! Foi lindo ver o cu dela todo aberto, pulsando e pedindo mais uma dose. Mas eu tinha que esperar me recuperar, enquanto tirava fotos dela e mostrava pra ela. — Que gostosa que eu tô, né? — ela dizia. — Claro, minha putinha linda. Assim que me recuperei, dei um segundo round, dando tudo de mim pra deixar meu gozo no cu dela. Foi uma noite bem completa, e o melhor é que convenci ela de que isso que a gente tinha era bom. Ela era uma puta gulosa e submisa, assumia isso, na cama era o papel dela, mesmo que de dia parecesse outra coisa. Eu também, de um garoto tímido a um degenerado total. É lindo o que a gente tem e pretendo manter. Aquela noite dormimos juntos, aninhados na nossa nudez. Queria que ela ficasse pra viver aquela sensação de carinho depois do sexo extremo, e também pra vê-la andando devagar no dia seguinte... Estreei a bunda dela nas grandes ligas e ninguém vai esquecer, não até a gente se ver de novo. Fim.
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